CÂMAiA MUNICIPAL DE CASTELO BRANCO
ATAN.°7
(MANDATO 2017-2021)
REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA— 19 DEZEMBRO 2017
CÂMARA MUNICIPAL DE CASTELO BRANCO
ATA N.°7 (Mandato 2017-2021)
Aos dezanove dias do mês de dezembro de dois mil e dezassete, na sala privada de reuniões dos Paços do Municipio de Castelo Branco, reuniu a Câmara Municipal porconvocação extraordinária sob a Presidência do Senhor Presidente Luis Manuel dos Santos Correia, estando presentes o Senhor Vice-Presidente José Augusto Rodrigues Alves eos Senhores Vereadores Maria José Barata Baptista, Jorge Manuel Carrega Pio, Clãudia Alexandra da Fonseca Domingues Soares, Carlos Barata de Almeida e Hugo José dos Reis Lopes.
A reunião foi secretariada pelo Senhor Diretor do Departamento de Administração Geral, Francisco José Alveirinho Correia.
ABERTu DE REUNIÃO
Pelo Senhor Presidente foi a reunião declarada aberta eram 9:00 horas, passando a Câmara Municipal a tratar os assuntos constantes do Edital n.° 7212017, de 14 de dezembro.
Ponto 1
—Instrumentos de Gestão Previsional para o Ano 2018 1.1. Câmara Municipal de Castelo Branco
Pelo Senhor Presidente foi presente a proposta de Instrumentos de Gestão Previsional para o Ano 2018, da Câmara Municipal de Castelo Branco, que se dá como reproduzida, ficando a fazer parte integrante desta ata como documentação n.° 1. Prosseguindo as normativas legais, foi dado cumprimento ao disposto no n.° 3 do artigo
5•0da Lei n.° 24/98, de 26 de maio (Estatuto do Direito de Oposição) e na alinea b) do artigo
70 daLei n.° 8/2009, de 18 de setembro (Conselho Municipal de Juventude).
O Senhor Vereador Carlos Barata de Almeida solicitou a palavra para esclarecer que os Vereadores do PSD iriam votar contra a proposta de Instrumentos de Gestão Pre visiona! para o Ano 2018, da Câmara Municipal de Castelo Branco, devido a não terem sido nela contempladas as propostas que apresentaram, a seu devido tempo e em sede própria.
O Senhor Presidente interveio para recordar que as questões do IRS e do Ml, a que o Senhor Vereador se estaria, possivelmente, a referir, tinham sido votadas em sessão da Assembleia Municipal, antes do orçamento ter sido elaborado.
Depois de analisada e discutida, a Câmara Municipal deliberou, por maioria, com dois votos contra dos
Senhores Vereadores do PSD, aprovar a proposta dos Instrumentos de Gestão Previsionai para
oAno 2018,
da Câmara Municipal de Castelo Branco, que totaliza os seguintes valores: Grandes Opções do Plano
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(GOP), € 31.997.878,00; Plano Plurianual de Investimento (PPI), € 21.499.146,00; e,
Orçamento, quer na Receita quer na Despesa,€47.677.678,00.
Mais, foi deliberado remeter a mencionada proposta à Assembleia Municipal, para efeito de aprovação.
1.2. Serviços Municipalizados de Castelo Branco
Pelo Senhor Presidente foi presente a proposta de Instrumentos de Gestão Previsional para o Ano 2018, dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento e Resíduos Urbanos de Castelo Branco, que aqui se dá como reproduzida, ficando a fazer parte integrante desta ata como documentação n.° 2.
Prosseguindo as normativas legais, foi dado cumprimento ao disposto no nY 3 do artigo 59 da Lei n.°
24/98, de 26 de maio (Estatuto do Direito de Oposição) e na alínea b) do artigo 79 da Lei rn° 8/2009, de 18 de setembro (Conselho Municipal de Juventude).
Assim como havia feito no ponto anterior, o Senhor Vereador Carlos Barata de Almeida solicitou a palavra para esclarecer que os vereadores do PSD iriam votar contra a proposta de Instrumentos de Gestão Previsional para o Ano 2018, dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento e Resíduos Urbanos de Castelo Branco, devido a não terem sido nela contempladas as propostas que apresentaram, a seu devido tempo e em sede própria.
Depois de analisada e discutida, a Câmara Municipal deliberou, por maioria, com dois votos contra dos Senhores Vereadores do PSD, aprovar a proposta dos Instrumentos de Gestão Previsional para o Ano 2018, dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento e Resíduos Urbanos de Castelo Branco, que totaliza os seguintes valores: Grandes Opções do Plano (GOP), € 13.800.005,00; Plano Plurianual de Investimento (PPI), €5.117.505,00; e, Orçamento, quer na Receita quer na Despesa, € 16,548100,00.
Mais, foi deliberado remeter a mencionada proposta à Assembleia Municipal, para efeito de aprovação.
Ponto 2— Mapas de Pessoal para o Ano 2018
2.1. Câmara Municipal de Castelo Branco
Pelo Senhor Presidente foi presente o Mapa de Pessoal da Câmara Municipal de Castelo Branco para o ano 2018, que é dado como reproduzido ficando a fazer parte integrante desta ata como documentação n.° 3.
Depois de analisado e discutido, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, aprovar o Mapa de Pessoal da Câmara Municipal de Castelo Branco para o ano 2018.
Mais deliberou remeter a proposta à Assembleia Municipal para efeito de aprovação.
2.2. Serviços Municipalizados de Castelo Branco
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CAMARA MUNICIPAL DE CASTELO BRANCO
Pelo Senhor Presidente foi presente o Mapa de Pessoal dos Serviços Municipahzados de Agua e Saneamento e Resíduos Urbanos de Castelo Branco para o ano 2018, que é dado como reproduzido ficando a fazer parte integrante desta ata como documentação n.° 4.
Depois de analisado e discutido, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, aprovar o Mapa de Pessoal dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento e Resíduos Urbanos de Castelo Branco para o ano 2018.
Mais deliberou remeter a proposta à Assembleia Municipal, para efeito de aprovação.
Ponto 3—Santa Casa da Misericórdia de São Vicente da Beira. Transferência de Capital
Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsídio de € 7.162,98, à Santa Casa da Misericórdia de São Vicente da Beira, como apoio financeiro destinado a comparticipar a aquisição de equipamentos para o seu edifício sede.
Ponto 4— Aquisição de Serviços para o Fornecimento de Energia Elétrica. Proposta de Abertura de Procedimento por Concurso Público
Pelo Senhor Presidente foi presente a informaçâo n.° 5834, de 11/12/2017, da Divisão de Gestão Patrimonial e Instalações Municipais, propondo a abertura do procedimento por concurso público de Aquisição de Serviços para o Fornecimento de Energia Elétrica, pelo preço base de € 3.024.211,55.
A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, autorizar a respetiva despesa, aprovar as peças do procedimento e a delegação, no júri, das competências previstas na presente informação, relativas ao concurso público de Aquisição de Serviços para o Fornecimento de Energia Elétrica, pelo preço base de € 3.024.211,55.
Ponto 5—Centauro Internacional
—Trocadores de Calor, Lda. Pedido de Isenção de IMT
Pelo Senhor Presidente foi presente a informação n.° 5877, de 13/12/2017, do Departamento de
Administração Geral, referente ao pedido de isenção de Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas
de Imóveis (IMT), apresentado pela firma Centauro Internacional
—Trocadores de Calor, Lda, cujo parecer
transcrito é o seguinte: ‘1. Mediante ofício vem a firma Centauro Internacional
—Trocadores de Calor, Lda
solicitar o reconhecimento prévio para a isenção de IMT relativamente à aquisição de dois ímóveis, nos
termos do previsto da alínea h) do n.° 6 do Código do Imposto Municipal sobre Transmissões Onerosas de
Imóveis. 2,Os referidos imóveis são propriedade de empresas integrantes do Grupo Centauro, cujos valores
de aquisição são os seguintes: Lote Q9-3
—propriedade de Castanheira, Henriques e Companhia, Lda,
terreno
-€ 285,72 e edificios e outras construções -€400.288,78; Lote Q9-2—propriedade de Brisa Nova
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—
Trocadores de Calor, Lda, terreno -€389,63 e edifícios e outras construções -€32.454,10. 3. Sobre o referido pedido pronunciou-se a Coordenadora da Secção de Obras ParUculares, que nos termos da legislação em vigor quer do reconhecimento prévio e isenções em matéria de IMT, quer das aquisições de bens nas regiões economicamente mais desfavorecidas, quer ainda do superior interesse económico e social para o concelho, pelo que o Diretor do Departamento Técnico Operacional é de opinião que, sob proposta da Câmara Municipal, a Assembleia Municipal deverá aprovar a isenção do IMT à empresa requerente. 4. Com eíeito, o Órgâo Deliberativo, mediante proposta do Órgão Executivo e através de deliberação fundamentada pode conceder isenções nos termos dos n.°s, 1, 2 e 3 do artigo 16.° da Lei n.°
73/2013, de 3 de setembro. 5. Igualmente estatui o Código do IMT. nos termos da alínea h) do artigo 6.° que as entidades podem beneficiar de isenção no caso de ‘aquisições de bens situados nas regiões economicamente mais desfavorecidas, quando efetuadas por sociedades comerciais ou civis, sob a forma comercial, que os destinem ao exercicio, naquelas regiões, de atividades agrícolas ou industriais consideradas de superior interesse económico e social’. 6. Nos termos da Portaria n.° 22/2015, de 5 de fevereiro, que aprova as listas das zonas desfavorecidas, consta o concelho de Castelo Branco com todas as suas freguesias, nas zonas que não as de montanha sujeitas a condicionantes naturais significativas. 7. Nos termos do n.° 2 do artigo 16.° da Lei n.° 73/2013, de 3 de fevereiro, a estimativa da respetiva despesa fiscal ao conceder a isenção do imposto do imposto em causa, a qual, no caso vertente das duas aquisições cifra-se, respetivamente, nos seguintes valores:
Lote Artigo Matricial Áreas Valor Taxa IMT
09-3 14.538 16.000 €400.574,50 6,5% €26.037,34
09-2 9.717 8.000 €32.843,73 6,5% €2.134,84
Total €433.418,23 €28.172,18
8. Considerando os motivos justificativos apresentados pela requerente, que conta atualmente com cerca de
200 colaboradores diretos, bem como o enquadramento legal anteriormente explanado, e ainda o facto que as
aquisições em causa poderão sergeradoras de uma maior produtividade, eficiência e qualidade da empresa,
bem como para a região onde se situa, perspetivando-se um aumento de vendas efetivas, maior volume
de investimentos e uma expetável ampliação das áreas de produção e armazenagem, a que não será
alheio um incremento na área da novação e no desenvolvimento de novos produtos ou soluções técnicas
e construtivas, afigura-se-nos que se encontra fundamentado o superior interesse económico. 9. Em face
do exposto, somos de opinião que se encontram reunidos os requisitos legais para o reconhecimento por
parte da Câmara Municipal da isenção do IMT, relativamente á aquisição de dois imóveis pela firma
Centauro Internacional Lda, situados nos lotes 09-3 e 09-2, propriedade, respetivamente, de Castanheira,
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Henriques e Companhia, Lda e Brisa Nova
—Trocadores de Calor, Lda, cuja despesa total se cifra em € 28.172,18. Mais se informa que compete ao Órgão Deliberativo, nos termos do n.° 2 do artigo 16.° da Lei n.° 73/2013, de 3 de setembro, apreciar e aprovar a concessão da isenção do IMT à firma Centauro Internacional
—Trocadores de Calor, Lda, relativamente às duas aquisições em causa”.
A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, concordar com a concessão da isenção do Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT), à firma Centauro Internacional
—Trocadores de Calor, Lda, relativamente à aquisição de dois imóveis situados nos lotes Q9-3 e Q9-2 da Área de Localização Empresarial de Castelo Branco, propriedade, respetivamente, das firmas Castanheira, Henriques e Companhia, Lda e Brisa Nova
—Trocadores de Calor, Lda cula despesa total se cifra em €28.172,18.
Mais, foi deliberado remeter a mencionada proposta à Assembleia Municipal, para efeito de aprovação.
Ponto 6— Proposta de Contrato Interadministrativo com as Juntas e Uniões de Freguesias:
Transportes Escolares, Refeições e Componente de Apoio à Família. Ano Letivo 201712018 (2.° e 3.° Periodos); Ano Letivo 201812019 (1.° Período)
Pelo Senhor Presidente foi presente a informação n.° 5726, de 05/12/2017, da Divisão de Educação, Cultura, Desporto e Ação Social, elaborada nos termos do disposto na alínea c) e d) do n.° 2 do artigo 23.°
do Anexo Ida Lei n.° 75/2013 e alinea gg) e hh) do n.° ido artigo 33.° do mesmo diploma legal, bem como da conjugação do disposto no n.° 2 do artigo 117.° com o artigo 131°, ambos do Anexo Ida referida lei, pela qual o signatário propõe a celebração de um Contrato Interadministrativo com as Uniões e Juntas de Freguesias, no Âmbito dos Transpodes Escolares, Refeições e Componente de Apoio à Família nos Jardins de Infância, para os 2.° e 3.° períodos do ano letivo 2017/2018 e
1.0período de 2018/2019. Os valores envolvidos totalizam € 248.971,19 e estão distribuídos consoante o quadro abaixo transcrito.
Ainda, é proposta a adoção da minuta do contrato do ano anterior, cuja cópia se junta.
Junlas a Uniões Prê-Escolar Pré-Escolar TraRsportes l. Ciclo Valor a Transferir pela
de Freguesias Pessoal Não Docenle Refeições Escolares Refeições Câmara Municipal
Alcains €21 47517 — €1.062,00 — €22537,17
Cebolais de Cima e Relaxo — € 11.97000 — €7.497,51 €19.467,51
Escalos de Baixo e Mala €12.991,33 €5.130,00 — €2.586,50 € 20.707.03
Escalos de Cima e Lousa €16.650,16 € 2.85000 — €3.914,47 €23.414,63
Freixial e Juncal do Campo — — €4.092,24 — , €4092,24
Lardosa €10.737,59 €3.420,00 €6.195,00 €5.317,31 €25.669,90
Malpica do Tejo €13336,34 €2.850,00 . — €4.757,25 €20.943,59
Monforfe da Beira — — € 15.767,16 —. € 15.767,16
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Póvoa de Rio de Moinhos e Cafede — € 6840,00 — €3.766,64 € 10.606,64
Salgueiro da Campo €2232,30 €6.840,00 — €4.016,35 €13 088,65
Sarzedas €13.446,89 €4560,00 €23.275,50 €3.002,78 €44.285,17
Sobrei do Campo e Ninho do Açor € 10.73759 — €5.649,84 — €16.387,43
Tinalhas € 1933,35 € 7.510.32 — €2559,63 € 12003.30
Toi&Geta €24597119
A Cãmara Municipal deliberou, por unanimidade, nos termos do disposto na alínea c) e d) do n.° 2 do artigo 239 do Anexo Ida Lei n.° 75/2013 e alínea gg) e hh) do n.° 1 do artigo 33.° do mesmo diploma legal, bem como da conjugação do disposto no n.° 2 do artigo 117.° com o artigo 131°, ambos do Anexo 1 da referida lei, pela qual o signatário propõe a celebração de um Contrato Interadministrativo com as Uniões e Juntas de Freguesias, no Âmbito dos Transportes Escolares, Refeições e Componente de Apoio à Família nos Jardins de Infância, para os 2.° e 3.° períodos do ano letivo 2017/2018 e 1.0 período de 2018/2019,
jvalor global de €248.971,19) distribuido consoante o quadro acima transcrito.
Mais deliberou, remeter a proposta à Assembleia Municipal para efeitos de aprovação.
Ponto 7— Diretrizes para Aplicação do SIADAP
Pelo Senhor Presidente foi presente a informação n.° 5862, de 13/12/2017, do Senhor Vereador Jorge
Pio, definindo diretrizes para aplicação do SIADAP. Da mesma consta o seguinte texto: “Considerando: O
disposto no Decreto Regulamentar n.° 18/2009, de 4 de setembro, que procedeu à adaptação aos serviços
da Administração Autárquica do Sistema de Avaliação de Desempenho na Administração Pública
(SIADAP), aprovado pela Lei n.° 66-8/2007, de 28 de dezembro, com a redação que lhe foi dada pela Lei
n.° 64-N2008, de 31 de dezembro (55-N2010, de 31 de dezembro e 66-B/2012, de 31 de dezembro), aavaliação de desempenho integra três subsistemas: SIADAP 1
—Avalïação de Desempenho das Unidades
Drgãnicas; SIADAP 2— Avaliação de Desempenho dos Dirigentes; SIADAP 3—Avaliação de Desempenho
dos Trabalhadores. Que os subsistemas referidos funcionam de forma coerente e integrada, o ciclo de
avaliação inicia-se com a definição de objetivos estratégicos do Município, que por sua vez vão orientar: A
definição dos objetivos estratégicos das unidades orgánicas que dependam diretamente dos membros do
órgão executivo e sua avaliação (SIADAP 1); A definição dos objetivos dos dirigentes intermédios, cuja
avaliação (SIADAP 2) se centra nos resultados obtidos na direção da respetiva unidade orgânica e nas
competências demonstradas no seu desempenho como dirigente; A fixação de objetivos aos demais
trabalhadores (SIADAP 3), que servirão para, conjuntamente com a demonstração de competências no
desempenho como trabalhadores, concretizar a avaliação destes. Que os objetivos das unidades
orgânicas, os objetivos individuais de dirigentes (SIADAP 2) e os objetivos individuais dos trabalhadores
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(SIADAP 3), deverão estar alinhados com os objetivos estratégicos, anuais, do Município; QuW’t relativamente ao ciclo de avaliação de desempenho relativo ao SIADAP 2 e 3 foram introduzidas alterações, nomeadamente quanto à periodicidade da avaliação que passou para períodos de três ou cinco anos, consoante a comissão de serviço, no caso de dirigentes (SIADAP 2), e de anual para bienal, no caso dos trabalhadores (SIADAP 3); Assim: Para a implementação do ciclo de avaliação do SIADAP, o Município de Castelo Branco define os seguintes Objetivos Estratégicos: 1
-Promover a constante melhoria dos serviços com vista a prestar um serviço de excelência aos munícipes, garantindo a simplificação dos procedimentos; 2
-Garantir a articulação dos diferentes serviços, com vista à execução plano estratégico municipal; 3
-Promover a sustentabilidade e a coesão; 4
-Desenvolver e consolidar redes de parcerias, fomentando o envolvimento e a participação dos intervenientes locais, regionais e/ou nacionais em projetos municipais. Para a implementação do ciclo de avaliação do SIADAP, o Municipio de Castelo Branco define ainda, as seguintes indicações: Subsistema SIADAP 1. 1
—O subsistema de avaliação do desempenho das unidades orgânicas dos municípios, abreviadamente designado por SIADAP 1, neste Município, aplica-se a todas as unidades orgânicas que dependam diretamente de membros do órgão executivo, que no início do periodo em avaliação, sejam chefiadas por pessoal dirigente. 2
—As unidades orgânicas que não dependam diretamente do órgão executivo, embora não sejam avaliadas no âmbito do SIADAP 1, devem respeitar as diretrizes deste subsistema de forma a cumprir o previsto na lei quanto ao ciclo anual de gestão. 3
—A avaliação do desempenho das unidades orgânicas é anual. 4
—Face ao disposto no número um, todos os dirigentes ou legalmente equiparados, em exercício de funções na Câmara Municipal de Castelo Branco, deverão fixar objetivos para a unidade orgânica que chefiam, em conformidade com o disposto no artigo 8.° do Decreto Regulamentar n.° 18/2009, de 4 de setembro. 5- Cada objetivo fixado deve: Ser tangível, mas ambicioso;
Ser proporcional aos recursos existentes; Ser mensurável /medivel, tendo uma métrica associada; Ser delimitado no tempo; Ser direcionado ao alvo; Estar redigido de forma clara e concisa; Estar em consonãncia com os objetivos plurianuais e diretrizes superiores. 6
-A avaliação de desempenho das unidades orgânicas realiza-se com base nos seguintes parâmetros: “Objetivos de eficácia”, entendidos como medida em que uma unidade orgânica atinge os seus objetivos e obtém ou ultrapassa os resultados esperados; “Objetivos de eficiência”, enquanto relação entre os bens produzidos e serviços prestados e os recursos utilizados; “Objetivo de qualidade”, traduzidos como o conjunto de propriedades e características de bens ou serviços que lhes conferem aptidão para satisfazer necessidades explícitas ou implicitas dos utilizadores. 7
-A fixação dos objetivos das unidades orgãnicas deve ser feita de acordo com o seguinte:
Ata nY 7/2017, de 19 de Dezembro (Mandato 2017-2021) Página 7/10
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Parâmetros Ponderação N.° de Objetivos
Objetivos de Eficácia 60% 2
Objetivos de Eficiência 30% 2
Objetivas de Qualidade 10% 1
8— Para a avaliação dos resultados obtidas em cada objetivo são estabelecidos os seguintes niveis de graduação: Superou o objetivo; Atingiu o objetivo; Não atingiu o objetivo. 9
— Em cada unidade orgânicatambém devem ser definidos os indicadores de desempenho para cada objetivo e as respetivas fontes de verificação. Os objetivos devem estar associados, sempre que possivel, a uma métrica quantitativa com base na qual seja definida a respetiva meta a atingir, de forma a permitir tanto o conhecimento do nível de exigência envolvido como o seu acompanhamento e monitorização e, eventual, correção ou reformulação;
A definição de metas pressupõe um equilíbrio entre ambição e possibilidade do cumprimento e superação dos resultados esperados, sempre numa ótica de melhoria continua. 10— O dirigente da unidade orgânica pode, caso o entenda oportuno ou lhe seja solicitado, apresentar um relatório sintético que permita o acompanhamento e a monitorização da execução dos objetivos, e, se assim for o caso, a revisão dos objetivos em função de contingências não previsíveis ao nível politico ou administrativo. O dirigente deve ainda apresentar um relatório de desempenho da unidade ao membro do órgão executivo de que dependa. 11
—A avaliação final do desempenho dos serviços é expressa qualitativamente pelas seguintes menções: Desempenho bom, atingiu todos os objetivos, superando alguns; Desempenho satisfatório, atingiu todos os objetivos ou mais relevantes; Desempenho insuficiente, não atingiu os objetivos mais relevantes. Subsistema SIADAP 2. A avaliação dos titulares de cargos dirigentes intermédios é efetuada nos termos da respetiva comissão de serviço e em conformidade com o disposto no artigo 36.° da Lei n.°
66-B/2007, de 28 de dezembro e, de acordo com as diretrizes a serem definidas pelo OCA (Conselho Coordenador de Avaliação) conforme n.° ido artigo 21.° do Decreto-Regulamentar n.° 18/2007, de 4 de setembro, sendo que esta avaliação tem os efeitos previstos no respetivo estatuto, designadamente em matéria de não renovação ou de cessação da respetiva comissão de serviço. Relativamente às competências a aplicar a este subsistema, propõe-se, nos termos do disposto no n.° 6 do artigo 19.° do Decreto- Regulamentar n,° 18/2007, de 4 de setembro, que as mesmas deverão ser definidas pelo OCA, ao abrigo da alínea c) do nY 1 do artigo 21.0 do citado diploma legal. Subsistema SIADAP 3. A avaliação dos trabalhadores é efetuada nos termos dos objetivos e das competências definidas pelos respetivos dirigentes, os quais devem atenderàs diretrizes definidas pela Câmara Municipal e pelo COA para o ciclo de avaliação”.
A Càmara Municipal deliberou, por unanimidade, aprovar as diretrizes para aplicação do SIADP à
Câmara Municipal de Castelo Branco, nos termos do Decreto Regulamentar n.° 18/2009, de 4 de
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setembro, que procedeu à adaptação aos serviços da Administração Autárquica do Sistema de Avaliaçã/
de Desempenho na Administração Pública (SIADAP), aprovado pela Lei n.° 66-B/2007, de 28 de dezembro, com a redação que lhe foi dada pela Lei n.° 64-A/2008, de 31 de dezembro (55-A/2010, de 31 de dezembro e 66-B/2012, de 31 de dezembro).
Ponto 8— Associação Centro de Apoio Tecnológico Agro-Alimentar de Castelo Branco. Minuta de Contrato-Programa para o Ano 2018
Neste ponto os Senhores Presidente e Vereadora Cláudia Soares abandonaram a sala de reuniões Pelo Senhor Presidente foram presentes, a proposta de minuta do Contrato-Programa para o Ano 2018, a celebrar entre o Municipio e a Associação Centro de Apoio Tecnológico Agro-Alimentar de Castelo Branco (CATM) e o respetivo Parecer Prévio do Fiscal Único
—emifido em conformidade com o disposto na alínea c) do n.° 6 do artigo 25.° da da Lei n.° 50/2012, de 31 de agosto, para efeitos de apreciação do Executivo Municipal e posterior aprovação pela Assembleia Municipal. Os documentos são dados como reproduzidos ficando a fazer parte íntegrante desta ata identificados como documentação n.° 5.
O Senhor Vereador Carlos Barata de Almeida solicitou a palavra para esclarecer que os vereadores do PSD iriam abster-se na votação da proposta da minuta do Contrato-Programa para o Ano 2018, a celebrar entre o Município e a Associação Centro de Apoio Tecnológico Agro-Alimentar de Castelo Branco (CATAA). Explicou que o sentido do seu voto nada tem a ver com o equipamento em si, mas por estarem convictos de que ele poderia prestar um maior serviço tanto a nível nacional, como internacional. Na sua opinião o CATAA está a prestar “serviços mínimos” face às elevadas quantias que a Câmara Municipal tem vindo a injetar, todos os anos, neste projeto.
Após analisar a documentação, a Câmara Municipal deliberou, por maioria, com duas abstenções dos Senhores Vereadores do PSD, remeter, a proposta de minuta do Contrato-Programa para o Ano 2018 e o respetivo Parecer Prévio do Fiscal Único, da Associação Centro de Apoio Tecnológico Agro-Alimentar de Castelo Branco (CATAA), à Assembleia Municipal, para apreciação e posterior aprovação.
Depois de votado o ponto, os Senhores Presidente e Vereadora Cláudia Soares regressaram á sala de reuniões
APROVAÇÃO DE ATA EM MINUTA
De acordo com o disposto no n.° 3 do artigo 57.° da Lei n.° 75/2013, de 12 de setembro, a Cãmara Municipal deliberou, por unanimidade, aprovar a ata em minuta, a fim das respetivas deliberações produzirem efeitos imediatos.
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CONCLUSÃO DE ATA
E não havendo mais assuntos a tratar foi pelo Senhor Presidente encerrada a reunião eram 9 horas 20 minutos, da qual se lavrou a presente ata que vai ser assinada pelo Senhor Presidente e por mim, Francisco José Alveirinho Correia, que a secretariei.
O Presidente da Câmai
O Secretário