collrboraçAo «
Dr\S LEITORAS
Rapazes do Belemzinho
Américo R.: Phisionomia sym-pathica, cabellos castanhos e pen-teados para traz; sua prosa é capti-vante. Gosto delle por ser torcedor do glorioso C. A. Paulistano.
Salomão S.: Estatura regular, mo-reno, de negros cabellos e dansa admiravelmente. Seu deleito é ser convencido em demasia.
Olegario: Sinto muito, mas não me é possivel sympathisar com es-se rapaz.
Romeu F.: Mignon, sympathico, agradavel, freqüentador assíduo do Theatro Melitta.
Paulo R.: A sua belleza encan-ta. E' por isso que conseguiu con-quistar o coração de certa moça.
Antonio F.: Possuo olhos brejei-ros, traja-se com apurado gosto e não 6 de admirar que conquiste mui-tos e muitos coraçõesinhos.
Joãosinho F.: Estatura baixa, loi ro, muito engraçadinho. Esse rapaz distingue-se pela seriedade. Seus mo-dos simples, sem affetação, o tor-nam muito sympathico. Da leitora agradecida — Thebe.
Sla Ephigenia em scena
O que conseguimos notar: a sin-ceridade de Laura C. Sanlos; a bon-dade de Alice; Maria, impressiona-da com o chamado telephonico; Adalgisa, vive suspirando; Concei-ção Alvim, não tem tomado parte nas partidas de ping-pong; o noiva-do da Chiquita; Álvaro Araújo, com saudades das Ulephonadas da N.; Júlio, mais cuidado ao cumprimen-tar as senhoritas; Oscar Araújo, não liga ao bello sexo. I.ulú, gosta im-mensamente de dançar o picadinho; Alcidís Araújo, é extremamente
sym-pathico; acho graça no americanis-mo de Gil dc Carvalho; o porte mingnon do Carlito. Da leitora — Mlle. Lindazinha. s ? r-je 7. InVJ > fc: Q- I' QJ C7g"lQLBM ^ a) to BKIrM? qj |£jMa7L2& Qj^ 5 Perfil de M. Ramclla
E' claro, seus olhos são azues celestes, olhos scismadores que fazem sonhar... Sua bocca, pequena e mi-inosa, entreabre-se sempre num leve sorriso, deixando ver perfeitamente seus dentes quaes ricas pérolas do Oriente. Seu porte mignon e seus cabellos castanhos e ondeados, tor-nam-no ainda mais encantador. Sei perfeitamente que ama a gentil se-nhorita S. B. c é por ella corres-pondido pelo mesmo affecto. Como são felizes! Brevemente irão, como dois pumbinhos, gozar uma feliz lua de mell Da leitora — Ideal Desfeito.
Perfif de Mlle. Margarida
E' muito joven e reside á rua Conde des Sarzeda. Sua tez é more-na e levemente rosada, os olhos são
^castanhos e sonhadores. Sua boqui-nha é um cscrinio de encantadores sorrisos. Seus cabellos são escuros e penteados com muita simplicidade, o que a torna mais encantadora. Quando fala, attrae; quando sorri, encanta. Da leitora — Glorinha.
Notas de Piracicaba
Observo em Piracicaba: Ignacio, conquistador jubilado; Pintadinho, dansarino eximio; Sady F., contando estreitas; Luiz P., distribuindo scien-cia; Mario C,, suspirando, «never more»; Guiào, limpando os oculos; Nelson, pé de anjo, disputado; Ma-ciste, tristonho; Elias, assobiando na rua do Commercio, inspirado poeta", Bianohi, reatando velhos amores; Mario A., louco para se casar; Pli-nio ]., dizendo adeus á solteiricc; Sady K., victima de bloqueio; Al-berto E., cotuba; Magalhães, creador de novas dansas; Sayão, apaixona-do pela L.; dr. J. de Mattos, excen-tricô; dr. L. Silveira, intclligente; dr. Ortigão S., innocente...; Benedicto M., ciumento; e emfim, Sylvestre, desfructavel. Da leitora — Glaucia¦
"
-!
f|- FRE D. FIGNER
- Rua SSo Bento 62
jj ii £ Seccio de Ma chinas i> ii Machfnas dc Escrever ===== ROYAL ===== a melhor e a mais resistente
Machinas de Calcular
Cofres Torpedo — Fitas
HRTIGOS PRRR ESCRIPTORIO
Secçfto de Qrammophonea
Grammophones, Victrolas
Discos Odeon, Vlctor
Fonotipia
Sempre novidades em Brinquedos
e artigos para prtsentes
m :? y
. VJv' ' ::v ' •
IISIHE,
SÊH Mill DE IIIBH 15
Roa 15 de Novembro. W Gusiavo Figr\er
A maior casa, existente no Brazil, ein artigos para presentes — Cinco
anda-res repletos das ultimas novidades, servidos por confortável elevador
e telephones em todas as sccções
O MAIS COMPLETO E MAIS VARIADO SORTIMENTO DE OBJECTOS DE ARTE
Bibelots - Fantasia - Metal - Prata-Bronze - Mármore - Alabastro - Couro
Seda -
Quadros a oleo e aguas fortes Reproducções
pelo moderno systema Anaplas e Degi - ftrtislicas porcelanas e louças inc'«?zas, hollandezas, allemans, irancezas, j^ponezas c as celebres de Copenhague. ESPECIALISAMO-NOS IGUALMENTE EM MOVEIS DE VIME Artigos e movais para escriptorio -Malas e todos os artigos para viagem -Brinquedos - Yehiculos e moveis para crianças - Esporte - Gymnastica -
Ta-petes ¦ Oleados e uma infinidade de ob-jectos de utilidade domestica. - UM
ANDAR INTEIRO DEDICADO A
ESTA SECÇAO.
GRANDE SALÃO DE VICTROLAS,
GRAPHONOLAS E GRAMMOPHONES
Longe do barulho da rua, podereis apreciar a musica da vossa predilecçâo, constante dos magníficos «
inexcediveis discos VICTOR, COLUMBIA e PHOENIX, que vendemos em prestações e a longo praso.
NOVIDADES ELECTRICAS
Para diversão e de utilidade, bobinas para choques, raios violeta, campainhas, lampadas portáteis "EVEREDY",
apparelhos de massagens. — Apparelhos Q1LET, autoslrop — Laminas — Navalhas e todos os pertences para fazer barba.
PERFUMARIAS FINAS
E ARTIGOS PARA TOILETTE
Extractos — LoçOes — Aguas de Colonia — Cremes — Ptís de arroz — Talcos — De Coty — Arys — Tlieullter
Legrand — Guerlain — Roger et üallet — Atkhinson — Erasmlc — Colgate — Lnzeil — Williams — d'Orsay
e de oulras mais procuradas marcas francezas, inglezas, além de muitas acreditadas nacionaes. Completa esta
sec-çâo um grande sortimento dc artigos hygienicos e de bel-leza feminina, c artigos de manicure e de costura. —
Pre-ços mais moditos.
BRINQUEDOS. Dia a dia vae se tornando mais
in-teressante o nosso colossal sortimento de brinquedos, cons-tituido de mil o uma novidades, completado com uma va-nadado magnífica de vehiculos para crianças. Sobresahem na exposição da nossa sobre-loja lindos automoveis, bicy-delas, voadores, «Scudders», tricycletas para meninos e meninas; jogos, «sport», balanços para jardim e surpresas
em abundancia a preços modicos.
p—
COLLftBORftÇAO
DflS LEITORAS
A' colleguinha julietta
Sentada preguiçosamente numa cadeira de balanço, folheava lenta-mente as paginas da revista de to-dos, <A Cigarra», quando deparei com úira cartinha por você endere-çada ao meu amiguinho Raul. Voiê não faz uma pallida idéia, da curió-sidade que me despertou. Li-a atten-ciosamente. Ignorava por completo que a setta de Cupido tivesse attin-gido o seu humilde coração.
Já que assim succede, querida colleguinha, dê-me licença de lhe dizer alguma cousa sobre o amor.
O amor 6 uma chamma satanica
castanhos, olhos esses que captivam os mais rebeldes coraçõesinhos. E' conhecedor dos mais reconditos se-gredos da alma feminil. E' muito educado e gracioso. O seu coração pertence a uma distincta joven loiri-nha que o ama immensamente. O único defeito que o meu perfilado possue é não corresponder ao meu intenso e puro amor. Com a publi-cação deste perfil, muito grata ticará a leitora assidua — Saphira.
Melindrosa Apaixonada
Attendendo ao pedido da amigui-ilha, procurei saber o nome do seu
Carlos, curte mais do que elle; o hercules Vidal, não ama; Arlindo, gosta muito da cidade; Leandro, es-tá preparando um memorial ás suas amadas; o vigoroso Milton, gosta muito do Colombo. Da constante leitora — Rosa Só.
Bairro de Santa Ephigenia
O que tenho notado: A graça de Maria S., o sorriso seductor de Nini F., as lidnas covinhas e a ele-gancia de Lecticia T., os negros olhos de Alice A., o dansar de Lu-cy M, a mimosa boquinha de Cie-lia P., os lindos cabellos de Dioné T., o andar de Lalá L., a pose de Mathilde L., as fitas de Odette S., a bondade attrahente de Chiquinha P., a sympathia de Antonietta P., o
Os successos do Luctyl no Exercito
Valiosos attestados ?=?=?£?-?s
V
|
Contra factos não ha argumentos s
Luetyl cura SyphiBis, fortalece e engorda
? Lourival Corrêa da Silva, praça do 7.o batalhão do Exercito, cu-rou-se da syphi-lia e fortaleceu-se com o Luetyl, Manuel Augusto Rodrigues da Silva, praça do 9.0 batalhão do Exercito, curou-te de enfermida-dtfs occasionadas pela syphilis, com ? o Luetyl. Nilo Isidoro França,praça do 7.0 batalhão do Exercito, lortale-ceu-se e augmen-tou o peso com o Luetyl.
Oswaldo Silvei-ra Camacho, praça do 7.o ba-talhfio do Exerci-to, depurou-se e fortalecesse com o Luetyl. Benedicto da Silva Grcia,pra-ça do 8.0 bata-Ihão do Exercito, curou-se da sy-philis.com o Lue-tyi.
Dr. Pachô de Faria, capitão medico do Exercito, attesta que empregou o Luetyl com resultados satisfatórios em do-entes de affecçGes occulares rebeldes a outro qualquer tra-tamento mercurlal.
Milhares òe enfermos têm curaòo os seus males com o
"LuetYl".
Centenas òe
meòicos attestam a efficacia bo ^Luetyl" Nos hospitaes òa Marinha e òo Exercito
é aòoptaòo, tenòo siõo, officialmente, submettiòo a estuòos e observações, ficanòo
provaòo o seu incomparavel valor. O
"Luetvl"
é òe effeito rapiòo e não precisa
õiéta. Venòe-se em toòas as pharmacias. S X $ ? II ? II a r, i ?
que attrahe, do mais débil ao mais rude coração, com suas forças ma-gneticas e depois o lança sob um um vulcão de dôres.
Nào se atreva nunca a confessar amor sinceramente a um homem, porque os seus poderes são immen-samente superiores aos nossos. As nossas almas não sabem enganar. Com o homem nào se dá o mesmo. Sio todos hypocritas e máus. Da leitora e amiga — Gilda.
Perfil de Mr. J. h O.
O meu perfilado reside á rua Vi-ctoria n.o impar. E' de estatura me-diana, tez clara, cabellos e olhos
apaixonado. Elle chama-se Carlos e reside á rua Arujo n.o impar. Co-nheço-o de vista, por ser meu visi-nho, por este motivo não sei o seu sobrenome. Da leitora — Veca.
Bairro da Luz
Sem ser muito indiscreta, eu noto que; o attrahente Aldo, ha tempos que não dá o ar de sua graça; o sympathico Sebastião, desertou do bairro; o elegante Zico, fez o mes-mo; o bello José, gosta muito dos Campos Elyseos; o lindo Agenor, anda um tanto enigmático; o distra-hido Ernesto, curte tanto, que nem olha mais para mim; o apaixonado
olhar fascinante de Mercêdes, o lin-do rostinho de Dagmar e a minha paixão crescente pela «Cigarra». Da leitora — Turmatína Azul.
No Rio Branco
Tenho notado: Lecticia T., muito chic; Dioné T., encantadora, fazia lembrar Mary Pickford; Chiquinha P., uma bellezinha; Clelia P., muito risonha; Nini F., uma gracinha; An-tonietta P., o typo da sympathia; Marina S., elegante; Glorinha, sim-pies e romantica; Elisa, olhos tenta-dores; Odette, 6 o encanto personi-ficado. Da leitora — Cyra.
tende sempre
a funccionar o "Gerador da Força Humana**
Os nervos fazem o trabalho — precisam ser alimentados
O syste nervoso 6 o "Gerador da força do corpo humano; os nervos fornecem a energia com que tabalha-mos e controliam todo o nosso
pensamento e acção. O systema nervoso consiste em milhares dc pequeninas O Dk
nervosas") as
quaes vivem e extrahem o alimento que precisam para a sua vida, da nossa alimentação. u 1 hosphato é o alimento de
que carecem e todos os alimentos contam uma certa quantidade d'este elemento, mas infelizmente 6 necessário
grande alimentação paia produzir uma pequenina dose de Phosphato.
. k Por esta razão que muitos homens e senhoras que trabalham demasiadamente e que portanto usam em maiores
quantidades o phosphato natural, que soffrem de: — Falta de memeria Neurasthenia
Debilidade Nevralgia
Depressão Falta de vigor
t.as pessoas usam
o fornecimento do Phosphato vital tecidos nervosos, mais depressa
que o produzem — se continuar por muito tempo n'estas condições, o resultado é ficarem imprestáveis.
Os médicos fizeram recentemente uma experiência
com diversas írn-mas de Phosphato e pelas ®*P®r'encias, chegaram á conclusão
que o BITRO ri-losPHATO
era o melhor para ser tomado nos sym-Ploinas acima e como é promptamente absorvido pelos
BITRO PHOSPHATO alimenta os nervos
Lassidão *
Insomnias lrritabilidade
fornece o alimento necessário aos nervos enfraquecidos. 0 BITRO PHOSPHATO produz elfeitos reaes e permanentes nas cellulas nervosas as quaes por sua vez revigoram o ccrebro e o corpo.
0 BITRO PHOSPHATO é- adquirido em todas os pharinacias; experimente por quinze dias e verificará a transformação no seu corpo taes como: — olhos bri-lhantes, volta dn memória, força e energia.
Entre colleguinhas
apressadas
Depois de se despedirem, ás 8 °{"as, na porta do Conservatorio, X, voltando-se
para sua colleçuinha A. r
:
7~ escuta uma cousa: A. desistiu de te
perseguir? iP'
~~ Xil...
Já vem você com isso. Por favor,
não me aborreça, você bem sabe...
X. — Hontem te viram com elle... M B._ — Quem,heim? Que azar! u Si. '*a quc estava cm tamanho
elle? ^Ue ma' -3ǰcu*s'ar com C
V - ?!...
B. — Mettem-me
em cada umal
Que pouca sorte a minha I...
n n ^cm 1uc g°stas... t j
— amanhã.
Faça o avor de não me aborrecer com es-tas cousas,
que eu detesto. Por fa-vor, não
toque mais nesse assumpto. n n"
Vens amanhã? A B. — Tavez.,.
não sei. Por-que?
X- — Tenho muita cousa para te contar, mas
hoje não posso. Olha,
n ei£ 0 bonde- R[é amanhã. A. B. — /\té amanhã.
Beijaram-se e separaram. Da lei-tora — Ouoe
Tudo.
Carta a Peregrina
Como ella é ingênua em crêr no mor de U....; porventura, não viste que aquelle traço,
que dizer tão bem dobra dolorosa de
sua bocca já cançada,
mas ainda bella>, revela muito mais
do que te parece?! Si •'Oubessos
como na sua vida de dis-»ipações._
quem tanto amor te des-Pena foi admiravelmente
stigmati-, Pela_ natureza que, com a sua Previdencia sublime no amparo da
•"agilidade da
mulher, suluou na sua pnysionomia tanto expressiva toda a
mminencia
de um coração perverso. vuando_ o vires, fital-o-ás e diras Quanto justo 6 o meu conceito e com-Prehenderás então, a cruel realidade 00
meu asserto. De ha muito já me
convencêra de quanto elle se asse-nhoreára do teu tão bondoso êora.-ção. Mas, como demoraste essa re-velação, que sdmente agora m'a fi-zeste, eu não me apressára ainda em inteirar-te desse precipício. Da leitora — Lucy.
Carta aberta á Desilludida
Ao lêr a ultima «Cigarra», depa-rei com a tua listinha. (Insistente como Antonictta e Izabel R , em ati-rar as settas de Cupido ao joven dr.I» Enganas-te, querida amiga. Elias nunca tiveram taes intenções. Pois o joven dr. que acabas de ci-tar, jamais será digno das distinetas senhorinhas. Peço, portanto, ao jo-ven dr., menos orgulho, mais serie-dade e que seja menos agradavel com as senhoritas, afim de não illu-dil-as. Da leitora — Protectora.
Notas do Braz
Ahi vão umas notas colhidas no Braz. Aprecio: a sympalhia da C. Gonçalves; as fitas extra do Suther-land; Lourdes, adorado o flir; Or-lando, Chico Boia almofadinha; José G., muito alegre por ter alcançado as pazes... ora menino! Cresça c appareça. Herminia G., muito gra-ciosa; jayme, o rapaz mais delicado do Braz; Apparecida P., muito lin-dinha e saudosa da rua Atibaia; Bebê, um suquinho; Nilo, adorando a sua noivinha. Grata pela publica-ção, antecipa os seus agradecimen-tos a leitora — Simone.
A. A. S. Paulo
Na ultima festa alli realisada, no-tei: a tristeza da Deolinda F.; o flirt da Anezia; Kuth, foi alvo dos olhares de um inoreninho cotuba; Hilda M , engraçadinha como sem-pré; Margarida e Alda, confundiram as lagrimas pelas respectivas derro-tas do Guarany e Batuira; Noemia, torcendo desesperadamunte pelo ver-mefho. — Rapazes: o porte altivo e
sympathico do Elias: Ary, tem um modo singular de elogiar certo rapaz que rema bem; o uniforme do Sam-paio está pedindo aposentadoria; Caetano, conquistando o coração de Mlle. M ; Esposito, contente por ter ganho um cravo <della>... Da cons-tante leitora — Narceja.
Amar, gostar e detestar Alice, ama os livros, gosta de brincar e detesta o futuro sogro; Carmela P., ama a musica, gosta de passear e detesta o tennis; Lúcia, ama o C., gosta de romances e de-testa o priminho; Nenê P., ama a pintura, gosta de dansar e detesta os cariocas; Joanna P., ama a leitura, gosta do Central e detesta os almo-fadinhas; Ruth K, ama o A., gosta de automove! a detesta os passeios. Desde já agradece a assidua lei-tora — Língua de palmo e meio.
No Braz — (Ao A. De Basile)
lllusões, esperança, amôr, tudo desvaneceu. A vida parece-me uma ironia atroz, um engano, um suppli-cio. — Altair.
Notas de Capão Bonito
Eis, querida cCigarra», o que mais notei nesta agradavel cidade, onde todos te lêem: A belleza de Sinhá C , a melancolia da professo-randa Aurora, a galante Santinha
pelos seus bellissimos rccilativos, a senhorita Lica pelos modos alegres c captivantas; Claudia, apaixonada; Ismenia; constantemente jurando que não quer...— Rapazes: Waldomiro, por pensar que é dansarino. (será mesmo?) Apparicio, por
pretender namorar todas as moças (acautela-te com os fóras); Amador O., fa-lando sempre na Paulicéa; o galante fraquinho do João Teixeira; a serie-dade do Bcrnardio, tomo cuidado; o picadinho exagerado do Cláudio, e eu, muito grata ficarei com a publi-caçio desta listinha. Da amiguinha e leitora — Fl6r da Primavera.
ÇRSfl TRIflMQÜLO
FAZENDAS
(Esquina Ruas Direita e S. Bento)
S. PAÜLO
m
PREÇOS SEM COMPETENCIfl
O maior estabelecimento de tecidos a varejo na capital
SORT1MENTO COLLOSSAL
de fazendas nacionaes e extrangeiras
m
Grande Variedade
em Algodões - Atoalhados - Acolchoados - Azulões - Alpaccas Brins - Baptistas - Bengalines - Brocados - Belbutinas - Cretonnes
Crepons - Crépes - Crepelines - Casemiras - Cachemiras - Cassas Cassinetas - Chitas - Coloniaes - Capas - Châles - Cobertores Colchas - Cobretudos • Cheviottes - Cambraias - Cordonnets Chiffonelles - Chiffons - Diagonaes - Draps - Demassés -
Escos-sezes - Etamines - Eoliennes - Fantazias em geral - Flanellas Fustões - Foulards - Filós - Guarnições para chá - Gurgurões Gabardines - Guardanapos - Gangas - Gazes - Hollandas -
Irlan-das - Linhos - Levantines - Laizes - Lonas - Louisines - Linons Lenços - Linhettes - Morins - Mesclas - Mol-Mols - Merinós Madapolões - Mousselines - Marquisettes - Manzoucs - Organdys
Oxfords • Opalas - Pongées - Percales - Pellucias - Popelines Reps - Roupas Feitas - Riscados - Setins - Sedinhas - Sedas de toda especie - Sarjas - Setinettas - Shantungs - Surahs - Sargelines Toilles de Vichy - Taffetas - Toalhas - Tussors - Tricotines - Voilles Vollantes - Velludos - Xadrezes - Zephyrs - Zuartes.
*47 — i de
Novembro 1920 — An no VII. KeitacçSo: Kua S. Bento, 93-A — S. Paulo
PUBLICA-BE NQ8 DIAS 1 E 1» DE CADA MtZ
REVISTA DE MUIOH CIHCÜLHÇflO NO ES1HDO DE 8. PftULO. Dlrector-Proprietário, GE1.H8IO PIMENTíl "«tlflHtllH I»» a n»«n .IIJ000 (lumero fltnlio: *t>00 rtli Httlg. pira o extrangtlr» • moto
Chronica
íDorreu um homem na Inglaterra...
Granòe noviòaòe...! Morre tanta gente, na Ingla-terra como em toòa parte... Mas este chamava-se Mac-Swiney e era prefeito òa villa òe Cork...
Ainòa continua a não valer òois caracoes a novi-òaòe: ha na Inglaterra, como alhures, mil prefeitos, que morrem, quanòo lhes chega a hora...
Este,
porem, morreu em òefesa òe uma iòeia, òe um principio, òe um iòeal!
Chihhh!... Velharias!
f aziam . o mesmo ]á os prophetas, em Israel, e o povo òe Deus caòa vez me-"os se emenòava...
. Mas este tal ÍTlac-Swiney, o tal prefeito, na "19aterra, morreu
òe fome...
Hein?!... Que me òiz?... De fome!?... • ~ Sim, senhor: òe fome: òeixou-se morrer òe
naniçao, recusanòo
òurante òois mezes toòo e qualquer^ alimento! E' o que contam os jornaes. . £' extraoròinario! C inacreòitavel!... De >ome!...
Dois mezes!!...
Assim, o que aòmira mais o munòo neste ca-o ôo prefeito òa
ciòaòesinha òa lrlanòa é, não o evotamento,
a energia, a tenaciòaòe òe um ho-mem abnegaòo,
que se offerece em holocausto á tajw que ,u'aa ser a ôa i"stiça e òe que
acreòi-a Oefenòer a feliciòaòe
òos seus compatriotas. O ?ue 0 munòo aòmira é o pormenor inrolito òe se
rfii
eixa^o o martyr consumir
pela fome, isto é, in ?•
res's'enc>a ao mais funòamental
òe toòos os v 'netos humanos. Que na Inglaterra morra um
omem,
por uma iòeia ou por um prato òe lenti-nas,
ja é caso que não abala a ninguém. Os in-¦ffs são tão esquisitões! Mas que, para morrer,
ste fesolviòamente o
prato, recuse as lentilhas ,e se lhe offerecem, curta as agruras òantescas a oor physica motivaòa
pelas vísceras òessora-s
J sequiosas, famintas, exigentes — eis a ma-'Vilha òas
maravilhas, ante a qual se boquiabre 0 munòo inteiro.
.
&
Entretanto, este
prefeito òe Cork mais me mira não
pelo seu gesto abstinente e funesto, mas P ia mgenuiòaòe com
que se arriscou a um
lon-imitil
e®Pectaciiloso
jejum, talvez completamente
esr
orclue 0 laòo sensacional òa sua morte,
ja
apenas em ter siòo o primeiro a empregar o •omago
vasio como arma òe combate,
em v's'a a PreoccuPação òe toòo o munòo feit c?n,ar' ^la a dia, os òias que o abnegaòo pre-Ca'°
13 durando sem comer. Fizeram-se
estatisti-bar
recor^aram-se
preceòentes, es'abeleceu-se a miiA unòo, como recor^> 9ue e"e transpoz, espantanòo o num circo òe funambulos se espan-, j® vulgacho ante o cloun que fica meia hora a
°af nas mãos,
òe pernas para o ar...
Ora, passaòa a novidade, a fome passará
pa-|7 ra o rol òos velhos processos òe morte volunta-ria, e os futuros sinn feinevs que se òeixarem re-sequir a recusar toòo alimento praticarão uma fa-çanha tão banaes como a òa costureira que ac-cenòe um punhaòo òe carvões no quarto e morre pela asphyxia. Dentro òe uns annos, nem sequer uma linha mais, nas folhas, òanòo a noticia òe que na prisão tal, a taes horas, morreu o sr. Tal, que òesòe tal òia praticava o jejun revoltoso...
Assim, se o sr. Mac-Swiney procurou fazer mór impressão na human òaòe contemporânea, es-colhenòo como meio òe morte a abstinência, que não é, pelos moòos, òos mais expeòitcs, arriscou-se bem temerariamente a ver balòaòo o seu no-bre empenho. O seu exemplo, outros correligiona-rios procurarão e conseguirão imital-o, acabanòo por banalisar em pouco tempo o lance. 6 enlão estes, se quizerem manter sempre acceso o inte-resse òo munòo pelos homens òa lrlanòa e pela sua causa, terão òe renovar constantemente aquel-le caracter òe novidade no geneto Òe morte que escolherem. A fome talvez òê ainòa por alguns tempos, mas é tempo já òe irem procutanòo coi-sa nova.
Para começar, ahi têm esse caso òo rei òa Grécia, que não poòe em boa fé ser taxaòo òe absolutamente obsoleto. Até aqui, os reis usavam morrer ou envenenaòos, ou apunhalaòos, ou alve-jaòos a tiros, ou estraçalhaòos a òynamite, ou, o que era mais raro, òe morte natural, como ao mais òa gente acontece. Pois o rei Alexanòre òa Gre-c a, passanòo um solennissimo òesmentiòo na sa-beòoria òe Salomão, acaba Òe òescobrir um meio novo òe passar òesta para melhor, fazenòo-se moròer por um macaco. Não que também o lei òefenòesse alguma iòeia perseguiòa, e se imolas-se assim, para que a iòeia penetrasse mais fun-òo nas entranhas òos seus sequazes. Dão. Estava o rei muito òespreoccupaòamenle a perambular os seus ocios reaes num parque òe Athenas, quanòo um macaco, não se sabe como, subrepticiamente se lhe chega e finca-lhe a òentaòa fatal.
Sobresalto, ioòo, tiras òe gaze... — Isso não é naòa!...
Depois, infecçâo, febre... E lá pereceu o po-bre rei, como se o macaco que o moríeu tivesse òentes òe cascavel 1 Caso absolutamente novo.
E, como se não averigua facilmente quaes as opiniões políticas òo Simão assassino, não se po-òe senão consiòeral-o mero instrumento òa fatali-òaòe, como a fome òe Mac-Swiney, e assim offe-recer os seus prestimos mortíferos aos revolucio-narios que, neste futuro mais chegaòo tenham pie-cisão òe uma morte mais ou menos original. Csta òo macaco é originalíssima, e não consta fosse ainòa applicaòa a fins políticos...
£ á gente é bem òifficil prever quem perma-necerá mais òuraòouramente na Historia, se ÍDac-Swiney, o abnegaòo martyr òe Cork, se o maca-co, o traiçoeiro moròeòor òe Athenas...
LÉO VAZ I
13-Q6
Expediente d' "71 Cigarra"
mDIrector-Proprlctarlo,GELHSIO PIMENTA Redacçfio: RCH S. BENTO, 9S-fl Telephone No. 5169- Central
III
Correspondência - Toda corres-pondencia relativa á redacção ou administracção d'"A Cigarra" deve ser dirigida ao seu director-proprie-tario Gelasio Pimenta, e endereçada á rua de S. Bento, 93-A, S. Paulo.
Recibos - Além do director-pro-prietario, a única pessoa auctorisada a assignar recibos nesta capital, em nome d' "A Cigarra" 6 o sr. Heitor Braga, do escriptorio desta revista.
Assignaturas - Rs pessoas que tomarem uma assignatura annual d'"A Cigarra,,, despenderão apenas 12$000, com direito a receber a re-vista até 31 de Novembro de 1921.
Venda avulsa no interior - Ten-do perto de 400 agentes de venda avulsa no interior de S. Paulo e nos
CU
Estados do Norte e Sul do Brasil, a administração d'"A Cigarra,, re-solveu, para regularisar o seu servi-ço, suspender a remessa da revista a todos os que estiverem em atrazo.
Agentes de assignatura - " A Ci-garra" avisa aos seus representantes no interior de S. Paulo e nos Esta-dos que s<5 remetterá a revista aos assignantes cujas segundas vias de recibos, destinadas á administração, vierem acompanhadas da respectiva importancia.
Collaboração - Tendo já um gran-de numero de collaboradores effecti-vos, entre os quaes se contam al-guns dos nossos melhores prosado-res e poetas, "A Cigarra" só publica trabalhos de outros auctores, quando solicitados pela redacção.
Succursal em Buenos Aires -No intuito de estreitar as relações intellectuaes c commerciaes entre a Republica Argentina e o Brasil e facilitar o intercâmbio entre os dois povos amigos, A Cigarra abriu e mantém uma succursal em Buenos Aires, a cargo do sr. Luiz Romero.
A Succursal d'A Cigarra lunc-ciona alli em Calle Perú, 318, onde os brasileiros e argentinos encontram um bem montado escriptorio, com excedente bibliotheca e todas as in-formações que se desejem do Brasil e especialmente de S. Paulo.
As assignaturas annuaes para a Republica Argentina, custam 12pesos.
Representantes na França e Ingla-terra - São representantes e únicos encarregados de annuncios para A Cigarra, na França e Inglaterra, os srs. L. Mayence & Comp., rue Tron-chet, 9, — Pariz.
Representante nos Estados Uni-dos - Faz o nosso serviço de repre-sentação para annuncios nos Esta-dos Unidos a Caldwell Burnet Cor-poration, 101, Park Advenue, Nova York.
Venda Avulsa no Rio - E' en-carregado do serviço de venda avul-sa d'A Cigarra, no Rio de Janeiro, o sr. Braz Lauria, estabelecido á rua Gonçalves Dias n. 78 e que laz a distribuição para os diversos pontos daquella capital.
OS
Kermesse pelo Abrigo Santa Maria
^ |BjBKB|BB1MBBMBBUBBBMBBBBjjBBMMBB|M
f.y El li wi \I'm VAv - WLi '-*»* ¦¦ Vf/iHl fJL—
CvMiLirf it ¦ u.
As gentis senhoritas que prestaram seus valiosos prestimos á barraca dos Soberanos Belgas, na kermesse realisada no Jardim da Luz, em beneficio das pobres orphans recolhidas ao Abrigo Santa Maria.
BIQTQNICQ
FONTOURA I
O MAIS COMPLETO FORTIFICANTE
O BIOTONICO FONTOURA consagrado por um grande cspccia-lista brasileiro.
Attesta ter empregado com os melhores resultados na clinica civil o preparado "Biotonico Fontoura,,.
A. mSTREGESILO Professor calhedratico da Clinica Neurológica da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro
Wi m I
m A mk
"Livro
de Hoias de Soror Dolorosa"
O <Livro de Horas de Soror Do-lorosa» 6 a ultima floração dessa so-nora seara de versos que é a lyra suave de Guilherme de Al-meida. O poeta de «Nós» e o artista de «Messidor» fun-dem-se nesse livro para uma missão mais alta de belleza espiritual,
que é a celebração dos rytos mysticos cm musica religiosa e lendo-o em seu novo poema a
gente lembra, sem querer, desse exquisito nemy de Gourmont,
que ado-rava os velhos breviarios e escrevia versos liturgicos, des-se mesmo extranho artista de que nos fala, em seus <Ra-ros», o adoravel e raro Ruben Dario.
Ha, por todo o livro, aquelle mesmo lyrismo
que dictou os versos simples de «Nós», mas lá voltado para uma adoração maior, exaltada e mystica, como a que foi a de Santa lhereza, e a mulher amante por elle deslisa quasi immate-na], para o extase do amado b o sacrifício do seu amor. E\ assim, o novo
poema, na evolução intellectual do
poeta Paulista, o ultimo degrau da sua ascensão
pelos caminhos brancos da belleza, em cujo cimo florescem os lyrios alvos da religião espiritual, cimo 8ste a que só chegam os ver-dadeiros «raros», sensibilida-°cs únicas, de eleição, na turba-multa
dos poetas e dos músicos. Guilherme de Al-meida chegou áquelle
ponto a que os imbecis chamam de •nephelibatismo»
e os incapa-zes de «poesia insubsistente» 8
que, no emtanto, melhor foi baptisada,
com admiravel pro-priedade e intelligencia, de •arte
para poucos». Uns cha-"iam-n'a de incomprehensivel, outros de
pretenciosa e com-plicada;
preferimos os primei-r°s, isto é, aquelles que con-'essam
que não a entendem. Quando sahiu o «Livro de Horas de Soror
Dolorosa», com o subtítulo «A
que mor-r8u de amor» e aquelles typos 8 vinhetas antigas, deliciosa-mente escolhidas
pelo proprio P°eta, trememos, sinceramen-*8,
pelo que, do seu poema, ia Q'zer a
critica. Porque a cri-"ca
realmente, de toda a gente 1ue não lê, é a que menos •atende
dos livros que critica. o é preciso citar exemplos. Esperavamos,
pois, que por am viessem cavalheiros a
enu-merar versos quebrados e tônicas deslocadas neste maravilhoso
con-juneto de harmonias que 6 todo o poema.
O novo livro de Guilherme de Almeida não é, somente, um poema de exaltação mystico-lyrica, mas, tam-bem um livro de pensamento
har-BELLAS ARTES
Julieta — Busto executado pelo jovem esculptor Humberto Cozzo, discípulo de A. Zanl, no Lyceu dj Artes e OJfidos de S. Paulo.
Outro trabalho executado pelo jovem esculptor Humberto Cozzo, de 19 annos de edade.
}
monioso e lindo como os de don Ramon dei Valle Inclan.
Ê, deste modo, um livro breve, limpido e profundo: um livro de bel leza e de philosophia, que faz pen sar pela sua musica e pelo pensa mento que encerra. Para assim jul gar não 6 preciso ir além dessas Estancias, a primeira, sobre o Ciúme
"Talvez...
Quem sabe?" — E. abatida e descrente, entrando em tua alma pelo olhar,
começo a procurar desesperadamente uma cousa qualquer que não quero encontrar¦¦¦" a segunda sobre a Pureza:
"Si
como o espelho calmo e indifferenle, qoe reflectindo o lodo e a flor, i sempre o mesmo, inalteravelmenti I "Sé
puni — disse-me o Senhor. Mas, si eu dissesse ao meu espelho um dia: "Se
sempre puro!" -- aa dizer fal, meu hálito de fogo embaciaria a superfície de crystal..."
e outras estancias, sobre a Vida, so-bre a Dor, todas ellas tocadas do mesmo profundo e subtil espirito de sabedoria.
E como uma prova do seu sem-pre renovado lyrismo, esses versos da poesia «Chove em Silencio...»:
"Chove
em silencio sob o céu de outomno. E a chuva clara sobre a larde. onde erra um perfume de folhas e de terra, é uma alegria sobre um abandono.
Sob o ceu curvo e bom como uma ben(am, tudo se anima e tem esgares vagos: dançam as folhas doudamsnte, e os lagos, franzindo a fronte como os velhos, pensam. Descabellada, a tarde chora, viuva do sol: e sempre meigas e pacientes, as palmeiras eitendem os seus pentes entre os cabellos de crystal da chuva.
A chuva é uma grande alma commovida. Minha eiistencia í uma paizagem calma, opaca e immovel: para dar-lhe uma alma, choro, em silencio, sobre a minha vida..."
Si fossemos transcrever mais, pas-sariamos para aqui, alem de muitos outros versos, o soneto que os nos-sos leitores já tiveram occasiào de ler nas paginas desta revista e a que o poeta intitulou «Olhos abertos, um dos mais bellos, talvez, que Guilher-me de Almeida tenha escripto.
AGENOR BflRBOZA,
Oi
A maior parte das penas e con-trariedades succedem-nos porque lhes aplanâmos o caminho. — Leais.
ISD
Não ha gente mais disposta a cri-ticar os que fazem alguma cousa do que os que não fazem nada. — Des-clanche.
Oi
O direito e o dever são como as palmeiras: não dão frueto senão cres-cendo um do lado do outro. — La-mennais.
GLS
O homem, quanto mais pensa, mais vive. — Sóphocles.