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PROCON MUNICIPAL

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CHECK LIST BANCOS

01. Não disponibilizar ao público consumidor pelo menos um exemplar do Código de Defesa do Consumidor (Lei Federal n° 8078 de 11/09/1990) em local visível, conforme preceitua o disposto no artigo 1º da Lei Federal nº. 12.291/2010;

02. Não manter afixado em suas dependências nenhum nome, endereço e telefone de Órgão Público de Proteção e Defesa do Consumidor contrariando o disposto no inciso VII do artigo 6º da Lei Federal nº. 8.078 de 11/09/90 c/c artigo 1º da Lei Estadual nº. 7.484/2001;

03. Não divulgar nas suas dependências em local visível e formato visível as seguintes informações relativas à prestação de serviços ao público consumidor e respectivas tarifas, a saber:

3.1. A tabela contendo os serviços cuja cobrança de tarifas é

vedada, nos termos do art. 2º da Resolução n° 3919 de 25/11/2010 do Banco Central do Brasil, contrariando o disposto no inciso III do artigo 6º, 20 §2°, art. 31 e 39, VIII da Lei Federal nº 8.078 de 11/09/90 c/c alínea a do inciso IX do artigo 12 do Decreto Federal n° 2181 de 20/03/1997 e o inciso I artigo 15 da Resolução n° 3919 de 25/11/2010 do Banco Central do Brasil;

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3.2. A tabela, nos termos do art. 3º da Resolução n° 3919 de

25/11/2010 do Banco Central do Brasil, incluindo lista de serviços, canais de entrega, sigla no extrato, fato gerador da cobrança e valor da tarifa, contrariando o disposto no inciso III do artigo 6º, 20 §2°, art. 31 e 39, VIII da Lei Federal nº 8.078 de 11/09/90 c/c alínea a do inciso IX do artigo 12 do Decreto Federal n° 2181 de 20/03/1997 e o inciso II artigo 15 da Resolução n° 3919 de 25/11/2010 do Banco Central do Brasil;

3.3. A tabela contendo informações a respeito do pacote

padronizado, na forma do art. 6º da Resolução n° 3919 de 25/11/2010 do Banco Central do Brasil, contrariando o disposto no inciso III do artigo 6º, 20 §2°, art. 31 e 39, VIII da Lei Federal nº 8.078 de 11/09/90 c/c alínea a do inciso IX do artigo 12 do Decreto Federal n° 2181 de 20/03/1997 e o inciso III artigo 15 da Resolução n° 3919 de 25/11/2010 do Banco Central do Brasil;

3.4. A tabela contendo a relação dos benefícios e/ou

recompensas vinculados aos cartões de crédito diferenciados emitidos pela instituição, devendo os cartões ser agrupados em dois quadros, um por proprietário do esquema de pagamento (bandeira) e outro por valor da tarifa de anuidade diferenciada em ordem crescente, contrariando o disposto no inciso III do artigo 6º, 20 §2°, art. 31 e 39, VIII da Lei Federal nº 8.078 de 11/09/90 c/c alínea a do inciso IX do artigo 12 do Decreto Federal n° 2181 de 20/03/1997 e o inciso IV artigo 15 da Resolução n° 3919 de 25/11/2010 do Banco Central do Brasil;

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3.5. As tabelas de demais serviços prestados pela instituição,

inclusive pacotes de serviços, contrariando o disposto no inciso III do artigo 6º, 20 §2°, art. 31 e 39, VIII da Lei Federal nº 8.078 de 11/09/90 c/c alínea a do inciso IX do artigo 12 do Decreto Federal n° 2181 de 20/03/1997 e o inciso V artigo 15 da Resolução n° 3919 de 25/11/2010 do Banco Central do Brasil;

3.6. Esclarecimento de que os valores das tarifas foram

estabelecidos pela própria instituição, contrariando o disposto no inciso III do artigo 6º, 20 §2°, art. 31 e 39, VIII da Lei Federal nº 8.078 de 11/09/90 c/c alínea a do inciso IX do artigo 12 do Decreto Federal n° 2181 de 20/03/1997 e o inciso VI artigo 15 da Resolução n° 3919 de 25/11/2010 do Banco Central do Brasil;

3.7. Outras informações estabelecidas pela regulamentação em

vigor, contrariando o disposto no inciso III o artigo 6º, 20 §2°, art. 31 e 39, VIII da Lei Federal nº 8.078 de 11/09/90 c/c alínea a do inciso IX do artigo 12 do Decreto Federal n° 2181 de 20/03/1997 e o inciso VII artigo 15 da Resolução n° 3919 de 25/11/2010 do Banco Central do Brasil;

04. Não manter em suas dependências, em local visível e em formato legível informações ao público consumidor que asseguram total conhecimento acerca das situações que possam implicar recusa na recepção de documentos (cheques, boletos de cobrança, fichas de compensação e outros) ou na realização de pagamentos, contrariando o disposto no inciso III do artigo 6º, 20 §2°, art. 31 e 39, VIII da Lei Federal nº. 8.078 de

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11/09/90 c/c alínea a do inciso IX do artigo 12 do Decreto Federal n° 2181 de 20/03/1997 e o artigo 2° da Resolução n° 3694 de 26/03/2009 do Banco Central do Brasil;

05. Não discriminar entre clientes e não-clientes com relação ao horário e ao local de atendimento na execução de serviços decorrentes de convênios celebrados com outras entidades pelas instituições financeiras;

05.1. Os respectivos convênios devem ser mantidos nas

agências à disposição do Banco Central do Brasil, bem como apresentar a esta fiscalização;

05.2. É vedado às instituições financeiras negar ou restringir,

aos clientes e ao público usuário, atendimento pelos meios convencionais, inclusive guichês de caixa, mesmo na hipótese de atendimento alternativo ou eletrônico;

Exemplo: restringir, negar e ou dificultar os Seguintes recebimentos nos guichês de caixas:

05.2.1. Recebimento de tributos, FGTS, INSS, PIS prêmios de

seguro e contas de água, energia elétrica, gás e telefone;

05.2.2. Pagamento para o FGTS, INSS, PIS e segurados em

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05.2.3. Prestação de serviços a outras instituições financeiras e a

empresas de atividades complementares ou subsidiárias, inclusive turismo, cartão de crédito, administração de bens, processamento de dados e armazéns gerais;

05.2.4. Prestação de outros serviços, quando vinculados à

arrecadação e pagamento de interesse público.

Os fatos elencados no item 05 contrariam o disposto no inciso III do artigo 6º, 20 §2°, art. 31 e 39, VIII da Lei Federal nº 8.078 de 11/09/90 c/c alínea a do inciso IX do artigo 12 do Decreto Federal n° 2181 de 20/03/1997, o artigo 1°, I, II, III, IV, parágrafo 1° e parágrafo 2° da Resolução n° 1865 de 05/09/1991 do Banco Central do Brasil e o artigo 3° da Resolução n° 3694 de 26/03/2009 do Banco Central do Brasil;

ACESSIBILIDADE:

Tratamento IMEDIATO inclui, dentre outros:

06. Não disponibilizar o atendimento prioritário IMEDIATO as pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, idosas, gestantes, lactantes e pessoas acompanhadas por crianças de colo, uma vez que no momento deste ato fiscalizatório 10(dez) consumidores não beneficiados pelo atendimento prioritário imediato, foram atendidos nos guichês de caixas antes das pessoas beneficiadas pelo atendimento prioritário imediato que aguardam atendimento na fila, contrariando o disposto nos artigos 7°, caput, 20 §2º e 39, VIII da Lei Federal n° 8.078/1990 e inciso I do parágrafo único do artigo 3° da Lei Federal n° 10.741 de 01/10/2003 c/c c alínea a

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do inciso IX do artigo 12 do Decreto Federal n° 2181 de 20/03/1997 e §2° do artigo 6° do Decreto Federal n° 5296 de 02/12/2004;

Tratamento DIFERENCIADO inclui, dentre outros:

07. Não disponibilizar ao público consumidor caixa

eletrônico Preferencial e adequado ao atendimento do idoso,

com a título de adequação, letras e números maiores, tempo maior para digitação de dados e realização de operações, melhor iluminação e proteção devida que melhor resguarde a privacidade do cliente idoso, contrariando o disposto no artigo 1° e 2° da Lei Estadual n° 8.551 de 04/09/2006 c/c os artigos 7°, caput, 20 §2º e 39, VIII da Lei Federal n° 8.078/1990 e inciso I do parágrafo único do artigo 3° da Lei Federal n° 10.741 de 01/10/2003 c/c c alínea a do inciso IX do artigo 12 do Decreto Federal n° 2181 de 20/03/1997 e §2° do artigo 6° do Decreto Federal n° 5296 de 02/12/2004;

08. Não disponibilizar funcionário exclusivo para dirimir quaisquer dúvidas quanto à utilização do caixa eletrônico preferencial e adequado ao atendimento da pessoa idosa e facilmente identificado para tanto, utilizando colete contendo os seguintes dizeres, com letras de fácil visualização: "Profissional exclusivo para o atendimento de idosos", tanto na parte da frente como nas costas, contrariando o disposto no artigo 3° da Lei Estadual n° 8.551 de 04/09/2006 c/c os artigos 7°, caput, 20 §2º e 39, VIII da Lei Federal n° 8.078/1990 e inciso I do parágrafo único do artigo 3° da Lei Federal n° 10.741 de

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01/10/2003 c/c c alínea a do inciso IX do artigo 12 do Decreto Federal n° 2181 de 20/03/1997 e §2° do artigo 6° do Decreto Federal n° 5296 de 02/12/2004;

09. Não disponibilizar ao público consumidor assentos de uso preferencial sinalizados nos caixas convencionais para as pessoas idosas, portadoras de deficiência ou mobilidade reduzida, gestantes, lactantes e pessoas acompanhadas por criança de colo, contrariando o disposto no artigo 1° da Lei Estadual n° 8.655 de 29/05/2007 c/c os artigos 7°, caput, 20 §2º e 39, VIII da Lei Federal n° 8.078/1990 c/c c alínea a do inciso IX do artigo 12 do Decreto Federal n° 2181 de 20/03/1997 e inciso I do §1° do artigo 6° do Decreto Federal n° 5296 de 02/12/2004;

Observação:

Este dispositivo aplica-se para todos os setores de atendimento da instituição financeira.

10. Não disponibilizar ao público consumidor assentos de uso preferencial sinalizados no caixa eletrônico para as pessoas idosas portadoras de deficiência ou mobilidade reduzida, gestantes, lactantes e pessoas acompanhadas por criança de colo, contrariando o disposto no artigo 1° da Lei Estadual n° 8.655 de 29/05/2007 c/c os artigos 7°, caput, 20 §2º e 39, VIII da Lei Federal n° 8.078/1990 c/c c alínea a do inciso IX do artigo 12 do Decreto Federal n° 2181 de 20/03/1997 e inciso I do §1° do artigo 6° do Decreto Federal n° 5296 de 02/12/2004;

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11. Não disponibilizar mobiliário de recepção e atendimento

(caixa convencional) obrigatoriamente adaptado à altura e à

condição física de pessoas em cadeira de rodas, conforme estabelecido nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT(NBR 9050:2004) item 9.5.4, contrariando o disposto nos artigos 7°, caput, 20 §2º e 39, VIII da Lei Federal n° 8.078/1990 c/c alínea a do inciso IX do artigo 12 do Decreto Federal n° 2181 de 20/03/1997 e inciso II do §1° do artigo 6° do Decreto Federal n° 5296 de 02/12/2004;

12. Não disponibilizar mobiliário de recepção e atendimento

(caixa eletrônico) obrigatoriamente adaptado à altura e à

condição física de pessoas em cadeira de rodas, conforme estabelecido nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT(NBR 9050:2004) item 8.8.2.2, contrariando o disposto nos artigos 7°, caput, 20 §2º e 39, VIII da Lei Federal n° 8.078/1990 c/c alínea a do inciso IX do artigo 12 do Decreto Federal n° 2181 de 20/03/1997 e inciso II do §1° e §3° do artigo 6° do Decreto Federal n° 5296 de 02/12/2004

13. Não disponibilizar ao público consumidor serviços de atendimento para pessoas com deficiência auditiva, prestado por intérpretes ou pessoas capacitadas em Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS e no trato com aquelas que não se comuniquem em LIBRAS, e para pessoas surdo cegas, prestado por guias-intérpretes ou pessoas capacitadas neste tipo de atendimento,

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contrariando o disposto nos artigos 7°, caput, 20 §2º e 39, VIII da Lei Federal n° 8.078/1990 c/c c alínea a do inciso IX do artigo 12 do Decreto Federal n° 2181 de 20/03/1997 e inciso III do §1° do artigo 6° do Decreto Federal n° 5296 de 02/12/2004;

14. Não disponibilizar ao público consumidor pessoal capacitado para prestar atendimento às pessoas com deficiência visual, mental e múltipla, bem como às pessoas idosas, contrariando o disposto nos artigos 7°, caput, 20 §2º e 39, VIII da Lei Federal n° 8.078/1990 c/c alínea a do inciso IX do artigo 12 do Decreto Federal n° 2181 de 20/03/1997 e inciso IV do §1° do artigo 6° do Decreto Federal n° 5296 de 02/12/2004;

15. Não disponibilizar ao público consumidor área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida, contrariando o disposto nos artigos 7°, caput, 20 §2º e 39, VIII da Lei Federal n° 8.078/1990 c/c c alínea a do inciso IX do artigo 12 do Decreto Federal n° 2181 de 20/03/1997 e inciso V do §1° do artigo 6° do Decreto Federal n° 5296 de 02/12/2004;

16. Não disponibilizar ao público consumidor sinalização ambiental para orientação das pessoas com deficiência física, deficiência auditiva, deficiência visual, deficiência mental, deficiência múltipla, idoso, gestantes, lactantes e pessoas com criança de colo, contrariando o disposto nos artigos 7°, caput, 20 §2º e 39, VIII da Lei Federal n° 8.078/1990 c/c c alínea a do

(10)

inciso IX do artigo 12 do Decreto Federal n° 2181 de 20/03/1997 e inciso VI do §1° do artigo 6° do Decreto Federal n° 5296 de 02/12/2004;

17. Não divulgar, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, contrariando o disposto nos artigos 7°, caput, 20 §2º e 39, VIII da Lei Federal n° 8.078/1990 c/c c alínea a do inciso IX do artigo 12 do Decreto Federal n° 2181 de 20/03/1997 e inciso VII do §1° do artigo 6° do Decreto Federal n° 5296 de 02/12/2004;

18. Não disponibilizar local de atendimento específico (caixa

convencional) para as pessoas com deficiência física,

deficiência auditiva, deficiência visual, deficiência mental, deficiência múltipla, idoso, gestantes, lactantes e pessoas com criança de colo, contrariando o disposto nos artigos 7°, caput, 20 §2º e 39, VIII da Lei Federal n° 8.078/1990 c/c c alínea a do inciso IX do 12 do Decreto Federal n° 2181 de 20/03/1997 e inciso IX do 1° do artigo 6° do Decreto Federal n° 5296 de 02/12/2004;

Observação:

Este dispositivo aplica-se para todos os setores de atendimento da instituição financeira.

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19. Não disponibilizar ao público consumidor telefone de atendimento adaptado para comunicação com e por pessoas portadoras de deficiência auditiva, contrariando o disposto nos artigos 7°, caput, 20 §2º e 39, VIII da Lei Federal n° 8.078/1990 c/c c alínea a do inciso IX do artigo 12 do Decreto Federal n° 2181 de 20/03/1997 e §4° do artigo 6° do Decreto Federal n° 5296 de 02/12/2004;

20. Não instalar caixas para uso privativo de deficientes, idosos e gestantes, no andar térreo dos estabelecimentos bancários que tenham caixas exclusivamente em andares superiores, exceto os que possuam elevadores que, então, deverão disponibilizar cadeiras de rodas para melhor locomoção interna destes, contrariando o disposto no artigo 1° da Lei Estadual n° 8.808 de 10/01/2008;

21) – Não adotar todas as medidas necessárias e cabíveis para

adequar-se aos dispositivos da Lei Estadual nº 9.256/2009 com as alterações trazidas pela Lei Estadual nº 9.552/2011, dentre os quais:

a). Garantir um ambiente livre de fumo em recintos coletivos total

ou parcialmente fechados em qualquer dos seus lados por parede, divisória, teto ou telhado, ainda que provisórios, onde haja permanência ou circulação de pessoas, na forma prevista

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no art. 2º e parágrafos da Lei Estadual nº 9.256/09 e art. 1º da Lei Estadual nº 9.552/2011;

b). Extinguir, caso existam, os locais específicos segregados

para fumar nos estabelecimentos (“fumódromos”), conforme o art. 3º da Lei Estadual nº 9552/11;

c). Adotar todas as medidas no sentido de advertir os eventuais

infratores destas normas sobre a proibição nela contida, bem como sobre a obrigatoriedade, caso persista na conduta coibida, de imediata retirada do local, se necessário mediante o auxílio de força policial, conforme previsão do Art. 2º da Lei Estadual nº 9.259/09;

d). Afixar em pontos de ampla visibilidade no estabelecimento,

de forma clara e ostensiva, cartazes ou similares com avisos sobre a proibição de fumar no local, informando nestes, os telefones e endereços do PROCON e da Vigilância Sanitária Municipal nos ternos do Art. 2º, §3º da Lei Estadual nº 9.259/09 com alterações da Lei Estadual nº 9552/11.

Tempo para o atendimento

22.Ficam os estabelecimentos bancários, obrigados a atender

cada cliente no prazo de 20 (vinte) minutos. Artigo 1º, §1º, inciso I da Lei Municipal 778/2005

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23) - Poderão as instituições bancárias flexibilizar o horário de

atendimento aos clientes nos caixas quando se adequarem aos seguintes casos:

23.1. Nos termos da Lei 778/2005, é considerado tempo

razoável para atendimento:

I – Até 20 (vinte) minutos em dias normais;

II –Até 30 (trinta) minutos em vésperas ou após feriados prolongados, bem como recebimento de Tributos Municipais, Estaduais e Federais;

24. Ao adentrar ao banco, o munícipe receberá senha impressa

mecanicamente devidamente numerada e com o horário de recebimento. Ao ser atendido pelo caixa, deverá entregá-la para que se escreva na mesma o horário de atendimento.

25. O estabelecimento bancário deverá fixar em local visível um

ou mais relógios de tamanho adequado, em que qualquer pessoa possa verificar se o horário constante no mesmo se encontra igual ao impresso no bilhete da senha.

26. Deverá o estabelecimento bancário fixar, em local visível, os

tópicos principais da Lei e do presente Decreto, a saber:

 Número da Lei;

 Tempo máximo de permanência na fila do caixa;

 Procedimentos a serem tomados caso haja extrapolação de tempo máximo permanecido em fila;

 Nome do órgão fiscalizador – com o respectivo número telefônico para denúncias.

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27. Não manter afixado, bem como não divulgar no local de

celebração dos contratos o artigo 46 da Lei Federal n° 8078 de 11/09/1990 (Código de Proteção e Defesa do Consumidor), contrariando o disposto no artigo 1° e 2° da Lei Municipal Cuiabá n° 5.153 de 24/11/2008;

O cartaz deverá ter o tamanho mínimo de 80 cm de comprimento e 50 cm de largura;

“Art. 46. Os contratos que regulam as relações de consumo não obrigarão os consumidores, se não lhes for dada a oportunidade de tomar conhecimento prévio de seu conteúdo, ou se os respectivos instrumentos forem redigidos de modo a dificultar a compreensão de seu sentido e alcance”.

28. Não disponibilizar ao público consumidor caixa eletrônico

com opções em braile e áudio para utilização de deficientes visuais, contrariando o disposto no artigo 1° da Lei Municipal de Cuiabá n° 5.311 de 25/06/2010.

29. Os estabelecimentos de atendimento ao público em geral,

deverão possuir em suas dependências BEBEDOUROS e SANITÁRIOS para uso de seus clientes.

Nos estabelecimentos (instituições financeiras) e áreas de acesso ao público, deverão existir obrigatoriamente instalações sanitárias separadas por sexo. Conforme preceitua os artigos 1° e 4° da Lei Municipal de Cuiabá n° 3.264 de 11/01/1994.

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30) – Não disponibilizar atendimento preferencial aos Doadores

de Sangue, contrariando o disposto no artigo 1° da Lei Municipal de Cuiabá n° 4.942 de 03/01/2007.

31) – Não manter afixado em suas dependências informação

sobre o atendimento preferencial aos Doadores de Sangue, incluindo o número da Lei e a data de sua publicação, contrariando o disposto no artigo 2° da Lei Municipal de Cuiabá n° 4.942 de 03/01/2007.

Requerimentos do Ministério Público de Mato Grosso

32) - As agências bancárias e as casas lotéricas, situadas no

Município de Cuiabá, deverão instalar e manter em funcionamento câmeras de vídeo em sua área externa, na quantidade suficiente para abranger todo o seu entorno;

33) - O monitoramento será feito por meio de gravação dos

locais a serem protegidos, principalmente, no horário compreendido entre 06h e 22h, sendo que as imagens deverão ser salvas por um período de três meses e colocadas à disposição do poder público, especialmente das autoridades policiais, sempre que solicitadas;

Os itens 32 e 33, caso sejam constatados, contrariam o disposto no artigo 1° da Lei Municipal de Cuiabá n° 5.397 de 31/05/2011;

34) - As câmeras dos sistemas de segurança e monitoramento

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em pontos que permitam a captura de imagens das imediações da unidade, e, principalmente, que possibilitem identificar pessoas, que circulem ou que acessem as suas dependências;

35) - As imagens capturadas pelas câmeras de vídeo do sistema

de segurança e monitoramento deverão ser armazenadas e guardadas pelo prazo mínimo de 360 (trezentos e sessenta) dias, e fornecidas às autoridades sempre que exigidas, observada a legislação aplicável;

36) - As agências e postos de atendimento dos estabelecimentos

bancários do Município de Mirassol d`Oeste ficam obrigados a proporcionar atendimento reservado a seus clientes, nos caixas em que há movimentação de dinheiro;

37) - O local destinado aos clientes que ficam aguardando

atendimento deve ser visualmente isolado dos caixas de atendimento nos caixas em que há movimentação de dinheiro; (BIOMBO).

Robson de Castilho Ribeiro

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CHECK LIST - Bares, restaurantes e casas noturnas

01. Manter afixado em suas dependências o nome, endereço e

telefone de Órgão Público de Proteção e Defesa do Consumidor conforme preceitua o disposto no inciso VII do artigo 6º da Lei Federal nº 8.078/90 c/c artigo 1º da Lei

Estadual nº 7.484/2001;

02. Emitir documentos fiscais Cupom Fiscal com a inclusão do

nome, endereço e telefone do PROCON-MT conforme preceitua o disposto no inciso VII do artigo 6º da LeI Federal nº 8.078/90 c/c artigo 1º da Lei Estadual nº 8569/2006;

03. Manter afixado em suas dependências, informações ao público

consumidor quanto às formas de pagamento aceitas, (exemplo: se aceita cheques, cartões de crédito e débito etc), as condições (exemplo: à vista, à prazo 30, 60 etc) e os critérios exigidos, (exemplo: se o estabelecimento consulta os Órgãos de Proteção ao Crédito SPC/SERASA e se exige um pré-cadastro para pagamento efetuado à prazo com financiamento, ou cartões, ou cheques e quais os documentos necessários, ex: CPF, RG, comprovante de endereço, dentre outros, adotados pelo estabelecimento para pagamento; conforme preceitua o disposto no artigo 31 da Lei Federal nº 8.078 de 11.09.90 c/c inciso I do artigo 13 do Decreto Federal nº 2.181 de 20.03.97;

04. Disponibilizar ao público consumidor pelo menos um exemplar

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11/09/1990) em local visível, conforme preceitua o disposto no artigo 1º da Lei Federal nº. 12.291/2010;

05. Não ofertar ao público consumidor, na área de vendas, dentro

do estabelecimento, produtos sem as informações de seus preços, conforme preceitua o disposto no inciso III do artigo 6º e art. 31 da Lei Federal 8.078 de 11/09/90 c/c inciso I do artigo 13 do Decreto Federal nº 2181 de 20/03/97;

06. Manter relação de preços dos produtos e serviços na entrada do

estabelecimento; conforme preceitua o artigo 8º § 2º do Decreto Federal nº 5.903/2006 que regulamenta a Lei Federal nº 10.962/2004;

07. Disponibilizar ao menos um exemplar de cardápio atualizado em

linguagem braile, conforme disposto na Lei Estadual nº 7.594/01;

08. Não cobrar consumação mínima, conforme preceitua Art. 39, I

da Lei Federal nº 8.078/90 e 12, I do Decreto Federal nº 2.181/97;

09. Não cobrar multa por perda da comanda – método comercial

coercitivo e desleal ((Art. 6º, IV da Lei Federal nº 8.078/90.

10. Garantir um ambiente livre de fumo em recintos coletivos total

ou parcialmente fechados em qualquer dos seus lados por parede, divisória, teto ou telhado, ainda que provisórios, onde haja permanência ou circulação de pessoas, na forma prevista no art. 2º

(19)

e parágrafos da Lei Estadual nº 9.256/09 e art. 1º da Lei Estadual nº 9.552/2011.

10.1. Extinguir, caso existam, os locais específicos segregados para

fumar nos estabelecimentos (“fumódromos”), conforme o art. 3º da Lei Estadual nº 9552/11; que revoga o § 4º do artigo 2º da lei estadual 9256/2009;

10.2. Adotar todas as medidas no sentido de advertir os eventuais

infratores destas normas sobre a proibição nela contida, bem como sobre a obrigatoriedade, caso persista na conduta coibida, de imediata retirada do local, se necessário mediante o auxílio de força policial, conforme previsão do Art. 3º da Lei Estadual nº 9.256/09;

10.3. Afixar em pontos de ampla visibilidade no estabelecimento, de

forma clara e ostensiva, cartazes ou similares com avisos sobre a proibição de fumar no local, informando nestes, os telefones e endereços do PROCON-MT e da Vigilância Sanitária Municipal nos ternos do Art. 2º, §3º da Lei Estadual nº 9.256/09 com alterações da Lei Estadual nº 9552/11;

11. Informar ao público consumidor em local claro e ostensivo nas

entradas do estabelecimento através de cartaz ou instrumento equivalente, sobre a capacidade máxima de lotação (números de pessoas dentro do estabelecimento), o alvará de funcionamento e o alvará de prevenção e proteção contra incêndios, bem como suas respectivas datas de validades, conforme disposto no artigo 6º III e

(20)

31 do Código de Defesa do Consumidor (Lei Federal n° 8078 de 11/09/1990) e na Portaria nº 3.083, de 25 de setembro de 2013;

11.1. No caso de confecção ou divulgação de materiais de oferta e

publicidade e, na hipótese de comercialização de bilhetes e ingressos, o estabelecimento deverá informar também nestes meios de forma clara e inequívoca o alvará de funcionamento e o alvará de prevenção e proteção contra incêndios, bem como suas respectivas datas de validades;

12. Não ofertar ao público consumidor produtos sem as informações

em língua portuguesa a respeito da origem, composição, quantidade e prazo de validade, se "Contém glúten" ou " Não contém glúten, conforme preceitua o disposto no artigo 6, inciso III e artigo 31 todos da Lei Federal 8078 de 199; e a Lei Federal nº 10.674/2003;

13. Informar ao público consumidor em local claro e ostensivo

acerca da cobrança da taxa de serviço de 10% (Pode ser cobrado desde que informe que é opcional (não é obrigatório)), de acordo com o disposto nos artigos 6, inciso III e artigo 31 39, V da Lei Federal nº 8.078/90 e art. 12, VI do Decreto Federal nº 2.181/97), e a Resolução da ANVISA n° 360 de 23/12/2003;

14. Não expor à venda ao público consumidor produtos impróprios

(21)

validade vencido, avariados), conforme disposto no art.18§6 I,II,III da Lei Federal nº 8.078/90;

15. Em caso cobrança de Couvert Artístico, somente é permitida

sua cobrança quando houver uma atração artística no local (ao vivo) e desde que seu valor seja devido e antecipadamente informado ao consumidor, inclusive em informativo na parte externa, nas entradas do estabelecimento, conforme art. 31 da Lei 8.078/90 e Nota Técnica DPDC nº 134/2004;

16. Não praticar preços diferenciados entre o pagamento com

cartão de crédito/débito (em uma única parcela) e o pagamento em dinheiro, e a não impor limite mínimo para o pagamento em cartão de crédito e cartão de débito, conforme art. 39, V da Lei Federal nº 8.078/90;

17. Afixar avisos da proibição de venda, oferta, fornecimento e

entrega de bebida alcoólica, ainda que gratuitamente, a menor de 18 (dezoito) anos, e também, da permissão de seu consumo nos estabelecimentos comerciais, em tamanho e local de ampla visibilidade, com expressa referência a Lei Estadual 9.791 de 27 de julho de 2012 e ao Art. 243, da Lei Federal nº 8.069, de 13 de julho de 1990.

18. Não praticar qualquer conduta abusiva vedada pela Lei n.

(22)

Robson de Castilho Ribeiro

(23)

CHECKLIST COMÉRCIO EM GERAL E ELETRODOMÉSTICOS

01). Manter afixado em suas dependências o nome, endereço e

telefone de Órgão Público de Proteção e Defesa do Consumidor: conforme o disposto no inciso VII do artigo 6º d Lei Federal nº. 8.078/90 c/c artigo 1º da Lei Estadual nº.

7.484/2001;

02). Emitir documentos fiscais com a inclusão do nome, endereço e

telefone do PROCON-MT, conforme o disposto no inciso VII do artigo 6º da Lei Federal nº. 8.078/90 c/c artigo 1º da Lei Estadual nº.8569/2006;

03). Manter afixado em suas dependências, informações ao público

consumidor quanto às formas de pagamento aceitas, (exemplo: se aceita cheques, cartões de crédito e débito etc.), as condições (exemplo: à vista, à prazo 30, 60 etc.) e os critérios exigidos, (exemplo: se o estabelecimento consulta os Órgãos de Proteção ao Crédito SPC/SERASA e se exige um pré cadastro para pagamento efetuado à prazo com financiamento, ou cartões, ou cheques e quais os documentos necessários, ex: CPF, RG, comprovante de endereço, dentre outros), adotados pelo estabelecimento para pagamento; conforme o disposto no artigo 31 da Lei Federal nº. 8078 de 11/09/90 c/c inciso I do artigo 13 do Decreto Federal nº. 2181 de 20/03/97;

(24)

04). Disponibilizar ao público consumidor ao menos um exemplar do

Código de Defesa do Consumidor, conforme o disposto no artigo 1º da Lei Federal nº. 12.291/2010;

05). Não ofertar ao público consumidor, na área de vendas, dentro

do estabelecimento, produtos sem informações de seus preços, conforme o disposto no inciso III do artigo 6º e art. 31 da Lei Federal 8.078 de 11/09/90 c/c inciso I do artigo 13 do Decreto Federal nº. 2181 de 20/03/97;

.

06). Ao expor à venda ao público consumidor produtos precificados

utilizando o código de barras, deverá observar os seguintes requisitos:

06.1). O código de barra deverá conter informações relativas ao

preço à vista, características (nome, quantidade e demais elementos que o particularizem) e código do produto, deverá estar a ele visualmente unida, garantindo a pronta identificação pelo consumidor, conforme o disposto no inciso III do artigo 6º e artigo 31 da Lei Federal nº 8.078/90 c/c parágrafo único do inciso II do artigo 2º da Lei Federal nº. 10.962 de 11/10/2004, o inciso I do artigo 13 do Decreto Federal nº. 2181/97 e incisos I, II do § 3º do artigo 6º do Decreto Federal nº. 5.903 de 20/09/2006;

06.2). Deverá disponibilizar equipamentos de leitura ótica para

consulta de preços pelo consumidor, localizado na área de vendas, conforme o disposto no inciso III do artigo 6º e artigo 31 da Lei Federal nº. 8.078/90 c/c artigo 4º da Lei Federal nº. 10.962 de

(25)

11/10/2004, o inciso I do artigo 13 do Decreto Federal nº. 2181/97 e artigo 7º do Decreto Federal nº. 5.903 de 20/09/2006;

06.3). Os leitores óticos deverão ser indicados por cartazes

suspensos que informem a sua localização, conforme preceitua inciso III do artigo 6º e art. 31 da Lei Federal nº 8.078/90 c/c § 1º do artigo 4º da Lei Federal nº 10.962 de 11/10/2004, o inciso I do artigo 13 do Decreto Federal nº 2181/97 e § 1º do artigo 7º do Decreto Federal nº 5.903 de 20/09/2006;

06.4). Os leitores óticos deverão ser dispostos na área de vendas,

observada a distância máxima de quinze metros entre qualquer produto e a leitora ótica mais próxima, conforme preceitua inciso III do artigo 6º e art. 31 da Lei Federal nº. 8.078/90 c/c § 1º do artigo 4º da Lei Federal nº 10.962 de 11/10/2004, o inciso I do artigo 13 do Decreto Federal nº. 2181/97 e § 2º do artigo 7º do Decreto Federal nº 5.903 de 20/09/2006;

06.5). Deverá disponibilizar a esta fiscalização o croqui da área de

vendas com a identificação clara e precisa da localização dos leitores óticos e a distância que os separa, demonstrando graficamente o cumprimento da distância máxima de 15 (quinze) metros entre qualquer produto e a leitora ótica mais próxima, conforme preceitua inciso III do artigo 6º e art. 31 da Lei Federal nº. 8.078/90 c/c § 1º do artigo 4º da Lei Federal nº. 10.962 de 11/10/2004, o inciso I do artigo 13 do Decreto Federal nº. 2181/97 e § 3º do artigo 7º do Decreto Federal nº. 5.903 de 20/09/2006;

(26)

07). Não exigir dos consumidores tempo mínimo de abertura de

conta corrente para aceitação de cheques, para não contrariar os dispostos nos artigos 4º, III, 39,V e 51, IV todos da Lei Federal nº. 8.078 de 11/09/90 c/c os artigos 12, VI e 22, IV do Decreto Federal nº. 2.181 de 20/03/97 e artigo 1º da Lei Estadual 8.898 de 17/06/08;

08). Não praticar preços diferenciados entre o pagamento efetuado

com dinheiro e com cartão de crédito em uma única parcela, conforme o disposto no artigo 39, V da Lei Federal nº. 8.078/90 c/c artigo 12, VI do Decreto Federal nº. 2.181/97 e Nota Técnica DPDC/Ministério da Justiça nº. 103/2004

09). Não deverá cobrar Taxa de emissão de Carnês-TEC, nas

compras efetuadas com financiamento ou parcelamento, fato constatado através de para não contrariar o disposto no artigo 39, V c/c inciso VI do artigo 12 do Decreto Federal nº. 2181 de 20/03/1997 e Nota Técnica DPDC do Ministério da Justiça nº. 777/2005;

10). Deverá informar ao consumidor prévia e adequadamente, na

hipótese de financiamento ou parcelamento de seus produtos as informações discriminadas dos seguintes itens:

- do preço à vista do produto ou serviço;

- do valor total a ser pago com financiamento; - do número, periodicidade e valor das prestações; - dos juros mensal e anual; e

(27)

Conforme o disposto nos artigos 6º, III e 52 da Lei Federal 8078 de 11/09/90 c/c parágrafo único do artigo 3º do Decreto Federal 5.903 de 20/09/2006;

11). O contrato de adesão utilizado para o financiamento dos seus

produtos deverá ser redigido com caracteres, cujo tamanho não poderá ser inferior ao corpo doze, contrariando o disposto no § 3º do artigo 54 da Lei Federal nº 8.078 de 11/09/1990.

12). Não expor à venda ao público consumidor, produtos com

informações das condições de pagamento com financiamento em cartazes, cujos tamanhos das letras/números não estão uniformes, para não contrariar o disposto no inciso III do artigo 6º da Lei Federal 8078 de 11/09/90 c/c inciso I do artigo 9º do Decreto Federal 5903 de 20/09/2006;

13). Não expor a venda ao público consumidor, produtos com

informações do preço apenas das parcelas, obrigando o consumidor ao cálculo do total, fato constatado através de um cartaz/etiqueta de preço utilizado para precificação de produto, para não contrariar o disposto no inciso III do artigo 6º da Lei Federal 8078 de 11/09/90 c/c inciso IV do artigo 9º do Decreto Federal 5.903 de 20/09/2006;

14). Deverá informar prévia e adequadamente o Custo Efetivo Total

da operação a ser contratada, conforme o disposto no artigo 7º e §2º do artigo 20 da Lei Federal 8078/90 c/c alínea a do inciso IX do

(28)

artigo 12 do Decreto Federal 2181 de 20/03/1997 e artigo 1º da Resolução 3.517 de 06/12/2007 do Banco Central do Brasil;

15). Não deverá expor à venda ao público consumidor, produtos

com informações que envolvem outorga de crédito ao consumidor, cujos tamanhos dos caracteres referentes as informações de preços não estejam uniformes, sendo que o destaque principal era dado ao valor das parcelas, para não contrariar os artigos 6º, inciso III e artigo 31 da Lei Federal nº 8078/90 c/c od artigos 13, inciso I do Decreto Federal nº 2.181/97 e artigo 9º, inciso I do Decreto Federal nº 5.903/06 que regulamenta a Lei Federal nº 10.962/2004. Fatos constatados através de cartazes promocionais utilizados para precificação de produtos;

16) - Não deverá cobrar Taxa de Abertura de Crédito - TAC, nas

compras efetuadas à prazo com financiamento ou parcelamento, fato constatado através de cartazes promocionais afixados nos produtos, conforme o disposto nos artigos 39, inciso V e 51 inciso IV e §1º incisos, I, II, III todos da Lei Federal nº 8.078/90 c/c artigos 12, VI e 22, IV do Decreto Federal nº 2.181/97

17) - Não cobrar taxa para cada fatura emitida nas compras

realizadas à prazo, com financiamento ou parcelamento, conforme o disposto os artigos 39, inciso V e 51 inciso IV e §1ºincisos, I, II, III todos da Lei Federal nº 8.078/90 c/c artigos 12, VI e 22, IV do Decreto Federal nº 2.181/97, Nota Técnica nº

(29)

18). Não expor à venda ao público consumidor produtos, com

informações que envolvem outorga de crédito ao consumidor, bem como deverá manter informados o valor total a ser pago com financiamento, os juros mensal e anual e o custo efetivo total, a saber, conforme o disposto nos artigos 6º, inciso III, artigo 31 e 52 incisos II, III e V da Lei Federal nº 8.078/90 c/c os artigos 13, inciso I do Decreto Federal nº 2.181/97 e artigo 3º, incisos I, II e IV do Decreto Federal nº 5.903/06 que regulamenta a Lei Federal nº 10.962/2004 e artigo 3] caput e parágrafo único da Resolução do BACEN nº 3.517/2007. Fatos constatados através de cartazes promocionais;

19). Não impor limites quantitativos para a compra de produtos

ofertados em promoção, conforme o disposto no artigo 39, inciso I da Lei Federal 8.078 de 1/09/1990;

20). Não praticar preços diferenciados entre o pagamento com

cartão de crédito/débito (em uma única parcela) e o pagamento em dinheiro, e a não impor limite mínimo para o pagamento em cartão de crédito e cartão de débito;

21). Não expor à venda produtos impróprios para o uso e consumo;

22). Garantir um ambiente livre de fumo em recintos coletivos total

ou parcialmente fechados em qualquer dos seus lados por parede, divisória, teto ou telhado, ainda que provisórios, onde haja permanência ou circulação de pessoas, na forma prevista no art. 2º

(30)

e parágrafos da Lei Estadual nº. 9.256/09 e art. 1º da Lei Estadual nº. 9.552/2011:

22.1) Extinguir, caso existam, os locais específicos segregados para

fumar nos estabelecimentos (“fumódromos”), conforme o art. 3º da Lei Estadual nº. 9552/11; que revoga o § 4º do artigo 2º da lei estadual 9256/2009;

22.2). Adotar todas as medidas no sentido de advertir os eventuais

infratores destas normas sobre a proibição nela contida, bem como sobre a obrigatoriedade, caso persista na conduta coibida, de imediata retirada do local, se necessário mediante o auxílio de força policial, conforme previsão do Art. 3º da Lei Estadual nº 9.256/09;

22.3). Afixar em pontos de ampla visibilidade no estabelecimento,

de forma clara e ostensiva, cartazes ou similares com avisos sobre a proibição de fumar no local, informando nestes, os telefones e endereços do PROCON-MT e da Vigilância Sanitária Municipal nos ternos do Art. 2º, §3ºda Lei Estadual nº 9.256/09 com alterações da Lei Estadual nº 9552/11;

.

Robson de Castilho Ribeiro

(31)

CHECKLIST LOJAS DE MÓVEIS E ELETRODOMÉSTICOS

01. Manter afixado em suas dependências o nome, endereço e

telefone de Órgão Público de Proteção e Defesa do Consumidor: conforme o disposto no inciso VII do artigo 6º da Lei Federal nº 8.078/90 c/c artigo 1º da Lei Estadual nº 7.484/2001;

02. Emitir documentos fiscais com a inclusão do nome, endereço e

telefone do PROCON-MT, conforme o disposto no inciso VII do artigo 6º da Lei Federal nº 8.078/90 c/c artigo 1º da Lei Estadual nº 8569/2006;

03. Manter afixado em suas dependências, informações ao público

consumidor quanto às formas de pagamento aceitas, (exemplo: se aceita cheques, cartões de crédito e débito etc), as condições (exemplo: à vista, à prazo 30, 60 etc) e os critérios exigidos, (exemplo: se o estabelecimento consulta os Órgãos de Proteção ao Crédito SPC/SERASA e se exige um pré cadastro para pagamento efetuado à prazo com financiamento, ou cartões, ou cheques e quais os documentos necessários, ex: CPF, RG, comprovante de endereço, dentre outros), adotados pelo estabelecimento para pagamento; conforme o disposto no artigo 31 da Lei Federal nº 8078 de 11/09/90 c/c inciso I do artigo 13 do Decreto Federal nº 2181 de 20/03/97;

04. Disponibilizar ao público consumidor ao menos um exemplar do

Código de Defesa do Consumidor, conforme o disposto no artigo 1º da Lei Federal nº 12.291/2010;

(32)

05. Não ofertar ao público consumidor, na área de vendas, dentro

do estabelecimento, produto sem informações de seus preços, conforme o disposto no inciso III do artigo 6º e art. 31 da Lei Federal 8.078 de 11/09/90 c/c inciso I do artigo 13 do Decreto Federal nº 2181 de 20/03/97;

06. Ao expor à venda ao público consumidor produtos precificados

utilizando o código de barras, deverá observar os seguintes requisitos:

06.1. O código de barra deverá conter informações relativas ao

preço à vista, características(nome, quantidade e demais elementos que o particularizem) e código do produto, deverá estar a ele visualmente unida, garantindo a pronta identificação pelo consumidor, conforme o disposto no inciso III do artig 6º e artigo 31 da Lei Federal nº 8.078/90 c/c parágrafo único do inciso II do artigo 2º da Lei Federal nº 10.962 de 11/10/2004, o inciso I do artigo 13 do Decreto Federal nº 2181/97 e incisos I, II do § 3º do artigo 6º do Decreto Federal nº 5.903 de 20/09/2006;

06.2. Deverá disponibilizar equipamentos de leitura ótica para

consulta de preços pelo consumidor, localizado na área de vendas, conforme o disposto no inciso III do artig 6º e artigo 31 da Lei Federal nº 8.078/90 c/c artigo 4º da Lei Federal nº 10.962 de 11/10/2004, o inciso I do artigo 13 do Decreto Federal nº 2181/97 e artigo 7º do Decreto Federal nº 5.903 de 20/09/2006;

(33)

06.3. Os leitores óticos deverão ser indicados por cartazes

suspensos que informem a sua localização, conforme preceitua inciso III do artigo 6º e art. 31 da Lei Federal nº 8.078/90 c/c § 1º do artigo 4º da Lei Federal nº 10.962 de 11/10/2004, o inciso I do artigo 13 do Decreto Federal nº 2181/97 e § 1º do artigo 7º do Decreto Federal nº 5.903 de 20/09/2006;

06.4. Os leitores óticos deverão ser dispostos na área de vendas,

observada a distância máxima de quinze metros entre qualquer produto e a leitora ótica mais próxima, conforme preceitua inciso III do artigo 6º e art. 31 da Lei Federal nº 8.078/90 c/c § 1º do artigo 4º da Lei Federal nº 10.962 de 11/10/2004, o inciso I do artigo 13 do Decreto Federal nº 2181/97 e § 2º do artigo 7º do Decreto Federal nº 5.903 de 20/09/2006;

06.5. Deverá disponibilizar a esta fiscalização o croqui da área de

vendas com a identificação clara e precisa da localização dos leitores óticos e a distância que os separa, demonstrando graficamente o cumprimento da distância máxima de 15 (quinze) metros entre qualquer produto e a leitora ótica mais próxima, conforme preceitua inciso III do artigo 6º e art. 31 da Lei Federal nº 8.078/90 c/c § 1º do artigo 4º da Lei Federal nº 10.962 de 11/10/2004, o inciso I do artigo 13 do Decreto Federal nº 2181/97 e § 3º do artigo 7º do Decreto Federal nº 5.903 de 20/09/2006;

07. Não exigir dos consumidores tempo mínimo de abertura de

conta corrente para aceitação de cheques, para não contrariar os dispostos nos artigos 4º, III, 39,V e 51, IV todos da Lei Federal nº

(34)

8.078 de 11/09/90 c/c os artigos 12, VI e 22, IV do Decreto Federal nº 2.181 de 20/03/97 e artigo 1º da Lei Estadual 8.898 de 17/06/08;

08. Não praticar preços diferenciados entre o pagamento efetuado

com dinheiro e com cartão de crédito em uma única parcela, conforme o disposto no artigo 39, V da Lei Federal nº 8.078/90 c/c artigo 12, VI do Decreto Federal nº 2.181/97 e Nota Técnica DPDC/Ministério da Justiça nº 103/2004);

09. Não deverá cobrar Taxa de emissão de Carnês-TEC, nas

compras efetuadas com financiamento ou parcelamento, fato constatado através de para não contrariar o disposto no artigo 39,V c/c inciso VI do artigo 12 do Decreto Federal nº 2181 de 20/03/1997 e Nota Técnica DPDC do Ministério da Justiça nº 777/2005;

10. Deverá informar ao consumidor prévia e adequadamente, na

hipótese de financiamento ou parcelamento de seus produtos as informações discriminadas dos seguintes itens:

 do preço a vista do produto ou serviço;

 do valor total a ser pago com financiamento;

 do número, periodicidade e valor das prestações;

 dos juros mensal e anual; e

 dos acréscimos legalmente previstos.

Conforme o disposto nos artigos 6º, III e 52 da Lei Federal 8078 de 11/09/90 c/c parágrafo único do artigo 3º do Decreto Federal 5.903 de 20/09/2006;

(35)

11. O contrato de adesão utilizado para o financiamento dos seus

produtos deverá ser redigido com caracteres, cujo tamanho não poderá ser inferior ao corpo doze, contrariando o disposto no § 3º do artigo 54 da Lei Federal nº 8.078 de 11/09/1990.

12. Não expor à venda ao público consumidor, produtos com

informações das condições de pagamento com financiamento em cartazes, cujos tamanhos das letras/números não estão uniformes, para não contrariar o disposto no inciso III do artigo 6º da Lei Federal 8078 de 11/09/90 c/c inciso I do artigo 9º do Decreto Federal 5903 de 20/09/2006;

13. Não expor a venda ao público consumidor, produtos com

informações do preço apenas das parcelas, obrigando o consumidor ao cálculo do total, fato constatado através de um cartaz/etiqueta de preço utilizado para precificação de produto, para não contrariar o disposto no inciso III do artigo 6º da Lei Federal 8078 de 11/09/90 c/c inciso IV do artigo 9º do Decreto Federal 5.903 de 20/09/2006;

14. Deverá informar previa e adequadamente o Custo Efetivo Total

da operação a ser contratada, conforme o disposto no artigo 7º e §2º do artigo 20 da Lei Federal 8078/90 c/c alínea a do inciso IX do artigo 12 do Decreto Federal 2181 de 20/03/1997 e artigo 1º da Resolução 3.517 de 06/12/2007 do Banco Central do Brasil;

15. Não deverá expor à venda ao público consumidor, produtos com

(36)

tamanhos dos caracteres referentes as informações de preços não estejam uniformes, sendo que o destaque principal era dado ao valor das parcelas, para não contrariar os artigos 6º, inciso III e artigo 31 da Lei Federal nº 8078/90 c/c od artigos 13, inciso I do Decreto Federal nº 2.181/97 e artigo 9º, inciso I do Decreto Federal nº 5.903/06 que regulamenta a Lei Federal nº 10.962/2004. Fatos constatados através de cartazes promocionais utilizados para precificação de produtos;

16. Não deverá cobrar Taxa de Abertura de Crédito - TAC, nas compras efetuadas à prazo com financiamento ou parcelamento, fato constatado através de cartazes promocionais afixados nos produtos, conforme o disposto nos artigos 39, inciso V e 51 inciso IV e §1º incisos, I, II, III todos da Lei Federal nº 8.078/90 c/c artigos 12, VI e 22, IV do Decreto Federal nº 2.181/97;

17. Não cobrar taxa para cada fatura emitida nas compras

realizadas à prazo, com financiamento ou parcelamento, através, conforme o disposto os artigos 39, inciso V e 51 inciso IV e §1º incisos, I, II, III todos da Lei Federal nº 8.078/90 c/c artigos 12, VI e 22, IV do Decreto Federal nº 2.181/97, Nota Técnica nº 777 CGAJ/DPDC/2005;

18. Não expor à venda ao público consumidor produtos, com

informações que envolvem outorga de crédito ao consumidor, bem como deverá manter informados o valor total a ser pago com financiamento, os juros mensal e anual e o custo efetivo total, a saber, conforme o disposto nos artigos 6º, inciso III, artigo 31 e 52

(37)

incisos II, III e V da Lei Federal nº 8.078/90 c/c os artigos 13, inciso I do Decreto Federal nº 2.181/97 e artigo 3º, incisos I< II e IV do Decreto Federal nº 5.903/06 que regulamenta a Lei Federal nº 10.962/2004 e artigo 3] caput e parágrafo único da Resolução do BACEN nº 3.517/2007. Fatos constatados através de cartazes promocionais.

19. Não impor limites quantitativos para a compra de produtos

ofertados em promoção, conforme o disposto no artigo 39, inciso I da Lei Federal 8.078 de 1/09/1990.

20. Não praticar preços diferenciados para entre o pagamento com

cartão de crédito/débito (em uma única parcela) e o pagamento em dinheiro, não infringindo desta forma o disposto no art. 39,V da Lei n. 8.078/90;

21. Não impor limites mínimos para o pagamento em cartão de

débito ou crédito, não infringindo desta forma o disposto no art. 39, I da Lei n. 8.078/90;

22. Não praticar qualquer conduta abusiva vedada pela Lei 8.078/90

– Código de Defesa do Consumidor.

Robson de Castilho Ribeiro

(38)

CHECKLIST POSTO DE COMSBUSTÍVEIS

01. Manter afixado em suas dependências o nome, endereço e telefone de Órgão Público de Proteção e Defesa do Consumidor: Av Presidente Tancredo Neves n 5.659 – Antigo prédio do Fórum – Fone 3241 5152 Ramal 205, conforme preceitua o disposto no inciso VII do artigo 6º da Lei Federal nº 8.078/90 c/c artigo 1º da Lei Estadual nº 7.484/2001;

02. Emitir documentos fiscais ao consumidor com a inclusão do

nome, endereço e telefone do PROCON-MT conforme preceitua o disposto no inciso VII do artigo 6º da Lei Federal nº 8.078/90 c/c artigo 1º da Lei Estadual nº 8569/2006;

03. Manter afixado em suas dependências, informações ao

público consumidor quanto às formas de pagamento aceitas, (exemplo: se aceita cheques, cartões de crédito e débito etc), as condições (exemplo: à vista, à prazo 30 dias, 60 dias etc) e os critérios exigidos, (exemplo: se o estabelecimento consulta os órgãos de proteção ao crédito SPC/SERASA e se exige um pré cadastro para pagamento efetuado à prazo com financiamento ou cheques e quais os documentos necessários, ex: CPF, RG, comprovante de endereço, dentre outros), adotados pelo estabelecimento para pagamento; conforme preceitua o disposto no artigo 31 da Lei Federal nº 8078 de 11/09/90 c/c inciso I do artigo 13 do Decreto Federal nº 2181 de 20/03/97;

(39)

04. Disponibilizar ao público consumidor pelo menos um

exemplar do Código de Defesa do Consumidor em local visível, conforme preceitua o disposto no artigo 1º da Lei Federal nº. 12.291/2010;

05. Não ofertar ao público consumidor, na área de vendas,

dentro do estabelecimento, produtos sem as informações de seus preços, informando o preço à vista, conforme preceitua o disposto no inciso III do artigo 6º e art. 31 da Lei Federal 8.078 de 11/09/90 c/c inciso I do artigo 13 do Decreto Federal nº 2181 de 20/03/97;

05.1. Informar o preço à vista dos produtos ofertados ao

público consumidor, devendo, em caso de outorga ou concessão de crédito ou quaisquer acréscimos legais, ser previamente informado aos consumidores, conforme preceitua o disposto no inciso III do artigo 6º e art. 31 da Lei Federal 8.078 de 11/09/90 c/c inciso I do artigo 13 do Decreto Federal nº 2181 de 20/03/97;

05.2. Não ofertar ao consumidor produtos com divergências de

preços entre o aferido no caixa e o preço ofertado na gôndola/código de barra;

06. Não ofertar ao público consumidor produtos sem as

informações em língua portuguesa a respeito da origem, composição, quantidade e prazo de validade conforme

(40)

preceitua o disposto no artigo 6º, inciso III e artigo 31 todos da Lei Federal 8078 de 1990;

07. Exibir os preços dos combustíveis automotivos comercializados em painel com dimensões adequadas na entrada do posto revendedor, de modo destacado e de fácil visualização à distância, tanto ao dia quanto à noite, sendo que as dimensões e características do painel de preços deverão observar as seguintes especificações:

7.1. O painel de preços deve proporcionar boa visibilidade

mediante o emprego de letras e símbolos de forma, tamanho e espaçamento adequados, assegurando a percepção à distância, para leitura e rápida compreensão, pelo consumidor, dos preços dos combustíveis praticados no posto revendedor;

7.2 - O painel de preços deverá ainda ter as seguintes

características:

 Dimensões mínimas de 95cm de largura por 180cm de altura;

 Placa de polietileno de baixa densidade, chapa metálica pintada ou qualquer outro material a critério do revendedor varejista, desde que seja garantida a qualidade das informações contidas no painel. Para qualquer material utilizado, adotar proteção ultravioleta;

(41)

 Família tipográfica normal ou itálica, em negrito ou não, com altura e espaçamento compatíveis com as dimensões do painel de preços;

 Distância mínima de 15cm entre o texto e a borda do painel de preços; conforme preceitua o inciso VII e § 1º do artigo 10 e anexo da Portaria 116/2000 da ANP;

08. Identificar em cada bomba abastecedora de combustível

automotivo, de forma destacada, visível e de fácil identificação para o consumidor, o combustível comercializado, informando se o mesmo é comum ou aditivado, conforme preceitua o inciso IV do artigo 10 da Portaria 116 de 05/07/2000 da Agência Nacional do Petróleo;

09. O revendedor varejista deverá informar ao consumidor, de

forma clara e ostensiva, a origem do combustível automotivo comercializado, artigo 11 da Portaria 116 de 05/07/2000 da ANP.

09.1. O revendedor varejista poderá optar por exibir ou não a

marca comercial do distribuidor de combustíveis líquidos derivados de petróleo, álcool combustível e outros combustíveis automotivos.

09.2. Caso o revendedor varejista opte por exibir a marca

comercial do distribuidor de combustíveis líquidos derivados de petróleo, álcool combustível e outros combustíveis

(42)

automotivos, deverá vender somente combustíveis fornecidos pelo distribuidor detentor da marca comercial exibida.

09.3. Caso o revendedor varejista opte por não exibir a marca

comercial do distribuidor de combustíveis líquidos derivados de petróleo, álcool combustível e outros combustíveis automotivos, deverá identificar, de forma destacada e de fácil visualização, em cada bomba abastecedora, o distribuidor de combustíveis líquidos derivados de petróleo, álcool combustível e outros combustíveis automotivos fornecedor do respectivo combustível.

10. Manter no posto revendedor, o Livro de Movimentação de

Combustíveis - LMC, escriturado e atualizado, bem como as notas fiscais de aquisição dos combustíveis automotivos comercializados, conforme preceitua o inciso XIV do artigo 10 da Portaria 116 de 05/07/2000 da ANP;

11. Informar ao consumidor, de maneira adequada e ostensiva,

a respeito da nocividade, periculosidade e uso do combustível automotivo, conforme preceitua o inciso V do artigo 10 da Portaria 116 de 05/07/2000 da Agência Nacional do Petróleo;

12. Exibir em quadro de aviso, em local visível, de modo

destacado, com caracteres legíveis e de fácil visualização, as seguintes informações:

(43)

b) o nome do órgão regulador e fiscalizador das atividades

de distribuição e revenda de combustíveis: Agência Nacional do Petróleo - ANP;

c) o telefone 0800 900 267 do Centro de Relações com o

Consumidor - CRC da ANP, informando que a ligação é gratuita e indicando que para o CRC deverão ser dirigidas reclamações que não forem atendidas pelo revendedor varejista ou pelo (s) distribuidor (es);

d) o horário de funcionamento do posto revendedor.

O quadro de aviso deve proporcionar boa visibilidade mediante o emprego de letras e símbolos de forma, tamanho e espaçamento adequados, assegurando a percepção à distância, para leitura e rápida compreensão dos seus dizeres, pelo consumidor.

O quadro de aviso deverá ter as seguintes características:

I - Dimensões mínimas de 50cm de largura por 70cm de

altura;

II - Impressão eletrostática em vinil autoadesivo, placa de

polietileno de baixa densidade, chapa metálicas pintadas ou qualquer outro material a critério do revendedor varejista, desde que seja garantida a qualidade das informações contidas no quadro. Para qualquer material utilizado, adotar proteção ultravioleta;

III - cor de fundo a critério do revendedor varejista;

IV - família tipográfica normal ou itálica, em negrito ou não,

com altura e espaçamento compatíveis com as dimensões do quadro de aviso;

(44)

V - distância mínima de 5cm entre o texto e a borda do

quadro de aviso.

Conforme preceitua o inciso VIII e § 1º do artigo 10 e anexo da Portaria 116 de 05/07/2000 da Agência Nacional do Petróleo;

13. Funcionar, no mínimo, de segunda-feira a sábado, de 06:00

às 20:00 horas ou em outro horário que vier a ser estabelecido pela ANP; art. 10, inciso IX da Portaria 116/2000 da ANP;

14. Manter afixados placas orientando o consumidor sobre o

direito gratuito ao teste de qualidade dos produtos derivados de petróleo ofertados ao público consumidor, na área externa do posto, em local visível, de fácil acesso e linguagem simples e objetiva, preferencialmente próximo das bombas de abastecimento, contrariando o disposto nos artigos 1º e 3º da Lei Estadual nº 9007/08;

15. Não exigir dos consumidores tempo mínimo de abertura de

conta corrente para aceitação de cheques; artigos 4º, III, 39,V e 51, IV todos da Lei Federal nº 8.078 de 11/09/90 c/c os artigos 12, VI e 22, IV do Decreto Federal nº 2.181 de 20/03/97 e artigo 1º da Lei Estadual 8.898 de 17/06/08;

16. O Revendedor Varejista deve possuir e manter calibrados

em perfeito estado de funcionamento a Medida-padrão de 20 litros aferida e lacrada pelo INMETRO para verificação dos

(45)

equipamentos medidores quando solicitado pelo consumidor no ato do abastecimento.

17. Não expor à venda ao público consumidor produtos

impróprios para o uso e consumo (como por exemplo: produtos com o prazo de validade vencido);

18. Não praticar preços diferenciados entre o pagamento com

cartão de crédito/débito (em uma única parcela) e o pagamento em dinheiro, e a não impor limite mínimo para o pagamento em cartão de crédito e cartão de débito;

19. Garantir um ambiente livre de fumo em recintos coletivos

total ou parcialmente fechados em qualquer dos seus lados por parede, divisória, teto ou telhado, ainda que provisórios, onde haja permanência ou circulação de pessoas, na forma prevista no art. 2º e parágrafos da Lei Estadual nº 9.256/09 e art. 1º da Lei Estadual nº 9.552/2011.

19.1. Extinguir, caso existam, os locais específicos segregados

para fumar nos estabelecimentos (“fumódromos”), conforme o art. 3º da Lei Estadual nº 9552/11;

19.2. Adotar todas as medidas no sentido de advertir os

eventuais infratores destas normas sobre a proibição nela contida, bem como sobre a obrigatoriedade, caso persista na conduta coibida, de imediata retirada do local, se necessário

(46)

mediante o auxílio de força policial, conforme previsão do Art. 2º da Lei Estadual nº 9.259/09;

19.3. Afixar em pontos de ampla visibilidade no

estabelecimento, de forma clara e ostensiva, cartazes ou similares com avisos sobre a proibição de fumar no local, informando nestes, os telefones e endereços do PROCON-MT da Vigilância Sanitária Municipal, nos ternos do Art. 2º, §3º da Lei Estadual nº 9.259/09 com alterações da Lei Estadual nº 9552/11;

Robson de Castilho Ribeiro

Referências

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