ALICERCES DE NOSSA FÉ
“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” Jo 8.32
“Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida..” Jo 14.6
“Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão.” Gl 5.1
Nossa vida, desde a queda de Adão, até a entrada na eternidade do céu, se dá no centro de uma batalha espiritual. Saibamos disso ou não. Percebamos ou não.
Estando, todo o tempo, conscientes disso, ou não. Assim é.
Paulo é quem mais revela isso, praticamente em todas as suas cartas às igrejas. 2 Co 10.3-‐5 ; Ef 6.10-‐18 ; Cl 1.13-‐16
Jesus, especialmente no relato de Mateus, fala isso a todo o instante, que sua vida e obra na Terra, tem a ver com um conflito de reinos. O Reino dos céus chegou, e veio resgatar-‐nos, e derrotar o reino das trevas. Mt 12.28
Este tema é portanto uma constante revelação bíblica.
Éramos originalmente livres, pois assim fomos criados, vivendo em obediência ao Senhorio de Deus. Fomos, pela desobediência de Adão, escravizados por Satanás e seu reino de trevas, enganados com a promessa que ele fez de independência e
autogestão. Em Cristo, e por meio da cruz, podemos, cada um de nós, novamente ser libertos do cativeiro e das correntes do pecado, para nos oferecermos ao Senhorio de Cristo, e vivermos sob Sua direção, provisão e proteção.
Este é o evangelho, esta é a boa nova, fomos perdoados e libertos, de graça, por Cristo, para caminharmos em uma nova vida, rica, plena e abundante. 2 Co 5.17 Jesus é a Verdade, contrapondo-‐se ao enganador Satanás. E Ele nos trouxe a verdade de sua mensagem e obra, de libertação e plenitude, da vida abundante. Jo 10.10 Somos libertos das correntes Satânicas, do pecado, da culpa, e da morte, por Jesus e por sua obra na cruz, de direito e definitivamente. Mas, além disso, vamos dia a dia, através do tomar posse e experimentar seus ensinos, e no conhecimento dos direitos provenientes da cruz, sendo libertos de fato, dessas correntes com que o inimigo mentiroso e enganador, ainda tenta nos amarrar. Vindo a nos parecermos a cada dia, mais e mais, com o próprio Senhor Jesus, no processo chamado de Santificação. 2 Co 3.18
Nesta forma de enxergar o processo de libertação (ou Santificação), ele nunca tem fim, é portanto um processo contínuo.
Há então duas lições a serem destacadas desde já, primeiramente somos salvos da morte eterna, por meio do preço pago por Jesus, morrendo na cruz em nosso lugar.
Paga a dívida, nós que estávamos mortos em delitos e pecados (Ef 2.1), em Cristo
comunhão reveladora e transformadora, que irá nos conduzindo sadiamente à maturidade. Ef 4. 11-‐15 ; Cl 1.13, 26, 27 e 3.10.
Entendemos que Satanás por isso, quer manter-‐nos escravos acorrentados, não querendo primeiramente que o homem chegue a Cristo, para ser salvo, e depois quer mantê-‐lo na ignorância e paralisia espiritual, para que não tome posse, de fato, das bênçãos que estão já ao seu dispor (2 Co 4.4 e 10. 4 e 5). Seu ministério é o da mentira e do engano. Trevas, cegueira, sono e paralisia, são suas marcas e ambiente
preferidos.
Mesmo já salvos, podemos nos deixar acorrentar, oferecendo-‐nos, pelas brechas do pecado ou da ignorância. O desconhecimento da revelação de Deus, por meio de sua Palavra, nos impede de experimentar, de crescer, e de sermos transformados.
“Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” Não é o conhecimento quem nos liberta, mas Jesus, e seus ensinos e sua obra, sendo conhecidos e experimentados, transformam a nossa vida.
AS CONFISSÕES DE FÉ
As confissões de fé são historicamente importantes, na caminhada da igreja e, na vida do crente em particular. Elas agrupam e listam as doutrinas apresentadas na Bíblia.
Elas nos informam, firmam, fortalecem e convencem. Lembram-‐nos e relembram-‐nos, a respeito do que cremos, do que está ao nosso dispor, e dos recursos que podemos lançar mão. São as verdades sobre as quais podemos andar em passos de fé. Ajudam-‐
nos ainda, a perceber e rejeitar o engano e as heresias.
Devemos estar frequentemente voltando e repetindo estas confissões de fé. De maneira especial, Neil Anderson recomenda que a seguinte declaração doutrinária seja repetida diariamente, durante várias semanas, principalmente por aqueles que estiverem envolvidos na resolução de um conflito espiritual.
“Reconheço que só existe um único e verdadeiro Deus vivo (Êx 20.2 e 3 ; Dt 6.4), o Deus triúno, Pai, Filho e Espírito Santo, e que Ele é digno de toda honra, louvor e adoração como o Criador, o Sustentador, o Princípio e o Fim de todas as coisas.(Ap 4.11 ; 5.9 e 10 ; Is 43.1, 7, 21)”
Se estamos vivendo em meio a uma luta entre dois reinos, e a principal arma que o inimigo usa contra nós é o engano e a mentira, então o 1º e mais importante alicerce doutrinário, é sabermos a respeito do Deus, no reino ao qual pertencemos.
Quando o inimigo distorce a imagem e os conceitos que temos de Deus, ficamos nos sentindo fracos, sem esperança, rejeitados, e indignos.
Ele é único, ( então não podemos dividir com ninguém, e com nada, a nossa adoração e o 1º lugar em nossas vidas -‐ 1 Co 10.14 ), triúno, (existe igualmente em poder e divindade como Pai, Filho, e E.Santo) e permanece vivo eternamente. Dentre as marcas e características desse Deus, destacamos o Seu Amor incondicional, Seu Poder infinito, Sua Fidelidade e confiabilidade. É para sempre o mesmo, Ele não muda.
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Não há ninguém, nem Satanás com todas as suas potestades, que sequer se aproxime de Seu poder. Não nos deixemos enganar, estamos sempre, e para sempre, no lado vencedor!
“Reconheço que Jesus Cristo é o Messias, o Verbo que se tornou carne e habitou entre nós (Jo 1:1, 14; Fp 2.5-‐11). Creio que Ele veio para destruir as obras de Satanás (1 Jo 3.8), que Ele desarmou os principados e potestades, e publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz (Cl 2.15).”
Jesus é o Ungido de Deus, Deus Filho que encarnou e entrou em nossa história para reconquistar-‐nos para Ele. Intervenção de Deus que revela o quanto Ele se importa conosco, e nos ama, ao ponto de deixar a Glória dos céus e assumir a limitada natureza humana.
Veio com a missão de derrotar Satanás e fez isto através de uma vida sem pecado, de uma morte substitutiva, e da Sua ressurreição.
Satanás já está derrotado, desde a cruz e o túmulo vazio, e ele sabe disto. Sua missão é não nos deixar saber, ou compreender, a dimensão disso.
“Creio que Deus demonstrou seu amor por mim, porque quando eu era ainda um pecador, Cristo morreu por mim (Rm 5.8). Creio que Ele me livrou do domínio das trevas e me transferiu para o reino do seu amor, e nele eu tenho redenção e perdão de pecados.(Cl 1.13 e 14)”
O amor de Deus por mim é incondicional e quem quer que eu seja, ou tenha sido, faça ou tenha feito, por mim também Jesus morreu, e sua obra redentora me alcança.
Quando eu aceito esta obra redentora da graça de Deus, movida por Sua compaixão e misericórdia (não por meu merecimento, nem porque eu pedira, mas porque eu necessitava), então qualquer que seja meu grau de indignidade, sou lavado e perdoado. Imediatamente sou liberto do cativeiro do império das trevas e sou
espiritualmente transferido para o Reino do Filho do Seu amor. Torno-‐me um cidadão dos céus (Fp 3.20), ainda que vivendo física e historicamente, em terreno minado e manipulado pelo nosso inimigo já vencido.
As correntes são imediatamente quebradas, e o pecado não tem mais domínio sobre mim (Rm 6.6-‐14).
“Creio que agora eu sou um filho de Deus (Jo 1.12 e 1 Jo 3.1-‐3), e que estou
assentado no céu com Cristo (Ef 2.6). Creio que fui salvo pela graça de Deus mediante a fé, que foi dádiva divina, e não resultado de minhas obras ou de esforços de minha parte (Ef 2.8)”.
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Quando por meio da fé, aceito a graça salvadora manifestada em Cristo, morro com Ele na cruz, e nasço de novo em sua ressurreição, livre e perdoado, justificado (feito justo aos olhos de Deus, que me vê em Cristo – Rm 5.1 e 2). Deixo de ser apenas uma criatura de Deus, mas agora sou cidadão do Seu Reino e filho de Deus. Gl 3.26 e 28 Nasço de novo, no espírito, gerado pelo E.Santo. Semente incorruptível, santa, com DNA divino, e posso novamente chamar Deus de Pai. Gl 4.4-‐7 ; 1 Pe 1.23 ; Jo 3.3-‐6 O complemento dessa benção, que já é infinita, é que desde este momento de novo nascimento e filiação, somos herdeiros e permanecemos assentados no céu, com Cristo. Isto significa posição de honra, domínio e poder. Acesso direto ao Pai. O nosso inimigo não quer que saibamos disso, ou não entendamos seu significado.
“Eu decido que serei forte no Senhor, na força de seu poder (Ef 6.10). Nenhuma confiança deposito na carne (Fp 3.3), visto que as armas de nossa milícia não são carnais (2 Co 10.4). Visto então toda armadura de Deus (Ef 6.10-‐17) e resolvo permanecer firme e resistir ao diabo (Tg 4.7).”
O que depende de mim é confiar no Senhor e no seu poder que está ao meu dispor.
A batalha é espiritual e não carnal. Agora eu já posso “não pecar”. Satanás não me é mais invencível, e nem é mais forte do que eu. Posso resistir. Posso não entregar meu corpo e meus pensamentos à concupiscência do pecado. Posso decidir andar com Deus, no Espírito, e vestir a armadura de Deus para enfrentar esta batalha diária.
Entretanto não posso ser um inocente útil. Não tenho o direito de ignorar ou desprezar as advertências do Senhor, que fala de guerra e armaduras, vigilância e resistência, exatamente para a Igreja, e não a incrédulos.
É uma decisão minha, renovada a cada dia e a cada instante, e Deus, por Seu poder, virá em meu socorro para me ajudar e me conceder a vitória.
“Eu creio que Jesus tem toda autoridade no céu e na Terra (Mt 28.18), e que Ele é Soberano Senhor sobre todo governo e autoridade (Cl 2.10). Creio que Satanás e seus demônios estão sujeitos a mim, em Cristo, porque sou membro do corpo de Cristo (Ef 1.19-‐23). Portanto, eu obedeço à ordem de resistir ao Diabo (Tg 4.7), e ordeno-‐lhe no nome de Cristo que vá embora, que saia da minha presença”.
Ainda que, aqui e agora, de fato, eu exista, viva histórica e geograficamente na Terra, sujeito às tentações, assédios, e pecados, contudo de direito, numa obra já
consumada por Cristo na cruz, eu já estou salvo, perdoado e justificado, partícipe do Reino de Deus, cidadão dos céus (andando como peregrino e forasteiro aqui, no dizer de 1 Pe 2.11), filho e herdeiro de Deus (Gl 4.6 e 7). Espiritualmente já estou reinando com Cristo no céu, em posição de honra e poder, sobre os principados e potestades.
Fp 3. 12 e 15
Posso, por esta razão, resistir, e vencer Satanás. Por causa da minha posição em Cristo, nos céus.
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“Creio que à parte de Cristo nada posso fazer (Jo 15.5), pelo que declaro minha dependência dele. Decido habitar em Cristo, a fim de produzir muito fruto e glorificar o Senhor (Jo 15.8). Cumprir sua grande comissão, testemunhando e falando do que tem acontecido comigo (Mt 28.19 e 20). Anuncio a Satanás que Jesus é o meu Senhor (1 Co 12.3) e rejeito quaisquer dons ou obras de imitação, falsificadas por Satanás, em minha vida.”
Fomos salvos em Cristo não pelas obras que tenhamos realizado, mas o fomos para realizarmos boas obras.(Tt 3.5 e 14 ; Ef 2.8-‐10) Este é o significado do texto “ a fé sem obras é morta.” As obras não são boas por seus efeitos, mas por sua natureza e origem. Só em Cristo, por meio dele e através dele, praticamos as boas obras.
Nossa maior missão é aquela recebida nas últimas palavras de Cristo aos seus discípulos, o “ide”, evangelizar fazendo discípulos que aprendem a guardar tudo o que Jesus ensinou.
Sujeitamo-‐nos ao Senhorio de Cristo, seu comando e provisão.
“Creio que a verdade me libertará (Jo 8.32) e que caminhar na luz é a única vereda de comunhão (1 Jo 1.7). Portanto, oponho-‐me a qualquer engano de Satanás ao levar cativo todo pensamento em obediência a Cristo (2 Co 10.5). Declaro que a Bíblia é a única regra de fé e padrão de autoridade (2 Tm 3.15-‐17). Decido que falarei a
verdade em amor (Ef.4.15).”
Fomos salvos para crescer em maturidade sadia, e chegarmos ao pleno conhecimento de Cristo. Por meio de Sua Palavra, conhecemos a Cristo, seus ensinos, o que fez por nós, e o que está à nossa disposição.
Também a fé é uma vereda edificada sobre a Palavra ( Lc 5.4-‐7 ; Mt 14.28 e 29), não um inconsequente salto no escuro. Quanto mais da Palavra conhecermos, mais fé teremos.
O nosso inimigo faz de tudo para nos afastar da Palavra de Deus, nela há conhecimento e um caminho de libertação.
É uma decisão, e um compromisso nosso, voluntário, de dedicarmos tempo à leitura e meditação na Palavra de Deus, levantando-‐nos para obedecê-‐la e praticá-‐la.
“Decido apresentar meu corpo como instrumento de justiça, sacrifício vivo e santo, e renovo minha mente pela Palavra viva de Deus, a fim de poder comprovar que a vontade de Deus é boa, agradável e perfeita (Rm 6.13 e 12.1 e 2).”
Nossos corpos são templo do Espírito, e nossas mentes devem estar ocupadas com tudo de bom, tudo que agrade ao Senhor. Fp 4.8 ; 2 Co 10.5 ; 1 Co 6.15-‐20
Esta também é uma decisão nossa, que ao ser tomada, se pedida a Deus, este nos concederá toda ajuda e força para “andarmos no Espírito e não satisfazermos as concupiscências da carne”. Gl 5.16
É claro que encontraremos toda a sorte de lutas, tentações e oposição para nos demover desta decisão, mas não custa nada lembrarmos que estamos no lado bem mais forte, ao lado de Jesus, o lado vencedor.
“Peço a meu Pai celeste que me encha com seu Espírito Santo (Ef 5.18), para que me conduza a toda a verdade (Jo 16.13), e me fortaleça a vida de modo que eu possa viver acima do pecado, sem satisfazer a concupiscência da carne (Gl 5.16). Eu
crucifico a carne (Gl5.24) e decido que andarei no Espírito. Decido buscar com zelo os verdadeiros dons espirituais que glorifiquem a Deus e edifiquem o Corpo de Cristo (1 Co 12.31).”
O Espírito Santo vem habitar em nós, e vem como selo e penhor. 2 Co 1.21 e 22 ; Ef 1.13 e 14.
Ao recebermos Seu Espírito, que vem fazer morada definitivamente em nós, com Ele recebemos poder e capacitação (seus dons) para realizarmos sua obra. Os dons verdadeiros são para a glorificação do nome de Deus e edificação do Corpo de Cristo (1 Co 14.5 e 12 ; 1 Pe 4.11). Até nisso precisamos estar atentos e zelar, porque o inimigo pode também assumir a “cara de luz “ e confundir-‐nos com “belos,
maravilhosos e espetaculares” falsos dons, usando crentes nessa inconsciente, ou consciente, inocente ou proposital, farsa. 2 Co 11.14 e 15
“Renuncio a todos os meus objetivos egoístas e escolho para mim todos os objetivos últimos do amor (1 Tm 1.5). Decido que obedecerei ao maior de todos os
mandamentos: amarei ao Senhor meu Deus de todo o meu coração, alma e mente, e amarei ao meu próximo como a mim mesmo.(Mt 23.37-‐39). “
Renunciar ao pecado e decidir pela obediência, só aos salvos será possível, pois não somos mais escravos do pecado, e não há mais correntes nos prendendo.
Fomos libertos e agora é possível “não pecar”. Deus nos ajuda e fortalece por Seu Espírito, a levarmos a cabo nossas decisões.
Decidir amar, é como construir formas de concreto. Levantamos madeiras largas, pregamos umas às outras, calculamos uma estrutura de sustentação. Mas é Deus quem derrama o concreto, a princípio mole, mas que com o tempo se solidificará, e prescindirá das formas de madeira que lhe serviram de guia e molde.
Nossos atos de simpatia, ajuda, compaixão, num plano conjunto de amor às pessoas, logo serão atos de verdadeiro amor, o qual provém de Deus. Aja pelo amor, para amar, e o amor verdadeiro e concreto, logo se manifestará.
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Não há dúvidas de quão bela e forte é esta declaração doutrinária, que repetida e memorizada, nos há de fortalecer enormemente, tornando-‐nos muito mais resistentes aos ataques e sopros de mentiras e enganos de nosso inimigo. Pessoalmente sugeriria esta memorização e repetição a todos os crentes, independentemente de estarem ou não em lutas ou crises espirituais.
INVENTÁRIO DE NOSSAS BENÇÃOS EM CRISTO
Por meio da cruz, tenho meus pecados perdoados, estou liberto da escravidão do pecado, não tenho mais dívida nem culpa. Rm 6.6, 11, 12 e 14 ; Ef 1.7 ; Rm 8.1 ; Cl 1.13 e 14
Passei da morte para a vida. Ef 2.1
A cruz também me justificou. Posso ter paz. Deus já me vê santo. Rm 5.1 ; Ef 4.24 ; 2 Co 5.21
Morri com Cristo na cruz, e ressuscitei com Ele, nascendo de novo como uma nova criatura, onde tudo se fez novo. Rm 6.4-‐6 ; 2 Co 5.17 ; Cl 2.12 e 13
Sou não mais apenas uma criatura, mas agora sou filho de Deus. Jo 1.12 ; Rm 8.14-‐16 ; Gl 3.26 ; 4.6
Como filho, tenho acesso direto ao Pai, e partilho de Sua herança. Rm 8.17 ; Gl 4.6 e 7 ; Ef 2.18 e 19 ; Hb 4.16
Estou assentado nos céus, em Cristo, em posição de honra e domínio. Ef 2.6 ; Cl 3.1-‐3 ; 1 Co 6.17
Posso e devo resistir ao diabo, ele foge em retirada. Tg 4.7 ; 1 Pe 5.8 e 9 ; 1 Jo 3.8 ; Cl 2.15
O Espírito Santo veio morar definitivamente em mim. 1 Co 3.16 e 6.19
Recebi o Espírito Santo, como um selo e penhor, Ele me concede dons. Ef 1.13 e 14 ; 2 Co 1.21 ; 1 Co 12.4-‐11
Porque fui reconciliado com Deus, tornei-‐me ministro da reconciliação. 2 Co 5.18 e 19 ; Mt 28.18-‐20
Deus também espera de mim, que eu seja luz, sal, e pratique as boas obras. Mt 5.13 e 14 ; Ef 2.10 ; Jo 15.8 e 16 ; Tt 3.5 e 14
Saudavelmente, até a Sua volta, que eu não pare de crescer, amadurecer, e de buscar a santificação. 1 Co 2.12 ; Ef 4.11-‐15 ; Hb 5.13 e 14 ; 2 Co 3.18 ; 1 Tm 2.4 ; Gl 5.25 ; Cl 1.26, 27 e 3.10
Ao final de tudo, ressuscitarei com Cristo e serei como Ele. 1 Jo 3.1 e 2 ; Rm 8.11 ; 1 Co 15.20-‐23