NCHMW TCC UFSC ENF N54 CCSNI
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2naM (SM H&LÀTU DE UM SUNHU
624 M C nt cs materno - infa 9725 9 UFSC Bsc
3 Marie Tereza Maldonado
E _
...que as pessoas tenham os Filhos que realmente desejam ter,
UFS ENF 0054
ExJ n momento da vida em que isso tenha sentido;
que saibam discernir dentro de si quando chega esse momento,sV"
~ ~
sem confundi-lo com pressoes e opressoes do "eu devo" ou do "eu tenho QUe";
que possam ter a liberdade de escolher não ter filhos, sem se sentirem estereis para a vida, mas que consigam encontrar outras For - mas de fecundidade;
que ao terem Filhos, não os sintam tafito como propriedade pri-
vada, mes possam se ver como simples instrumentos desse dom de vide.
... que as pessoas gravidas sejam assistidas com humanidade,
É
tensão e carinho;
que sejam vistas em suas individualidades e não colocadas no "v
r ~
anonimato das estatisticas e da produçao de consultas em messe;
- que os recursos tecnicos estejam e serviço des pessoas, usados
quando necessarios, jamais como rotina;
que e consulte de ore~natal seja mais do que medir o fundo do
utero, tirar a pressão e verificar o peso, mas que seje um actupanha -
mento atencioso da evolução de vide que a mulher tem 0 DTivi1ÍJiO U8 crior dentro de si;
que as nessoas grávidas tenham um esneço de assistencia pessod
once Uossem se sentir epniadàs e coufientããš
. .. , ,_ _ _ _ _ f -..V
que as pessoas pobres que esperam um Filho também possam conta* com boa assistencia, em instituições onde a equipe seja bem remunera~
da e se sinta satisfeita com 0 ambiente de trabalho, sem necessidade
de sair correndo para qanhar mais dinheiro no consultorio ou em outro emprego;
ø na N ø
que os psicologos consigam ter na instituiçao, nao so um lugar de aprendizagem, mas de trabalho remunerado que lhes Facilite a sobre
vivencia.
...que os lugares onde as crianças nascem não sejam"hospitais"
mas lugares que acolhem a vida;
que a mulher de a luz em ambiente "caseiro", onde se sinta a vontade, cercada por pessoas em que confie e que lhe possamitransmitir
tranquilidade e segurança; p
que seja vista e tratada como gente e não como um numero de leito;
que se sinta acolhida, respeitada, assistida, e não temerosa, ameaçada ou violentada por rotinas impessoais e padronizadas, como se todo mundo Fosse igual;
que encontre uma equipe integrada, capaz de se voltar para ele e atende-la em suas necessidades peculiares e não segundo um esquema pre-determinado pelo ensino deformante da Universidade ou pelas idios_
sincrasias do chefe de clinica;
que ela possa determinar em que posições se sente mais confor-
tavel no trabalho de parto, sem ser obrigada a deitar~se de una deter- minada maneira que o medico acha "melhor para as parturientes";
que não lhe sejam dados analgésicos ou anestesicos como rotina
de Serviço, mas eo se, e quando, necessario para ela;
que possa saber de que maneira lhe e mais confortavel ou natu-
ral posicionar~se no periodo expulsivc;
que encontre um medico suficientemente sensível Dara FS0mD5flhá
porque, afinal, 0 parto e dela e não do obstetra;
que Dossa estar acompanhado nesse momento do nascimento por quem sentir necessidade.
... que a criança seja acolhida com carinho, respeito e consi- deração, para sentir que lhe estão dando verdadeiras boas-vindas a es» se mundo novoš.
que pais e bebe tenham oportunidade de estarem juntos, em con-
tato, em sintonia, em mútua aprendizagem;
que os ritmos naturais espontâneos sejam respeitados, sem en - quadrar o recem-nascido em horarios que facilitam a burocracia e co- brem as deficiências da Falta de pessoal;
que o nenem possa mamar quando sente Fome e não quando o relo-
gio manda;
i
que possa ser acariciado, visto, apreciado, não tendo que per»
manecer "embrulhado" para Facilitar o serviço das enfermeiras do berçš
rio;
. ~ _ ' . `
que nao comece a vida sendo tapeado com agua gllcosada para dar menos trabalho aos outros, quando sua real necessidade e receber
Ê
limento s aconchego.... que quando as coisas não correrem bem, a mulher se sinta
N I r A _
assistida nao so tecnicamente mas tambem em seu susto, seu panico, sua
dor, sua tristeza, sua confusão, sem que as pessoas lhe virem as cos ~
tas, ignorando-a ou consolando-a com frases feitas e vazias de sentiam
... que as pessoas que pretendem se profissionalizar como ageg
tes de saude tenham a possibilidade de aprender a ver e a respeitar os outros;
que na Universidade isso lhes seja transmitido no propxio pro» cesso de conhecer, saber, estudar;
que um professor ensine o aspecto de um mamilo gravidita DOF
wzâ-.zé :/.-.--
,..¬-diagramas e não mandando uma pobre gestante dasabotoar a blusa diante
de um grupo da alunos para mostrar o seio enquanto sobre o rosto dg
¡
I
W vergonha; gunqumfi dessa manelra, esta enslnando o desrespelto pela cli
ente.
... qoe esse sonho se torne realidade.
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SUMÁHID
1NTnuouçÃo... . . . . ... ... .... . . .. .... . . . . . ...uv
oaúETIvos GEHA1s... ... ... . ...o9
OBJETIVOS EsPEcíFIc0s... . . .. .. . . . ... . . .. ....lo
MÉTuoo.... .. .. ... . . . . ... .. . ... ... ...12 MATERIAL ... . ... . . ... . .... . .. ... . .... 33 cnoNosflAMA... ... ... ... ... . . ...sa AvALIAçÃo... ... . ... . .... . ... ...36 coNcLu5Ãu.,... .. ... ... ...3fi BIBLIUGHAFIA ... ... . .. .... ... ... ...39 \ ANEXOS
_..-,
1NTHoouçÃo
A assistência materno-infantil tem sido alvo das atenções dos programas de saude, visando uma completa cobertura deste grupo vulnerá
vel{
A causa das caracteristicas especiais do processo de reproduJ¬
ção na mulher considera que esta, em termos de saude É particularmente
vulnerável. Não significa em absoluto debilidade, pelo contrario, o processo em si e perfeitamente são, sempre que os elementos essenciais
do meio ambiente sejam favoráveis. .
Os principais problemas e necessidades em materia de saude que são especificos da mulher tem relação com as necessidades biologicas e psicossociais inerentes ao processo de crescimento, desenvolvimento e reprodução.
Segundo CIARI G SIQUEIÉAA, a gravidez É o encadeamento de su- cessivos fatos ao longo da vida da mulher, caracterizando um “oroces~ so" , onde o periodo de gravidez seria um evento dentro de uma cadeia~
de ocorrências ligadas entre si, direta ou indiretamente. A gzâtação ,
enquanto vista como episodio, limita todas as atividades de atenção ao periodo gestacional, ao passo que, encarada como um processo, leva a
z.. r
_
cional e intragestacional. desta forma consegue estaoelecer~se uma vi« são ampla do Fenômeno reprodutivo, não o circunscrevendo apenas a um periodo. Como conseqüência, tem~se que os Fatos que ocorrem em toda a vida pre-gestacional terão uma repercussão na gravidez, da mesmo forma que esta se projeta no periodo intergestacional.
Segundo AGUILAI, sabe-se que todo individuo tem necessidades que são condições proprias que precisam ser atendidas a fim de que cofi
serve a vida e o bem estar; as necessidades são inerentes  propria na tureza da especie humana.
Segundo SANTOSl2, analisando-se a saude qunto ao aspecto econâ
mico, observa-se que a_FilosoFia desta esta voltada para o controle
das doenças transmissíveis e controle da populaçao materno-infantil ,
O tl
visando a assistencia medico-sanitaria e principalmente a manutençao
I O V I
de niveis minimos de saude. Uma boa assistencia pre-natal constitui me
9'
I A .
dlclna preventiva, e atraves dessa assistencia, a mulher se prepara pa ra uma gestação, um parto e um puerperio saudaveis.
4 Ainda segundo SANTOS12, a assistencia prestada
durante a fase puerperal imediata deve ser dirigida no
venir complicações que impeçam a instalação de agravos Tendo em vista a grande Ênfase dada ao Sistema Conjunto e incentivo ao aleitamento materno, a
I
esta se tornando grande campo para desenvolver
pela enfermagem sentido de pre- evitaveis. de Alojamento area materno-infantil atividades cientificas
no sentido de orientar e educar a populaçao alvo para melhores condi-
ções de saude, sendo este o ponto de maior enfoque neste trabalho.
. O presente trabalho sera desenvolvido na Maternidade Curmela
Dutra - Florianopolis SC, no periodo de 25/DB/82 a 30/ll/82, com uma carga horária de 300 horas ou 20 creditos, sendo a carga diaria de es- tagio de 4 horas.
DBJETIVOS GERAIS
- - ‹ . . ~ ' .
- identificar as condiçoes de saude da paciente, baseando-se nas pa -
~ r A pu 0
droes minimos de assistencia de enfermagem em recuperaçao da saude (UPAs/uma _ ministério da saúde);
- Planejar, executar e avaliar a assistência de Enfermagem, utilizando
o processo de Enfermagem de Wanda de Aguiar Horta;
- Desenvolver habilidades para assegurar a qualidade de assistência de Enfermagem prestada;
I I
- Prestar assistencia a mulher no ciclo gravldo-puerperal e ao recem -
nascido normal e patologico, compreendendo a gestação como um proceä so. ` × n O5 . __ ,.W,¬i¬Wsr _ _ _ ,`
oaóerlvus
Eswecímcos
I
1. Sistema alojamento conjunto fipuerperio normal)
~ Prestar orientações a IOUÉ das mãesâsobre o auto-cuidado e cuida-
dos com recem-nascido;
- Prestar assistencia de Enfermagem a lüüfi das mães, identificando os problemas de Enfermagem atraves da visita diaria, com equipe multi-
profissional.
2. Berçário
~ Prestar assistÊncia de Enfermagem a 105 dos recem-nascidos nonmxh
e lU% dos de alto risco.
3. Puerperio
- Prestar assistencia de Enfermagem a 5U% de pacientes internadas na Unidade de Puerperio Patologico (Unidade II).
4. Banco de Leite .
~ Adquirir conhecimento sobre a montagem e operacionalização do Bag co de Leite Humano e Central de Informações;
I
- Coletar e estocar leite humano de puerperas nutrizes doadoras de acordo com as normas tecnicas estabelecidas;
~
-.
.f.~.
.- Prestar informaçoes de natureza tecn1co~c1ent1f1ca as cl1entes,v¿
sando detectar e combater tabus existentes e contribuir para o estimu~ lo ao aleitamento natural;
- Participar de reuniões de estudo sobre Aleitamento Materno;
- Divulgar a existencia do Banco de Leite Humano, orientando as mäa
sobre a importância do Aleitamento Materno;
- Identificar as prioridades adotadas pelo Banco de Leite Humano pa
ra a distribuição do leite coletado.
10
‹-5. Pré-Natal
~ Identificar as necessidades bio-psico-sociais dc gestante, pres~ tendo-lhe a assistencia de que necessita e visando a profilaxia de gestoses e outres doenças interoorrentes, e transmitir noções de auto~ cuidado À mulher no ciclo grévido-puerperal, mantendo-a como adulta sg
dia na comunidade. 6. Centro Ubstetrico
- Prestar assistencia de enfermagem individualizada a 30% des par - turientes no pre, trens e pos parto imediato.
11
af; tr vfggü VG
Márooo
1. öistema Alojamento Conjunto
1.1. Orientações quanto az
Importância do Aleitamento Materno:
¡-
._
D leite materno e o melhor alimento para a criança, contra varias
doenças.
D leite materno nunca e Fraco.
O leite pode demorar a chegar, contudo deve-se continuar colocan-
. . ~ › 'I '
do a criança no seio sem lhe dar outro leite, agua ou cha.
0 primeiro leite e o colostro de aparencia aguada, mas muito rico
A U
em substancias.
A crian HT) KD que toma leite materno corre menos risco de ter diarre-
ia e desnutrição.
Amamentcr a criança o maior tempo possivel.
Ú ato de amamentar diminui o sangramento apos o parto, porque
quando a criança mama o utero se contrai e se torna menor. Pode
causar colices, mas É normal.
U leite de vaca Forma no estomago, coagulos grandes que são difi- cilmente digeridos (e aproveitado de SU a 60%). U leite materno
Forma coagulos pequenos que são digeridos Facilmente (e aproveitg do de eo a 95%).
Q ato de sugar o peito da mae desenvolve a arcada dentaria do be- be por causa da Forma e consistência da mama.
Tecnica de Amamentação: . .- _. ._ ._ -
A mãe deve lavar bem as mgos com agua e sabao.
Procurar uma posição confortavel (sentado, recostada).
Colocar o bebe no curva do braco do lado cuja mama ira oferecer.
Ée quiser, a mas pode apoiar o braço sobre um traveôõeirt.
A f '
Fazer com que e boca do bene fique ao nivel do mamilo.
F-' =`\3
- As duas mamas devem ser usadas em cada mamada, metade do tempo pa- Colocfir o mamilo na boca do bebe. Se houver dificuldade (bebe so- nolento), fazer movimentos de estraga sobre os labios do recem ~ nascido a Fim de desencadear o reflexo da procure.
Firmar o mamilo oferecido entre os dedos indicador e medio.
Deprimir a mama com o dedo indicador em sua parte anterior para
que o bebe possa respirar.
Para o bebe "desgrudar" da mama passe levemente o dedo na comissu
ra labial. -
Coloque o bebe na vertical para ele regurgitar.
As primeiras mamadas devem durar 5' em cada mama no primeiro dia,
passando para 10? no segundo dia, 15' no terceiro dia e depois 20'
(D)
g.›
I
isso depende tambem de cada beb
ra cada lado.
Profilaxia do Engurgitamento Mamario
_ - _ _ _ «- I IU
Bons cuidados com os mamilos nas ultimas 6-8 semanas de gestaçao
Massagear as mamas antes de amamentação do recem-nascido quando houver boa secreção de colostro.
A
Alojamento conjunto: amamentar o bebe quando tem Fome.
Retirar o leite que sobrar apos a amamentação do recem-nascido. Usar sutiã de alça curta.
' ' - ~ ' C' | '
Deixar o recem-nascido mamar ate là em ambos os seios.
~ 4 _ ~
Posicionar bem a mae e o recem-nascido para amamentaçao.
Fazer o recem-nascido normal e sadio mamar Dara evitar a estase
I
lactea.
O
Profilaxia de Fissuras Mamerias
..-
_.
Higiene das mamas (banho diario) evitar o uso de sabonetzs perfu» medos (deve usar neutro ou abolir de todo).
~ ' A
Limpeza das maos antes da tocar no bebe. ls
.¡¿.~...-z ..`,~,¡¿
- Posicionar corretamente o recem-nascido para mamar.
- Iniciar com 3 a 5' de sucção nas primeiras 2d horas e aumentar
gradativamente ate 15' em cada mama por mamada quando houver
normogalactia.
- Retirar corretamente o bebe do seio.
- Alternäncia das mamas e oferecer as duas mamas em cada mamada.
. . Profilaxia das Mastites
I ¡v . .
Esta e conseguida pela prevençao do engurgltamento mamário e das fissuras mamilares.
A criança deve continuar a mamar no seio afetado, pois o seu esva ziamento alivia o problema desde que reduz o engurgitamento.
Ha metodos caseiros de prevenir contra essas perturbaçoes: - o uso de luz infra-vermelha;
~ compressas umidasze quentes no local.
N
. . Alimentação da Mae
Dieta livre, hiperproteica e hipercalorica sem muitos condimentos dando Dreferencia a leite, ovos, fígado, peixe, legumes, verduras e Frutas. Tomar bastante líquidos.
. . Higiene
Banho diário com agua corrente, de chuveiro ou canequinha. Higie-
I I IU IV
ne intima tres vezes ao dia, de preferencia apos as evacuaçoes. Nao e- xiste contra-indicação a lavagem da cabeça. Usar calcinhas de algodão, ferve-las e passa-las a Ferro.
. Atividade Sexual
Não ter relaçoes sexuais durante 30 a 40 dias para evitar infec -
ção. É neste periodo que o utero volta ao normal e o processo de cica-
trização e forma.
147
. Cuidados com as Mamas
Usar sutiã firme, de alças curtas, seguir as tecnicas de profile-
n u ' I Q u
×1a de engurgitamento mamario, fissuras e mastites.
. Curativos
I nl
Em caso de cesarea, proceder conforme orientaçoes na hora da
al-I
ta. Em caso de pontos na vagina (episiotomia) passar mercurio cromo ,
apas a higiene intima, usando pano bem limpo e passado a Ferro.
_ Exercicios Permitidos
Evitar pegar peso, retornando as atividades normais, descansar apos o almoço, elevando as pernas. Pode iniciar, com 20 a 30 dias de pos-parto, ginásticas recomendadas.
. Evacuação
Não fazer esforço para evacuar, pois favorece a formação de hemcg roidas devido a flacidez e embebição dos tecidos.
. Cuidados com o Recem~Nascido
- Antes de tocar o bebê, lavar as mãos.
- Antes da queda do coto umbilical, lavar a cabeça do bebê com sabonete e agua fervida morna.
- Não deixar entrar agua no ouvido.
Limpar a pele do rosto e genitais com agua Fervida morna.
- Pragas do pescoço, tórax, gbdomem e membros serao lubr Ficados com oleo apropriado (Nujol, Johnson).
- Quando o bebe for menina, limpar a região genital no s ntido
ãntero-posterior [de Frente para tras).
- Curativo do coto umbilical:
O coto umbilical leva mais ou menos 5 a 10 dias para cair.
15
Para fazer o curativo usar mertiolate ou mercurio e goza ou paninho
limpo passado a ferro. Como Fazer: pingar tres a quatro gotas de mer- tiolate_ '*`"', no coto umbilical, envolvendo-o com a goza ou pa- ninho. Continuar a pingar mertiolrte ou mercurio ate tres dias depois da queda do coto.
LJ. (D\
- Banho: depois da queda do coto umbilical,
primeiro banho no bebe. A agua deve ser Fervida e morna (a temperatura
se pode dar o
pode ser medida com o cotovelo mergulhado na banheira). O banho deve ser dado no proprio quarto do bebe. Deixar tudo o que vai precisar ao alcance da mão. Como fazer: passar o braço em torno das costas do bebe
. I
segurando-o por uma das axilas e sustentando sua nuca para tras ou co- loque o braço esquerdo ao longo das costas da criança com as mãos sob as nádegas e sua cabeça apoiada na junção do cotovelo.
Seguir o seguinte roteiro:
- Lavar primeiro os olpos do bebe (do canto interno para o e×~ terno);
- Lavar o rosto, nariz e ouvido. Limpar o nariz e ouvido com
cotonetes (nao enfiar muito profundo os cotonetes);
- Lavar os genitais. Pode fazer retração do prepucio com oleo. Se For menina lavar entre os grandes e pequenos labios retirando toda secreção, de Frente para tras;
- Colocar a criança na banheira começando pelos pes; - Começar a lavar da parte superior para a inferior;
- mudar para decubito ventral, para lavar a parte posterior;
' -
Secar a crianca; '
~ Colocar a roupa iniciando pela camiseta;
- HEQ espuecer de dar atenção espacial as dobras da pele: pes»
coco, axilas, virilhas, cotovelos;
O ld
- Lavar a banheira com agua e sabao.
A ~ Corte das unhas: Usar tesoura de ponta redonda. Se d bebe For muito irriquieto, cortar as unhas quando ele estiver dormlàdo.
15
- Banho de sol: lniciar expondo a criança ao sol dois ou tres minutos de cada lado entre 8 e 10 horas. Aumentar aos poucos ate 20 mi
nutos. A criança deve ficar com oouca roupa e o sol deve sor direto;
~
nao deve haver vidro entre o sol e a criança.
~ Prevenção de Hssaduras: Mudar as fraldas logo que o bebe uri ne ou evacue. Lavar a região com agua Fervida a cada troca de fralda. Enxugar bem. Evitar passar oleo sobre assadura. Expor a area afetada
ao sol.
1.2. Dados a serem colhidos durante a visita diaria (observar e regis
trar):
- Involução uterina: medir a altura uterina.
- Caracteristicas dos loquiosz anotar anormalidades quanto a quantidade, aspecto e cheiro.
- Condições da mama: anotar alteracoes quanto a sensibilidade, tamanho, consistência e alteraçoes de cor. Verificar presença de Fissu
ras.
- Devem merecer especial atenção os seguintes sinais: Dor, ver
malhidšo, calor e nodosidades em varizes; dores nas panturrilhas; he-
morroidas; edema nos membros inferiores; cefaléia, perturbaçães visu -
ais, alteração da sensibilidade ou motilidade dos membros; dispneia,
cianose e dores toraoicas; ausência ou diminuição acentuada dá diurese.
`
- Condições do perineo: observar suturas perineais para pre - sença de hematomas, edema, dor, alterações de cor, soluçães de continu
idade.
~ Observar alterações dos sinais vitais. ~ Anotar queixas.
2. Berçario
2.1. Prestar os primeiros cuidados ao recem~nascido: - Aquecimento;
- aspiração de secreções; - credeizaçao;
- curativo do coto e laqueadura;
- peso, medidas dos perímetros cefálico, abdominal e toracico,
estatura;
- temperatura retal.
n u I N' , n n ' v 1
2.2. Observar e auxiliar: reanimaçao cardio-respitatoria, cateterismo
umbilical, cateter de oxigênio, tenda de oxigênio, aspiração endotra -
queal, punção lombar, fluidoterapia, medicação parenteral, sonda
naso-I
gastrica.
2.3. Manusear a incubadora e Fototerapia.
I
2.4. Prestar os cuidados ao recem-nascido dentro da incubadora (alimeg
N `
taçao e higiene corporal).
› N N
_ , ' ,
2.5. Estimular a participacao da mae nos cuidados ao recem~nascido de
alto risco.
' ' . , .
2.6. Anotar no prontuario os cuidados prestados ao recem-nascido e in-
tercorrencias.
3. Puerperio
3.1. Seguir os itens 1.1 e 1.2. do Sistema de Alojamento Conjunto.
Ç
3.2. Prestar assistencia de enfermagem dando prioridade as pacientes
de alto risco: diabeticas, cardíacas e portadoras de DHEG.
18
~ Pacientes diabéticos: ldentificar, registrar e comunicar os
, sinais de reação 0 insulina, hiperglicemia e acidose.
`
K
~ Pacientes cardíacas: Repouso e prevenção das infecções; deem bulecoo so para os compensades; amamentação contra-indicada para as fm
descompensadas;
- Pacientes internadas com'DHEG:
- Diminuir a'irritabilidede do SNC, modificando o ambiente para essegu rar repouso e tranquilidade: iniciar as condutas dolorosas apos a seda
ção, fazer mudança de decubito para pacientes em come, elevar cabecei-
ra cerca de 30 graus, colocar camisola bem larga; explicar todas as 1
condutas de maneira simples e sucinta para diminuir a ansiedade; es- tar alerta para alteração no estado clinico; contenção relativa da pa-
ciente; aplicar bolsa de gelo em hipertermia rebelde. .
- Controlar a pressão sangüínea, verificando e registrando a PA no ma-
ximo de 4/4 horas; administrando drogas antihipertensivas prescritas observando os efeitos.
- Promover a diurese, estimulando repouso no leito em DL esquerdo; con
trolando a Função renal (colher urina para e×ames)¡ controlando os efá. 3 |_:. 3 U0
*fl 0.) 1
O
tos da terapêutica (registro apurado da administração e eli pg
so diario a mesma hora); fazer cateterismo vesical.
- Controlar o bem estar Fetal, auscultando e registrando BCF 2/2 horas instruindo e amparando a cliente durante a aminiocentese; monitorizan-
do s paciente.
- Orientar visitas, restringindo o numero de visitas.
- Controlar dieta, administrando e controlando aceitação de dieta hi -
perproteica.
\._
ã«DHEG = Doença Hfpertensiva Específica da Gravidez
4. Banco de Leite
1
*
I'
hotina e Normas Tecnicas do Banco de Leite Humano e Central de Informações sobre Aleitamento Materno
ú.l. Da Recepção e Triagem 4.1.1 4.1.2. allflg 4.l»4 4.1.5 Afilflõ 4.1.7' 4.1-IB. 4.1.9
Toda cliente que For atendida no Banco de Leite (BL) deverá ser registrada em livro proprio, anotando-se a data, sua proceden ~
cia, idade e quantidade de leite coletado (e partir da hora do
parto).
Deverão ser cadastradas diariamente em Formulario proprio, to- das as puerperas nutrizes doadoras com alta, para possivel cole
ta a domicilio.
Os endereços das clientes deverão ser notificados com precisão e sempre que possivel com um marco de referencia para Facilitar
e localização.
Deverá ser registrado em livro proprio todo o destino do leite coletado, seja de pacientes internas e/ou externas.
As orientações e informaçoes de natureza tecnico-cientifica, sg
bre a pratica do Aleitamento Materno deverão ser atendidas sem- pre que solicitadas ao Banco de Leite, quer individualmente, em grupo e/ou por telefone.
Toda cliente devera receber propes e gorro e em seguida encami- nhada para sala de coleta.
O registro da quantidade de leite coletado durante o dia devera ser Feito em cor azul e durante a noite em cor vermelha. D re -
gistro da quantidade de leite coletado a domicilio devera ser feito em com verde.
D horario de atendimento do BL sera das 7:00 as 22:00 horas, eš ceto sábados, domingos e Feriados que sera das 7:00 as 18:00 ho
ras.
Distribuir os manuais sobre Aleitamento Materna, orient ido QLQ
to ao seu conteudo.
4.2. Da Coleta
4.2.1. As doadoras deverão:
4.2.1.1. Proceder a lavagem das mãos obedecendo os principios de asseg
sia méúiza.
4.2.1.2. Retirar vestuário em uso, lavar as mamas com agua aquecida,Fâ
zendo massagens.
4.2.1.3. Enxugar apenas as mãos.
4.2.1.4. Colocar avental proprio utilizado pelo BL (com Fenda vertical
no local das mamas). 4.2.1.5. Colocar mascara.
4.2.1.6. Ficar em posição confortavel para proceder-se a retirada do leite.
4.2.1.7. Serem orientadas para colaborar na extracão do leite fazendo massagens intermitentes.
4.2.1.8. Apos a coleta retirar o avental e desprezar juntamente com o
V
gorro e mascara no hamper.
4.2.1.9. Receber instruções sobre a coleta domiciliar atraves de folhg
tos apropriados. .
4.2.2. Os funcionarios deverão:
4.2.2.1. Demonstrar habilidade e delicadeza no trato com as pacientes.
4.2.2.2. Proceder a lavagem das mãos obedecendo os principios de asseg
sia medica, sempre antes de iniciarem e ao terminaram de ateg
_ _ der cada cliente. s 3
A ¿ _ ¬__ ¿ R. . , H. _; , - .. - .._ _, _ . _ ¡._ . _ A ., '_. - -_~z¡_. .~ `.'_`_. j._ _. - Z -._.-: ,‹. :-À-_- _ .,, ' I I'
4.2.2.3. Usar gorro, propes, avental e mascara quando executarzn a co- leta.
4.2.2.4. Fazer aplicação de calor, massagem nas mamas e usar Syntoci ~
non Spray nas clientes que apresentarem engurgitamento mama - rio antes de iniciar a extração com bomba, para facil tar a ejeção do leite.
4.2.2.5. Orientar as clientes sobre a pratica do Aleitamento M terno ,
21
4.2.2.6. 4.2.2.7. 4o2v2uE'o 4.2.2.9. 4.2.2.1U a"2I2Ill. 4.2.2.l2. 4.2.2.13. 4.2.2.l4 4.2.2.l5 Aiglgllõl
visando detectar e combater tabus existentes, bem como esolec racer duvidas.
Apos ü coleta guardar imediatamente 0 recipiente na geladeira
ou freezer, colocando o nome da paciente, a quantidade, a da» ta e a rubrica em fita adesiva.
Manter o ambiente limpo e em ordem.
Manusear o material colhido e utilizado para a extração dele;
te obedecendo principios de assepsia cirurgica.
Informar a Chefia de Enfermagem qualquer eventual ocorrência
no seu estado de scdde, como: perturbaçães gastro-intestinais
(diarreias e vômitos).
Permanecer no Setor não podendo abandona~lo em hipotese algg
ma.
Apresentar-se com rigorosa limpeza pessoal - particularmente
cabelos, mãos e unhas curtas.
Por ocasião da limpeza pelo funcionario(a) da zeladoria, es- te deverá usar tambem gorro, avental e propes.
Realizar a coleta em doadoras portadoras de determinadas do~ enças infecto»contagiosas no quarto da perturiente, e apos a coleta proceder a desinfecção e esterilização dos dispositi-
vos da bomba.
Anotar os medicamentos ou antibióticos utilizados pelas doa
dores no Formulario de coleta.
Proceder a observnçëo dos itens 4.2.2.l3 e 4.2.2.l4, atraves
- -
. .
' N 1
- ~
da consulta de listagem de instruçoes que indiquem tal prece
dimento.
Utilizar gorro, mascara e avental por ocasiao da coleta domi
ciliar.
- 4.3. Do Preparo e Esterilização de Material
4.3.1. Hotina para lavagem das mamadeiras
4.3.1.1. 0 _ ' , _ ,M Y. E _
Colocar imerses em cuba plastica com agua fria e we.c.. 88 ,
22
visando o amolecimento dos depositos de leite ou protàinag, 4.3.1.2. Deixar o material em solução durante 60 minutos.
4.3.1.3. Apos, proceder a lavagem em agua corrente ate que desaparecem
todos os vestigios da solução empregada. _
4.3.1.4. Empregar escova para limpeza dos Frascos e mamadeiras.
4.3.1.5. Colocar as mamadeiras enxutas em um campo, preparar e encami-
- N
nhar para esterilizaçao.
4.3.2. Hotina para limpeza dos intermediários e adaptador de sucção da bomba eletrica.
4.3.2.1. Colocar em cuba plastica com agua Fria e Marcos 88, visando o amolecimento dos depositos de leite ou proteinas.
4.3.2.2. Deixar 0 material em solução durante 2 horas.
4.3.2.3. Apos, proceder a lavagem em agua corrente ate que desapareça todos os vestigios da solução empregada.
4.3.2.4. Empregar escova para limpeza dos frascos.
4.3.2.5. Esterilizar em autoclave a 12190, 15 minutos ou na Falta des»
p.
3 IU!
ta em solução desinfetante usada rotineiramente, conforme
trução dos Fabricantes. Us dispositivos deverão estas envol -
tos em um campo de tecido ou papel apropriado, antes de serem
esterilizados.
4.4. Da Estocagem
4.4.1. Apos a coleta, o leite deverá ar estocado em geladeira (mais ou
A* I
menos 89€), se For utilizado ate 24 horas apos e coleta; se o
leite for utilizado apos 24 horas da coleta, este deverê ser es
.
' ~
tocado no freezer imediatamente apos a coleta. A descongalaçao
z _ 0
do leite devera ser realizada em banho-maria a 3798, ou sob a -
gua corrente, agitando-se o Frasco constantemente.
' 4
4.5. Sala de Laboratorio
~ I
As analises do leite serao de natureza microbiologiea e nutri-
cional, devendo ser realizadas 3 vezes por semana, no EL Lençr .
I
4.6. Hotino para Limpeza e Desinfecção do Ambiente
O I
4.b.l. A limpeza devera ser feita diariamente com pano umido no piso e
parede com o desinfetante em uso.
N ø _
4.6.2. Durante a limpeza nao podera permanecer pacientes no BL. 4.6.3. Fica proibido o uso de vassouras no BL.
5. Pfé~watõ1
5.1. Visitar o serviço de pre-natal do Hospital Universitario, para cg
nhecer suas rotinas de enfermagem estabelecidas.
5.2. Visitar o serviço de pre~natal do Posto de Saude da UFSC na Cos ~
' "' . ' _ .
teira do Pirajubae - Extensao Universitaria -, pois desenvolve uma nova metodologia de assistencia.
5.3. Acompanhar o medico, participando de algumas Fases da consulta:
- _. -'_ -_ -a nu- _. :-_ _ identificação e anamnese estatura peso pressão arterial ' cv
pulso, respiraçao, temperatura
circunferência abdominal altura uterina
posiçao, situaçao e apresentação fetal
batimentos cardíacos fetais (BCP) oelvimetria
execução de manobras de Leopold-Zweiffel observar alteraçães como edema e varizes.
5.4. Realizar pos~consulta:
_ Orientar quanto a:
. higiene . alimentação
. cuidados com as mamas
..
f.
. atividades fisicas
2
. cuidados com os dentes
. uso de drogas, cigarro e bebidas alcoólicas
. repouso e relaxamento
. atividade sexual
. desconfortos da gravidez . o desenvolvimento Fetal . conduta na hora do parto
. sinais e sintomas de que o trabalho de parto esta proximo.
HIGIENE
Banho diario com agua corrente, higiene intima 3 vezes ao dia. Usar calcinhas de algodao. Não lavar as mamas com sabão.
ALIMENTAÇÃO
Dieta livre, hiperproteica e hipercalorica, sem condimentos ,
dando preferencia para ovos, figado, peixe, carne, legumes, verduras ,
frutas, liquidos. Evitar refrigerantes e enlatados. CUIDADOS CDM A5 MAMAS
Usar sutiã com base larga e alças curtas para sustentar os se-
ios. Friccionar o mamilo com toalha grossapara enrigece-lo, Facilitan-
do a amamentação e prevenindo fissuras mamilares. Massagear os seios
nos Últimos meses de gestação para estimular a lactação.
Aflvloâoss FÍs1cAs
, ø _ ~ ø
Fazer exercicios preparatorios para o parto, com orien+açao mg
. ~~ "' ' '
dica. bentar no chao com as pernas cruzadas para estimular abertura
gg
vica. Colocar uma perna dobrada sobre um suporte, empurrando o joelho,I Í
para frente. Estimular a gestante a caminhar. Evitar exercicios fisi - cos cansativos, evitando a Fadiga. ANEXO 1.
Í-,I.' ,‹
25
CUIDADUS CUM U5 DENTES
I
Procurar um serviço de atendimento odontologico, pois a descal
cificação dentaria se acentua no periodo gestacional.
usp UE papo/às, GIGAHHU E Basipâs ALCDÚLIC/às
As gestantes devem ser orientadas para não tomarem qualquer me dicamento prescrito anteriormente a gestação ate serem liberadas pelo medico.
Reduzir a quantidade de Fumo ou abster-se, pois este associa -
se a fetos de baixo peso.
r r N '
Evitar o alcool. Bebidas alcoolicas ocasionais sao permitidas. REPOUSO E RELAXAMENTO
Deve trabalhar e exercitar-se durante periodos curtos de tempq
sentando-se ou preferencialmente deitando-se, quando cansada. Sentar -
se reta, e agachar-se sem curvar a coluna (postura correta). Quando
sentada, serguer a perna, usando um travesseiro ou banquinho, deixando o joelho um pouco Fletido.
ATIVIUADE-SEXUAL
lndividualizada, porem deve-se observar os seguintes pontos: - U desejo sexual pode ser imprevisível na mulher durante o inicio da
gravidez.
Devëëselevitar o4coitõ"se'ha perigo de aborto ou parto prematura. - Alguns obstetras aconselham evitar a tividade sexual nas ultimas se-
manas de gravidez.
.- Evita-se que o homem Fique em posiçao superior a medida que é gravi~
dez evolui.
DEUEÚNFUHTUS DA GRAVIDEZ
26
Freqüência Urinaria (polaciuria): Geralmente cede espontaneamente por volta do 29 ou 39 mes, quando o utero atinge a cavidade abdominal. He-
torna nas_ultimas semanas da gravidez quando ocorre o encaixawento,
^ ~ ‹ ‹ "" . . . . ~
Engoo Matinali Devido a alteraçao hormonal, aborrecimento, diminuiçao da motilidade gatrica, diminuição da peristalse, rejeição, tensão.
B
Encorajar uma rotina de vida satisfatória e ativa, enfatizando as vantagens e aspectos felizes da gravidez .
Hepouso e relaxamento frequentemente auxiliarão a reduzir a tensão evitar a nausea.
Ingerir torrada ou alimento seco meia hora antes de se levantar.. Permanecer na cama e descansar por meia hora antes de se levantar.
Ingerir alimentos leves Sia 6 vezes por dia, ao inves de fazer tres
refeições. _
lnsistir para que beba liquidos entre as refeiçoes caso não tenha re tencão hídrica.
Azia (pirose): O conteudo gástrico reflui para o esofago devido diming. ção da motilidade gástrica.
..-_
Utilizar goma de mascar, cha quente e mudanças de posiçao. A
I
Tomar medicamentos antiacidos quando prescritos, porem evitar bicar-
bonato de sodio, uma vez que promove retenção hídrica.
_. Ingerir pouco alimento com maior Freqüência, não ingerir alimentos
gordurosos, frituras e condimentos. mastigar bem os alimentos.
Não comer muito pão, Farinha, laranja acida e limão.
Flatulenciaz Causada pela ação de bacterias produtoras de 955 “U5 ífi * testinos.
~ Mastigar bem os alimentos. _
.-
Evitar alimentos que produzam gazes. :vitar refrigerantes. 27 1. ‹_ .›‹ ' ° '~ "
ví?
ÍDZU
Conotipa Peristolse intestinal dimiuida devido a pressão do Qtgfo gravidez
~ Ingerir quantidades adequadas de liouidos.
- Estabelecer horarios regulares para a evecuçëo.
- Comer alimentos apropriados(Frutas, vegetais e pão de centeio).
- Devem ser encorajados os exercicios (caminhadas, natação e ginastica User laxativos quando prescritos.
.Q
~
Lombaloia: Devido as adaptaçoes posturais da gravidez; relaxamento das
articulações sacroiliacas na ultima fase da gravidez.
- Manter uma boa postura, evitar a Fadiga e usar uma boa mecânica cor-
poral. V
~ Vestir roupas~ adequadas (sapatos de salto baixo e largos, cinta ab- dominal).
- Colchão Firme (uso de tabuas sob o
colchã.
- Calor local e massagem leve relaxam oa musculos do dorso que estejam tensos e rigidos.
Desconforto respiratório: Devido a pressão do utero volumoso sobre 0
diafragma. _
- Ocorre alivio espontâneo com a descida do utero para a pelve (alija- mento), ou com o nascimento cdo bebe.
- Proporcionar alivio com a posiçao de semi-Fowler, arrumada com o traveseiro.
~ f M
ncôecreçao Vaginal:¬e normal na gravidez um aumento da secrecao vaginal. De maneira geral, H unica coisa necessaria e um absorvente pezlneal. Uma secreção vaginal excesâiva, ou esverdeada, amarelada de ozar feti- do irritante pode ser causada por doença venerea, I_ichomonas r uaoinalë ...~
ou moniliase.
28
z» . ~
Hemorroidas: Devido a pressão do utero prsvido, pois interfere na ciri culaçao venosa. Agrevadas pela constipação.
- Evitar e tratar a constipação.
- Heintroduzir com o dedo as hemorróidas internas protusas, usando uma luva lubrificada.
~ Fazer compressas frias na região.
Edema:
- utilizar pouco sal na comida.
- controlar a pressão arterial todo mes. - quando descansar elevar os pes 309. - evitar cruzar as pernas.
- não usar meias de liga.
Veias vericozas: Podem afetar os membros inferiores, a vulva e a pelva Causadss por heriditariedade, pressão do utero gravido sobre as grania
des veias da pelve, Ficar de pe por.longos periodos e roupas apertadas
- A paciente deve ser instruída a se exercitar, descansar em posição
reclinada, elevar as pernas acima do nivel do corpo, usar roupas folga
das e controlar aumento de peso.
~ Evitar massagens rigorosas e zonas de pressão sobre a perna.
"
P- Recomendar meias elasticas para as pacientes com varizes significati
vas nas pernas. as meias elásticas inteiriças são impraticaveis. As me ias de algodão são mais frescas e absorventes que as de naylon. Deitar
com uma perda levantfida por alguns minutos a fim de esvaziar az veias. Calcar as maias com a perna levantada. As meias devem ser usac»s duran
te todo o tempo que a paciente estiver de pe, mas podem ser removidas por trinta minutos varias vezes ao dia durante os periodos de repouso. - Evitar depilar a perna com cera quente.
- Repouser Frenüentemente.
- Nunca tomar banho com agua muito quente.
~ Não cruzar as pernas.
» bncher o peito de er o maior tempo possivel. - Levonter a cabeça para ver seu nascer.
- Puxar os joelhos pera trás com ums Forço "comprido", e concentram: de cintura para baixo.
SINAIS E SINTUMAS DE QUE U TRABALHO DE PARTO ESTÁ PHÚÃIMD Primeiros Sinais
I `
- Perde de uma especie de ceterro, as vezes com sangue; - Perda de água;
~ Contreçoes uterinas freqüentes.
~
Sineis do Temoo de Exoulseo
- Contrações de oucho (pera baixo);
~ Contraçães uterines Fortes e juntas (mais ou menos de dez em dez mi- nutos);
~ Perda de muita água (se houver rompimento de bolsa d'égue); ~ Vontade defàzer força para baixo;
- Vontsde freoüente de urinar e defecer;
- Muito calor e suor.
Sinais de Alarme na Gravidez
~ Urina grossa em Douce quantidade; - Visão de faqulhes ou "veqalumes"; - Freqüentes dores de cabeça;
- Incneçšo;
~ Dor forte no estomago; ~ Perde de sengue pelo urina; ~ Dor no baixo ventre;
_ Mel ester cerol; ~ Desmeio e Febre.
30
~ __ _` N _ , › r l .
Coibras nes Pernas: brõnde pressao exercida pelo utero gravida, ffiglga celofrio, tensão muscular, quêntidades excessivos de fosforo, quàntidfi de insuficiente de calcio ne dieta.
I Í
~ Programar periodos de repouso freqüentes com os pes elevados.
- Assegurar uma ingesta adequada de calcio (dieta, medicação, ou ambos)
I
~ Usar roupas quentes e confortaveis.
- Empurrar oS'artelhos pero cima, e ao mesmo tempo, aplicar pressão no
|..:.É
Im
joelho para retificar a¬e×tremidede afetada; proporciona um alivio dieto.
CONDUTA NA MUHA U0 PAHTU
Exercicios Hespiratorios para o Periodo de Dilatação
~
Respiroçeo Abdominal
- Inspirar pelo nariz lenta , e profundamente, distendondo a parede
abdominal.
- Expirer pela boca lentemente.'
N . .' . "'
- Fazer este exercicio em posiçao lateral no inicio das constragoes e
na u
cerca de dez vezes por dia (durante as constraçoes). Cachorrinho Cansado -›. _ . -, .__ ›,. __ _- . _. _- . . . _- _ ...,. . ._ , 5 . -... _ .-,:.~."__, . ..__, . ., . _ ;._ ., .,. ›._¿, ,_. . . _ .¡_.¡ I . .,., __ __›,,. __ _. ._ z - ,›_ _ _ _ 1. , V _, .. _.-A_-. . ,,\ , .- ‹ .- ‹¡ _¡¿¡¿ , ,,¡,,_- . . . I . z N . . ._ . . . . . _ I . _ __ _ , . _ 4 ._ __V:.,jÕ¿j,F{;3ê¿¿`.:¬,_,'?g:_T,f,_(:
- Fazer quando às contraçoes estiverem mais intensas e com intervalos mais curtos.
- Entreebrir a boca e começar e respiração rápida, movimentando meis e
coixe toraxica.
- Deixar que o nr penetre pelo nariz e boca, neo forçando e r Süirfiçfiü
para não cansar.
- Fazer este exercicio em posição lateral dez vezes por dia (ê durante
as contrações).
~
r V _ r _ f
Exercicios Hespiratorios para o Periodo de txpulsao Respiração do Bloqueio
31
._ vv
,1
6. Centro Ubstetrico
6.1. Sala de Admissão
- Avaliar a gestante em trabalho de parto; - Fazer preparo fisico: Tricotomia e eneme; - Pesar e verificar sinais vitais.
6.2. Sala de Pre-parto
_ I I I
~ Acompannar a paciente ate a sala de pre-parto; - Administrar medicação;
- Executar manobras de Leopold-Zweifell;
~ Controlar e registrar a dinâmica uterina de trinta em trinta minutos
- Orientar a perturiente quanto aos aspectos de respiração e relaxameg
ri' O
- Auscultar o BCF em trinta em trinta minutos;
- Prestar assistencia de Enfermagem especifica a paciente com: bolsa -
rota, pre-eclêmpsia, placenta previa e descolamento prematuro de pla
canta;
- Anotar no prontuário.
6.3. Sala de Parto
- Orientar o parto, orientando sobrei respiraçac e relaxamento, manei-
ra correta de aproveitar a contração;
~ Auxiliar a cliente na movimentação dos membros superiores e interio-
'QÍ-_'z~.__V-Íf' `,-_»; .;_. wi » . .~ , ¬ .
, --="_;_‹,"-í`~;_;¿í§;.*gÍ{t_g~.
- Razer manobras que facilitem a involução uterina;
- Identificar o recem-nascido e a mas atraves da impressao plantar e pulseira do recem»nascido e impressão dos polegsres da mae;
~ Pesar o recem-nascido;
- Transporter o recem~nascido eo berçario.
32
_-_fidministrar medicação conforme_prescriçÃo;‹ _ _h.,_ ¢¬“z -z;.-,,¿%;,_
-- Y, 2-_ 'f' fz _»'---' .-f £~¿ -'~=._' * . ›'. -._ . -': - ~z_› ~; - -' '_ -.Í '~ .›`_J'f-j..;"_..=ãf::':zf--.¿¿.5-3-¿r":.z =.'. ix-¬
MñTERlAL
Serão utilizados os recursos múteriais oferecidos pela materni dade.
I I I
O numero de leitos esta assim distribuido:
~ Puerperio Normal: constituido peles Unidades 1,11, III e IV num total de.dU leitos, sendo due as tres primeiros compostas de doze leitos cada e a IV Unidade com quatro leitos e_alojamento conjunto.
- Pueroerio Patologico: Unidade Vll, constituida de lá leitos. - Berçário de recem-nascidos normais: 68 leitos.
- Berçário de Alto-risco e prematuros: 31 leitos.
- Centro Ubstetrico: Esta constituido de 3 salas para exame de admissão, duas salas de parto e uma sala de pre-parto com seis leitos.
Hecursos Humanos
U quadro de pessoal de enfermagem esta constituido de 108 pes-
soas, assim distribuido:
- Enfermeiro: D4 - Tecnico de Enfermagem - 14 - Auxiliar de Enfermagem - 17 - Parteiras - 10 ~ z w§;¿wA;3_H¿R_;;f57Íʃ¬¿~lz.;- _›¡} f. . 1 ¬ wwlfiyggä - Auxiliar Administrativo - U5
Nota: O estagio de Centro Dbstetrioo sera realizado na Maternidade Car
los Correa.
33
CHUNUGHAMA
2d/U8/82 - Reunião Aleitamento Materno (M.C.U.)
2õ,27,3D,3l/U8 e 02,03/U9 ~ Pre~natal: Costerie e Hospital Universitf»
rio, sendo nue nos dire 26 a 30/O8 estarão no HU as alunos Moema e Sen
dra e as alunas Girlane, Fátima e Bernadete estarão nn Costeira. Nos dias 31/O8 e 02,03/O9 sera permutado o local entre as alunos ficando Girlane, Fatima e Hernedete no HU e Moema,dandra na Costeira.
25/os/82 - seminário, toóõs. O1/D9/82 - seminario, todas.
O6/US - aulas suspensas e Ú7/U9 Feriado.
U8/09 - seminario, todas.
O9,lU,13,l4,l6 e 17/U9 - Centro Obstetrioo - todes(Can1os Corrëáãf,
15/D9 - seminario, todas. _
20,21,22,23,2a/oe Fré_nâtâ1z eirlâne, Fátima e eermtúete.
27,2B,3U e 01/10 Berçário: Moema-e Sandra. oa,05,os,07,te/1o - Banco de Leite; Fátima.
Alojamento Conjunto: dernadete, Girlane.
`
Puerperio Patologico: Sandra e Moema, Unidade Il. ll,13,l4/lü - semana de estudos, todas.
12 e 15/10 _ feritúúâ. .
I 4 9
-.
IBf19r2I,2Ê/10 F Püerbério@PetoIoQico:”Fätima;.Gir1ane~e“BerflEdete¿Êfi“' ~
Alojamento Conjunto: Moema e Sandra.
25,2õ,2?,28 E 29/10 - nlojamentú conjunto: Fátima.
Berçário: Girlene, Bernadete.
' Banco de Leite: Moeme e Sandra.
20/10/82 ~ seminário, todas. O?/11 ~ Feriados.
U3/ll - Seminário, todas.
04,05/ll ~ Reunião de Avaliação e Estudos, todas. U8,U9,ll,l2/ll ~ Banco de Leite: Girlane-eflõernedete
Centro Ubstetrioo: Moema, Fatima e Sandra
10/ll/B2 - Seminario, todas. 34
15/11/ea ~ ferizúú.
1õ,1õ,19/11 - Pré~nõta1= sivlfine.
Berçário de a1to~risco: Bernadete. 1s,1s,1s,22,2u,2ô,25,2s/11 » serçériú: Fátima. 22,23/11 - Pré-natal: Bernadete.
Berçário de alto-risco: Girlone.
ls,1e,19,22,2s,2a,25,2s/11 - Pré-natal: sandra E Moema
17/ll/82 - Seminário, todas.
24,25,26/ll - Centro Obstetrioo: Girlõne e Bernadete. 29 e ao/11 - Reunião de Dados, todas.
Ul,U2,03/12 - Apresentação dos Resultados, todas. Dl a D6/12 - Helátorio, todas.
AVALIAQÂU
N
A avaliacao sera feita atraves:
u
~ anoteçoes em caderno especifico sobre as atividades realiza- das (número total de pacientes internadas no setor e numero de pacien-
tes atendidas);
~ reuniões de avaliação com orientadora e supervisores com da-
ta a ser estabelecida;
- criterios de avaliação conforme os Padrões Mínimos de Assis- tencia de Enfermagem em Recuperação da Safide. 'ANEXU 2
z,z¬
UD
â
coNcLusÃo
O valor social que se atribui a maternidade deve ser algo mais que uma imagem romântica. Fazem Falta medidas sociais que prestem apo- io a mulher ao longo de todo o processo vital. Mas, estas medidas de - vem servir tão so de complemento ao apoio que a mulher necessita rece-
ber de sua propria familia.
ps
A função da mulher na reproduçao É uma parte básica e insubsti tuivel de sua condição. Apesar da evidente Função biológica que correâ
ponde tanto ao homem como a mulher na reprodução, na maior parte do mundo as responsabilidades e tarefas de criação dos Filhos recaem so ~ bre a mulher, situação perpetuada com Freqüência pela educação s oscog
tumes assim como pela legislação e os sistemas sociais.
`
As atitudes e as funções dos homens tenderao a modiFicõr«se se eles assumirem as suas responsabilidades nos trabalhos domesticos, no planejamento da familia e nos metodos contraceptivos, e nas Funçoescpe
incumbem aos pais de cuidar de seus Filhos e ajuda-los.
As funçoes da mulher na reprodução, a produção e o des=nvolvi~
É
U1«-
~ ~ . f . "' . .
mento em geral neo sao incompativeis. se nao se modificaram car ~ tas funçoes e atitudes, os mulheres seguirão tropeçando cum di Lculda~
I
des no desempenho de suas funções e dificilmente poderao alcançar a 55
humanos.
__
'
tísfeção pessoal a que tem direito e sentir~se realizadas como seres
BIBLIÚGHAFIA
O1. AGUlLA, L.T.M.A. fifogosto QQ dois modelos teoriços na essgstênçig
\ I _ _ N
as puogperagínoãpiyallzadasz um çägugo compargfilvg. Ulssertaçao de Mestrado. Departamento de Enfermagem, UFSC. Florianópolis, 1979.
›D2. BEHSUN, H.C. Manual de_obstgtrÍoia. 5 ed. RJ, Guanabara Koogan ,
1976 p. 85-1UO.
O3. BRUNNEH, L.S. G SUDDAHTH, 0.8. Prática da enfermagem. 2 ed. RJ ,
Interamericana. p. 803~6, 1157-56.
04. cIâH1 Jr, C. 5 s1@uE1HA, A.A.F. saúde ea Comunidade. xnz PARETA ,
***44* *
U;MT4ët H1ii.n“ProbÍEqa5 de saooe Qgtarno-infantil no Qyfsil. Mc
pi
05. MALDQNADU, m.T. Relato de um sonho. Femina, 1U(7)z5ov~c,à9õ1.
oe. M1w1âTÊH1u DA sâúoa ~ OPAS/ums. Éaqzãzõ míggggg qg õ5¿¿§3}g;1aWq¿
Ênformggefi gm reggQ§yaç5o_o; saogg. ürasilit, UF, izz
É :fz
I
U7. Uí-`Íl.C1Í\Jf\ E/\N1T/XHI.¿\ Pf“.Í\YA¡.'iÉHlC/` La L1LL_|¿_j__er em ];z"_1__§f,_¿:¿__]_;_t¿d Z fr-fl. r.!e;sé›r »-›
rollo. washinqton, fevereiro 1982.
O8. Urientçgão bibliodráfice. Material didático para disciplina "ãnfer megem Dbstetrice e Ginecológica". Florianópolis, Departamento de
enfermagem, 1980. Qfl mimiogrofadas.
D9. SANTA CATfiHINA. Secretaria de Saode. Çempanhe de incentiyg eo ef leitemento materno. Florianopolis, 1581.
1D. SAHAE, S. Orientação bibliográfica: material didático para o cure:
"" ~ . z . f
de gestante "Alimentaçeo e os Primeiros Cuidados com o fiecem»nas
4 › ø
cido no Domicilio". Florianopolis. Sub-diretoria de Enfermagem
UFSC, 17 fl mimiogrefades.
ll. SANTOS, E. K. A. Urientecão bibliográfica: material didático pow
ra Unidade Curricular lV. Florianopolis. Depertemento de Enfer~ magem. UFSC, 1981. 1D fl mimiogrefades.
12. SANTOS, M.C.M. Identificação dos problemas de enfermagem noäpuerà
Qerio imediato. Dissertação de mestrado. Departamento oe Enfer
megem UFSC, Florianopolis, 1981.
13. WESTPHAL, A.M. Urienteção bibliográfico; materiel.didético de dig ciplina "Enfermagem Dbstetrica e Ginecológica 1". Departamento de Enfermagem, UFSC. 7 fl. mimiogrefadae.
ld. Z1EGEL, E. et alii. Enfermagem obstetrice. 7 ed. HJ, Interemeri
cana, 1550. D. 515-25.
Íëfis rotinas do Banco de Leite foram elaboradas por: Evcnpuelir Kotziee
* , .,,;_-\ ..._....z:-_‹l|¡?«;r)V A ._ , ¿.'__.¡,,--;:-_-›j,¬z=:_,`§_ _ ,, -R _ I' _ 1 'E' .z i Á' ) -I .1›;,=‹“. - ¡.¿n,.z_ .z< -' I›vë."1'«?“ `.- . -" ' ' /' _/ ' .- z RN EXOS i Í 5--' ,L ,z z _ ._ ... _.-..-_ .. _ ..z_;.éz..=..._.-V.q_ . 4 . ___ _ _ __ ___ _ __ , _. -zw.,-‹›‹¬.-Q-~-.¬»~¢+¬*u=:--rafzzlg-çrv-w¬\‹¬==v"'"~"*' ._ ` lflnuuwwrwsälff -z-_-.‹¡I'fl-v'f\*~-Y-~»z.--¬‹I¬P'°\ ¬ ~~H~¬-'¬-í'”'7"¬"'¬"""""'-'“"""'3"""“""` w'“_"”_”.':.”- ' ~ J __ . , _ `-..-'
ANEXO 1
Pedrão n@ 1 - Necessidades Fisiccs
A enfermagem presta assistencia livre de riscos eo cliente, nas suas necessidades fisicas, previamente identificadas, considerando
as caracteristicas individuais e assegurando os recursos indispensáveis
z~‹
Criterios de Avaliacao
1. Toma-se medidas de privatividade durante os cuidados de higiene prestados 5 cliente.
2. A cliente esta com intestino e bexiga esvaziados durante o parto. 3. A area genital da cliente esta limpa no periodo due antecede ao par
to.
4. A cliente esta orientada quanto aos exercicios respiratórios.
5. A cliente e auxiliada na movimentação dos membros inferiores e supe
riores durante o parto.
6. A quantidade e caracteristicas dos loquios são observados e regis - trados.
7. A cliente esta orientada para a deambulação precoce.
Padrão n9 2 ~ Necessidades Terapeuticas
^ ` z , ^ .
A enfermagem presta assistencia as necessidades terapeuticas do cliente, num contexto multiprofissional, aplicando os principios ci entificos nos diferentes niveis de complexidade.
critérios às Avaliação
1. Na assistencia terapêutica da cliente são observados princiuios'cie entificos.
2. Na Fase do trabalho de parto estao identificadas as necessidades tg'
rapeuticas da cliente.
3. No atendimento a cliente no pre~parto, trans-parto e pos-parto sãos
observados corretamente os procedimentos de enfermagem e utilizadas É
tecnicas assepticas.
4. Sinais vitais, contrações, Foco fetal, tampão mucoso, liquiio amnié
tico= e outros dados importantes da cliente são observados, controlados
e registrados.
5. As decisões que são tomados pela equipe guardam relação com as alte rações dos sinais e sintomas observados na cliente, conceoto e recem ~ nascido.
6. A medicação prescrite É edministrade,controlada, cheoeda, e anotada.
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7. H cliente e o recem-nascido estao identificados.
8. Us primeiros cuidados do recem~nascido são prestados depois de Fei» ta a sua identificação.
9. A cliente sera orientada para cuidor do recem-nascido e de si mesma. lO. No plano de alta da cliente consta retorno D era consultas subse üen Q
_
tes.li!
›
Padrao n9 3 - Necessidades Psicossociais
A enfermagem assiste o cliente nas suas necessidades espirituá
ais, emocionais e sociais, respeitando seus valores, utilizando os re-
cursos de instituição, da familia e da comunidade.
Critérios de Avaliação
l. Tomam~se medidas que assegurem a orivatividade, quando se assiste a cliente.
N N ~ ,
2. A mae recebe informaçoes imediatas quanto as condiçoes do recem-nas cido.
' ›
Padrão n9 4 - Necessidades de Heabilitaçao
`
A assistência de enfermagem es necessidades de reabilitaçao do
cliente desenvolvem-se no sentido da reintegração ao meio social com a
rt }J.O p.
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sua per eoÊo,da Familia e da comunidcoe. Critorios de Hvaliacão
~
1. A cliente fez exercicios due facilitam o perto e d involudax uterina
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2. As clientes cescriedas iniciem precocemente a movimentação no pos- ooeratorio.
1 o s ~ _ _ _
com sequelas de eclamosie. ›
N I I
d..A mae este orientado quanto aos cuidados com o recem-nascido e sue importancia no prevenção de incapacidades.
Padrão hfl 5 ~ Necessidades Ambientais
A enfermagem assegure que o embiente onde se proporcionam 05 cuidados ao cliente seja confortavel e livre de riscos e, 0 orienta pg
~
re proteger-se das egressoes do meio ambiente. Critérios de Avaliação
1. A cliente está em ambiente limpo, livre de ruidos e de odores desá~
gradáveis.
2. A cliente com eclâmpsia tem sua cama guarnecida de grades, está em
ambiente de penumbra e livre de ruidos. ,
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3. A cliente e protegida contre acidentes e incidentes, durante seu 1
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