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Plano de trabalho/87 definido pela SEDAP

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CAPA

m s reuniões ao sem inário da S E D A P chegaram a ter 300 participantes.

Plano de trabalho/87

definido pela SEDAP

A

o ser criada, a Secretaria

de Administração Públi­

ca da Presidência da Re­

pública - SED AP/PR, absor­

veu o antigo Departamento

Adm inistrativo do Serviço Pú­

blico - DASP. Este D eparta­

mento, de reconhecidos servi­

ços prestados ao País, sofreu,

ao longo do tempo, um proces­

so de envelhecimento que aca­

bou levando a Adm inistração

Pública Federal a associar-lhe

uma imagem negativa caracte­

rizada, principalmente, p o r

uma postura altam ente carto-

rial, pela m orosidade e pela

inoperância. Com este legado,

o D A SP f o i absorvido pela re-

cém-criada S E D A P transmi­

tindo-lhe esta imagem desgas­

tada e comprometedora.

Diante desta situação, o M i­

nistro A luizio Alves determi­

nou a Secretaria Geral da

S E D A P que iniciasse um pro­

cesso de mudança capaz de re­

verter essa imagem, não só a

nível dos usuários dos serviços

públicos bem como a nível dos

órgãos e entidades da Adminis­

tração Federal.

Essa mudança teria que a-

branger todos os aspectos con­

ceituais, para que o objetivo

da Reforma Administrativa,

que avançou satisfatoriam en­

te no ano passado, tenha em

8 7 um franco e decisivo impulso.

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P ara dar início ao processo foi realizado, durante o més de janei- ro/87, nas dependências da F U N C E P , um seminário do planeja­ mento estratégico do qual participa­ ram, além do próprio M inistro, todos os dirigentes da SE D A P .

C ontando com apoio técnico tanto da S E M O R quanto da própria F U N C E P , o Secretário-G eral, G ileno M arcelino, coordenou o se­ minário que reuniu cerca de 30 diri­ gentes e assessores, durante o qual definiu-se a m issão estratégica obje­ tivos perm anentes da S E D A P , além dos seus program as e projetos priori­ tários para o exercício de 1987.

Durante o mês de fevereiro, foram realizados os sem inários de planeja­ mento setoriais, envolvendo as diver­ sas unidades integrantes da S E D A P . Em cada um a destas unidades, os sem inários foram conduzidos pelos respectivos dirigentes e contaram com a participação de cerca de 300 dos seus principais servidores e assessores técnicos.

O s resultados foram consolidados num docum ento que constitui o Plano de Trabalho da S E D A P para o ano de 1987.

A lu ízio a tiv a SE D A P

A ordem do M inistro Aluízio Alves foi a de estruturar a S E D A P , para levar a cabo a política da Refor­ ma A dm inistrativa, como instrum en­ to executivo do G overno Federal, a nível de Presidência da República.

Os objetivos da S E D A P foram bem definidos, e são simples e objeti­ vos. Como toda a reforma conceituai, a adm inistrativa mexe com pontos de vista e concepções enraizadas na adm inistração pública brasileira des- dfe os anos 30. O ptando pelo processo de m udança participativo e planeja­ do, o M inistro Aluízio Alves, propi­ ciou de fato que o D A S P fosse final­ mente substituído em sua antiga es­ trutura por uma secretaria mais mo­ derna, ágil e flexível.«

P ara isso, a S E D A P cum prirá os seguintes objetivos:

1.1. G eral:

Planejar, form ular políticas e dire­ trizes, coordenar e supervisionar os Sistem as de Pessoal Civil. Serviços G erais, M odernização A dm inistra­ tiva e D esburocratização.

1.2. Específicos

Prom over condições necessárias à im plantação da Reforma da A dm inis­ tração Pública Federal.

Form ular, acom panhar, e avaliar

CAPA

300 executivos foram

à Funcep para debate

profundo da proposta

de reformulação da

Sedap, através de

um método pioneiro

de planejamento. Os

grupos de discussão

foram distribuídos

para apresentação de

sugestões efetivas

de novas políticas.

as políticas dos Sistemas de Pessoal Civil, Serviços G erais, M oderniza­ ção Adm inistrativa e D esburocra­ tização.

E laborar e propor novas políticas, diretrizes, norm as e procedimentos referentes a desenvolvim ento de re­ cursos hum anos.

Planejar, coordenar, acom panhar e avaliar ações para a efetiva m oder­ nização e desburocratização da adm inistração pública.

Planejar, im plantar e acom panhar a padronização de procedim entos re­ lativos à utilização de m aterial, equi­ pam entos e instalações.

Prom over a execução da política referente à construção, aquisição, distribuição, alienação e adm inistra­ ção de unidades residenciais, de pro­ priedade da União.

Buscar a contínua m elhoria dos padrões de funcionam ento da A dm i­ nistração Pública Federal.

E studar e propor rem uneração adequada aos servidores (técnicos e àdm inistrativos) da A dm inistração Pública Federal e prom over a valori­ zação do servidor público.

A r ticu la ç ã o com GERAP

A par desses esforços, o M inistro Aluízio Alves mantém um canal de com unicação perm anente com seus colegas de M inistério que integram o G E R A P (G rupo Executivo da R e­ forma A dm inistrativa). Com a substi­ tuição do M inistro João Sayad pelo M inistro Anibal T eixeira, a S E P L A N passa a ter um a nova re­ presentação no G rupo, que ainda conta com os M inistros Dílson Funa- ro. M arco M aciel e Alm ir Pazzia- notto.

A nível de secretaria-executiva, o G E R A P tem operado com base em

constantes trocas de informações entre os com itês técnicos. P ara m an­ ter o espírito da Reforma Adm inistra­ tiva com o um a perm anente preo­ cupação do governo com o um todo, o M inistro Aluízio Alves, em outubro de 86, com eçou a reunir o G E R A P de forma a intensificar as ações de reform ulação nos ministérios. A to­ dos os órgãos ministeriais foram enviadas duas instruções norm ativas, uma sobre estrutura física e adm inis­ trativa, outra sobre pessoal, estoques, imóveis e bens móveis, para que os ministérios enviassem de volta suas propostas de reform ulação ao G E R A P . Em janeiro último, o M i­ nistro enviou aviso aos ministérios reiterando àqueles que ainda não haviam encam inhado suas propostas que o fizessem logo. Hoje, o G E R A P já recebeu proposta de todos os M i­

nistérios civis, seja respondendo exa­ tam ente nos moldes das duas instru­ ções norm ativas, seja solicitando ao G E R A P um pouco mais de tem po para a discussão e renegociação in­ ternas.

A realidade eloqüente é a de que todo o ministério da N ova República já está conscientizado para o progra­ ma de Reform a A dm inistrativa, ade­ rindo ao esforço de reorganização estrutural do govem o. O M inistro Aluízio Alves participou ainda como assessor direto do Presidente da R e­ pública na recente reform ulação da S E P L A N , com a substituição de seu m inistro titular, e nesse processo co­ locou em prática m uitas das conclu­ sões a que a cúpula do G E R A P já havia chegado.

P r o je to s P rio ritá r io s:

1. A n te p r o je to d e Lei O rgâ­ n ica d a A d m in istra çã o P ú b li­ ca F ed era l

T rata-se de proposta de estabele­ cim ento'de norm as fundam entais pa­ ra a A dm inistração F ederal, referen­ tes à ordenação de sua estrutura bási­ ca e de seu funcionamento.

Por outro lado, pretende-se que a adoção da Lei O rgânica contem po­ rânea ao estágio de desenvolvim ento do País delimite e defina o papel das em presas governam entais e sua atua­ ção de áreas preestabelecidas, com o fito de conduzi-las ao cum prim ento de seus fins públicos, entre os quais se incluem, não só os de suplem entar, com o os de favorecer a participação da iniciativa privada na econom ia na­ cional.

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2 . R e a liz a ç ã o d e E n co n tro s, C o n g r e s s o s e Fórum d e D e b a t e s S o b r e a R efo rm a A d m in istra tiv a

- Planejam ento, programação, a- com panham ento e avaliação de en­ contros, congressos e fórum voltados para apoiar ou debater ações ligadas à Reforma da A dm inistração Pública Federal.

3 . D e s e n v o lv im e n to d e A lto s E stu d o s d e P o lític a s P ú ­ b lic a s

O M inistro Aluízio Alves instituiu o G rupo de Estudos de Políticas Públi­ cas, para desenvolver, junto à S E D A P , um corpo de idéias que serão transform adas em contribui­ ções efetivas do setor público da adm inistração aos constituintes. In­ tegram o grupo o diplom ata José M aria Vilar de Q ueiroz, o presidente da E N A P , N ilson H ollanda, o cien­ tista político W alder de G oés, e o ex- deputado o jornalista Sebastião N ery, o secretário-executivo do Pro­ grama N acional de D esburocratiza- ção, Célio F rança, e o professor Paulo M ota. A s reuniões do G rupo estão sendo realizadas todas as 4?s feiras, no edificio-sede da S E D A P .

4 . E la b o ra ç ã o d o s S is t e m a s d e C arreiras

F acultar a todos os servidores acesso, através do Sistema do M éri­ to, às carreiras de níveis médio e su­ perior, e às funções de confiança que até determ inado nível hierárquico se­ riam privativas dos servidores públi­ cos federais.

CAPA

O ministro da Sedap

deu toda a autonomia

para a apresentação

de idéias e novas

fórm ulas de ação com

vistas à elaboração

do calendário de 87

para a Reforma. As

sugestões dos grupos

foram condensadas no

estudo final, que o

ministro aprovou.

5 . A s s is t ê n c ia T écn ica a o s E sta d o s e M u n icíp io s

Consiste em planejar, programar, acom panhar e avaliar program as ou projetos de assistência técnica, na área de m odernização adm inistrati­ va, desencadeadas a nível de Estados e Municípios.

6 . S e r v iç o N a cio n a l d e P r o ­ t o c o lo - SENAPRO

O S E N A P R O tem com o objetivo planejar, regulam entar, coordenar, supervisionar e controlar a elabora­ ção de registro, a tram itação, a mo­ dernização, m ovim entação, a expe­ dição e o arquivam ento de processos e docum entos. Utilizando-se um a sis­ tem ática de num eração única de pro­ cessos, faz o registro e o acom pa­ nham ento de processos adm inistrati­ vos, fornecendo informações básicas para a sua localização tais como:

nome do interessado, número do processo, data de cadastram ento, órgão responsável, assunto, órgão em que se encontra no m omento e res­ ponsável pelo órgão. A tualm ente, o S E N A P R O acom panha cerca de 5.500.000 processos que se encon­ tram registrados, em O sasco/SP e que deram entrada no M inistério da F azenda ou na Secretaria de A dm i­ nistração Pública/PR .

A tualm ente o sistema pode res­ ponder a consultas dos usuários atra­ vés de:

-te le fo n e (som ente na S E D A P / PR) - terminal - terminal de telex - relatórios impressos - relatórios em microfichas 7. C en tra l d e V e íc u lo s O fi­ c ia is -

c.v.o.

Com pete à C.V.O. planejar, coor­ denar e com andar operacionalm ente o uso dos Veículos Oficiais de Servi­ ço, com a finalidade de atender as dem andas de rotina dos M inistérios e A utarquias em Brasília.

8 . M ala O fic ia l - M.O.

O Serviço de M ala Oficial tem a finalidade de planejar e prom over a execuçáo das atividades de circula­ ção de docum entos e expedientes entre os órgãos da Adm inistração Federal D ireta e A utárquica, loca­ lizados em Brasília.

9 . R a c io n a liz a ç ã o d e C om ­ p ra s

Será criado um catálogo único para listar o m aterial perm anente da adm inistração pública, de m odo a que se tenha um perm anente guia dos m ateriais necessários, e se evite mal­ versação de recursos com formação de estoques incompatíveis com as carências adm inistrativas.

1 0 . Im p la n ta çã o d o S is te m a d e A u d ito ria d e P e s s o a l

O objetivo será identificar os re­ cursos hum anos ociosos na área da adm inistração pública federal, tendo em vista, relocar servidores que este­ jam ociosos para outras áreas onde sua advidade é requerida. A redistri- buição de pessoal tam bém será se­ guida de um rem anejam ento de recur­ sos m ateriais e equipam entos que estejam supérfluos em alguns órgãos em detrim ento de outros em que haja insuficiência desses recursos. A duas auditorias funcionarão sim ultanea­ mente, com o um a espécie de caixa de

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No sem inário da S E D A P , o Ministro Alufzio Alves co nduziu os trabalhos ao lado do Secretário-Geral G ile n o Fer­ nandes M arcelino (à sua esquerda) e do Presidente da F U N C E P , Paulo Catalano.

trocas entre órgãos carentes de recur­ sos hum anos e m ateriais e outros em que exista abundância desses meios.

1 1 . P la n o D ir e to r d e In fo r­ m ática d a S E D A P /P R

D estinado à revisão dos atuais sistem as de informações da S E D A P bem como ao planejam ento, progra­ m ação e acom panham ento da im­ plantação de novos sistem as de in­ formações.

1 2 . C a d a stro N a c io n a l d o P e s s o a l C ivil - CNPC

O C N P C conterá registro atuali­ zado dos servidores civis da A dm inis­ tração Federal, como dos inativos e pensionistas do Tesouro N acional, visando à sistem atização de inform a­ ções necessárias à execução da polí­ tica de pessoal e sua compatibili- zação com a política econòmico- financeira.

Estendem -se com ponentes da A dm inistração Federal, além dos órgãos públicos, das autarquias, em ­ presas públicas e sociedades de eco­ nomia m ista, as respectivas subsidiá­ rias, e as fundações sob supervisão ministerial.

1 3 . A lte r a ç ã o da L e g isla ç ã o q u e R e g u la m e n ta a O cu ­ p a ç ã o d o s Im ó v e is F un­ c io n a is

- C r i a r o apartam ento de repre- tação vinculado ao cargo e não ao funcionário que o ocupa.

- Proibir a utilização de imóvel funcional por funcionário que seja proprietário de imóvel no D .F ., excetuando-se os M inis­ tros de E stado, M inistros dos T ribunais e ocupantes de cargos com nível maior ou igual a DAS-4, desde que utilizem imóvel de re­ presentação. - Revogar a súmula 157 do T F R . 1 4 . R e fo r m u la ç ã o d o S i s t e ­ m a d e C o n s e r v a ç ã o , F is­ c a liz a ç ã o e M a n u ten çã o d o s Im ó v e is F u n c io n a is

A idéia de descentralizar a con­ servação, a fiscalização e a m

anuten-A missão estratégica

da S E D A P fo i o tema

n.° 1 para o debate,

sob a questão: dotar

o. Poder Executivo de

uma estrutura ágil e

eficiente. Isso, para

a consecução de seus

objetivos de Governo.

Foram exam inados os

diversos pontos de

cada questão dada.

ção de imóveis funcionais atribuin­ do-as às associações de m oradores ou às prefeituras das superquadras.

1 5 . R eestru tu ra çã o d a F uncep

T endo em vista a im plantação de uma política m oderna de recursos hum anos, para o G ovem o, a F U N C E P ampliou sua base de ação com o m atriz de todo o processo de form ação e treinam ento de quadros governam entais, desdobrando seu objetivo inicial pela E N A P e pelo C E D A M , e m antendo-se com o ó r­ gão difusor central dessas políticas.

1 6 . Im p la n ta çã o d a ENAP

A E scola N acional de A dm inis­ tração Pública - E N A P , destinar-se-à, basicam ente, a planejar, promover, coordenar e avaliar as atividades de form ação, aperfeiçoam ento e profis­ sionalização do pessoal civil de nível superior da A dm inistração F ederal. A E N A P integrará a estrutura da F undação C entro de F orm ação do Servidor Público - F U N C E P , vin­ culada à S E D A P /P R .

1 7 . Im p la n ta çã o d o CEDAM

O C entro de D esenvolvim ento da A dm inistração Pública - C E D A M terá com o principal objetivo o de planejar, prom over, coordenar e ava­ liar as atividades de treinam ento dos servidores civis federais. O C E D A M integrará a estrutura d a F U N C E P .

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1 8 . C o m u n ica çã o S o b r e a R efo rm a A d m in istra tiva

O tem a “ reforma adm inistrativa” é considerado bastante insípio, pouco atrativo, tanto pela Im prensa como para o cidadão comum, acostum ado a encarar o serviço público como o reino d a burocracia. P ara superar esse quadro propusemos um traba­ lho de divulgação e de relações pú­ blicas intenso e constante, para tor­ nar o tem a compreensível, a ponto de envolver o universo a ser atingido. Assim , o trabalho da Coordenadoria de C om unicação Social deverá estar voltado para despertar o interesse da opinião pública e, principalm ente, dos servidores públicos.

1 9 . C o o p e r a ç ã o T é c n ic a In­ te r n a c io n a l

U m a forma nova de ação refor­ m ista no cam po da adm inistração pública é a intensificação da coo­ peração com organismos externos. Já foi aprovado um convênio de coope­ ração técnica com a F rança, e está em desenvolvimento um outro, com o C anadá. Com as N ações Unidas está sendo m ontado um amplo program a de cooperação no âm bito da for­ m ação de quadros para o governo fe­ deral. Venezuela, Argentina e U ru­ guai estão nas próxim as etapas para a celebração desses convênios de alto interesse para a adm inistração.

2 0 . R e e s tr u tu r a ç ã o da S E D A P /P R

O Regim ento Interno disporá so­ bre a organização das unidades inte­ grantes da estrutura básica da S E D A P /P R , criada pelo D ecreto n.° 3.211, de 3 de setem bro de 1986.

M in istro d e s c e n tr a liz a

C om o objetivo de descentralizar ao m áxim o os objetivos da Reforma A dm inistrativa do G overno Federal, o M inistro Aluízio Alves está esta- Ijelecendo contatos com todos os se­ cretários de adm inistração indicados

íelos governadores recém -em possa- dos, para criar o C onselho de Secre­ tários de A dm inistração, que terá a sua reunião inicial em Brasília no próxim o mês de maio.

Esse Conselho dissem inará pelos Estados as diretrizes da Reforma A dm inistrativa, e o espírito da for­ mação e do treinamento de quadros para o setor público.

Presidindo o Conselho dos Secre­ tários de Adm inistração, o M inistro Aluízio Alves difundirá os trabalhos que já vêm sendo desenvolvidos pela S E D A P , tendo em vista buscar o apoio da F ederação para tomá-los também uma realidade nos Estados. O M inistro dará informações preci­ sas sobre os planos de im plantação da E N A P , cujo primeiro vestibular des­ tinado a quadros de elite do serviço público está prestes a ser marcado. O S E D A M será tam bém explicado aos secretários em termos da possibilida­ de de convênios para treinam ento de pessoal administrativo.

CAPA

Tirar o consenso do

grupo f o i a grande

preocupação. Todos os

integrantes de grupos

debateram as questões

com interesse em agir

sobre pontos fracos e

pontos fortes de cada

objetivo apresentado.

No fin al, a soma de

propostas revelou um

notável consenso.

L ig a çã o co m a C o n s titu in te

O M inistro-Chefe da S E D A P está dando toda atenção as contribuições do setor público da adm inistração à Assem bléia N acional Constituinte. C om o ex-constituinte de 46, Aluízio Alves está interessado em abrir o m áximo de participação das co­ missões que tratarão das leis para o serviço público brasileiro, especial­ mente para carreira do funcionário público, em todas as decisões a serem tom adas pela S E D A P . N ã o só o grupo de políticas públicas estará elaborando estas sugestões aos cons­ tituintes, através de reuniões sistem á­ ticas, m as tam bém o M inistro deter­ minou a criação na F U N C E P da

D iretoria de Projetos Especiais, que coordenará estudos detalhados para am pliar o raio de alcance das con­ tribuições institucionais do setor público.

P ara isso, foi proposta uma altera­ ção no organograma da F U N C E P , a fim de torná-la mais ágil com essa m udança.

P rogram a d e co m u n ic a ç ã o

1987 será um ano fundamental para a Reforma Adm inistrativa do G overno, e para isso a com unicação social será um instrumento indispen­ sável para alcance das metas contidas nos program as de ação anteriormente descritos. O M inistro Aluízio Alves determ inou um amplo esforço de co­ municação, integrado ao espírito da política de com unicação social que vem sendo instituído pela Secretaria de C om unicação Social da Presidên­ cia da República, com o objetivo de alcançar racionalidade, eficiência e m elhor aproveitam ento dos recursos. N a S E D A P , está sendo implantado um projeto de marketing e com unica­ ção, cujos objetivos serão:

1. A m pliar e consolidar espaços para desenvolvimento dos program as e projetos da Reforma Adm inistra­ tiva.

2. Relançar planejamento da Refor­ ma, situando S E D A P na vanguar­ da do processo.

3. C riar pólos de irradiação e reper­ cussão em torno de tem as de alto interesse social e político, desen­ volvidos sob a coordenação do G rupo de Estudos de Políticas Públicas.

4. O ferecer suporte aos eventos pro­ gram ados pelos diversos órgãos que integram a S E D A P , voltados para as questões da Reforma Adm inistrativa.

5. Divulgar ações e projetos da Reforma.

6. C riar um a consciência de Re­ forma junto aos dois eixos-alvo do Programa: os funcionários públi­ cos e a sociedade, fazendo com que esta se transform e, pelo escla­ recim ento, em vigoroso meio de pressão a favor das idéias da Reforma.

A R E V IS T A D O SE R V IÇ O P Ú ­ B LICO e o JO R N A L D A R E ­ F O R M A continuarão a ser os veí­ culos básicos de im prensa para a difusão das teses e do noticiário sobre a reforma.

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