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Renda Fixa fecha outubro com retirada líquida

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Academic year: 2021

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Fundos de Investimento

MUTUAL FUNDS 2013 2014 2015 2016 2017 44,6% 10,6% 17,3% 6,3% 21,2%

COMPORTAMENTO DA INDÚSTRIA DE FUNDOS

Patrimônio Líquido Em Outubro Mercado Domésco Captação em 12 meses (em R$ bi)

76,6 00 20 40 60 80 100 120 140 160 180 200 2018 Outubro 260

Renda Fixa fecha outubro com retirada líquida

-6,0 -4,0 -2,0 0,0 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0 CAPTAÇÃO LÍQUIDA POR

CATEGORIA NO MÊS DE OUTUBRO

Em R$ Bilhões |Outubro de 2018

-8,0 -10,0

-12,0 12,0

E

m outubro deste ano, a indústria de fundos de investimento registrou captação líquida de R$ 6,361 bilhões. Nos primeiros dez meses de 2018, a indústria de fundos registrou captação líquida total de R$ 76,598 bilhões.

No décimo mês do ano o destaque ficou para Multimercados, com entrada líquida de R$ 1,490 bilhão, seguido de Previdência, com R$ 1,4,64 bilhão. ETF fechou outubro com R$ 1,231 bilhão. Em termos de saída líquida de recursos, a categoria Renda Fixa apresentou saldo negativo de R$ 252 milhões. Além dela, Cambial também fechou o décimo mês do ano com retirada líquida: R$ 453 milhões.

Nos primeiros dez meses do ano, a liderança, em termos de captação líquida, ficou para Multimercados, com R$ 42,672 bilhões. Logo após vem Ações, que atingiu R$ 19,659 bilhões. Em termos de saída líquida, o resultado entre janeiro e outubro apontou Renda Fixa na liderança do ranking com R$ 3,510 bilhões. Apenas Renda Fixa e FIP registram retirada líquida acumulada em 2018.

Em 12 meses, o destaque em entrada líquida fica para a modalidade Ações, com R$ 50,110 bilhões, seguida de Multimercados, com R$ 30,834 bilhões.

Em termos de rentabilidade, para o mês de outubro, em Renda Fixa destacou-se Renda Fixa Duração Alta Soberano com variação de 5,35%.

Entre os fundos de Ações, houve algumas altas de dois dígitos no décimo mês do ano, caso de Valor/Crescimento, com elevação de 13,26%. Em Multimercados, alta de 5,17% em Long and Short Direcional. Na categoria Previdência, o tipo Previdência Ações registrou alta de 10,16% em outubro.

Nos primeiros dez meses de 2018, a liderança em termos de rentabilidade fica para Ações FMP-FGTS com 59,66%. Em Renda Fixa destaque para Renda Fixa Duração Alta Soberano, que registrou variação de 11,09%. Em Multimercados destaque para Long and Short Direcional, com alta de 11,54%. Previdência Ações é destaque em sua categoria com crescimento de 13,10% entre janeiro e outubro. Em 12 meses, o fundo de maior rentabilidade no geral é Ações FMP-FGTS, com alta de 78,34%.

O patrimônio líquido da indústria de fundos chegou, em outubro deste ano, a R$ 4,555 trilhões, considerando os fundos Off-Shore, variando 9,78% frente ao mês anterior.

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Seguros

INSURANCE

JAN a SET JAN a SET

2017 2018 25.056 10.016 5.112 2.809 2.226 2.864 1.160 3.883 53.126 26.703 10.894 3.968 2.995 2.529 3.145 1.271 4.666 56.171 6,6 8,8 -22,4 6,6 13,6 9,8 9,5 20,2 5,7 2017 2018 (Set.) 15,558 Em % | Setembro 2018 12,4 29,4 22,0 13,0 7,3 6,7 5,6 3,6

Acumulação tem queda acumulada

na captação

D

e acordo com a FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais), no total dos nove primeiros meses de 2018 foram distribuídos R$ 52,202 bilhões em prêmios diretos entre os ramos elementares dos seguros, alta de 5,7% frente ao mesmo período do ano passado, neste caso, incluindo o DPVAT.

A categoria de melhor desempenho é Automóvel, com uma distribuição de R$ 26,703 bilhões entre janeiro e setembro, alta de 6,6% frente ao mesmo período do ano passado e participação de 51,2% no total distribuído (mix calculado sem o DPVAT). Na sequência, vem Patrimonial com R$ 10,894 bilhões, uma alta de 8,8% e com participação de 20,9%.

Com relação ao DPVAT, sem a sua inclusão, a alta na distribuição dos prêmios diretos ficaria em 8,7%. A categoria apresenta um resultado acumulado nos três primeiros trimestres de 2018 de R$ 3,968 bilhões queda de 22,4% na comparação com o resultado do mesmo período de 2017.

A maior variação no ano é da categoria Riscos Especiais, com alta de 121,2% frente ao ano passado, atingindo R$ 536 milhões em prêmios. Outros ramos também registraram alta de dois dígitos entre janeiro e setembro, casos de Microsseguros de Danos, Rural e Transportes.

Terceira maior categoria em termos de participação, com 6,0% do total dos prêmios distribuídos, Riscos Financeiros registraram alta de 9,8% até setembro, fechando o período com R$ 3,145 bilhões.

Em 2017, o mercado fechou com R$ 70,820 bilhões em prêmios, o que significou uma alta de 1,8%. A projeção, para este ano, é de uma alta de 5,0%, incluindo o DPVAT.

DADOS DA FENACAP

De acordo com a Federação Nacional de Capitalização (Fenacap), a receita do setor de capitalização alcançou R$ 15,557 bilhões até setembro deste ano, alta de 2,6% em relação ao registrado no mesmo período de 2017. As provisões técnicas chegaram R$ 29,342 bilhões, alta de 2,2%.

Por empresa, em setembro, a liderança em receita ficou para o Bradesco, com R$ 4,576 bilhões e participação de 29,4% no mercado. A seguir, o Brasilcap, com R$ 3,426 bilhões e 22,0% de participação. Com relação às provisões técnicas, a liderança ficou com a Brasilcap, com R$ 9,382 bilhões, seguida do Bradesco, com R$ 8,021 bilhões.

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Vendas do Comércio

RETAIL SALES -2,0 0,0 2,0 4,0 6,0 8,0 -1,5 -0,5 0,5 1,5 2,5 0,8 2,0 2,9 3,1 3,6 6,2 6,0 2,6 4,0 3,1 1,5 8,0 2,7 -1,0 0,1 4,0 0,6 1,6 -0,3 -0,9 -0,6 0,8 0,9 -0,5 0,0 0,9 1,1 0,8 -1,2 -0,2 1,4 -0,4 -1,3 2,0 Jun. 2017 Jul. Ago. 2018

Variação mensal (base: igual mês do ano anterior) Variação mês / mês anterior com ajuste sazonal

Set. Out. Nov. Dez. Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set.

Natal promete ser de boas vendas

A

pós um desempenho satisfatório no Black Friday, a expectativa do varejo para o Natal é bastante otimista. A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) espera uma injeção de R$ 53,5 bilhões no setor durante as festas de fim de ano. A estimativa agradou, pois tivemos um ano complicado, em um ambiente de incertezas com eleições, crise econômica e greve dos caminhoneiros. As vendas da penúltima data comemorativa do ano cresceram 2,2%, após uma alta de 2,7% no ano passado. Cabe lembrar que a data vinha de duas quedas significativas nos dois anos anteriores (2015 e 2016).

Passada a turbulência, e com a melhora gradual do nível de emprego, o consumidor tem ficado mais confiante e projeta ir mais às compras no Natal. Cabe ressaltar que o bom desempenho do Black Friday em uma época muito próxima ao Natal não inviabiliza os resultados do final do ano, uma vez que o foco do Black Friday é mais em eletroeletrônicos e outros bens de consumo duráveis, produtos de maior valor agregado e que tem bons descontos. Já o Natal foca mais em produtos como roupas e perfumes.

A expectativa é de que as vendas no Natal possam crescer entre 3,5% e 4,0%, um pouco acima do registrado nas outras datas comemorativas do ano, à exceção do dia das Mães que apresentou alta de 4,0% segundo o Boa Vista SPC.

CNDL DIVULGA DADOS DE INADIMPLÊNCIA

A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o SPC divulgaram os números para a inadimplência do consumidor em outubro, indicando uma alta 4,4% no número de inadimplentes no país frente ao mesmo período do ano passado. A alta é a 13ª em sequência. No total são 62,89 milhões de brasileiros inadimplentes, ou 40,9% da população adulta. Na comparação com setembro, houve uma alta de 0,85%.

Nos dados regionais, frente ao mesmo mês do ano passado, a alta mais significativa continuou sendo no Sudeste: 13,30%. O Norte é onde a população com idade adulta mais está inadimplente: 48,5% do total, ou 5,86 milhões de

pessoas. O Nordeste tem 17,42 milhões de pessoas negativadas, ou 42,9% da população adulta.

Em termos de idade, a faixa entre 30 e 39 anos possui a maior porcentagem de pessoas inadimplentes, chegando a 17,87 milhões, ou 51,91% da população dessa faixa. Na faixa entre 25 e 29 anos, a porcentagem de inadimplentes alcança 45,32%, ou 7,7 milhões de pessoas. Com relação aos idosos, essa categoria atingiu um total de 5,5 milhões de inadimplentes entre 65 e 84 anos, ou 32,7% do total.

CONFIANÇA ACELERA

O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec) cresceu 4,4% em outubro na comparação com o mês anterior, sendo o quarto aumento consecutivo. Frente ao mesmo mês do ano passado, a alta foi de 9,3%. Ao alcançar 110,6 pontos, estando acima da média histórica de 107,7 pontos, o índice atinge o seu maior valor desde outubro de 2014, quando ficou em 112,0 pontos. No ano, o Inec registra alta de 12,5%.

De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), os dados mostram que a confiança do consumidor está melhorando na medida em que melhoram as suas expectativas em relação ao emprego, à renda e aos indicadores econômicos, sobretudo inflação.

DEMANDA DO CONSUMIDOR POR CRÉDITO

De acordo com o Serasa, a demanda do consumidor por crédito cresceu 5,7% em outubro na comparação com o mesmo mês de 2017. Frente ao mês de setembro houve alta de 5,8%. Nos primeiros dez meses do ano a alta registrada foi de 8,3%. Em 12 meses o crescimento ficou em 8,0%.

Na análise por renda em outubro, das seis faixas analisadas, as três de menor abrangência registraram alta, com destaque para o crescimento de dois dígitos na faixa até R$ 500; nas três de maior renda foram registradas desacelerações. Na comparação com agosto, alta generalizada. Entre janeiro e outubro, a faixa até R$ 500 registrou alta de 25,5%. As demais também apresentaram alta, sendo importante destacar que

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Vendas do Comércio

RETAIL SALES

-2,2 Variação do volume por ramo de atividade, em Setembro

2017 2018 0,4% 1,2% 11,0% 1,9% 0,8% -2,2% 3,9% -1,6% -5,0% -16,5% 6,2 SC 4,3 RN 3,6 ES 2,6 RS 2,3 2,2 0,2 -3,8 -5,0 -5,1 0,1 -0,5 -0,8 -0,8 -5,9 -1,3 -1,3 0,9 PA 5,5 8,1 6,6 -0,2 4,6 2,6 3,3 1,6 DF MT PI RR RJ MA TO

Nov. Dez. Jan. Fev. 7,1 1,2 4,1 5,4 -2,5 -3,2 2,9 Jul. 7,6 CE PE AL AP -1,9 -2,1 -1,4 PB SE MG SP AM BR MS RO AC GO BA PR Abr. Mai.

Mar. Jun. Ago.

4,1 Set. *Varejo Ampliado

na medida em que as faixas de renda aumentam, a aceleração vai ficando menor. Em 12 meses, o cenário também é de crescimento generalizado, sendo, para a faixa até R$ 500, a alta foi de 26,4%.

Por região, em outubro frente ao mesmo mês de 2017, alta de dois dígitos (e acima dos 20%) no Norte e no Nordeste. Apenas o Sudeste apresentou queda nesta base. Na comparação com setembro houve alta generalizada. Nos dez primeiros meses do ano, também há alta em todas as regiões, sendo que em três, Centro-Oeste, Nordeste e Norte, esta alta alcança dois dígitos. Em 12 meses, cenário de alta de dois dígitos contempla as mesmas regiões.

VENDAS DE VEÍCULOS

De acordo com a ANFAVEA, o licenciamento de autoveículos nacionais e importados novos (automóveis, utilitários, caminhões e ônibus) foi de 254,732 mil unidades em outubro, decomposta em 29,032 mil importados (11,4% de participação) e 225,700 mil nacionais, e uma alta de 25,6% frente ao mesmo mês de 2017. Na comparação com setembro, houve uma alta de 19,4%. O resultado dos primeiros dez meses do ano aponta um licenciamento de 2,100 milhões veículos novos, alta de 15,3% frente ao resultado do mesmo período do ano passado.

Especificamente para caminhões foram 7,894 mil unidades comercializadas em outubro, alta de 57,0% frente ao mesmo mês de 2017. Sobre setembro houve uma

aceleração de 17,7%. O resultado acumulado dos primeiros dez meses do ano ficou 60,673 mil unidades, crescimento de 50,2% na comparação com o registrado no mesmo período de 2017.

NÚMEROS DO IBGE PARA AGOSTO

Em setembro, as vendas do comércio cresceram 0,1% na comparação com o mesmo mês de 2017. O resultado fraco se deveu, sobretudo, a uma alta pouco significativa do ramo de Hiper e Supermercados, que acabou sendo neutralizada pela retração de dois outros ramos importantes: (i) Móveis e Eletrodomésticos; (ii) Combustíveis e Lubrificantes.

Na comparação com agosto, o varejo apresentou queda de 1,3%, com as mais importantes categorias apresentando retração, com exceção de Móveis e Eletrodomésticos e de Tecidos, Vestuário e Calçados.

O resultado acumulado em 12 meses aponta uma alta de 2,8%. Nos primeiros três trimestres, o crescimento foi de 2,3%, com destaque para a alta de 4,4% em Hiper, Supermercados, Bebidas e Fumo. Pelo lado negativo, queda de 5,8% em Combustíveis e Lubrificantes.

O varejo ampliado registrou alta em setembro na comparação com o mesmo mês do ano passado: 2,2%, com destaque para a alta de 11,0% em Veículos e Motos. Na comparação com agosto, o varejo ampliado registrou queda de 1,5%, com o acumulado do ano ficando em 5,2%.

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Produção Industrial

INDUSTRIAL PRODUCTION Setembro de 2018 em % 2017 2018 -1,3 3,9 -1,0 -2,6 -1,5 -2,0 -5,5 -4,5 -0,7 -1,4 -1,8 -2,0 8,5 9,2 1,0 1,7 2,4 3,2 11,6 13,1 0,1 0,8 1,9 2,7 -2,0 -1,8

Rota 2030 aprovada

O

projeto de incentivo que substitui o Inovar-Auto, chamado de Rota 2030, foi aprovado no Congresso Nacional por duas vezes em novembro. No dia oito havia sido aprovado, mas por uma questão importante sobre as empresas importadoras, teve que novamente ser levado para apreciação, no que a imprensa chamou de “recall” parafraseando o termo usado na revisão de carros que tem algum problema de fábrica.

A questão das empresas importadoras foi uma discussão bastante relevante, pois o programa anterior, Inovar-Auto, teve, nessa questão, uma das mais relevantes para ser questionada no âmbito da Organização Mundial de Comércio (OMC).

Os benefícios tributários deverão chegar a R$ 1,5 bilhão por ano segundo os cálculos preliminares do governo para as empresas que investirem ao menos R$ 5 bilhões em pesquisa e desenvolvimento. No Nordeste o programa vai até 2025 e no Centro-Oeste até 2020. A redução de IPI para carros flex e a extensão da isenção para híbridos foram algumas das medidas contempladas.

CONFIANÇA DO EMPRESÁRIO

Com a definição do presidente eleito, as expectativas do empresário da indústria, no que tange ao futuro, ficaram mais otimistas. A Confederação Nacional Indústria (CNI) divulgou, em meados de novembro, os números do Índice de Confiança

do Empresário (Icei), que atingiu 63,2 pontos, maior valor desde setembro de 2010.

Importante destaque dado pela CNI é que todos os setores têm demonstrado aumento na confiança, sendo um pouco maior esta confiança nas grandes empresas.

Com o empresário mais propicio a investimentos, há uma tendência de uma maior geração de empregos, mais compras de matérias-primas, fomentando toda a cadeia produtiva.

PRODUÇÃO AUTOMOBILÍSTICA

De acordo com a Associação Nacional de Veículos Automotores (Anfavea), a produção total de autoveículos atingiu 263,262 mil unidades em outubro, alta de 5,2% em relação ao resultado do mesmo mês de 2017. Frente ao mês de setembro, crescimento de 17,8%. Nos primeiros dez meses do ano foram 2,458 milhões de unidades, 9,9% acima do registrado no mesmo período do ano passado.

Deste total, para caminhões, a produção chegou a 10,858 mil unidades no décimo mês do ano, mostrando alta de 31,8% na comparação com outubro de 2017 e de 19,1% frente ao mês de setembro. Nos primeiros dez meses do ano foram 88,112 mil unidades, alta de 30,6% frente ao registrado no mesmo período de 2017.

Falta, em termos de dados, dois meses para os números finais, a tendência é de que a produção ultrapasse 3 milhões

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Produção Industrial

INDUSTRIAL PRODUCTION

de unidades, o que representaria uma alta de dois dígitos frente ao ano passado. Seria o segundo ano seguido de um bom crescimento após uma queda significativa em 2016. Ainda está longe do resultado expressivo de 2013, mas é uma demonstração de que o setor está voltando a uma trajetória de crescimento sustentado, lembrando que a indústria automobilística indo bem, ajuda na recuperação de outros setores de bens intermediários.

PAPELÃO ONDULADO

As expedições de papelão ondulado em outubro, segundo dados preliminares da Associação Brasileira de Papelão Ondulado (ABPO), cresceram 4,55% em relação ao mesmo mês do ano passado (um dia útil a mais) e 9,35% frente ao mês de setembro.

Foram 326,987 mil toneladas de caixas, acessórios e chapas de papelão ondulado no mês. O resultado acumulado do ano aponta uma produção de 2,985 milhões de toneladas, alta de 2,3%. A estimativa para o ano está mantida em uma alta de 2,2%.

NÚMEROS DO IBGE

A produção industrial brasileira caiu 2,0% em setembro na comparação com o mesmo mês de 2017. Por categorias, a produção de Bens de Capital foi a única a registrar alta nesta base (3,9%), com as demais apresentando retração, com destaque para a queda de 4,5% em Bens de Consumo Duráveis.

Por ramo, 13 dos 26 pesquisados registraram queda nesta base, destaques negativos para a indústria de alimentos,

derivados de petróleo, equipamentos eletrônicos e de informática, bebidas e móveis. Pelo lado positivo, os farmoquímicos e a metalurgia.

Em relação ao mês de agosto, a indústria registrou queda de 1,8%, influenciada pela retração de 5,5% em Bens de Consumo Duráveis.

Nos primeiros três trimestres de 2018, a alta da produção industrial ficou em 1,9%, com influência significativa de Bens de Consumo Duráveis (+11,6%) e de Bens de Capital (+8,5%). Por ramo, 16 dos 26 pesquisados registram alta acumulada em 2018, destaque para a produção de veículos automotores, reboques e carrocerias, com crescimento de 16,5%. Materiais de informática, eletrônicos e ópticos com alta de 8,0% e metalurgia, com 5,5%, também são destaque. 43 dos 79 grupos pesquisados apresentam alta no período entre janeiro e setembro.

Em 12 meses, o cenário aponta um crescimento de 2,7% na indústria geral, com Bens de Consumo Duráveis crescendo 13,1% e Bens de Capital registrando alta de 9,2%.

NÚMEROS REGIONAIS

Em setembro deste ano frente ao mesmo mês do ano passado, os destaques em termos regionais ficaram as produções industriais dos estados de Pernambuco, Pará e Rio Grande do Sul, que registraram alta de dois dígitos. Em sentido oposto, retração de dois dígitos na indústria amazonense.

Na comparação com agosto, alta de 3,7% no Ceará e de 3,5% no Pará, sendo os principais destaques nesta base. Pelo

213.480 267.460 2017 fonte: Anfavea 249.932 249.089 213.707 216.834 2018 266.111 212.294 256.305 245.821 291.425 223.115 263.262

PRODUÇÃO NACIONAL DE AUTOVEÍCULOS

2015 2016 2017 2018 JAN 205.305 148.693 174.713 216.834 MAI 213.843 177.159 250.872 212.294 OUT 205.068 175.710 249.932 263.262 MAR 255.866 198.830 235.433 267.460 JUL 224.140 190.612 225.518 245.821 DEZ 142.848 200.887 213.707 FEV 206.400 144.183 200.385 213.480 JUN 188.185 184.483 212.328 256.305 NOV 175.114 216.297 249.089 ABR 220.272 171.517 189.547 266.111 SET 174.611 170.304 236.944 223.115 AGO 217.769 178.704 260.914 291.425

(7)

28

Produção Industrial

INDUSTRIAL PRODUCTION

PRINCIPAIS SEGMENTOS INDUSTRIAIS

(2018)

Indústria Geral --> 98,0 | Extrava Mineral --> 100,2 | Transformação --> 97,6

Produtos Alimentares--> 88,2 | Bebidas--> 87,8 | Fumo--> 101,0 | Têxl--> 97,4

Madeira--> 98,0 | Celulose, Papel e Papelão--> 106,8 | Farmacêuca--> 122,9

Perfumaria, Sabões e Detergentes--> 98,0 | Borracha e Plásco--> 99,0

Minerais não-metalicos--> 101,3 | Metalúrgica-->109,0 | Mobiliário--> 90,6

Mai. Jun. Jul. Ago. Set.

Abr.

lado negativo, retração de 5,2% na produção industrial amazonense e de 3,9% em São Paulo.

No ano, com o resultado de setembro, a indústria amazonense perdeu a liderança para o Pará, que lidera com 9,8%, com o Amazonas registrando uma alta de 7,8% nos três primeiros trimestres do ano. Três estados registram queda na produção industrial, com a liderança negativa para Goiás, com retração de 3,6%. Em 12 meses, Pará lidera com alta de 10,2%, única de dois dígitos. A pior retração nesta base é da produção industrial goiana, com queda de 2,5%.

PRODUÇÃO DE AÇO BRUTO

Em outubro, a produção nacional de aço bruto atingiu 3,153 milhões de toneladas, alta de 3,5% frente ao mesmo mês de 2017. Em 12 meses, a produção chegou a 35,097 milhões de toneladas produzidas. Nos dez primeiros meses do ano foram 29,247 milhões de toneladas, alta de 2,6%.

No décimo mês do ano foram 1,268 milhão de toneladas de laminados planos e 799 mil toneladas de laminados longos, queda de 1,2% e de 2,6% respectivamente frente ao mesmo mês do ano anterior. Em 12 meses, a produção de laminados planos atingiu 14,198 milhões de toneladas, enquanto a de longos ficou em 9,087 milhões de toneladas. Nos dez primeiros meses do ano, foram 11,902 milhões de toneladas de planos e 7,627 milhões de toneladas de longos.

O período entre janeiro e outubro de 2018 aponta Minas Gerais na liderança da produção de aço bruto, com 8,963 milhões de toneladas, seguido bem de perto pelo Rio de Janeiro com 8,872 milhões de toneladas. Na sequência vem o Espírito Santo com 5,903 milhões de toneladas. A região Sudeste respondeu, entre janeiro e setembro, por 87,3% do total produzido no país.

As vendas no mercado interno subiram 8,4% em outubro na comparação com o mesmo mês de 2017, chegando a 1,591 milhão de toneladas. O resultado acumulado dos dez primeiros meses do ano registrou alta (de 9,5%), ficando em 15,376 milhões de toneladas.

O consumo aparente ficou em 1,716 milhão de toneladas em outubro, alta de 3,7% frente ao mesmo período do ano passado. Nos dez primeiros meses do ano, o consumo aparente ficou em 17,330 milhões de toneladas (+ 8,2%). As importações ficaram em 125 mil toneladas em outubro, queda de 32,8%. Foram US$ 178 milhões no mês. As exportações renderam US$ 445 milhões no décimo mês do ano, com 1,172 milhão de toneladas embarcadas, queda de 14,1% em volume e de 32,8% em valor frente ao mesmo mês do ano passado.

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Produção Industrial

INDUSTRIAL PRODUCTION Em % -2,0 -14,8 1,4 15,9 -2,6 -2,2 3,6 -3,9 3,7 14,1 0,0 -0,3 -6,6 12,4 -4,2 1,7 -1,8 -5,2 3,7 -3,3 -1,8 0,9 1,0 -3,1 -1,8 1,3 -3,9 3,5 -1,9 1,4 4,6 2,7 0,7 -1,0 -2,5 2,2 -0,2 3,8 3,5 5,8 4,9 Acumulado em 12 meses Mês/Mesmo mês do ano anterior Frente ao mês anterior 8,1 10,2 1,4 0,0 Em Setembro de 2018

(9)

30

Bens de Capital Bens Intermediários Bens de Consumo Geral Extrativa Mineral Transformação

Produção Industrial

INDUSTRIAL PRODUCTION

Período até o mês Acumul. 12 Acumul. 12 Acumul. 12 meses até o mês meses até o mês meses Acumul. 12 Acumul. 12 Acumul. 12 até o mês meses até o mês meses até o mês meses

NÍVEL DE ATIVIDADE INDUSTRIAL

- Variação Acumulada até o mês: compara a produção acumulada no ano, de janeiro até o mês de referência do índice, com igual período do ano anterior. - Variação Acumulada em 12 meses: compara a produção acumulada nos últimos 12 meses de referência do índice, com igual período do ano anterior. JUL/15 -6,60 -5,30 8,40 8,10 -8,50 -7,00 -20,90 -16,80 -3,40 -3,20 -8,70 -6,20 AGO -6,90 -5,70 7,70 7,70 -8,80 -7,40 -22,40 -18,40 -3,70 -3,40 -8,80 -6,50 SET -7,40 -6,50 7,30 7,30 -9,20 -8,20 -23,60 -20,40 -4,10 -3,90 -9,10 -7,50 OUT -7,80 -7,20 6,30 6,50 -9,60 -9,00 -24,50 -22,30 -4,50 -4,40 -9,50 -8,60 NOV -8,10 -7,70 4,70 5,20 -9,70 -9,30 -25,10 -24,10 -4,90 -4,60 -9,50 -9,00 DEZ/15 -8,30 -8,30 3,90 3,90 -9,90 -9,90 -25,50 -25,50 -5,20 -5,20 -9,40 -9,40 JAN/16 -13,80 -9,00 -16,80 1,30 -13,30 -10,40 -35,90 -27,00 -11,90 -6,00 -11,90 -9,90 FEV -11,80 -9,00 -14,60 -0,60 -11,30 -10,20 -30,80 -27,10 -10,10 -6,30 -29,00 -20,00 MAR -11,70 -9,70 -15,30 -2,80 -11,10 -10,70 -28,90 -28,30 -10,30 -7,00 -9,80 -10,00 ABR -10,50 -9,60 -15,00 -4,60 -9,80 -10,30 -25,90 -27,90 -9,60 -7,30 -8,30 -9,30 MAI -9,80 -9,50 -14,40 -6,20 -9,00 -10,00 -23,00 -26,90 -9,20 -7,60 -7,50 -8,70 JUN -9,10 -9,80 -14,00 -7,90 -8,40 -10,10 -20,10 -26,60 -8,80 -8,10 -6,70 -8,80 JUL -8,70 -9,60 -13,40 -9,00 -8,00 -9,70 -18,50 -24,70 -8,30 -8,10 -6,90 -8,60 AGO -8,20 -9,30 -13,10 -10,30 -7,40 -9,20 -15,90 -21,90 -8,00 -8,30 -6,50 -8,20 SET -7,80 -8,80 -12,60 -11,30 -7,00 -8,50 -15,00 -19,80 -7,60 -8,10 -6,40 -7,60 OUT -7,70 -8,40 -12,10 -11,90 -7,00 -7,90 -14,40 -17,40 -7,40 -8,00 -6,50 -7,10 NOV -7,10 -7,50 -10,80 -10,80 -6,50 -7,00 -13,20 -14,70 -6,80 -7,10 -6,10 -6,40 DEZ/16 -6,60 -6,60 -9,40 -9,40 -6,10 -6,10 -11,10 -11,10 -6,30 -6,30 -5,90 -5,90 JAN/17 1,40 -5,40 12,50 -7,30 -0,30 -5,20 3,30 -7,90 0,80 -5,50 2,30 -4,80 FEV 0,30 -4,80 8,70 -6,10 -0,90 -4,60 3,70 -5,20 -0,80 -4,90 1,70 -4,30 MAR 0,60 -3,80 8,20 -4,30 -0,50 -3,70 4,40 -2,30 -0,40 -4,20 1,50 -3,40 ABR -0,70 -3,60 7,20 -2,70 -1,80 -3,70 1,90 -1,20 -1,00 -3,80 -0,80 -3,70 MAI 0,50 -2,40 6,30 -1,40 -0,30 -2,60 3,50 0,90 -0,30 -2,90 1,10 -2,30 JUN 0,50 -1,90 6,00 0,00 -0,20 -2,20 2,90 1,00 -0,10 -2,10 0,90 -2,10 JUL 0,80 -1,10 5,20 1,00 0,20 -1,40 3,70 2,80 0,00 -1,70 1,40 -1,00 AGO 1,50 -0,10 6,60 3,50 0,80 0,00 4,40 3,10 0,70 -0,60 2,10 -0,20 SET 1,60 0,40 6,10 4,60 0,90 -0,20 4,50 3,90 0,70 -0,30 2,40 0,80 OUT 1,90 1,50 5,80 5,80 1,40 0,90 5,60 6,00 0,90 0,70 2,90 2,10 NOV 2,30 2,20 5,30 5,50 1,90 1,70 5,80 6,50 1,40 1,20 3,20 2,90 DEZ/17 2,50 2,50 4,60 4,60 2,20 2,20 6,00 6,00 1,60 1,60 3,20 3,20 JAN/18 5,70 2,80 -0,10 3,50 6,70 2,60 18,30 6,90 4,20 1,80 6,20 3,40 FEV 4,30 3,00 -2,70 2,60 5,40 3,00 12,60 7,20 2,90 2,10 5,30 3,60 MAR 3,10 2,90 -2,20 1,80 3,90 3,10 10,80 7,40 1,70 2,00 3,90 3,50 ABR 4,50 3,90 -2,00 0,70 5,50 4,40 14,00 10,10 2,40 2,50 6,50 5,30 MAI 2,0 3,0 -1,20 0,50 2,50 3,30 9,50 8,80 0,70 1,80 3,00 3,90 JUN 2,30 3,20 -0,70 0,10 2,80 3,60 9,50 9,50 0,90 1,80 3,50 4,40 JUL 2,50 3,20 0,00 0,20 2,90 3,70 9,00 9,50 1,30 2,10 3,50 4,20 AGO 2,50 3,10 0,30 0,30 2,90 3,60 9,00 9,40 1,50 2,20 3,20 3,70 SET 1,90 2,70 0,30 0,20 2,20 3,10 8,50 9,20 1,00 1,70 2,40 3,20

(10)

Câmbio & Comércio Exterior

ENCHANGE RATES & FOREING COMMERCE

Tentando capitalizar

237.597 230 220 210 200 190 170 160 150 140 180.901 18

E

ntre janeiro e outubro deste ano, a participação da China nos embarques totais de produtos nacionais chegou a 26,75%, deixando os EUA com uma participação de 12%. As exportações totais para a China cresceram 28,8%, com US$ 53,2 bilhões. Em commodities, por exemplo, quase metade das nossas exportações no período teve como destino o país asiático. Só na soja, a participação atingiu 80,7%, com uma alta de 27,2% frente ao mesmo período do ano passado. No caso da commodity, forma US$ 23,9 bilhões.

Não foi só pelo conflito EUA-China que as exportações brasileiras para a China começaram a crescer, pois este é um movimento que já vinha se desenhando há algum tempo por conta da elevada demanda chinesa por commodities. Mas, por conta da guerra comercial, o Brasil deve continuar tentando capitalizar com esse conflito. Há de se ter bastante atenção com o comportamento dos preços, já que os mercados estão bastante agitados, levando a diversas medidas macroeconômicas em inúmeros países para se precaverem aos efeitos do conflito. É uma conjuntura tensa já que, em termos de commodities agrícolas, por exemplo, os preços oscilam muito com notícias de safras boas ou ruins, clima etc.

Mesmo vendo os nossos embarques crescendo para a China e com boas perspectivas futuras, a questão comercial bilateral foi posta em cheque na Organização Mundial de Comércio (OMC) com o problema envolvendo o açúcar. Mas, por enquanto, este é um imbróglio que não deve

trazer rusgas para a relação entre os dois países no que diz respeito a perdas significativas para nossos embarques.

Aliás, quando se fala em OMC hoje em dia, a organização e sua importância nunca foi tão posta em questionamento quanto neste ano, por conta do tal conflito EUA-China. A força norte-americana tem sido uma pedra no sapato da OMC já que os EUA alegam sempre questões de segurança nacional para pressionar e minimizar a importância da organização como mediador de conflitos comerciais. Mesmo assim, mais e mais painéis têm sido abertos, não só contra os EUA, mas em âmbito de relações bilaterais de diversos países, como o caso do açúcar entre Brasil e China. Nosso país mesmo poderá ser alvo de algum questionamento com relação ao recém-aprovado projeto Rota 2030. Nosso governo está preparado para receber as notificações, mas já elaborou o plano já com medidas que evitem a perda num possível conflito aberto por algum país.

NÚMEROS DAS TRANSAÇÕES CORRENTES E DO IDP

Em outubro, as transações correntes tiveram um superávit de US$ 329 milhões. Em 12 meses o déficit ficou em US$ 15,401 bilhões, ou - 0,80% do PIB. Nos primeiros dez meses do ano, o déficit chegou a US$ 11,333 bilhões.

O IDP de outubro de 2018 ficou em US$ 10,382 bilhões, levando o resultado em doze meses para US$ 75,004 bilhões ou 3,89% do PIB. Nos primeiros dez meses do ano, o resultado ficou em US$ 67,508 bilhões.

(11)

32

Câmbio & Comércio Exterior

ENCHANGE RATES & FOREING COMMERCE

COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO em US$ milhões

EXPORTAÇÕES IMPORTAÇÕES SALDO COM.

Período No Mês 12 Meses No Mês 12 Meses No Mês 12 Meses

JUL/16 16.331 184.555 11.752 141.555 4.578 43.301 AGO 16.989 186.361 12.849 141.612 4.140 44.749 SET 15.790 185.999 11.987 140.391 3.803 45.609 OUT 13.721 183.677 11.375 137.713 2.346 45.965 NOV 16.220 186.090 11.463 136.568 4.758 49.522 DEZ 15.941 185.244 11.525 137.552 4.415 47.692 JAN/17 14.911 188.933 12.187 139.420 2.727 49.514 FEV 15.472 191.038 10.912 140.027 4.560 51.011 MAR 20.085 195.129 12.940 141.410 7.145 53.719 ABR 17.686 197.440 10.717 141.620 6.969 55.820 MAI 19.792 199.654 12.131 142.622 7.661 57.033 JUN 19.788 202.699 12.593 142.447 7.195 60.252 JUL 18.769 205.136 14.471 143.165 6.298 61.971 AGO 19.475 207.616 13.876 144.188 5.599 63.428 SET 18.666 210.478 13.488 145.688 5.178 64.789 OUT 18.877 215.638 13.676 147.992 5.201 67.645 NOV 16.688 216.095 13.142 149.672 3.546 66.424 DEZ 17.595 217.746 12.598 150.745 4.998 67.001 JAN/18 16.968 219.799 14.199 152.751 2.768 67.048 FEV 17.315 221.645 12.408 154.246 4.907 67.399 MAR 20.089 221.658 13.809 155.118 6.281 66.540 ABR 19.932 223.907 13.790 158.193 6.142 65.715 MAI 19.241 233.443 13.260 159.325 5.981 64.118 JUN 20.202 223.873 14.320 163.038 5.882 60.834 JUL 22.870 227.863 18.643 169.209 4.227 58.654 AGO 22.552 230.822 18.777 174.109 3.775 56.713 SET 19.087 231.141 14.116 174.762 4.971 56.380 OUT 22.226 233.449 16.105 177.190 6.121 56.259 NOV 20.922 237.597 16.860 180.901 4.062 56.696 Crescimento: Mês/mesmo mês ano ant. Em 12 meses 25,37 ---- 28,29 ---- 14,55 ---- 9,95 ---- 20,86 ---- -14,64 4.907 6.281 4.998 2.768 6.142 5.882 4.227 5.981 3.775

Jan./2018 Fev. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago.

4.971

6.121

4.062

Out. Set.

BALANÇA COMERCIAL DE LÁCTEOS

As importações brasileiras de leite em equivalentes lácteos cresceram 114,2% em outubro na comparação com o mesmo mês do ano passado. Foram 154,896 milhões litros, com destaque para os 127,874 milhões de litros equivalentes de leite em pó. Deste total, a Argentina liderou com 76 milhões de litros, ou 60% de participação. Com alta de 18,4% frente ao mesmo mês do ano passado, a importação de queijo atingiu 25,054 milhões de litros em equivalente leite. As importações, entre janeiro e outubro, caíram 14,4%.

Em termos de exportação, houve queda de 27,8% quando comparamos outubro deste ano com o mesmo mês de 2017. No total, 5,127 milhões de litros equivalente leite deixaram nossos portos, gerando uma receita de US$ 4 milhões. O derivado mais exportado foi o queijo, com 48,7% de participação, mas queda de 3,3% frente ao registrado em outubro do ano passado, fechando o décimo mês do ano com embarques de 2,496 milhões de litros em equivalente leite. No acumulado do ano, os embarques registram retração de 47%.

EXPORTAÇÃO DE AUTOVEÍCULOS

A exportação brasileira de autoveículos atingiu 38,734 mil unidades em outubro deste ano, queda de 37,3% frente ao mesmo mês de 2017. Frente ao mês de setembro, queda de 1,8%. Nos primeiros dez meses de 2018 foram 563,025 mil autoveículos, queda de 10,9% frente ao registrado no mesmo período do ano passado.

Especificamente para caminhões, as vendas externas chegaram a 1,731 mil unidades no décimo mês do ano, retração de 26,3% frente ao mesmo mês de 2017. Na comparação com setembro, queda de 3,5%. Nos dez primeiros meses do ano, queda de 6,6% na comparação com o mesmo período de 2017, chegando 22,195 mil unidades.

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