HISTÓRIA E HISTORIOGRAFIA: R, O LUGAR E A 1
Texto
(2) Ǧ ƮR, O LUGAR E A .!
(3) V
(4) A
(5) 2
(6)
(7)
(8) 1. 2. HISTORY AND HISTORIOGRAPHYǣ
(9) Ǧ Eǡ
(10)
(11)
(12)
(13)
(14) ͳ͵ Resumo: Apesar de não constar entre Abstract: Although not among on the Resumo: ǡ × ǡ × ǡ fundamental sociedadesnas mulçumanas Este function artigo pretende apresentar o fundamental in medieval Muslim uma função nas fundamental sociedadesmedievais. ±
(15) ǦÄǡ× mulçumanas medievais. Este artigo societies. This article intends to present the ǡKitĈď al historiador kĈmil fţ ǦÄٰǡ Ǥ
(16)
(17) ǦÄǡ pretende apresentar o célebre
(18) ǦÄ ǡ × historical record and discuss the conception Palavras–chaveǣ ϐǡ
(19) ǦÄǡǡ ×× ǡ¢¢ϔÄ obra, o KitĈď al kĈmil fţ Ǧ Äٰ, e sua ǦÄٰǡ Ǥ Ǥ Keywordsǣ ǡ
(20) Ǧ Abstract: ǡ Palavras–chaveǣ ϐ ǡ Äǡǡ function in medieval This article intends to present the celebrated
(21) ǦÄǡ ǡMuslim ×societies.
(22)
(23) ǦÄǡ × ǡ¢¢ϔÄǦÄٰǡ Ǥ Keywordsǣ ǡ
(24) ǦÄǡǡ O LUGAR DA HISTÓRIA NAS SOCIEDADES MUÇULMANAS MEDIEVAIS. Ǧ ó árabe pelos termos ٰ¢3. – relatos, informações – e Äٰ4 – datação, cronologia, era5. ٰ¢ǡcorresponde a história no sentido de estória (do inglês story6Ȍǡão designa em acontecimento pretérito. Ǧ ção direta, visual, ou de um relato ê À ǢÄٰǡǡé umaão surge. ± ϐ À × Ȃǣϔ À ¢ óǦÄ Ø ¢Ǧ¢ϔ ǦǯÄǡ
(25) ǦÄǡʹͲͳǤ 2 × ϐǡ² Ǥ ² ǦǤ ¢ϐǤǣȀȀ Ǥ ǤȀ ȀǦ ǤǫαͶ͵ͲͻͶǤǦǣ ̷Ǥ 3 ֽǦٰ¢ȋǤȌ 4 ǡ Ǧ ǡPara uma romani À, in TirazȋȌǡǤͳǦ͵ͲǡʹͲͲͶǤ 5 ǡ Ǥ A History of a Muslim HistoriographyǤ ǣ Ǥ Ǥ ǡ ͳͻͺǤ À× Ǥ ǡ ǡï ǡÙÀ ± ǤǤͳʹet seq. 6 Encontramos na Língua Portuguesa a palavra estóǡ Ǥém, os diǦ cionários não recomendam a distinção entre história e estóǤǡ Ǧ çãȋͳͻͺǡǤͳͳȌǡÀǡ ência do raciocínio. 1. 134. MALALA, São Paulo v. 5, n. 7, abr. 2017.
(26) capítulo de dissertação
(27) ތ¢, mas, sim, no segundo séc éǡǦǤ Daí, a palavra Äٰ ǡéc
(28) ǡ ×7ȋ ǡͳͻͺǡǤͺǤȌǤé
(29)
(30) ǡ ǡÄٰé êmicos.ͺ Para o historiador orientalista alemã ͻ, a relação estabelecida. entre a palavra Äٰ ×é a associaçã À Ǥ
(31) éǡ ções evocadas pela palavra Äٰ é dif × ǡ . ǡ Ù Ȃ Ȃ ϐǦ± ×ȋǡͳͻͺǡǤͳͷȌǤ ǡ × ×ϐ × teremos dele.. ória em árabe, o 10 Ù áǡ Ù memória e história11ǡ × . retém e elabora de seu passado. Neste sentido, uma concepção de história essencialmente plural e, acima de tudo, informativa, sobrepõǦ ão da história como. cronologia e datação. Além disso, para ele, a dupla designação – ٰ¢ e Äٰ Ȃ indica uma relação entre memória e história, entre o espalhamento das memórias particulares e setoriais e a aspiraçã×ϐ ȋǡͳͻͻͳǡǤ͵Ͳet seq.).. Ora, o conceito de história para essa sociedade está diretamente ligado à fé islâmica. O
(32) ގ¢ instaura, desde o seu início, atividades da prá ϐ ϐ ×ȋAlcorãoȌȋᒒ12ȌǦés dos ٭¢Äړ13, da Äe »¢Ȃ â ǡ ǡ ǡǡ Ǥ vocábulos como Chroniconǡ ×Gesta Ǥ 8
(33) Äٰ ±Ǧ ǡ Alcorão. 9 ǡǡé ϐǦ ç Ǧ álise sobre a históϐ Ǥ 10
(34) ǡ Ǥ A l’aube de l’historiographie arabo-musulmane: la mémoire islamique.
(35) ǣ Studia IslamicaǡιͶȋͳͻͻͳȌǡǤʹͻǦͶͳǤ 11 ×±
(36) ǡ ϐ× ϐǡ ×ϐ × ǡ ǡ Ǥ 12 × ᒒǡ ± Ǧ Ǥ
(37) ±ǡ ǡ ± Ǥ 13 ֺړǦ٭¢ÄړȋǤȌ 7. MALALA, São Paulo v. 5, n. 7, abr. 2017. 135.
(38) capítulo de dissertação origem a outras memórias, isto é, memórias árabes, polí ǡϐ ǡ ǡ ǡ ᦦ
(39) ¢ ȋǡ ͳͻͻͳǤ Ǥ ͵ͶȌǤ É através da Palavra. ᒒ
(40) ގ¢ × ϐǡ À ϐ ͳͶ. Deste modo,
(41) ގ¢ e história são. sinônimos, como mostra o Alcorão ǣ Dz ã ǡ ǣ ça de vosso pai Abraão. Ele vos nomeou moslimes, antes [de Abraão]. e, agora neste [AlcorãoȐǡ ×ǡ × dzȋAlcorãoǡ
(42)
(43) ǡͺȌ15. A partir deste momento, o homem está çǡ çãǡ í Ǥções estão circunscritas. Assim, ao ter ϐ±Ǧ ǡões do. ǡão cobradas na prestaçã ×Ǥ Assim, a ação humana assume, então, uma aparência permanente e constitui um incentivo. ϐǤ. À ção éDz ó ão sobre os fatores atuais ao homem e a sua. influência na vida humana [...] desestimulando o pensamento histó dzȋǡ ͳͻͺǡ ǤʹͷȌǤ ǡ á
(44) ǦÄǡ ǡ áǣ × ǡ Ù íticas. Preocupaçã
(45) Ꮴó ém. ǡØ ǡǡ ǡǡ Ùȋ ïͳ, 2007 p.55).
(46) ǦÄ À ǦǤ
(47) éǡ ǡ . ǡÙǦ ítica para ǡ Ǥ Ù ão passa para um sucessor direto, e sim a um ramo Ǧ íadas, Abáǡï ǡ Ǧǡ
(48) ǦÄϐ ǣ. × ϐǤ ǡ ǡ±. ǡȋͳͻͻͳǡǤͶͲȌϐ Alcorão ϐ Ǧ regam do Äٰǡ ï Ù história dos profetas. 15 Ǥ± Ø ᦤ
(49) ¢, na ×ǡ × ǡ Ǥ Ǧ ᦤ
(50) ¢ǡǡǤÀǡǦ te, numa diferença entre tempo histórico e tempo mítico. 16 l ǡ Ǥ
(51) ǣ
(52) ± ² Ǥ ǣ Ǣ Fapesp, 2007. 14. 136. MALALA, São Paulo v. 5, n. 7, abr. 2017.
(53) capítulo de dissertação outra família e parentes. [...] Foi assim para as maiores dinastias do
(54) ތ¢. ǡão Ǥà causa ǡ 1 7 ǡ Ù profundamente ligados ao poder. Por isso, Deus, como punição para eles, nega o poder ao seus descendentes e àǤȋ
(55) ǦÄͳͺ, 2010. ǤͳͺǦͳͻǤȌ. ÀǡǦ ção acima nã álise propriamente polí
(56) ǦÄǡ . ïâ ǡǡϐÀ ǡ Ǥǡã ±ǣ à ϐão sobre os mecanismos de transmissão de poder. ± ϐã
(57) Ꮴóǡ comporta os germes de sua própria degeneraçãǤ ǡ
(58) Ꮴó . ϐão sobre toda a sociedade, sobre os povos e não somente sobre os príncipes, como é
(59) ǦÄǤǡ ǡão na ǡ Ù ² ção para a manutenção do poder de uma dinastia e seu governo. ǡ Ǧǡó Ǧância ética e ões e a Palavra Revelada estimulam a importância de. relacionar os eventos passados da sociedade com advertências para a humanidade. Desta forma, o conhecimento histó ϐ ção moral aos ǡ Alcorãoǣ. ǡ ϐǫ Aqueles ǡ À deixados na Ǣ ǡ¢Ǧǡǡ o castigo de ¢, protetor.ͳͻ (Alcorão, XL, 21). ÙAlcorão Ù Ùǡ × Ǥ×±ǡ±ǡ Ǥ. 2 ×± ² × Ǥ ×ϐ±ǡǡϐ ǡ±ǡ Profeta e de seus acompanhantes. A Sunna constituiu o seu corpus através da metodologia ᦤ¢20ǡ± . ǤǤ ȋʹͲͳͲǤǤͳͻȌDzyukthirǡyukthir al-qatlȋDz dzȌdzǤ ȋʹͲͲǤǤͳͲͲȌǡǡ ǡ Dz Ǧ ÙdzǤ 18
(60) EǤ
(61)
(62) ǤThe Chronicle of Ibn al Athir for the Crusading Period from al Kamil I l -ta-rikh. Part 2: The Years 541-589/1146/1193: the Age of Nur al Din and Saladin. ǡͳͷǤ ǤǤǤ ǤǤǡʹͲͳͲǤ 19 Ǥ 20 ¢Ä (pl.) 17. MALALA, São Paulo v. 5, n. 7, abr. 2017. 137.
(63) capítulo de dissertação de transmissores. Assim, o ֺړ21 ǡ ǡϐǡǦǦ ᦦ¢para compor suas obras22.. É através da SunnaǦǡ ² Ȃ. ǡ ² ǡ ǡ ǡ Ǥ ϐ ᦦ
(64) ¢,. × ϐ² À × Ǥǡ² × ² corpus ϐ ʹ͵ ȋͳͻͺǡ Ǥ ͳͻͶȌ . ϐDzϐǡ dz× Dz dzȋͳͻͺǡǤͶͷȌǤ. ǡᦦ
(65) ¢ǡϐ Alcorão, assim como a SunnaǤǡ±
(66)
(67)
(68) ǡSunna²Øǡ. ocupando um lugar ao lado do AlcorãoǤ
(69) Ǧ ² ǡ Alcorão está no centro e, ao redor, os outros saberes, criando uma escala na ² Ǥ ϐ literatura de Adab24, ϐ Dz dz25Ǥ ǡ ǡ Ǥ ǡ ×ǡ . Ǥ ± ʹ ϐ ǡ Dz ǡ ± ǡ±±ǡȏǤǤǤȐdzȋ ǢǡͳͻͻʹǡǤ. Ǥ ȋͳͻͻͳǡ Ǥ ͶͳȌ ϐ Dz ×dzǤ Ù× ǡ ± ǡ À Ǥ ÄٰǡǦ Sunna Ǥ ϐ do Profeta. 22
(70) ǦÄǡǡ ǡ
(71) ¢Ä¢ǡͳͳͶͻǡǦ<¢ÄǦe¢æÄ Dz ÙdzǡǦᏡÄǡǤ 23 ϐ ϐ×ϐ ǡ ǡ × À Ǥ ± ǡ
(72) ǦÄ sua obra chamada Fihrist, Àϐ ǡǡ×Ǥ Islamic HistoriographyǤ Ǥ ʹͲͲ͵ǡ ǡ ϐ ϐǡ Àǡ cento de todo o livro, listando cerca de 100 autores. (p. 5 et seq) 24 ǡÙǡ decoro, boa conduta, bons modos, etc. Adoto ǡ ÄȋǤ
(73) Ȍǡ
(74) ǯȋ
(75) ǯǡÄǤǤǤ
(76) Ǧ Ǥ Ǣ ǡʹͲͲͷȌǤ 25 ¡Ǧǡ Ǥ Dz Ǥ ǡ Ǥdz
(77) ǡ Ǥ ǡ ¡ǡǡ ǡǤǤʹͲͳͷǤǦ ² ǤǣȀȀǤǤ Ȁ 26
(78) ǡ Ǥ
(79) ǡ±ǤD’Arabie et D’IslamǤǣ2 ǡͳͻͻʹ 21. 138. MALALA, São Paulo v. 5, n. 7, abr. 2017.
(80) capítulo de dissertação ͶʹȌǤ ǡ ǡ ± Àϐ ǡ ϐ × . Ǥ ǡ × À ǡ Ǧ ±ǡǡǤ. ² ×ǡ 27ǡÀ ǡ ǣDz ×ǡǡ . dz ȋǡ ʹͲͲǡ Ǥ ͳ͵ȌǤ × ²ǡÀ ǡ ± ï Ȃ ï . Ǥ² ǡ ϐ ǡ ǡÀ ǡ × ǡ×ǡǡ À Ǥ. ϐ À ±ǡ ǡ . ×Ǥ±ǡ± À ǡ
(81) ǦÄǡ ¢ǡ ǡ ǡ±ǡ ǡ×À ǡǣ. À ² ϐ ǡ ² ǣ ǡǡÀǡ ǡ ǡ Ǥ ǡ ǡǦǤϐ × ǡ À ǡ ǡ Ǧ ± Ǥȋ
(82) ǦÄǡ ʹͺǡʹͲͲǡǤͻ͵Ȍ. ϐ ± ça, além de. ser um dos instrumentos do cumprimento da ordem do Alcorão, de buscar no passado os ǤǡÀ ǡǦ ǡ ÙǤϐ Ǥ.
(83) ǡ ǤPour une histoire de la lecture au Moyen musulman: propôs des livres d’histoire.
(84) ǣStudia Islamica. N°ͷͶͺȀͷͶͻǤǣǡǡȋʹͲͲȌǡǤͳͳǦͶͶǤ 28
(85) ǡ Ǥ ¢ ¢ Ä Ǧ¢ǯÄ ǯ
(86) ǦÄǣ Ǥ
(87) ǣ Studia Islamica. N°ͷͶͺȀͷͶͻǤǣǡǡȋʹͲͲȌǡǤͺͳǦͳͲͳǤ 27. MALALA, São Paulo v. 5, n. 7, abr. 2017. 139.
(88) capítulo de dissertação À ǡ. ±ǡ × Ǥ ᦧóÄǡ , relata o percurso educacional do. À ǦÄ, ϐ ǦᒲóǡǦ . Ǥ ǡ Dz ± ǡ ǡ Ǧ × Ǧ dzȋᦧóÄǡǤʹͲͲǡǤʹͲȌǤ Ǧ¢ᒅÄ . ǦÄǡ À ² DzdzÀ × . ǣ DzȏǤǤǤȐ ȏǦ¢ᒅÄ Ȑ ² ǡǡϐ×ȏǤǤǤȐ. ǡ ǡ×dzǤǡ somente após isto, é feito o estudo da SunnaǣDzǡǦړ٭era uma. ² ǦdzȋǦÄǢ ᦧóÄǡǡʹͲͲǡǤʹʹȌǤ. ǡǡ . Ǥ ǡ Ǧ Ǥ Ǥǡ Ǧ À Ǧ Sunna ² . Ǥ ǡ ǡ. ǡ ϐǤǡ . ǡϐ ǦǤǦ ʹͻǡ
(89) ǦÄǡ. ± ǣ. e¢ᦧ¢Ǥ ǡ À ǡ ǡ× Ù Ǥ2ÄǦÄϐ ² ǡǡړ٭, ϔe adab ϐ ϐړ٭ǤȋǦ ǡʹͲͲͷǤǤͶͳȌ. ² Ù À Ä ǦÄ Ǥ ± ǡ ± . × Ǥǡ Dz ǡǡǡdzDzdzǡ ϐ ²
(90) ǦÄǡ ᦧ
(91) ¢ǦÄÄȋǦ ǡʹͲͲͷǡǤͶͳȌǤ. Ǧ ǡ Ǥ
(92) ǦÄǤ Ǥ Ǧ Ǧ ǤǣǡʹͲͲͷǤ. 29. 140. MALALA, São Paulo v. 5, n. 7, abr. 2017.
(93) capítulo de dissertação ϐ ǡ À ±À . sociedade. Na narrativa das 30, e¢¢ ± ϐ ǡ ϐǦe¢¢ǣ e¢¢ǡ ǡ Ùǡ Ǣ Ø × Ǣ Ǥ ǡǡ ǡ Ǥ ȋȏǤǤǤȐǡʹͲͲǡǤͶͻȌ. ± ² . ±±ǡ±ǡ Ǥ. ǡ e¢¢ǡ Ù ǡ ǡ ǡϐ ǡ ǡ e¢¢Ǥ ǡ . ± À . ϐ Ȃ ² Ȃ ǡ Ǥ. ǡ À ϐ . À± × Ǥ. ǡ ǡ ϐǤÙ. ϐ Ȃ ¢ச Ǧ . À͵ͳ. Elas garantiam a legitimidade da. ǡ ± Ǥ͵ʹ Assim, ao seguir esta mesma. ï ǡ Dz ² dzǡ. ϐ . W
(94) Ǥ ǡ
(95) ǣ ÀǤ ȋ
(96) ǡǡ ² ǣ ȌǤ ǣ ǡʹͲͲǤ 31 ȂȂ ǡ ϐ ϐmodus operandiǢǡ ² Ǥ ǡ ǡ ǤȋʹͲͲǡǤ͵ͷȌϐ
(97) Ä obra, durante sua vida. 32 ï ǡ ǦǦ ÀǤ Ǥǡ ȋʹͲͲǡǤͶʹȌǡ× ϐ Ǥ2 À ± Falsafaǡ
(98) æ ȋ×Ȍ Livro do Discurso Decisivoǡ Alcorão prerrogativas necessárias para ǦǤǡϐ×ǡ Ǧ ǡ ÙAlcorão. (AVERROES. Le livre du discours ± ǤǤ Ǥ ǡͳͻͻǤǤͳͶͷet seq). 30. MALALA, São Paulo v. 5, n. 7, abr. 2017. 141.
(99) capítulo de dissertação × ǡǡ Ǥ. ǡ× ǡ ǡ ǡ. ϐ ǡ± ϐ ² ǡ À Ǥ . primeiramente da Sunna, isto é, do recolhimento dos gestos do Profeta, a história se ϐ ǡ ǡ × ᦦ
(100) ¢, × ϐ ǡ ±ǡ ᬯ 33 – À ᦦ
(101) ¢ ocupava –ǡÙ Ùᦦ
(102) ¢, ϐ Àǡ ǡ ǡ. ǣ Ǥ¢ǡ
(103) ǦÄǡ ±
(104)
(105)
(106) Ǥ
(107) ǧ EǡǤ.
(108) ǦÄ
(109) ᦧ͵ͶǡͳͳͲǤ2. ²ϐᦦóǦᒒᦦÄǦÄǡ À Äͳͳʹͺǡ Ǥ
(110) ǦÄ À ±À Mossul͵ͷǤϐ ǡÀ±. um marco para a carreira do nosso historiador. Mossul é, neste momento, um importante centro de conhecimento. A dinastia dos ¢36 Ù ï ǡÀ Ǥ2.
(111) ǦÄ ǡǡǡ ÙǤÀ ǡ
(112) Ǧ. Ǥ ǡ Ǥ ×À
(113) ǡ ͳͶͲǤ 35 ² Recueil des Historiens de CroisadeǡǡȋͳͺʹǦͳͻͲǡǤͷʹȌ À ÄǦ × ᒷ ǦÄ ᒒ e¢À Ǥ ¢ǡǤǤ ȋʹͲͳͲǡǤͳȌͳͳͺ͵ÄǦ Àǡ ± ± Ǧ ȋʹͲͲͷǡ Ǥ ͶͷȌǡ ÀÀ ͳͳͻǡ Ǧ ᒷ ǦÄ ᒒǡ À Ǥ 36 O ¢ǡڒ¢ᬯ¢ȋ¢Ȍǡ±À ǣataǡDzdzǡ begǡ±ÀǤ¢ × Àïȋ±
(114) ǡ
(115)
(116) Ȍǡ ÀÀϐ Ǧ À Ǥǡ Ǧ Ǥ
(117) ǡǤDz¢ȋ¢Ȍdzǡǣ
(118) ǡ ǡǣ ǡ ǡǡ ǡǤʹ͵ ʹͲͳǣȀȀǤǤȀͳͲǤͳͳ͵Ȁͳͷ͵Ǧ͵ͻͳʹ̴͵̴̴ʹ͵ͺͻ ǣʹͲͳͲ 33 34. 142. MALALA, São Paulo v. 5, n. 7, abr. 2017.
(119) capítulo de dissertação ÄØ Àǡ ϐǡ Ǥ ǡ À administrativa͵Ǥ ǡᦦóᏡᦧǮ
(120) ǦÄǡ
(121) ǦÄǡ ǡǡ. ǡ Ù Ǥ ǡǤ ȋʹͲͳͲǡǤͳȌϐ ±À ǡ Dz dzǡ Ǥ. ± ±Ǧ× ǤǤ² ϐ
(122) Ꮴ¢ǡ
(123) ǦÄͳʹʹͻ ǡDz Ù ǡ × ǡ ǡ ±dz ǡDz. ±ǡ ² dzȋ
(124) Ꮴ¢ǡǤ ȏǤǤǤȐǡͳͺʹǦͳͻͲǡǤͷ͵ȌǤ.
(125) ǦÄ . × ϐ Ǥ ± Ǥ.
(126) ǦÄǡ ± ×ǣ Dz × ¢ dz͵ͺǡ ͳʹͳͳ ͳʹͳͺ Kit¢ Ǧ¢ ϔ ǦǯÄǡDz ×dzǤǦ± . dos Ans¢bǦᦧ¢Ä × ᒒ͵ͻ. D. ȋ ȏǤǤǤȐͳͺʹǦͳͻͲǡǤͷͶȌ× ǡ ²Ù ͶͲ.. ǡǦǯǦǡ À ǡǡǦ ǡǦ ¢ǡ ǡ ǦǤ 38 ǦǯǦϔǯǦǡ ϐǦe¢ǡ
(127) ǦǯǤ Recueil des Historiens des CroisadesǤǤ
(128)
(129) ͳǡǡͳͺʹǤ Ǧǡǡͳͻ͵Ǥ 39 Ǧ»ƗEϔÄޏǦ٭ڍ¢Ǥ 40 O tratado de retórica se intitularia, segundo D. Slane, Al Djema el-Kebir, (o grande coletor), entretanto ǡ ǡǡǮ ǯȋǦ ¢ᦧǦÄr). Ǣ ²٭ Ǧ<¢ǡ(presente de maravilhas e dons de raridade) e uma obra sobre guerra santa, Kit¢ Ǧ¢ ȋ¢ȌǤ Ù À Ǥȋ ȏǤǤǤȐ. 37. MALALA, São Paulo v. 5, n. 7, abr. 2017. 143.
(130) capítulo de dissertação ǡ ±±¢ϔǯǯǡconsiderado × À
(131) ± Ǥ ± À Ǥ ïǡ . ǡ
(132) Ǧı ȋʹͲͲͳǡǤ͵ͺȌǡ Dzï ÀdzǤ KIT#ǧ#
(133)
(134) ǧǯE : TRADUÇÕES ǡ Ù Ǧ¢ ϔǯ Ȃ ǯ serão ǡ Recueil des Historiens des Croisades, Historiens 41, ²Ǥ ǡ . ǡ ǡ ǡ À ϐǤ . , discordam da interpretação dos copistasͶʹǡ Ù ±ǡ . ÀǡǡCrônica de Damasco
(135) Ǧ ¢Äǡ ± Recueil des Historiens. des CroisadesǤ À ǡȋͳͻͲǡǤͳͲͶȌǡϐ ±Ǥ ǡ Crusade Texts in Translation, com tradução de Ǥ ǡ ²Ͷ͵Ǥ Ǥ ᐀¢ base para elaborar sua tradução, contudo, diferentemente do Recueil des Historiens des Croisadesǡ ǡ Ǧ . na língua original. Mesmo assim, o trabalho de Richards tem o mérito de oferecer uma
(136) ǦÄÀ . ͳͺʹǦͳͻͲǡǤͷͷȌ ² Ǥ ïǡ Ǥ 41
(137) EǤ Ǧ ϔ Ǧ in Ǥ Ǥ Ǥ
(138) Ǥ ǡͳͺʹǦͳͻͲǤ Académie des Inscriptions et Belles – Lettres, a ±
(139) ǡ Recueil des Historiens des Croisades. Essa coleção é composta por cinco volumes de cópias de fragmentos originais e Ùǡ Ǥǡ a primeira parte dos fragmentos do ¢ǡ ͳͺʹǡǤǤ recolhimento dos fragmentos referentes ao ¢ǡǤ±Ǧ ǣ͑ͶͲǡǡ ǡ Ͷͳ Ǣ Ǧ Ǧ
(140) ȋǤ ǤǤǤ
(141) ǡǤͷȌǤ 42
(142)
(143) ǡ Ǥ Chroniques arabes des CroisadesǤ Ǥ Ȁ ǡ 2001 p. 20. 43
(144) EǤ
(145)
(146) ǤThe Chronicle of Ibn al Athir for the Crusading Period from al Kamil I l -ta-rikh. Part 2: The Years 541-589/1146/1193: the Age of Nur al Din and Saladin. ǡͳͷǤ ǤǤǤ ǤǤǡʹͲͳͲǤ 144. MALALA, São Paulo v. 5, n. 7, abr. 2017.
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