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UMA REFORMA MAL EXPLICADA [1]

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Academic year: 2021

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Texto

(1)

2008/06/20

U

MA

R

EFORMAMALEXPLICADA

[1]

Alexandre Reis Rodrigues

Um dos objectivos da anunciada reforma na estrutura da

Defesa, cujas orientações constam da Resolução do

Conselho de Ministros n.º 39 de 7 Fevereiro 2008, é, usando

palavras do ministro da Defesa Nacional, «reforçar a

capacidade de resposta operacional das Forças Armadas

ao novo ambiente estratégico». Este objectivo pressupõe,

como é óbvio, que a capacidade actual é considerada

insuficiente.

Se a iniciativa se referisse a meios para dar às nossas forças a mobilidade e prontidão que o actual

ambiente de segurança exige e que, nos seus actuais termos, não permitem a Portugal observar a

meta recomendada pela NATO (40% das forças devem ter condições de emprego no exterior) o

assunto ficava esclarecido.

Mas não é disso que se trata: o que a prevista reforma prevê para essa área é a criação de um novo

comando operacional conjunto e o reforço das competências operacionais do Chefe do

Estado-Maior-General das Forças Armadas (CEMGFA).

Fica, no entanto, por perceber de que más experiências de actividade operacional no passado

decorrem essa necessidade. Não vejo o que possa ser referido no que respeita à actividade interna,

que está limitada ao emprego em missões de interesse público; nem sequer imagino que se queira

envolver pessoalmente o responsável máximo pela estrutura militar da Defesa na fiscalização da

pesca e busca e salvamento ou tarefas similares de rotina, que, sem razões de queixa, têm, desde

sempre, permanecido ao nível dos comandos operacionais dos ramos. Situações como a da

traineira «Luz do Sameiro» (cujo naufrágio, a 29 de Dezembro de 2006 e a poucas dezenas de

metros de uma praia próxima da Nazaré, causou a morte de cinco pescadores), ou outras idênticas,

como ficou provado, não tiveram absolutamente nada a ver com deficiências na estrutura de

comando operacional.

Não vejo, também, como o assunto se possa aplicar a intervenções no exterior; só em caso de

intervenção autónoma, fora do quadro da NATO ou da UE, é que as forças se mantêm sob comando

nacional. Porém, este tipo de situação, depois do 25 de Abril, só aconteceu uma vez com dimensão

e importância política justificativa de envolvimento pessoal do CEMGFA (Guiné, Verão de 1998) e não

gerou qualquer recomendação de um novo órgão de comando. Noutros contextos, o procedimento

estabelecido implica transferir o comando das forças para a autoridade internacional responsável,

ficando para o CEMGFA o papel de acompanhamento do seu emprego, para salvaguardar as

condições em que foi feita a atribuição. O apoio logístico é uma tarefa que ninguém defende dever

sair das mãos dos chefes de estado-maior dos Ramos.

É natural, por isso, a perplexidade com que vários sectores encaram a decisão de despender

recursos na criação de um novo órgão de comando operacional que não vem preencher qualquer

lacuna ou resolver deficiências nem pode substituir os dos ramos. Se alguma vez houve dificuldade

ou menor rapidez na tomada de decisão do emprego de forças, uma das razões invocadas, nunca

esse problema se situou na estrutura militar da Defesa.

O outro «cerne desta reforma», continuando a usar as palavras do ministro da Defesa Nacional, «é o

reforço dos poderes do CEMGFA» com autoridade para harmonizar os projectos orçamentais e de

reequipamento dos ramos. Convinha explicar o que significa, na prática, este novo tipo de autoridade

e sobretudo clarificar porque pretende o Governo abdicar da responsabilidade de assumir o diálogo

que lhe cabe ter com os chefes dos Ramos, que são os que detêm o conhecimento especializado

dos diversos assuntos, sobre as prioridades a observar e o modo prático de as encarar, deixando

essa tarefa, contra o que é habitual na maioria dos países, ao CEMGFA.

[1] Artigo originalmente publicado no Diário de Notícias de 24 Junho 2008.

132 T

EXTOS

R

ELACIONADOS

:

2012/09/11

(2)

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Autor: João Pires Neves[1]

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M

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D

EFESA

? [1]

Alexandre Reis Rodrigues

2005/01/02

R

EFLEXÕES PROGRAMÁTICASPARAA

D

EFESA

[1]

Grupo Trabalho Reflexão e Defesa (IHD)

2004/06/29

A

LGUNS

C

ONTRIBUTOS PARAA

D

EFINIÇÃODE UMA

P

OLÍTICADE

D

EFESA

Alexandre Reis Rodrigues

2004/05/17

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IFERENTE DE

D

EFESA

Rui Arrifano

2004/04/23

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NVESTIMENTOS NA

D

EFESA

Alexandre Reis Rodrigues

2003/11/18

O C

OMANDODAS

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EVISÃO

C

ONSTITUCIONAL

António Borges de Carvalho

2003/09/30

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COMPONENTE MILITAR

Freitas Ribeiro Pacheco

2003/09/29

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ÚBLICA

Dr. António Borges de Carvalho

2003/06/18

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RELACIONAMENTOPOLÍTICO

-

MILITAR

Alexandre Reis Rodrigues

2003/06/13

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MNOVOCICLODE PLANEAMENTO

Alexandre Reis Rodrigues

2002/10/02

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ISCUSSÃOPÚBLICADASBASES DO

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Alexandre Reis Rodrigues

2002/09/16

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PROPÓSITODADISCUSSÃODASBASESDO

CEDN

Alexandre Reis Rodrigues

2002/08/21

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EFESA

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INTERESSES NACIONAISEAMEAÇAS

Alexandre Reis Rodrigues

2001/06/20

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EFESA

N

ACIONAL

Alexandre Reis Rodrigues

2001/05/02

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EFORMADAS

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RMADAS

Alexandre Reis Rodrigues

2000/05/03

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Referências

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