• Nenhum resultado encontrado

Estrutura de renda no Brasil

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Estrutura de renda no Brasil"

Copied!
30
0
0

Texto

(1)
(2)

A Classe Média

(3)

78 4% 155 8%27% 15% 1.019 2.480 15%20% 5% 291 441 18% 641 19% 19% 53% 3

Estrutura de renda no Brasil

R end a famil ia r per c ap it a (R$/ mês) Porcentagem da população

(4)

Quem tem renda acima de: R$ 10.000 – 0,2% mais ricos R$ 5.500 – 1% mais ricos R$ 2.500 – 5% mais ricos R$ 1.600 – 10% mais ricos 78 155 27% 1.019 2.480 291 441 641 4 R end a famil ia r per c ap it a (R$/ mês) Porcentagem da população

Fonte: Estimativas produzidas com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD).

(5)

0 100 200 300 400 500 600 700 800 900 1000 1100 1200 1300 1400 1500 1600 1700 1800 1900 2000 0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40% 45% 50% 55% 60% 65% 70% 75% 80% 85% 90% 95% 100% R$1019 18% 54% R$291

54% da população mundial vive com renda inferior a R$ 291

Só 18% da população mundial vive com renda superior a R$ 1019

Distribuição de renda no Mundo

Fonte: Banco Mundial, estimativas produzidas com base em Milanovic, 2011 (The Have and the Have Nots). Valores em R$ 2012. R end a famil ia r per c ap it a (R$/ mês) 5

(6)

37 milhões de pessoas entraram na Classe Média de 2002 a 2012 55 65 75 85 95 105 115 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Taman ho da cla ss e médi a (em milh ões de pes so as ) 104 milhões 67 milhões 6

Fonte: Estimativas produzidas com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD).

Ano

(7)

Dos 37 milhões que entraram: 7

80%

são negros (38% em 2002 e 53% em 2012)

36%

são nordestinos (17% em 2002 e 24% em 2012)

55%

dos jovens brasileiros

53%

das mulheres brasileiras

Hoje, estão na Classe Média: A Classe Média está mais heterogênea,

(8)

10 100 1000 China Índia Estados Unidos Indonésia Brasil Paquistão Nigéria Bangladesh Russia Japão Mexico Classe Média Brasileira Filipinas Vietnã Etiópia Egito Alemanha Irã Turquia Tailândia (milhões de pessoas)

Fonte: Banco Mundial - World Development Indicators, 2012

12º

Se a Classe Média fosse um país, seria o 12º mais populoso do mundo

8

(9)

Co nsumo po r cla sse , 2011 Fonte: Estim ati vas pro duzida s com base na Pes quisa d e O rcaçm en to Fam ilia r (POF ) e no Sistem a d e C onta s Nacio nais (IB GE). Classe Baixa R$ 150 bi Classe Média R$ 975 bi Classe Alta R$ 1,4 tri

A Classe Média gastou cerca de R$ 1 trilhão em 2011

Fonte: Estimativas produzidas com base na Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) e no Sistema de Contas Nacionais (IBGE).

Valores em R$ 2012.

(10)

0 1 10 100 Estados Unidos Japão Alemanha Reino Unido China França Itália Brasil Canadá Índia México Espanha Coréia do Sul Austrália Rússia Argentina Turquia Classe Média Brasileira Holanda Suíça

(trilhões de R$)

Fontes: Estimativas produzidas com base nos indicadores do Banco Mundial - World

Development Indicators, 2010, Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), 2008-2009, e

no Sistema de Contas Nacionais (IBGE). Valores em R$ de 2012

18º

Se fosse um país,

a Classe Média estaria no G20 do consumo mundial

(11)

A ascensão da Classe Média

dependeu e depende

da renda do trabalho

(12)

12 30 32 34 36 38 40 42 44 46 48 50 200 220 240 260 280 300 320 340 360 380 400 420 440 460 480 500 520 540 560 580 600 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 De gr e e of f or m a li za ti on (%) Min imu m W ag e (R $ /mo n th )

Evolution of the real value of the Brazilian Minimum Wage and the percentage of the labor force under formal labor contracts

Minimum Wage Degree of formalization Salário Mínimo Grau de formalização Sal ár io M ín imo (R $/ mês) Gr au de f or maliz aç ão (%)

A evolução do valor real do salário mínimo brasileiro e o percentual da força de trabalho formal

(13)

13 20 25 30 35 40 45 50 55 60 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Nu m b er of w or ke rs (m ill ion s)

Evolution of the number of formal and informal workers

Informal Workers

Formal Emplyees

Evolução do número de trabalhadores formais e informais

Nú mer o de tr ab al ha do res (milh ões) Trabalhadores informais Empregados formais

(14)

0 100 200 300 400 500 600 700

Classe Baixa Classe Média

(R$/mês

)

Fonte: Estimativas produzidas com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD).

R$ 143 R$ 505

A renda da Classe Média é 3,5 vezes a renda da Classe Baixa

14 3,5x

(15)

0 100 200 300 400 500 600 700

Classe Baixa Classe Média

(R$/mês

)

Fonte: Estimativas produzidas com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD).

R$ 143 R$ 505 15 2,5x x 67% 20% 13%

A diferença de renda da classe

média e da classe baixa decorre:

13% da proporção de adultos

20% da renda do não trabalho

(16)

0 500 1000 1500 2000 2500

Classe Média Classe Alta

(R$/

mês)

Fonte: Estimativas produzidas com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD).

R$ 505

R$ 2146

A renda da Classe Alta é 4 vezes a renda da Classe Média

16 4x

(17)

0 500 1000 1500 2000 2500

Classe Média Classe Alta

(R$/

mês)

Fonte: Estimativas produzidas com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD).

17

A diferença de renda da classe alta e da classe média decorre:

4% da proporção de adultos

22% da renda do não trabalho

74% da renda do trabalho 74% 22% 4% x 3x

(18)

0 10 20 30 40 50 60

Classe Média Classe Alta

Jor na da médi a se mana l ( hor as ) Jornada semanal 41h 42h 0 500 1000 1500 2000 2500 3000

Classe Média Classe Alta

(R$/

mês)

Remuneração mensal do trabalho

R$ 801

R$ 2.681

Fonte: Estimativas produzidas com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), 2009. Valores em R$ 2012.

A diferença na renda do trabalho não decorre da jornada, e sim da remuneração por hora

18 3x

(19)

A diferença na remuneração do trabalho decorre da escolaridade 19 0 5 10 15

Classe Baixa Classe Média Classe Alta

Anos de es tudo por cla ss e (%)

Escolaridade média em cada classe, 2009

Fonte: Estimativas produzidas com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD).

8 anos 5 anos

(20)

20

A escolaridade estimula a produtividade

0 5 10 15

Classe Baixa Classe Média Classe Alta

Anos de es tudo por cla ss e (%)

Escolaridade média em cada classe, 2009

Fonte: Estimativas produzidas com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD).

8 anos 5 anos

(21)

Classe média e inclusão

financeira

(22)

22

A classe média utiliza mais o dinheiro para pagar suas dívidas que os outros maios de pagamento

Dinheiro 77% Cheque 2% Cartão de débito 8% Cartão de crédito 13%

Meios de Pagamento da Classe Média

(23)

23

Em comparação com as outras classes, a classe média utiliza menos pagamento com dinheiro comparada com a classe baixa, e muito mais, comparada com a classe alta

50 55 60 65 70 75 80 85 90

Baixa Média Alta

Formas de pagamento utilizada: dinheiro

Margem de erro

Margem de erro

(24)

24

Em relação á reservas de dinheiro, a classe média já consegue guardar mais dinheiro que a classe baixa

0 10 20 30 40 50 60 70 80

Baixa Média Alta

Faz alguma reserva de dinheiro?

sim não

(25)

25

Em relação à reserva total de dinheiro a a classe média poupa substancialmente mais que a classe baixa, mas aquém da alta.

(26)

26

O principal meio de reserva de dinheiro da classe média é a caderneta de poupança

Conta corrente /Conta salário 14% Caderneta de poupança 64% Guarda de valores em casa* 13% Cartão de crédito 13% Reserva de dinheiro

Fonte: Estimativas produzidas com base na Pesquisa CNI IBOPE: Retratos da sociedade Brasileira - Incluão Financeira (Junho de 2012). *: Dinheiro, jóias, ouro, moeda estrangeira, etc.

(27)

27 50 55 60 65 70

Baixa Média Alta

Reserva de dinheiro: caderneta de poupança

Margem de erro Margem de

erro

Fonte: Estimativas produzidas com base na Pesquisa CNI IBOPE: Retratos da sociedade Brasileira - Incluão Financeira (Junho de 2012).

Margem de erro Margem de

erro

Fonte: Estimativas produzidas com base na Pesquisa CNI IBOPE: Retratos da sociedade Brasileira - Incluão Financeira (Junho de 2012).

A classe média é quem mais utiliza a caderneta de poupança

(28)

28

Em relação ao endividamento a classe média tem menos dificuldade para honrar seus compromissos que a classe baixa, mas ainda tem mais dificuldade que a classe alta.

(29)

Assegurar a sustentabilidade da

Classe Média requer a garantia de

sua participação no crescimento econômico do país.

Trabalho decente

Trabalhadores qualificados Proteção & seguridade

(30)

c

A SAE/PR propõe:

Políticas nacionais que promovam a geração de

postos de

trabalho

formais

Qualificação profissional Política de imigração

Políticas para a juventude Subsídio ao trabalho formal

Referências

Documentos relacionados

A designada “full power bandwidth” corresponde à frequência para a qual uma sinusoide de saída com amplitude igual à tensão máxima de saída (resultante das alimentações)

Por seu turno, o Contribuinte defendeu que o salário-maternidade não poderia integrar o salário-de-contribuição para fins de incidência da contribuição

Zuleica Dantas em seu trabalho sobre o sacerdote responsável destaca que apesar da indiscutível vivência dos preceitos tradicionais do candomblé, onde a africanização do

permite armazenar um conjunto de valores do mesmo tipo (por exemplo números) sob um mesmo nome....  Esses elementos podem depois

MELO NETO e FROES (1999, p.81) transcreveram a opinião de um empresário sobre responsabilidade social: “Há algumas décadas, na Europa, expandiu-se seu uso para fins.. sociais,

Um exemplo prático do Balanced Scorecard encontra-se em Lima (1999), aplicado à indústria de comunicação em Santa Catarina, onde o autor aborda as quatro diferentes perspectivas

Os gerentes precisam decidir se atribuirão apenas os custos privados, ou se todos os custos sejam atribuídos (custo total). Depois, precisam decidir usar uma abordagem por função

Além disso, esse indicador pode ser desdobrado com a apuração dos custos comprometidos de cada empreendimento (CTE – FTE), tendo assim o gestor a informação de