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CURSO DE ENFERMAGEM
O DESEMPENHO DO ENFERMEIRO NO USO
DO PROTOCOLO CHECKLIST CIRURGIA
SEGURA: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
PERFORMANCE OF NURSING IN THE USE
OF CHECKLIST PROTOCOL SAFE SURGERY:
A BIBLIOGRAPHICAL REVIEW
Kamila da Conceição Gomes Melo
Viviane Rodrigues da Costa
Maribê Augusta Lebeis
RESUMO
Introdução: A criação do checklist é um marco para a segurança e assistência de qualidade ao indivíduo. As instituições de saúde devem ofertar um cuidado efetivo, eficaz, seguro, com o bem estar do paciente em todo o procedimento realizado. Objetivo: Identificar estratégias com a finalidade de garantir a segurança do paciente na perspectiva dos enfermeiros ao usar o checklist como ferramenta de segurança, reconhecendo a importância destes profissionais no cuidado e segurança de maior proximidade do paciente.
Materiais e Métodos: Este é um estudo de revisão literária desenvolvida através de artigos científicos. A busca eletrônica foi conduzida
nas seguintes bases de dados: LILACS - Literatura Latino-Americana em Ciências de Saúde, (BDENF) - Bibliográficos Especializada na Área de Enfermagem do Brasil e na SciELO – Scientific Electronic Library Online, livros relacionados, leis e estatutos. Conclusão: A utilização do checklist torna os procedimentos cirúrgicos mais seguros, cessando eventos contrários e contaminações no pós-operatório, abreviando o período de internação e os gastos hospitalares. A Enfermagem exerce um papel de importância na elaboração e execução do checklist, a contar da preparação do paciente para a realização do procedimento, até a sua retirada da sala cirúrgica, torna a comunicação entre a equipe envolvida eficaz, potencializando a segurança de todos os envolvidos no procedimento.
Palavras-Chave: Assistência de Enfermagem, Checklist; Cirurgia Segura; Segurança do Paciente. ABSTRACT
Introduction: The creation of the checklist is a milestone for safety and quality assurance to the individual. Health institutions should offer
an effective, efficient, safe care, with the well being of the patient throughout the procedure performed. Objective: Identify strategies to ensure patient safety from the perspective of nurses when using the checklist as a safety tool, recognizing the importance of these professionals in the care and safety of greater proximity to the patient. Materials and Methods: This is a literary review study developed through scientific articles. The electronic search was conducted in the following databases: LILACS - Latin American Literature in Health Sciences, (BDENF) - Specialized Bibliographies in the Nursing Area of Brazil, and SciELO - Scientific Electronic Library Online, related books, laws and statutes. Conclusion: The use of the checklist makes surgical procedures safer, stopping adverse events and post-operative contamination, shortening hospital stay and hospital expenses. Nursing plays an important role in the preparation and execution of the checklist, from the preparation of the patient to the procedure, until its removal from the operating room, making communication between the team involved effective, enhancing the safety of all patients involved in the procedure.
Keywords: Nursing assistance. Checklist. Safe surgery. Patient’s safety
Contato: [email protected]; [email protected]
Introdução
Segundo Garcia e Oliveira (2018), a criação da Aliança Mundial para a segurança e proteção do paciente divulgada em 2004 pela Organização Mundial de Saúde, instituiu o programa “Cirurgias Seguras Salvam Vidas” no ano de 2008, com a finalidade de impulsionar o desafio global para garantir a preservação do cuidado à vida, na prestação de um serviço de assistência de qualidade oferecida ao paciente cirúrgico.
Na opinião de Ribeiro et al (2017), o deferimento do Programa Nacional de Segurança do Paciente pela resolução RDC n° 36/2013, da agência nacional de vigilância sanitária (ANVISA), determina medidas indispensáveis para a melhoria do cuidado ao cliente. Por meio destas intervenções, sempre haverá aquelas direcionadas
à cirurgia, focada em protocolo de segurança determinado pela OMS como checklist.
Conforme Silva et al (2017), o Ministério da Saúde do Brasil, em 2008, aderiu ao protocolo “cirurgias seguras salvam vidas”, com a intenção de promover nos hospitais uma lista de investigações padronizadas como modelo, a fim de contribuir com as equipes cirúrgicas, evitando erros e nocividades aos clientes. O protocolo de verificação dividiu os procedimentos cirúrgicos em três etapas importantes; antes da indução anestésica, chamada identificação; antes da incisão cirúrgica, chamada confirmação; e antes do paciente sair da sala cirúrgica, chamada registro.
De acordo com Brasil (1986), a lei do exercício de regulamentação da profissão do
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enfermeiro, Lei n.º 7.498, de 25 de junho de 1986,outorga ao enfermeiro desempenhar todas as atividades de enfermagem, executando o direcionamento de toda a equipe multidisciplinar de assistência em enfermagem, planejando, organizando e executando.
Com base em Alpandre et al (2017), o seguimento determinante para os enfermeiros abrange o entendimento nas áreas assistenciais e gerenciais, com base no cuidado ao cliente. Para seu sucesso, é obrigatório o preparo do planejamento e da avaliação, dispondo de uma capacitação apropriada dentro de um sistema informatizado. O conhecimento no serviço de saúde, não somente validam o enriquecimento das propostas tomadas, mas colaboram para a criação de habilidades inovadoras de gestão. Diante do desafio prospectivo identificado, o enfermeiro é o profissional qualificado para atuação dentro da organização do sistema de saúde.
Na opinião de Barbosa, Lieberenz e Carvalho (2018), a pauta de verificação da Cirurgia Segura é constituída por três estágios indispensáveis, circunstanciado em: Identificação (Sign In),
Confirmação (Time Out) e o Registro (Sign Out). No começo do checklist, à frente da indução anestésica, é realizada a identificação e confirmação do paciente, limitação do sítio cirúrgico, precaução e apuração de seguridade anestésica, controle da oximetria de pulso, informações de alergias na anamnese, atenção a via aérea difícil e perda sanguínea. Já o segundo estágio, a incisão cirúrgica, designa-se a equipe de trabalho, checam-se as informações do paciente, possíveis ocorrências críticas, realização da profilaxia antibiótica, avaliação de exames de imagem, indução anestésica e procedimento cirúrgico. No terceiro estágio, de preferência antes de sair da sala de procedimento cirúrgico, efetua-se o registro das práticas cirúrgicas realizadas, levantamento de instrumentos, discorre os parâmetros e cuidado para a recuperação pós-operatória, análise de amostras e contratempos com equipamentos
.
Fonte - Checklist da Campanha de Cirurgia Segura – (OMS, 2009).
Assim, o objetivo deste estudo é Identificar estratégias com a finalidade de garantir a segurança do paciente na perspectiva dos enfermeiros ao usar o checklist como ferramenta de segurança, reconhecendo a importância destes profissionais no cuidado e segurança de maior proximidade do paciente. Os objetivos
específicos são: estabelecer as condições nas quais uma cirurgia se torna segura para o paciente, de acordo com os protocolos
estabelecidos pela OMS; apontar os resultados
do uso do cheklist para a segurança das cirurgias e diminuição da infecção hospitalar; e analisar a
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número de mortes ocasionado pelacontaminação. Diante desses objetivos, foram propostos os seguintes problemas de pesquisa: Qual a importância do enfermeiro em Cirurgia Segura Salvam Vidas? Por que esse movimento pela segurança em cirurgia é tão importante? Qual a importância do Protocolo Cirurgia Segura Salvam Vidas? O papel do enfermeiro é está atento para a importância de ser um componente das equipes multidisciplinares dos centros cirúrgicos.
Todas as instituições de saúde devem estar capacitadas para fazerem um 3 checklist das atividades que ali serão desenvolvidas, antes, durante e depois das cirurgias, seja qual for a sua importância, com vista à redução de erros e eventos adversos, já que os mesmos podem ser evitados com a implantação de medidas simples e seguras, adotadas pela equipe multidisciplinar, para evitar danos ao paciente.
Diante da relevância das normas dispostas no cheklist elaborado pela OMS e levando-se em conta que o enfermeiro é um dos maiores responsáveis pela sua verificação nos centros cirúrgicos é que foi escolhido o tema da Cirurgia Segura Salvam Vidas para a elaboração deste artigo
Materiais e Métodos
Esta é uma revisão literária desenvolvida através de artigos científicos. A busca eletrônica foi conduzida nas seguintes bases de dados: Base de Dados de Enfermagem (BDENF) e na Scientific
Electronic Library Online (SCIELO), ambas indexadas na Biblioteca Virtual de Saúde (BVS). Também foram utilizados livros relacionados, leis e manuais publicados por órgãos de saúde mundiais e nacionais.
Os critérios utilizados para a busca dos artigos foram: texto completo e disponível; em
língua portuguesa; publicados entre 1986 e 2017 e que estejam diretamente relacionados com o assunto. As palavras-chave utilizadas para a busca foram: Assistência de Enfermagem, Checklist; Cirurgia Segura; Segurança do Paciente.
Após o levantamento inicial, foi feita a análise dos textos, caracterizados de acordo com a temática escolhida para a elaboração do estudo. Os artigos foram selecionados mediante a leitura dos resumos que mais se adequavam ao tema em questão, sendo incluídos os estudos que abordassem o desempenho da enfermagem no uso do protocolo checklist cirurgia segura.
Após todo esse procedimento, foi feita a elaboração deste estudo em etapas: visualizando de modo critico os materiais coletados e selecionados
relacionados ao tema, posteriormente foi realizado uma leitura de todo o material para ter um senso crítico, e posicionar, no final, a interpretação dos resultados.
Foram encontrados 50 artigos, excluíram-se 32, utilizados 18, os quais direcionaram a pesquisa ao real objetivo.
Discussão
Conforme Haynes et al (2017), a aplicação do protocolo checklist possui o objetivo de reduzir as adversidades provocadas em situações inusitadas e excepcionais no ambiente cirúrgico. Assim sendo, a equipe, antes do procedimento, pode providenciar ações de segurança adequadas para toda a equipe envolvida, incluindo o paciente.
De acordo com Mirenelli, Silva e Silva (2015), a aplicação do amparo ou assistência de enfermagem tem como objetivo oferecer um avançado cuidado ao paciente, sendo que o enfermeiro deve estar atento às necessidades do paciente/cliente, assim como inteirado e apto. Deste modo, a aplicação da Sistematização da Assistência de Enfermagem como proteção é fundamental, para agir com seriedade, disciplina, solidez e perícia para um alto cuidado.
Com base em Monteiro e Silva (2013), a enfermagem é responsável pelo checklist – ainda que permitido a outro profissional realizar esta ação – e isso permite uma favorável possibilidade de difundir-se em todos os níveis de cuidado ao cliente, no desenrolar do peri operatório, da burocracia e qualificação da organização. Sendo assim, a atenção em seus mínimos detalhes é, sem dúvida, de máxima importância.
Na opinião de Alpandre et al (2017), o enfermeiro está na definição de decisões de segurança ao paciente, sendo em todo o sentido para a diminuição das complicações e identificação nos períodos operatórios. Sobre as circunstâncias, nesse caso, os incrementos de novas ferramentas de informação contribuíram para o esclarecimento do checklist, favorece detectar antecipadamente os problemas rotineiros dentro das elaborações do protocolo de assistência de enfermagem, diante da entrada do paciente na internação hospitalar, planejamento de alta e orientações dos cuidados em domicílio.
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que os procedimentos decisivos da equipe deenfermagem compõem-se no setor de assistência e gestão, visando sempre um cuidado ao cliente, devendo ter identificação apropriada nas informações do serviço de saúde, não somente um cuidado ao cliente, mas também estratégias e estruturas renovadas que promovem uma grande coordenação, atuando na organização dos sistemas de saúde.
Santana et al (2014) destacam que, nesta situação, com intuito de atender às necessidades e conduzir o cliente no procedimento cirúrgico, é fundamental que a equipe de enfermagem adote medidas para distinguir os modos corretos presumíveis de diagnóstico, apresentáveis neste intervalo de tempo. A equipe responsável por esse direcionamento ao paciente em processo de cicatrização poderá motivar esse paciente a ter uma alimentação voltada para uma boa recuperação, criar métodos para uma reintegração de suas tarefas rotineiras, podendo colaborar para diminuição dos problemas pós-operatórios.
Conforme Marinelli, Silva e Silva (2015), o profissional enfermeiro entendido é consciente por coordenar sua equipe a ter cuidados com o paciente cirúrgico. É necessário que possua práticas a respeito do modelo de saúde que será realizado, adequadamente, com práticas e conhecimentos necessários às suas funções. Ele terá que atentar minuciosamente às técnicas realizadas por sua equipe, a fim de que não seja apresentado risco ao fornecimento dado ao cliente\paciente.
De acordo com Martins e Dall’Agnol (2016), o centro cirúrgico origina-se de uma unidade hospitalar no qual são realizadas as técnicas anestésico-cirúrgicos, diagnósticos e terapêuticos, tal em qualidade eletiva ou emergencial. Por esse motivo, o ambiente torna-se bastante usado nas intervenções invasivas e são indispensáveis, com alta precisão e eficácia, pede profissionais capacitados para auxiliar nas necessidades do cliente frente à densidade de modernização tecnológica e à complexidade da situação que lhe infere certa dinâmica única de assistência em saúde. O centro cirúrgico é visto tanto quanto um cenário de grande risco, no lugar em que os processos de trabalho são densos em práticas complicadas, interdisciplinares, com firme obediência da atuação individual e da equipe em situações ambientais governadas por pressão.
Com base em Gomes, Dutra e Pereira (2014), as realizações e atividades administradas pelo enfermeiro no centro cirúrgico exige métodos individuais, sendo eles agilidade e tomadas de decisões, instrução nas técnicas cientificas,
arrumação e planejamento das tarefas, competência no trabalho em equipe, versatilidade e comunicação na habilitação de outros profissionais. Os procedimentos enumerados pela enfermagem pendem para desenvolvimento da prática gerencial ao argumentar seus objetivos e atuação no centro cirúrgico.
Na opinião de Santos e Rennó (2013), o enfermeiro do centro cirúrgico estabelece, investiga e monitora os processos indispensáveis para qualidade e cooperação da equipe de enfermagem, prestando e proporcionando a comunicação entre todos os profissionais envolvidos no procedimento anestésico-cirúrgico, como os instrumentadores, circulantes, anestesistas ou cirurgiões, buscando prevenir erros e complicações ao cliente.
Gomes, Dutra e Pereira (2014) justificam que é peculiar ao enfermeiro a transmissão de informações educativas e preventivas. Desse modo, este profissional passa a maior parte do seu tempo envolvido com o cliente que busca atendimento e cuidado assistencial, proporcionando um atendimento humanizado, e dessa forma esse profissional se torna o mais indicado para orientar o cliente a respeito da sua assistência.
Pimenta e Souza (2017) argumentam que o Brasil presidiu em 1986, jno dia 25 de junho, um grande marco para os profissionais de enfermagem a conquistar a Lei nº. 7.498, que retirou a de 1955. A lei atual garante o exercício de enfermagem privativa ao enfermeiro, técnico de enfermagem, ao auxiliar de enfermagem e parteira.
Segundo Pimenta e Souza (2017), é exclusivamente pertinente ao enfermeiro o merecimento como profissional nos termos da sociologia das profissões, pois o mesmo faz parte de um grupo organizado e ocupacional competente, habilitado por diploma devidamente registrado e outorgado pelo MEC. O enfermeiro tem como respaldo a Lei de n° 7498/86, que lhe garante a prescrição e a consulta de enfermagem. De acordo com Silva, Garanhani e Peres (2015), no Brasil foi estabelecida a Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE), que estabelece meios de ordenar o trabalho do profissional, facilitando a implantação do processo de enfermagem, método de organização que estimula a atenção do profissional de enfermagem, e que compõe cinco etapas inter-relacionadas: coleta de dados, diagnóstico de enfermagem, planejamento, implementação e avaliação de enfermagem.
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da realização da SAE nas unidades de saúderesulta precisamente do interesse da gestão de enfermagem em implantar a metodologia. Assim, os planos de execução na aplicação da SAE podem ser designados a terem resultados satisfatórios ao cliente, e tendem a possibilitar a facilidade dos membros de equipes de enfermagem e multidisciplinares. Contudo, não é suficiente para as gestões de enfermagem o intento de fazer apenas aquilo que deve ser realizado: é irrevogável que as intenções sejam aceitas e acolhidas pela equipe de profissionais da classe motivados em desenvolver o planejamento ao cuidado de enfermagem.
Na opinião de Martins e Dall’Agnol (2016), no Brasil, há poucos trabalhos em relação à utilização de instrumentos no sentido da promoção de segurança e prevenção de ocorrências divergentes no centro cirúrgico. Os autores reconhecem que a equipe de enfermagem colabora com registros fundamentais para o progresso de ações com segurança, e compete ao enfermeiro, na qualidade de líder, assumir tais iniciativas.
Para Silva et al (2017), o Checklist é um instrumento para ser usado em todos os hospitais, independentemente do grau de dificuldade, tendo em vista auxiliar as equipes cirúrgicas a avançarem de modo sistemático, movimentos críticos de seguranças, atentando para a segurança na proteção da cirurgia. O propósito do checklist é enfatizar a segurança na assistência cirúrgica com a finalidade de trazer segurança ao paciente, posto na rotina do centro cirúrgico, recompensado pelo que é proposto por metas externas das práticas diárias, que permitem maior comunicação e convívio multiprofissional.
Conclusão
Constata-se como indispensável a implantação do checklist com cooperação de todos da equipe em virtude da viabilidade de uma organização com uma linguagem simples e fácil para o coletivo. É necessário conseguir envolver toda a equipe durante a checagem, para que todos respeitem cada um dos itens da lista e tenham a consciência de que, para sua realização, é necessário fazer e não apenas fingir que se faz. O estudo proporcionou a compreensão, ligada ao crescimento do cuidado e segurança em procedimentos cirúrgicos, propagando o conhecimento do ato cirúrgico seguro, tanto para o paciente como para a equipe, proporcionado pelo uso do checklist.
Sendo assim, o enfermeiro, líder da unidade, pode adotar o protocolo checklist como
ferramenta de segurança, e a mesma trará benefícios para toda a equipe multidisciplinar de saúde e para os pacientes que se encontram na Unidade de Centro Cirúrgico.
Agradecimentos
Primeiramente, agradecemos а Deus, qυе
permitiu tais acontecimentos ао longo de nossas vidas, е não somente nestes anos, como universitárias, mas em todos os momentos.
Agradecemos à Universidade, sеυ corpo docente, direção е administração, qυе nos proporcionaram um ambiente seguro e agradável.
Ao nosso Orientador, Professor Mestre Elias Filho, pelo empenho dedicado à elaboração deste trabalho.
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