AVALIAÇÃO DO PERFIL LIPÍDICO EM PACIENTES ATENDIDOS EM UM LABORATÓRIO PARTICULAR EM JACUTINGA - MG

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136 AVALIAÇÃO DO PERFIL LIPÍDICO EM PACIENTES ATENDIDOS EM UM

LABORATÓRIO PARTICULAR EM JACUTINGA - MG

LIPID PROFILE EVALUATION ON PATIENTS ATTEND ON A PRIVATE LAB IN JACUTINGA - MG

Thais de Cassia Silviéri1; Daniela Peixoto Ferro do Prado2; Inês Juliana

Martorano Giardini2; Gleidson Juliacci Patto2; Thaís Louise Soares2

1- Graduanda do curso de Bacharelado em Biomedicina do Centro Regional Universitário de Espírito Santo do Pinhal (UNIPINHAL/SP); 2- Docentes do Centro Regional Universitário de Espírito Santo do Pinhal (UNIPINHAL/SP).

Contato: thaisls@yahoo.com RESUMO

Existem vários fatores de risco que podem estar associados e levar ao desenvolvimento de doença coronariana, onde a maior parte da associação desses fatores de risco seria mediada pelo colesterol total (CT) e pela lipoproteína de baixa densidade (Low Density Lipoprotein – LDL). Esse estudo teve como objetivo analisar o perfil lipídico na população atendida por um laboratório particular na cidade de Jacutinga – MG. Estudo transversal, descritivo, com coleta de dados, de pacientes que realizaram exames do perfil lipídico no ano de 2017. As variáveis analisadas nesse estudo foram: Gênero, Idade, Plano de saúde, cidade e exame. Foi encontrado um total de 1.597 pacientes, cada paciente que realizou o perfil lipídico efetuou mais de um exame, do qual se obteve um total de 6.355 exames. Ao verificar o resultado de todos os exames realizados, observou-se que no colesterol total (CT) houve um maior número de resultados dentro do valor de referência considerado como desejável; já no HDL (2 a 19 anos) maioria entre os desejáveis; no LDL na faixa etária de 2 a 19 anos 1044 resultados de 1447 estão dentro do valor de referência desejável para essa faixa etária; nos níveis de triglicérides (TG) maioria também entre os desejáveis, em todas as faixas etárias. Pode-se concluir que houve maior solicitação de exames por pacientes maiores de 60 anos, mulheres e exames com pedidos particulares e a análise de Colesterol total se destacou com maior número de exames alterados.

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137 ABSTRACT

There are several risk factors that could be associated and lead to development of coronary disease, where the great part of this risk factors association would be mediated by total cholesterol (CT) and to low density lipoprotein (LDL). This article aims to analyze lipid profile of a population attend on a private lab in the city of Jacutinga – MG. Cross-sectional study, descriptive, with data collection, for patients that realized the lipid profile exams in the 2017. The variables analyzed on this study were: gender, age, health plan, city and exam. It was found 1597 patients, however each patient who performed the lipid profile performed more than one exam, totalizing 6355 exams. Analyzing all the exams realized, it was observed that on total cholesterol (CT) there were the most part of the results within the reference value considered desirable; on the HDL (2 to 19 years) the great part desirable; on the LDL considering 2 until 19 year old 1044 results of 1447 are within the reference value to this age range; on the triglycerides (TG) the most part are desirable too, considering all the age ranges. It can be concluded that biggest part of exams solicitation were by patients older than 60 years, women and private exams and the total cholesterol analysis stood out with the highest number of altered exams.

Keywords: Dyslipidemias. Lipid profile. Cardiovascular diseases.

INTRODUÇÃO

O perfil lipídico é avaliado laboratorialmente através de determinações séricas do colesterol total (CT), Triglicérides (TG), lipoproteína de alta densidade (HDL), Lipoproteína de muito baixa densidade (VLDL) e cálculo da Lipoproteína de baixa densidade (LDL) utilizando-se a fórmula de Friedewald: [LDL] = (CT - HDL) - (TG/5). Resultados anormais do perfil lipídico inicial ou discordantes na sequência de acompanhamento clínico recomenda-se a repetição da determinação dentro de 8 a 15 dias, tendo-se o cuidado de manter os mesmos hábitos de vida (SCARTEZINI et al, 2017).

A dislipidemia resulta em alteração do perfil lipídico, que é caracterizada pelos baixos níveis plasmáticos de lipoproteína de alta densidade (HDL) e altos níveis de colesterol total, triglicerídeos e lipoproteína de baixa densidade (LDL), e está entre os principais fatores de risco para o desenvolvimento das doenças cardiovasculares (DCV), as quais correspondem a 24,9% das causas de óbito no Brasil e são as principais causas de morte entre os adultos no mundo inteiro (GUEDES et al 2016).

As dislipidemias apresentam manifestações clínicas diversas, e alguns fatores de riscos já foram elucidados no que se refere à variação do perfil lipídico, dos quais, pode-se citar mudanças no estilo de vida, aumento do sedentarismo e ingestão excessiva de carboidratos e gorduras, com consequente sobrepeso e

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138 obesidade e hipertensão arterial sistêmica (HAS) (NASCÍMENTO; GOMES;

SARDÍNHA, 2011).

A hipertensão arterial assume um quadro preocupante na saúde pública, apresentando na população elevados índices de casos, entre 15 e 20% em adultos e mais de 50% nos idosos (ZAITUNE et al, 2006).

Cerca de um quarto da população está com os valores da pressão sanguínea sistólica e diastólica acima do limite que a Organização Mundial da Saúde tem como norma para hipertensos, sendo 160mmHg o valor da pressão sanguínea sistólica, e 95mmHg para a pressão sanguínea diastólica. Indivíduos hipertensos apresentam perfil lipídico alterado comparado a indivíduos normotensos, o que contribui para a evolução de patologias ateroscleróticas (SOUSA et al, 2004).

Estudos comprovam que a detecção precoce das elevações dos níveis séricos do colesterol e suas frações, trazem benefícios, pois o tratamento destas disfunções pode ser iniciado com mudanças individualizadas no estilo de vida, que compreendem hábitos alimentares saudáveis, busca e manutenção do peso ideal, exercício físico aeróbico regular, combate ao tabagismo e promoção do equilíbrio emocional, podendo dessa forma reduzir as taxas de mortalidade por DCV (DURO et al, 2008). O objetivo deste trabalho foi analisar o perfil lipídico na população atendida por um laboratório particular na cidade de Jacutinga – MG.

MATERIAL E MÉTODOS

Estudo descritivo, retrospectivo de corte transversal com coleta de dados de Pacientes/clientes que realizaram exames de perfil lipídico durante os meses de Janeiro a Dezembro de 2017 na cidade de Jacutinga-MG. O trabalho foi aprovado pelo comitê de ética da Faculdade Max Planck em Maio de 2018 com Número do Parecer: 2.656.588.

Foram coletados os dados dos pacientes por meio de consulta ao banco de dados, sem identificá-los, e foi realizado o levantamento de todas as análises de perfil lipídico neste período do arquivo do Laboratório com autorização da Biomédica Responsável Técnica. O laboratório atende exames particulares, convênios e SUS (SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE). As variáveis do estudo foram definidas segundo: Idade, Gênero, Cidade e Plano de Saúde.

Os resultados dos exames do banco de dados do Perfil Lipídico foram coletados e determinados através das dosagens de Colesterol total (CT), colesterol de lipoproteína de baixa densidade (LDL), colesterol de lipoproteína de alta densidade (HDL), colesterol de lipoproteína de muito baixa densidade (VLDL), e triglicerídeos (TG). Como critérios de exclusão foram observados: Resultados de outros tipos de exames de sangue e de outros meses/anos.

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139 As análises foram tabuladas e confeccionados gráficos no software

Excel®.

RESULTADOS

Perfil Geral dos Pacientes

Foram analisados um total de 1.597 pacientes, cada paciente que realizou o perfil lipídico efetuou mais de um exame, no qual se obteve um total de 6.355 exames.

No que se refere a faixa etária, a predominante em solicitação de exames (tabela 1) ficou entre os maiores de 60 anos, com 451 pacientes, representando 28,2%, seguido em ordem decrescente pela faixa etária dos 50 a 59 anos, com 313 pacientes (19,6%), dos 30 a 39 anos, com 281 pacientes (17,6%), dos 40 a 49 anos com 252 pacientes (15,8%), dos 20 a 29 anos com 168 pacientes (10,5%), e por último a faixa etária dos menores de 19 anos, com 132 pacientes, representando 8,3% do total.

Ao analisar o gênero dos pacientes, o presente estudo demonstra que 991 pacientes (62%) eram do sexo feminino e 606 (38%) eram do sexo masculino.

Tabela 1. Perfil dos pacientes analisados em Jacutinga – MG.

Quantidade (n) Porcentagem (%) Faixa Etária < de 19 anos 132 8,3%

20 a 29 anos 168 10,5% 30 a 39 anos 281 17,6% 40 a 49 anos 252 15,8% 50 a 59 anos 313 19,6% > de 60 anos 451 28,2% Sexo Feminino 991 62,0% Masculino 606 38,0% Cidade Jacutinga 1325 83,0% Albertina 272 17,0%

Plano de Saúde Particular 810 50,7%

Convenio 538 33,7%

SUS 249 15,6%

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140 A tabela demonstra também que 1.325 pacientes (83%) eram residentes

da cidade de Jacutinga, e os outros 272 (17%), residiam em Albertina. No presente estudo avaliou-se ainda, se os pacientes participantes do estudo possuíam ou não algum plano de saúde, sendo observado que 810 pacientes (50,7%) fizeram os exames particular, 538 (33,7%) tinha algum convênio, e os outros 249 (15,6%) realizaram os exames através do SUS (Sistema Único de Saúde).

Resultados das Análises Laboratoriais

Os exames realizados de perfil lipídico são separados na sua classificação dos valores de referência em crianças e adolescentes (de 2 a 19 anos) e adultos (maiores de 20 anos), por isso os resultados apresentados abaixo estão divididos desta maneira.

Ao verificar o resultado de todos os exames realizados (Figura 1), observou-se que no colesterol total (CT) houve um maior número de resultados dentro do valor de referência considerado como desejáveis, tanto na faixa etária de 2 a 19 anos (64/132), quanto na faixa etária acima de 20 anos (964/1464), já no HDL observa-se que de 2 a 19 anos o maior número de resultados ficaram entre os desejáveis (92/132), enquanto os maiores de 20 anos a maioria ficaram dentro do valor de referência indicado como limítrofe (766/1464); no LDL observa-se que na faixa etária de 2 a 19 anos (91/131) foram deobserva-sejáveis, e os maiores de 20 anos o maior número de resultados (633/1447) foram ótimos, e 411 ficaram ainda entre os desejáveis, dessa forma 1044 resultados de 1447 estão dentro do valor de referência desejáveis para essa faixa etária; no triglicérides (TG) o maior número de resultados ficou também entre os desejáveis, tanto na faixa etária de 2 a 19 anos (95/131), quanto na faixa etária de maiores de 20 anos (1031/1454). Dessa forma, observa-se então que na faixa etária de 2 a 19 anos, a maior parte dos resultados ficaram dentro dos valores de referência, indicados como desejáveis, e os maiores de 20 anos, exceto o HDL, cujo maior resultado obtido ficou dentro do valor de referência indicado como limítrofe, os outros exames, obtiveram o maior número de resultados dentro do valor de referência indicado como desejáveis também.

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141 Figura 1. Exames de perfil lipídico realizados em pacientes em Laboratório Particular

em Jacutinga de janeiro a dezembro de 2017.

Fonte: elaborado pelos autores.

Em uma análise feita somente com resultados alterados (abaixo ou acima do valor de referência) (Gráfico 02), observa-se que na faixa etária de 2 a 19 anos, do total de exames alterados (100), o HDL apresentou o maior número de alterações (40,0%), seguido pelo Colesterol Total (35,0%), os Triglicérides (13,0%) e por último o LDL (12,0%).

Na faixa etária de maiores de 20 anos, do total de 823 resultados alterados, observa-se que o HDL também foi o exame que mais apresentou alterações (36,0%), seguido pelo exame de Triglicérides (23,9%), Colesterol Total (20,8%) e LDL (19,3%). Sendo assim, o HDL foi o exame que mais apresentou alterações (valores abaixo do valor de referência), tanto na faixa etária de 2 a 19 anos, quanto nos maiores de 20 anos.

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142 Figura 2. Porcentagem de exames alterados comparando as faixas etárias.

Fonte: elaborado pelos autores.

Comparando os meses com resultados de exames elevados de Colesterol Total, de acordo com a Figura 3, observou-se que de um total de 206 exames elevados de Colesterol Total, o mês de junho se destaca com o maior número de elevações na faixa etária de 2 a 19 anos (2,4%) e o mês de Janeiro se destaca com o maior número de resultados elevados na faixa etária de maiores de 20 anos (10,2%).

Comparando os meses com exames abaixo do valor de referência de HDL, de acordo com a Figura 4, obteve-se um total de 336 exames baixos de HDL, o mês de maio destaca-se com o maior número de resulatdos abaixo do valor de referência na faixa etária de 2 a 19 anos (2,1%), e o mês de agosto destaca-se com o maior número de resulatdos abaixo do valor de referência na faixa etária de maiores de 20 anos (11,9%).

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143 Figura 3. Exames elevados de Colesterol Total durante os meses de 2017 na cidade de

Jacutinga-MG.

Fonte: elaborado pelos autores.

Figura 4. Exames abaixo do valor de referência de HDL durante os meses de 2017 na cidade de Jacutinga –MG.

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Fonte: elaborado pelos autores.

Comparando os meses com resultados elevados de LDL, (Figura 5), pode-se obpode-servar que de um total de 171 exames elevados de LDL, o mês de junho destaca-se com o maior número de elevações na faixa etária de 2 a 19 anos (2,3%), e o mês de janeiro destaca-se com o maior número de elevações na faixa etária de maiores de 20 anos (10,5%).

Figura 5. Exames elevados de LDL durante os meses de 2017 na cidade de Jacutinga- MG.

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145 Visualizando a Figura 6 comparou-se os meses com os exames elevados

de Triglicérides, no qual de um total de 210 exames elevados de Triglicérides, o mês de março destaca-se com o maior número de elevações na faixa etária de 2 a 19 anos (1,9%), e na faixa etária de maiores de 20 anos, destaca-se o mês de agosto e dezembro, ambos com o mesmo número de elevações (10,5%).

Figura 6. Exames elevados de Triglicérides durante os meses de 2017 na cidade de Jacutinga- MG.

Fonte: elaborado pelos autores.

Na Figura 7, notou-se que de um total de 517 exames de VLDL elevados, neste gráfico os valores de referência não são por idade e sim por sexo. O mês de setembro se destaca com o maior número de elevações (6,5%) referente aos homens, enquanto as mulheres tiveram um maior número de elevações no mês de agosto (4,6%). Dessa forma evidencia-se os meses de agosto e setembro com as maiores elevações.

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146 Ainda verifica-se que os homens apresentaram um maior percentual de

elevações em relação ao VLDL (56,2%), enquanto as mulheres apresentaram um percentual de 43,8% de resultados elevados.

Figura 7. Exames elevados de VLDL em homens e mulheres durante os meses de 2017 na cidade de Jacutinga- MG.

Fonte: elaborado pelos autores.

Relação idade, sexo e alteração perfil lipídico

Comparou-se a faixa etária, o sexo e os valores do perfil lipídico. Para auxiliar melhor na visualização das faixas etárias, nos gráficos a seguir, foram divididos com mais divisões de faixa etária, para poder identificar se um jovem na faixa etária de 20 anos tem menos exames alterados do que um idoso com mais de 60 anos. A quantidade de exames na faixa etária de mais de 60 anos foi maior de todas as faixas etárias.

Inicialmente o exame de colesterol total (Figura 8) demonstrou que mulheres maiores de 60 anos obtiveram um maior número de exames elevados em relação às outras faixas etárias e aos homens (39 mulheres). Os homens foram encontrados resultados elevados em maior quantidade na faixa etária de 50 a 59 anos (17).

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147 Figura 8. Comparação faixa etária, sexo e Colesterol Total.

Fonte: elaborado pelos autores.

Para auxiliar no entendimento e comparar as porcentagens dos resultados de acordo com a quantidade de exames analisados, a tabela 2 demonstra os números citados na Figura 8, juntamente com as porcentagens. Ao fazer essa relação demonstra-se a faixa etária com maior porcentagem de exames alterados menores de 19 anos, que dentre os resultados obtidos nessa faixa etária foi

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148 encontrado 14,4% e 12,1% de mulheres e homens com exames elevados,

respectivamente.

Tabela 2. Comparação porcentagem e quantidade de resultados de Colesterol total em relação faixa etária e sexo.

Faixa Etária Sexo Desejáveis Limítrofe Elevados

< 19 anos Feminino Quantidade (n) 35 16 19

Porcentagem (%) 26,5% 12,1% 14,4%

Masculino Quantidade (n) 29 17 16

Porcentagem (%) 22% 12,9% 12,1%

20 a 29 anos Feminino Quantidade (n) 93 17 7

Porcentagem (%) 55,3% 10,1% 4,2%

Masculino Quantidade (n) 44 7 0

Porcentagem (%) 26,2% 4,2% 0%

30 a 39 anos Feminino Quantidade (n) 129 40 12

Porcentagem (%) 46% 14,2% 4,3%

Masculino Quantidade (n) 61 24 15

Porcentagem (%) 21,7% 8,5% 5,3%

40 a 49 anos Feminino Quantidade (n) 86 41 15

Porcentagem (%) 34,1% 16,2% 6%

Masculino Quantidade (n) 71 24 15

Porcentagem (%) 28,2% 9,5% 6%

50 a 59 anos Feminino Quantidade (n) 103 58 37

Porcentagem (%) 32,9% 18,5% 11,8%

Masculino Quantidade (n) 71 27 17

Porcentagem (%) 22,7% 8,6% 5,4%

Mais de 60 anos Feminino Quantidade (n) 173 71 39

Porcentagem (%) 38,4% 15,7% 8,6%

Masculino Quantidade (n) 133 21 14

Porcentagem (%) 29,5% 4,7% 3,1%

Fonte: elaborado pelos autores.

Os exames de HDL são classificados como alterados os resultados abaixo dos valores de referência, destacando a faixa etária de maiores de 60 anos 56 mulheres e 62 homens (Figura 9).

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149 Figura 9. Comparação faixa etária, sexo e resultados de HDL.

Fonte: elaborado pelos autores.

As porcentagens dos resultados de acordo com a quantidade de exames analisados na Tabela 3 auxilia os números citados na Figura 9 juntamente com as porcentagens. Homens de 40 a 49 anos com 16,7% de HDL baixo e mulheres com menos de 19 anos com 15,2%.

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150 Tabela 3. Comparação porcentagem e quantidade de resultados de HDL em relação

faixa etária e sexo.

Faixa Etária Sexo Baixo Limítrofe Desejável

< 19 anos Feminino Quantidade (n) 20 0 50

Porcentagem (%) 15,2% 0,0% 37,9%

Masculino Quantidade (n) 20 0 42

Porcentagem (%) 15,2% 0,0% 31,8%

20 a 29 anos Feminino Quantidade (n) 8 59 50

Porcentagem (%) 4,8% 35,1% 29,8%

Masculino Quantidade (n) 20 24 7

Porcentagem (%) 11,9% 14,3% 4,2%

30 a 39 anos Feminino Quantidade (n) 20 92 69

Porcentagem (%) 7,1% 32,7% 24,6%

Masculino Quantidade (n) 33 52 15

Porcentagem (%) 11,7% 18,5% 5,3%

40 a 49 anos Feminino Quantidade (n) 17 63 62

Porcentagem (%) 6,7% 25,0% 24,6%

Masculino Quantidade (n) 42 56 12

Porcentagem (%) 16,7% 22,2% 4,8%

50 a 59 anos Feminino Quantidade (n) 37 99 62

Porcentagem (%) 11,9% 31,7% 19,9%

Masculino Quantidade (n) 37 57 20

Porcentagem (%) 11,9% 18,3% 6,4%

Mais de 60 anos Feminino Quantidade (n) 56 147 80

Porcentagem (%) 12,4% 32,6% 17,7%

Masculino Quantidade (n) 62 81 25

Porcentagem (%) 13,7% 18,0% 5,5%

Fonte: elaborado pelos autores.

Na faixa etária de 50 a 59 anos, destacaram-se as mulheres com exames altos e muito altos de LDL (n=34) e os homens a faixa etária de 40 a 49 anos, 20 homens com exames altos e muito alto (Figura 10).

De acordo com a quantidade de exames analisados de LDL comparando com as porcentagens, na tabela 4 visualizam-se os números citados no Gráfico 10 juntamente com as porcentagens. Podendo destacar a faixa etária de 40 a 49 anos para os homens com alteração de 8% e as mulheres a faixa etária de 50 a 59 anos com 11,1%.

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151 Figura 3. Comparação faixa etária, sexo e resultados de exames de LDL.

Fonte: elaborado pelos autores.

Na análise de Triglicérides pode-se observar que 55 mulheres obtiveram exames elevados na faixa etária de maiores de 60 anos e os homens na faixa etária de 50 a 59 anos com 22 homens (Figura 11).

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152 Tabela 4. Comparação porcentagem e quantidade de resultados de LDL em relação

faixa etária e sexo. Faixa

Etária

Sexo

Ótimo Desejáveis Limítrofe Alto

Muito alto < 19 anos Feminino Quantidade (n) 0 48 14 8 0 Porcentagem (%) 0% 36,6% 10,7% 6,1% 0% Masculino Quantidade (n) 0 43 14 4 0 Porcentagem (%) 0% 32,8% 10,7% 3,1% 0% 20 a 29 anos Feminino Quantidade (n) 66 34 12 5 0 Porcentagem (%) 39,3% 20,2% 7,1% 3,0% 0,0% Masculino Quantidade (n) 28 16 4 2 1 Porcentagem (%) 16,7% 9,5% 2,4% 1,2% 0,6% 30 a 39 anos Feminino Quantidade (n) 90 53 30 6 1 Porcentagem (%) 32,3% 19,0% 10,8% 2,2% 0,4% Masculino Quantidade (n) 33 29 24 7 6 Porcentagem (%) 11,8% 10,4% 8,6% 2,5% 2,2% 40 a 49 anos Feminino Quantidade (n) 59 43 25 9 4 Porcentagem (%) 23,7% 17,3% 10,0% 3,6% 1,6% Masculino Quantidade (n) 42 31 16 13 7 Porcentagem (%) 16,9% 12,4% 6,4% 5,2% 2,8% 50 a 59 anos Feminino Quantidade (n) 60 58 43 19 15 Porcentagem (%) 19,5% 18,8% 14,0% 6,2% 4,9% Masculino Quantidade (n) 49 29 18 11 6 Porcentagem (%) 15,9% 9,4% 5,8% 3,6% 1,9% Mais de 60 anos Feminino Quantidade (n) 112 83 50 28 5 Porcentagem (%) 25,3% 18,7% 11,3% 6,3% 1,1% Masculino Quantidade (n) 94 35 22 8 6 Porcentagem (%) 21,2% 7,9% 5,0% 1,8% 1,4% Fonte: elaborado pelos autores.

Na tabela 5 mostram-se os números citados na Figura 11 comparando com as porcentagens encontradas em cada faixa etária. As mulheres se evidenciam nesta análise com 12,3% dos exames alterados na faixa etária de mais de 60 anos e os homens com 8,4% entre 40 a 49 anos.

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153 Figura 11. Comparação faixa etária, sexo e resultados de exames de Triglicérides.

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154 Tabela 5. Comparação porcentagem e quantidade de resultados de Triglicérides em

relação faixa etária e sexo

Faixa Etária Sexo Desejáveis Limítrofe Elevado Muito alto

< 19 anos Feminino Quantidade (n) 50 10 9 0

Porcentagem (%) 38,2% 7,6% 6,9% 0,0%

Masculino Quantidade (n) 45 13 4 0

Porcentagem (%) 34,4% 9,9% 3,1% 0,0%

20 a 29 anos Feminino Quantidade (n) 95 15 7 0

Porcentagem (%) 56,5% 8,9% 4,2% 0,0%

Masculino Quantidade (n) 45 3 3 0

Porcentagem (%) 26,8% 1,8% 1,8% 0,0%

30 a 39 anos Feminino Quantidade (n) 154 16 8 1

Porcentagem (%) 55,6% 5,8% 2,9% 0,4%

Masculino Quantidade (n) 69 18 11 0

Porcentagem (%) 24,9% 6,5% 4,0% 0,0%

40 a 49 anos Feminino Quantidade (n) 113 15 13 1

Porcentagem (%) 45,0% 6,0% 5,2% 0,4%

Masculino Quantidade (n) 66 22 21 0

Porcentagem (%) 26,3% 8,8% 8,4% 0,0%

50 a 59 anos Feminino Quantidade (n) 133 30 32 2

Porcentagem (%) 42,8% 9,6% 10,3% 0,6% Masculino Quantidade (n) 72 20 22 0 Porcentagem (%) 23,2% 6,4% 7,1% 0,0% Mais de 60 anos Feminino Quantidade (n) 170 55 55 0 Porcentagem (%) 38,0% 12,3% 12,3% 0,0% Masculino Quantidade (n) 114 33 20 0 Porcentagem (%) 25,5% 7,4% 4,5% 0,0% Fonte: elaborado pelos autores.

DISCUSSÃO

Pode-se perceber neste estudo um aumento no pedido de exames após os 50 anos de idade e que as mulheres fazem mais exames de perfil lipídico do que os homens, podendo ser pelo fato das mulheres disporem de maiores cuidados com a própria saúde, procurando atendimento médico com maior frequência do que os homens, assim como foi observado por Bertoldi et al. (2004).

De início é interessante destacar o estudo transversal retrospectivo qualitativo realizado por Ribeiro; Cademartori; Rocha (2016) que avaliaram os

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155 exames laboratoriais de 944 indivíduos, sendo 551 (58,4%) do sexo feminino; e

em uma pesquisa de dados, realizada por Souza, et al. (2016) avaliaram-se os exames laboratoriais de 158 pacientes, 64,6% do sexo feminino. Portanto, comparando com o presente estudo, observa-se uma coerência na prevalência do sexo feminino em exames de perfil lipídico.

Em um estudo por Gonçalves, et al (2012), foram analisados um total de 43 indivíduos, com faixa etária de 18 a 63 anos, onde a faixa etária de mais de 69% dos indivíduos concentrou entre 20 a 40 anos, diferente do presente estudo, que foram analisados um total de 1597 indivíduos, com faixa etária de 0 a 91 anos, e teve uma prevalência na faixa etária entre os maiores de 60 anos representando 28,2% (451/1597 indivíduos).

Ao se analisar os meses de cada amostra, houve a intenção de verificar se as festas geralmente de fim de ano e a alimentação das férias (janeiro e Julho) poderiam influenciar na quantidade de exames alterados, já que a alimentação pode ficar mais liberada neste período. Visualizou-se que para menores de 19 anos não obteve relação com esse período e a alteração, encontrando em junho, maio, junho, março e setembro maiores porcentagens de alteração em CT, HDL, LDL, TG e VLDL, respectivamente.

Já na porcentagem de alterados para maiores de 20 anos, evidenciou janeiro para Colesterol Total e LDL, dezembro e agosto para Triglicérides e agosto para baixa de HDL. Enfatizando que como não houve a aplicação dos questionários para verificar a relação com a alimentação, mas suspeita-se que essas alterações podem ser devido a alimentação mais desregrada neste período. Franca; Alves (2006), realizaram um estudo com o objetivo de descrever o perfil lipídico e estimar a prevalência de dislipidemia e sobrepeso em crianças e adolescentes entre 5 a 15 anos; um total de 414 crianças saudáveis passaram por consultas de rotina em um hospital pediátrico de Recife (Pernambuco), onde mais de 70% de todos os participantes do estudo apresentaram um perfil lipídico aceitável, coincidindo assim com o resultado do presente estudo, em relação aos participantes com menos de 19 anos.

Em outro levantamento realizado por Siqueira et al. (2008), foram avaliados 1330 participantes acima de 30 anos, e estes apresentaram baixa incidência para a hipercolesterolemia com 24,2% de casos, assim como no presente estudo que apresentou 12,9% de casos. Ainda no estudo destes autores os participantes apresentaram 31,2% de HDL baixo, e a hipertrigliceridemia teve uma incidência de 66,0%, diferente do presente estudo, que tem uma incidência maior de HDL baixo com 23,3% de casos, sendo 158 mulheres (9,9%) e 214 homens (13,4%), e a hipertrigliceridemia com 13,2% de casos, com 128 mulheres (8,1%), e 81 homens (5,1%).

Cabe citar o trabalho de Souza et al. (2016) com pacientes da rede pública, com faixa etária de 60 a 79 anos, no período de 2013, foi observado que 52,5%

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156 dos pacientes apresentaram colesterol total desejável, e o valor alto, 16,5%. No

LDL foram considerados ótimo 26,2% do total de pacientes, e no LDL alto observaram-se 15,4%. O TG obteve como desejável 47,5% e alto 33,5%, coincidindo dessa forma com o presente estudo onde os pacientes participantes acima de 60 anos, obtiveram o maior percentual de resultados dentro dos níveis desejáveis. Já o HDL desejável teve um total de 1,3% e o HDL baixo obteve um total de 61,4% no estudo analisado, diferente do presente estudo que apesar do HDL ter sido o exame que mais apresentou alteração dentro da faixa etária, ainda apresentou maior percentual entre os desejáveis.

Ao referir-se a tal assunto Ribeiro; Cademartori; Rocha (2016), realizaram uma pesquisa na cidade de Livramento, no Rio Grande do Sul, no qual observou-se um percentual mais elevado de hipercolesterolemia, hipertrigliceridemia isolada, hiperlipidemia mista e HDL baixo na faixa etária a partir de 40 anos de idade, enquanto no presente estudo, observou-se um percentual mais elevado na faixa etária de menores de 19 anos para a hipercolesterolemia e HDL baixo, no entanto no LDL e na hipertrigliceridemia isolada, o presente estudo também apresentou um percentual elevado na faixa etária acima dos 40 anos, principalmente entre os que tinham entre 40 e 49 anos, que apresentaram um maior percentual de elevação em 3 exames do perfil lipídico.

No presente estudo a análise do perfil lipídico relacionado ao VLDL, comparado entre homens e mulheres, os resultados foram mais satisfatórios em mulheres, pois em sua maioria estavam dentro do desejável, diferente do estudo realizado por Gonçalves et al (2012), no qual os homens apresentaram um percentual mais elevado que as mulheres em relação aos resultados desejáveis. Maiores de 60 anos tiveram um maior número de exames de perfil lipídico, podendo ser por isso que foi encontrado maiores quantidades de exames alterados. Ao avaliar as porcentagens somente de cada faixa etária, visualizou-se que a porcentagem da relação entre exames alterados em cada faixa etária demonstrou que a faixa etária de menores de 19 anos obtiver resultados elevados em colesterol total em homens e mulheres. No entanto, ao avaliar as porcentagens da relação entre exames desejáveis de cada faixa etária, visualizou-se que a faixa etária de menores de 19 anos, também obtiveram resultados desejáveis de HDL em homens e mulheres, podendo ser um fator para o colesterol total apresentar mais elevações.

Em um estudo realizado por Fornés et al. (2002), demonstraram sobre o consumo alimentar e níveis lipêmicos, que a quantidade de gorduras saturadas ingeridas junto à dieta, atuam no aumento dos níveis de colesterol total e LDL, contribuindo com o surgimento da aterosclerose. No entanto, no presente estudo, não foi possível verificar o consumo alimentar dos pacientes, assim como o estilo de vida, já que foi realizada apenas a coleta dos resultados.

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157 CONCLUSÃO

Pode-se concluir que no total de exames foram encontrados mais pedidos de pacientes com faixa etária maior de 60 anos, mulheres e exames com pedidos particulares.

A análise de Colesterol total se destacou com maior número de exames alterados. Em relação aos meses em menores de 19 anos obteve-se maiores porcentagens de alterados nos meses de junho, maio, junho, março e setembro em exames de CT, HDL, LDL, TG e VLDL, respectivamente. Em maiores de 20 anos os meses de janeiro, agosto, janeiro, dezembro e agosto para os exames de CT, HDL, LDL e TG.

Ao analisar a faixa etária pode-se concluir que CT foi encontrado mais alterado em homens e mulheres com menos de 19 anos, o HDL em homens com 40 a 49 anos e mulheres com menos de 19 anos, LDL em homens entre 40 a 49 anos e mulheres entre 50 a 59 anos e por último TG com mulheres com mais de 60 anos e homens entre 40 a 49 anos.

Podendo visualizar a faixa etária de 40 a 49 anos sendo indicada com maior porcentagem de alterados em 3 exames de perfil lipídico.

REFERÊNCIAS

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