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Gestão Internacional de Águas Urbanas

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Academic year: 2021

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(1)

Gestão Internacional de Águas

Urbanas

Grupo:

Alexandre Mikio Takaki Fabiana Takebayashi Fernando Mashimo

Leandro Ferreira Garcia Lopes Susana Honda Mune

(2)

ITÁLIA

(3)

A Itália e seus recursos hídricos

• A Itália possui um total de

nove lagos e alguns rios

importantes, em sua maioria

situados ao norte.

• Existe uma grande diferença

entre o Norte e o Sul da

Itália, tanto culturais como

hidrográficas.

(4)

A Itália e seus recursos hídricos

• O Norte é responsável pelo consumo de 66% de

toda a demanda do país, devido a grande

concentração agrícola e industrial.

• O Sul sofre uma crônica carência de água em todas

as atividades, resultado de seus aspectos naturais.

Essa diferença de recursos hídricos implica na

transferência inter regionais de água e seu

armazenamento artificial.

• Uso da água:

– 60% Agricultura – 25% Indústria

(5)

Perdas de Água

• Em todo o país, registra-se uma perda média de

aproximadamente 27%, com picos de 40%.

• No Norte, essa perda é cerca de 25,4%, já no Sul esse

número sobe para 30,4%.

• Hoje, é

utilizada a tecnologia de mapeamento

computacional que identificam perdas e possibilitam o

correto funcionamento do conduto.

(6)

Gestão de Recursos Hídricos

• É possível destacar três relevantes momentos:

• Lei 182 (1989)

– Criação das Autoridade de Bacias: fizeram grande trabalhos e recolhimento de dados, elaboração de projetos, em particular a identificação de rios e bacias. Entretanto houve grande dificuldade de implantação de projetos, pois foram encontradas grande oposição dos governos locais que desejavam administrar o território com maior liberdade e sem necessidade de autorização das Autoridades de Bacias.

(7)

Gestão de Recursos Hídricos

• Lei 36 (1994):

– Promove um serviço hídrico integrado e uma reestruturação radical nos setores de captação, distribuição e tratamento da água, substituindo o mosaico de arquedutos existentes por redes cujas dimensões e gestão fossem mais atuais.

(8)

Gestão de Recursos Hídricos

• Lei 152 (1999):

– Responsabilidade sobre a poluição da água, foi de grande importância do ponto de vista da qualidade, entretanto essa nova lei teve grandes dificuldades de ser implantada, pois esbarrava nos interesses de grandes organizações e no custo de produção. Nela estão contidas as medidas necessárias para a gestão quantitativa e qualitativa do sistema hídrico, a escala regional e as bacias hidrográficas. Atualmente, as regiões que adotam o Projeto de Tutela são Toscana, Emilia Romagna e Val d’Aosta.

(9)
(10)

Austrália

Características

• É uma “ilha seca”;

• Há períodos de enchentes e inundações;

• Chuvas e consequentemente rios e águas

(11)

Austrália

Uso de água na Austrália

75% 20%

5%

irrigação

urbano e industrial

outros usos rurais (doméstico e estoque)

(12)

Austrália

Fatos importantes:

• A média de uso da água aumentou cerca de

65% desde o início da década de 80.

• O maior aumento de uso em volume foi em

Queensland e New South Wales

(13)

Austrália

Disponibilidade de água:

• 26% das áreas águas superficiais gerenciadas foram

assinaladas como sendo de alto nível de

desenvolvimento e chegando ao limite da extração

sustentável.

• 34% das águas subterrâneas gerenciadas foram

assinaladas como sendo de alto nível de

desenvolvimento e chegando ao limite da extração

sustentável

(14)

Austrália

Nacional Water Initiative (NWI)

É uma estratégia dirigida pelo Governo da

Austrália para melhorar a gestão da água no

país.

(15)

Austrália

Objetivos:

• Aumentar a produtividade e eficiência do uso de

água

• A necessidade de servir às comunidades rurais

e urbanas

(16)

Austrália

Objetivos:

• Assegurar a qualidade dos rios e águas

subterrâneas, inclusive pelo estabelecimento de

meios para garantir uma extração

(17)

Austrália

Reforma de Águas Urbanas

Objetiva alcançar os seguintes resultados:

• Prover suprimento de água saudável e seguro;

• Melhorar a eficiência do uso de água doméstico

(18)

Austrália

• Incentivar o reuso e a reciclagem da água;

• Facilitar o comércio da água entre setores rurais

e urbanos;

(19)

Austrália

Ações:

Ações específicas para alcançar estes

resultados recaem em três áreas:

(20)

Austrália

• Gestão da demanda

• Cidades mais sensíveis ao problema da

água

(21)
(22)

Estocolmo (Suécia)

• Localização e Características Geográficas

– Situada num arquipélago de 14 ilhas e

ilhotas, unidas por 53 pontes, na região onde

o Lago Mälaren encontra o Mar Báltico.

(23)

Estocolmo (Suécia)

• Localização e Características Geográficas

(24)

Estocolmo (Suécia)

• Histórico

– Os lagos e rios eram usados como aterros sanitários

e latrinas;

– Com isso, eles ficaram muito poluídos, fétidos e

ainda foram associados com a alta mortalidade em

Estocolmo no final do século XIX;

– Com a urbanização, os lagos e rios também

recebiam contaminação pelos esgotos que eram

lançados sem nenhum tratamento de residências e

indústrias e a poluição do tráfego local pelas águas

das chuvas.

(25)

Estocolmo (Suécia)

• Situação atual

– A Stockholm Vatten (companhia de água de

Estocolmo) dividiram as fontes de poluição

em três para o seu tratamento:

• Esgoto industrial;

• Esgoto residencial;

• Águas pluviais.

(26)

Estocolmo (Suécia)

• Situação atual

– Esgoto Industrial

• Existência de diversos tipos de poluentes, metais

pesados e substâncias tóxicas;

• Tratamento na própria indústria, pois as estações

não são dimensionadas para retirar todos esses

poluentes existente no esgoto industrial

• Necessidade de permissão de autoridades para

operação da indústria, para verificação de

regularidade desta quanto ao lançamento de

esgoto, pois este deve sair tratado da própria

indústria.

(27)

Estocolmo (Suécia)

• Situação atual

– Esgoto Residencial

• Lançado diretamente na rede de esgoto sem

nenhum tratamento prévio;

• Conscientização das donas de casa quanto ao uso

e manejo dos produtos industriais, para diminuir a

contaminação do esgoto;

• Requisição às indústrias quanto a mudança de

componentes de seus produtos por substâncias

menos tóxicas.

(28)

Estocolmo (Suécia)

• Situação atual

– Águas Pluviais

• Na região antiga, a rede de esgoto também recebe

as águas pluviais, o que leva a necessidade de

tratamento dessas águas quando muito poluídas;

• Em ruas com volume de tráfego superior a um

determinado valor, há tratamento da água antes

da sua chegada à estação de tratamento.

(29)

Estocolmo (Suécia)

• Situação atual

– Outras medidas

• Programas de conscientização pública;

• Educação nas escolas;

• Caixa de gordura em restaurantes, sendo que seu

conteúdo deve ser levado periodicamente à

estação de tratamento de esgoto para sua

fermentação;

(30)

Estocolmo (Suécia)

• Situação atual

– Outras medidas

• Além da proteção às águas, a Suécia ainda se preocupa com o meio ambiente em geral, e pensa nesse sistema como um todo para sua proteção;

• Assim, o calor do esgoto após seu tratamento é retirado e usado para calefação de apartamentos e fornecimento de água quente;

• Com isso, a água resultante fica muito fria, e esta é injetada na rede de refrigeração de lojas de conveniência e sistemas de ar condicionado em edifícios empresariais;

• O metano produzido durante a fermentação do lodo ainda é utilizado para a produção de biogás, usado como

combustível para carros e ônibus;

(31)

México

“Programa de Agua Potable y

Alcantarillado en Zonas Urbanas”

(APAZU - 1990)

ou

“Programa de Água Potável e

Esgotos nas Zonas Urbanas”

(32)

México - APAZU

Definição:

Auxílio do governo federal no desenvolvimento de sistemas de abastecimento e saneamento das cidades

mexicanas, através do fornecimento de recursos financeiros para custeio das melhorias.

Objetivos:

- Ampliação da cobertura dos serviços de água potável e esgotos;

- Desenvolvimento da infra-estrutura de saneamento;

- Melhorar a eficiência dos organismos gestores do uso da água.

Ações devem procurar contribuir para melhoramento

das condições do meio ambiente e minorar a

(33)

México - APAZU

Características:

Co-participação do governo federal junto aos estados, municípios e organismos gestores:

- custeio de parte dos investimentos necessários;

- participação do governo federal na determinação das diretrizes do desenvolvimento através da atuação da Comissão Nacional de Águas;

- cada localidade tem seu projeto: atendimento das necessidades específicas.

(34)

México - APAZU

Características:

• Parceria entre as autoridades locais e gestores (em geral, empresas privadas):

- melhoramento da eficiência física, comercial e financeira. • Critérios de elegibilidade:

- municípios com população >= 2500 habitantes;

- existência de organismos operadores (empresa pública ou privada);

(35)

México - APAZU

Características:

• Critérios de elegibilidade (cont.):

- municípios e organismos operadores devem aderir a um acordo de cooperação com os governos estatal e federal, em que se estabelece um compromisso jurídico para implantação de um programa de curto e médio prazo, com a anuência da Comissão Nacional de Água, que incluem metas de

incremento gradual de eficiência física, comercial e financeira, visando a auto-suficiência de um sistema de boa qualidade. - aprovação dos projetos executivos das obras pela Comissão Nacional de Águas.

(36)

México - APAZU

Ações:

• Melhoramento da eficiência:

- através do fortalecimento empresarial: maior capacidade de gestão e produtividade.

- implantação de infra-estrutura: qualidade e continuidade no curto prazo.

(37)

México - APAZU

Ações:

• Infra-estrutura de água potável:

- Obras de captação subterrâneas e/ou superficiais; - Obras de adução;

- Estações de tratamento;

- Tanques de armazenamento; - Redes de distribuição.

• Infra-estrutura de saneamento:

- Obras de coleta, condução e tratamento - Águas residuais

(38)

México - APAZU

Estrutura financeira:

• Ações de melhoramento da eficiência:

- 2.500 < pop < 100.000 habitantes - até 45% federal - pop > 100.000 habitantes - até 40% federal.

• Ações de infra-estrutura de água potável:

- 2.500 < pop < 100.000 habitantes - até 40% federal - pop > 100.000 habitantes - até 35% federal.

• Ações de infra-estrutura de saneamento:

- até 42% de recursos federais, para todos os casos. O restante do investimento necessário é feito pelas

autoridades locais: governo do estado, município e orgão gestor.

(39)

México - APAZU

Estrutura financeira:

Exceção:

Æ Casos em que se ponha em risco a saúde da população devido à falta de saneamento básico ou haja escassez de água potável para consumo humano:

- aporte de 75% dos recursos necessários, por parte do governo federal (CNA).

(40)

México - APAZU

Deficiências:

• Diretrizes do Projeto: predominância de definições relativas à questão econômica-financeira.

• Escassez de medidas não estruturais

Æ Comissão Nacional de Águas (CNA):

PROJETO CULTURA DA ÁGUA

-

Espaços Municipais de Cultura da Água

(41)

Fontes de consulta

Itália: http://www.apat.gov.it/site/it-IT/Temi/Acqua/Risorse_idriche/ http://www.apat.gov.it/site/it-IT/Temi/Acqua/ http://venus.unive.it/cesd/research/gestione_risorse_idriche.htm http://www.enel.it/attivita/ambiente/ecology/impatto57_hp/impatto57/i ndex.asp http://www.greencrossitalia.it/ita/acqua/risorse_acqua/a_scuola_di_ac qua/usi_acqua.htm http://www.greencrossitalia.it/ita/acqua/risorse_acqua/acqua_013.htm http://www.gruppo183.org/area_tematica.asp?ID_AREA_TEMATICA =19

(42)

Fontes de consulta

Austrália: http://audit.ea.gov.au/anra/docs/fast_facts/fast_facts_22.html http://www.dpmc.gov.au/water_reform/nwi.cfm http://www.water.gov.au/ Suécia: http://en.wikipedia.org/wiki/Geography_of_Stockholm http://pt.wikipedia.org/wiki/Estocolmo http://en.wikipedia.org/wiki/Stockholm http://www.georgiastrait.org/Articles2006/Stephens-journey.php http://english.people.com.cn/200609/11/eng20060911_301505.html

(43)

Fontes de consulta

México:

- Comisión Nacional del Agua

http://www.cna.gob.mx/eCNA/Espaniol/Directorio/Default.aspx

- Comisión Estatal del Agua (Estado de San Luis Potosi)

http://www.slp.gob.mx/cea/Paginas/apazu.htm

- Comisión Estatal del Agua (Estado de Hidalgo)

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