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Teleconferência de Resultados 2T12

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Academic year: 2021

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Teleconferência de Resultados

2T12

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Algumas das informações aqui contidas se baseiam nas hipóteses e

perspectivas atuais da administração da Companhia que poderiam ocasionar

variações materiais entre os resultados, performance e eventos futuros. Os

resultados reais, desempenho e eventos podem diferir significativamente

daqueles expressos ou implicados por essas afirmações, como um resultado

de diversos fatores, tais como condições gerais e econômicas no Brasil e

outros países, níveis de taxa de juros e de câmbio, renegociações futuras ou

pré-pagamento de obrigações ou créditos denominados em moeda

estrangeira, mudanças em leis e regulamentos e fatos competitivos gerais

(em base global, regional ou nacional).

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Destaques do 2T12

Anunciamos em 27 de julho de 2012, assinatura de Memorando de Entendimento (MoU) com a empresa CM Soluções Empreendimentos Imobiliários ltda. e e CPS Consultoria Empresarial Ltda. para o desenvolvimento do hotel em Itaboraí e com a CM Soluções para o desenvolvimento do hotel em Sete Lagoas, ambos no padrão selected services e operados com a bandeira Tulip Inn. O hotel localizado em Itaboraí (RJ) contará com 256 quartos e o de Sete Lagoas (MG) com 168 quartos. Considerando esses dois empreendimentos totalizamos 10 hotéis Tulip Inn selected services em desenvolvimento.

Terminamos o 2T12 com cerca de 7,7 mil quartos em operação, sendo aprox. 3,2 mil próprios, distribuídos em 45 hotéis, sendo 15 próprios, 25 de terceiros e 5 com participação mista, além de participação minoritária em outros 3 hotéis.

Considerando os hotéis em desenvolvimento, que inclui os projetos greenfield Tulip Inn selected services e os demais hoteis que serão administrados apenas, a Companhia atingirá a marca de

13.027 quartos sob gestão ao final de 2015, sendo destes 4.457 próprios, distribuidos entre 70

hotéis – 16 próprios, 36 de terceiros e 18 com participação mista, além de outros 3 dos quais a BHG detém participação minoritária.

Considerando dois hotéis em construção em Belém e um em Maceió, além do Rio Palace Hotel, que aguarda decisão judicial para dar início ao recebimento de resultados oriundos da referida operação, teremos em 2012 um total de 8.923 quartos, sendo 3.765 próprios e 5.158 administrados.

No dia 11 de julho de 2012, a 4ª Câmara Cível de Justiça do Rio de Janeiro julgou os embargos de declaração, acolhendo o recurso única e exclusivamente para a inserção de esclarecimentos adicionais à Nova Riotel, sem modificação do resultado do acórdão anterior, de modo que a

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Destaques Financeiros do 2T12

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A Receita Operacional Líquida hoteleira totalizou R$ 51,1 mm no período, demonstrando um crescimento de 28,3% ante aos R$ 39,8 milhões apresentados no 2T11 e inferior em 1,2% ao resultado de R$ 51,7 milhões no 1T12.

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O EBITDA Hoteleiro atingiu R$ 17,1 mm no 2T12, valor 40,3% superior ao 2T11 e 14,7% superior ao 1T12. Na comparação Same Store Sales, o EBITDA Hoteleiro atingiu R$ 13,8 mm no 2T12, um crescimento de 10,8% ano contra ano.

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Ao final do 2T12, o RevPar da Companhia atingiu R$ 157,8, apresentando crescimento

de 16,3% e redução de 1,1% se comparado ao 2T11 e 1T12. Ao final do período, pela

métrica do Same Store Sales, o crescimento do RevPar ano contra ano atingiu 6,6%.

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O EBITDA Consolidado atingiu R$ 13,7 mm em 2T12, apresentando um aumento de 85,0% e 20,3% em relação ao 2T11 e 1T12. A Margem EBITDA do período atingiu 26,7%, sendo 8,2 p.ps superior ao 2T11 e 4,7 p.ps superior ao 1T12.

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A Margem EBITDA Hoteleiro atingiu 33,4% no período, 2,9 p.ps e 4,6 p.ps superior ao 2T11 e 1T12, ao mesmo tempo em que a margem EBITDA Hoteleiro dos hotéis já operados há mais de um ano atingiu 33,3% no 2T12.

A Companhia apresentou prejuízo de R$ 5,0 milhões ante ao lucro de R$ 0,7 milhão no 2T11, em função principalmente do aumento do saldo negativo do resultado financeiro entre os períodos no montante de R$ 8,0 milhões e do aumento da depreciação em R$ 2,2 milhões.

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Indicadores Hoteleiros / Financeiros

Indicadores Hotelaria

Composição da Receita Bruta (R$ MM)

► A diária média apresentou crescimento de 16,3% ano

contra ano, atingindo R$ 259,0 no 2T12, e impactou positivamente o RevPar, que cresceu 3,7% no mesmo período, mais que compensando a queda da taxa de ocupação média.

► No 2T12, a Receita Bruta da Companhia atingiu

R$ 56,6 mm, apresentando um resultado 27,4% maior ano contra ano, sendo 1,3% inferior ao 1T12.

► O aumento na Receita Bruta pode ser atribuido,

principalmente, à melhoria operacional dos hotéis na base, e a entrada em operação do Royal Tulip Rio de Janeiro, que acrescentou R$ 10,8 mm na Receita bruta da Companhia nesse trimestre.

4,8% 4,2% 4,2% 22,4% 20,8% 23,5% 72,8%

75,0% 72,3%

2T11 1T12 2T12

Tx. Adm. A&B Hospedagem

44,5

56,6 57,4

► O aumento na diária média é consequencia dos

investimentos em melhorias nos hotéis da BHG e ao melhor mix de vendas.

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Indicadores Financeiros

Receita Operacional Líquida (R$ MM)

Custos dos Serviços Prestados (R$ MM)

No 2T12, a ROL atingiu R$ 51,1 mm, com um

crescimento de 28,3% em relação ao 2T11. Em relação ao 1T12, a ROL foi R$ 0,6 mm ou 1,2% inferior ao primeiro trimestre de 2012.

No 2T12, os custos de serviços prestados somaram

R$13,4 mm, com um crescimento de 5,8% em relação ao 2T11, devido ao aumento do quadro de pessoal, associado ao dissídio coletivo o início das operações no Royal Tulip Rio de Janeiro.

► Em termos absolutos, a receita aumentou em

R$ 11,3 mm ano contra ano, refletindo principalmente a consolidação no 2T12 da receita líquida do Royal Tulip Rio de Janeiro no montante de R$ 9,7 milhões.

Em relação ao 1T12 houve redução de 15,4%, reflexo

do plano de contingenciamento de despesas aplicado a partir de março desse ano.

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Indicadores Financeiros

Resultado das Atividades (R$ MM)

► O crescimento do Resultado das Atividades no 2T12

em relação ao 2T11 e 1T12 ocorreu principalmente pela melhora operacional e aquisições de novos hotéis, que inclui a entrada em operação do Royal Tulip, com contribuição na receita líquida de R$ 9,7

milhões no 2T12. ► O crescimento do EBITDA Hoteleiro e Margem estão associados à sazonalidade de eventos, que é favorável no 2T12, principalmente, com o amadurecimento da operação do Royal Tulip RJ. Além disso, a redução da participação dos custos e serviços prestados em relação ao ROL contribuiu para a melhora da margem apresentada.

► O EBITDA Hoteleiro atingiu R$ 17,1 milhões no 2T12,

40,3% superior ano contra ano e 14,7% maior que no 1T12. A margem EBITDA Hoteleiro foi de 33,4%, 2,9 p.ps maior que no 2T11 e 4,6 p.ps maior que no 1T12.

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Indicadores Hoteleiros –

Same Store Sales

Indicadores Hotelaria

► Comparando os mesmos hotéis ao final do 2T12

com os que tínhamos no 2T11, observamos um crescimento de 13,6% na diária média, impactando positivamente o RevPar, que aumentou em 6,6%, mais que compensando a redução na taxa de ocupação de 4,2 p.p.. Em relação ao 1T12, o RevPar foi negativo em 5,0%, pelo efeito da sazonalidade entre os períodos, e aumento de concorrentes em determinadas regiões.

► As melhorias estruturais nos nossos hotéis permitiram aumentar a diária média e o RevPar na comparação ano contra ano, mantendo a qualidade dos nossos serviços prestados, e permitindo o crescimento do EBITDA Hoteleiro em relação ao ano anterior.

EBITDA (R$ MM) e Margem EBITDA (%) Hoteleiro

► No 2T12, o EBITDA (SSS) das operações hoteleiras da Companhia atingiu R$ 13,8 mm, superior em 10,8% na comparação ano contra ano e 0,9% inferior em relação ao 1T12.

► Já em relação ao 1T12, o resultado foi levemente inferior, devido à sazonalidade entre os períodos.

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Indicadores Financeiros

Despesas Corporativas (R$ MM)

Despesa Desenv. Imobiliário Líquida (R$ MM)

► No 2T12, as atividades de desenvolvimento

imobiliário corresponderam a uma despesa de R$0,8 milhão, apresentando redução de 40,9% e 41,7% em relação ao 2T11 e ao 1T12, respectivamente.

► No 2T12, as Despesas Corporativas foram de R$ 5,8

mm, apresentando um aumento de 9,4% em relação ao verificado no ano anterior.

► Apesar do crescimento das despesas, devido a maior

base de funcionários, ao reajuste salarial e de gastos pontuais com consultorias, comparando-se esse indicador com a receita bruta, verificamos que, a participação das despesas sobre a receita se reduziu em 1,7 p.p., atingindo 10,2% versus 11,9% em 2T11, o que é fundamental para o crescimento da BHG, cuja estratégia contempla o controle de custos e despesas.

Demonstramos assim a estratégia de minimizar ao

máximo as despesas com o desenvolvimento imobiliário de ativos não alinhados com a estratégia da BHG, de consolidar e operar hotéis voltados para o turismo de negócios em centros urbanos com alta atividade econômica.

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Indicadores Financeiros

EBITDA (R$ MM) e Margem EBITDA (%) BHG

Em 2T12, contabilizamos um prejuízo líquido de

R$ 5,0 mm, ante o lucros de R$ 0,7 mm no 2T11 e prejuízo de R$ 2,5 mm no 1T12.

► O EBITDA Consolidado atingiu R$ 13,7 mm no 2T12, um

aumento de 85,0% em relação ao ano passado. Em relação ao 1T12, tivemos um crescimento de 20,3%. A margem EBITDA BHG no período foi de 26,7%, 8,2 p.ps superior ao obtido em 2T11, e 4,7 p.ps superior ao 1T12.

Lucro Líquido (R$ MM)

O crescimento em relação ao 2T11 é reflexo

principalmente da (i) entrada em operação do Royal Tulip Rio de Janeiro, que acrescentou ao EBITDA R$ 3,3 mm, (ii) receita de investimento do Rio Palace de R$ 3,1 mm no período,e (iii) da gradual redução das despesas de landbank, reduzidas ano contra ano em 38,3%.

► Os principais fatores que contribuíram para o

resultado do 2T12, foram: (i) aumento do saldo negativo do resultado financeiro em R$ 8,0 mm; e (ii) aumento da depreciação em R$ 2,2 mm.

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Indicadores Financeiros

Gestão de Caixa

A posição de caixa e disponibilidades financeiras ao final do 2T12 foi de R$ 32,0 milhões, apresentando um

aumento de R$ 4,7 milhões, ou 17,1%, em relação à posição de mar/12. Esse aumento pode ser explicado principalmente pela captação de recursos para capital de giro associado à geração de caixa dos hotéis, utilizados na modernização e melhorias estruturais dos hotéis adquiridos nos últimos anos, que incluem hotéis greenfield, Solare e Royal Tulip.

mar-12 Geração dos Hotéis Capital de Giro Gastos Holding Gastos Des. Imob. Resultado Fin.+ Amortizações CAPEX+ Greenfield Impostos Captação de Empr. jun-12 27,3 17,1 (1,0) (5,8) (1,2) (3,5) (14,8) (1,9) 15,7 32,0

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Indicadores Financeiros

Endividamento

Terminamos o 2T12 com o valor negativo de R$

244,5 mm em caixa líquida devido aos investimentos realizados ao longo de 2012 e 2011, incluindo o Hotel Rio Palace e à captação de capital de giro para continuar o planejamento estratégico da Companhia. A dívida total e a dívida líquida (caixa líquido) somaram R$ 276,4 e R$ 244,5 milhões.

O Custo médio da dívida em junho de 2012, ficou em

12,2% a.a. e prazo médio da dívida (maturity) de 6,15 anos, em linha com o apresentado no 1T12.

2T12 vs. 1T12

2T12 vs. 2T11 Reconciliação do Caixa Líquido (R$ mil) 2T12 1T12 2T11 Δ% Δ%

(+) Disponibilidades 16.256 11.654 177.702 39,5% -90,9%

(+) Caixa/Bancos 3.408 3.735 5.379 -8,8% -36,6%

(+) Aplicações Financeiras 12.848 7.919 172.323 62,2% -92,5% (+) Recebíveis por Alienação de Investimento 15.643 15.643 16.650 - -6,0%

(-) Empréstimos e Financiamentos (276.375) (261.966) (156.438) 5,5% 76,7%

(-) Empréstimos (Dívida Bruta) (264.304) (251.851) (145.470) 4,9% 81,7%

(-) Contas a pagar por aquisição de investimentos¹ (12.071) (10.115) (10.968) 19,3% 10,1% Caixa Líquido (Dívida Líquida) (244.477) (234.669) 37.914 4,2%

-n.m. = não mensurado

Dados Trimestrais

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Perguntas e Respostas

Pieter J.F. van Voorst Vader (CEO)

Ricardo Levy (CFO & IRO)

Participantes da Teleconferência

Ricardo Levy (IRO)

Deborah Nunes (Coordenadora de RI)

Pedro Yagelovic (Analista de RI)

Telefone: (21) 3545-5454/5434

Email:

[email protected]

Referências

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