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Marcelo, Garoto Nota 10

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Academic year: 2021

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Marcelo, Garoto Nota 10

Fui levar meu filho e dois amigos numa danceteria na Robert Kennedy (Ghost, conhecem ?). Nem me lembro direito porque eles quiseram ir lá pois é um local que normalmente não freqüentam.

Lembro-me que lá, eles iriam encontrar com umas meninas, que lhe forneceriam “passe livre”. Segundo o que diziam, se tivessem que pagar os $15,00 da entrada, não ficariam por lá. Quando chegamos, estacionei o carro ao lado de um posto de gasolina para ficar esperando a resposta deles (se ficariam ou não por lá).

Desci do carro e fiquei em pé na calçada. Reparei então que tinha um jovem (por volta de uns 20 anos), sem camisa, no posto de gasolina. O garoto tinha o cabelo raspado (quase máquina zero), pele morena, sem pelos, estava de tênis e bermuda vermelha, tatuagem na perna. Não passava dos 1,70m e um corpo bem legal. Não havia reparado em todos estes detalhes naquele instante não. Além do mais, não gosto que percebam que olhei para alguém, e também tinha que ficar atento com meu filho (ou amigos) que poderiam voltar a qualquer instante.

Como estavam demorando para voltar, acendi um cigarro. Fiquei observando o local, a freqüência que, por sinal, só tem jovens (idade média de 17/18 anos). Não havia a menor dúvida que eu era um “paizão” no local.

Terminei o cigarro e nada deles voltarem. Entrei no carro, liguei o som e mais espera...

Depois de quase meia-hora esperando, liguei para o celular do meu filho e ele disse que já tinham encontrado uma das meninas mas que ela não estava com os convites. Estavam esperando as outras “minas”.

Falei que iria esperar mais uns 15 minutos e depois iria embora. Já estava cansado de ficar parado ali.

Desci novamente do carro e.... vamos fumar...

Acendi outro cigarro, dei umas duas tragadas e... o garotão do posto vem me pedir um cigarro. Dei um cigarro para ele, pediu “fogo”. Após acender o cigarro, agradeceu-me (VALEU ....) e senti que ficou indeciso quanto ao que iria fazer.

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Ele me falou que estava “passando o tempo”.

Disse que não curtia este lance de ficar dançando “pagode” (eu nem sabia que era este o ritmo da danceteria mas sei que meu filho não curte, mas claro, acho que tinha a ver com a mina). O papo rolou muito fácil, ele contou que o negócio dele é praia, futebol, cerveja, amigos...mas que a grana estava curta. As ultimas vezes que tinham (ele e amigos) ido para a praia, foi na base de “carona”.

Contou-me que ele e mais um ou dois amigos, vão para a Imigrantes, param num posto policial e ficam aguardando “carona”. Disse que a ida é muito mais fácil do que a volta. Durante o dia fica mais fácil conseguir a carona, na volta, já a noite, a coisa é complicada. Conseguir carona a noite não pode ser na estrada, tem que ser no canal em Santos. Disse-me que é a rota para o pessoal retornar para SP. Normalmente só dão carona para uma pessoa e sempre rola papos diferentes no caminho.

Falei que não tinha entendido o que rolava. Ele explicou que tem carinha que vai passar o final de semana na praia. Na volta, dá carona para “garoto” mas querem algo em troca. Insisti no assunto. O que troca ?

Então ele começou a me explicar que “normalmente” os carinhas que dão carona estão a fim de transar. Durante a viagem ficam “pegando”, alisando...Sempre arranjam uma desculpa para “dar uma paradinha”, quando aproveitam para “completar o trabalho.

Eu já estava super-preocupado com o rumo da conversa, o garotão (chama-se MARCELO) sabia que eu estava esperando retorno de meu filho mas pelo papo, estava receoso de como seria o comportamento dele quando meu filho e amigos aparecessem.

Mas tinha um agravante, eu estava superexcitado. Jamais imaginei que um garoto como aquele curtisse, mais ainda, que estivesse comentando comigo.

Resolvi arriscar e continuei o papo com ele. Perguntei se ele curtia o que rolava na estrada. Na maior tranqüilidade respondeu que era “normal”. Deixava rolar e ganhava uma carona.

Insisti, perguntei se só rolava “carona” e “brincadeira de estrada”.

Respondeu que normalmente só rolava isto. Os carinhas gostavam de ficar alisando a perna e corpo dele. Quando paravam em algum local da estrada, deixava os carinhas fazerem um “boquete” e só. Raramente ocorria algo mais. Falou de dois carinhas que ele pegou carona e quando chegaram em SP, foram para a casa de um dos carinhas. Rolou uma transa completa mas ele nunca mais “tornava” a se encontrar com os carinhas com quem pegava carona. Disse

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que o lance dele era mulher mesmo.

Estava explicando estas coisas quando meu celular tocou. Era meu filho avisando de que iriam entrar na danceteria. Estimava que ficariam por ali até umas 4:30/5h.

Quando estivessem a fim de voltar, ligariam para mim. Pedi que ligassem no cel para não acordar o pessoal de casa e disse que iria embora. Ele “estranhou” eu ainda estar por lá, achou que eu já tinha ido embora. Foi ai que reparei que já tinham se passado mais de 40 minutos desde a

ligação anterior. Falei que perdi a noção do tempo mas que já estava indo, preocupado com ele mudar de idéia e resolver ir embora comigo.

Desliguei o tel e falei para o Marcelo que precisava ir embora. Ele perguntou para onde estava indo. Falei que iria para o Jabaquara. Perguntou se poderia vir comigo.

Questionei porque gostaria de vir. Ele respondeu que não tinha nada para fazer. Viria até Jabaquara batendo mais papo comigo. De repente meu filho poderia ligar para ir buscá-lo e ele poderia retornar comigo. (Claro que escutou toda minha conversa)

Falei que não seria uma boa. Eu iria para casa. Aonde ele ficaria ?

Perguntou se não poderia ficar em casa comigo até quando eu voltasse. Disse que não podia, como eu explicaria em casa ter levado alguém que eu nem conhecia para lá e com que intenção. Neste momento fiquei bem preocupado. Acho que tinha me empolgado com o papo, com o corpo do garoto e tinha perdido a noção do perigo. Rapidamente repassei nossa conversa pelos

pensamentos. Tudo indicava que o menino era “garoto de programa”. Só uma coisa não batia, o que ele fazia naquele local. Típico de jovens que vão dançar, paquerar. Não é lugar de rolar lances deste tipo.

Resolvi perguntar para ele então, o que ele fazia por ali... Ele respondeu que sempre trabalhou no pedaço.

Trabalha na “chapa” fazendo lanches. Tinha trabalhado numa “lanchonete” que fica entra as duas pistas da Robert Kenedy. Depois trabalhou no Regae-night (outra danceteria) e depois no Ghost, fazendo hot-dog. Atualmente estava trabalhando na lanchonete do posto-de-gasolina.

Lá ele faz “serviços-gerais”. Limpa, repõe estoque, só não faz lanche pois o lanche lá é tipo “self-service” (auto-atendimento).

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Falei que precisa mesmo ir embora, iria comprar cigarro na lanchonete do posto, tomar café e ir embora.

Ele me acompanhou, quando passamos próximos ao caixa do posto, ele pegou a camiseta, com o logotipo do posto, e vestiu.

Entramos na lanchonete, dirigi-me ao caixa e pedi o cigarro e dois cafés. Qual não é minha surpresa quando ele disse para a menina do caixa que o café não precisava cobrar pois eu era cliente do posto, e seria cortesia.

Foi então que tive a confirmação de que ele realmente trabalhava lá.

Paguei o cigarro, tomamos café e saímos.

Quando cheguei ao lado do carro, perguntei se ele queria mesmo ir para o Jabaquara e ele disse que sim. Pedi para ele entrar e saímos.

Durante o trajeto fomos falando da agitação do local e coisas do gênero. Quando entramos na Washington Luís, perguntei se não pegava mal ele ficar sem camiseta no local do trabalho. Ele respondeu que não ficava sem camiseta, ele havia tirado a do posto porque estava suada mas iria colocar a dele e que já ia sair do pedaço. Brinquei e disse que todo o tempo que conversamos lá do lado, ele ficou sem camiseta.

Então ele me perguntou se eu preferia que ele ficasse com, ou sem, camiseta.

Respondi que tanto fazia mas que ele tinha um corpo bem bonito e deveria ser mostrado mesmo. Parece que foi um recado, na hora ele tirou a camiseta e perguntou se era bonito mesmo. Falei que sim, que tinha achado o peito, o corpo dele muito bonito. Também achei legal não ter pelos, talvez porque eu seja peludo é algo que sempre me chama atenção.

Ele falou que tinha alguns pelos sim, pegou minha mão e passou no peito dele, perguntando se estava sentindo. Sei lá se tinha pelo ou não, mas meu pau estava quase arrebentando a calça de tão excitado que eu já estava. Aproveitei o papo e perguntei se era assim que rolava as

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depois foi subindo até colocar no pau dele.

Dei uma disfarçada, então peguei a mão dele e coloquei direto no meu pau e pedi para ele ver como tinha me deixado excitado. Ele deu risada, começou a brincar e falei que estava todo melado. Ele falou que queria ver.... tentou abaixar o zíper da minha calça mas não deixei. Mas ele conseguiu colocar a mão no meu pau, passando pela cintura e falou que estava toda melada. Colocava a mão, tirava e ficava brincando com a baba. Já estávamos perto da estação Jabaquara, entrei por uma rua mais calma, ele pegou um pouco mais de baba, colocou nos peitinhos dele e pediu para eu beijar. Falei que não curtia mas ele insistiu, disse que tem o maior tesão quando alguém beija os peitinhos dele e morde os mamilos.

Estacionei o carro, deixei o motor funcionando, e dei o beijinho no peitinho dele. Ele apertava minha cabeça contra o peito dele e pedia para eu ‘MAMAR” os peitinhos dele. Primeiro um, depois o outro.

Brinquei um pouco, mesmo superexcitado falei que precisávamos sair dali, que era muito perigoso.

Ele perguntou se eu não tinha um local para ficarmos tranqüilos. Disse que não tinha. Perguntou-me se eu entraria num motel com ele.

Falei que não curtia estes lances de motel e que achava “mal” dois carinhas entrando em motel. Ele me falou que lá perto de onde estávamos tem um motel tranqüilo e seguro. Entrega-se os documentos e o dinheiro numa guarita, o carinha entrega uma chave com o nro do ap, desce-se para o estacionamento e ninguém vê nada.

Nem sei porque comecei a fazer perguntas, talvez para ficar um pouco mais com ele, mas já estava resolvido não ir para um motel em Sto Amaro.

Perguntei se ele ia sempre e ele respondeu que algumas vezes, só quando tem grana, mas vai mais com a mina dele mesmo. Falou que o motel é caro ($15,00) mas vale a pena pois tem TV a cabo, com filmes pornô, chuveiro com aquecimento central, chilenos, e toalhas higienizadas. Falei que tudo isto também tinha nos motéis aqui do pedaço, principalmente na Praça da Árvore. Então ele me propôs irmos conhecer. Falou que daria $5,00 e compraria 4 cervejas em algum posto de gasolina.

Resolvi passar em frente do motel lá da Pça da Árvore. Dei outra volta na av e pedi então para ele comprar duas cervejas e duas coca’s. Falei que não bebo.

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Parei no posto e ele comprou. Quando entrou no carro, pedi a identidade dele e os $5,00. Entregou numa boa. Perguntou seu eu tinha preservativo. Falei que não mas que havia uma farmácia aberta ali perto. Parei, nem deu tempo de eu falar nada, ele desceu e quando voltou estava com uma cartela de 6 preservativos OLA. Falou que a noite iria render legal.

Fui ao motel, entreguei nossos documentos, paguei e fomos para o quarto. Quase tudo igual ao que ele tinha dito que seria em Sto Amaro. A única diferença é que o carinha do caixa perguntou se queríamos que avisasse quando estivesse faltando ½ hora para terminar o período ( cada período é de 3 horas).

Nem acreditei que estava fazendo isto mas disse que sim.

Estacionei o carro, tomei o cuidado de “deixar todos meus pertences por lá, acionar o alarme”. Fomos para o quarto, ao trancar a porta ele veio e me abraçou. Como ele é mais baixo,

conseguia tê-lo por inteiro aos meus braços. Começou a me acariciar e pedir para abracá-lo bem forte. Pedia para ir sempre com calma, Queria fazer tudo com muita calma, com muito carinho e com muito tesão.

Ai foi um tal de passa a mão, beija, esfrega, ele adorava passar a mão no meu peito, dizia que adorava carinhas peludos”. Que quando via carinha peludo ficava cheio de tesão mas que nunca podia “tocá-los” pois pega mal e não pode dar bandeira no pedaço.

Tirou a camiseta e pediu para chupar os peitinhos dele. Comecei a chupá-los, ele foi tirando toda a roupa e ficou peladinho, muito gostoso. Quando eu ia tirar a roupa ele não deixou.

Falou para eu deitar que ele iria tomar um banho e depois ele cuidaria de mim.

Ligou a TV, colocou num filme pornô onde uma mina fazia o maior boquete num carinha superdotado, depois o carinha enrabava ela de todos os jeitos.

Ele foi tomar banho, quando voltou, continuou a se enxugar na minha frente e reparei o quanto ele gostava que se admirasse o corpo dele.

Jogou a toalha na cadeira, veio em cima de mim e começou a me beijar. Pedia para eu “liberar” minha língua para ele.

Beijamo-nos bastante e ele começou a me tirar as roupas, primeiro a camisa, chupou todo meu peito, barriga, mordeu meu pau por cima da calça, foi abrindo o cinto, abaixando o zíper, tirou minha calças, deixou-me só de cueca, já toda melada. Beijou e chupou toda minhas pernas, pés, virou-me de bruços e chupou minhas coxas, bumbum, costas, tudo sem parar. Uma verdadeira

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loucura.

Depois tirou minha cueca, meu pau estava super-melado, ele começou a beijar, beijava de todos os lados, abriu minha pernas, chupou todo meu saco, foi subindo, lambendo, lambendo e engoliu todinho... Não aquentava de excitação e ele pediu para eu não gozar.... ainda tinha muito o que fazer.

Veio por cima, abraçou-me e começou a passar a bundinha no meu pau, dançava gostoso, rebolava demais, sensacional. Depois com a mão, colocava a cabeça do meu pau bem na

entradinha, dizia que era para relaxar, que eu não podia forcar pois ele não teria penetração sem camisinha. Só estava lubrificando...

Pegou uma camisinha, abriu, colocou no meu nariz, pediu para eu sentir ao delicia do cheiro e que daqui a pouco, tudo aquilo seria dele.

Deitou-se entre minha pernas, fez umas chupadas sensacionais, começou a colocar a camisinha com a mão e terminou com a boca. Cara, eu nunca imaginaria que um garoto tão jovem tivesse tanto jeito, tanta pratica.

Voltou a me abraçar e me disse que a penetração iria demorar um pouquinho, que queria fazer bem devagar para não ficar dolorido.

Ficamos nos acariciando, de vez em quando ele cavalgava um pouquinho, só deixando entrar um pedacinho... falava para eu não forçar, não fazer nada que ele faria tudo... estava malucao, não via a hora de estar com tudo dentro...

Brincamos bastante, nos curtimos legal, de repente, quando menos esperava, ele colocou tudo dentro de uma única vez, agarrou-me forte e pedia para eu ficar paradinho, que estava doendo muito, que ele precisava relaxar para parar de doer, depois seria só prazer.

Perguntei se não seria melhor tirar um pouco e ele dizia que não, por favor, não tira, deixa eu sentir um pouquinho de dor. Foi ai que eu percebi que isto era uma coisa que ele gostava. Sentia prazer em sentir aquela dor. (depois na volta ele me confirmou que eu estava certo). Ficamos nos beijando e ele gemendo de dor. Mas dizia que era muito bom. Depois de um tempo, ele resolveu mudar de posição, disse que adorava ser penetrado de “ladinho”. Um detalhe importante, ele gosta de ficar com a perna direita levantada e ser penetrado, ele falou nesta posição que sente o maior tesão. Não parava de pedir para eu não gozar, quando sentisse que estivesse para gozar, para visar que ele pararia pois queria aproveitar o máximo possível.

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Transamos com ele de lado, com ele de quatro, e ele falava que eu poderia pedir qualquer coisa que ele me faria. Já tínhamos gasto 5 camisinhas pois antes de cada posição ele gostava de chupar.

Nem vimos o tempo passar, só percebemos quando o tel tocou e o carinha do motel avisando que faltava ½ hora para vencer o período. Foi então que ele pediu para eu ficar deitado que agora ele iria cavalgar mesmo, de verdade. Deitei de barriga para cima, ele trocou a camisinha,

começou a mamar bem gostoso e disse que agora viria a melhor parte.

Veio por cima, colocou tudo, sentou-se e disse que agora colocaria até as bolas do saco, com meu pau colocado ate o talo, deitou-se de costas, rebolava, mexia, pedia para eu bater para ele com bastante força, pedia-me para avisar quando que fosse gozar pois iria gozar junto, quando estava para gozar, avisei e ele falava : - Mete, mete, foda toda minha bunda, arrebenta sem dó, não para de bater, bata com força, aperte bem meu pau, aperta, mais força...

Ele deu uma gozada que vou longe, só para ter uma idéia, parte da porra caiu no meu rosto.

Foi uma das minhas melhores transas. Descansamos um pouco, fumamos um cigarro e fomos tomar banho.

Ele me lavou inteirinho, ainda fez mais algumas coisinhas no banho.

Quando fui me vestir que reparei que já havia duas ligações do meu filho. Liguei para ele, perguntei se já era para ir buscá-lo. Ele respondeu que sim. Falei que já estava indo e quando estivesse perto ligaria para ele para ele sair da danceteria.

Fomos embora do motel. Ele perguntou se eu poderia deixa-lo perto da casa dele. Falou que não era longe da danceteria. Não gostei muito do pedido mas fazer o que.

Fomos conversando durante todo o trajeto, no início falamos da transa, ele chegou a comentar que sempre na primeira vez ele fica meio sem-jeito. Respondi que se sem-jeito ele era assim, imagine como seria nas próximas transas.

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segundo colegial).

Quando entramos na Robert Kenedy, tinha uma van pegando passageiros então ele disse que iria pegá-la (Jardim São Bento). Despedimo-nos correndo e ele se foi...

Deixou o tel da lanchonete e o horário que estaria por lá trabalhando. Chegamos a sair mais quatro vezes.

Depois parou de trabalhar na lanchonete e perdemos o contato. Ele nunca pediu meu tel e também não sei porque eu nunca dei.

Como lá não é um local que vou habitualmente, ficou difícil reencontrá-lo, mas bem que eu gostaria.

Com certeza, foi um garoto sensacional. Engraçado que no começo eu o imaginava interesseiro, esperto, malandro. Enganei-me totalmente.

Boa pessoa, pena que perdemos o contato...

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