Claudio C. Conti www.ccconti.com
O Big Bang
A teoria do Big Bang
não
descreve a expansão
da matéria no espaço ao longo do tempo, mas
a
expansão do próprio espaço e do tempo
.
Após o Big Bang
A suposição é de que todas as partículas não tinham massa logo após o Big Bang. Conforme o universo foi esfriando e a temperatura caiu abaixo de um valor crítico, um campo de força invisível chamada de "campo de Higgs" foi formado em conjunto com o "bóson de Higgs". O campo prevalece em todo o cosmos: as partículas que interagem com ele são dadas através de uma massa do bóson de Higgs. Quanto mais eles interagem, o mais pesado tornam-se, enquanto que as partículas que nunca interagem permanecem sem massa.
O que vemos
sem
a interação?
O nosso corpo
Se percebemos o
nosso corpo é
porque há
interação das
partículas com o
campo de Higgs.
A teoria do Big Bang não pretende explicar:
1.
O que motivou o Big Bang;
2.
O que existe além do horizonte cosmológico.
A gravidade
Não seria um “campo” gravitacional;
Mas a distorção do espaço e do tempo.
“A matéria diz ao espaço como se curvar e o
espaço diz a matéria como se mover.”
John Wheeler
Relação
matéria
Os fenômenos não são absolutos:
Tempo relativo;
Espaço relativo;
Massa relativa.
Os fenômenos dependem do observador.
Relação massa-energia
A variação da massa, do espaço e do tempo
também são funções de c
2;
Talvez possamos dizer que a velocidade da
Relação
matéria
Conceito Espírita
Fluido
Cósmico
Espírito
Matéria
Deus
Pela ação da vontade, o espírito opera na
matéria elementar uma transformação que lhe
confere determinadas propriedades;
Esta faculdade é inerente à natureza do Espírito
que, muitas vezes, a exerce de modo instintivo;
O Livro dos Espíritos
Questão 129
Os
objetos
que
forma
têm
existência
temporária;
Há formação e não criação, pois que do nada o
espírito nada pode tirar.
O Livro dos Espíritos
Questão 129
Conceito Espírita
Fluido
Cósmico
Espírito
Matéria
Deus
Tempo
Espaço
Forças
Energia
Etc.
Relação
matéria
espaço
matéria
energia
matéria
forças
matéria
tempo
O MUNDO DAS PARTÍCULAS
As várias séries estequiométricas e suas inter-relações com as partículas “elementares”
Modelo padrão das partículas
elementares
Graviton
Ainda não detectado
Átomos
Os átomos são formados por:
Nêutrons
Formados por quarks
Prótons
Formados por quarks
Elétrons
Series e partículas
Se considerarmos uma série estequiométrica para a
condição imediata a da Terra, teríamos:
Elemento hipotético A1 como limite inferior
Elemento hipotético A2 como limite superior Mantendo ainda a similaridade, teríamos:
QuarksA ElétronsA
O mesmo princípio seria aplicado para as várias
Series e partículas
Sob a ótica espírita, a matéria, mesmo a sutil, não é
elementar, mas composta, teríamos, então, que os quarks e elétrons nas várias condições também não seriam elementares. Pode-se, então, estabelecer partículas que formariam os diferentes quarks e elétrons nas várias condições: P1A, P1B, P1C, P1D...
Seguindo o mesmo raciocínio. Teríamos partículas cada
vez menores, ou mais sutis, até chegarmos ao fluido cósmico.
H---- Série Estequiométrica da Terra ----U Prótons, Nêutrons Elétrons Quarks “Moléculas” da Condição A
A1---- Série Estequiométrica da Condição A ----A2
PrótonsA, NêutronsA ElétronsA
QuarksA
“Moléculas” da Condição B
B1---- Série Estequiométrica da Condição B ----B2
PrótonsB, NêutronsB ElétronsB QuarksB “Moléculas” da Condição C FCU Séries est equio m étric as e s ua int er -relaç ão c om as part íc ulas “elem entares ”
FCU
Condição da Terra
Átomo Núcleo Quarks
Duplo etérico
Em decorrência da existência do duplo etérico,
pode-se postular uma região de permeio entre as diversas séries estequiométricas.
Nesta região de permeio a manifestação de matéria
não ocorreria de forma duradoura, isto é, seria uma faixa de transição em que as partículas da série imediatamente acima seriam “preparadas” para se manifestar.
Duplo etérico
Esta região de permeio também seria necessária para
não haver um ponto de contato entre duas séries adjacentes.
Desta forma, a interação entre estas séries somente
seria possível através de processos especiais (ex: mediunidade), mantendo, ambas, a estabilidade.
Tanto o duplo etérico quanto o laço fluídico são
seriam formados por partículas reais, mas partículas portadoras como os bósons.
Esta abordagem explicaria a “elasticidade” e a
“penetrabilidade” do laço fluídico na emancipação do espírito.
Partículas elementares
Graviton Ainda não detectado Laciton Partícula portadora do laço fluídicoCO-CRIAÇÃO EM PLANO MAIOR
As Inteligências Gloriosas tomam o plasma Divino e convertem-no em habitações cósmicas;
Obedecendo a leis predeterminadas, quais moradias que perduram por milênios e milênios, mas que se desgastam e se transformam;
O Espírito Criado pode formar ou co-criar, mas só Deus é o Criador de Toda a Eternidade.
FORÇAS ATÔMICAS
Toda essa riqueza de plasmagem ergue-se à base de corpúsculos sob irradiações da mente;
Sob orientação das Inteligências Superiores, congregam-se átomos e, sob a ação espiritualmente dirigida, se transformam na massa nuclear adensada de que se esculpem os planetas.
CO-CRIAÇÃO EM PLANO MENOR
Em análogo alicerce, as Inteligências humanas utilizam o mesmo fluido cósmico para a Co-criação em plano menor formando perispírito e corpo físico.
Na co-criação do universo, os espíritos responsáveis
estruturaram as leis químicas e físicas que o fluido “obedeceria”;
O Big Bang seria interpretado como a liberação das
leis no fluido;
As leis teriam sido liberadas na forma de
“pensamento”.
1. - Como é possível o conhecimento do futuro?
Compreende-se a possibilidade da previsão dos acontecimentos que devam resultar do estado presente; porém, não a dos que nenhuma relação guardem com esse estado, nem, ainda menos, a dos que são comumente atribuídos ao acaso. Não existem as coisas futuras, dizem; elas ainda se encontram no nada; como, pois, se há de saber que se darão? São, no entanto, em grande número os casos de predições realizadas, donde forçosa se torna a conclusão de que ocorre aí um fenômeno para cuja explicação falta a chave, porquanto não há efeito sem causa.
2. - Suponhamos um homem colocado no cume de uma alta montanha...
3. - Se, agora, sairmos do âmbito das coisas puramente materiais e entrarmos, pelo pensamento, no domínio da vida espiritual, veremos o mesmo fenômeno produzir-se em maior escala. Os Espíritos desmaterializados são como o homem da montanha; o espaço e a duração não existem para eles.
Mas, a extensão e a penetração da vista são proporcionadas à depuração deles e à elevação que alcançaram na hierarquia espiritual...
...Diante dele, os acontecimentos não se desenrolam sucessivamente, como os incidentes da estrada diante do viajor: ele vê simultaneamente o começo e o fim do período; todos os eventos que, nesse período, constituem o futuro para o homem da Terra são o presente para ele...
Para o Criador, o tempo não existe: o princípio e o fim dos mundos lhe são o presente...
5. -... durante o sono, como em estado de vigília, nos êxtases da dupla vista, a alma se desprende e adquire, em grau mais ou menos alto, as faculdades do Espírito livre. Se for um Espírito adiantado, se houver recebido, como os profetas, uma missão especial para esse efeito, gozará, nos momentos de emancipação da alma, da faculdade de abarcar, por si mesmo, um período mais ou menos extenso, e verá, como presente, os sucessos desse período.
8. - ... Para, portanto, gozar dessa percepção, não precisa o Espírito transportar-se a um ponto qualquer do espaço. Pode possuí-la em toda a sua plenitude aquele que na Terra se acha ao nosso lado, tanto quanto se achasse a mil léguas de distância, ao passo que nós nada vemos além do nosso horizonte visual. Não se operando a visão, nos Espíritos, do mesmo modo, nem com os mesmos elementos que no homem, muito diverso é o horizonte visual dos primeiros...
15. - ...O tempo, como o espaço, não pode ser avaliado senão com o auxílio de pontos de referências que o dividam em períodos que se contem.
90. O Espírito que se transporta de um lugar a outro tem consciência da distância que percorre ou é subitamente transportado ao lugar onde quer ir?
“Dá-se uma e outra coisa. O Espírito pode perfeitamente, se o quiser, inteirar-se da distância que percorre, mas também essa distância pode desaparecer completamente, dependendo isso da sua vontade, bem como da sua natureza mais ou menos depurada.”
5ª Onde foste buscar as flores e os confeitos que trouxeste para aqui?
“As flores, tomo-as aos jardins, onde bem me parece.”
6ª E os confeitos? Devem ter feito falta ao respectivo negociante.
“Tomo-os onde me apraz. O negociante nada absolutamente percebeu, porque pus outros no lugar dos que tirei.”
7ª Mas, os anéis têm valor. Onde os foste buscar? Não terás com isso causado prejuízo àquele de quem os tiraste?
“Tirei-os de lugares que todos desconhecem e fi-lo por maneira que daí não resultará prejuízo para ninguém.”
NOTA DE ERASTO. Creio que o fato foi explicado de modo
incompleto, em virtude da deficiência da capacidade do Espírito que respondeu. Sim, de fato, pode resultar prejuízo real; mas, o Espírito não quis passar por haver desviado o que quer que fosse...
13ª Como trazes o objeto? Será segurando-o com as mãos?
“Não; envolvo-o em mim mesmo.”
NOTA DE ERASTO. A resposta não explica de modo claro
a operação. Ele não envolve o objeto com a sua própria personalidade; mas, como o seu fluido pessoal é dilatável, combina uma parte desse fluido com o fluido animalizado do médium e é nesta combinação que oculta e transporta o objeto que escolheu para transportar...
14ª Trazes com a mesma facilidade um objeto de peso considerável, de 50 quilos por exemplo?
“O peso nada é para nós. Trazemos flores, porque agrada mais do que um volume pesado.”
NOTA DE ERASTO. É exato. Pode trazer objetos de cem ou
duzentos quilos, por isso que a gravidade, existente para vós, é anulada para os Espíritos. Mas, ainda aqui, ele não percebe bem o que se passa, A massa dos fluidos combinados é proporcional à dos objetos. Numa palavra, a força deve estar em proporção com a resistência; donde se segue que, se o Espírito apenas traz uma flor ou um objeto leve, é muitas vezes porque não encontra no médium, ou em si mesmo, os elementos necessários para um esforço mais considerável.
13ª Então, poderia também fazer uma substância alimentar? Suponhamos que tenha feito uma fruta, uma iguaria qualquer: se alguém pudesse comer a fruta ou a iguaria, ficaria saciado?
“Ficaria, sim; mas, não procures tanto para achar o que é tão fácil de compreender... Simplesmente, o Espírito dispõe de instrumentos mais perfeitos do que os vossos: a vontade e a permissão de Deus.”
14ª Os objetos que, pela vontade do Espírito, se tornam tangíveis, poderiam permanecer com esse caráter e tornarem-se de uso?
129. A teoria acima se pode resumir desta maneira:
1. O Espírito atua sobre a matéria; da matéria cósmica universal tira os elementos de que necessite para formar objetos que tenham a aparência dos diversos corpos existentes na Terra;
2. Pode, pela ação da sua vontade, operar na matéria elementar uma transformação que lhe confira determinadas propriedades;
3. Esta faculdade é inerente à natureza do Espírito – pode ser instintivo;
4. Os objetos que o Espírito forma têm existência temporária, subordinada à sua vontade ou a uma necessidade;
5. Pode fazê-los e desfazê-los livremente;
6. Aos olhos de pessoas vivas podem tornarem-se momentaneamente visíveis e até mesmo tangíveis;
7. Há formação; porém, não criação, atento que do nada o Espírito nada pode tirar.
Há em nós uma dupla vida, pela qual pertencemos às vezes a dois mundos, a dois planos de existência. Uma está em relação com o tempo e o espaço, como nós os concebemos em nosso meio planetário, com os sentidos do corpo: é a vida material; a outra, por meio dos sentidos profundos e das faculdades da alma, liga-nos ao universo espiritual e aos mundos infinitos. No decorrer de nossa existência terrestre, é sobretudo no estado de sono que essas faculdades podem se exercer e que os poderes da alma podem entrar em vibração. A alma mais uma vez se põe em contato com esse universo invisível que é sua pátria e do qual estava separada pela carne; ela se retempera no seio das energias eternas para continuar, quando desperta, sua tarefa dolorosa e obscura
V – A alma e os diferentes estados do
sono
O espírito adiantado possui fontes de sensações e de percepções infinitamente mais extensas, mais intensas do que as do homem terrestre. Nele, a clarividência, a clariaudiência, a ação a distância, o conhecimento do passado e do futuro coexistem numa síntese indefinível, que constitui, de acordo com a expressão de F. Myers: “o mistério central da vida”. Ao falar das faculdades dos espíritos de situação média, esse autor assim se exprime:
“O espírito, sem ser limitado pelo espaço e pelo tempo, tem um conhecimento parcial do espaço e do tempo. Ele pode se orientar, encontrar uma pessoa viva e segui-la à vontade. É capaz de ver no presente coisas que aparecem para nós como situadas no passado, e outras que estão situadas no futuro. O espírito tem conhecimento dos pensamentos e emoções dos amigos que se referem a ele.”
Chegar à TEORIA DA UNIFICAÇÃO;
Segundo o Espiritismo, reside no pensamento a gênese dos fenômenos físicos;
Portanto, talvez as respostas residam em considerar a ação mental dos espíritos;
Contudo, ainda precisamos avançar muito em conhecimento para equacionar as leis que regem o pensamento.