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SQUAT INTERACTION MANOEUVRING

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Academic year: 2021

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Section 1 – INTERACTION (I.Dand)

1)

Introduction

 Quando navios ficam próximos uns dos outros,

on is apt to “feel” the presence of the other to a greater or lesser degree.

 Nem sempre é possível evitar os efeitos súbitos e inesperados da interação : navios em canais longos e estreitos tem que passar uns pelos outros e outras embarcações (rebocadores e lanchas de prático) tem que ficar mais próximo ainda dos navio pela natureza própria dos seus trabalhos /serviços.

 Este fenômeno hidrodinâmico que faz os navios próximos uns dos outros terem este comportamento chama-se interação e suas causas / efeitos são tratados neste artigo.

2) What causes Interaction?

Exemplos de interação em terra : sucção causada pelo trem em alta velocidade ; o “ground effect” experimentado pelo avião quando decolando /aterrisando...

 No meio marítimo, a interação é causada quando os campos de pressão ao redor dos navio interagem.

 Quando o navio está em equilíbrio, existem pressões hidrostáticas, que são somadas as pressões dinâmicas quando ele começa a se mover. As pressões dinâmicas são aquelas que geram os sistemas de ondas transversais e divergentes quando se movendo em calm water.

 Se este sistema de pressões agindo abaixo do casco do navio for alterado, o estado de equilíbrio será alterado : navio poderá acelerar ou perder velocidade, mudar o curso (rumo), sink deeper into the water or rise on to its surface

(squat), ou trimar diferentemente.

(3)

2) What causes Interaction?

 Quando o navio entra em águas rasas, a presença do fundo afetará as pressões no casco da seguinte forma:

1.Aumentará a interação;

2.O navio tenderá a aumentar o Squat;

3.As ondas do mar e ondas do navio “become

more steeper” (escarpadas, íngremes).

(Veja os efeitos de interação pelas figuras 1,

(4)

Fig.2 : “Surge / Sway forces and Yaw moments –

model ship in meeting” Fig.3: “ Bank acting as a mirror”

(5)

Efeitos do banco agir com um

“espelho” para o navio:

1.O navio normalmente é sugado pelo banco; 2.O sistema de ondas do navio também é afetado:

 “the bow wave” próximo ao banco aumenta de tamanho e forma um “pressure cushion”.

 Isto é aumentado “if the bank is sloping” ( TUP), when the wave may locally “go critical” and get even

steeper.

 Este “cushion” tende a empurrar a proa para fora do banco e, se a velocidade é alta o suficiente, este movimento pode superar a sucção, de forma que o navio tende a ser “pushed bodily away” from the bank (≠SHFM)

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3) Ship-Ship Interaction

 De maneira geral, os testes com modelos indicaram que a interação ship-to-ship varia com:

1.Diretamente com V²;

2.Inversamente com a distância;

3.A grosso modo (“roughly”), com o inverso da

raiz quadrada da razão UKC / T.

Então, a velocidade e distância corretos são vitais para evitar interação, ou pelo menos para minimizá-la.

Head-on Passing

1. No início, as proas se abrem (“bow-out moment”) , há um suave aumento de velocidade;

2. Há um suave “bodily repulsion”;

3. A medida que os navios cruzam, o “bow-out moment” se transforma em “bow-in”, e a repulsão se reduz;

4. Quando a passagem está quase no final, o “bow-out moment” retorna, mais forte (que pode fazer os navio guinarem para fora um do outro). Pode ser sentida uma suave redução de velocidade.

5. No final, ocorre um “bow-in moment” fraco, e uma repulsão.

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Head-on Passing

Comentários:

1.A vantagem (do ponto de vista da interação) é que, por ser rápida a manobra, os navios tem pouco tempo para reagirem as forças e momentos de interação.

2.Geralmente os efeitos dominantes são :

1) o “bow-out” quando começa a passagem (benéfico e geralmente pequeno para ser controlado) ; 2) o “bow-out” do final (mais forte, e que pode fazer

os navios guinarem para um banco de um canal

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Overtaking

2 coisas ocorrem “as the overtaking overhauls the overtaken:”

1. Pequeno “bow-in moment” em ambos os navios;

2.A velocidade do “ overtaking ship” aumenta e a do “overtaken ship” diminui.

 Como a velocidade relativa entre ambos é baixa, a interação tem tempo para atuar : o “overtaken” pode guinar para cima do “overtaking” e ocorrer colisão.

Se a colisão (abalroamento) não ocorre, (talvez porque as embarcações

estejam em rumos de colisão antes da ultrapassagem), então, o “overtaking ship will move past the other and both will feel powerful

bow-out moments together with a mutual atraction.” Isso pode fazer

ambos os navios “fly apart” e as popas colidirem.

(9)

Overtaking

Normalmente em uma ultrapassagem afetada por interação, ou

haverá abalroamento ou grande mudança de rumo.

 Se isso ocorre, o “ overtaking” experimentará um aumento da resistência e diminui a velocidade, enquanto que o “overtaken” diminui a resistência e aumenta a velocidade. Resultado : o

“overtaking” ficará em uma situação mais difícil de completar a manobra e, em casos extremos, “get trapped”. (≠SHFM).

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Overtaking

Normalmente em uma ultrapassagem afetada por interação, ou haverá

abalroamento ou grande mudança de rumo. Se isso ocorre, o

“overtaking” experimentará um aumento da resistência e diminui a velocidade, enquanto que o“overtaken” diminui a resistência e aumenta a velocidade. Resultado : o “overtaking” ficará em uma situação mais

difícil de completar a manobra e, em casos extremos, “get trapped”.

(≠SHFM).

Comentários:

1. As manobras de ultrapassagem devem ser tratadas com atenção.

2. Para evitar o abalroamento, deixe uma grande distância entre os

navios;

3. Para evitar que o “overtaking get trapped”, reduza a velocidade

deste ou daquele navio.

4. Quanto menor a Veloc Relativa, pior ( mais chances de problemas

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Ship-Moored Interaction

 Se um dos navios em uma “passing maneuver” está estacionário (“atracado num jetty”), pode ser afetado pela interação.

 É a mesma seqüência de forças e momentos; mas, como o sistema de amarração do navio é mais fraco em “surge”, o navio atracado se move AV e AR do berço.  Tal movimento, acoplado com sideways / rotary motions,

que podem gerar “snatch loads in any slack or

poorly-tended moorings which could may break.

 “Once one like is broken, other may soon follow”.

Comentários:

1. A velocidade do navio deve ser a mínima possível, e deve-se manter esta quando a UKC for pequena.

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Tug-Ship Interaction

 Como o rebocador é geralmente muito menor que o navio, e profundidade afeta mais o navio (“for a given depth of water may be deep for the tug, and well be shallow for the ship”), o navio terá um grande efeito de interação no

rebocador, enquanto o rebocador não terá (“virtually no effect”) efeito no navio.

 Modernos tratores e tratores reversos tem potência e manobrabilidade suficientes estar menos expostos ao perigos da interação do que os rebocadores de propulsão convencional.

 Embora isto não queira dizer que eles não são afetados (fig.6 – forças e momentos de um trator em relação a navio), por possuírem resposta mais rápida e maior manobrabilidade, são mais capazes de manobrar para sair das situações difíceis.

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A fig.7 (fig.6.4 – TUP) apresenta as forças e momentos de interação de um rebocador de propulsão convencional, quando estiver a contrabordo. Note que :

1.Existem áreas próximas da proa e popa que devem ser evitadas – a força de controle que o

leme exerce é acrescida a interação ( ao invés de ser reduzida);

2.Atenção a tendência do rebocador de guinar para debaixo da proa do navio !

3.As mudanças bruscas de forças e momentos de interação no rebocador são importantes quando o rebocador altera sua posição “fore-and-aft along

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4) Interaction near fixed boundaries

4.1) Bank Effects

 Os efeitos de banco se manifestam com um “bow-out

moment together with a suction”.

Ocorrerá se o banco é : vertical (“as in waterway with

piled sides”); flooded ( “as in a fairway”) or sloping (“ as in a canal”). Também ocorrerá “if the water shoals to one side of the ship”.

 O resultado prático é que o navio vai guinar para fora do banco (“bow cushion dominates”); e os efeitos vão diminuindo a medida que a distância do banco aumenta. Logo, para se mover paralelo ao banco, usa-se leme

na direção do banco.

 Quando navegando na “centerline of a waterway” , os efeitos de banco devem se cancelar – isso ocorre quando os bancos são uniformes. Mas em “fairways and

rivers” onde os bancos podem não ser uniformes, tal

efeito não está implícito.

 Então, nestas circunstâncias (bancos não uniformes), suscita-se que o navio automaticamente encontra o centro do rio, o banco agindo como um “control device”...

Só que devido a relação de sua 1)massa, 2)inércia

e 3)habilidade de guinada, é mais improvável que

o navio não irá simplesmente “overshoot the

centerline” e encalhar na outra margem /outro

banco.

 Em um possível cenário deste caso, o navio irá “sheer off one bank” e aproximar da outra margem,; se o ângulo de aproximação for 90°, ele poderá guinar sob a influência de um “bow cushion” crescente, para deixar o banco sem tocá-lo, e aproar para a outra margem.

 Geralmente este processo é divergente e a “reflexão” não ocorrerá pela 2ª vez e o navio irá

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4.2) Ships in basins :

(Alguns efeitos de interação que ocorrem entre navios manobrando “in enclosed basins”)

1. Swinging and Manoevring: Navio manobrando sem

assistência em uma “enclosed basin” , usando a combinação de propulsores e bow thruster, pode movimentar a água nesta região. E o “resultant swinging” do navio pode causar mudanças de pressões (“ship acts as a form of paddle” – age como uma raquete na água).Os navios atracados nas proximidades podem ser afetados por estas mudanças de pressão e “range or surge on their

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4) Interaction near fixed boundaries

2. Tug pumping: os propulsores dos rebocadores modernos (1 ou mais propulsores ou 2 “powerful thrusters” ), não somente são bons equipamentos de propulsão, como também, em espaços confinados, atuam como “effective pumps” , colocando a água em movimento. Isto, em espaços muito confinados (especialmente se os rebocadores estão com cabos curtos), podem fazer o navio atender de uma maneira

inesperada

Fig.9: (situação modelada fisicamente) :Mostra como o

fluxo induzido pela descarga do propulsor causa mudanças de pressão que afetarão o navio. Observa-se que o navio se move na direção do rebocador, embora a direção que o rebocador está puxando não sugira tão comportamento.

16 Algo em comum com Efeito Coanda do Tug Use in Port –

(17)

2. Tug pumping (cont.):

Fig.10: mostra o “turning moment” medido em um

modelo de navio rebocado por um rebocador.

 Observe como este “turning moment” chega a mudar

de sinal (isto é, atuando na direção oposta a esperada),

em uma profundidade bem rasa.

 É outro exemplo poderoso dos efeitos de águas rasas, e sugere cautela quando usando “powerful tugs on a short

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4) Interaction near fixed boundaries

3. The following wake:

 Quando o navio reduz a velocidade abruptamente, a esteira (“body of water which moves with the ship”) leva tempo para parar...e poderá ultrapassar o navio.

Isto pode afetar o navio, movendo-o para vante, em em casos extremos, podendo guiná-lo de uma forma descontrolada.

A lição é clara: Ao reduzir a velocidade ou fazer uma

“swinging manoeuvre” , faça-os gradualmente.

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What Exactly is Ship Squat?

 Squat em navios tem 2 formas :

1.Pelo movimento avante do navio ( maioria dos casos); 2.Quando o navio encontra-se atracado em uma maré de

vazante (“ebb tide”).

 Squat é o decréscimo na UKC causado pelo movimento a vante.

 A medida que o navio se move a vante, ocorre um “mean bodily sinkage together with a slight trimming

effect”.

A soma algébrica do afundamento (“bodily sinkage”) “ship

 Deve ser enfatizado que squat NÃO É a

diferença de leitura de calados entre navio “stationary” e “underway”. Ex: a diferença entre as leituras de calado na proa devido ao movimento a vante pode ser de 2m, enquanto o decréscimo de UKC pode ser de apenas 0,4m.

 A 2ª forma de squat ocorre quando há um navio atracado em uma maré de vazante. A velocidade da maré (corrente de maré) produz os efeitos de sinkage e trim.

 Caso ocorra uma leitura errada de calado pelo pessoal marítimo, por exemplo, num “draught /draft survey” , pode-se levar a “underloading cargo aboard..”

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What Exactly is Ship Squat?

 Para navios pequenos e lentos, o Squat é de alguns centímetros, e pode ser desprezado.

 Porém, com o surgimento de super-petroleiros (ex: 250k DWT) e navios porta- contêineres de grande velocidade, o Squat aumentou gradualmente para algo em torno de 1,50 a

1,75m, reduzindo a UKC estática destes navios

a 1,0m a 1,5m.

20 Estudos de Águas Rasas

 Um navio se comporta de forma diferente em águas rasas em relação a águas profundas. Usa-se um “depth of

influence coefficient” (FD) para se saber se o navio

entrou em águas rasas.

FD = k . T ( k = 5,68 para Supertankers; 7,07 para General Cargo Ships).

H/T > FD : navio estará em águas profundas (squat e resistência não mudam);

H/T < FD : navio estará em águas rasas (resistência

aumenta, velocidade e RPM diminuem para mesmo regime de máquinas e o Squat aumenta a medida que H/T se aproxima de 1,10).

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What Exactly is Ship Squat?

Estudos de Águas Rasas

 Outras indicações que o navio entrou em águas rasas:

1. A “wave making” aumenta na proa do navio;

2.Embarcação se torna “sluggish to manouvre”;

3.O navio pode começar a vibrar

repentinamente (devido ao efeito de “entrained water” causando ressonância);

4.Os movimentos de roll, pitch e heave

diminuem, devido ao “cushion of water

 Os principais fatores que afetam o Squat são:

1. VK: A velocidade a vante do navio

no fundo.

Ela é o fator

mais importante pois o squat varia diretamente com

V

K2

2.

C

B

: squat varia diretamente com C

B

(petroleiros e

OBOs terão comparativamente mais squat do que

navios de passageiros e porta-contêineres);

3.

H/T (razão profundidade / calado estático): Variações

de H/T no estudo do Dr. Barrass : 1,1

– 1,4.

4.

Presença de bancos : quanto mais próximo de bancos,

maior será o efeito squat;

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Practical Calculations for Squat

 Fatores importantes: 1. Blockage Factor: S = b .T / W. H

2.Velocity-Return Factor: S2 = S / 1 – S

22 Lembrando que os valores de H/ T no trabalho do Dr.Barrass são na faixa de 1,10 a 1,40 .

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Practical Calculations for Squat

Onde o Máximo Squat ocorrerá?

R: “it all depends on how each ship is trimming when static”.

a. Se os navios estiverem “ on even keel when stationary”: 1.CB > 0.700 ( full-form vessels) : trim by the head; 2.CB < 0.700 (fine-form vessels): trim by the stern;

3.CB=0.700 (medium form vessels) : usually not trim;

squat terá somente o “bodily sinkage component”.

b. Se o navio estiver trimado pela proa / popa quando parado, quando estiver “underway”, também

trimará pela proa / popa, respectivamente.

Ademais, o efeito de “bodily sinkage” será acrescido ao Squat Máximo.

Dessa forma, o Squat aumentará qualquer trim estático que o navio tiver na mesma direção, quando o navio tiver velocidade a vante.

O Squat Máximo deverá ser somado ao maior dos

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Practical Calculations for Squat

“Width of Influence” – Largura de influência ( FB)  A largura de influência (FB) é uma largura artificial usada

nos cálculos de Squat, usada para representar a condição de navio operando em “open waters”.

 Usando esta largura de influência, pode-se calcular o Squat máximo em um navio como se ele tivesse operando em rio ou canal.

 Qualquer largura além da FB indicará valores idênticos de Squat.

 Qualquer largura menor que FB produzirá aumento na

resistência, perda de velocidade, perda de RPM, e aumento de Squat.

 FB = k . B (“k” varia de 8,32 para Supertankers ; 9,50 para General Cargo Ships). B =ship’s maximum breadth.

24

Consequences of Ship Squat

 Exemplos de 2 acidentes devido a negligência ao Efeito Squat:“Herald of Free Enterprise” e “QE2”.  Custos a serem enfrentados pelos armadores

(“shipowners”) após encalhe: 1. Custos de reparo do navio; 2.Custos de reparo com“lock sills”;

3.Compensações por derramamento de óleo; 4.Despesas de docagem pela inspeção do navio;

5.Lucros cessantes devido ao navio estar fora de operação (“as high as £ 100k /day ).

(25)

Practical Calculations for Squat

Prevention of the Squat

 A forma mais eficiente de prevenir um excessivo Squat é reduzir velocidade.

Outra forma é aumentar o valor de H/T (descarregando de água de lastro, ou navegar em águas mais profundas).

 Possuir um programa de computador que faça previsão de Squat pode ser benéfico aos oficiais do navio. As informações abaixo são úteis:

1. Whether ship is in open or confined waters; 2.Maximum Squat and where they occur;

 Além do pessoal de bordo ( master and deck officers) e práticos, as Autoridades Portuárias devem estar conscientes do que é o Efeito Squat.Algumas delas, requerem um mínimo UKC

estático de 1,0m a 1,25m, antes do navio adentrar no rio.

Também é requerida uma velocidade máxima de trânsito.

Pode ser requerida a postagem de um gráfico simples de Squat x Veloc no passadiço:

(26)

Questões de provas passadas

Q.66 ( 2011)

26

(27)

Questões de provas passadas

(28)

28

Q.65 (2006)

Dúvidas?

BZ: (21) 3197.1260

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