Art Nouveau
Introdução
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Na Europa, a passagem para o século XX foi uma época
de paz e prosperidade, devido à expansão do comércio
internacional, o enriquecimento das classes dominantes
e ao aumento da confiança no
PROGRESSO
, o qual
se intensificou com a descoberta da eletricidade.
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Considerado como um segundo estágio da Revolução
Industrial, ocorrida um século atrás, esse período
– que
durou de cerca de 1890 até o início da Primeira Guerra
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A MODERNIDADE anunciou-se através de invenções quemudaram definitivamente a vida
cotidiana, entre as quais: a fotografia colorida (1861), o telefone (1876), o fonógrafo (1877), a lâmpada elétrica (1879), o motor à explosão (1885), o gramofone (1887), o elevador (1887), a ferrovia elétrica (1890), o rádio (1894), o cinematógrafo (1895) e o avião (1903).
Elisha Graves Otis (1811-61)
Plataforma ascessora (1853)
Thomas A. Edison (1847-1931)
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Com base no simbolismo e nas experiências dospós-impressionistas, surgiu um movimento de reforma das
artes aplicadas (arquitetura e
decoração), cujo conjunto passou a ser conhecido como
ART NOUVEAU (“Arte Nova”),
além de diversos movimentos de reforma das artes figurativas
(pintura e escultura).
De Dion-Bouton Vis-à-vis (1901) Benz 1888
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Tal renovação da arte europeia sofreu grande influência do interesse despertado pela arte primitiva e também do ExtremoOriente, tendo grande destaque a difusão tardia das gravuras
japonesas, como as dos pintores de estilo ukiyo-e Katsushika Hokusai (1760-1849) e Andõ Hiroshige (1797-1858).
A Grande onda de Kanagawa
36 vistas do Monte Fuji (1830/31) Gravura - 25x37cm Autorretrato (1839) - 250 livros, 30.000 desenhos e 3.500 gravuras Katsushika Hokusai (1760-1849) Hitodama de yuku kisan ja natsa no hara
Fuji visto de Gotenyama (1830/31) Agora devo passar
como espírito pelos campos de
Hiroshige (1797-1858) 100 vistas do Edo (1856/58) – 24,5x35,5cm O Santuário de Kaimedo Teijin Chuva repentina na ponte Ohashi em Ataka Jardim em Kameido Otsu (1834) 53 estações da Estrada Tokaido 23,5x36cm Koshigaya (1858/59) 36 vistas do Monte Fuji 24,5x35,5cm
Retrato póstumo
Van Gogh (1888)
Art Nouveau
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Com muitas raízes e precursores, o
ART NOUVEAU
foi resultado de uma grande experiência recíproca de
personalidades singulares, as quais tinham em comum a
novidade em estilos pessoais que negavam o passado.
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Surgido por volta de 1890, consistiu em uma tentativa
planejada de criar um estilo internacional moderno, este
baseado na decoração e expresso através de
linhas
fluentes altamente estilizadas
e de fundo simbólico.
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Essas linhas onduladas e assimétricas – essencialmente decorativas – eram baseadas emelementos naturais (rebento
viçoso, broto vegetal, botão floral e contornos femininos) e
simbolizavam a alegria de viver e o nascimento de uma nova era,
expressando o OTIMISMO
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Seu berço foi a BÉLGICA, que, independente da Espanha desde 1830, transformou-se em um centro de indústrias de luxo e pólo de atraçãocomercial a partir de 1865, durante o reinado de Leopoldo II (1835-1909).
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Buscando romper com a inspiração historicista, voltou-se à NATUREZA emanifestou-se principalmente na
decoração e mobiliário, embora tenha
atingido todas as esferas da arte.
Rei Leopoldo II (1835-1909)
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Na Bélgica, o novo estilo eclodiu com os trabalhos de Paul Hankar(1859-1901), Victor Horta (1861-1947) e Henry van de Velde
(1863-1957), entre outros.
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Foi Van de Velde quem teorizou sobre a linha como sendo oprincipal elemento estruturador do Art Nouveau, defendendo a
TEORIA DE EINFÜHLUNG ou
Teoria da Simpatia Estética.
Hôtel Ciamberlani (1897, Bruxelas)
Victor Horta (1861-1947)
Hôtel Horta, atual Museu (1898/1901)
Hôtel Tassel (1892/93, Bruxelas)
Henry van de Velde (1863-1957)
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Desde moda e adereços até gravuras, rótulos e posters, o ART NOUVEAU teve ampla – mas breve – abrangência,sendo estes os seus principais elementos:
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Acentuado interesse pelas artes aplicadas, por influência de Ruskin, Morris e pré-rafaelistas, tendendo à estilização e à abstração linear;✓
Inspiração naturalista na flora (botões de flores, orquídeas, lírios ecrisântemos; entrecruzamentos de caules, espinhos e ondulações) e também na fauna (borboletas, libélulas, pássaros, rãs, etc.);
✓
Motivos decorativos derivados do Oriente (repertório vegetal emundo aquático) e da figura feminina (princípio elementar da vida), tanto pelo sexo como formas curvilíneas (busto, quadril, cabelos, etc.);
✓
Recusa da proporção e do equilíbrio clássicos, buscando-se formas✓
Preferência pelos ritmos gráficos ou plásticos da LINHA CURVA e suas variantes, como a espiral, a voluta e a linha em chicotada (uso de arabescos, formas sinuosas e ovoides);✓
Tendência em resolver valores plásticos através de elementos lineares ecromáticos, com motivos que enfatizavam a juventude, a beleza e o otimismo; e
✓
Individualismo artístico em contradição ao se tentar uma aliança entre o social e o estético; ou entre o popular e o erudito: produção original, mas cara e luxuosa (“Estilo de Artistas”).Derivações
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Considerado o último estilo ornamental do século XIX e o primeiro a ser promovido pelacomunicação de massa, o ART NOUVEAU recebeu várias designações conforme onde se
manifestava, sendo conhecido em Paris como Style Fin-de-Siècle, Métro ou Modern Style.
Hector Guimard (1867-1942) Entrées du Métropolitain (1896/1900, Paris) Métro Chateaud‘Eau Porte Dauphine
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Além do arquiteto Hector Guimard (1867-1942), outrosexpoentes franceses do ART NOUVEAU que se destacaram
foram os vidreiros Émile Gallé (1846-1904) e René Jules Lalique (1860-1945), os quais também trabalharam, respectivamente, com mobiliário e joalheria. René J. Lalique (1860-1945) Émile Gallé (1846-1904)
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Como ilustradores, cita-se: o suíço Théophile Steinlen(1859-1923), o tcheco Alfons M. Mucha (1860-1939) e o francês
Gaston Gérard (1873-1954).
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Influenciado por Degas e pelas gravuras japonesas, Henri de Toulouse-Lautrec (1864-1901)revolucionou com seus cartazes e telas que retratavam a noite
em Montmartre (Paris). Clématites
Gaston Gérard (1873-1954) Roses Théophile Steinlen (1859-1923) Chat Noir (1896)
Alfons Maria Mucha (1860-1939)
Les quatre saisons (1896) - 54x103cm Litografias | Impr.: F. Champenois (Paris)
Cartazes para Sarah Bernhardt (1894/1914) 77x207cm Cigarros JOB (1898) Autorretrato (1899)
Henri de Toulouse-Lautrec (1864-1901)
La danse au Moulin Rouge
(1890) - 116x150cm
Salon de la Rue des Moulins (1894) - 111x132cm
Posters (1891/99)
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Enquanto que para os renascentistas, a HARMONIA do todo era garantida por cada detalhe da obra em perfeito equilíbrio – ou seja, cada elemento eratomado separadamente –, para os barrocos, a fusão harmônica do
conjunto era mais importante. Assim, a harmonia individual dos componentes do trabalho poderia ser sacrificada em
nome da harmonia de toda a obra.
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Nos impérios Alemão e Austro-Húngaro, o Art Nouveaualinhou-se ao alinhou-secessionismo, alinhou-sendo
impulsionado por revistas, como a Jugend (1896), que teve ampla
aceitação e rebatizou-o como
JUGENDSTIL (“Estilo da
Juventude”), na Alemanha; e
SEZESSIONSTIL (“Estilo da
Secessão”), na Áustria. Gertraud von Schnellenbuhel
(1878-1959)
Castiçal (1910)
Estação de Metrô (1894/99, Karlplatz - Viena, Áustria)
Otto Wagner (1841-1918) Lehrstuhl (1899) Richard Riemerschmid (1868-1957)
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Em Barcelona, El Modernismoou ESTILO JOVEN teve grande força mística expressa pelas obras
de Antoni Gaudí i Cornet (1852-1926), que trabalhou com materiais
rudes e fantasias plásticas.
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Outros expoentes catalães foram: Lluís Domènech i Montaner (1850-1923) e JosepMaria Jujol (1879-1949).
Lluís Domènech (1850-1923)
Palau de la Musica Catalana (1905/08, Barcelona)
Banco do Parc Güell (1900/14, Barcelona)
Josep M. Jujol (1879-1949)
Antoni Gaudí (1852-1926) Templo Expiatorio de la Sagrada Familia (1883/1926, Barcelona) Chaminés do Palau Güell (1885/89, Barcelona) 18 torres (12 apóstolos, 4 evangelistas, Ave Maria e Cristo, esta de 170 m de altura)
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Na Itália, o LIBERTY ou Stile Floreale manifestou-se também a partir de revistas, como a Emporium (1895), consagrando-se na Exposição Universal de Turim (1902) e de Milão (1906). Entreseus expoentes estavam: Ernesto Basile (1857-1932), Pietro Fenoglio (1865-1927) e Giovanni Michelazzi (1879-1920).
Grande Hotel Villa Igea (1899/1900, Palermo) Ernesto Basile (1857-1932) Pietro Fenoglio (1865-1927) Casa Le Fleur (1902/03, Turim) Villino Ravazzini (1905/07, Firenze) Giovanni Michelazzi (1879-1920)
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Na Inglaterra, foram os trabalhos do simbolista Aubrey Beardsley(1872-1898) os que mais se
aproximaram do estilo, em especial os desenhos para Salomé (1893)
de Oscar Wilde (1854-1900).
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Além dele, o escultor Alfred Gilbert (1864-1934), conhecidopela estátua de Eros (1893) no
Piccadilly Circus de Londres,
realizou também diversas obras com influência do Art Nouveau.
Salomé (1893) Oscar Wilde (1854-1900) Aubrey Beardsley (1872-1898) Ilustrações (1893/94) 27x34cm
Aubrey Beardsley (1872-1898)
Isolde (1899)
Pan Magazine
Venus between Terminal Gods (1895) 1001 Night (1897) Alfred Gilbert (1864-1934) Shaftesbury Memorial Fountain 5x5x10m Piccadilly Circus (1892/93, Londres) Anteros Deus grego do amor altruísta (Anjo da Caridade Cristã) Alumínio
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Contudo, foi o grupo escocêsTHE FOURS quem revolucionou o design gráfico e mobiliário
britânico, expondo em 1896 o Modern Style em Londres.
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Era composto por: Charles Rennie Mackintosh(1868-1928), James H. MacNair
(1868-1955) e suas respectivas esposas, as irmãs Margareth
(1864-1933) e Frances MacDonald (1873-1921).
James H. MacNair & Frances MacDonald
Margareth Macdonald & Charles R. Mackintosh
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Essa corrente escocesa dentro do ART NOUVEAUdiferenciou-se do restante da Europa por manter um equilíbrio conservador entre a tradição gótica vertical e a inovação
através de arabescos geométricos e estilizações elegantes. Charles R. Mackintosh
(1868-1928)
Hill House (1902/04, Glasgow GB)
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Por fim, nos EUA, o Art Nouveau derivou diretamente do europeu,sendo difundido a partir da firma
Tiffany & Co. fundada em 1837 por
Charles Lewis Tiffany (1812-1902),
na cidade de Nova York.
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Seu filho, Louis Comfort Tiffany (1848-1933), foi seu maior expoente, iniciando-se como pintor para depoisse dedicar às artes decorativas e vidraria, criando seu próprio estilo.
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Tiffany tornou-se mundialmente famoso por sua prataria eartigos de luxo, criando vitrais,
abajours e vasos soprados, de
inspiração vegetal e irisações infinitamente variadas.
Louis C. Tiffany (1848-1933)
Abajours Vasos
Secessionismo
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Em fins do século XIX, o termo SEZESSION era utilizado pelos artistas do Império Austro-Húngaro para designar ascorrentes que romperam com as tradições acadêmicas,
realizando exposições independentes em três grandes centros de experiências pré-modernas: Berlim, Munique e Viena.
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Através de um estilo refinado e decorativo, a artesecessionista trabalhou com pinturas planas e coloridas que serviram de ponte dos artistas pós-realistas do esteticismo e
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As obras doSECESSIONISMO
apresentavam por vezes a
sugestibilidade de estados
emocionais ambíguos e atitudes que convidavam a
um olhar sofisticado e sutil sobre o real. Árvore da vida (1905) Gustav Klimt (1862-1918) Egon Schiele (1890-1918) A família (1918) MAPA DA EUROPA na Belle Époque
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Criada em 1892, a Secessãode Munique foi pioneira em
romper com a tradição
acadêmica, sendo seu maior expoente o alemão Franz von
Stuck (1863-1928).
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Já a Secessão de Berlim surgiu apenas em 1898,opondo-se ao conopondo-servadorismo e
reunindo outras tendências que se aproximavam do
impressionismo até acabar
se dissolvendo em 1913. Selbstporträt im Atelier (1905) – 73x76cm Die Sünde
(1893)
52x88cm
Franz von Stuck (1863-1928)
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Entre seus maiores expoentes, cita-se: Max Liebermann(1847-1935), Lovis Corinth (1853-1918) e Max Slevogt (1868-1932), além de vários outros.
Max Liebermann (1847-1935)
Frau mit Ziegen (1890) 127x172cm Totentanz (1896) 102x123cm Max Slevogt (1868-1932) Im Schlachthaus (1893) Lovis Corinth (1853-1918)
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Fundada em 1897 no âmbito daKünstlerhaus (Sociedade Artística)
por Gustav Klimt (1862-1918), a
Secessão Vienense defendia uma
arte livre de interesses comerciais, reunindo 19 artistas – como
arquitetos, pintores e ilustradores
– que pretendiam abandonar o passado e voltar-se para a
criação de um estilo original.
Edifício-sede da Sezession (1897, Friedrichstraße 12 - Viena) Joseh M. Olbrich (1867-1908) Gustav Klimt (1862-1918) Krauthappel
Gustav Klimt
(1862-1918)
O beijo (1907/08) – Óleo e ouro sobre tela, 180x180cm Retrato de Adele Bloch-Bauer I (1907) 138x138cm As três idades da mulher (1905) 180x180cm
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Foi em Viena que, de inspiração floral e geométrica, formou-se oSEZESSIONSTIL que influenciaria o design moderno através da sua graciosidade, sentido de ordem e
capacidade de estilização.
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Além de arquitetos e designers como Otto Wagner (1841-1918) e seus discípulos, destacaram-se ospintores e ilustradores Koloman Moser (1868-1919) e Ferdinand
Andri (1871-1953), entre outros.
Otto Wagner (1841-1918) Majolikahaus (1898, Viena) Retrato de Otto Wagner (1910) Egon Schiele (1890-1918)
Koloman Moser (1868-1919) Três mulheres agachadas (c.1914) – 99,5x150cm Jovem em pé (c.1915) Autorretrato (c.1916) Ferdinand Andri (1871-1953) Eslovacos com carrinho de repolho (1902) Mulher em pé (c.1910) (1940)
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O secessionistas influenciaram os holandeses Jan Toorop(1858-1928) e Johan Thorn Prikker (1868-1932), além de
abrierem caminho ao expressionismo através dos trabalhos de
Oskar Kokoschka (1886-1980) e Egon Schiele (1890-1918).
Fatalidade (1893) Jan Toorop (1858-1928)) Johan T. Prikker (1868-1932) A Noiva (1892) Os Cegos (1892)
Egon Schiele
(1890-1918)
O Abraço (1917)
Óleo sobre tela 100x170cm
Amantes ou Autorretrato com Wally (1914/15) Mulher reclinada com
meias verdes (1914) Oskar Kokoschka (1886-1980) Kunstschau Poster (1908) O Veleiro (1908)
Conclusão
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Pode-se dizer que o
ART NOUVEAU
era um novo estilo
que expressava o tom festivo de uma moda, criado de
improviso e transitório, muito mais próximo do século XIX
que o XX, devido às suas raízes históricas e ideológicas.
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Alguns historiadores e críticos de arte consideram-no já
nascido “morto”, por ainda estar preso à
ornamentação
e ao
individualismo
, os quais cairiam por terra com o
modernismo, mas outros destacam sua importância na
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O ART NOUVEAU tentava conciliara pressão asfixiante do materialismo e do desenvolvimento tecnológico
com uma atitude artística baseada nos pressupostos simbolistas.
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Isto tornou-se praticamente impossível, o que levou ao rápido desaparecimento do estilo, o qual, apartir de 1910, tornou-se raro, pois não soube como relacionar a arte com
as exigências da MÁQUINA.
Casa Batló (1905/07, Barcelona)
Bibliografia
❑
CHAMPIGNEULLE, B. A arte nova. Lisboa: Verbo, 1984.❑
HARDY, W. Guia de Arte Nova. Lisboa: Estampa, 1996.❑
MADSEN, T. Art Nouveau. Porto: Inova, 1967.❑
PEVSNER, N. Origens da arquitetura moderna edo design. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001.