LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES

Texto

(1)

SÓ ABRA ESTE CADERNO QUANDO AUTORIZADO

CONCURSO PÚBLICO

UFG

PREFEITURA MUNICIPAL DE SENADOR CANEDO SECRETARIA MUNICIPAL DE GESTÃO E TECNOLOGIA

Edital nº 002/2013

ANALISTA EDUCACIONAL

LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES

1. Quando for permitido abrir o caderno, verifique se ele está completo ou se apresenta imperfeições gráficas que possam gerar dúvidas. Em seguida, verifique se ele contém 50 questões.

2. Cada questão apresenta quatro alternativas de resposta, das quais apenas uma é a correta. Preencha, no cartão-resposta, a letra correspondente à resposta julgada correta.

3. O cartão-resposta é personalizado e não será substituído em caso de erro durante o seu preenchimento. Ao recebê-lo, verifique se seus dados estão impressos correta- mente; se for constatado algum erro, notifique ao aplicador de prova.

4. As provas terão a duração de

quatro horas

, já incluídas nesse tempo a marcação do cartão-resposta, e a coleta da impressão digital.

5. Você só poderá retirar-se do prédio após terem decorridas

três horas de prova

. O caderno de questões só poderá ser levado depois de decorridas

três horas e trinta minutos

de prova.

6.

AO TERMINAR, DEVOLVA O CARTÃO-RESPOSTA AO APLICADOR DE PROVA.

02/02/2014

01 a 10 PROVAS QUESTÕES

11 a 20 Língua Portuguesa

Conhecimentos Específicos do cargo

ESPECIALISTA EM

Conhecimentos Gerais sobre Educação

21 a 50

(2)

Leia o Texto 1 para responder às questões de 01 a 03.

Texto 1 Ciência Neurociência

Laboratório de Nicolelis faz macacos controlarem o movimen- to de dois braços virtuais só com o pensamento

Capacidade de mover dois membros virtuais ao mesmo tem- po deve ajudar no desenvolvimento de novas interfaces cére- bro-máquina, como o exoesqueleto que o neurocientista pre-

tende demonstrar na abertura da Copa do Mundo.

Guilherme Rosa

Em um novo estudo divulgado nesta quarta-feira, pesquisa- dores descrevem como conseguiram fazer com que macacos aprendessem a usar apenas a mente para controlar o movi- mento de duas mãos virtuais, exibidas na tela de um compu- tador. O feito foi atingido por uma equipe de cientistas lidera- da pelo neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, na Universi- dade Duke, nos Estados Unidos. Eles conseguiram, pela pri- meira vez, registrar a atividade cerebral dos animais de forma tão detalhada que eles foram capazes de controlar, não ape- nas um, mas dois braços.

Os movimentos bimanuais, como o ato de digitar em um te- clado ou abrir uma lata, são fundamentais na rotina humana, mas, até agora, os cientistas não haviam conseguido regis- trar a atividade cerebral responsável por eles. Em pesqui- sas anteriores, Nicolelis já havia criado interfaces cérebro- máquina-cérebro que permitiram a um macaco mover e sentir uma mão na tela de um computador. Mas o procedimento para fazer com que o animal mova dois membros ao mesmo tempo é mais complicado.

Segundo o cientista, a atividade cerebral responsável pelo movimento bimanual não corresponde à simples soma do movimento de ambas as mãos — ela é muito mais complexa.

"Em nossa pesquisa, descobrimos que o cérebro faz a com- putação desse movimento de uma maneira não linear. Ou seja, não bastava somar os sinais das duas mãos", diz Mi- guel Nicolelis, em entrevista ao site de VEJA. "Para desenvo- lver um modelo que levasse em consideração o movimento simultâneo dos dois braços, tivemos que registrar a atividade de quase 500 neurônios — o maior número analisado em qualquer estudo publicado até agora."

VEJA. Disponível em: <http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/laboratorio- de-nicolelis-faz-macacos-coordenarem-o-movimento-de-dois-bracos-vir- tuais-so-com-o-pensamento>. Acesso em: 11 nov. 2013.

QUESTÃO 01 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

O gênero reportagem apresenta estrutura constituída de manchete, lead e corpo. O lead sintetiza as informações desenvolvidas no texto e se organiza, no Texto 1, em torno das seguintes palavras-chave:

(A) laboratório, macaco, pensamento.

(B) movimentos bimanuais, novas interfaces, Copa do Mundo.

(C) capacidade, desenvolvimento, neurocientistas.

(D) membros virtuais, interface cérebro-máquina e exoes- queleto.

QUESTÃO 02 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

No trecho “O feito foi atingido por uma equipe de cientistas liderada pelo neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, na Universidade Duke [...]. Eles conseguiram, pela primeira vez, registrar a atividade cerebral dos animais de forma tão detalhada.”, há uma concordância pronominal pouco recorrente, mas permitida pela gramática do português, que se estabelece a partir da seguinte referência metoní- mica:

(A) produto pelo processo.

(B) causa pela consequência.

(C) conteúdo pelo continente.

(D) movido pelo movimento.

QUESTÃO 03 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A computação dos movimentos bimanuais não correspon- de à soma dos movimentos de duas mãos, pois

(A) requer combinações binárias entre as atividades neu- rológicas.

(B) considera a ação dos neurônios para além de ativida- des sequenciais.

(C) exige a contabilização de ligações neurocerebrais aleatórias.

(D) usa um grande número de dispositivos cerebrais des- contínuos.

RASCUNHO ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

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(3)

Leia o Texto 2 para responder às questões de 04 a 08.

Texto 2

Telepatia: Papo cabeça Marlene Jaggi

Telepatia é o termo usado para se referir à aquisição de infor- mações por outros meios que não os sentidos físicos conhe- cidos. A resistência em procurar entender tais acontecimen- tos ou acreditar neles é grande, mas fácil de ser compreendi- da. “Entrar em contato com os pensamentos, sentimentos e ideias de outras pessoas de maneira aparentemente direta, mente–mente, sem necessidade que tais informações pas- sem pelos sentidos, é considerado algo fora do normal, por se tratar de um tipo de interação diferente da forma prevista pela ciência”, diz Wellington Zangari, coordenador do Inter Psi (Grupo de Estudos de Semiótica, Interconectividade e Consciência), da PUC de São Paulo.

A escritora baiana Halu Gamashi, que se dedica à filosofia e à ciência dos ancestrais, acredita que existam muitas formas de comunicação telepática, envolvendo inclusive os órgãos dos sentidos. Para ela, a telepatia se constitui entre duas pessoas extrassensorialmente sensíveis que aprendem a identificar uma informação por meio de um trejeito facial, um movimento dos olhos, um gesto. “Eu sei o que você está pen- sando”, dizem-se mutuamente. No entanto, por ser um acon- tecimento comum, as pessoas nem se dão conta de que hou- ve uma comunicação telepática.

Ondas mentais

De acordo com Zangari, do Inter Psi, apesar de não haver consenso sobre a melhor teoria para explicar a telepatia, a parapsicologia vem apresentado interpretações interessan- tes. “Nas primeiras décadas de estudo, procurou-se compre- ender a telepatia como um fenômeno eletromagnético, que funcionaria da mesma forma que os aparelhos de rádio e te- levisão. Supunha-se que, entre o receptor e o emissor, have- ria “ondas mentais”, que transportariam informações do con- teúdo cerebral entre eles. No entanto, as teorias baseadas nesse modelo caíram por terra porque, aparentemente, a te- lepatia não é limitada pela distância nem pelas barreiras físi- cas, como o são as ondas eletromagnéticas conhecidas.”

Conforme Zangari, outras teorias vieram à tona mais tarde, visando reconhecer mais o “porquê” do que “como” ocorre o fenômeno.

As pesquisas sobre a possibilidade da existência da telepatia se tornaram sistemáticas a partir da década de 30, com a criação do Instituto de Parapsicologia na Universidde Duke, nos Estados Unidos, dirigido pelo Joseph Banks Rhine. “Rhi- ne e sua equipe realizaram provas experimentais para verifi- car se, de fato, a telepatia, entre outros fenômenos anôma- los, ocorria”, conta Zangari. Com um baralho especialmente criado para essa finalidade – o Baralho ESP (de extrasensory perception) ou Baralho Zener (assim chamado por causa de Carl Zener, especialista em percepção humana, que o proje- tou), constituído de 25 cartas, igualmente divididas em círcu- los, cruzes, ondas, quadrados e estrelas –, ele avaliou esta- tisticamente a ocorrência. “Ao longo de quase cinco décadas, Rhine e seus colaboradores obtiveram resultados significati- vos a favor da hipótese da telepatia”, afirma Zangari.

Depois disso, pesquisadores do mundo inteiro fizeram outros estudos e muitos chegaram a resultados similares, mesmo com técnicas diferentes das usadas no laboratório de parap- sicologia da Universidade Duke. Acontece que os céticos descartam essas pesquisas, que eles consideram suspeitas.

Um dos modelos atualmente em construção é o desenvolvido pelo psicólogo americano Rex Stanford, o Modelo de Res- posta Instrumental Mediada por Psi, conhecido pela sigla em inglês, PMIR. Propõe, em linhas gerais, que o ser humano utiliza não apenas os sentidos conhecidos (tato, visão…) para estabelecer contato com o meio, mas também proces-

sos não sensoriais, ou extrassensoriais, para reconhecer tan- to os perigos quanto as fontes de satisfação de necessidades básicas. “O modelo de Stanford é importante para a ciência, porque permite a avaliação empírica de seus postulados, além de integrar tanto perspectivas da biologia quanto da psi- cologia”, diz Zangari.

SUPERINTERESSANTE. Disponível em: <http://super.abril.com.br/coti- diano/telepatia-papo-cabeca-445647.shtml>. Acesso em: 13 nov. 2013.

QUESTÃO 04 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Nos parágrafos 1 e 2 do texto, o autor recorre à função re- ferencial da linguagem para explicar a noção de telepatia e para isso mobiliza

(A) os conhecimentos científicos e sociais sobre o con- ceito.

(B) as crenças populares no universo sobrenatural.

(C) os saberes culturais e antigos sobre os planos metafí- sicos.

(D) as formas alternativas de entendimento do cosmos.

QUESTÃO 05 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

No enunciado “Conforme Zangari, outras teorias vieram à tona mais tarde, visando reconhecer mais o ‘porquê’ do que o ‘como’ ocorre o fenômeno”, o jogo entre os termos destacados revela que essas teorias objetivam, em rela- ção ao fenômeno,

(A) apontar suas características.

(B) explicar suas causas.

(C) descrever seus percursos.

(D) justificar sua existência.

QUESTÃO 06 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Do argumento no último parágrafo do texto, infere-se que (A) experiência extrassensorial e instinto são a mesma

coisa.

(B) competência comunicativa e visão de mundo são sensoriais.

(C) os sentidos humanos são autossuficientes.

(D) os meios de comunicação a distância são telepáticos.

QUESTÃO 07 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

No texto, a legitimidade das informações é garantida pela (A) manipulação de dados primários.

(B) origem das informações estudadas.

(C) autoridade da instituição científica citada.

(D) exposição de fórmulas matemáticas.

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(4)

QUESTÃO 08 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

O trecho do texto que faz referência à comprovação dos fatos investigados pelos pesquisadores é o seguinte:

(A) “O modelo de Stanford é importante para a ciência, porque permite a avaliação empírica de seus postula- dos, além de integrar tanto perspectivas da biologia quanto da psicologia”, diz Zangari.

(B) “Ao longo de quase cinco décadas, Rhine e seus co- laboradores obtiveram resultados significativos a fa- vor da hipótese da telepatia”, afirma Zangari.

(C) “As pesquisas sobre a possibilidade da existência da telepatia se tornaram sistemáticas a partir da década de 30.”

(D) “A escritora baiana Halu Gamashi, que se dedica à fi- losofia e à ciência dos ancestrais, acredita que exis- tam muitas formas de comunicação telepática.”

QUESTÃO 09 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Releia os Textos 1 e 2 para responder à questão 09. Os Textos 1 e 2 tratam do mesmo tema e referem-se

(A) à existência de interação metafísica.

(B) ao manejo da capacidade de locomoção.

(C) à limitação do cérebro humano.

(D) ao desejo humano de ascendência.

QUESTÃO 10 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Leia o Texto 3 e releia os Textos 1 e 2 para responder à questão 10.

Texto 3

Os Textos 1, 2 e 3 tratam da atividade cerebral do ser hu- mano. Considerando as informações dos Textos 1 e 2, conclui-se que o efeito de humor é produzido, no Texto 3, com base

(A) na contraposição religiosa e no ceticismo.

(B) na manipulação científica dos dados.

(C) no argumento do senso comum.

(D) no jogo entre sobrenatural e coincidência.

RASCUNHO ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

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(5)

QUESTÃO 11 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

De acordo com a LDB (Lei n. 9.394/1996), a União, os Es- tados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão, em regime de colaboração, os respectivos sistemas de ensi- no. Cabe à União a coordenação da política nacional de educação, articulando os diferentes níveis e sistemas e exercendo função normativa, redistributiva e supletiva em relação às demais instâncias educacionais. É incumbência da União:

(A) assegurar o Ensino Fundamental e oferecer, com prio- ridade, o Ensino Médio a todos que o demandarem.

(B) oferecer a educação infantil em creches e pré-esco- las, e, com prioridade, o Ensino Fundamental.

(C) articular com as famílias e a comunidade criando pro- cessos de integração da sociedade com a escola.

(D) assegurar processo nacional de avaliação das insti- tuições de educação superior.

QUESTÃO 12 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A educação é uma prática social. Ela abrange os proces- sos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensi- no e pesquisa, nos movimentos sociais e nas organiza- ções da sociedade civil e nas manifestações culturais. De acordo com a Constituição Federal de 1988, são finalida- des da educação:

(A) pleno desenvolvimento da pessoa; preparo para o exercício da cidadania; qualificação para o trabalho.

(B) preparo e emancipação dos jovens; inserção no mun- do do trabalho; desenvolvimento de capacidades em- preendedoras.

(C) desenvolvimento de competências profissionais; apri- moramento de habilidades cognitivas; expansão das faculdades psicossociais dos educandos.

(D) adoção de valores morais, cívicos e religiosos; igual- dade material de existência; liberdade para desenvo- lver a criticidade.

QUESTÃO 13 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A educação escolar no Brasil passou por profundas trans- formações desde os anos 1990. Ocorreram mudanças no financiamento, na avaliação, na gestão, nos currículos e na formação e valorização dos professores. Por meio da Emenda Constitucional n. 59/2009, também foi ampliada a educação básica obrigatória e gratuita para a faixa etária de:

(A) de zero aos dezesseis anos de idade.

(B) de quatro aos dezessete anos de idade.

(C) de seis a quatorze anos de idade.

(D) de sete a dezoito anos de idade.

QUESTÃO 14 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A qualidade da educação deve ser compreendida com base em uma perspectiva polissêmica. Há dimensões intra e extraescolares que afetam o trabalho docente e que pre- cisam ser levadas em conta no processo ensino-aprendi- zagem. Além disso, é fundamental estabelecer a definição de dimensões, fatores e condições de qualidade como re- ferência analítica e política no tocante à melhoria do pro- cesso educativo. Nessa perspectiva, entende-se a respeito da qualidade da educação que

(A) a construção de uma escola de qualidade implica tor- nar as salas de aula mais homogêneas, separando os alunos conforme a condição socioeconômica, de- corrente das suas posições no espaço social.

(B) a criação de condições, dimensões e fatores para a oferta de um ensino de qualidade social é tarefa pre- cípua das famílias e da comunidade, considerando as desigualdades regionais.

(C) as dimensões intra e extraescolares devem ser consi- deradas de maneira articulada na efetivação de uma política educacional direcionada à garantia de escola de qualidade para todos, em todos os níveis e moda- lidades.

(D) a garantia de padrão de qualidade é uma responsabi- lidade das escolas, devendo esta buscar todos os meios disponíveis junto à comunidade, tendo em vis- ta angariar recursos para o provimento de suas ne- cessidades.

QUESTÃO 15 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A avaliação da educação ganhou centralidade nas políti- cas educativas e na legislação da educação escolar no Brasil, sobretudo a partir dos anos 1990. A política nacio- nal de avaliação da educação deve contemplar e articular os diferentes níveis e sistemas de ensino. Nessa perspec- tiva,

(A) a verificação do rendimento escolar na educação bá- sica deve observar os seguintes critérios: prevalência dos aspectos mensuráveis, retenção dos estudantes no caso de baixo rendimento escolar, desaceleração de estudos para alunos com baixo aproveitamento.

(B) os estabelecimentos de ensino, respeitadas as nor- mas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de aplicar os exames de ingresso na carreira docente, tendo em vista adequar o perfil do- cente à realidade e às necessidades da escola.

(C) os sistemas de ensino municipais devem, por força de lei federal, instituir e implantar seu sistema próprio de avaliação da educação básica, condição para que se possa bem conhecer o processo pedagógico de- senvolvido nas escolas.

(D) a União deve assegurar processo nacional de avalia- ção do rendimento escolar no Ensino Fundamental, médio e superior, em colaboração com os sistemas de ensino, objetivando a definição de prioridades e a melhoria da qualidade do ensino.

conhecimentos_gerais_educação_analista_educacional

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QUESTÃO 16 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A ideia de currículo básico nacional surge com a necessi- dade de instituir a instrução pública no processo de consti- tuição dos estados nacionais. Currículo é, pois, uma ques- tão de poder, porque se articula à soberania de cada na- ção e, normalmente, é entregue, em suas definições, a um conselho de Estado. A legislação educacional que trata do currículo da educação básica do Brasil estabelece que:

(A) os Parâmetros Curriculares Nacionais determinados pelo Ministério da Educação são obrigatórios em todo o território nacional.

(B) as Diretrizes Curriculares Nacionais emanadas do Conselho Nacional de Educação são obrigatórias em todo o território nacional.

(C) os livros didáticos são obrigatórios em todo o território nacional, sendo a referência básica para as matrizes curriculares das escolas.

(D) a LDB n. 9.394/1996 deve definir o currículo obrigató- rio das escolas de educação básica em todo o territó- rio nacional.

QUESTÃO 17 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

O planejamento da educação no Brasil tem passado por alterações significativas desde a Constituição de 1988 e da aprovação da LDB. Integra o planejamento educacional no Brasil:

(A) o plano nacional de complementação financeira e de currículos diversificados.

(B) o plano nacional de educação e os programas suple- mentares de material didático escolar, transporte, ali- mentação e assistência à saúde.

(C) o plano nacional de federalização das carreiras do- centes na educação básica e do livro didático integra- do.

(D) o plano nacional de custo aluno qualidade inicial e o programa nacional de formação para o trabalho na educação básica.

QUESTÃO 18 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Na última década, têm sido implantadas várias políticas que visam promover a inclusão social no Brasil. Nos siste- mas de ensino, o objetivo é acolher todas as crianças, adolescentes, jovens e adultos, sem exceção, indepen- dentemente de cor, classe social e condições físicas e psi- cológicas. Para atingir esse propósito, foi estabelecido como um dos princípios do ensino:

(A) a singularidade de ideias e o subjetivismo nas concep- ções pedagógicas.

(B) a consideração da homogeneidade étnico-racial.

(C) a valorização curricular do arbitrário cultural dominan- te.

(D) a igualdade de condições para o acesso e a perma- nência na escola.

QUESTÃO 19 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Há no contexto atual ampla preocupação e discussão so- bre os modelos e as praticas de gestão e organização do trabalho docente, bem como sobre os processos didático- pedagógicos e as práticas de ensino. A literatura mais críti- ca do campo educacional, identificada com a perspectiva democrático-participativa, considera que

(A) a escola é como uma empresa e que seus fins são facilmente mensuráveis e identificáveis.

(B) a gestão gerencial-tecnicista do ensino público deve ser implantada na forma da lei e da legislação própria de cada sistema de ensino.

(C) a gestão escolar deve reconhecer as especificidades e finalidades do ato educativo, tendo em vista a bus- ca coletiva dos meios e dos recursos para sua efeti- vação.

(D) a meritocracia, a competência técnica e o atendimen- to de metas e resultados devem pautar o trabalho di- dático-pedagógico, a gestão e as carreiras dos profis- sionais da educação.

QUESTÃO 20 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Desde o século XVIII, vem ocorrendo revoluções científi- cas e tecnológicas que implicam em mudanças econômi- cas, sociais, políticas, culturais e educacionais significati- vas. A revolução tecnológica no contexto atual é marcada:

(A) por uma tríade revolucionária: a energia termonuclear, a microbiologia e a microeletrônica.

(B) pelo fato de a ciência e a técnica estarem aumentan- do a inserção do trabalho vivo no processo de produ- ção industrial.

(C) por uma tríade revolucionária: a energia a vapor, a energia elétrica e a especialização de tarefas na pro- dução fabril.

(D) pela imposição do controle de tempo, da disciplina, da fiscalização e da concentração dos trabalhadores no processo de produção industrial.

conhecimentos_gerais_educação_analista_educacional

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QUESTÃO 21 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Conforme a Lei de Diretrizes e Bases da Educação 9394/1996, cabe à União:

(A) prestar assistência técnica, financeira, pedagógica e de gestão aos estados, ao Distrito Federal e aos mu- nicípios para o desenvolvimento de seus sistemas de ensino.

(B) coordenar a política nacional de educação, articulan- do os diferentes níveis e sistemas e exercendo fun- ção normativa, redistributiva e supletiva em relação às demais instâncias educacionais.

(C) organizar, manter e desenvolver os órgãos e as insti- tuições do sistema nacional de ensino em regime de colaboração com estados, Distrito Federal e municí- pios.

(D) elaborar o Plano Decenal de Educação, em colabora- ção com estados, Distrito Federal e municípios.

QUESTÃO 22 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Conforme a DCN do Ensino Fundamental de nove anos, o Ensino Fundamental

(A) é a terceira etapa da educação básica.

(B) tem matrícula obrigatória das crianças a partir dos cin- co anos.

(C) deve cuidar e educar as crianças que nele se matri- cularem.

(D) tem como foco a alfabetização ao longo dos oito anos de duração.

QUESTÃO 23 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A escola de tempo integral é uma realidade de nosso sis- tema educativo atual. Sendo assim,

(A) a jornada escolar é de, no mínimo, seis horas diárias, perfazendo uma carga horária anual de pelo menos mil e quatrocentas horas.

(B) a sua implantação é obrigatória e os respectivos sis- temas têm até 2016 para implantá-la.

(C) as disciplinas escolares terão suas cargas horárias du- plicadas para assim garantir a aprendizagem dos alu- nos.

(D) as atividades serão desenvolvidas no espaço escolar conforme a disponibilidade da escola, ou fora dele por meio de parcerias com órgãos ou entidades locais.

QUESTÃO 24 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A professora de uma turma de 5º ano usa mensalmente, como instrumento de avaliação, provas objetivas. Nesse sentido, percebe-se que ela tem uma concepção de ava- liação

(A) classificatória.

(B) formativa.

(C) processual.

(D) sialógica.

QUESTÃO 25 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Um aluno de dez anos está fora da escola por não haver vagas na rede pública. Nesse caso, quais são os direitos desse aluno?

(A) Ficar sem estudar aguardando o surgimento de vaga na escola pública.

(B) Estudar em casa com a ajuda de um professor parti- cular.

(C) Requerer judicialmente a garantia de sua matricula na série correspondente.

(D) Frequentar a série anterior para continuar a estudar.

QUESTÃO 26 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Durante a elaboração do projeto político-pedagógico de uma escola, os elaboradores sentem a necessidade de elencar os princípios do Ensino Fundamental. Faz parte desses princípios:

(A) a manutenção da ordem sob quaisquer circunstân- cias, podendo a escola recorrer à polícia para isso.

(B) a garantia do cultivo da sensibilidade juntamente com a aprendizagem dos conteúdos que serão abordados nas avaliações institucionais.

(C) a valorização das diferentes manifestações culturais do povo brasileiro e a construção de identidades plu- rais.

(D) o reconhecimento dos direitos e deveres de cidada- nia, de respeito ao patrimônio de cada um e a preser- vação da democracia.

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QUESTÃO 27 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

De acordo com Moreira e Candau (2008), “O currículo é, em outras palavras, o coração da escola...”. Sendo assim, é fundamental que

(A) as secretarias de educação se responsabilizem pela elaboração dos currículos a serem adotados pelas es- colas.

(B) os conteúdos a serem ensinados trabalhem o que é solicitado nas avaliações nacionais.

(C) a programação dos conteúdos a serem ministrados deve ser a mesma para todas as escolas da rede.

(D) os professores participem diretamente da elaboração dos currículos que serão desenvolvidos nas escolas.

QUESTÃO 28 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Nos últimos tempos, a proposta de gestão democrática tem feito parte dos debates educacionais. Neste tipo de gestão, (A) a forma de escolha da direção da escola é indiferente

ao seu sucesso.

(B) a participação de toda a comunidade escolar é uma exigência.

(C) a melhoria da qualidade da educação prestada é ga- rantida.

(D) a tomada de decisões deve ser feita de forma centra- lizada.

QUESTÃO 29 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

No Brasil, as definições legais sobre currículo estão estabe- lecidas

(A) nos Parâmetros Curriculares Nacionais.

(B) nas Orientações Curriculares Nacionais.

(C) nas Diretrizes Curriculares Nacionais.

(D) nos Referenciais Curriculares Nacionais.

QUESTÃO 30 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A organização e a gestão da escola correspondem à ne- cessidade de a instituição escolar dispor das condições e dos meios para a realização de seus objetivos específicos (Libâneo; Oliveira; Toschi, 2012). Estas condições visam (A) viabilizar os recursos necessário para o funcionamen-

to mínimo da escola e do trabalho em sala de aula.

(B) garantir que os melhores alunos tenham suas habili- dades reconhecidas e valorizadas.

(C) promover o envolvimento das pessoas no trabalho por meio da participação de todos.

(D) possibilitar a avaliação de desempenho do corpo do- cente para colocar o profissional à disposição da se- cretaria de educação.

QUESTÃO 31 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Atualmente, em relação à formação docente, compreende- se que a escola é também lugar de formação profissional.

A escola pode ser considerada local de formação profissio- nal

(A) por ser sobretudo nela que os professores podem re- construir suas práticas.

(B) em virtude de ser nela que os professores impõem sua autoridade pedagógica.

(C) porque é o melhor local para a realização do treina- mentos dos professores.

(D) porque é nela que o professor aprende a obedecer a autoridade dos superiores.

QUESTÃO 32 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Para Luckesi (2011), o ato de avaliar é um ato de investi- gar e, se necessário, intervir para a melhoria dos resulta- dos em construção. Nesse sentido, espera-se que a ava- liação cumpra o papel de

(A) examinar rigorosamente as aprendizagens realizadas pelos alunos.

(B) classificar os alunos conforme seu desempenho para efeitos de promoção à série seguinte.

(C) subsidiar as decisões pedagógicas e administrativas na perspectiva dos resultados esperados.

(D) informar à secretaria de educação as insuficiências das aprendizagens dos alunos para, com isso, se ava- liar a prática dos professores.

QUESTÃO 33 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

De acordo com Libâneo, Oliveira e Toschi (2012), a gestão democrática possui várias características, entre as quais:

(A) prescrição detalhada de funções e tarefas.

(B) eliminação de todas as formas de exercício de autori- dade e poder.

(C) possibilidade de todos dirigirem e serem dirigidos; de avaliarem e serem avaliados.

(D) valorização das interpretações e percepções subjeti- vas em detrimento das normas.

conhecimentos_específicos_analista_educacional_especialista_ensino_fundamental_I205

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QUESTÃO 34 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

O projeto político-pedagógico (PPP) das escolas cumpre a função de

(A) facilitar o trabalho do diretor na determinação das nor- mas a serem seguidas por todos na escola.

(B) organizar o trabalho pedagógico, garantindo aos pro- fessores plenos poderes para determinarem o que deve ser ensinado.

(C) estabelecer o calendário escolar de acordo com as singularidades de cada escola.

(D) possibilitar a descentralização e democratização das tomadas de decisões na escola.

QUESTÃO 35 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Conforme as DCNs para a Educação Básica (Resolução n. 4/2010), o entendimento de currículo deve

(A) ter como foco central a preparação dos alunos para as exigências do mercado de trabalho atual.

(B) possibilitar o mesmo percurso formativo aos alunos para se garantir a igualdade de oportunidades.

(C) assegurar a ampliação e diversificação dos tempos e espaços de aprendizagem.

(D) conter a preocupação com a construção de sujeitos consumidores e solidários.

QUESTÃO 36 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Em um dia de prova, é comum se ouvir da professora: “Va- mos fazer uma avaliação”. Por que esta frase contém uma incorreção conceitual?

(A) Porque a prova é proibida como instrumento de ava- liação.

(B) Porque o “termo” avaliar indica processo, e uma pro- va o impossibilita.

(C) Porque uma avaliação precisa medir as aprendiza- gens, e a prova dificulta isso.

(D) Porque a prova é incapaz de classificar as aprendiza- gens dos alunos.

QUESTÃO 37 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Segundo André (2001), o movimento que valoriza a pes- quisa na formação do professor da escola básica vem ga- nhando força de 1990 para cá. Entre os argumentos favo- ráveis a essa postura encontra-se:

(A) o reconhecimento dos saberes acadêmicos como guias da prática docente.

(B) a visão do professor como incapaz de fazer pesquisa científica.

(C) a defesa da articulação entre teoria e prática na for- mação docente.

(D) a defesa de que a pesquisa garante a mudança da realidade escolar.

QUESTÃO 38 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A avaliação do Plano Nacional de Educação (PNE) 2001- 2011 indicou pontos a serem refletidos e superados, bem como aspectos a serem mantidos. Qual dos aspectos abai- xo deve permanecer?

(A) A superposição de programas e ações no campo edu- cacional.

(B) A definição de grandes metas educacionais e do mes- mo número de estratégias.

(C) O esforço de assegurar a matrícula de todas as crian- ças com cinco anos no Ensino Fundamental.

(D) O empenho de instituir o planejamento da educação nacional como prática constante.

QUESTÃO 39 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Na elaboração dos instrumentos de avaliação é fundamen- tal que o professor

(A) utilize uma linguagem clara e precisa.

(B) possibilite a exposição de emoções pelos alunos.

(C) utilize sempre o mesmo instrumento ao longo do ano letivo.

(D) elabore questões fechadas para evitar interpretações pelos alunos.

QUESTÃO 40 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

As discussões sobre a incorporação das Tecnologias de In- formação e Comunicação (TIC) pelas escolas é tema pre- sente nas políticas públicas. As TICs, no contexto da escola, podem colaborar com

(A) a inclusão dos alunos no ambiente presencial de aprendizagens.

(B) a organização de aulas ativas, criativas e monótonas.

(C) a alteração na maneira de ler e escrever dos alunos.

(D) a manutenção dos livros didáticos como referência para o ensino.

QUESTÃO 41 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A interdisciplinaridade é uma forma de organização dos co- nhecimentos que serão ensinados na escola. Nesse senti- do, ela

(A) elimina a presença das disciplinas escolares.

(B) garante que as fronteiras entre as disciplinas se refor- ce.

(C) requer a superposição dos conteúdos a serem ensi- nados.

(D) possibilita a integração dos saberes científicos e es- colares.

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QUESTÃO 42 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A DCN para a Educação Básica (Resolução 04/2010) afir- ma a necessidade de “problematizar o desenho organiza- cional da instituição escolar que não tem conseguido res- ponder às singularidades dos sujeitos que a compõem”.

Nesse sentido, torna-se imprescindível

(A) a prioridade de matrículas das minorias étnico-raciais.

(B) a integração maciça dos saberes populares nos currí- culos escolares.

(C) a inclusão no debate dos princípios e das práticas de um processo de inclusão social.

(D) a inclusão nos objetivos da escola de valores como competição e sustentabilidade.

QUESTÃO 43 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Conforme Luckesi (2011), desde a década de 1970, vem se discutindo a necessidade de mudança do ato de exami- nar na escola. No entanto, ele persiste. Qual é o motivo para essa persistência?

(A) A herança histórica, pois são cinco séculos de práti- cas examinadoras.

(B) A falta de exames na trajetória escolar dos indivíduos.

(C) A pratica da avaliação, pois atribui aos professores um poder difícil de se eliminado.

(D) A avaliação como favorecedora do autoritarismo e da classificação/exclusão.

QUESTÃO 44 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A educação de jovens e adultos, voltada para a garantia da formação integral, da alfabetização nas diferentes etapas da escolarização ao longo da vida, requer

(A) a incorporação ao modelo pedagógico do Ensino Fun- damental.

(B) uma política de formação permanente de seus pro- fessores.

(C) um processo de gestão particular, independente do Ensino Fundamental.

(D) a priorização das matriculas nos anos iniciais do En- sino Fundamental.

QUESTÃO 45 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

De acordo com a LDB 9394/1996 (artigo 24), a Educação Básica nos níveis fundamental e médio será organizada de acordo com as seguintes regras comuns:

(A) a carga horária mínima anual será de novecentas ho- ras anuais distribuídas em, no mínimo, duzentos dias letivos.

(B) a classificação em qualquer série ou etapa pode ser feita dependendo da escolarização anterior e da reali- zação de uma prova na própria escola.

(C) a avaliação deve ser contínua e cumulativa, com pre- valência dos aspectos quantitativos aos qualitativos.

(D) a obrigatoriedade dos estudos de recuperação, que devem ser de preferência paralelos ao período letivo.

QUESTÃO 46 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A construção do projeto político-pedagógico pode se dar pela lógica empresarial ou pela abordagem emancipadora.

Em uma abordagem emancipadora, sua construção requer (A) uma ação consciente e organizada de todos os en-

volvidos, ou seja, família, comunidade e escola.

(B) uma relação de independência entre teoria e prática, pois são assuntos distintos e devem ser tratados se- paradamente.

(C) a compreensão dos pais como clientes que contratam os serviços da escola e que assim têm direitos espe- ciais.

(D) as tomadas de decisão coletiva entre os professores, que devem ser homologadas pelo diretor da escola.

QUESTÃO 47 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A LDB em seu artigo 26 definiu que os currículos da edu- cação básica sejam formados por uma “base nacional co- mum” e uma “parte diversificada”. A relação entre essas duas partes deve

(A) dar centralidade à base nacional comum, pois é ela que garante a aprendizagem dos conhecimentos rele- vantes.

(B) ensinar a compreender o que é ciência, qual sua his- tória e a quem ela se destina.

(C) adotar estratégias que possibilitem a percepção de que há uma visão de mundo predominante e que ela deve ser aceita por todos.

(D) privilegiar os aspetos cognitivos, políticos e indivi- duais no desenvolvimento do processo didático.

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QUESTÃO 48 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Conforme Moreira e Candau (2008), “o complexo, variado e conflituoso cenário cultural em que estamos imersos se re- flete no que ocorre em nossas salas de aula”. Com base nisso, espera-se que a escola

(A) trate com tolerância a cultura dominante presente no seu contexto.

(B) abra as portas para as expressões culturais popula- res, por representem patrimônio científico universal.

(C) construa um currículo único, no qual os alunos sejam vistos como iguais.

(D) desenvolva no seu corpo docente uma postura de pes- quisador da sua prática pedagógica.

QUESTÃO 49 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Para atuar na Educação Básica, o professor precisa domi- nar um conjunto de saberes. Estes são adquiridos durante a formação inicial e continuada. Sendo assim, ele precisa (A) saber aplicar, aferir e elaborar propostas pedagógicas.

(B) dominar todos os conteúdos de cada série, pois os alunos são iguais em cada turma.

(C) saber trabalhar individualmente para garantir o apro- fundamento teórico.

(D) participar na gestão e organização dos processos educativos.

QUESTÃO 50 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A avaliação é algo inerente aos processos de aprendiza- gem. No tocante ao contexto escolar,

(A) a avaliação da aprendizagem tem como foco o acom- panhamento do proposto no projeto pedagógico da instituição.

(B) a avaliação institucional deve envolver apenas os pro- fessores e gestores, uma vez que permanecem por tempo maior na instituição.

(C) a avaliação do sistema escolar é prioritariamente de responsabilidade do poder público.

(D) o sistema nacional de avaliação da Educação Básica tem como objetivo central realizar uma avaliação de aprendizagem dos estudantes.

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Referências

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