O
\u00daLTIMO \u00caXODO
Mauro Fonseca
Final dos Tempos
*Terceiro Mil\u00eanio
1\u00aa. edi\u00e7\u00e3o
1
998
Editado pela SOCIEDADE EDIT RA ESP\u00cd ITA F. V.
O
R
LORENZ
C.G.C. 42.515.452/0001-56
Caixa Postal 3133-20001-970 - Rio de Janeiro (RJ)
Brasil
O \u00daLTIMO \u00caXODO
Um colet\u00e2nea de registros existentes na B\u00edblia e tam \u00e9m em livros esp\u00edritasa b a transi\u00e7\u00e3o do segundo para o terceiro m l\u00e9nio da passagem de Jesus na face da Terra.i \u00c9 assim este livro, O \u00daLTIMO \u00caXODO, que a Sociedade Editora Esp\u00edrita F. V. Loren tem a honra de editar. Trata-se de um docum nt\u00e1rio, resultante de pesquisas realizadase
cuidadosam nte pelo autor M.Fonseca. \u00c9 um livro de m nsagem vigorosa e oportuna.e e Mas de m nsagem fraterna, com tem salientado o autor, acerca da im ort\u00e2ncia de ume o p
reencar-na\u00e7\u00e3o para a nossa evolu\u00e7\u00e3o espiritual. Sem fazer especula\u00e7\u00f form lar hip\u00f3teses, M.Fonseca alinha t\u00e3o som nte os registros do que disseram osu e
profetas Isa\u00edas, D niel, Zacarias e outros; o que disse o pr\u00f3prio Mestre Jesus; o quea depois disseram os Mensageiros da Espiritualidade, atrav\u00e9s da m diunidade dee
Francisco C\u00e2ndido Xavier, Divaldo Pereira Franco, Y onne A Pereira e tam \u00e9mv . b
H rc\u00edcio Me \u00e3es, al\u00e9m de outros. Um livro que, estudado, h\u00e1 de contribuir para qu aprim rem s m is ainda na busca de nossa reform \u00edntim , atrav\u00e9s da pr\u00e1tica do Bemo o a a a do Am r ao Pr\u00f3xim .o o
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PREFACIO
da la. Edi\u00e7\u00e3o"A Terra \u00e9 feita em peda\u00e7os, estala, fende-se, \u00e9 sacudida; camb hom m em riagado. Seus crim s pesam sobre ela, e ela cair\u00e1 para n\u00e3o me b e
levantar... os c\u00e9us v\u00e3o desvanecer-se com fum \u00e7a, com um vestido em farraposo a o ficar\u00e1 a Terra".
Dentre outras previs\u00f5es assustadoras, h\u00e1 estas pronunciadas pelo m
Israel, Isa\u00edas, referindo-se ao final dos tem os (VelhoTestam nto-Isa\u00edas24:19/20e51:6).p e N\u00e3o s\u00e3o poucos os alertas de que esse per\u00edodo de grande expurgo e de grande tribula\u00e7\u00e3o se aproxim . Marco necess\u00e1rio para o desfecho m is ima a
cam nhos da hum nidade, iniciado com a presen\u00e7a hum nizada de Jesus em nossoi a a m ndo: o t\u00e3o esperado REINO DE DEUS (reino de paz, de harm nia, de fraternidade).u o
Essa era de paz, a ser estabelecida na Terra, ser\u00e1 destinada aos eleitos, aos salvos, isto \u00e9, \u00e0queles que entenderam as m nsagens de am r do Mestre e as colocaram eme o pr\u00e1tica, conform narrado pelo evangelista Mateus (N vo Testam nto - 25:31 a 46):e o e
ser\u00e3o salvos, perm necer\u00e3o na Terra redim da, livre dos m us, aqueles que deram dea i a com r a quem tinha fom , de beber a quem tinha sede, abrigo e roupas aos desvalidos ee e
nus, aqueles que visitaram os enferm s e presos; ser\u00e3o afastados da Terra, expulsoso para m ndos inferiores, aqueles que n\u00e3o praticaram estas a\u00e7\u00f5es.u
\u00c9 bom lem rar que Jesus n\u00e3o ensinou que seriam salvos (herdeiros da Terra) oub condenados (expulsos da Terra) os que m ito ou pouco rezassem os que pertencessemu ,
ou n\u00e3o a essa ou \u00e0quela igreja ou seita, os que acreditassem ou n\u00e3o em Deus, louvando ou n\u00e3o o seu nom , os que aceitassem ou n\u00e3o a ele m sm , Jesus, com o Enviado dee e o o
Deus e Salvador da hum nidade, os que professassem doutrinas espiritualistas oua
m terialistas. Jesus disse que os bons, os que colocassem o am r em a\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s daa o caridade seriam salvos e os que n\u00e3o o fizessem n\u00e3o o seriam, .
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Todos os ensinam ntos, todas as pre \u00e1ticas religiosas, todas as preces, m dita\u00e7\u00f5es,e
palestras, prega\u00e7\u00f5es, leituras, aprendizados etc. destinam se, precipuam -hom ns \u00e0 pr\u00e1tica do bem do am r, da caridade.e , o
Foi com reendendo o am r em a\u00e7\u00e3o ensinado e exem lificado por Jesus, quep o p Tiago escreveu \u00e0s doze tribos de Israel (1:27):
"A religi\u00e3o pura e sem m\u00e1cula, para com o nosso Deus e Pai, \u00e9 esta: visitar os \u00f3rf\u00e3os e as vi\u00favas nas suas tribula\u00e7\u00f5es, e a si m sm guardar-se incontame o m ndo".u
Tam \u00e9m Paulo, com o m sm entendim nto superior, coloca o "am r em a\u00e7\u00e3o"b e o e o com o dom suprem , no inspirad\u00edssim cap\u00edtulo 13 ile sua Prim ira Carta aoso o o e
Corintios, onde declara:
"A nda que eu fale as l\u00ednguas dos hom ns e dos anjos, se n\u00e3o tiver ami e
com o bronze que soa, ou com o c\u00edm alo que retine; ainda que eu tenha o dom deo o b
profetizar e conhe\u00e7a todos os m st\u00e9rios e toda a ci\u00eancia, ainda que eu tenha tami ao ponto de transportar m ntes, se n\u00e3o tiver am r, nada serei; e ainda que eu distribuao o
todos os m us bens entre os pobres, e ainda que eu entregue o m u pr\u00f3prio corpo parae e ser queim do, se n\u00e3o tiver am r, nada disso m aproveitar\u00e1".a o e
Com r\u00e1pido com nt\u00e1rio dessa m ravilhosa inspira\u00e7\u00e3o de Paulo, dizemo e a distribui\u00e7\u00e3o de bens aos pobres, sem re ser\u00e1 de grande proveito aos necessitados; op doador, por\u00e9m som nte tirar\u00e1 proveito m ral, conquistar\u00e1 novas virtudes, ou ter\u00e, e o assim lado vibra\u00e7\u00f5es de equil\u00edbrio em seu psiquism , se o fizer com ami o
As doutrinas religiosas, as cren\u00e7as, as igrejas, desde que ensinem e exemp
o bem e a m ral, ajudam o hom m a salvar-se, isto \u00e9, a m lhorar seu padr\u00e3o vibrat\u00f3rio,o e e seu padr\u00e3o de virtudes, a ser bom a herdar a Terra. \u00c9 preciso contudo que o ensino seja,
claro, sem m st\u00e9rios, sem dogm s, racional, sim les, direto. Com a m ntalidade j\u00e1 bemi a p e am durecida, o hom m hodierno som nte incorpora os ensinam ntos que elea e e e
com reende, e cada um ter\u00e1 que salvar-se a si m sm , pois com ete a cada um op e o p pr\u00f3prio burilam nto e a pr\u00f3pria evolu\u00e7\u00e3o.e
Para todo e qualquer estudioso dos profetas e dos Evangelhos, n\u00e3o h\u00e1 d\u00favida de que a separa\u00e7\u00e3o entre "bons" e "m us" um dia ocorrer\u00e1; a incerteza est\u00e1 no "coma "quando".
Neste trabalho, com base nos profetas, nos evangelistas e em inform çõesa posteriores, inclusive m diúnicas, procuram s esse "quando" e esse "com ".e o o
As repetidas citações bibliográficas, que antecedem as transcrições, objetivam destacar e valorizar os autores dos trechos transcritos.
Junho 1993 10
UM CORPO ESTRANHO NO SISTEMA SOLAR
O evangelistas Mateus, Marcos e Lucas descreveram em seus Evangelhos ass profecias de Jesus sobre o Final dos Tem os; João Evangelista, já no final de sua vidap terrena, teve um visão daqueles fatos, do que resultou o co-nhecedíssim e fam soa o o "APOCALIPSE"; os profetas Isaías, D niel, Joel, Jerem as, Am s, Zacarias, falama i o desse período, dos aspectos desse m gno acontecim nto, cada um a seu m do;a e o encontram s, ainda, em Pedro e em Atos dos A óstolos, referências ratificadoraso p dessas profecias; N stradam s, em várias centúrias, aborda esse período; m iso u a m dernam nte e sobre o m sm tem , vários Espíritos nos têm trazido, em obraso e e o a psicografadas, inform ções m is detalhadas e diretas, dentre eles, conhecidos nosa a m ios espíritas, destacam s Emm nuel, Bezerra de Menezes, Ram tis, Miram z,e o a a e Cam lo Castelo Branco, Á reo, Delfos, Joanna de A gelis; encontram s, na obra dai u n o codificação espírita, de Allan Kardec, com nicações de Santo Agostinho e do Espíritou da Verdade, alertando-nos sobre a grande transição que se aproxim ; Pietro Ubaldi, ema diversos pontos de sua vasta obra, e Jean Baptiste Rous-taing, em "O Quatros
Evangelhos", abordam o m sm problem .e o a
N decorrer deste trabalho transcreverem s trechos de cada um dos autoreso o citados, além de outros, dem nstrando a coerência e o encadeam nto das informo e a
O QUE DIZEM OS ASTRÓ OMOSN
V m s com çar nossa pesquisa, transcrevendo parte de algum s reportagens sobrea o e a um corpo estranho em nosso sistem solar (os grifos são nossos):a
Em 15.06.88 o Jornal "O G O O" publicou o artigo abaixo, de que extraímL B o parte:
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"SONDAS P ONEER REFORÇAM A TEORIA SO RE DÉCIMO PLANETAI B –
Mountain View Califórnia - Em funcionam nto perfeito após 15 anos de serviço, as, e sondas espaciais am ricanas Pioneer 10 e 15 - as m sm s que já enviaram à Terra ase e a
prim iras fotos detalhadas de Júpiter e Saturno - estão procurando agora o m steriosoe i "Planeta X , cuja suposta órbita se situaria além de Plutão, inform ram cientistas do" a laboratório da Nasa em Mountain View.
A existência desse pfaneta, que seria o décim do Sistem Solar, é indicada pelaso a anom lias observadas nas órbitas de U ano e Netuno, as quais poderiam ter sidoa r
provocadas pelas forças de gravitação do "X , disse um dos cientistas, o professor John" A derson.n
— Estam s seguros, com 99 por cento de possibilidades de acerto, de i. ue aso :
órbitas de U ano e Netuno estão desestabilizadas, e que um dos possíveis causadores der tal fenóm no é esse planeta ainda desconhecido - acrescentou.e
Segundo A derson, esse planeta, se de fato existe, tem no m nim um m ssa igualn í o a a à da Terra, e no m xim quatro vezes m ior".á o a
A Revista "SU ER INTERESSANTE", em seu núm ro de novem ro de 1988,P e b publica o seguinte artigo:
"EM BUSCA DO PLANETA X - Não é apenas junto a estrelas distantes que os
astrofísicos procuram planetas. Eles acreditam que existe um solitário corpo celeste perdido no Sistem Solar, para lá de Plutão, que fica a 5,9 bilhões de quilóm tros doa e Sol. A m ssa desse décim planeta poderia ser cinco vezes m ior que a da Terra; oa o a tam nho, o dobro. A ropriadam nte cham do Planeta X dem raria nada m nos de ma p e a , o e anos para dar um volta com leta em torno do Sol, de tão longe que estaria dele.a p
A procura desse planeta com çou no século passado, depois que o astrónome o am ricano Percival Lowell (1855-1916) previu sua existência m tem ticam nte, ae a a e
partir das perturbações nas órbitas de U ano e Netuno. Para Lowell, elas só podiam serr causadas pela atração gravitacicnal de um planeta m is distante. A sonda Pioneer 10,a que já quase alcançou o lim te do sistem solar, ainda não viu sinal de X.i a Isso poderia ser explicado, segundo os especialistas da NASA, por sua estranha órbita, praticamente perpendicular à da Terra".
"JORNAL DO BRASIL", de 05.06.89: 12
"P ONEER 1 - UMA J RNADA INTERMINÁVEL -I 0 O Este m s faz seis anosê
que a nave Pioneer 10 passou pela órbita de Plutão em busca das fronteiras exteriores do Sistem Solar, à velocidade de 40 m l quilóm tros por hora.a i e
Nessa viagem aos lim tes do nosso sistem planetário, os cientistas da NASAi a esperam conseguir inform ções sobre a possível existência de um décim planeta e,..."a o
"O G O O", de 13.01.90:L B
"ASTRÓ OMOS INTENSIFICAM BUSCA A DÉCIMO PLANETA DON SISTEMA SOLAR - W SHINGTON - Astrónom s do Observatório NavalA o
am ricano inform ram ontem estar concentrando esforços na busca de um décime a o planeta num região específica do Sistem Solar. As teorias sobre a existência dessea a planeta surgiram devido ao "em urrão" gravitacional que interrom e as órbitas dep p U ano e Netuno... Com o uso de com utadores, cientistas sim lam teorias sobre ar p u
possível localização do planeta... Harington diz que o planeta seria de três a chico vezes m ior que a Terra e se encontra num órbita três vezes m is distante do sol que as dea a a Netuno e Plutão".
"JORNAL DO BRASIL", de 07.08.90:
"SISTEMA SOLAR SOFRE AMEAÇA DE BU A O NEGR - OR C O
décim planeta do Sistem Solar pode ser um buraco negro. A conclusão é doo a cientista soviético Vladim r Radziyevski, que vem estudanc'o as perturbaçõesi
provocadas na órbita dos com tas pela existência de um corpo celeste obscuro, nase bordas do nosso sistem planetário. Em ora esse tipo de cálculo apresente m itasa b u incertezas, Radziyevski estim que aa massa do décimo planeta é milhares de vezes maior que a terrestre. Um objeto tão niassivo não poderia ser um planeta. Seria uma
estrela fria, do tipo anã m rrom ou então um buraco negro... Baseado em seusa ,
cálculos, Radziyevski acha que a hum nidade assistirá a grandes cataclism s dentro dea o 50 ou 100 anos, quando a estrela negra estiver m is próxim da Terra... Radziyevskia a tem trabalhado com o astrónom am ricano John A derson, que estuda as perturbaçõeso e n que o astro desconhecido estaria causando na órbita dos Planetas U ano e Netuno".r
"O G O O", de 29.08.90:L B
"COMETAS REVELAM O DÉCIMO PLANETA - Astrónom s de todo oo
Mundo já dispõem de provas indiretas da existência de um ou dois corpos 13
invisíveis de grande m ssa situados além de Plutão, o planeta m is afastado do sistema a solar. As pesquisas m is adiantadas estão sendo feitas pelo professor Vladim ra i
Radziyevstó, da U SS, e pelo cientista John A derson, dos EU .R n A
As pesquisas de A derson baseiam se no clássico m todo da teoria dasn - é perturbações, pelo qual se descobre a órbita, m ssa e posição de um planetaa
desconhecido através das cham das "discrepancias" no m vim nto de um planetaa o e conhecido. Essa teoria m strou ser correia na descoberta de Netuno, próxim de Uo o r que provoca enorm s discrepancias na órbita de seu vizinho.e
O cientista soviético, no entanto, elaborou um m todo diferente e, na sua opinião, oé planeta desconhecido tem no m nim , m ssa dez vezes superior à determ nada pelo, í o a i cientista am ricano. O astrónom soviético utiliza as estatísticas sobre com tas parae o e "sondar" o espaço distante, além de Plutão. O m todo é considerado eficiente porque oé
núm ro de com tas é m ito grande, o que aum nta as possibilidades das estatísticas, ee e u e porque eles se afastam do Sol durante m ito tem o e a grande distância.u p
O planetas ainda não descobertos agem com um corpo perturbador à órbitas o elíptica dos com tas. O deslocam nto do ponto de cruzam nto da órbita dos chame e e a com tas diretos ocorre, segundo os astrónom s, em sentido inverso, ou seja no sentidoe o dos ponteiros do relógio. De acordo com os cálculos do professor Radziyevski, a
velocidade do deslocam nto dos pontos de cruzam nto de todose e os com tas de curtoe período é inferior às previsões teóricas. Baseado nesta discrepância, ele calculou a m ssa do corpo perturbador e verificou que deveria ser enorm , m lhares de vezesa e i
superior à terrestre. Com um m ssr dessa m gnitude não pode pertencer a um planetao a a a com órbita circular, quc;stiona-se a possibilidade de este corpo ser um anão negro
(estrela fria) ou até um buraco negro".
O QUE DISSERAM OS P OFETASR
Com pudem s verificar nestas reportagens, os cientistas preocupam se com algoo o -estranho em nosso Sistem Solar. Se levarm s em consideração as profecias existentesa o bem com is inform ções de m is recentes obras psico-gnuadas, es >a preocupaçãoo a a será m ito m is séria.u a
O Profetas, veladam nte, e os m dernos autores espirituais, m is ostensivam nte,s e o a e falam de um astro que cruzará nosso sistem , passando, no final deste, sácalo,a
relativam nte próxim da Terra, causando sua desestabilização tem orária. V riose o p á explorar essas inform ções proféticas.a
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Em Mateus (24:15 a 18) encontram s a seguinte recom ndação de Jesus:o e
"Quando, pois, virdes o abom nável da desolação de que falou o profeta D niel, noi a lugar santo (quem lê entenda), então, os que estiverem na Judéia fujam para os m
quem estiver sobre o eirado não desça a tirar de casa algum coisa; c quem estiver noa cam o, não volte atrás para buscar sua capa."p
Essa m sm recom ndação foi assim registrada por Marcos(13:14 e 13:29):e a e "Quando, pois, virdes o abom nável da desolação situado onde não deve estari (quem lê, entenda), então os que estiverem na Judéia fujam para os m ntes; assimo
tam ém vós: quando virdes acontecer estas cousas, sabei que está próxim , às portas."b o A profecia de D niel, que Jesus destaca, segundo Mateus, para alertar sobre osa acontecim ntos futuros, encontra-se no cap. 12:11 de seu Livro, assim grafada:e
"Depois do tem o em que o costum iro sacrifício for tirado, e posta a abom naçãop e i desoladora, haverá ainda m l duzentos e noventa dias".i
"Quando, pois, virdes o abom nável da desolação, de que falou o profeta D niel,i a situado onde não deve estar, haverá ainda m l duzentos e noventa dias". (Esse prazo dei 1290 dias será focalizado m is à frente, ao tratarm s da época desses acontecim ntos).a o e
Observem s que Jesus recom ndou-nos fugíssem s para os m ntes; seo e o o
estivéssem s nos cam os, não voltássem s para pegar coisa algum ; perm necêssemo p o a a nos lugares altos, no eirado, quando o abom nável da desolação fosse "visto". Comi
essas recom ndações Jesus avisa-nos que, quando isso acontecesse, nada m is haveriae a a fazer, a não ser aguardar os acontecim ntos com a bagagem adquirida durante ase inúm ras existências preparatórias para o m gno acontecim nto.e a e
O enunciado bíblico diz que o "abom nável" estará num local que não é seu, numi espaço que lhe não pertence, m culando o altar do sacri ício diário,a f
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costum iro, isto é, o céu onde diariam nte contem lam s o astro rei, o Sol que nos dáe e p o luz e calor.
Ele será capaz de devastar nosso m ndo. Vejam s algum s centúrias deu o a N stradam s:o u
Cent.3-34 - Quando o Sol ficar com letam nte eclipsado, passará em nosso céu ump e novo corpo celeste, o "m nstro", que será visto em pleno dia; os astrónom so o
interpretarão os efeitos deste corpo, de outro m do; por isso ninguém terá provisões emo face da penúria.
Cent.2-41 - A grande estrela por 7 dias abrasará; nuvem fará aparecer dois sóis. Cent. 10-72- N ano de 1999, no sétim m s, do céu virá um grande rei do terror.o o ê Cent, l-17 - Por 40 anos o novo corpo celeste será invisível a olho nu; por 40 anos, visto todos os dias; a Terra ficará árida; haverá grandes dilúvios, quando for visto a olho nu.
Um com ntário de Ram tis no livro "MENSAGENS DO ASTRAL", 5a. edição dae a Freitas Bastos, páginas 218/219, psicografado por H rcilio M es:e ã
"Na Centúria 3-34, o vidente francês deixou registrado claram nte que "em seguidae ao eclipse do Sol, no fim do século, passará junto à Terra um novo corpo celeste
volum so, grande, um m nstro, visto em pleno dia". As Centúrias 4-30 e 1-17o o
previnem nos de que "a ciência não fará caso da predição, e dessa im rudência faltarão- p provisões à hum nidade; haverá penúria e a Terra ficará árida, ocorrendo grandesa
dilúvios". Certam nte os cientistas ridicularizarão o evento do astro intruso, pore
considerá-lo aberrativo. Isso terá com consequência a negligência, por parte de todo oo m ndo, em acum lar provisões, quando a fom os cercar".u u e
Nessas inform ções de Ram tis e N stradam s estão, a nosso ver, a chave paraa a o u esclarecer a profecia de D niel, ratificada e am liada por Jesus, relativam nte aoa p e "abom nável da devastação". Trata-se de um grande corpo celeste, de um astro,i
possivelm nte do "Planeta X , que tanto tem preocupado os astrónom s me " o a respeitáveis da atualidade.
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AINDA RAMATIS EM "MENSAGENS DO ASTRAL"
"PERGUNTA (Pag. 120/121) - Há, no A ocalipse, alusão à presença de algum: p
astro ou planeta, nas proxim dades da Terra, que com rova as notificações proféticasi p feitas por vós quanto ao "astro intruso"?
"RAMATIS: - A presença do "astro intruso" (sob certo teor cabalístico), que deve elevar o eixo da Terra, está explícita na linguagem do profeta João, quando diz: "E
tocou o terceiro anjo um trom eta e caiu do céu um grande estrela ardente com uma b a o facho, e caiu sobre a terça parte dos rios, e sobre as fontes das águas". Na sua visão extra-corpórea, que a técnica sideral preparou num fabuloso resum ideoplástico, queo anulava a ideia de m vim ntos gradativos, o evangelista viu "um estrela cair", m s ao e a a queda, que lhe pareceu rapidíssim , abrange todo o espaço de tem o ocupado peloa p astro intruso, na sua lenta aproxim ção da Terra. Em virtude de João apreciar, ema
poucos m nutos, a sucessão de acontecim ntos que ocupariam séculos, tudo lhe pareceui e rápido, presente, com os seus m vim ntos aceleradíssim s, devido à ausência de noçãoo e o gradual de tem o."p
"PERGUNTA (Pag. 168/169) - Por que m tivo designais esse astro um s vezes: o a com "intruso" e outras vezes com planeta "higieni-zador"?o o
"RAMATIS: - Denom nam -lo de astro "intruso" porque não faz parte do vossoi o sistem solar, e realm nte se introm te no m vim nto da Terra, com a sua influência,a e e o e ao com letar o ciclo de 6.666 anos.p
"Em virtude de seu m gnetism prim tivo, denso e agressivo, ele se assem lha aa o i e um poderoso im planetário, absorvendo da atm sfera do vosso globo as energiasã o deletérias, por cujo m tivo o figuram s tam ém com um planeta "higienizador".o o b o
"PERGUNTA (Pag. 121) - Em vossas com nicações, tendes descrito o: u
m gnetism desse astro intruso com prim tivo, agressivo, super-excitante das paixõesa o o i inferiores. Ser-nos-ia possível, porventura, perceber esse detalhe im ortante na profeciap apocalíptica?"
"RAMATIS: - O teor opressivo, adstringente - que lem ra o m gnetism de um felb a o eterizado --, próprio do planeta purificador que se aproxim da Terra, tam ém foia b assinalado pelo profeta, e de m do satisfatório, no versículo V JI - 11, quando diz: - "Eo J o nom da estrela era Absintio; e a terça partee
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das águas se converteu em absintio, e m itos hom ns m rreram das águas, porque elasu e o se tornaram am rgosas". É a identificação perfeita do m gnetism deletério, com oo a o
de horas de am rgura por parte dos seres, por ocasião dos acontecim ntos. Oa e evangelista João acentua, ainda, o efeito sensual desse m gnetism que, em oraa o b indesejável, com o é o do próprio absintio, tam ém vicia até as m is altaso b a
inteligências do m ndo! Realm nte o cam o m gnético do astro intruso é um profundou e p a excitador das paixões anim is porque, sendo seu m gnetism de natureza prim ria,a a o á oriundo de um orbe de energias superativadas, torna-se um m ltiplicador de frequênciau lasciva e egocêntrica nas criaturas invigilantes. Conform tem s explicado alhures, ae o presença do planeta produzirá, em determ nadas latitudes geográficas, um climi a excessivam nte equatorial, avivando o flagelo das secas e perturbando o m canisme e produção norm l. João confirm esta asserção, quando prediz que "caiu do céu uma a a grande estrela ardente com um facho" (cap.vnl-10) ou assegura que "foi abrasada ao terça parte da Terra". Repetindo sem re a m sm ideia, sob outras figuras alegóricas, ap e a fim de despertar vigorosam nte o cam o m ntal dos seus interpretadores, diz m is: - "ae p e a terça parte das águas converteu-se em absintio (VIII-11) ou seja tornou-se im restável,p im rópria para m tigar a sede, evocando novam nte o estado de aridez e de secura cau-p i e sado pela presença do planeta."
"PERGUNTA - (Pag. 170) Muitos que têm lido as vossas com nicações avulsas: u alegam que é um absurdo o volum de 3.200 vezes m ior do que a Terra, quee a
atribuístes ao planeta intruso. A passagem desse astro junto ao nosso planeta, e com tal volum , acarretaria talvez um catástrofe em todo o sistem solar?"e a a
"RAMATIS: - É que ao captardes o nosso pensam nto confundistes o volume e áurico do planeta com o seu volum m terial. Esse volum de 3.200 vezes m ior doe a e a que a Terra não é referente à m ssa rígida daquele orbe, cujo núcleo resfriado é uma
pouco m ior que a crosta terráquea. Estam s tratando de sua natureza etéreo-astral, doa o seu cam o radiante a radioativo, que é o fundam nto principal de todos osp e
acontecim ntos no "fim dos tem os".e p VOLTEMOS A NOSTRADAMUS
A Centúria 1-17 esclarece que o "astro" não seria visível por 40 anos, com isso afirm ndo que sua influência sobre a hum nidade antecederia em 40 anos a suaa a aparição. Esse predom nio, em escala ascendente, à m dida de suaí e
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aproxim ção, seria o acirram nto das paixões, dos desregram ntos, dos dese-a e e
quilíbrios, das angústias, das depressões, em vista das baixas vibrações de que o astro visitante é portador e irradiador. A ós sua passagem ele seria visto a olho nu por mp a 40 anos, dizendo com isso que sua influência sobre o com ortam nto hum no poderiap e a ainda continuar por igual período, agora em escala descendente, à m dida de seue afastam nto, com letando, assim a higienização de nosso planeta Terra.e p ,
A Centúria 2-41 ("A grande estrela por 7 dias abrasará"), dá-nos um interessantea "chave" para com reenderm s parte da profecia de D niel, ratificada por Jesus.p o a
V m s transcrever novam nte o 12:11 de D niel, m s agora com lem ntado coma o e a a p e o 12:12:
"12.11-Depois do tem o em que o costum iro sacrifício for tirado e posta ap e abom nação do desolador haverá ainda m l duzentos e noventa dias; 12.12-Bemi i -aventurado o que espera e chega até m l trezentos e trinta e cinco dias".i
N capítulo 24:15 do Evangelho segundo Mateus, Jesus evoca a profecia deo D niel, dando-lhe autenticidade, e chega ao versículo 22, do m sm capítulo com aa e o seguinte declaração profética: "E se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma carne seria salva; m s por causa dos eleitos aqueles dias serão abreviados".a
O que D niel afirm , é que as grandes catástrofes do final dos tem os dar-se-ãoa a p 1290 dias (ou três anos e sete m ses) após o astro ser visto, e que, "bem aventurado oe -que espera e chega a 1335 dias".
Ora, se em 1290 dias com çam os abalos e feliz daquele que alcança 1335,e significa que D niel profetizavaa ¿5 dias de tribulações e influência física do astro intruso sobre nossa Terra.
Foi nesse ponto que Jesus corrigiu D niel (ou, por outro lado, pode ser que a órbitaa do astro intruso tenha sido corrigida pelos engenheiros siderais), pois que 45 dias de abalos, com a Terra sendo jogada de um para outro lado, fora de órbita, "nenhuma
carne se salvaria" no dizer de Jesus. Por isso, disse o Mestre: "aqueles dias seriam abreviados por causa dos eleitos".
Provavelm nte esse período de tribulações tenha sido reduzido a 7 dias; é o quee deve ter detectado N stradam s, conform consta da Cent. 2-41, que transcrevemo u e o novam nte: "A grande estrela por 7 dias abrasará; nuvem fará aparecer dois sóis".e
19
OU RAS IN ORMAÇ EST F Õ
Do livro "REENCARNAÇÃO E EMIGRAÇÃO PLAN TÁRIA", de Din-kel DiasE da Cunha, editora Cátedra, página 177, transcrevem s o seguinte trecho:o
"...O que preocupa, realm nte, é um grande corpo celeste, o astro intruso, ou oe planeta chupão a que se referiu Chico Xavier, e cuja presença já foi detectada pelo telescópio de raios infraverm lhos colocado no satélite IRAS. Esse m sm astro,e e o
tam ém foi descoberto pelo astrónom chileno Carlos Mu-niz Ferrado, e encam nha-seb o i na direção do nosso Sistem Solar, devendo passar a 11 m lhões de quilóm tros daa i e Terra, nas proxim dades do ano 2000. O astrónom s não conseguiram traçar a rotai s o desse corpo celeste porque ele cam nha diretam nte na direção da Terra, vem de frente,i e não se desloca lateralm nte. Quando ele aparecer no céu, brilhará com um estrela dee o a prim ira grandeza. Aliás, N stradam s afirm u que, na ocasião em que estiver próxi-e o u o m o fim do m ndo, serão vistos dois sóis no firm m nto."o u a e
Do livro "OS EX LADOS DA CAPELA", de Edgard Arm nd, pag. 165, 9a.I o edição da LAKE - Livraria Allan Kardec Editora Ltda., transcrevem s o trechoo seguinte:
"...Milhares de condenados já estão sentindo, na crosta e nos espaços, a atração terrível, o fascínio desse abism que se aproxim (o astro), e suas alm s já se tornamo a a inquietas e aflitas. Por toda parte do m ndo a paz, a serenidade, a confiança, au
segurança, desapareceram substituídos pela angústia, pelo tem r, pelo ódio e haverá, o dias, m ito próxim s, em que verdadeiro pânico tom rá conta das m ltidões, comu o a u o epidem as contagiantes e velozes."i
N Evangelho segundo Marcos (13:7), ainda sobre o final dos tem os,o p encontram s a seguinte profecia de Jesus:o
"Quando, porém ouvirdes falar de guerras e rum res de guerras, não vos assusteis;, o é necessário assim acontecer, m s não é o fim "a ;
Nestas palavras Jesus nos lem ra que o final não seria decorrente de guerras; elasb aconteceriam com tem acontecido em toda a história da hum nidade; poderia, até, o a m sm , haver um acirram nto de conflitos, ou sua generalização; m s o "fim , ae o e a "
grande separação, a grande angústia, a grande tribulação, "com desde o princípio doo m ndo até agora não tem havido e nem haverá jam is", teria outro causador.u a
20
Sob o título "O DÉCIMO SEGUNDO PLAN TA", Zecharia Sitchin, em nenteE i
pesquisador, historiador e arqueólogo, publica um volum so estudo de 386 páginas,o resultado de várias décadas de pesquisas (título original: The 12th Planet, 1976, tradução de A a Paula Cunha, edição de PUBLICAÇÕES EU OPA-AMÉRICA).n R
Seu estudo baseou-se em achados arqueológicos e na decifração de textos sum rios, babilónios, assírios, hititas, cananitas etc.é
É im ortante notar, que os textos sum rios, de 6.000 anos atrás, já apresentavamp é além de m itas outras fantásticas inform ções, nosso sistem solar com os noveu a a planetas hoje conhecidos (nossa m derna astronom a só descobriu Plutão em 1930),o i m is Lua, Sol e o décim segundo astro, Marduk.a o
Marduk, segundo os textos sum rios, decifrados por Z. Sitchin, percorre umé a
órbita em torno do Sol, passando entre Marte e Júpiter, além do cinturão de asteroides, afastando-se num im nsa elíptica que dura m lhares de anos. Pelos docum ntosa e i e
consultados, Z. Sitchin conclui que esse astro percorre cua órbita no sentido dos ponteiros do relógio - o m vim nto de translação dos dem is planetas tem o sentidoo e a contrário.
Seria o Marduk dos sum rios o m sm "abom nável da desolação" de Jesus, aé e o i
"abom nação desoladora" do profeta D niel, "a grande estrela ardente com um facho,i a o cham da Absintio", do A ocalipse de João, o "m nstro", "a grande estrela", "o grandea p o rei do terror" ou "o novo corpo celeste" de N stradam s, o "astro intruso" ou "planetao u
higienizador" de Ram tis, o "planeta chupão" citado por Chico Xavier, ou o "planetaa X procurado por nossos atuais astrónom s?" o
É m ito grande a possibilidade de todas essas denom nações referirem se aou i -m s-m instru-m nto que não deixará na Terra pedra sobre pedra, -m rcandoe o e a
profundam nte, para os evos futuros, os graves m m ntos da grande separação entree o e justos e injustos, que já com çam s a vivenciar.e o
Segundo, ainda, os textos sum rios, na interpretação do autor de "O D cimé é o
Segundo Planeta", foi Marduk o responsável pelo dilúvio bíblico, cerca de 13.000 anos atrás, num de suas passagens próxim da Terra.a o
13.000 anos é tam ém o tem o que nos separa, segundo nossa ciência oficial, dab p repentina interrupção da idade do gelo vivida então pela Terra.
Diante de fontes tão distintas dem nstrando fatos tão coincidentes, tem s mo o e
qce reflexionar sobre a im nente possibilidade da existência desse planeta "depurador".i 21
ABAL S FÍSICOS
O
Irem s verificar que as profecias dos antigos profetas ou as de Jesus grafadas peloso evangelistas, ou ainda as de João em seu livro A ocalipse, tratam com m ito m isp u a
intensidade e m is clareza dos abalos físicos que sofrerá a Terra do que propriam ntea e do causador dos abalos. É óbvio que ao descrever os efeitos eles falavam voladam nte,, e da causa.
V m s verificar, tam ém que um m sm ideia é repetida por diversasa o b , a e a personalidades, de várias m neiras diferentes.a
Em Isaías (13:13) encontram s o seguinte:o
"Farei oscilar os céus, e a Terra abalada será sacudida pela ira do Senhor no dia do seu furor ardente".
Ora, os céus oscilando é o m sm que a Terra sendo sacudida. É apenas ume o questão de perspectiva. É a Terra que estará sendo balançada. E para que ela seja balançada, é necessário que um m ssa form dável interfira em sua estabilidade.a a i
O "furor ardente" do Senhor significa, certam nte, o calor tórrido que provocará ae presença do grande astro intruso em nosso céu.
Em 24:18 o m sm Profeta assinala:e o
"O que fugir para escapar do terror cairá na fossa, o que se livrar da fossa será preso ao laço. Porque as com ortas lá do alto abrir-se-ão e os fundam ntos da Terrap e serão abalados."
Mais um vez a m sm ideia dos m vim ntos descoordenados de nosso planeta,a e a o e quando declara o Profeta que "os fundam ntos da Terra serão abalados". Im ginava-see a
a Terra plana e suportada por pilares e a causa de seu balanço seria o abalo de seus fundam ntos, de seus suportes. Na realidade oe
22
Profeta enunciou um verdade, porque os "fundam ntos" de qualquer astro é aa e
forca gravitacional existente, que, em nosso caso, será abalada pela passagem do corpo estranho.
A nda Isaías: (24:19 e 24:20)i
"A Terra é feita em pedaços, estala, fende-se, é sacudida; cam aleia com umb o
hom m em riagado e balança com um rede. Seus crim s pesam sobre ela, e ela cairáe b o a e para não m is se levantar."a
A m sm ideia da Terra cam aleando. N versículo 20 Isaías acrescenta que "elae a b o cairá para não m is se levantar". Pode tratar-se da nova e repentina m dança de eixo daa u Terra, que assum rá posição definitiva. Provavelm nte outra m dança de eixo não mi e u ocorrerá.
(13:9,13:10 e 51:6)
"E s que virá o dia do Senhor, dia im lacável e de cólera ardente, para reduzir ai p Terra a um deserto, e dela exterm nar os pecadores; nem as estrelas do céu, nem suasi constelações brilhantes farão resplandecer sua luz; o Sol se obscurecerá desde o seu nascer, e a Lua não enviará sua luz; os céus vão desvanecer-se com fum ça, com umo a o vestido em farrapos ficará a Terra..."
A ideia de que haverá grandes incêndios, vulcões e desabam ntos, de tão grandese proporções que a fum ça e a poeira obscurecerão os astros, está explícita na linguagema de todos os profetas de todas as épocas, com tem s visto e ainda verem s no decorrero o o destas pesquisas.
O profeta Joel, no capítulo 3:16 de seu Livro (ou 4:16, conform a tradução),e quando trata do julgam nto das nações, declara:e
"O Senhor rugirá de Sião, trovejará de Jerusalém os céus e a Terra serão; abalados".
Encontram s a m sm visão no profeta Jerem as (4:24):o e a i
"O ho para as m ntanhas e as vejo vacilar, e as colinas todas estrem ciam .l o e " Acrescenta Jerem as (4:27): "porque toda a Terra será devastada, m s não ai a exterm narei com letam nte".i p e
23
N A ocalipse de João (6:13) encontram s:o p o
"As estrelas do céu caíram pela Terra, com a figueira, quando abalada por forteo vento, deixa cair seus figos verdes".
É claro que as estrelas não caem do céu, m s a oscilação da Terra dar-nos-á essaa im ressão. Sem re a m sm ideia dita de m neiras diferentes.p p e a a
Continua João (6:14):
"E o céu recolheu-se com um pergam nho quando se enrola. Então todos oso i m ntes e ilhas foram m vidos de seus lugares".o o
Im ginem s a Terra em m vim ntos inusitados e desconcertantes; se olharm s aa o o e o linha do horizonte terem s a sensação de que o céu se enrola com um pergam nho; eo o i ainda m ntes e ilhas desm ronando-se ou afundando-se.o o
A nda João (A ocalipse 16:21):i p
"Grandes pedras de gelo, que poderiam pesar um talento (cerca de 30 quilos),
caíram do céu sobre os hom ns. O hom ns am ldiçoaram a Deus por causa do flageloe s e a da saraiva, pois este foi terrível."
A desestabilização tem orária da força gravitacional que sustenta a Terra, ensejará,p provavelm nte, a queda destes pesados blocos de gelo.e
O Serm o Profético de Jesus, registrado por Mateus, Marcos e Lucas é pródigo naã descrição dos abalos que atingirão a Terra no final dos tem os. Repisando sem re nap p ideia de desestabilização tem orária de nosso planeta, expõe-na de variada form a fimp a de bem fixá-la na m nte dos leitores, estudiosos e aprendizes do Evangelho. Insiste,e ainda, o Mestre Jesus, em prevenir a grande angústia que abaterá sobre a hum nidadea às vésperas da grande catástrofe, quando ela for evidente e inevitável.
Mateus (24:21 e 24:29):
"Porque nesse tem o haverá grande tribulação, com desde o princípio do m ndop o u até agora não tem havido, e nem haverá jam is. Logo em seguida à tribulação daquelesa dias, o Sol escurecerá, a Lua não dará sua claridade, as estrelas cairão do firm m nto ea e os poderes dos céus serão abalados".
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Mais um vez a inform ção de que as "estrelas cairão do firm m nto", • to é uma a a e m vim nto brusco da Terra form a im gem de que os astros estãoo e a a
caindo do céu;
"O poderes dos céus serão abalados", isto é, a força da atraçao exercida Ios sobre a Terra (o poder dos céus) sofrerá interferência do poder gravitacional do astro intruso; "...grande tribulação, com desde o princípio do m ndo até agora não temo u havido, e nem haverá jam is", dando-nos a ideia de que o acontecim nto é e será únicoa e na história da hum nidade, e a angústia e a expectativa de que serão tom dos todos osa a povos não têm precedentes na vida do planeta, nem m is ocorrerá em qualquer tema futuro;
"O Sol escurecerá, a Lua não dará sua claridade", significando que o excesso de fum ça e poeira resultante dos incêndios, vulcões e desabam ntos provocará oa e escurecim nto do Sol e Lua, por algum tem o.e p
Marcos e Lucas repetem em seus Evangelhos, o que Mateus descreveu. Mesm, assim vam s transcrevê-los, pois sem re há pequenas variações e acréscim s.o p o
Marcos (13:2,13:19,13:24 e 13:25):
"Mas Jesus lhe disse: vês estas grandes construções? Não ficará pedra sobre pedra que não seja derrubada; porque aqueles dias serão de tam nha tribulação com nuncaa o houve desde o princípio do m ndo que Deus criou, até agora e nunca jam is haverá;u a m s naqueles dias, após a referida tribulação, o Sol escurecerá, a Lua não dará suaa claridade; as estrelas cairão do firm m nto e os poderes dos céus serão abalados"a e
Lucas (21:11,21:25,21:26e 21:35):
"Haverá grande terrem to, epidem as e fom em vários lugares, cousas espantosaso i e e tam ém grandes sinais no céu; haverá sinais no Sol, na Lua e nas estrelas; sobre ab Terra, angústia entre as nações em perplexidade por causa do bram do do m r e dasi a ondas; haverá hom ns que desm iarão de terror e pela expectativa das cousas quee a sobrevirão ao m ndo; pois os poderes dos céus serão abalados; pois há de sobrevir au todos os que vivem sobre a face de toda a Terra".
Quando Jesus disse que "não ficaria pedra sobre pedra", ele estava, segundo os evangelistas, respondendo a um observação sobre as construções que envolviam oa Tem lo de Jerusalém no entanto, ao continuar com a infor-p ;
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m ção de que "aqueles dias serão de grande tribulação com nunca houve def le oa o principio do m ndo que Deus criou, até agora e nunca haverá jam is", o Mestre remu a os acontecim ntos para um futuro m is distante, que envolveria todo o m ndo e nãoe a u som nte a região que, na época, abrigava aquele povo que O haveria de julgar ee condenar.
E a reiteração de que o Sol, a Lua e as estrelas escureceriam ou não dariam m is, a sua luz, num possível alusão, repetím s, de que a poeira e a fum ça das destruições,a o a incêndios e vulcões, cobririam nossa atm sfera por algum tem o; tam ém a de que oso p b poderes dos céus serão abalados e as estrelas cairão do firm m nto, o m sm sentídoa e e o em duas m neiras diferentes de dizer que a Terra será sacudida.a
A nda das profecias de Joel, sobre o final dos tem os, podem s extrair as seguintesi p o predições:
(3:3 ou2:30, conform a tradução)
"Farei aparecer prodígios no céu e na Terra, sangue fogo e turbilhão de fum ;" (3:4 ou2:31, conform a tradução)
e
o e
"O Sol converter-se-á em trevas e a Lua em sangue, ao se aproxim r o grandioso ea tem vel dia do Senhor."
(4:15 ou 3:15, conform a tradução)
"O Sol e a Lua se obscurecem as estrelas em alidecem " í
e
O profeta Joel vê prodígios aparecendo no céu; na Terra, sangue, fogo e turbilhão de fum , num clara alusão a desastres, incêndios, vulcões, de tal ordem que chegam ao a obscurecer o Sol, a Lua e as estrelas, até m sm a con verter o Sol em trevas.e o
Em Atos (2:19 e 2:20), a repetição das profecias de Joel:
"Mostrarei prodígios em cim no céu e sinais em aixo na Terra; sangue, fogo ea b vapor de fum . O Sol se converterá em trevas e a Lua em sangue, antes que venha oo grande e glorioso dia do Senhor."
26
Sem re a reiteração, em vários pontos das Escrituras, dos alertas sobre osp som rios, porém gloriosos, dias que se aproxim mb a .
Na Segunda Carta de Pedro (3:10), encontram s:o
"Virá, entretanto, com ladrão, o dia do Senhor, no qual os céus passarão como
estrepitoso estrondo e os elem ntos se desfarão abrasados; tam ém a Terra e as obrase b que nela existem serão consum das."i
O calor ardente, ocasionado pela presença do astro intruso, abrasando os
elem ntos, desfazendo-os; os céus passando com estrepitoso estrondo - podem se o im ginar o barulho infernal da grande m vim ntação do m r e da própria Terra ema o e a desconcertantes abalos, enquanto vem s os céus rodando sobre nossas cabeças; aso obras que existem na Terra serão consum das - nada ficará de pé. Pedro, o A óstolo,i p deixou-nos estes alertas.
N stradam s (cent.4:30) aponta os m vim ntos desordenados da Terra, com oo u o e seguinte enunciado:
"Por m is de onze vezes Lua e Sol desaparecerão, tudo aum ntando e dim nuindoa e i de grau: e colocado tão em aixo que um escurecerá o outro. Depois da fom e da peste,b e descoberto será o segredo."
O vidente francês chegou a contar em onze as vezes em que ele viu o grau de
incidência da Lua e do Sol, com relação à Terra, aum ntar e dim nuir, de tal m do quee i o esses astros desapareciam e reapareciam no horizonte; tudo em decorrência dos m vim ntos caóticos de nosso Planeta.o e
MAIS NOTÍCIAS DOS AB LOSA
Do livro "HÁ DOIS MIL ANOS", 20a. edição da Federação EspMta Brasileira, de Emm nuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, Cap. VI, página 354.a
Neste capítulo Emm nuel descreve um passagem em que o próprio Jesus vaia a ao encontro, no m ndo espiritual, de um grupo de m rtires cristãos, que há poucosu á dias havia sido trucidado num circo rom no. Transcrevem s pequeno trecho dasa o palavras com que Emm nuel, no seu dizer, conseguira traduzir, m sma e o
im erfeitam nte, a essência sublim daquela lição inesquecível (destaques nossos):p e e
"Sim! amados meus, porque o dia chegará no qual todas as mentiras humanas hão-de ser confundidas pela claridade das revelações do céu. Um
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sopro poderoso de verdade e vida varrerá toda a Terra, que pagará, então, à evolução dos seus institutos, os mais pesados tributos de sofrimentos : de sangue... Exausto de receber os fluidos venenosos da ignomínia e da iniquidade de seus
habitantes, o próprio planeta protestará contra a impenitência dos homens, rasgando as entranhas em dolorosos cataclismos... As impiedades terrestres formarão pesadas nuvens de dor que rebentarão, no instante oportuno, em
tempestades de lágrimas na face escura da Terra e, então, das claridades de minha misericórdia, contemplarei meu rebanho desditoso e direi como os meus
emissários: "Ó Jerusalém, Jerusalém!..."
Do livro "GRANDES MENSAGENS", de Pietro Ubaldi, tradução de Clóvis
Tavares, 4a. edição da Fundação Pietro Ubaldi, pag. 23, transcrevem s trecho dao m nsagem ditada ao m dium no Natal de 1931:e é
"...A tigam nte os cataclism s históricos, por viverem isolados os povos,n e o podiam m nter-se circunscritos; agora, não. Muitos, que estão nascendo, vê-lo-ão.a
"A destruição, porém é necessária. Haverá destruição som nte do que é form, e incrustação, cristalização, de tudo o que deve desaparecer, para que perm neçaa apenas a ideia, que sintetiza o valor das coisas. Um grande batis-m de dor éo
necessário, a fim de que a hum nidade recupere o equilíbrio, livrem nte violado:a e grande m l, condição de um bem m ior."a a
Pietro Ubaldi (1886-1972) foi um dos m iores m diais de nosso século, ligadosa e à ciência espírita. Transcrevem s, abaixo, pequeno trecho do que dele e de suao principal obra ' A GRANDE SÍNTESE", disse Emm nuel, pela psi-cografia dea Francisco Cândido Xavier, por interessar, tam ém a este capítulo de nossasb , pesquisas:
"Quando todos os valores da civilização do Ocidente desfalecem numa
decadência dolorosa, é justo que saudem s um luz com esta, que se desprende dao a o grande voz silenciosa de A GRANDE SÍNTESE.
"...A palavra do Cristo projeta nesta hora as suas irradiações enérgicas e
suaves, m vim ntando todo um exército poderoso de m nsageiros seus, dentro dao e e oficina da evolução universal. O m m nto é psicológico.o e
"...A GRANDE SÍNTESE é o Evangelho da Ciência, renovando todas as capacidades da religião e da filosofia, reunindo-as à revelação espiritual e restaurando o m ssianism do Cristo, em todos os institutos da evolução terrestre.e o
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"Curvem -nos diante da m sericórdia do Mestre e agradeçam s de coraçãoo i o genuflexo a sua bondade. Acerquem -nos deste altar da esperança e da sabedoria,o onde a ciência e a fé se irm nam para Deus.a
"E, enquanto o m ndo velho se prepara para as grandes provações cole-tivas,u m ditem s no cam o infinito das revelações da Providência Divina, colocandoe o p
acim de todas as preocupações transitórias, as glórias sublim s e im erecíveis doa e p Espírito im rtal."o
Do livro "OS QU TRO EVANGEL OS", de Jean Baptiste Roustaing, 5a.A H
edição da Federação Espírita Brasileira, terceiro volum , página 329, onde o autore com nta os evangelhos 24:19 de Mateus, 13:17 de Marcos e 21:23 de Lucase (destaques nossos):
"Estas palavras de Jesus: "Ai das mulheres então grávidas e das que ama-mentarem", consideradas do ponto de vista das revoluções físicas, inevitáveis para
a renovação planetária, não objetivavam m is do que pôr em destaque a grandezaa dessas calam dades, que não pouparão nem a criancinha de peito, nem o nascituro,i que ferirão as m es nas suas m is caras esperanças."ã a
Do livro "OS EX LADOS DA CAPELA", de Edgard Arm nd, 9a. edição daI o LAKE-Livraria Allan Kardec Editora Ltda., página 164 (destaques nossos):
"...Com sua órbita é oblíqua (a do astro) em relação ao eixo da Terra, quandoo se aproxim r de m is perto e pela força m gnética de sua capacidade de atração dea a a m ssas, prom verá a verticalização do eixo com todas as terríveis consequênciasa o que este fenóm no produzirá."e
"...Com a verticalização do eixo da Terra profundas m danças ocorrerão:u
m rem tos, terrem tos, afundam nto de terras, elevação de outras, erupções vul-a o o e cânicas, degelos e inundações de vastos territórios planetários, profundas alterações atm sféricas, fogo e cinzas, terror e m rte por toda a parte."o o
Alguns esclarecim ntos úteis encontrados em RAMATIS, em seu livroe MENSAGENS DO ASTRAL, já citado:
"PERGUNTA - (Pag. 175) Porventura esse planeta já não se aproxim u da: o Terra, há 6.666 anos, quando com letou sua órbita, e não teria causadop
perturbações idênticas às que acabais de citar, ou m sm perturbações de outrae o espécie?"
29
"RAMATIS: - Sim avizinhou-se da Terra, m ntendo-se porém um tanto afastado; a
e sem influenciá-la diretam nte. N entanto, assim com o vosso sistem solar came o o a i em direção a um ponto cham do "apex", próxim da estrela Vega, na constelação dea o Lira, tam ém o sistem de que faz parte esse astro m ve-se em direção a um alvob a o
determ nado. E com am os os sistem s se transladam e com velocidades diferentes,i o b a , além das alterações produzidas pelas oscilações constelatórias, justifica-se a m iora aproxim ção atual e em seguida m ior distanciam nto nos sucessivos 6.666 anosa a e futuros."
30
ÉPOCA DOS ACONTECIMENTOS
V m s agora à cata das inform ções que falam da época em que ocorrerão asa o a grandes catástrofes que m rcarão o fim do período em que vivem s atualm nte,a o e procurando analisá-las.
Em prim iro lu^ar, vam s transcrever as palavras de Jesus, segundo Mateus (24:34e o a 24:?9):
"Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça.
Passará o céu e a Terra, porém as m nhas palavras não passarão. Mas a respeito daquelei dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão som nte o Pai.e
Pois assim com foi nos dias de N é, tam ém será a vinda do Filho do hom mo o b e .
Porquanto, assim com nos dias anteriores ao dilúvio, com am e bebiam casavam eo i , davam se em casam nto, até o dia em que N é entrou na Arca, e não o perceberam- e o , senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será tam ém a vinda do Filho dob hom m .e "
Verifiquem s que no trecho acim , as palavras atribuídas a Jesus por Mateus sãoo a diretas, sem parábolas nem subentendidos, com aliás ocorre em quase todo o capítuloo 24. Desse trecho querem s pinçar as relativas ao versículo 36:o
"Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão som nte o Pai", dizendo, taxativam nte, que som nte Deus conhecia o diae e e e a hora daqueles futuros acontecim ntos. Mas são m sm palavras taxativas, relativase e o a "dia" e "hora", não a período ou ér,oca. Tanto assim é que, em seguida, no versículo 37, Jesus com ara a época dos acontecim ntos àquela de N é, que não sabia o dia e ap e o
hora do dilúvio, m s sabia que o tem o havia chegado e deveria entrar na arca e salvara p o que pudesse.
Não nos parece, pelo visto, estar im edido por Deus, que alguém saiba quandop ocorrerá o final dos tem os, o final de um período evolutivo da hum -p a
31
nidade, em que m s e ano isso se dará. Difícil seria antecipar o dia e a hora Jesus,ê no entanto, indiretam nte, falou em "dia", conform verificarem s a seguir.e e o
Vejam s o contido em D niel (12:11 e 12:12), Mateus (24:15 a 18) e Marcoso a (13:14 e 13:29), casando as inform ções, com o fizem s anteriorm nte:a o o e
"Quando, pois, virdes o abom nável da desolação, de que falou o profeta D niel,i a
situado onde não deve estar, haverá ainda m l duzentos e noventa dias; bem aventuradoi -o que espera e alcança até m l trezent-os e trinta e cinc-o dias."i
Jesus, ao dar autenticidade às profecias de D niel, confirm que os acontecim ntosa a e dar-se-ão 1290 dias após "ser visto" o abom nável da desolação, o astro intruso, oi
planeta higienizador, "situado onde não deve estar", em nosso céu, invadindo nosso sistem planetário. Com isso já tem s um indicação de "dia": será 1290 dias após oa o a astro ser visto.
É claro que a data dos acontecim ntos é m ito m is previsível do que a data eme u a que "o abom nável da desolação", ou "astro intruso", possa ser visto no céu; istoi
porque, para ser visto, é necessário a atuação do hom m com previsibilidade apenase , relativam nte exata, enquanto que, a trajetória de um astro é calculada com exatidão.e Ora, se o Profeta D niel afirm que os acontecim ntos dar-se-ão 1290 dias após sera a e "visto", é porque, com m ito m is razão, está disponível para Entidades Superiores osu a dados sobre a trajetória do planeta higienizador.
V ltando ao versículo 37 do Cap. 24 de Mateus, que vem na sequência do 36, emo que Jesus diz que som nte o Pai sabe do dia e da hora, tem s o enunciado:e o
"Pois assim com foi nos dias de N é, tam ém será a vinda do Filho do hom mo o b e " Pode ser que Jesus tivesse dito sobre o "dia" e a "hora", tratando-se da "vindo do Filho do hom m e não do dia e da hora dos acontecim ntos físicos da Terra, quee " e
levarão à separação dos bons e dos m us. A redação, da m neira que está colocada abrea a brecha a esta dúvida.
É necessário esclarecer que a expressão "Filho do hom m , que aparece váriase " vezes no Evangelho, tem dois sentidos prim rdiais: em um Jesus refere-se ao hom mo e do futuro, aquele que habitará o planeta higienizado, o
ho-32
m m bom fraterno, am roso, capaz de viver em paz e equilíbrio com os outrose , o hom ns e com a natureza, isto é, o filho do hom m tanto daquela época quanto dae e ,
da vida; no outro sentido, quando Jesus atribui a si m sm essa expressão, coloca-see o com paradigm , com protótipo do "Filho do hom m , da hum nidade, num futuroo a o e " a m is distante ainda, m s que todos alcançarem s. Jesus m sm o disse: "Sois deuses;a a o e o um dia fareis tudo o que faço e m ito m is".u a
O dia e a hora da chegada do Filho do hom m do estabelecim nto definitivo ee , e com leto do Reino de Deus na Terra, som nte o Pai o sabe, nem m sm o Filho, nemp e e o os anjos dos céus poderão sabê-lo.
A nda em D niel (12:7) encontram s o seguinte alerta:i a o
"Quando se acabar a dispersão do povo santo, então todas estas coisas cum rir-se-ão".p É bastante evidente que D niel referia-se à dispersão dos Judeus, que conseguirama reunir-se, novam nte, nesta segunda m tade do século XX.e e
OS TEMPOS SÃO CHEG DOSA
Emm nuel, pela psicografia de Francisco Cândido Xavier, no livro "A CAMINHOa DA LUZ , cap. XXV, 13a. edição da Federação Espírita Brasileira, páginas 214/215," traz as seguintes inform ções (grifos nossos):a
"...são chegados os tem os em que as forças do m l serão com elidas a abandonarp a p as suas derradeiras posições de dom nio nos am ientes terrestres... Ditadores, exércitos,í b hegem nias, guerras inglórias, organizações seculares, passarão com a vertigem de umo pesadelo...O século que passa cfctuará a divisão das ovelhas do im nso rebanho. Oe
cajado do pastor conduzirá o sofrim nto na tarefa penosa da escolha e a dor see
incum irá de trabalho que os hom ns não aceitaram por am r... Vive-se agora, na Terrab e o um crepúsculo ao qual sucederá profunda noite; e ao século XX com ete a m ssão dop i desfecho desses acontecim ntos espantosos."e
As palavn-s de Emm nuel não deixam qualquer dúvida de que a separaçãoa "dos bodes e das ovelhas", "do joio e do trigo", "dos bons e dos m us", "dos quea
forem colocados à sua esquerda e à sua direita", a que se referiu Jesus, está prestes a ocorrer, pois "com ete ao século XX o desfecho desses acontecim ntosp e
espantosos". 33
O espíritas, sobretudo no Brasil, conhecem s m ito bem Emm nuel, o Guias o u a Espiritual de Francisco Cândido Xavier, um dos m is im ortantes e sérios m diunsa p é de nossos tem os. Toda obra de Chico Xavier é superintendida pelo em nente Emp i m nuel. Nada é psicografado pelo m dium sem que passe pelo seu crivo, pela suaa é , coordenação. E são hoje m is de 400 livros que consolam instruem desvendam oa , , m ndo espiritual, sem re enaltecendo a excelsa figura do Mestre Jesus.u p
E o que Emm nuel nos inform acim é terrivelm nte sério, pois que é ditoa a a e
com todas as letras, diretam nte, não cabendo qualquer interpretação diferente dae que está escrita.
N stradam s, em um trecho de sua carta a H nrique II, diz o seguinte: "Emo u e outubro de 1999: e a um eclipse do Sol sucederá o m is escuro e o m is tenebrosoa a verão, que jam is existiu, desde a criação até a paixão e m rte de Jesus Cristo, e dea o lá até esse dia, e isto será no m s de outubro, quando um grande translação seê a produzirá de tal form que julgarão a Terra fora de órbita e abism da em trevasa a eternas."
Encontram s em "O Evangelho segundo o Espiritism ", de Allan Kar-dec, 91a.o o edição da Federação Espírita Brasileira, Cap.III, item 19, últim parágrafo, pag. 86:o
"...Segundo aquela lei, este m ndo esteve m terial e m ralm nte num estadou a o e inferior ao que hoje se acha e se alçará sob esse duplo aspecto a um grau m isa
elevado. Ele há chegado a um dos seus períodos de transform ção, em que, de orbea expiatório, m dar-se-á em planeta de regeneração, onde os hom ns sc«-ão ditosos,u e porque nele im erará a lei de Deus.(Santo Agostinho, Paris 1862)". (grifos nossos)p
Um fato ocorrido com Bezerra de Menezes no m ndo espiritual, presenciadou por Divaldo Pereira Franco, em desdobram nto, traz-nos um forte evidência dee a que o final dos tem os do desam r e o início da nova era realm nte se aproximp o e a Cedam s a palavra à D. A a Maria Splanger Luiz, em artigo intitulado "NASo n TERRAS VERDE-AMARELAS", publicado pelo "SEI-Serviço Espírita de
Inform ções" n.1277, de 19.09.92, prim ira página (Boletim Sem nal publicadoa e a pela CAPEJvíI Pecúlio - Rua São Clem nte n. 38, l l.andar-kio de Janeiro):e
"Corria o ano de 1950. Todos ncs. espíritas, recordávam s a passage^ doo 1
cinquentenário da desencarnação do Dr. Adolfo Bezerra de Menezes, ocorrida em 11 de abril de 1900.
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"Em Salvador, lá em sua residência na Mansão do Cam nho, Divaldo Pereirai Franco envolvido pelas lem ranças, inclusive por ser um dos m diuns m is utiliza-b é a dos pelo Am roso Mensageiro em suas generosas tarefas de am aro e orientaçãoo p aos que, com todos nós, encontram se ainda na retaguarda da evolução.o
-"Eram duas horas da m drugada quando Divaldo Pereira Franco interroma
suas atividades. Sentia algo que não podia precisar. Viu-se, então, desdobrado, com plena consciência, levado a um grande edifício com enorm s colunas estilo greco-e rom no. Adentrando-se pelo im nso salão, sem entender bem o que ocorria,a e
percebeu, logo depois, que se tratava de um reunião em hom nagem ao Dr.a e Adolfo Bezerra de Menezes.
"Calculou que cinco m l pessoas, no m nim , lotavam o anfiteatro. Haviai í o
tam ém m itos encarnados, em desdobram nto, com ele. Viu que o Dr. Bezerrab u e o entrou cercado de am gos. D ndo início à hom nagem Léon Denis falou em nomi a e , dos espíritas da Europa e de outros continentes. A ós, Manuel Vianna de Carvalhop assum u a tribuna, em nom dos espíritas do Brasil. A seguir, falou Eurípedesi e
Barsanulfo, em nom dos que estudam o Evangelho.e
"Um luz m gnífica surgiu das alturas. Corporificou-se, então, um sublima a e
Espírito. Era Celina, m nsageira de Maria Santíssim , conhecida pelas am ráveise a o com nicações que transm tia através do m dium Frederico Júnior. E Celina falou: -u i é
"Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcante. Pelos teus serviços foi-te concedido que poderás encarnar em qualquer planeta de nossa galáxia próximo à Terra."
"Dr. Bezerra, sem poder conter, naturalm nte, a em ção, tam ém falou: -e o b "Eu não mereço...Eu não mereço... Se algum crédito eu tenho, suplico a Maria
Santíssima continuar nas terras verde-amarelas do Brasil. Desejaria ali ficar
enquanto houver uma pessoa chorando, um gemido dos meus irmãos brasileiros..."
"O celeste ser ouviu a petição e esvaneceu-se. Passaram poucos segundos. Um m lodioso coro entoava divino cântico e um alvinitente m o escreveu no ar:e a ã -"Teu pedido foi deferido. Ficarás mais cincuenta anos nas terras do Brasil."
"Divaldo Pereira Franco despertou alegre e encantado. E contou tudo isto quando, em 1991, proferiu um de suas m gníficas palestras no auditório do Co-a a légio Arte e Instrução, no bairro de Cascadura, no Rio de Janeiro. "Nunca mais apagou-se de minha memória, afigura sublime do Dr. Bezerra de Menezes, en-quanto, sob forte emoção, aguardava a resposta de sua paternal súplica."
D. A a Maria assim term na seu artigo: Obs: próxim no sentido de evolução. 35
n i
o
"Quarenta e dois anos já se passaram Não só nós, brasileiros, tem s sido. o
beneficiados pela presença sem re paternal do Dr. Bezerra de Menezes. D qui ap a oito anos qual será o seu rum ?o
"A indagação chega a angustiar. Mas, não faz m ito tem o um Am gou p i Espiritual nos tranquilizou, dizendo: -"Esteja onde estiver, Bezerra de Meneies
estará sempre nos amparando e orientando pelos caminhos do amor, estimulando-nos a continuar aprendendo para servir melhor!".
N sso com ntário: Bezerra não pediu para ficar nas terras do Brasil por m iso e a 50 anos. Ele suplicou à Virgem Santíssim que, se algum crédito tivesse, desejariaa ali perm necer "...enquanto houver um pessoa chorando, um gem do dos m usa a i e
irm os brasileiros..." Não im ortava a Bezerra o tem o que fosse necessário. Mas aã p p resposta foi concisa: "Teu pedido foi deferido. Ficarás m is cinquenta anos nasa
terras do Brasil."
Ora, os 50 anos term nam neste final de m lénio. Para que não haja mi i nenhum pessoa chorando ou um gem do sequer, com deferido foi o pedido dea i o Bezerra, algo de extraordinário deverá ocorrer, para que a fom e a m séria, ae i
corrupção e os corruptores, a violência e os crim nosos, a exploração e osi
exploradores, as traições e os traidores, as drogas e os traficantes etc. etc. sejam definitivam nte banidos, não só de nossas terras, m s de toda a Terra.e a
Para os espíritas, que conhecem s Divaldo Pereira Franco, sua palavra sobreo assunto tão sublim e sério é da m is alta significação e credibilidade. Seu m ndatoe a a m diúnico, colocado a serviço da Seara de Jesus, é dos m is significativos dae a
atualidade no m ndo. E contato com o m ndo espiritual através da m diunidade deu u e desdobram nto, é fato m is que rotineiro nos trabalhos m diúnicos de Divaldoe a e
Pereira Franco.
O que seria capaz de realizar a fantástica proeza de enxugar a últim lágrima de lenir o últim gem do, até o final deste século, daqueles que perm neceremo i a
encarnados no Brasil? E para que não houvesse um choro e um gem do no Brasili seria necessário tam ém que não o houvesse no m ndo! Som nte a grandeb u e
separação, a grande colheita, seria capaz de tal proeza.
O m sm Boletim Sem nal "SEI-Serviço Espírita de Inform ções" n. 1275, dee o a a 05.09.92, transcreveu um belíssim m nsagem de Bezerra de Menezes, recebidaa a e por Divaldo Pereira Franco, de onde extraím s as seguintes paites:o
"Meus filhos, que Jesus nos abençoe. Estamos no limiar de uma nova era e no crepúsculo da cultura e da civilização do pas ado. Abrem-se-nos
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perspectivas de um período novo que vem sendo anunciado através dos evos. Mom nto grave este que vivem s no Planeta, quando os valores éticos enobrecidose o cedem lugar ao desequilíbrio e às m nifestações do prim tivism , que devema i o
desaparecer da estrutura psicológica da criatura hum na...a Hoje ou nunca mais, neste momento grave, se repetirá o chamamento do Senhor para nós. Esta oportunidade definir-nos-á os rum s do futuro e vós prom testes seguir as pegadaso e de Jesus, fiéis à Revelação Espírita, conform nô-la ofereceu o discípulo fiel, quee foi Allan Kardec.
"Não há m is tem o para as discussões estéreis nem para as frivolidades dasa p opiniões personalistas em detrim nto dos lídim s ideais da fraternidade, do ame o da caridade.
"Sede vós os lutadores autênticos, preparadores da era que com ça, nesta noitee histórica, precedendo a alvorada de luz, de liberdade e de paz..." (grifos nossos).
De outra m nsagem de Bezerra, esta psicografada por Julio Cesar Gran-die Ribeiro, em 05.08.91, publicada pelo "Reform dor", revista da Federação Espíritaa Brasileira, núm ro 1959, de junho/92, página 167, extraím s o seguinte trecho:e o
"Filhos: Nestes m m ntos de crise existencial por que passa nossa Hu-o e
m nidade, na transição para o m lénio próxim , estejam s sem re vigilantes ema i o o p nossa cam nhada. São m itos os obstáculos a transpor e os observadoresi u
espirituais, à nossa volta, já impossibilitados de retornar ao Orbe pela reencarnacão, inquietos alguns, revoltados outros, vingativos outros m is,a
julgando-se, m itos deles, injustiçados pela Providência Divina, cobram de cadau um de nós o necessário aprum m ral-espiritual, a fim de m recerm s a Terra doo o e o am nhã..."(grifos nossos).a
O que nos alerta Bezerra é que tenham s o m xim de cuidado, porque m itoso á o u obsessores do m ndo espiritual revoltam se pois que não m is terão oportunidadeu - a de reencarnar na Terra; e de sua revolta nasce um recrudesci-m nto dase
perseguições e tentativas de arrastar para os abism s que os esperam suas antigaso , com anhias, já a cam nho da regeneração.p i
E por que não m is terão tem o para reencarnar na Terra? Possivelma p e porque a grande separação está im nente.i
Outra m nsagem psicografada em espanhol por Juan A tonio Durante, eme , n Madrid, em 29.11.92, na sessão plenária do Congresso Mundial de Espiritism traduzida por Lauro S. Thiago, publicada no "Reform dor" n. 1970, dea
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m io/93, página 133, desta feita assinada por Bezerra de Mene2es, Am lia D.a a Soler, F. Colavida e outros Espíritos ligados à Espanha, traz-nos o seguinte trecho:
"...A necessidade de conduzir o hom m às form s étíco-m rais que o induzame a o a pensar na vida im rtal obriga a um ação im diata, positiva, pois,o a e já quase não existe tempo material a fim de poder prepará-lo para as grandes mudanças que se aviz nham, como impositivo indispensável que acompanha o advento doi III Milénio, em que o hom m deixará de ser inim go do hom m e em que oe i e ,
sentim nto de am r ao próxim , estabelecido com regra por Jesus, será ume o o o realidade inquestionável..." (grifos nossos).
Com pudem s observar, Bezerra, nessas m nsagens com em inúm raso o e o e outras, passa-nos o sentim nto de que tem pressa em alertar-nos sobre ose acontecim ntos que se avizinham a urgência em m dificarm s os com orta-e , o o p m ntos, a falta de tem o para querelas e discussões estéreis, a necessidadee p
prem nte de trabalharm s no bem e pelo bem para adquirirm s o padrão vibratórioe o , o m nim , a fim de não serm s sugados para m ndos inferiores.í o o u
Do livro "FRANCISCO DE ASSIS", pelo Espírito MIRAMEZ, psico-grafia de João N nes Maia, 7a. edição da Editora Espírita Cristã Fonte Viva, pag. 31 (grifosu nossos):
". O Apocalip e representa a janela pela qual a humanidade restante poderás passar para o terceiro milénio e sentir a vida nos m ldes preceituados peloo
Evangelho do Cristo. A felicidade para os eleitos da Terra é hoje m sclada de grandese torm ntos, pois as provações coletivas induzem as criaturas a afogadilhas intenções, aoe desespero, à vingança e ao ódio. Fugiu do m ndo a serenidade, assim comu o
dificilm nte nela se encontra am r;e o o período é de transição. Que Deus nos abençoe, pois ele é tem orário... m s desnorteia aqueles que ainda são fracos na fé".p a
Alerta-nos Miram z que, para atingirm s o terceiro m lénio, terem s de transpore o i o um "janela", o A ocalipse, e só aa p humanidade restante poderá fazê-lo. Entre nós, hoje, e o terceiro m lénio, à nossa frente, terem s, ainda, que passar pelo A ocalipse.i o p
Contínua Miram z no parágrafo seguinte:e
"N s últim s acontecim ntos do orbe terrestre, que finalizarão os dois m l anos,o o e i nas grandes catástrofes físicas e m rais, quem não tiver fé, dificil-o
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m nte se salvará. A salvação a que nos referim s é a estabilidade de consciência, ée o a paz interna no m io das torm ntas que se aproxim m Parece, oara os cépticos, que ae e a . fé é sinónim de fanatism , e esse engano é que vai levá-los ao caos do terrorism e dao o o depressão. A vida alegre é a que se consubstancia na luz da Fé, porque ela eleva o
espírito até à plenitute do Am r. Queira Deus que despertem s cada vez m is para oo o a Cristo, no resto de tem o que nos é dado, que tam ém representa resto de im rudência.p b p O A ocalipse é um aviso com dois m l anos de antecedência; O Evangelho, na sua reta-p i guarda, nos fala do clim que poderem s form r em nós, a fim de que não sofram s osa o a o desastres coletívos."
Miram z, o m sm Irm o Luiz que acom anhou Francisco de Assis, ou Joãoe e o ã p Evangelista reencarnado, o autor do A ocalipse, tem sem dúvidas, acesso ap ,
inform ções no m ndo espiritual para afirm r, com segurança, que os acontecim ntosa u a e preditos dar-se-iam dois m l anos após seu enunciado. Tem o, este, que ora se esgota.i p
Do livro "PROFECIAS", de Pietro Ubaldi, 4a. edição da Fundação Pie-tro Ubaldi, tradução de Carlos Torres Pastorino e Clóvis Tavares, em que, dentre diversas
profecias analisadas pelo autor, ressalta um porm norizado e profundo estudo doe A ocalipse de João Evangelista, transcrevem s, a seguir, diversos trechos que dizemp o respeito à época dos acontecim ntos preditos para a hum nidade (grifos nossos):e a
"O m m nto histórico atual é m ito grave. Ele está se tornando cada dia mo e u