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Linguagem. código, língua, linguagem

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Academic year: 2021

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Texto

(1)

Linguagem

código, língua, linguagem

Este é um material de

apoio. Para estudo,

consultar capítulos 1 e 2 da

gramá;ca e as anotações

no caderno feitas em sala.

(2)

JOGO DE XADREZ

LÍNGUA

O valor das peças depende de sua

posição no tabuleiro.

Cada termo tem seu valor em oposição

aos outros termos.

Cada lance movimenta apenas uma

peça.

As mudanças só se aplicam a

elementos isolados.

O lance repercute sobre todo o

sistema: é impossível ao jogador

prever com exatidão os limites do

efeito.

Não se pode prever os limites do

efeito de uma mudança no sistema

linguístico.

O deslocamento de uma peça é um

fato distinto do equilíbrio precedente

e do subsequente.

A fala só opera sobre um estado da

língua e as mudanças que ocorrem

entre os estados não pertencem a

nenhum deles.

Espontânea / mudanças não intencionais

(3)

O signo linguís;co

Jacaré - PT

Kabròrò - KJ

Alligator - EN

Alligatore - IT

(4)

17 1 Akwáwa Amanayé Anambé Apiaká Araweté Asurini Avá Guajá Guarani Kamayurá Kayabi Kokáma Nheengatú Omágua Parintintin Tapirapé Tenetehára Uruewau-wáu Urubú Wayampí Xetá Zoé Família Tupi-Guarani Kuruáya Mundurukú Família Munduruku Karitiána Família Arikém Família Juruna Outras Línguas Família Mondé Família Ramaráma

Tronco Tupi

Família Txapakúra Família Nambikwara Família Pano Família Yanomámi Família Nakrehé Botocudo Família Makú Família Tukano Família Arawá

Família Múra Família Katukina

Família Aruak Família Guaikurú Família Karib

Tronco Macro-Jê

Família Karajá Família Maxakalí Akwén Apinayé Kaingang Kayapó Kren-akarore Suyá Timbira

Xekréng Outras Línguas

Família Bororo Línguas Isoladas Família Tupari Juruna Xipaia Awetí Mawé Puruborá Aruá Cinta-Larga Gavião Mekém Mondé Suruí Zoró Arára Itogapúk Pakaanóva Urupá Torá Nambikwara Sabanê Amawáka Karipuna Katukina Kaxarari Kaxinawá Marubo Matis Mayá Mayoruna Nukuiíni Poyanáwa Yamináwa ¥awanáwa Ninám anomám Sanumá Yanomami Bará Guariba Húpda Kamã Nadêb Yahúp Makuráp Wayoró Túpari Barasána Desána Juriti Karapanã Kubewa Pira-tapuya Suriána Tukano Tuyuka Wanána Yebá-masã Aikaná Arikapu Awakê Irántxe Jabuti Kanoê Koaiá Makú Trumai Tukuna Krenak Javaé Xambioá Karajá Maxakali Pataxó Hãhãhãe Família Jê Guató Ofayé Rikbaktsa Yatê Bororo Umutina Múra Pirahã Kanamari Txunhuã-djapá Katukina do Biá Katawixí Kadiwéu Apurinã Baniwa Baré Kampa Mandawáka Mahináku Palikur Paresi Piro Salumã Tariána Terena Wapixana Warekena Waurá Yabaána Yawalapití Apalaí Atroari Galibi Hixkaryana Ingarikó Kaxuyána Makuxi Mayongong Taulipang Tiriyó Waimiri Waiwai Warikyana Wayana Arara do Pará Bakairi Kalapalo Kuikúro Matipú Nahukwá Txikão Banavá-Jafi Deni Jarawára Kanamantí Kulina Paumari Yamamadi

Línguas

Brasileiras

Mas existem mo;vações...!

menino – rapaz – homem

wekiri - jyrè – bodu – wekiribò – hãbu

(5)
(6)

Algumas Línguas, (como as eslavas) permitem sequências

maiores de Cs e também Cs silábicas:

Croata: vrt ‘jardim’

Slovak: klb ‘junta’

Tcheco: str

č prst skrz krk

‘eu coloco o dedo na garganta'

Dr

žič

[

ˈ

d

ɚʒ

]

[v

ɚt ]

[kl:b ]

Uma oração inteira

sem vogais.

(7)
(8)

oralidade e escrita

• 

FALA

bom... eu lembrei agora não sei por que... de uma... de

uma história assim um pouco... um pouco triste... né? de

uma colega que estava trabalhando comigo... que eu não

vou dizer o nome dela... é que ela tem um problema

de::/ ela tem uma assim/ muita ;midez... então ocorreu

um fato na vida dela... de separação dos pais... tal.... e ela

estava apaixonada por um rapaz... esse rapaz morreu

atropelado.... e ela tentou:: cortar.... um dos pulsos.... ela

me contou assim::... eu:: fiquei tão::/ um pouco

chocada... porque eu.... assim... não conheci ninguém

que já tenha.... eh::... pra;cado assim/ tentando

suicídio.... entendeu? então fiquei muito chocada com

isso.... aí depois eu ;ve até que rir.... porque ela

contando.. né? como é que ela cortou o pulso.... então

ela cortou só um pulso... e numa linhazinha assim bem

fininha.... né? eu ;ve que rir.... porque ((risos)) porque

ela contando.... estou crente que é uma coisa assim....

aquele suicídio.... aquela coisa assim for::te... mas ela

cortou/ graças a Deus.... cortou bem de leve o braço....

então eu cheguei a rir.... quer dizer.... parecia ser uma

história triste mas no final.... deu tudo certo.... ela/ não

aconteceu nada com ela.... foi uma pequena tenta;va

mas... que fracassou.... graças a Deus...."

• 

ESCRITA

"Certo dia, eu e uma colega de Faculdade conversávamos sobre

alguns problemas existenciais. E em determinado momento da

conversa, contou-me que sofreu muito na época em que seus pais

estavam se separando, que ;nha sido um processo muito doloroso

para todos de sua família, e ela nunca soube lidar direito com esse

problema.

No decorrer de sua adolescência, ela conheceu e se apaixonou

por um menino que morava perto da casa de seu padrinho. E como

a vida tem seus percalços, volta e meia, prega uma peça na gente,

esse menino veio a falecer sendo ví;ma de um atropelamento.

Parecia que a vida estava lhe roubando a melhor parte de sua

própria vida.

Foi quando ela me contou que tentou cortar os pulsos, logo

após o acontecido. Fiquei chocadíssima e perguntei-lhe mais

detalhes sobre o ocorrido. Perguntei-lhe se havia tentado cortar os

dois pulsos, ela olhou-me com um olhar meio enigmá;co que eu

não consegui decifra-lo. Disse-me que só havia cortado um dos

pulsos e o corte foi de leve.

Sen; um grande alivio e, ao mesmo tempo, uma vontade de rir,

afinal, graças a Deus, a sua tenta;va de suicídio não se configurou.

Acabamos rindo e fazendo piadas da "triste" situação. Pedi-lhe que

nunca mais ousasse repe;r a dose. "

Que

diferenças

você vê?

(9)

a convenção

ortográfica

(10)

diafragma

traquéia

esôfago

A ar,culação da fala

(11)

Qual é a primeira

barreira que o ar que

sai dos

pulmões encontra?

As pregas ou

cordas vocais

Que estão dentro

da laringe

(12)

[

s]

[

z]

(vibração regular

das cordas vocais)

(só chiado, fricção sem

(13)
(14)
(15)
(16)

Representação: O ALFABETO

(

a gente até tentou... Mas não dá pra dizer que a gente

escreve como fala...

)

(17)
(18)

Para além do alfabeto:

os supra-segmentos da entonação

Sinais que indicam

PAUSAS

Sinais que indicam

MELODIA

• 

vírgula;

• 

ponto-e-vírgula;

• 

ponto.

• 

dois-pontos;

• 

ponto-de-interrogação;

• 

ponto-de-exclamação;

• 

re;cências;

• 

aspas;

• 

parênteses;

• 

travessão.

A

T

O

S

I

N

T

E

R

Não separa com vírgula sujeito de

predicado!

(19)

Ela vai viajar?

Ela vai viajar!

Discussões sobre

entonação.

(20)

Intersubje;vidade e pontuação

CAPÍTULO LV O velho diálogo de Adão e Eva BRÁS CUBAS ...? VIRGÍLIA ... BRÁS CUBAS ... VIRGÍLIA ...! BRÁS CUBAS ... VIRGÍLIA ...? ... BRÁS CUBAS ... VIRGÍLIA ...? BRÁS CUBAS ... ...!...!... ...! VIRGÍLIA ...? BRÁS CUBAS ...! VIRGÍLIA ...!

(21)

Qual a

frequência das

estruturas de

proeminência

silábica?

Amou daquela vez como se fosse a úl,ma Beijou sua mulher como se fosse a úl,ma E cada filho seu como se fosse o único E atravessou a rua com seu passo Nmido Subiu a construção como se fosse máquina Ergueu no patamar quatro paredes sólidas Tijolo com ;jolo num desenho mágico Seus olhos embotados de cimento e lágrima Sentou pra descansar como se fosse sábado Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago Dançou e gargalhou como se ouvisse música E tropeçou no céu como se fosse um bêbado E flutuou no ar como se fosse um pássaro E se acabou no chão feito um pacote flácido Agonizou no meio do passeio público Morreu na contramão atrapalhando o tráfego Amou daquela vez como se fosse o úl,mo Beijou sua mulher como se fosse a única E cada filho seu como se fosse o pródigo E atravessou a rua com seu passo bêbado Subiu a construção como se fosse sólido Ergueu no patamar quatro paredes mágicas Tijolo com ;jolo num desenho lógico Seus olhos embotados de cimento e tráfego Sentou pra descansar como se fosse um príncipe Comeu feijão com arroz como se fosse o máximo Bebeu e soluçou como se fosse máquina Dançou e gargalhou como se fosse o próximo E tropeçou no céu como se ouvisse música E flutuou no ar como se fosse sábado E se acabou no chão feito um pacote Nmido Agonizou no meio do passeio náufrago Morreu na contramão atrapalhando o público Amou daquela vez como se fosse máquina Beijou sua mulher como se fosse lógico Ergueu no patamar quatro paredes flácidas Sentou pra descansar como se fosse um pássaro E flutuou no ar como se fosse um príncipe E se acabou no chão feito um pacote bêbado Morreu na contra-mão atrapalhando o sábado

Proparoxítonas

(antepenúl;ma sílaba tônica)

correspondem a 3% das palavras da

língua)

Por isso ACENTUAMOS TODAS.

(22)

Você não erra isso, mas é bom saber...

PAROXÍTONAS

OXÍTONAS

• 

Paroxítonas

terminadas

em

A(s), E(s,m, ns), O(s)

são predominantes na

língua:

• 

Casa, mesas, dente,

pentes, colo, rostos,

nuvem, nuvens, amam,

sofrem...

• 

Ex.: Maria come bolo na

mesa.

• 

Oxítonas

terminadas em

I

e

U

são

predominantes

na língua, logo:

– 

cajá, café, jiló

– 

caju, xixi

(23)

Acentos diferenciais

no novo acordo ortográfico

Autopsicografia (Fernando Pessoa)

O poeta é um fingidor.

Finge tão completamente

Que chega a fingir que é dor

A dor que deveras sente.

E os que lêem o que escreve,

Na dor lida sentem bem,

Não as duas que ele teve,

Mas só a que eles não têm.

E assim nas calhas de roda

Gira, a entreter a razão,

Esse comboio de corda

Que se chama coração.

Auto-psicografia

(Fernando Pessoa)

O poeta é um fingidor.

Finge tão completamente

Que chega a fingir que é dor

A dor que deveras sente.

E os que

leem

o que escreve,

Na dor lida sentem bem,

Não as duas que ele teve,

Mas só a que eles não

têm

.

E assim nas calhas de roda

Gira, a entreter a razão,

Esse comboio de corda

Que se chama coração.

(24)

...Jogo dos 7 erros...

1

2

3

4

5

6

(25)

Exercícios de fixação

Exercício em sala

• 

Páginas 32 a 34 (exercícios 1

a 6 apenas)

• 

Página 36 (capítulo 2):

exercício 1 a 3.

Exercício em casa (ECA 02)

• 

Para 25/2

• 

Página 41 a 43 (capítulo 2):

exercícios 1 a 9.

Referências

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