Fontes não Convencionais de Proteína
Alimentos convencionais, tradicionais, ou habituais – são aqueles produzidos, processados e utilizados em um determinada região geográfica e que, consagrados por razões econômicas, ecológicas, sociais e culturais; promovem boa saúde da população.
Alimentação não convencional ou alternativa – é aquela composta por alimentos ou partes de alimentos não habituais
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que, utilizados por razões fisiológicas, religiosas (ou crendices populares), sociais e econômicas; são capazes de manter a saúde de quem os utiliza.
Aminoácidos Essenciais e Qualidade da Proteína
Proteína da dieta aas para síntese de proteínas orgânicas ‐ Proteína da dieta – aas para síntese de proteínas orgânicas
‐ Aminoácidos não essenciais – aas sintetizados pelo organismo
‐ Aminoácidos essenciais – não podem ser sintetizados
Aminoácidos essenciais – (arginina, histidina) isoleucina,
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leucina, lisina, metionina, fenilalanina, treonina, triptofano e valina.
‐ Cistina – a partir de metionina ‐ Tirosina – a partir de fenilalaninaTirosina a partir de fenilalanina
Fontes de proteína
•alimentos origem animal
Valor Biológico •oleaginosas •leguminosas i ilá •cereais e amiláceos Fontes de proteína •70% origem vegetal •30% origem animal
•≈ 50% do consumo mundial –50% do consumo mundial cereais
Fontes não convencionais •viabilidade
•custocusto
•processamento tecnológico Soja
‐ 40% produção mundial de grãos – facilidade cultivo extensivo
‐ 40% ptn – MVB (aa limitante – metionina)
‐ Subprodutos Leite
Queijo – tofu
Shoyo – molho soja
Tempeh – soja fermentada (fungo) e posteriormente torrada ou frita
‐ Subprodutos
Farinha – 50% ptn, desengordurada ou integral
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Farelo – 40‐50% ptn
Concentrado de soja – 70% ptn Isolado protéico de soja – 90% ptn Proteína Texturizada de Soja (PVT) extrusão – 50% ptn
fiação – 90% ptn
‐ Outros aspectos
Palatabilidade beany flavor Palatabilidade – beany flavor Digestabilidade
Cor
‐ Outros aspectos
Compostos Polifenólicos – Isoflanonóides atividade antioxidante
atividade anti‐fúngica atividade estrogênica atividade anticancerígena
Proteína Unicelular (Single Cell Protein)
‐ Termo genérico para produto protéico derivado de uma série de mos que crescem em substratos de baixo custo (resíduos oleosos, melaço, batatas, amido)
‐ microrganismos algas, bactérias, leveduras e fungos filamentosos considerados fonte de proteína unicelular
‐ produção independente de efeitos climáticos e alterações ambientais
ambientais
‐ investimentos substanciais de capital e devem ser operados com a máxima eficiência
Proteína Unicelular (Single Cell Protein)
‐ Alga: engloba diversos grupos de vegetais fotossintetizantes, pertencentes a reinos distintos, mas tendo em comum o fato de serem desprovidos de raízes, caules, folhas, flores e frutos ‐ Organismos com estrutura e organização simples e primitiva
Crescem em ambientes muito variados águas doces ‐ Crescem em ambientes muito variados – águas doces, salobras ou salgadas e se desenvolvem em lugares úmidos como o solo, os muros, as escarpas e a casca das árvores
‐ Aplicação industrial – aplicação em lixas para polimentos finos, creme dental, cosméticos, filtros de piscinas; agar, carragenia e caminavina em remédios (laxante) e chocolate; alginato, em cobertura de bolas, consistência de sorvetes alginato, em cobertura de bolas, consistência de sorvetes ‐ Microalgas: vegetais unicelulares – fitoplâncton
‐ Macroalgas
Algas verdes – Clorofila
Algas vermelhas – Ficoeritrina Algas marrons – Fucoxantina
Nori: cor negra (roxo escuro) e que se
transforma em verde fosforescente quando torrada – envolve as preparações de sushi
Kelp: coloração que varia entre castanho
claro a verde escuro – forma de flocos
Hijiki: cor negra (pequenos arames pastosos)
– sabor muito intenso
Kombu: cor (muito) escura e geralmente
vendida em tiras ou folhas – tempero de sopas
Wakame: semelhante ao Kombu – confecção
de sopa de miso japonesa
Arame: em forma de arame – tem um gosto
‐ Outros aspectos
“...sendo que 15 espécies do total testado mostraram boa AAO e, dentre essas, 6 espécies destacaram‐se: Gelidium amansii, Gloisiphonia capillaris, Polysiphonia urceolata e Rhodomela teres (vermelhas); Sargassum kjellmanianum e Desmarestia viridis (pardas).”
Cogumelos
‐ 2000 espécies comestíveis ‐ 25 – cultivadas comercialmente
‐ Três espécies mais comumente cultivadas e consumidas nop Brasil
Agaricus bisporus – champignon de Paris
L i l d d Shii k Lentinula edodes – Shiitake
‐ Doenças imunossupressoras ‐ Câncer ‐ Antifungica ‐ Antiinflamatória ‐ Doenças cardíacas ‐ Dislipidemias ‐ ...
Concentrado Protéico de Folha (Leaf Protein Concentrate) ‐ Extração proteína (reduzido teores de fibra e água) – proteínas foliares
‐ Folhas verdes de inúmeras plantas Beterraba
Cana‐de‐açúcarç Alfafa
Mandioca
Suplementos protéicos
As proteínas estão disponíveis no mercado nas seguintes apresentações: ‐ Proteínas concentradas ‐ Proteínas concentradas ‐ Proteínas isoladas ‐ Proteínas hidrolisadas ‐ Blends
‐ composição protéica – mínimo 65% de proteínas de qualidade nutricional equivalente as proteínas de alto valor biológico, sendo estas formuladas partir da proteína intacta e/ou hidrolisada
‐ a adição de aminoácidos –a adição de aminoácidos permitida para repor aspermitida para repor as concentrações dos mesmos níveis do alimento original perdidos em função do processamento, ou para corrigir limitações específicas de produtos formulados à base proteínas incompletas, em quantidade suficientes para atingir alto valor biológico, comparável aomenos a proteínas do leite, carne ou ovo
‐ opcionalmente, estes produtos podem conter vitaminas e minerais. Também podem conter carboidratos e gorduras sendo que os percentuais do valor calórico total de ambos somados não supere o percentual de proteínas
‐ Proteínas para suplementação mais utilizadas
Proteínas do leite e soro do leite (caseína e whey protein) Proteínas da soja
Portaria n º 222, de 24 de março de 1998
Art. 1º ‐ Aprovar o Regulamento Técnico referente a Alimentos para Praticantes de Atividade Física, constante do anexo desta
p ,
Portaria.
2.1.3. Alimentos Protéicos
São produtos com predominância de proteína(s), hidrolisada(s) ou não, em sua composição, formulados com o intuito de aumentar a ingestão deste(s) nutriente(s) ou complementar a dieta de atletas ingestão deste(s) nutriente(s) ou complementar a dieta de atletas, cujas necessidades protéicas não estejam sendo satisfatoriamente supridas pelas fontes alimentares habituais.
RESOLUÇÃO ANVISA Nº 18, DE 27 DE ABRIL DE 2010 DOU 28.04.2010
Dispõe sobre alimentos para atletas.
Art. 8º Os suplementos protéicos para atletas devem atender aost 8 Os sup e e tos p oté cos pa a at etas de e ate de aos seguintes requisitos:
I ‐ o produto pronto para consumo deve conter, no mínimo, 10 g de proteína na porção;
II ‐ o produto pronto para consumo deve conter, no mínimo, 50% do valor energético total proveniente das proteínas;
III ‐ este produto pode ser adicionado de vitaminas e minerais III ‐ este produto pode ser adicionado de vitaminas e minerais, conforme Regulamento Técnico
específico sobre adição de nutrientes essenciais;
IV ‐ este produto não pode ser adicionado de fibras alimentares e de não nutrientes
Fontes não convencionais de proteína ‐ utilizadas no enriquecimento de outros alimentos usuaisq Farinhas Macarrões Biscoitos ‐ Combinação de proteínas vegetais – cereais e leguminosas Cogumelos comestíveis ou champignon Resolução ‐ RDC nº 272, de 22 de setembro de 2005
Resolução ‐ CNNPA nº 12, de 1978(Revogada)
Resolução ‐ CNNPA nº 13, de 15/07/1977(Revogada)
Produtos derivados de soja
Resolução ‐ RDC nº 268, de 22 de setembro de 2005
Resolução ‐ CNNPA nº 14, de 1978(Revogada)
Produtos protéicos de origem vegetal
R l ã RDC º 268 d 22 d t b d 2005
Resolução ‐ RDC nº 268, de 22 de setembro de 2005 Suplementos Dietéticos