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INFORME ECONÔMICO 19 de setembro de 2014

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INFORME ECONÔMICO

19 de setembro de 2014

RESENHA SEMANAL E PERSPECTIVAS

Expectativa de mudança na política monetária dos EUA começa a provocar realinhamento de preços de ativos ao redor do mundo.

Nos EUA, o Federal Reserve (FED) concentrou as atenções na semana, sendo que houve poucas alterações no statement da reunião e na própria decisão em si (compras de ativos e taxa básica de juros), mas as projeções de taxa de juros dos membros do comitê ("dot plots") foram alteradas de forma importante. As estimativas medianas dos membros do FOMC

para a taxa básica de juros moveram-se para cima em 2015 (1,13% para 1,38%) e 2016 (2,50% para 2,88%), aproximando-se do juro nominal neutro (3,75%) já em 2017 (não divulgada anteriormente). Em função destas mudanças inesperadas, houve movimentos importantes em diversos ativos, especialmente do índice DXY, que mede a cotação do dólar em relação à cesta de moeda de países desenvolvidos, e dos yields dos títulos norte-americanos. No comunicado pós-reunião, por sua vez, permaneceu a mensagem de que o patamar atual dos Fed funds (entre zero e 0,25% ao ano) prosseguirá por um período considerável de tempo após o término (previsto para outubro próximo) do atual programa de compra de ativos, especialmente se a inflação projetada continuar abaixo da meta de 2,0%. Ademais, o FOMC admitiu que a expansão da atividade segue moderada, e as condições do mercado de trabalho melhoraram, apesar de persistir subutilização deste fator. Na coletiva de imprensa, a presidente Janet Yellen, por sua vez, ressaltou a dependência frente aos dados econômicos nas próximas decisões da autoridade monetária. Em nosso cenário, esperamos que a normalização dos juros nos EUA, englobando tanto a taxa dos Fed funds como as do mercado monetário em geral, seja implementada a partir de junho do próximo ano, o que tende a continuar influenciando a formação de preços de diversos ativos em escala global. Os dados de inflação nos EUA em agosto, entretanto, continuaram contidos. O núcleo (ex-alimentos e energia) do CPI desacelerou para 1,7% no mês, vindo de 1,9% e abaixo do consenso (1,9%) e o ritmo do CPI cheio também diminuiu de 2,0% para 1,7% (expectativa em 1,9%). Com isso, é provável que a inflação do core PCE fique bem comportada no mês. Quanto às medidas de inflação no atacado, o PPI aumentou em 1,8% em agosto (tanto o núcleo como o índice cheio), resultado em linha com o esperado.

0,0% 0,5% 1,0% 1,5% 2,0% 2,5% 3,0% 3,5% 4,0% 4,5% 5,0% 2014 2015 2016 2017

Projeção de Fed Fund vs Mercado

(% ao ano)

Fed Funds Futures Projeção FED (set/14)

Mediana (2015): 1,13% =>1,38% Mediana (2016): 2,50% => 2,88% Mediana (2017): 3,75%

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INFORME ECONÔMICO

19 de setembro de 2014

Na Zona do Euro, o CPI de agosto foi revisado ligeiramente para cima, de 0,3% para 0,4% na comparação anual, sendo que o núcleo permaneceu em 0,9% e, assim, ambas as medidas de inflação continuam abaixo da meta de 2,0% perseguida pelo Banco Central Europeu (BCE). No que diz respeito aos antecedentes da atividade, o índice de expectativas

econômicas ZEW da Alemanha recuou de 8,6 para 6,9 pontos entre agosto e setembro, acima do consenso (5,0 pontos), e o mesmo índice ZEW referente à Zona do Euro como um todo diminuiu de 23,7 para 14,2 no mesmo ínterim. Em ambos os casos, parece haver alguma influência negativa da recente instabilidade geopolítica regional sobre as expectativas dos agentes. Nossa projeção é de +0,3% para o PIB da Zona do Euro neste terceiro trimestre, vindo de zero no período anterior. Com o BCE nesta encruzilhada, decorrente do risco de deflação, conjugado com a demora na retomada da atividade, esperamos que a política monetária no bloco continue altamente acomodatícia nos próximos trimestres. Isto deve ter reflexo também na economia do Reino Unido. A ata da última reunião de política monetária do Bank of England (BoE) trouxe o mesmo placar da reunião anterior, com dois votos em prol da elevação dos juros e, por outro lado, sete votos favoráveis à manutenção da taxa em 0,50% (decisão efetiva). O argumento vencedor foi baseado no cenário ainda incerto para a atividade econômica no Reino Unido, que tende a perder ritmo já no próximo trimestre, em função principalmente do enfraquecimento do seu maior parceiro de comércio, que é a Zona do Euro. Na esfera política, o referendo sobre a independência da Escócia frente ao Reino Unido foi o destaque da semana. Com todas as urnas apuradas, a permanência do país no grupo foi apoiada por 55,3% do eleitorado, ao passo que os votos pró-independência obtiveram 44,7% das preferências.

Na China, os dados de atividade em agosto mostraram certa perda de ímpeto da economia doméstica. A produção industrial desacelerou para 6,9% (interanual), vindo de 9,0% no mês anterior

e aquém do consenso (8,8%); o ritmo das vendas varejistas (nominais) diminuiu de 12,2% para 11,9% (esperado: 12,1%) e, por fim, os investimentos em ativos fixos (FAI) acumularam crescimento de apenas 16,5% no ano até agosto (após 17,0% no mês anterior e consenso em 16,9%). Em termos setoriais, a produção industrial foi particularmente fraca nos ramos de veículos e eletrônicos e, quanto ao FAI, todas as aberturas (manufatura, infra-estrutura e imobiliário) desaceleraram. A despeito destas divulgações mais fracas, os formuladores de política, em mensagens oficiais, têm descartado a adoção de medidas mais amplas de estímulo econômico, ao menos por agora, tendo em vista que a meta oficial de 7,5% não se encontra comprometida. Em nossa visão, apenas as medidas de relaxamento seletivo devem continuar e mantemos, assim, as nossas projeções de crescimento de 7,2% e 7,0% para a economia da China neste e no próximo ano.

20,1 12,6 19,4 5,4 19,2 15,1 9,0 6,9 0 5 10 15 20 25 ja n-06 ju l-06 ja n-07 ju l-07 ja n-08 ju l-08 ja n-09 ju l-09 ja n-10 ju l-10 ja n-11 ju l-11 ja n-12 ju l-12 ja n-13 ju l-13 ja n-14 ju l-14

China: Produção Industrial (A/A)

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19 de setembro de 2014

Grande destaque em termos de crescimento na América Latina, a economia colombiana exibe os primeiros sinais de moderação. No segundo trimestre, o PIB do país cresceu 4,3% em

termos anuais, ficando abaixo da expectativa do mercado (4,6%). Frente ao trimestre anterior, a economia recuou 0,1%, após ajustes sazonais, devolvendo parte do aumento expressivo de 2,5% registrado no trimestre anterior. Apesar do número mais fraco, a expectativa de crescimento para este ano ainda se mantém em 5,0%, maior patamar entre as principais economias da região. Nos demais países emergentes, a produção industrial de julho na Índia também surpreendeu negativamente, com expansão de 0,5% em termos anuais contra expectativa de 1,8%, enquanto na África do Sul, apesar de a inflação de 6,4% em agosto ter se mantido acima do intervalo da meta (3% / 6%), a autoridade monetária do país manteve a taxa de juros em 5,75% ao ano (a.a.).

A respeito da inflação doméstica, o ritmo dos IGPs segue no terreno positivo e o IPCA-15 de setembro mostrou pressões altistas de alimentos e serviços. O IGP-10 acelerou para 0,31%

neste mês, vindo de deflação de 0,55% em agosto e em linha com o esperado (0,29%). A inflação aumentou neste período, sendo que tanto os preços agrícolas (deflação de 2,20% para alta de 0,61%) como os industriais (deflação de 0,43% para alta de 0,25%) mostraram tal movimento, com destaque para a inflação da cadeia de proteínas. Avaliamos que o IPA Agrícola deve mostrar algum recuo nas próximas divulgações e, desta forma, os IGPs tendem a ficar em torno de 0,30% neste mês. Vale notar que a pressão altista dos alimentos processados já está sendo observada no varejo. No IPCA-15 de setembro, que mostrou variação de 0,39% (acima do consenso, 0,35%), houve aceleração da inflação mensal de alimentos, além de surpresas altistas dentro dos grupos transportes e despesas pessoais. Desta forma, o núcleo do indicador segue em patamar elevado e a nossa expectativa é que o IPCA fique em torno de 0,50% no fechamento deste mês. Olhando para frente, vale notar que os preços das commodities em reais mostraram alta importante nos últimos dias, podendo representar alguma pressão altista. Nosso cenário prevê variações de 6,3% e 6,5%, respectivamente, para o IPCA em 2014 e 2015 e engloba também novos ajustes na taxa Selic para o patamar de 12,00% ao ano em fins de 2015.

Na próxima semana, destaque para o relatório de inflação do Banco Central do Brasil. No

calendário norte-americano, teremos as encomendas de bens duráveis em agosto e a confiança do consumidor (Michigan) em setembro. Quanto à Europa, o PMI composto (e seus componentes) no mês de setembro serão conhecidos, bem como o índice IFO de sentimento econômico na Alemanha no mesmo mês. Sobre a China, será divulgado o PMI industrial (HSBC) referente a setembro. No Brasil, além do relatório de inflação, teremos também os dados de emprego (pelo IBGE), estoque de crédito e o resultado do balanço de pagamentos, todos referentes a agosto último.

5,9% 6,2% 6,7% 6,7% 5,0% 5,5% 6,0% 6,5% 7,0% set -1 2 no v-12 ja n-13 ma r-13 ma i-13 ju l-13 set -1 3 no v-13 ja n-14 ma r-14 ma i-14 ju l-14 set -1 4

IPCA-15: Média dos Núcleos - YoY

Fonte: IBGE, BRAM

-10% -8% -6% -4% -2% 0% 2% 4% 6% 8% 10% 12% ja n-13 fe v-13 ma r-13 ab r-13 mai -1 3 jun-13 ju l-13 ag o-13 set -1 3 ou t-13 no v-13 de z-13 ja n-14 fe v-14 ma r-14 ab r-14 mai -1 4 jun-14 ju l-14 ag o-14 set -1 4

CRB SPOT R$ - Alimentação - Variações

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INFORME ECONÔMICO 19 de setembro de 2014

INDICADORES DE MERCADO

10,88 11,72 11,85 10,85 11,61 11,77 10,6 10,8 11,0 11,2 11,4 11,6 11,8 12,0

DI Jan15 DI Jan16 DI Jan17 Estrutura a Termo de Juros no Brasil

(Vértices DI) - % 19/09/2014 13/09/2014 5,18 5,86 5,14 5,83 4,6 4,8 5,0 5,2 5,4 5,6 5,8 6,0 NTN-B 2017 NTN-B 2024 Yield da NTN-B (%) 13/09/2014 19/09/2014

Cotação Variação Semanal Mês Ano 12 Meses

Franco Suíço 0,94 -0,76% -2,35% -5,04% -3,16% Euro 1,28 -0,96% -2,24% -6,59% -5,11% Libra 1,63 0,25% -1,75% -1,50% 1,72% Dolar Canadense 1,10 1,13% -0,83% -3,15% -6,42% Dolar Australiano 0,89 -1,25% -4,43% 0,09% -5,44% Rublo Russo 38,43 -1,77% -3,42% -14,48% -17,60% Iene (Japão) 108,98 -1,50% -4,49% -3,37% -8,74% Yuan (China) 6,14 -0,09% 0,04% -1,41% -0,32% India 60,83 -0,28% -0,51% 1,60% 1,56% Real 2,38 -1,76% -6,09% -0,79% -7,53% Peso Chileno 596,20 -0,65% -1,46% -11,87% -16,78% Peso Mexicano 13,25 0,05% -1,26% -1,63% -4,15% Peso Colombiano 1969,70 1,39% -2,49% -2,04% -4,39% Sol Peruano 2,86 -0,12% -0,68% -2,36% -4,55% Lira Turca 2,24 -0,62% -3,30% -3,97% -12,36% Bangladesh Taka 77,38 0,00% 0,06% 0,37% 0,39%

Cotação Variação Semanal Mês Ano 12 Meses

CRB 477,7 -1,49% -1,26% 4,68% 1,40%

CRB (em Reais) 1129,8 -0,40% 4,44% 4,81% 8,91%

Petróleo BRENT 98,0 -0,38% -6,18% -10,79% -7,74%

Libor USD 3m 0,23 0,00 0,00 -0,01 -0,02

Libor EUR 3m 0,08 0,00 -0,08 -0,21 -0,14

Título 10 anos Itália 2,37 -0,09 -0,07 -1,76 -1,92 Título 10 anos Alemanha 1,04 -0,04 0,15 -0,89 -0,88

Título 10 anos EUA 2,59 -0,02 0,25 -0,44 -0,16

CDS Brasil 5 anos 140 -3 13 -54 -9

VIX 12,2 -1,1 0,2 -1,3 -0,9

Cotação Variação Semanal Mês Ano 12 Meses

S&P 500 Index 2.010,9 1,28% 0,38% 8,79% 16,75% Dow Jones 17.287,9 1,77% 1,11% 4,29% 10,56% CAC (França) 4.461,2 0,44% 1,83% 3,85% 6,07% DAX (Alemanha) 9.799,3 1,53% 3,48% 2,59% 12,71% FTSE 100 (Inglaterra) 6.837,9 0,45% 0,27% 1,32% 3,21% Nikkei 225 (Japão) 16.321,2 2,34% 5,81% 0,18% 10,53% Shangai (China) 2.438,6 -0,11% 5,07% 10,12% 6,29% Ibovespa 57.656,8 1,28% -5,93% 11,94% 4,65% Dados atualizados às 12:50

(1) Variações positivas das moedas significam valorização em relação ao dólar Moedas¹

Commodities, Juros e Risco

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CALENDÁRIO E PROJEÇÕES

2010 2011 2012 2013 2014 2015 PIB (% ao ano) 7,5% 2,7% 0,9% 2,5% 0,5% 0,5%

Taxa de Inflação - IPCA (% a.a.) 5,9% 6,5% 5,8% 5,9% 6,3% 6,5%

Taxa de Inflação - IGP-M (% a.a.) 11,3% 5,1% 7,8% 5,5% 3,9% 6,6%

Taxa Selic (final do ano) 10,75% 11,00% 7,25% 10,00% 11,00% 12,00%

Taxa Selic (média do ano) 10,00% 11,75% 8,46% 8,44% 10,50% 11,50%

R$/US$ média do ano 1,76 1,67 1,95 2,16 2,28 2,47

R$/US$ final do ano (Média - Mês de Dezem 1,67 1,83 2,08 2,35 2,30 2,60

Exportações (US$ bilhões) 201,9 256,0 242,6 242,2 238,5 243,3

Importações (US$ bilhões) 181,6 226,2 223,1 239,6 236,5 233,0

Balança Comercial (US$ bilhões) 20,3 29,8 19,5 2,6 2,0 10,4

Balanço em Conta-Corrente (US$ bilhões) -47,4 -52,6 -54,2 -81,1 -80,8 -65,0

Balanço em Conta-Corrente (% do PIB) -2,3 -2,1 -2,4 -3,6 -3,6 -2,9

Superávit Primário (% PIB) 2,8 3,2 2,4 1,9 1,3 2,1

Dívida Líquida (% PIB) 39,1 36,4 35,2 33,8 34,8 35,2

Projeções Macroeconômicas - BRAM

Data Evento País Período BRAM Consenso Anterior

22/9 até 26/9

- Anúncio da TJLP Brasil -- -- --

--- Relatório Trimestral de Inflação Brasil -- -- --

--Segunda 22-set

09:30 Índice de Atividade - Fed Chicago EUA Ago -- -- 39,00%

11:00 Vendas de Casas Usadas EUA Ago -- 5.19M 5.15M

11:00 Confiança do Consumidor Z. Euro Set -- -9,80 -10,00

11:05 Discurso de Dudley (FED NY) EUA -- -- --

--20:30 Discurso de Kocherlakota (FED Minneapolis) EUA -- -- --

--Terça 23-set

05:00 PMI Indústria Z. Euro Set -- 50,60 50,70

05:00 PMI Serviços Z. Euro Set -- 53,10 53,10

05:00 PMI Composto Z. Euro Set -- -- 52,50

10:00 Discurso de Bullard (FED St. Louis) EUA -- -- --

--10:30 Discurso de George (FED Kansas) EUA -- -- --

--22:15 Discurso de George (FED Kansas) EUA -- -- --

--Quarta 24-set

10:30 Nota à Imprensa: Transações Correntes Brasil Ago -- -- -$6018M

10:30 Nota à Imprensa: IED Brasil Ago -- -- $5898M

11:00 Vendas de Casas Novas EUA Ago -- 430K 412K

13:05 Discurso de Mester (FED Cleveland) EUA -- -- --

--14:00 Discurso de Evans (FED Chicago) EUA -- -- --

--Quinta 25-set

09:00 Taxa de Desemprego Brasil Ago -- --

--09:30 Novos Pedidos Seguro-Desemprego (Jobless Claims) EUA Set -- -- 280K

09:30 Pedidos de Bens Duráveis EUA Ago -- -17,10% 22,60%

09:30 Pedidos Bens de Capital ex Defesa e Aviação EUA Ago -- 0,40% -0,50%

14:20 Discurso de Lockhart (FED Mississippi) EUA -- -- --

--23:00 Indicador de Atividade Econômica China -- -- --

--Sexta 26-set

09:30 PIB (T/T anualizado) EUA 2T -- 4,50% 4,20%

10:30 Nota à Imprensa: Taxa de Inadimplência PF Brasil Ago -- -- 6,60%

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INFORME ECONÔMICO

19 de setembro de 2014

As opiniões, estimativas e previsões apresentadas neste relatório constituem o nosso julgamento e estão sujeitas a mu-danças sem aviso prévio, assim como as perspectivas para os mercados financeiros, que são baseadas nas condições

Tel.: 2178-6600

[email protected] Material produzido em 19/09/2014 às 15h00

Outras edições estão disponíveis no Site: www.bradescoasset.com.br, item “Informações aos Investidores”/”Nossa visão”/ “Informativos de Macroeconomia”.

FERNANDO HONORATO BARBOSA

Economista-chefe

[email protected]

DANIEL XAVIER FRANCISCO

[email protected]

IEDA RODRIGUES MATAVELLI

[email protected]

JOSE LUCIANO DA SILVA COSTA

[email protected]

HUGO RIBAS DA COSTA

[email protected]

MIRELA SCARABEL

[email protected]

THIAGO NEVES PEREIRA

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