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1. Apresentação... 05

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(1)
(2)
(3)
(4)

2. Inspeção ... 07

3.1. Etapas do procedimento ... 07

3.2. Informações gerais do container ... 08

3.3.Condições do container ... 10

3.4.Condições dos pallets ... 15

3.5. Inspeção das caixas ... 18

3.5.1. Condições das embalagens ... 20

3.5.2. Condições do produto ... 26

3.5.3. Qualidade do produto ... 39

3.6. Resultado da inspeção ... 45

Anexos ... 49

Anexo 1 - Materiais e equipamentos utilizados na inspeção de uvas

de mesa... 51

(5)

2. Inspeção ... 07

3.1. Etapas do procedimento ... 07

3.2. Informações gerais do container ... 08

3.3.Condições do container ... 10

3.4.Condições dos pallets ... 15

3.5. Inspeção das caixas ... 18

3.5.1. Condições das embalagens ... 20

3.5.2. Condições do produto ... 26

3.5.3. Qualidade do produto ... 39

3.6. Resultado da inspeção ... 45

Anexos ... 49

Anexo 1 - Materiais e equipamentos utilizados na inspeção de uvas

de mesa... 51

(6)

1 APRESENTAÇÃO

>

>

>

A proposta das atividades desenvolvidas no Porto de Roterdã pela

equipe do Instituto de Tecnologia de Pernambuco - ITEP surgiu de uma

demanda dos produtores do Vale do São Francisco, a qual foi

prontamente apoiada pelo Governo do Estado de Pernambuco. O

principal objetivo do programa foi o acompanhamento das inspeções de

qualidade de frutas originárias das fazendas do Vale, o que possibilitou a

elaboração do documento "Inspeção das condições e qualidade de uvas

de mesa recepcionadas no porto de Roterdã".

O presente documento tem como objetivo apresentar as informações

relativas à inspeção das condições e da qualidade de uvas de mesa do

Vale do São Francisco recepcionadas no porto de Roterdã a partir:

Dos procedimentos realizados pelas empresas de inspeção na

Holanda contratadas pelo ITEP para a safra 2011;

Dos relatórios de inspeção emitidos pelas empresas na Holanda

contratadas pelo ITEP para a safra 2011;

Das inspeções acompanhadas pela equipe técnica do ITEP em

Roterdã no período de 15 de setembro a 10 de dezembro de 2011.

(7)

1 APRESENTAÇÃO

>

>

>

A proposta das atividades desenvolvidas no Porto de Roterdã pela

equipe do Instituto de Tecnologia de Pernambuco - ITEP surgiu de uma

demanda dos produtores do Vale do São Francisco, a qual foi

prontamente apoiada pelo Governo do Estado de Pernambuco. O

principal objetivo do programa foi o acompanhamento das inspeções de

qualidade de frutas originárias das fazendas do Vale, o que possibilitou a

elaboração do documento "Inspeção das condições e qualidade de uvas

de mesa recepcionadas no porto de Roterdã".

O presente documento tem como objetivo apresentar as informações

relativas à inspeção das condições e da qualidade de uvas de mesa do

Vale do São Francisco recepcionadas no porto de Roterdã a partir:

Dos procedimentos realizados pelas empresas de inspeção na

Holanda contratadas pelo ITEP para a safra 2011;

Dos relatórios de inspeção emitidos pelas empresas na Holanda

contratadas pelo ITEP para a safra 2011;

Das inspeções acompanhadas pela equipe técnica do ITEP em

Roterdã no período de 15 de setembro a 10 de dezembro de 2011.

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2 INSPEÇÃO

2.1 ETAPAS DO PROCEDIMENTO

Fluxograma do procedimento de inspeção de uva de mesa

Informações gerais Pallet Condições Condições Caixa Condições das embalagens Escore de qualidade Inspeção Inspeção caixa 1 Resultado da inspeção 1. Observações/comentários 2. Escore final de qualidade 3. Potencial de armazenamento Inspeção caixa n Inspeção caixa 4 Inspeção caixa 3 Inspeção caixa 2 Condições do produto Qualidade do produto Container

(9)

2 INSPEÇÃO

2.1 ETAPAS DO PROCEDIMENTO

Fluxograma do procedimento de inspeção de uva de mesa

Informações gerais Pallet Condições Condições Caixa Condições das embalagens Escore de qualidade Inspeção Inspeção caixa 1 Resultado da inspeção 1. Observações/comentários 2. Escore final de qualidade 3. Potencial de armazenamento Inspeção caixa n Inspeção caixa 4 Inspeção caixa 3 Inspeção caixa 2 Condições do produto Qualidade do produto Container

(10)

* Consignatário = supermercado ou responsável pelo armazenamento ou intermediário (broker)

Informações do container

A partir do romaneio são registradas as informações do container.

3.2 INFORMAÇÕES GERAIS DO CONTAINER

N° do Packing list (Packing list nº) N° do container (Container nº) Termógrafo no(s) pallet(s) nº (Recorder on pallets nº) Navio (Motor vessel) Nº da viagem (Trip nº) Produtor (Grower)

Companhia marítima (Shipping) Exportador/Consignatário (Shipper/Consignee*) Importador (Client) Mercadoria (Comodity) País de origem (Origin)

Marca (Brand) Categoria (Category) Variedade (Variety) Quantidade pallets (Quantity pallets) Quantidade de caixas (Quantity: box/carton) Peso Kg (Weight)

Porto de chegada (Arrival port) Data de inspeção

(Inspection date) Local da inspeção (Inspection place) Empresa de inspeção

Romaneio ou shipping list

Documento que contem as informações do produto a partir do armazenamento na câmara fria, após o packing até o embarque no porto de saída.

O envio dos romaneios em tempo hábil permite o planejamento do acompanhamento das inspeções.

Os romaneios devem conter pelo menos as seguintes informações:

N° do romaneio N° do container

Termógrafo(s) no(s) pallet (s) Nº Navio Nº da viagem Produtor/ fornecedor Companhia marítima Consignatário Cliente Variedade Quantidade de pallets Quantidade de caixas Peso por caixa (kg) Peso (kg) Data de saída Data de chegada Porto de saída Porto de chegada Booking Empresa de inspeção Informações do romaneio ou shipping list

Fluxograma do procedimento de inspeção de uva de mesa

Informações gerais Pallet Condições Condições Caixa Condições das embalagens Escore de qualidade Inspeção Inspeção caixa 1 Resultado da inspeção 1. Observações/comentários 2. Escore final de qualidade 3. Potencial de armazenamento Inspeção caixa n Inspeção caixa 4 Inspeção caixa 3 Inspeção caixa 2 Condições do produto Qualidade do produto Container Informações gerais

(11)

* Consignatário = supermercado ou responsável pelo armazenamento ou intermediário (broker)

Informações do container

A partir do romaneio são registradas as informações do container.

3.2 INFORMAÇÕES GERAIS DO CONTAINER

N° do Packing list (Packing list nº) N° do container (Container nº) Termógrafo no(s) pallet(s) nº (Recorder on pallets nº) Navio (Motor vessel) Nº da viagem (Trip nº) Produtor (Grower)

Companhia marítima (Shipping) Exportador/Consignatário (Shipper/Consignee*) Importador (Client) Mercadoria (Comodity) País de origem (Origin)

Marca (Brand) Categoria (Category) Variedade (Variety) Quantidade pallets (Quantity pallets) Quantidade de caixas (Quantity: box/carton) Peso Kg (Weight)

Porto de chegada (Arrival port) Data de inspeção

(Inspection date) Local da inspeção (Inspection place) Empresa de inspeção

Romaneio ou shipping list

Documento que contem as informações do produto a partir do armazenamento na câmara fria, após o packing até o embarque no porto de saída.

O envio dos romaneios em tempo hábil permite o planejamento do acompanhamento das inspeções.

Os romaneios devem conter pelo menos as seguintes informações:

N° do romaneio N° do container

Termógrafo(s) no(s) pallet (s) Nº Navio Nº da viagem Produtor/ fornecedor Companhia marítima Consignatário Cliente Variedade Quantidade de pallets Quantidade de caixas Peso por caixa (kg) Peso (kg) Data de saída Data de chegada Porto de saída Porto de chegada Booking Empresa de inspeção Informações do romaneio ou shipping list

Fluxograma do procedimento de inspeção de uva de mesa

Informações gerais Pallet Condições Condições Caixa Condições das embalagens Escore de qualidade Inspeção Inspeção caixa 1 Resultado da inspeção 1. Observações/comentários 2. Escore final de qualidade 3. Potencial de armazenamento Inspeção caixa n Inspeção caixa 4 Inspeção caixa 3 Inspeção caixa 2 Condições do produto Qualidade do produto Container Informações gerais

(12)

3.3 CONDIÇÕES DO CONTAINER

Figura 1 - Container chegando à câmara fria Figura 2 - Vista da ventilação

Figura 3 - Vista do motor do container Figura 4 - Container sendo descarregado na antecâmara

Fluxograma do procedimento de inspeção de uva de mesa

Informações gerais Pallet Condições Condições Caixa Condições das embalagens Escore de qualidade Inspeção Inspeção caixa 1 Resultado da inspeção 1. Observações/comentários 2. Escore final de qualidade 3. Potencial de armazenamento Inspeção caixa n Inspeção caixa 4 Inspeção caixa 3 Inspeção caixa 2 Condições do produto do produtoQualidade

Container Condições

Fonte Cláudia Neves Fonte Cláudia Neves Fonte Cláudia Neves Fonte Cláudia Neves

1.Temperatura de refrigeração (Temperature setting) Temperatura de refrigeração do container regulada

no genset, em graus Celsius (ºC).

2. Ventilação (Ventilation) Regulagem da troca do ar interno do container com

o ambiente externo.

Aberta: ventilação totalmente aberta; Fechada: ventilação totalmente fechada; Regulada: rotação em CBM/hora.

> > >

Condições do container – item de verificação

Fonte: Mônica Ishikawa

Figura 5 - Maquinário do set point do container Figura 6 - Ventilação

(13)

3.3 CONDIÇÕES DO CONTAINER

Figura 1 - Container chegando à câmara fria Figura 2 - Vista da ventilação

Figura 3 - Vista do motor do container Figura 4 - Container sendo descarregado na antecâmara

Fluxograma do procedimento de inspeção de uva de mesa

Informações gerais Pallet Condições Condições Caixa Condições das embalagens Escore de qualidade Inspeção Inspeção caixa 1 Resultado da inspeção 1. Observações/comentários 2. Escore final de qualidade 3. Potencial de armazenamento Inspeção caixa n Inspeção caixa 4 Inspeção caixa 3 Inspeção caixa 2 Condições do produto do produtoQualidade

Container Condições

Fonte Cláudia Neves Fonte Cláudia Neves Fonte Cláudia Neves Fonte Cláudia Neves

1.Temperatura de refrigeração (Temperature setting) Temperatura de refrigeração do container regulada

no genset, em graus Celsius (ºC).

2. Ventilação (Ventilation) Regulagem da troca do ar interno do container com

o ambiente externo.

Aberta: ventilação totalmente aberta; Fechada: ventilação totalmente fechada; Regulada: rotação em CBM/hora.

> > >

Condições do container – item de verificação

Fonte: Mônica Ishikawa

Figura 5 - Maquinário do set point do container Figura 6 - Ventilação

(14)

3. Lacre do container

Presença do lacre no container na chegada à câmara fria. 4. Indicação da localização do termógrafo

Presença de etiqueta no pallet indicando a localização do termógrafo. Para os containeres com mais de um termógrafo, presença de etiqueta

em cada pallet que contém termógrafo.

>

Condições do container – item de verificação

Fonte: Cláudia Neves/ITEP

Figura 7- Indicação da localização do termógrafo no pallet Figura 8 - Indicação da localização do termógrafo no pallet

Fonte: Cláudia Neves/ITEP

5. Termógrafo (Recorder)

Instrumento que registra a temperatura do container durante os transportes terrestre e marítimo.

A condição do termógrafo é registrada no início da inspeção: N° do termógrafo: quando o termógrafo é encontrado. Não encontrado: quando o termógrafo não é encontrado; Quebrado: quando o termógrafo é encontrado danificado.

> > >

Condições do container – item de verificação

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP Figura 9

Figura 9 - Modelos de termógrafos Figura 10 - Número do termógrafo

(15)

3. Lacre do container

Presença do lacre no container na chegada à câmara fria. 4. Indicação da localização do termógrafo

Presença de etiqueta no pallet indicando a localização do termógrafo. Para os containeres com mais de um termógrafo, presença de etiqueta

em cada pallet que contém termógrafo.

>

Condições do container – item de verificação

Fonte: Cláudia Neves/ITEP

Figura 7- Indicação da localização do termógrafo no pallet Figura 8 - Indicação da localização do termógrafo no pallet

Fonte: Cláudia Neves/ITEP

5. Termógrafo (Recorder)

Instrumento que registra a temperatura do container durante os transportes terrestre e marítimo.

A condição do termógrafo é registrada no início da inspeção: N° do termógrafo: quando o termógrafo é encontrado. Não encontrado: quando o termógrafo não é encontrado; Quebrado: quando o termógrafo é encontrado danificado.

> > >

Condições do container – item de verificação

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP Figura 9

Figura 9 - Modelos de termógrafos Figura 10 - Número do termógrafo

(16)

6. Leitura do termógrafo (Recorder reading)

Leitura dos registros da temperatura do container, armazenados no

termógrafo, durante os transportes terrestre e marítimo.

A leitura do(s) termógrafo(s) é realizada, em geral, no início da inspeção.

Gravado e conforme: registros gravados e temperatura em conformidade;

Gravado e não conforme: registros gravados e temperatura não conforme.

>

>

Condições do container – item de verificação

Fonte: Cláudia Neves/ITEP

Figura 11 - Leitura do termógrafo no início da inspeção Figura 12 - Registro da leitura do termógrafo

Fonte: Cláudia Neves/ITEP

Condições do pallets – item de verificação

3.4 CONDIÇÕES DOS PALLETS

1. Paletização (Palletzing)

Os pallets são verificados quanto a, por exemplo: Quebra/rachadura

Empenamento

Ausência ou quebra da fita de amarração Condições das cantoneiras

Caixas comprimidas

Etiquetas apropriadas para câmaras frias Certificação de tratamento

Presença de insetos

Danos causados por insetos (ex: furos)

> > > > > > > > >

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP Figura 13 - Pallet quebrado Figura 14 - Pallet empenado Fluxograma do procedimento de inspeção de uva de mesa

Informações gerais Pallet Condições Condições Caixa Condições das embalagens Escore de qualidade Inspeção Inspeção caixa 1 Resultado da inspeção 1. Observações/comentários 2. Escore final de qualidade 3. Potencial de armazenamento Inspeção caixa n Inspeção caixa 4 Inspeção caixa 3 Inspeção caixa 2 Condições do produto Qualidade do produto Container Condições

(17)

6. Leitura do termógrafo (Recorder reading)

Leitura dos registros da temperatura do container, armazenados no

termógrafo, durante os transportes terrestre e marítimo.

A leitura do(s) termógrafo(s) é realizada, em geral, no início da inspeção.

Gravado e conforme: registros gravados e temperatura em conformidade;

Gravado e não conforme: registros gravados e temperatura não conforme.

>

>

Condições do container – item de verificação

Fonte: Cláudia Neves/ITEP

Figura 11 - Leitura do termógrafo no início da inspeção Figura 12 - Registro da leitura do termógrafo

Fonte: Cláudia Neves/ITEP

Condições do pallets – item de verificação

3.4 CONDIÇÕES DOS PALLETS

1. Paletização (Palletzing)

Os pallets são verificados quanto a, por exemplo: Quebra/rachadura

Empenamento

Ausência ou quebra da fita de amarração Condições das cantoneiras

Caixas comprimidas

Etiquetas apropriadas para câmaras frias Certificação de tratamento

Presença de insetos

Danos causados por insetos (ex: furos)

> > > > > > > > >

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP Figura 13 - Pallet quebrado Figura 14 - Pallet empenado Fluxograma do procedimento de inspeção de uva de mesa

Informações gerais Pallet Condições Condições Caixa Condições das embalagens Escore de qualidade Inspeção Inspeção caixa 1 Resultado da inspeção 1. Observações/comentários 2. Escore final de qualidade 3. Potencial de armazenamento Inspeção caixa n Inspeção caixa 4 Inspeção caixa 3 Inspeção caixa 2 Condições do produto Qualidade do produto Container Condições

(18)

Fonte: Maynah Bezerra/ITEP

Fonte: Mayara Castro/ITEP

Figura 15 - Caixas rasgadas Figura 16 - Cantoneira deformada

Figura 17 - Fita de amarração quebrada

Figura 18 - Caixa amassada

Fonte: Maynah Bezerra/ITEP Fonte: Maynah Bezerra/Mayara Castro/ITEP

Condições do pallets – item de verificação 2. Identificação dos pallets (Labels on pallets)

Os pallets são identificados com etiqueta colada nas pilhas das caixas. Na etiqueta são verificadas as informações como, por exemplo:

N° do pallet; Produtor/código do produtor/fornecedor; Variedade; Quantidade de caixas; > > > > > > > >

Peso das caixas; Tipo de embalagem; Tamanho (calibre); Rastreabilidade.

Fonte: Maynah Bezerra/ITEP Fonte Cláudia Neves/ITEP

Figura 19 - Vista da identificação do pallet Figura 20 - Detalhe de etiquetas de identificação de pallet

Figura 21 - Detalhe de etiquetas de identificação de pallet

Figura 22 - Detalhe de etiquetas de identificação

de pallet

(19)

Fonte: Maynah Bezerra/ITEP

Fonte: Mayara Castro/ITEP

Figura 15 - Caixas rasgadas Figura 16 - Cantoneira deformada

Figura 17 - Fita de amarração quebrada

Figura 18 - Caixa amassada

Fonte: Maynah Bezerra/ITEP Fonte: Maynah Bezerra/Mayara Castro/ITEP

Condições do pallets – item de verificação 2. Identificação dos pallets (Labels on pallets)

Os pallets são identificados com etiqueta colada nas pilhas das caixas. Na etiqueta são verificadas as informações como, por exemplo:

N° do pallet; Produtor/código do produtor/fornecedor; Variedade; Quantidade de caixas; > > > > > > > >

Peso das caixas; Tipo de embalagem; Tamanho (calibre); Rastreabilidade.

Fonte: Maynah Bezerra/ITEP Fonte Cláudia Neves/ITEP

Figura 19 - Vista da identificação do pallet Figura 20 - Detalhe de etiquetas de identificação de pallet

Figura 21 - Detalhe de etiquetas de identificação de pallet

Figura 22 - Detalhe de etiquetas de identificação

de pallet

(20)

3.5 INSPEÇÃO DAS CAIXAS

Amostragem:

A amostragem das caixas para inspeção do container é realizada em função do produtor, da variedade, do tipo de embalagem e do tamanho (calibre).

No container, para cada produtor são inspecionadas caixas por variedade, por tipo de embalagem e por tamanho (calibre da uva).

> Produtor 1 Container Variedade 1 Embalagem 1 Calibre 1 Variedade 2 Produtor 2 Embalagem 2

Caixas para inspeção Calibre 2

Variedade 1

Variedade 2

Caixas para inspeção

Embalagem 1 Calibre 1

Embalagem 2

Caixas para inspeção Calibre 2 Caixas para inspeção

Embalagem 1 Calibre 1

Embalagem 2

Caixas para inspeção Calibre 2 Caixas para inspeção

Embalagem 1 Calibre 1

Embalagem 2

Caixas para inspeção Calibre 2 Caixas para inspeção

Em geral são inspecionadas duas caixas de dois pallets (quatro caixas). Em cada um dos pallets as caixas são retiradas da parte superior de uma mesma

Caixas de um terceiro pallet são avaliadas como contra prova nos casos em são observados uma freqüência de danos e defeitos na fruta nos dois primeiros pallets inspecionados.

Em alguns procedimentos de inspeção:

a) São retiradas três caixas da parte superior de uma mesma do pallet, mas a primeira caixa não é inspecionada.

Obs: As primeiras caixas dos pallets são as que estão mais expostas e sofrem danos de temperatura, algumas empresas não as consideram na amostragem. A avaliação da primeira caixa é um critério do procedimento de inspeção adotado ou não por cada empresa.

b) São inspecionadas duas caixas de dois a cinco pallets.

O número do pallet do qual são retiradas as caixas é registrado no momento da inspeção coluna.

coluna

>

>

Fonte: Cláudia Neves/ITEP

Figura 23 - Pallets com caixas retiradas para inspeção

Figura 24 - Pallets com caixas retiradas para inspeção

Figura 25 - Pallets com caixas retiradas para inspeção

(21)

3.5 INSPEÇÃO DAS CAIXAS

Amostragem:

A amostragem das caixas para inspeção do container é realizada em função do produtor, da variedade, do tipo de embalagem e do tamanho (calibre).

No container, para cada produtor são inspecionadas caixas por variedade, por tipo de embalagem e por tamanho (calibre da uva).

> Produtor 1 Container Variedade 1 Embalagem 1 Calibre 1 Variedade 2 Produtor 2 Embalagem 2

Caixas para inspeção Calibre 2

Variedade 1

Variedade 2

Caixas para inspeção

Embalagem 1 Calibre 1

Embalagem 2

Caixas para inspeção Calibre 2 Caixas para inspeção

Embalagem 1 Calibre 1

Embalagem 2

Caixas para inspeção Calibre 2 Caixas para inspeção

Embalagem 1 Calibre 1

Embalagem 2

Caixas para inspeção Calibre 2 Caixas para inspeção

Em geral são inspecionadas duas caixas de dois pallets (quatro caixas). Em cada um dos pallets as caixas são retiradas da parte superior de uma mesma

Caixas de um terceiro pallet são avaliadas como contra prova nos casos em são observados uma freqüência de danos e defeitos na fruta nos dois primeiros pallets inspecionados.

Em alguns procedimentos de inspeção:

a) São retiradas três caixas da parte superior de uma mesma do pallet, mas a primeira caixa não é inspecionada.

Obs: As primeiras caixas dos pallets são as que estão mais expostas e sofrem danos de temperatura, algumas empresas não as consideram na amostragem. A avaliação da primeira caixa é um critério do procedimento de inspeção adotado ou não por cada empresa.

b) São inspecionadas duas caixas de dois a cinco pallets.

O número do pallet do qual são retiradas as caixas é registrado no momento da inspeção coluna.

coluna

>

>

Fonte: Cláudia Neves/ITEP

Figura 23 - Pallets com caixas retiradas para inspeção

Figura 24 - Pallets com caixas retiradas para inspeção

Figura 25 - Pallets com caixas retiradas para inspeção

(22)

Fonte: Maynah Bezerra/ITEP Fonte: Cláudia Neves/ITEP

Figuras 26 - Registro das etiquetas de identificação no início da inspeção

Figuras 27 - Registro das etiquetas de identificação no início da inspeção

3.5.1 CONDIÇÕES DAS EMBALAGENS

As condições das caixas e embalagens são verificadas quanto a, por exemplo:

1. Presença de etiqueta de identificação

A etiqueta de identificação das caixas e das embalagens é fotografada quando a caixa é aberta para inspeção.

Condições das caixas e embalagens - item de verificação

Fluxograma do procedimento de inspeção de uva de mesa

Informações gerais Pallet Condições Condições Caixa Condições das embalagens Escore de qualidade Inspeção Inspeção caixa 1 Resultado da inspeção 1. Observações/comentários 2. Escore final de qualidade 3. Potencial de armazenamento Inspeção caixa n Inspeção caixa 4 Inspeção caixa 3 Inspeção caixa 2 Condições do produto Qualidade do produto Container Condições das embalagens

2 . Informações nas etiquetas

São observadas informações, como por exemplo:

a. Código de barras (Barcode)

b. Variedade (Variety)

c. Classe/ Categoria(Class/Cat.) d. Produtor (Grower)

Nome / código de identificação do produtor.

e. Tamanho/ Calibre (Size code)

*O tamanho /calibre indicado na etiqueta da caixa/embalagem é confirmado através da medição do tamanho da baga (ver TAMANHO

DA BAGA (BERRY SIZE)-item 3.5.3-2, )

f. L code - só para cumbucas.

g. Data ou código da data de embalagem (Pack date/ Pack code). h. Peso líquido (Weight) /Classe da caixa (Weight type).

Tipo de embalagem (Pack type)

j. Rastreabilidade

GGN, lote, ...

p. 40

(23)

Fonte: Maynah Bezerra/ITEP Fonte: Cláudia Neves/ITEP

Figuras 26 - Registro das etiquetas de identificação no início da inspeção

Figuras 27 - Registro das etiquetas de identificação no início da inspeção

3.5.1 CONDIÇÕES DAS EMBALAGENS

As condições das caixas e embalagens são verificadas quanto a, por exemplo:

1. Presença de etiqueta de identificação

A etiqueta de identificação das caixas e das embalagens é fotografada quando a caixa é aberta para inspeção.

Condições das caixas e embalagens - item de verificação

Fluxograma do procedimento de inspeção de uva de mesa

Informações gerais Pallet Condições Condições Caixa Condições das embalagens Escore de qualidade Inspeção Inspeção caixa 1 Resultado da inspeção 1. Observações/comentários 2. Escore final de qualidade 3. Potencial de armazenamento Inspeção caixa n Inspeção caixa 4 Inspeção caixa 3 Inspeção caixa 2 Condições do produto Qualidade do produto Container Condições das embalagens

2 . Informações nas etiquetas

São observadas informações, como por exemplo:

a. Código de barras (Barcode)

b. Variedade (Variety)

c. Classe/ Categoria(Class/Cat.) d. Produtor (Grower)

Nome / código de identificação do produtor.

e. Tamanho/ Calibre (Size code)

*O tamanho /calibre indicado na etiqueta da caixa/embalagem é confirmado através da medição do tamanho da baga (ver TAMANHO

DA BAGA (BERRY SIZE)-item 3.5.3-2, )

f. L code - só para cumbucas.

g. Data ou código da data de embalagem (Pack date/ Pack code). h. Peso líquido (Weight) /Classe da caixa (Weight type).

Tipo de embalagem (Pack type)

j. Rastreabilidade

GGN, lote, ...

p. 40

(24)

Figura 30 - Detalhe da indicação do peso líquido da caixa Figura 33 - Embalagem clamshell

Fonte: Cláudia Neves/ITEP

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP

Figura 28 - Detalhe de etiquetas da caixa Figura 32 - Embalagem sacola

22

Inspeção das Condições e da Qualidade de Uvas de Mesa Recepcionadas no Porto de Roterdã Inspeção das Condições e da Qualidade de Uvas de Mesa Recepcionadas no Porto de Roterdã

23

Figura 29 - Detalhe de etiquetas da caixa

Fonte: Cláudia Neves/ITEP

Figura 31 - Detalhe da indicação do peso líquido da caixa

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP

Fonte: Relatório de Inspeção, 2010/2011 Fonte: Relatório de Inspeção, 2010/2011

3. Peso bruto da caixa (gross weight) a) Embalagem sacola:

O peso bruto da caixa é calculado como a média das pesagens da caixa com o produto.

b) Embalagem cumbuca: O peso bruto da caixa é calculado

como a média das pesagens das cumbucas com o produto, multiplicada pelo número de cumbucas na caixa (em geral 10). 4.Peso líquido da caixa (net weight)

a) Embalagem sacola: O peso líquido é calculado como a

média da diferença entre as pesagens da caixa com o produto menos a tara da caixa.

PL= (PB - tara)

b)Embalagem cumbuca: O peso líquido é calculado como a

média da diferença entre as pesagens das cumbucas com o produto menos a tara da cumbuca, multiplicado pelo número de cumbucas na caixa (em geral 10). PL=(PB - tara) x quant. cumbucas.

>

>

>

>

Condições das caixas e embalagens - item de verificação

Figura 35 - Pesagem - peso bruto da cumbuca Figura 36 - Pesagem da caixa – tara Figura 37 - Pesagem da cumbuca – tara

Fonte: Maynah Bezerra/ITEP

FonteCláudia Neves/ITEP

Fonte: Cláudia Neves/ITEP

Figura 34 - Pesagem

- peso bruto

da caixa

(25)

Figura 30 - Detalhe da indicação do peso líquido da caixa Figura 33 - Embalagem clamshell

Fonte: Cláudia Neves/ITEP

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP

Figura 28 - Detalhe de etiquetas da caixa Figura 32 - Embalagem sacola

22

Inspeção das Condições e da Qualidade de Uvas de Mesa Recepcionadas no Porto de Roterdã Inspeção das Condições e da Qualidade de Uvas de Mesa Recepcionadas no Porto de Roterdã

23

Figura 29 - Detalhe de etiquetas da caixa

Fonte: Cláudia Neves/ITEP

Figura 31 - Detalhe da indicação do peso líquido da caixa

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP

Fonte: Relatório de Inspeção, 2010/2011 Fonte: Relatório de Inspeção, 2010/2011

3. Peso bruto da caixa (gross weight) a) Embalagem sacola:

O peso bruto da caixa é calculado como a média das pesagens da caixa com o produto.

b) Embalagem cumbuca: O peso bruto da caixa é calculado

como a média das pesagens das cumbucas com o produto, multiplicada pelo número de cumbucas na caixa (em geral 10). 4.Peso líquido da caixa (net weight)

a) Embalagem sacola: O peso líquido é calculado como a

média da diferença entre as pesagens da caixa com o produto menos a tara da caixa.

PL= (PB - tara)

b)Embalagem cumbuca: O peso líquido é calculado como a

média da diferença entre as pesagens das cumbucas com o produto menos a tara da cumbuca, multiplicado pelo número de cumbucas na caixa (em geral 10). PL=(PB - tara) x quant. cumbucas.

>

>

>

>

Condições das caixas e embalagens - item de verificação

Figura 35 - Pesagem - peso bruto da cumbuca Figura 36 - Pesagem da caixa – tara Figura 37 - Pesagem da cumbuca – tara

Fonte: Maynah Bezerra/ITEP

FonteCláudia Neves/ITEP

Fonte: Cláudia Neves/ITEP

Figura 34 - Pesagem

- peso bruto

da caixa

(26)

Condições do pallets – item de verificação

5. Defeitos de embalagem (Packing defects)

Nas caixas e embalagens são observados defeitos como, por exemplo:.

Figura 39 - Caixas em um mesmo pallet com e sem identificação do tamanho (calibre)

Figura 40 - Caixas com a passagem

para circulação de ar fechada

Fonte: Mayara Castro/ITEP Fonte:Cláudia Neves/ITEP

?

Fonte: Maynah Bezerra/ITEP

Figura 38 - Etiquetas soltando

Figura 41 - Caixa sem informações Figura 42 - Caixas com tonalidades de impressão diferentes Figura 43 - Caixa com defeitos Figura 44 - Etiqueta enrrugada Figura 45 - Cumbuca estufada Figura 46 - Cumbucas em uma mesma caixa com indicação de variedades diferentes

Fonte: Maynah Bezerra/ITEP

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP

Fonte: Cláudia Neves/ITEP

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP

(27)

Condições do pallets – item de verificação

5. Defeitos de embalagem (Packing defects)

Nas caixas e embalagens são observados defeitos como, por exemplo:.

Figura 39 - Caixas em um mesmo pallet com e sem identificação do tamanho (calibre)

Figura 40 - Caixas com a passagem

para circulação de ar fechada

Fonte: Mayara Castro/ITEP Fonte:Cláudia Neves/ITEP

?

Fonte: Maynah Bezerra/ITEP

Figura 38 - Etiquetas soltando

Figura 41 - Caixa sem informações Figura 42 - Caixas com tonalidades de impressão diferentes Figura 43 - Caixa com defeitos Figura 44 - Etiqueta enrrugada Figura 45 - Cumbuca estufada Figura 46 - Cumbucas em uma mesma caixa com indicação de variedades diferentes

Fonte: Maynah Bezerra/ITEP

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP

Fonte: Cláudia Neves/ITEP

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP

(28)

3.5.2 CONDIÇÕES DO PRODUTO

Características do produto que estão associadas às condições de embalagem, acondicionamento, armazenamento e transporte.

1. Temperatura da polpa (Pulp temperature/temperature) Temperatura da polpa da baga no momento da inspeção. > A temperatura da baga é medida geralmente nas caixas situadas na parte inferior do pallet, no início da inspeção. > São realizadas, em geral, medidas da temperatura em mais de um pallet.

A partir das medidas realizadas são registradas a mínima, máxima e média da temperatura.

Condições do produto – item de verificação

Figura 47 - Medição da temperatura:

caixas na parte inferior do pallet

Fonte: Cláudia Neves/ITEP

Fluxograma do procedimento de inspeção de uva de mesa

Informações gerais Pallet Condições Condições Caixa Condições das embalagens Escore de qualidade Inspeção Inspeção caixa 1 Resultado da inspeção 1. Observações/comentários 2. Escore final de qualidade 3. Potencial de armazenamento Inspeção caixa n Inspeção caixa 4 Inspeção caixa 3 Inspeção caixa 2 Condições do produto do produtoQualidade

Container

Figura 48 - Medição da temperatura:

caixas na parte inferior do pallet

Figura 49 - Medição da temperatura:

caixas na parte inferior do pallet

Fonte: Cláudia Neves/ITEP Fonte: Cláudia Neves/ITEP

Condições do produto

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP Fonte: Cláudia Neves/ITEP

Fonte: Mayara Castro/ITEP

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP Figura 50 - Medição da temperatura:

termômetro é inserido na baga

Figura 53 - Uva congelada

Figura 51 - Medição da temperatura: termômetro é inserido na baga

Figura 52 - Medição da temperatura: termômetro é inserido na baga

Figura 54 - Uva congelada Figura 55 - Uva congelada

(29)

3.5.2 CONDIÇÕES DO PRODUTO

Características do produto que estão associadas às condições de embalagem, acondicionamento, armazenamento e transporte.

1. Temperatura da polpa (Pulp temperature/temperature) Temperatura da polpa da baga no momento da inspeção. > A temperatura da baga é medida geralmente nas caixas situadas na parte inferior do pallet, no início da inspeção. > São realizadas, em geral, medidas da temperatura em mais de um pallet.

A partir das medidas realizadas são registradas a mínima, máxima e média da temperatura.

Condições do produto – item de verificação

Figura 47 - Medição da temperatura:

caixas na parte inferior do pallet

Fonte: Cláudia Neves/ITEP

Fluxograma do procedimento de inspeção de uva de mesa

Informações gerais Pallet Condições Condições Caixa Condições das embalagens Escore de qualidade Inspeção Inspeção caixa 1 Resultado da inspeção 1. Observações/comentários 2. Escore final de qualidade 3. Potencial de armazenamento Inspeção caixa n Inspeção caixa 4 Inspeção caixa 3 Inspeção caixa 2 Condições do produto do produtoQualidade

Container

Figura 48 - Medição da temperatura:

caixas na parte inferior do pallet

Figura 49 - Medição da temperatura:

caixas na parte inferior do pallet

Fonte: Cláudia Neves/ITEP Fonte: Cláudia Neves/ITEP

Condições do produto

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP Fonte: Cláudia Neves/ITEP

Fonte: Mayara Castro/ITEP

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP Figura 50 - Medição da temperatura:

termômetro é inserido na baga

Figura 53 - Uva congelada

Figura 51 - Medição da temperatura: termômetro é inserido na baga

Figura 52 - Medição da temperatura: termômetro é inserido na baga

Figura 54 - Uva congelada Figura 55 - Uva congelada

(30)

Condições do produto – item de verificação

2. Condensação (Condensation)

A condensação é evidenciada pela presença de gotículas nas embalagens e/ou na bolsa que envolve as embalagens dentro da caixa.

A ocorrência de condensação é indicativa de quebra na cadeia de frio no armazenamento / transporte.

Figura 56 - Condensação Figura 57 - Condensação

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP

Condições do produto – item de verificação

3. Cor do engaço/Condição do engaço (Stem colour/Stem condition) Engaço: ramificação verde central do cacho.

A cor do engaço castanho-marrom indica condição de desidratação / ressecamento.

Figura 58 - Engaço verde Figura 59 - Engaço castanho-marrom

(31)

Condições do produto – item de verificação

2. Condensação (Condensation)

A condensação é evidenciada pela presença de gotículas nas embalagens e/ou na bolsa que envolve as embalagens dentro da caixa.

A ocorrência de condensação é indicativa de quebra na cadeia de frio no armazenamento / transporte.

Figura 56 - Condensação Figura 57 - Condensação

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP

Condições do produto – item de verificação

3. Cor do engaço/Condição do engaço (Stem colour/Stem condition) Engaço: ramificação verde central do cacho.

A cor do engaço castanho-marrom indica condição de desidratação / ressecamento.

Figura 58 - Engaço verde Figura 59 - Engaço castanho-marrom

(32)

Condições do produto – item de verificação

4. Molhado & pegajoso (Wet & stick)

Bagas que apresentam aspecto molhado e/ou pegajoso.

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP

Figura 60 - Molhado & pegajoso (wet & stick) Figura 61 - Molhado & pegajoso (wet & stick)

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP

Condições do produto – item de verificação

5. Vítreo / translúcido (Glassy berry )

Bagas que apresentam aspecto vítreo (translúcido).

Figura 62 - Baga vítrea (translúcida)

Fonte: Relatório de Inspeção, 2010/2011

Figura 63 - Baga vítrea (translúcida)

(33)

Condições do produto – item de verificação

4. Molhado & pegajoso (Wet & stick)

Bagas que apresentam aspecto molhado e/ou pegajoso.

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP

Figura 60 - Molhado & pegajoso (wet & stick) Figura 61 - Molhado & pegajoso (wet & stick)

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP

Condições do produto – item de verificação

5. Vítreo / translúcido (Glassy berry )

Bagas que apresentam aspecto vítreo (translúcido).

Figura 62 - Baga vítrea (translúcida)

Fonte: Relatório de Inspeção, 2010/2011

Figura 63 - Baga vítrea (translúcida)

(34)

Condições do produto – item de verificação

6. Desgrane (Berry drop/ Shatter)

Bagas que estão totalmente soltas do cacho.

Figura 64 - Desgrane (berry drop/shatter)

Fonte: Relatório de Inspeção, 2010/2011 Fonte: Relatório de Inspeção, 2010/2011

Figura 65 - Desgrane (berry drop/shatter)

Condições das embalagens – item de verificação

7. Danos pelo SO2 (SO2 damage)/ Branqueamento (SO2 bleaching) Bagas que apresentam áreas brancas e/ou danos na pele resultantes da despigmentação causadas pelo SO2.

O SO2 é gerado a partir do metabissulfito de sódio e tem a função de retardar o aparecimento de podridão e preservar a cor verde do engaço.

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP Figura 66 -

Danos pelo SO2 (SO2 damage) / Branqueamento (SO2 bleaching)

Figura 67 -

Danos pelo SO2 (SO2 damage) / Branqueamento (SO2 bleaching)

(35)

Condições do produto – item de verificação

6. Desgrane (Berry drop/ Shatter)

Bagas que estão totalmente soltas do cacho.

Figura 64 - Desgrane (berry drop/shatter)

Fonte: Relatório de Inspeção, 2010/2011 Fonte: Relatório de Inspeção, 2010/2011

Figura 65 - Desgrane (berry drop/shatter)

Condições das embalagens – item de verificação

7. Danos pelo SO2 (SO2 damage)/ Branqueamento (SO2 bleaching) Bagas que apresentam áreas brancas e/ou danos na pele resultantes da despigmentação causadas pelo SO2.

O SO2 é gerado a partir do metabissulfito de sódio e tem a função de retardar o aparecimento de podridão e preservar a cor verde do engaço.

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP Figura 66 -

Danos pelo SO2 (SO2 damage) / Branqueamento (SO2 bleaching)

Figura 67 -

Danos pelo SO2 (SO2 damage) / Branqueamento (SO2 bleaching)

(36)

Condições do produto – item de verificação

8. Machucado (Bruise/bruising)

Bagas que apresentam áreas achatadas, muitas vezes descoloridas ou

amarronzadas..

Ocorrem geralmente na pós-colheita devido ao manuseio e acondicionamento deficientes ou à danos de embalagem.

>

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP

Figura 68 - Baga machucada (bruise/bruising)

Figura 69 - Detalhe do machucado (bruise/bruising)

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP

Condições do produto – item de verificação

9. Esmagado (Crushed)

Bagas que apresentam aspecto

de esmagado e mudança na cor

Ocorrem geralmente na

pós-colheita devido ao manuseio ou mau acondicionamento.

>

10. Baga dividida (Split berry)

Bagas que apresentam fenda, com aspecto de

divisão/partitura.

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP

Figura 70 - Baga esmagada (crushed)

Figura 71 - Baga dividida (Split berry)

(37)

Condições do produto – item de verificação

8. Machucado (Bruise/bruising)

Bagas que apresentam áreas achatadas, muitas vezes descoloridas ou

amarronzadas..

Ocorrem geralmente na pós-colheita devido ao manuseio e acondicionamento deficientes ou à danos de embalagem.

>

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP

Figura 68 - Baga machucada (bruise/bruising)

Figura 69 - Detalhe do machucado (bruise/bruising)

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP

Condições do produto – item de verificação

9. Esmagado (Crushed)

Bagas que apresentam aspecto

de esmagado e mudança na cor

Ocorrem geralmente na

pós-colheita devido ao manuseio ou mau acondicionamento.

>

10. Baga dividida (Split berry)

Bagas que apresentam fenda, com aspecto de

divisão/partitura.

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP

Figura 70 - Baga esmagada (crushed)

Figura 71 - Baga dividida (Split berry)

(38)

Condições do produto – item de verificação

11. Estria (Hairline)

Bagas que apresentam linhas muito finas na pele. São formadas em decorrência do SO2 ou da quebra da cadeia de frio ou do acúmulo de água.

>

12. Ninho (Nest)

Presença de fungo e/ou inseto.

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP Figura 72 - Baga com estria (hairline)

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP

Figura 73 - Baga com estria (hairline)

Condições do produto – item de verificação

13. Podridão (Decay)

Bagas que apresentam algum apodrecimento ativo.

Exemplos de tipo de podridão Figura 76 - Podridão da pele – A

pele se desprende após leve esfrea-ço ou pressão com o dedo. As vezes identificada como slipskin.

Figura 77 - Podridão de larva –

Causada pela presença de larva de insetos.

F i g u r a 7 8 - P o d r i d ã o d a terminação do engaço – As vezes

identificada como stemendrot.

F i g u r a 7 9 - P o d r i d ã o p o r machucado – Decorrente do

machucado

Fonte Mônica Ishikawa/ITEP

Figura 74 - Podridão (decay)

Figura 75 - Podridão (decay)

Fonte Mônica Ishikawa/ITEP Fonte Mônica Ishikawa/ITEP Fonte Mônica Ishikawa/ITEP

Fonte: Relatório de Inspeção, 2010/2011

(39)

Condições do produto – item de verificação

11. Estria (Hairline)

Bagas que apresentam linhas muito finas na pele. São formadas em decorrência do SO2 ou da quebra da cadeia de frio ou do acúmulo de água.

>

12. Ninho (Nest)

Presença de fungo e/ou inseto.

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP Figura 72 - Baga com estria (hairline)

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP

Figura 73 - Baga com estria (hairline)

Condições do produto – item de verificação

13. Podridão (Decay)

Bagas que apresentam algum apodrecimento ativo.

Exemplos de tipo de podridão Figura 76 - Podridão da pele – A

pele se desprende após leve esfrea-ço ou pressão com o dedo. As vezes identificada como slipskin.

Figura 77 - Podridão de larva –

Causada pela presença de larva de insetos.

F i g u r a 7 8 - P o d r i d ã o d a terminação do engaço – As vezes

identificada como stemendrot.

F i g u r a 7 9 - P o d r i d ã o p o r machucado – Decorrente do

machucado

Fonte Mônica Ishikawa/ITEP

Figura 74 - Podridão (decay)

Figura 75 - Podridão (decay)

Fonte Mônica Ishikawa/ITEP Fonte Mônica Ishikawa/ITEP Fonte Mônica Ishikawa/ITEP

Fonte: Relatório de Inspeção, 2010/2011

(40)

14. Baga marrom (Brown berry) Bagas que apresentam coloração castanho-marrom.

15. Danos de embalagem (Packing damage) Bagas que apresentam algum dano causado pelas condições de embalagem (packing), como por exemplo:

Condições do produto – item de verificação

Dano na pele decorrente do engaço Figura 82 - Machucado causado por pressão Figura 83 - Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP

Figura 80 - Baga marrom (brown berry) Figura 81 - Baga marrom (brown berry)

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP

3.5.3 QUALIDADE DO PRODUTO

Características do produto

que geralmente não estão

associadas às condições

de pós-colheita.

1. Brix %

Medida do percentual de sólidos solúveis, indicativo do percentual (%) de açúcar.

São realizadas medidas de brix em mais de uma baga - em geral três bagas.

A partir das medidas realizadas são registrados os valores mínimo, máximo e média do brix.

Algumas inspetores apontam como problema quando o Brix é menor do que 15%. > > > Qualidade do produto – item de verificação

Fonte: Cláudia Neves

Figura 84 - Medição de brix em refratômetro digital Figura 85 - Registro da medição do brix

Fluxograma do procedimento de inspeção de uva de mesa

Informações gerais Pallet Condições Condições Caixa Condições das embalagens Escore de qualidade Inspeção Inspeção caixa 1 Resultado da inspeção 1. Observações/comentários 2. Escore final de qualidade 3. Potencial de armazenamento Inspeção caixa n Inspeção caixa 4 Inspeção caixa 3 Inspeção caixa 2 Condições do produto do produtoQualidade

Container

Qualidade do produto

(41)

14. Baga marrom (Brown berry) Bagas que apresentam coloração castanho-marrom.

15. Danos de embalagem (Packing damage) Bagas que apresentam algum dano causado pelas condições de embalagem (packing), como por exemplo:

Condições do produto – item de verificação

Dano na pele decorrente do engaço Figura 82 - Machucado causado por pressão Figura 83 - Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP

Figura 80 - Baga marrom (brown berry) Figura 81 - Baga marrom (brown berry)

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP

3.5.3 QUALIDADE DO PRODUTO

Características do produto

que geralmente não estão

associadas às condições

de pós-colheita.

1. Brix %

Medida do percentual de sólidos solúveis, indicativo do percentual (%) de açúcar.

São realizadas medidas de brix em mais de uma baga - em geral três bagas.

A partir das medidas realizadas são registrados os valores mínimo, máximo e média do brix.

Algumas inspetores apontam como problema quando o Brix é menor do que 15%. > > > Qualidade do produto – item de verificação

Fonte: Cláudia Neves

Figura 84 - Medição de brix em refratômetro digital Figura 85 - Registro da medição do brix

Fluxograma do procedimento de inspeção de uva de mesa

Informações gerais Pallet Condições Condições Caixa Condições das embalagens Escore de qualidade Inspeção Inspeção caixa 1 Resultado da inspeção 1. Observações/comentários 2. Escore final de qualidade 3. Potencial de armazenamento Inspeção caixa n Inspeção caixa 4 Inspeção caixa 3 Inspeção caixa 2 Condições do produto do produtoQualidade

Container

Qualidade do produto

(42)

Qualidade do produto – item de verificação

2. Tamanho da baga em mm (Berry size)

Diâmetro da baga.

Geralmente são realizadas medidas em mais de uma baga.

A partir das medidas realizadas são registrados os valores mínimo, máximo e a média.

>

>

Fonte: Cláudia NevesITEP Fonte: Mayara Castro/ITEP

Figura 86 - Medição do diâmetro com paquímetro Figura 87 - Medição do diâmetro com anelímetro

41

40

40

Inspeção das Condições e da Qualidade de Uvas de Mesa Recepcionadas no Porto de Roterdã Inspeção das Condições e da Qualidade de Uvas de Mesa Recepcionadas no Porto de Roterdã

41

Qualidade do produto – item de verificação

3. Cor da baga (Berry color)

A cor/uniformidade da cor das bagas é referenciada de acordo com a escala de cor adotada pela empresa de inspeção.

Figura 88 - Green Figura 89 - Mildly Green Figura 90 - Ligth ambar Figura 91 - Ambar

Fonte: Cláudia Neves/ITEP

Figura 92 - Verde (green) Figura 93 - Cor não uniforme

na mesma cumbuca

Figura 94 - Vermelha/Púrpura-Roxo (Red/Purp-Purple)

Figura 95 - Vermelha-Púpura (Red-Purple)

Fonte: Cláudia Neves/ITEP Fonte: Relatório de Inspeção, 2010/2011 Fonte: Relatório de Inspeção, 2010/2011 Fonte: [Escala de cor da baga para uvas brancas]

(43)

Qualidade do produto – item de verificação

2. Tamanho da baga em mm (Berry size)

Diâmetro da baga.

Geralmente são realizadas medidas em mais de uma baga.

A partir das medidas realizadas são registrados os valores mínimo, máximo e a média.

>

>

Fonte: Cláudia NevesITEP Fonte: Mayara Castro/ITEP

Figura 86 - Medição do diâmetro com paquímetro Figura 87 - Medição do diâmetro com anelímetro

41

40

40

Inspeção das Condições e da Qualidade de Uvas de Mesa Recepcionadas no Porto de Roterdã Inspeção das Condições e da Qualidade de Uvas de Mesa Recepcionadas no Porto de Roterdã

41

Qualidade do produto – item de verificação

3. Cor da baga (Berry color)

A cor/uniformidade da cor das bagas é referenciada de acordo com a escala de cor adotada pela empresa de inspeção.

Figura 88 - Green Figura 89 - Mildly Green Figura 90 - Ligth ambar Figura 91 - Ambar

Fonte: Cláudia Neves/ITEP

Figura 92 - Verde (green) Figura 93 - Cor não uniforme

na mesma cumbuca

Figura 94 - Vermelha/Púrpura-Roxo (Red/Purp-Purple)

Figura 95 - Vermelha-Púpura (Red-Purple)

Fonte: Cláudia Neves/ITEP Fonte: Relatório de Inspeção, 2010/2011 Fonte: Relatório de Inspeção, 2010/2011 Fonte: [Escala de cor da baga para uvas brancas]

(44)

Qualidade do produto – item de verificação

4. Textura / Consistência (Texture/Consistency)

A textura/consistência é avaliada pela compressão da baga com os dedos. É referenciada de acordo com a escala adotada pela empresa de inspeção.

Quadro 1 - Exemplos de escalas de textura/consistência

Figura 96 - Avaliação da textura / consistência da baga (texture/consistency)

Figura 97 - Avaliação da textura / consistência da baga (texture/consistency)

Fonte: Relatório de Inspeção, 2010/2011

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP Fonte: Cláudia Neves/ITEP

Qualidade do produto – item de verificação

5. Tamanho dos cachos (Bunch size)

O tamanho do cacho é referenciado de acordo com a escala adotada da empresa de inspeção.

Quadro 2 - Exemplos de escalas de tamanho do cacho

Figura 98 - Muito pequeno a grande (very small to large)

Figura 99 - Grande (large)

Fonte: Relatório de Inspeção, 2010/2011

Fonte: Relatório de Inspeção, 2010/2011

(45)

Qualidade do produto – item de verificação

4. Textura / Consistência (Texture/Consistency)

A textura/consistência é avaliada pela compressão da baga com os dedos. É referenciada de acordo com a escala adotada pela empresa de inspeção.

Quadro 1 - Exemplos de escalas de textura/consistência

Figura 96 - Avaliação da textura / consistência da baga (texture/consistency)

Figura 97 - Avaliação da textura / consistência da baga (texture/consistency)

Fonte: Relatório de Inspeção, 2010/2011

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP Fonte: Cláudia Neves/ITEP

Qualidade do produto – item de verificação

5. Tamanho dos cachos (Bunch size)

O tamanho do cacho é referenciado de acordo com a escala adotada da empresa de inspeção.

Quadro 2 - Exemplos de escalas de tamanho do cacho

Figura 98 - Muito pequeno a grande (very small to large)

Figura 99 - Grande (large)

Fonte: Relatório de Inspeção, 2010/2011

Fonte: Relatório de Inspeção, 2010/2011

(46)

Qualidade do produto – item de verificação

6. Cachos mal formados (Straggly)

7.Defeitos/danos na pele

(Skin defects/Skin damage)

Bagas que apresentam defeitos na pele como por exemplo:

Figura 101 - Cicatriz (Scar) Figura 102 - Dano na pele causado por inseto Figura 100 - Cacho mal formado straggly)

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP

Fonte: Cláudia Neves/ITEP Fonte: Relatório de Inspeção, 2010/2011

3.6. RESULTADO DA INSPEÇÃO

1. Observações/comentários (Sumary/Considerations/Remarks) São registradas observações da inspeção.

2. Escore final de qualidade (Quality Score)

O escore de qualidade é estabelecido em função dos critérios adotados por cada empresa de inspeção.

a. Maas Fruit Quality Inspection Quality score

Fluxograma do procedimento de inspeção de uva de mesa

Informações gerais Pallet Condições Condições Caixa Condições das embalagens Escore de qualidade Inspeção Inspeção caixa 1 Resultado da inspeção 1. Observações/comentários 2. Escore final de qualidade 3. Potencial de armazenamento Inspeção caixa n Inspeção caixa 4 Inspeção caixa 3 Inspeção caixa 2 Condições do produto do produtoQualidade

Container

Escore de qualidade

(47)

Qualidade do produto – item de verificação

6. Cachos mal formados (Straggly)

7.Defeitos/danos na pele

(Skin defects/Skin damage)

Bagas que apresentam defeitos na pele como por exemplo:

Figura 101 - Cicatriz (Scar) Figura 102 - Dano na pele causado por inseto Figura 100 - Cacho mal formado straggly)

Fonte: Mônica Ishikawa/ITEP

Fonte: Cláudia Neves/ITEP Fonte: Relatório de Inspeção, 2010/2011

3.6. RESULTADO DA INSPEÇÃO

1. Observações/comentários (Sumary/Considerations/Remarks) São registradas observações da inspeção.

2. Escore final de qualidade (Quality Score)

O escore de qualidade é estabelecido em função dos critérios adotados por cada empresa de inspeção.

a. Maas Fruit Quality Inspection Quality score

Fluxograma do procedimento de inspeção de uva de mesa

Informações gerais Pallet Condições Condições Caixa Condições das embalagens Escore de qualidade Inspeção Inspeção caixa 1 Resultado da inspeção 1. Observações/comentários 2. Escore final de qualidade 3. Potencial de armazenamento Inspeção caixa n Inspeção caixa 4 Inspeção caixa 3 Inspeção caixa 2 Condições do produto do produtoQualidade

Container

Escore de qualidade

(48)

b. D-Quality Survey BV

Mark: 10 = extra quality, 9 = extra quality, 8 = good class I, 7 = average class I, 6 = poor class I, 5 = normal class II, 4 = poor class II, 3 >= not according class II. c. Internacional Fruit Quality Surveyors - IFQS

Overall mark CAT I: 9 = Extra quality, 8 = Good quality, 7 = Acceptable with minimum standard, 6 = Acceptable with quality warnings, 5 = Out of specification of Cat I, 4 = Heavy quality warning, 3 = Rejected for phyto sanitary reasons. d. Rotterdam Fruit Surveyors VERZIJDEN

Quality score: * 01 Total loss/ inedible (Dump only) * 03 Moderate: Serious defects, limited usability * 05 Fair: Defects moderate, limited marketability * 06 Mainly acceptable * 07 Good: Minor defects * 09 Very good * 10 Excellent. e. Harmsen & De Groot Expertisebureau

Quality score: 1 = EXCELLENT 2 = GOOD 3 = ACCEPTABLE 4 = LESS THAN AVERAGE 5 = POOR 6 = TOTAL LOSS

f. INGLOBO Final score:

A = Good B = Acceptable C = Less than average D = Out of specification

3. Potencial de armazenamento (Storage potential)

O potencial de armazenamento é definido em função da avaliação dos parâmetros das condições e de qualidade das frutas.

Exemplo:

Harmsen & De Groot Expertisebureau

(49)

b. D-Quality Survey BV

Mark: 10 = extra quality, 9 = extra quality, 8 = good class I, 7 = average class I, 6 = poor class I, 5 = normal class II, 4 = poor class II, 3 >= not according class II. c. Internacional Fruit Quality Surveyors - IFQS

Overall mark CAT I: 9 = Extra quality, 8 = Good quality, 7 = Acceptable with minimum standard, 6 = Acceptable with quality warnings, 5 = Out of specification of Cat I, 4 = Heavy quality warning, 3 = Rejected for phyto sanitary reasons. d. Rotterdam Fruit Surveyors VERZIJDEN

Quality score: * 01 Total loss/ inedible (Dump only) * 03 Moderate: Serious defects, limited usability * 05 Fair: Defects moderate, limited marketability * 06 Mainly acceptable * 07 Good: Minor defects * 09 Very good * 10 Excellent. e. Harmsen & De Groot Expertisebureau

Quality score: 1 = EXCELLENT 2 = GOOD 3 = ACCEPTABLE 4 = LESS THAN AVERAGE 5 = POOR 6 = TOTAL LOSS

f. INGLOBO Final score:

A = Good B = Acceptable C = Less than average D = Out of specification

3. Potencial de armazenamento (Storage potential)

O potencial de armazenamento é definido em função da avaliação dos parâmetros das condições e de qualidade das frutas.

Exemplo:

Harmsen & De Groot Expertisebureau

(50)

Página 48 em branco

(verso pag. 47)

Anexos

Anexo 1

– Materiais e equipamentos

utilizados na inspeção

de uvas de mesa.

(51)

Página 48 em branco

(verso pag. 47)

Anexos

Anexo 1

– Materiais e equipamentos

utilizados na inspeção

de uvas de mesa.

Referências

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