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SEMANÁRIO CINEMATOGRÁFICO

São Paulo «representará» num filme americano

HENRY LEVIN, DA FOX, É O DIRETOR

São Paulo recebe a visita de Henry

Levin, diretor da Fox. e um grupo de técnicos. A cidade será "estrela" de um filme. No dia 2 roi iniciada a filmagem de alguns exteriores (Av. Nove de julho. Ibirapuera e alto do edifício Bretagne.

"'Hollyday for lovers" (o filme) é nma comedia, que será produzida com Clifton Webb. Gene Tierney. Garv Cmsby, Carol Linrllay e Paul Henreid. Descreve a via-gem de uma jovem de Bostcn á America do Sul, ao Brasil, particularmente, onde conhece um famoso arquiteto.. Esse, no-tando o talento da moca Dará a escul-fura, consegue-lhe uma brisa de estudos. O oai da jovem, psicanalista especial:-zado em ensinar aos pais como tratar com objetividade os problemas dos fi-lhos. perde as estribeiras ao receber um telegrama da filha, anunciando que fi-caria nn Brasil. Vem para cá. com a fa-milia, só para ver outra filha, mais moça, enamorar-se também.

Henry Levin explicou os pormenores de sua historia durante entrevista que concedeu no dia 2. á tarde. Disse na oca-sião que só Haverá um brasileiro na fita. pois não conseguiu encontrar elementos que se adaptassem às exi-gencias da produção. Nenhum dos atores norte-americanos da película virá ao Brasil, onde serão rodados somente exteriores, com "dcubles".

Falando sobre os novos processos téc-nicos do cinema, especialmente o cine-mascopio, Henry Levin evitou qualquer pronunciamento mais incisivo. Disse, contudo, que esses orocessos somam in-teresse ao esrjetaculo. contribuindo para atrair o publico. Disse que as fitas em dimensões clássicas não servem atual-mente senão para a televisão. Soatual-mente alguns produtores indeDendentes, que conseguem produzir fitas excepcional-mente baratas, ordem fazer oeliculas nas dimensões de 3 x 4, e obter sucesso, comercial.

Acredita Henry Levin que o cinemas-ccpio, do ponto de vista artístico, trouxe o beneficio de não serem necessários tantos cortes. Permite que uma cena se mantenha por mais tempo, sem ser ne-cessaria a montagem futura.

Mcstrou-se surprezo ao perceber que comentaristas de cinema de São Paulo se lembravam de filmes dirigidos por elo e praticamente esquecidos até mesmo nos Estados Unidos.

SOCIAIS

ANIVERSÁRIOS

HOJE — JAIME FREIXO. diretor da Empresa Teatral M. FREIXO & CIA., grande exibia ora em Santos; COSMO LAMANNA. diretor da Emp. Cinemat. Triunfo, que fabrica os conhecidos ova-relhos de som e projeção TRIUMPHO

AMANHA — O veterano cinemato-grafista GUSTAVO ZIEGLITZ, produtor do reputado equipamento cinematogra-fico SOLIDUS; ENIO PETERSEN, gran-de exibidor e distribuidor gran-de filmes em Porto Alegre; RUDI GOTTSCHALCK. diretor geral da UNIVERSAL FILMES no Brasil, sendo muito estimado em sua classe e nos meios sociais de São Paulo e da Capital da República; JOSÉ PE-REIRA DE ALMEIDA, empresário do Cine Edna. de Itatuba (E. de Minas); ALFREDO PALÁCIOS, secretário da Ma-ristela; MANOEL TOMAZONI. produtor de filmes em Porto Alegre: HEROINO DE CASTRO SILVA, empresário do Cine Guarabú. na Ilha do Governador (D.F.). DIA 12 — JOSÉ MARTINELLI. sub-gerente da filial da METRO em São Paulo; LYSIO CELLOS COSTA, sócio das empresas Cine Delta Ltda. e Cine Alpha Ltda.. empresárias de salas exibi-doras no E. do Rio e Distrito Federal; ORLANDO NASI, jiosso colega de A

GA-Aos clientes cujo material de propaganda não chegou

em tempo para utilização no número 1197 (27-12-58) de

CINE-REPORTER solicitamos que nos indiquem o destino

que desejam seja dado a originais (textos), desenhos e clichês

0 que noticiamos em

11 de Janeiro de 1936

... que. tendo rifo nr meado distribui-dor da produção da Uniterl Artists para os Estados do Paraná e Santa Catarina, deixara de fazer parte do quadro dos auxiliares da Columbia Pictures o sr. Francisco Germano, onde. desde a aber-tura da filial dessa Companhia em São Paulo excercia as funções de caixa e contador.

. . . que, com destino a Porto Alegre. embarcTra. a 9 do corrente, no Rio no vapor "Araraquara", o sr. Alberto Car-valho, soeio-gerente da firma França Carvalho & Cia. ("Programa Argur."».

.. . que falecera, vítima de um colapso cardíaco, o artista John Gilbert, que con-tava 39 anos de idade.

. . . que na rua do Passeio, no Rio de Janeiro, além do levantamento do cine-ma da Metro, na rua das Marrecas, esta-va sendo construioo também o Plsza da Empresa Vital Ramos de Castro.

. . . que registramos o lançamento de 9 filmes, a saber: '"Amo todas as mulhe-res", da Cine Allianz, no Broadway. a 4S000: '"Primavera em Paris", da Para-mount, no Broadway, a 4S000; Mares da China", da Me*ro. no Odeon (Sala Ver-melha), a 4SÜ00: "Amor com amor se paga", da Metro, no Rosário, a 4SOO0: "Coração de filho", da Warner First, no Pedro II. a 2S300: "Vaidade e beleza", ca RKO. no Alhambra. a 4S000: Heróis esquecidos", da U. A. of Brasil, no Santa Elena, a 2S300 (Com outro film ); "Acon-teceu em Nova York'*, da Universal, no AdoIo, a 3S0O0 íCom Genesio Arruda); "Noite de valsa", do Programa Aliança. São Bento, a 2S300 (Com outro filme).

... que existiam naquela época 62 cinemas em funcionamento.

ZETA. que por muito tempo esteve vin-culado à publicidade da Fox em S. Paulo. DIA 13 — RICIERI LORENZINI. sócio da Empresa de Cinemas de São Caetano do Sul; MARI O SILVERIO DE ALMEIDA e d. MARIA DO CARMO AL-VARES MACHADO, do corpo de ven-dedores da BRAFOR.

DIA 14 — 'DIOGENES D. STORI. gerente da filial de Móveis CIMO S.A.. de Curitiba; LINOBERG MACHADO OUPELO. filho do sr. F. CUPELO. dire-tor do Circuito Gloria e da Cineinas Capelo S. A. (Rio).

DIA 15 — MARIO PADALINO, for-nalista e publicista cinematográfico.

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REVI5TA DA5 ESTRÉIAS

CRITICA

IMPARCIAL

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INDEPENDENTE

MEUS AMORES NO RIO

Produção: Cinematog. Fmege (Bra-sileiro-argentino) — Em UltraScope

Produtor: Carlos Hugo Christensen Distribuição: Pelmex

Estréia: 13 de novembro Cine: Paisandú

Preço: CrS 40,00

Assunto: Comédia, em Agfacolor Cens.: Livre

Inércretes: Susana Freyre, Fábio Car-doso. Jardel Filho. Dcmineos Alzuearay, Dina Lsbôa. Catalano. Agildo Ribeiro.

Diana Morei. Afonso Stuart e outros. Realização de Carlos Hueo Christensen — Fntrecho do Pedro Bloch — fotografia de Anibal Gon/^lez Paz.

ARGUMENTO: Repondendo na televi-são argentina sobre música popular bra-sileira. uma linda moça recebe como prê-mio-consolação uma viaeem e estada de uma semana no Rio de Janeiro. No avião, a moca conheço o comissário de bordo, que se prontifica a mostrar-lhe a cidade. Mas, já nc Rio, a moça conhece um repórter aloucado de conhecida re-vista, que também se prontifica para ser-vir-lhe de cicerone. A garota sente-se encantada com as belezas da cidade e com a gentileza dos dois rapazes. Entre-tanto, certq manhã, na praia, conhece um jovem "play-boy", que se sente terrível-mente apaixonado por ela. propondo-lhe casamento. A moça continua indecisa.

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REPÓRTER-SEMANÁRIO CINEMATOGRÁFICO Direção e Propriedade: ANTENOR TEIXEIRA Redator:

AGUINALDO AZEVEDO MARQUES Publicidade:

MAX KAHOWEC Redação e Administração:

Av. Ipiranga, 1071 - 10.o - Conj. 1010

Tel. 35-2970 — Caixa Postal. 1956

SAO PAULO o

Impresso: R. Vitória, 93 - Tel. 34-2604 —o

REPRESENTANTES Porto Alegre: Josué Fávaro

NO EXTERIOR

Buenos Aires: Chás le Crus Nova York: M. Girão Jr. Hollywood: Dulce D. Brito

sem saber ao qual reamelnte ama, pots os três se mostram encantadores para ela. Tudo lhe parece um mar de rosas, quando recebe aviso de que deveria vol-tar na vol-tarde seguinte. A despedida com-parecem o jornalista e o play-boy" sen-do que o aviasen-dor se fêz representar por um garotinho que haviam conhecido an-tes. A moça parte de volta para sua pátria, ainda sem saber a qual dos três rapazes deveria dar o seu "sim". Em casa, junto novamente dos seus, sente-se tristonha e saudosa dos três rapazes que conhecera no Rio. Afinal, resolve decidir • se, pois percebe que ama realmente ao aviador.

CRITICA: Como primeiro. lançamento nacional, o Cine Paisandú muito bem es-colheu a co-produção brasileiro-argentina "Meus Amores no Rio", fita que, certa-mente, se constituirá em um dos maiores sucessos comerciais do ano., A fita foi realizada por Carlos Hugo Christensen, cineasta argentino, que já produziu en-tre nós "Maria Madalena", "Mãos San-grentas" e "Leonora dos Sete Mares". Os diálogos e a história são de autoria de Pedro Bloch, conhecido teatrólogo bra-sileiro. "Meus Amores no Rio", ainda que contando uma história simples e sem maiores pretenções, tem qualidades para agradar plenamente a qualquer público, servindo ainda para mostrar o Brasil e, mais particularmente o Rio de Janeiro, do modo mais simpático possível, dai o seu grande valor turístico para a nossa terra. O elenco é todo muito bom., enca-beçado por Susana Freyre, a linda atriz argentina radicada no Brsil, Fábio Car-doso. um dos melhores "galãs" do cinema nacional, além de Jardel Filho e do ar-gentino Domingos Alzugaray, que está muito bom no play-bcy. Os cuidados técnicos dispensados à fita são de pri-meira qualidade: fotografia em Ultras-cope e em Agfacolor, roteiro musical, iluminação, cenários, "dcublage". "Meus Amcres do Rio" é, pois, filme que se recomenda plenamente.

GUENDALINA

("Guendalina")

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Produção: — (Italiana) — Em Su-perVisio

Distribuição: Art Filmes Estréia: 1 de dezembro Cines: Boulevard e Circuito Preço CrS 30,00

Assunto: Drama

Cens.: Proibido até 10 anos

Intérpretes: Jacqueline Sassard, Ra-faelo Mattioli, Raf Valcne, Sylvia Kos-cina e outros.

Realização de Alberto Lattuada. ARGUMENTO: Durante a temporada, em uma estação de veraneio, Guendalina (Jacqueline Sassard) se diverte com cs jovens de sua idade, não ligando, muito

CINE-REPORTER

ao problema que envolve seus pais, pres-tes a se separarem. Terminada a estação, a mãe de Guendalina resolve ficar ainda, até que seja resolvido o divórcio. Guen-dalina sente-se só até que encontra um jovem como ela, Oberdan (Rafaello Mattioli), um estudante de engenharia, que mora ali na cidade. Divertem-se, a princípio, como bons amigos; entre-tanto, com o correr dos dias os dois jo-vens perbecebem que se amam e, desde então, tudo lhes parece maravilhoso. Enqunto isso, Guendalina ainda se preo-cupa com a situação dos pais e, apesar de ter sempre idolatrado o pai, decide-se ficar ao lado da mãe. Oberdan presta exames e consegue passar, graças ao es-forço de Guendalina, que passa tcdo o tempo ao seu lado, estudando com êle. Mas, eis que o pai de Guendalina apa-rece repentinamente e ccnsegue que a es-posa o perdoe. Resolvem bruscamente partir para Londres e a filha, desespe-rada, procura Oberdan e só lhe poda prometer que não o esquecerá jamais.

CRITICA: Exibido recentemente, por ocasião da "Semana do Filme Italiano". "Guendalina" traz como credencial o nome de Alberto Lattuada o grande di-retor italiano de "O Bandido" e outros sucessos. Lattuada aproveita otimamente o argumento que tinha em mãos e con-segue contar com muita ternura a historia de um primeiro amor em constrate chccante com o amor em um casal em vias do divórcio. O elenco é todo muito bom, encabeçado por Jac-queline Sassard, jovem e desconhecida atriz francesa, vivendo a Guendalina; Rafaello Mattioli, outro jovem*- ator desconhecido, faz Oberdan, seu namora-do. A Bela Sylvia Koscina faz a mãe de Guendalina e o excelente Raf Vallone valoriza um pequeno papel. A ação se desenrola quase que inteiramente em uma cidade balneária. em época fora de estação, além de algumas cenas em Pizza. Bons, a fotografia e demais cuidados técnicos. Concluindo, podemcs dizer que"Guendalina" é fita com qualidades comerciais e agradará, certamente, a qualquer público.

A LENDA DA PAY NIANG

("Bayaku Fujin no Youren") Produção: Toho (Japonesa) Estreia: 18 de agosto

Cine: Tóquio Preço: Cr$ 20,00

Assunto: Lenda chinesa, em Eastman-color

Cens.: Livre

Intérpretes: Yoshico Yamaguchi, Kaoru Yachigusa, Ryo Ikebe e outros.

Realização de Shiro Toyota.

VAMPIROS DE ALMAS

("Invasion of the Body Snatchers")

Produção: Allied Artists Produtor: Walter Wanger Estréia: 11 de agosto Cine: Itamaratí e Circuito Preço: CrS 20,00

10 de Janeiro do 1959

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Assunto: "Sience-fiction* Duração: 80 minutos

Intérpretes: Kevin McCarty (Miles), Dana Wynter (Becky) e, em outros pa~ peéis.Larry Gates, King Donovan, Caro-lyn Jones, Jean Willes, Ralph Dumúe, VirginiaChristine, Tom Fada en, Menne thPatterson eoutros.

Realizção de Don Siegel - Entrecho de Daniel Mainwaring - Baseado no ori-ginal de Jack Finney (De..fevereiro. 1954

O REBELDE ORGULHOSO

("THE PROUD REBEL")

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Produção: Samuel Goldwyn Jr. Distribuição: Metro

Estréia: 4 de dezembro Cines: Metro e Circuito Preço: Cr$ 25,00

Assunto: Drama, em Tecnicoolr Duração: 103 minutos

Cens.: Livre

Intérpretes: Alan Ladd (John Chan-dler), Olivia de Havilland (Linnett Moore), Dean Jagger (Harry Burleigh), David Ladd (David Chandier) e, em outros papéis, Cecil Kellaway, Dean Stanton, Thomas Pittman, Henry Hull, Eli Mintz, James Westerfield, John Car-radine e King.

Realização de Michael Curtiz — En-trecho de Joe Petracca. e Lillie Hayward (De junho, 1958).

PAUTA: — A presença, quase que constante, de um menino mudo, exce-lentemente interpretado por David Ladd, põe a nota emotiva neste filme que foi produzido com absoluto cuidado em sua parte exterior, não descuidando todavia de tirar partido dos artistas. A excelente Olivia de Havilland defen-de inteligentemente uma personagem convencional; notando-se que o próprio Alan Ladd se torna mais expressivo que de costume, sem, contudo, superar o pe-queno artista David. Em duas pequenas seqüências aparecem dois grandes ar-tistas, John Carradine, como vendedor ambulante, e Henry Hull, como juiz be-berrão, que roubam as cenas em que tomam parte. Com um tom familiar pouco comum nas produções deste gê-nero, não faltando cenas de ação nos encontros do protagonista com os be-licosos visinhos, o filme irradia simpa-tia. Cabe assinalar também a extra-ordinária qualidade da fotografia, com algumas tomadas de lindas paisagens naturais, rebanhos de ovelhas e bosques de aspectos outonais, cuja beleza é posta em relevo pelo tecnicolor. Em alguns momentos o diálogo é excessivo e o ritmo é lento. King, um cachorro inteligente guardião de ovelhas, tem um bom papel no filme, cuja ação se desenrola quase que integralmente em exteriores, ao ter-minar a guerra civil dos Estados Uni-dos. Em suma: "O rebelde orgulhoso" realiza bom programa para qualquer público.

PARA VENDER:

CINE-REPORTER

BRAVOS E COVARDES — O

TUBARÃO E OS PEIXES

PEQUENOS

(«HAIE UND KLEINE FISCHE»)

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10 de Janeiro de 1181

Produção: Transocean (Alemã) Em Naturama.

Distribuição: Imperial Filmes. Estréia: 3 de dezembro. Cine: Marabá e Circuito. Peroç: Cr$ 25,00.

Assunto: Drama de guerra. Duração: 110 minutos.

Cens-: Proibido até 10 anos.

Intérpretes: Hansjorg Felmy, Horst Frank, Thomas Braut, Ernst J. Reinhold, Sabine Bethamann, Mady Rahl, Wolf-gang Preiss, Siegfried JLowitz,' Stefan Wigger, Peter Frank. Reinhold Brandes e Sascha Keit.

Realização de Frank Wisbar — En-trecho original de Wolf gang Ott (de 1957).

PAUTA: Trata-se de um drama amargo sobre a futilidade da guerra, no-tadamente para aqueles que são orin-quedos dos poderosos interesses que a provocam, neste caso as ambições ae Hi-tier e seus sequases. Frank Wisbar, o realizador do filme- que ocupa um lu-gar na histria do cinema com os filmes «O Enforcador» e «Pioneiros Indómitos» e que o nazismo obrigou a exilar-se em Hollywood, onde naufragou na pequena produção, reintegra-se com este filme ao cinema de sua pátria. O enredo do filme transmite uma mensagem, sem du-vida, valiosa, porém descuidando dos pontos dramáticos. É um filme de signi-ficado alto, porém languido e de exces-siva metragem, e isto sem se colocar à altura da esplêndida obra de Wolfgang Ott. O artista Wolfgang Preiss, como o comandante do submarino; se coloca em relevo entre os intérpretes. Apresentam-se bem ao Apresentam-seu lado os jovens artistas Hangsjord Felmy e Heinz Engellmann. Entre as figuras femininas também se coloca em relevo a artista Mady Rahl, como a meretriz, isto é, em melhor si-tuação que a dama e jovem Sabine Be-thamann. reedição alemã d* Nancy OI son. Em grande parte a ação se situa a bordo de um submarino e de um caça-minas. Fragmentriamente, em forma de documentário, são mostradas algumas ações bélicas. Trata-se, pois, de um fil-me que realiza programa recofil-mendável para qualquer público.

GAROTAS DE HOJE —

BROTOS DO SÍJCULO

("RAGAZZE D'OGGD

Produção: — (Italiana) — Em Ci-nemaScope

Distribuição: Art Filmes (Estréia: 21 de agosto

Cine: Paisandú Preço: Cr$ 60,00

Assunto: Comédia, em Eastmancolor Cens.: Proibido até 18 anos

Intérpretes: Mike Bongiorno, Mari-sa Allasio, Frank Villard, Françoise Ro-say, Louis Seignier, Eduardo Bergamo, Billa BUla, Bella Visconti, Lilli Cerasoli, Millo Milli e outros.

Realização de Luigi Zampa.

CINE-REPÓRTER

UM AMERICANO EM ROMA

(«UM AMERICANO A ROMA») Produção: (Italiana) — Em

Super-Vision.

Distribuição: Fama Filme. Estréia: 11 de agosto. Cine: Mônaco.

Preço: Cr$ 3000. Assunto: Comédia. Cens.: Livre.

Intérpretes: Alberto Sovai, Maria Pia Casilio e outros.

Realização de Steno.

O EMISSÁRIO DO OUTRO

MUNDO

("Not of This Earlh") Produção: Allied Artists

Produtor: Roger Corman Estréia: 11 de agosto Cines: Nilo e Circuito Preço: Cr$ 20,00

Assunto: "Science-fiction" Duração: 67 minutos

Cens.: Proibido até 18 anos

Intópretes: Paul Birch (Paul Johson), Beverly Garland (Nadine Sorey) e, em outros papeis, Morgan Jones, William Roerick, Jonathan Haze, Richard Miller, Anne Carroll, Pat Flynn, Roy Engel e outros.

Realização de Roger Corman — Enir°. cho de Charles Griffin e Mark Hanna (De março, 1957).,

O HERÓI DA VANDÊIA

("L'Eroi Delia Vandea") Produção; — (Italo-francèsa) Estréia: 11 de agosto

Cine: Boulevard Preço: Cr$ 30,00 Assunto: Drama

Cens.: Proíbdo até 14 anos

Intérpretes: Amadeo Nazari, Dany Robin, Carla Del Poggio e outros.

Realização de Richard Pottier

REVOLVER

MERCENÁRIO

(«THE HIRED GUN»)

Produção: Rorvic Productions — Em

CinemaSeope-Produtor: Victor M. Orsatti. Distribuição: Metro.

Esiréia: 21 de agosto. Cines: Oásis e Circuito. Preço: Cr$ 25,00.

Assunto: Western. Duração: 64 minutos.

Intérpretes: Rory Calhoun (Gil Mc-Cord). Anne Francis (Ellen Beldón), Vin* ce Edwards (Kell Beldon), John Li tel (Mace Beldoni) e, em outros papéis. Chuck Connors, Robert Burton, Salva-dore Baques. Guinn Williams e Regis

Parton-Realização de Ray Nazarro (De se-tembro, 1957).

A AVALANCHE

( « AVALHANCHE») Produção: P. R. C.

Produtor: Pat di Cieco. Estréia: 11 de agosto. Cine: Patriarca.

Preço: Cr$ 20.00. Assunto: Drama. Duração: 70_ minutos.

Intérpretes: Bruce Cabot, Veda Ann Borg. Helen Mowery, Roscoe Karns,

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UMA COLUNA

SEM CINEMA

DEIXE ESSA ESQUINA,

AMIGO !

ASTRO CINTRA — Fort"- ai; si?n, você mesmo, que está nessa esquina como numa esquina áa vida: — deixe passar a seu lado o homem sobre quem desejaria despejar tremenda carga de mau humor. Não ihc diga que tudo vai 7nal. que nada tem conserto, que a humanidade c irrecupe-rável e que o mundo apodreceu. Não lhe fale que hão mais vaolres morais c que o primado do espirito é um balela. Usina de tóxicos, você fica yiessa es-quina coiii a preocupação de transferir seus próprios males ao transeunte des-cuidado. Mas esses seus males serão ma-les. mesmo? Examine-os. Troque-os em 7niudos. Pegue seus aborrecimentos e estrangule-os com um mínimo de boa vontade. Não envenene por gosto. A li-nha desse veneno irá até sua casa. Ali uma esposa assustadiça terá suas ho-ras enegrecidas. Ali, criancinhas

ater-rorizaãas não verão mais em você o pai

compreensivo c bom mas o papâo a que se referem as conversas que lhes pre-varam o sono intranquüo,

Escute aqui, amigo: — cá fora a vida é uma festa. Envolva-se nela e prepare para o cansado, o desájudado. mn aligciramentu de suas penas.

Atente para as dores reais, para it imensa amargura, para as definitivas ago?iias daqueles que tanto desejaram para suas vidinhas machucadas 7i77ia rés. tea de sói, a cobertura de uma solida-riedade. Seja para essa gc7ite o pensa-7ne7ito alentador. a palavra boa. o co7i-selho oportioio. A77iaeie os ca7n'nihos e as veredas desses ir7nãos.

—oOo—

Enquanto seu 7nau humor, a7nigo, ta7itos 77i ale fidos causa, veja o que faz ALBERT SCHWEITZER. Ele é o 7naior organista do mundo, ele é o filósofo res-peitado, êle â o ciciitista de 77iéritos excepcio7iais. ele é "Prêmio Nobel da Paz". Poderia re77ieter-se a U77i ócio cer-cado de glória. Mas 7ião: ele dá seu tem-vo, seu dinheiro, seu so7ilio e seu cora-ção a pobres 7iegros roidos de ãoe7iças, repetindo, riC3tes dias de gois77io, o após-tolado do padre Da7iiião, e77i Molokai, e do nosso 77iuito a7nado padre Be7ito Dias Pacheco, e??z Itú.

Enquanto você. a7nigo. deblatèra, SALK dá tudo de si para que a parali-sia Í7ifa7itil estaque e??2 sua 77iarcha avassaladora.

E7iqua7ito seu ãesconte7itamento, amigo, alarga áreas de intranqüilidade, JEAN BERNARD faz avançar as pesqui-sas no sentido de mn seguro tratamento da leucemia.

Enquanto você, amigo, uiva deses-peros e geme desesperanças, RENÉ DU-BOS possibilita a cie7iti'stas e parques laboratoriais o apri7nora7nento da es-trepto77iicina, da aureomicina e da ter-ramici7ia.

Enquanto sua fúria destruidora, amigo, arma sustos e compõe pavores, MARIO PONZO deixa que lhe amputem, de um só golpe, o ombro e o braço es-querdo <e só agora porque, um ano

an-— 4an-—

Ano

Jubilar

Tendo publicado a SEGUNDA EDIÇÃO

COMEMORA-TIVA DO ANO JUBILAB em 27/12, aprestar-nos-emòs, nos

cinco meses e alguns dias (pie nos separam de 23 de junho de

1959, para que os vinte e cinco anos de lutas tenham, nas

proximidades dessa data, um registro digno.

Paia lauto

muito

coutamos

coma generosa porção de

assinantes — de que tanto se orgulha a família de

CINE-REPÓRTER — e com a colaboração sempre louvável dos que

fizeram deste jornal o veículo de sua mensagem publicitária.

Do esforço comum há de sair uma obra (pie honrará um

ideal e sempre dirá que foi possivel, em nossa terra, manter

uma publicação especializada sem interrupções, sem

conces-soes e sem desvio de seu programa.

I

tes, sabe7ido-se já condenado, "precisa-ca do braço"... — e precisava dele em bem da humanidade, no estudo do

rá-dio-cancer).

—oOo—

Se esses sábios fossem como você estariam achando que tudo vai mal, que nada tem conserto, que a humanidade é irrecuperável, que o mundo apodre-ceu...

—oOo—

Aqui bem perto de nós EDISON DIAS E LEMOS MONTEIRO pagaram com a vida seu amor à ciência e aos

ho-mens. Se eles passassem como Você,

pouco se lhes daria o carrapato, pouco lhes i7nportaria o tifo exantemático. Em sua hora de luz, muito perto do cora-ção da terra e ao mesmo te77ipo próxi-77ios da perenidade do céu, afogaram os próprios aborrecimentos e mandaram, gra7ides e heróicos, sua mensagem de segura7iça e de fé 77ies7no aos indiferen-tes e aos ausenindiferen-tes de sensibilidade.

—oOo—

Que diria você da doce alegria e da icrna humildade daquele soldado a77iericano de há quase U7n século? Êle e7ico7itrou os ca77ihihos do Senhor oran-do assi77i:

"Pedi riquesas para poder ser feliz — tive pobreza para poder ser oó-bio.

Pedi todas as coisas para poder aproveitar a vida — tive a vida para poder aproveitar todas as coisas.

Nada tive do que pedi — mas tive tudo qua7ito esperei".

—oOo—

Você aí; sim, você mesmo que es-tá nessa esquina como numa esquina da vida: — vá para casa. Sua alma em cacos e seu coração esfrangolhado, dei-xe-os sob o capacho da entrada. E

pe-Sua mensagem de publicidade

irá a todas as áreas da

produ-ção cinematográfica, da

dis-tribuição,

da exibição e do

parque dos equipamentos

de som e projeção, dos

mó-veis e tapeçarias, das

es-truturas, dos

revestimen-netre, leve e sorridente, naquela ciãa-dela que é igual a outras cidaciãa-delas, para o largo quinhão de afagos, para a for-te sensação de segurança, para os pe-queninos nadas que são compreensão e doçura, e pelos quais ainda vale a pena viver!

—oOo—

NOTAS

SEM JMPORTANOIA

PUDICICIÁ

Aquele exibidor era tão pudico que em seu cinema só passava filme virgem.

—oOo—

NÃO SE ESQUEÇA.. .

"A memória é aquela coisa que aju-da a gente a esquecer".

—oOo—

JARDINS SEM GRADES

Sim, amigos: o bambolê afina a cin-tura . .. e a voz também ...

—oOo—

HIGIENE

Eu OMO você

Pois eu não lhe concedo nem

mesmo um so .. . RINSO. Você

M'ENER-VA

E a mocinha ouvindo isto, explodiu:

— POX!

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FÉRIAS

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e encheu de melodias tanto sua pátria adotiva

10 de Janeiro de 1959

como o mundo

IRVING BERLIN cujo verdadeiro nome é Isidore Baline, nasceu numa perdida aldeia siberiana, no dia 11 de maio de 1888. de Moysês Balline, rabino e contador de histórias, e de Leah Lips-kine. Para fugir da miséria, os dez membros da família Baline emigraram em 1892 para os Estados Unidos, fixan-do-se em Nova York e indo residir em Cherry Street, no bairro popular de Bo-wery, ocupando dois cômodos que em comparação da izba deixada na Sibéria lhes pareceram um palácio. Em 1896 pa-pai Moysês morreu, e o garoto foi então vender jornais nas esquinas das aveni-das para ajudar a família.

Mas acabou fugindo de casa, pôs-se a cantar nas esquinas, parodiando os mais famosos cantores da época. A noi-te, Izzy, seu apelido de garoto, ia dor-mir debaixo de uma ponte, de cambu-lhada com outros desamparados.

Mas enfim o espectro da fome afãs-tou-se definitivamente quando Izzy foi engajado como garção e cantor pelo Pelham Café, um inferninho de um cer-to Mike Nigger Salter localizado no nu-mero lZ^de Poli Street, no coração do bairro chinês. Izzi tinha então 'quinze anos. Uma noite Isidore viu-se dar umas grandes gorjetas por um seu admirador, um príncipe hindu: Izzy recusou-a, di-zendo: "Está tudo incluído no preço". O episódio foi relatado por um jornal e desde aquele momento a gente esnobe começou a afluir no Pelham Café para apreciar o cantor-garção que já esque-cido dos tempos quando comia só uma vez por dia e dormia debaixo das pontes, recusara a gorjeta de um príncipe.

A fim de competir com outro cantor rival, Izzy inventou de compor e publi-car uma canção sua que havia tempos lhe zumbia na cabeça. Como ele não sa-bia nada de musica, ditou a melodia ao pianista do bar. Nick Nicholson, o qual, após varias tentativas, aprendeu de cór o motivo. Mas nem mesmo Nick Nichol-son conhecia o pentagrama, fato que obrigou os dois a dirigir-se a um sapa-teiro violinista que em sua mocidade es-tudara no Conservatório. Assim foi que nasceu o motivo "Maria from Sunny Ita. ly", que foi publicado por um editor musical em 1907 e rendeu ao singular terceto a soma de 33 centimos de doía-res, naturalmente a serem divididos em três. Na capa da partitura, por baixo de uma gravura representando uma gondola e uma vista de Veneza, apare-ceu pela primeira vez o nome com o qual Izzy se tornou mundialmente famoso: Irving Berlin.

Dois anos depois, Irving passou para o Kelly's, uma "boite" da Décima Quar-ta Rua, freqüenQuar-tada pela gente de tea-tro: e exatamente por um ator é que ele foi recomendado ao editor Snyder, quem lhe encomendou uma balada para exaltar o desafio lançado pelo maroto-nista italiano Dor ando Pietri contra o hindu Longboat. A balada, composta

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com a colaboração de um pianista, teve grande êxito: Irving ganhou um con-trato que lhe garantiu 35 dólares por canção e mais uma porcentagem sobre direitos de autor.

Já eram passados dez anos de quan-do ele fugira de casa, quanquan-do um dia Ir-ving apareceu inesperadamente na ve-lha habitação de Cherry Street o fi-lho pródigo e a mãe abraçaram-se cho-rando. e somente então as irmãs de Izzy descobriram que os motivos caritarola-dos por anos eram de autoria do irmão Mas Irving não ficou muito tempo em Cherry Street. Dali a pouco desapareceu de novo. para dedicar-se a um estilo musical, o ragtime, que fazia furor na época e para tornar-se editor das pro-prias musicas. A esse tempo data a famosa Alexander's Ragtime Band motivo que lhe valeu a fama também' fora dos Estados Unidos e que foi se-çiuido por uma infinidade de canções lançadas pelos mais celebres ca7itóres de musica popular.

Embora em 1912 ele já estivesse ga-nhando milhões de cruzeiros por ano, esse não foi o período mais feliz de sua existência. Em janeiro de 1912 casou-se com Dorothy Goetz, a irmã de um cole-ga de arte, com apenas 18 anos de ida-de; mas ficou viuvo poucos meses de-pois, pois a esposa morreu-lhe nos bra-ços vitima de uma pulmonite, no dia 17 de julho de 1912. Foi para Irving um choque terrível: pensava continuamen-te na morta, vivia angustiado e perdeu o sono; esse estado provocou-lhe uma insoriia crônica da qual 7ião sarou nun-ca mais. Dessas noites em claro nasceu o motivo "Whem I lost you", dedicada a Dorothy, e que comoveu milhões de moças norte-americanas.

Voltou novamente para a casa pa-terna; mas para dizer às irmãs e à mãe: "Vistam suas roupas melhores e ve-nham comigo". Quando a ignara se-nhora Leah Baline e as irmãs estavam sentadas à mesa de jantar do luxuoso apartamento de Irving, este lhes disse: "Mamãe, nunca mais lavarás os pratos, por que de hoje em diante esta casa é tua e serás servida pelos meus criados". Dito isso, rompeu em prantos. Foram precisos quatorze anos para que o mais rico e famoso "chansonnier" norte-ame-ricano esquecesse a pobre Dorothy e se decidisse a descansar. Isso ocorreu no dia 14 de janeiro de 1926, quando ele se uniu em casamento com Elis Mac'ay, filha do diretor dos Correios de Nova York, o qual era também uma emi7ien-te personalidade católica. Foi U7n casa-mento sensacional, porque Irving era israelita e o velho Mackay de i7iicio não concedera sua benção. Mas o casame7ito foi feliz e dele nasceram 3 filhas: Maria Ellin, Linda e Elisabeth.

Em 1942 Irving Berin. chamado às armas, lançou a revista 7nusical "This is the army,\

Hoje, aos setenta anos de idade, Ir-ving Berlin tem ainda os cabelos pre-tos sem usar tintura nenhuma,

conser-(Conclui na página 8)

(8)

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Intérpretes: Magali Noel, Philipe Lamare, Christian Marquand, Gérard Blain. Raymond Bussiéres, Noel Roque-vert o outros.

Realização do Micke Roussell.

NA TEIA DO DESTINO

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Cino: Niterói. Preço: CrS 20.00.

Intérpretes: Rumegi Tsukioka, Ryo-gi líayama. Isumi Ashikawa e outros.

Realização de Katsumi Michikawa --Entrecho de Yasunaki Kawaabata — Fo-tografia de Minoro Yokoama — Fundo musical de Masayuki Ykeda.

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Assunto: Comédia, colorida. Cons.: Livre.

Intérpretes: Akira Takarada. Ake-mi Neguishi, Keiji, Kobayashi, Momoko Koshi, Iroshi Koisumi. Ryo Ikebe. Shujl Sano. Yoko Tsukasa. Machiko Kitagavva Ken Uehara. Shin.Saburi o outros.

Realização do Toshio Sugie.

ASSIM SÃO OS JOVENS

(« DAKARETA «ANAYOME») Produção: Shochiku íJaponesa) Em GrandSscope.

8

Estréia: 11 de agosto. Cine: Niterói.

Preço: Cr$ 20,00.

Intérpretes: Teiji Takahashi, Ineko A rima. Minoru Oooki. Izuru Takatiho c outros.

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Recebemos e agradecemos, retribuin-do-os, votos de Boas Festas enviados por Dulce Damasceno Brito e J. Consgilio (Califórnia, EE. UU.), Sociedade Bene-ficente de Janu&ria (Jhnuária, E/ de Minas), F. Machado (S.P.). Organiza-cão Novo Mundo (S.P.), Paratodos Ltda. (Cines Vitória o Paratodos — Pirapora, Minas), Escritório Pires Germano, Comer-cio e Indústria Yram Ltda. (S.P.), Toho Filmes da America do Sul (S.P.), Agên-cia de Fjnpi-êgos ComerAgên-ciais (S.P. >. Juan Carralcazaz. gerente da Allied em (S.P.), Banco de Crédito Pessoal (S.P.), Ernani e Diva e Ao Mundo Teatral (Rio), Emp. Irmãos Zinotto Ltda. (Guariba (S.P.).

SETENTA m/m

Que é Isto ?

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LOUCO

(Conclusão de pág. 7) va-se sempre- ágil e juvenil rmno no tempo em que saltava refeições. Recen-temente confessou: "Eu não tive instru-ção 77iusical. Ai7ida hoje sei apenas soletrar as notas e toco o pia7io com uma só mão, horrivelmente". Nunca achou tempo para ir ao teatro ou à ope-ra e despresa cordialmente a televisão. Em suas inúmeras casas (ele as tem em toda a parte-, na Califórnia, em Ho-nolulu, na Riviera), não existem biblio-tecas, porque suas únicas leituras são or artigos de ficção cientifica e de di-vulgação medica.

CINE-REPORTER não «morre» numa edição.

Elemento de consulta obrigatória, êle é colecionado para ser visto o lido muitas e muitas vezes por produtores, exibidores, aunciantes.

Dessa forma, a publicidade aco-Ihida por CINE-REPORTER não tem vida efêmera. Ela é vista e lida mui-tas e muimui-tas vezes. O anuncio em CINE-REPORTER, que é dirigido a um público certo com capacidade aquisi-tiva e interesse por tudo quanto lhe diz respeito, VIVE por um largo pe-ríodo e alcança seus reais objetivos.

Estão na Suécia os mais

antigos arquivos de

filmes

Ao realizar-se recentemente o 2.° anl-versí.rio da Sociedade Sueca de Film (Svenska Filmsamfundet), foi revelado que a organização possui os arquivos mais antigos de filmes do mundo. Esta coleção única consiste em 370 mil vistas fixas de filmes e 600 mil copias líxtras, muitas copias raras de filmes e outro material histórico de Jnterêsse.

O filme mais antigo da coleção 6 um tomado na exposição de Estocolmo em 1897. e a maioria dos grandes clássicos do filme ostá incluída.

Uma curiosidade é o vestido usado por Greta Garbo cm seu primeiro filme. «À Saga de Gosta Berling», feito »?m 1923. Além de retratos e filmes, as coleções, que se encontram no Museu Técnico de Estocolmo, incluem uma importante bi-blioteca.

Os clássicos da coleção não projetados todos os sábados à tarde para o público, e durante certas semanas são acompa-nhados de conferências realizadas por especialistas. Membros da .sociedade são principalmente gente de cinema, autores, críticos e técniers, porém, está franquea-da a qualquer pessoa interessafranquea-da. A So-ciedade Sueca de Film. além de traba-lhar em favor da história e da pesquisa, deu o seu apoio ao filme sueco moder no. trabalhando para melhorar as con-dições de trabalho no ramo de filma-gem. sendo um centro de debate de te-mas a êle pertinentes. Os films são alu-gados a grupos de estúdio na Suécia o no estrangeiro.

A iniciativa para a fundação da So-ciedade e as coleções se deve ao sr. Dengt Idost.-rn-Almqvist. conhecido pri-tico cinematográfico da Suécia, que con-tinuou o seu trabalho com grande zelo. Generosas doações das companhias ci-nematográficas o donativos particulares contribuíram para a ampliação -ias r»o-leções e formaram a base das atividades da Sociedade.

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Seu divertimento preferido é a pes-ca e gaba-se de ser um ótimo cozinhei-ro. Seu êxito pode ser resumido em pou-cas cifras embora impressionantes: cer-ca de mil motivos musicer-cais compostos em meio século, entre os quais o hino oficial norte-americano "God, bless America" e "White Christmas", este lançado por Bing Crosby, e do qual fo-ram vendidos 23 milhões de discos: mais a musica para 19 fitas e para umas 20 comédias musicais.

Irving Berlin é modesto. Assim ele explica seu faiitastico êxito: "O talen-to não é tudo. É preciso também muitalen-to trabalho, e uma dose de sorte".

O presidente Eisenhower enviou uma mensagem pessoal ao "cidadão norte-americano mais louco de quantos não estão no manico7nio", a fim de festejar-lhe o septuagesimo aiiiversário e o meio século de atividade musical: o festejado é o "chansonnier" Irving Berlin, autor de centenas de popularíssimos motivos. Agora, sua pátria de adoção, os Estados Uiiidos, lhe esta tributando, honrarias próprias de cidadãos beneméritos, por que graças às suas canções Berlin pode doar milhões de cruzeiros a obras de assistência e beneficência.

10 de Janeiro de 1959

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Referências

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