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Sistemas Sinaise

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Academic year: 2022

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Texto

(1)

Sinais e

Sistemas

Prof. Eduardo Botter

(2)

Conteúdo Programático

Sinais e Sistemas

Classificação e Operações Básicas com Sinais

Transformada de Laplace

Resposta ao Degrau

Diagrama de Blocos

Transformada Inversa de Laplace

Espaço de Estados

Diagrama de Bode

Representação de Fourier para Sinais

(3)

x(t) X(s) Transformada de Laplace

Amostragem

Interpolão

Domínio do tempo Domínio da frequência

Tempo contínuoTempo discreto

X(j)

Transformada Inversa de Laplace

Frequencia (rad/s)

Fase (graus); Amplitude (dB)

Diagrama de Bode

-40 -30 -20 -10 0

10-2 10-1 100 101

0 20 40 60 80 100

x(t) = f(t) X(s) = N(s)/D(s)

x[n]

(4)

Bibliografia

(5)

Critério de Avaliação

Prova Semestral: 0,0 a 7,0

Primeira Prova Intermediária: 10 de abril

Segunda Prova Intermediária: 11 de setembro

Datas

Prova Intermediária: 0,0 a 3,0

(6)

Sinais

Podemos definir um sinal como uma função a qual veicula alguma informação sobre o comportamento ou a natureza de um determinado fenômeno.

O que necessitamos:

Identificá-los Classificá-los Operá-los

(7)

Classificação dos Sinais

Sinal unidimensional e Sinal multidimensional

Um sinal unidimensional é aquele cuja função apresenta uma única variável independente e um sinal multidimensional é aquele cuja função depende de mais de uma variável independente.

Um exemplo de sinal unidimensional pode ser um sinal de voz captado por um microfone e um sinal muldimensional o movimento de uma imagem de televisão com o passar do tempo, este sendo a terceira variável.

(8)

Classificação dos Sinais

Sinal de tempo contínuo e Sinal de tempo discreto

Um sinal de tempo contínuo é aquele que é definido para todos os valores de tempo t. Já um sinal de tempo discreto é definido em instantes isolados de tempo, que normalmente são igualmente espaçados.

(9)

Classificação dos Sinais

Sinal Periódico e Sinal não-periódico

Um sinal periódico é aquele na qual as características do mesmo se repetem em intervalos regulares. Caso contrário o sinal é considerado não periódico.

(10)

x ( t ) = x ( t + T) onde: T = período do

sinal

Quando não existe T tal que:

x ( t ) = x ( t + T)

x [ n ] = x [ n + N ] onde: N = período do

sinal

Quando não existe N tal que:

x [ n ] = x [ n + N ]

Sinal Periódico e Sinal não-periódico

(11)

Classificação dos Sinais

Sinal Par e Sinal Impar

Sinal par

Sinal impar

x ( t ) = x (- t )

x ( t ) = - x (- t )

(12)

Sinal par e Sinal impar

x ( t ) = x (- t ) x ( t ) = - x (- t )

x [ n ] = x [ - n ] x [ n ] = - x [ - n ]

(13)

Sinal par e Sinal impar

(14)

Classificação dos Sinais

Sinal determinístico e Sinal aleatório

Um sinal determinístico é aquele sobre o qual não existe nenhuma incerteza quanto a seu valor em qualquer instante, podendo então ser representado matematicamente por uma relação (fórmula). Já um sinal aleatório é aquele sobre o qual não podemos especificar o seu comportamento no decorrer do tempo.

Um exemplo de sinal determinístico é uma tensão sobre um resistor. E um sinal aleatório o ruído que acompanha um determinado sinal.

(15)

Classificação dos Sinais

Sinal aleatório

(16)

Classificação dos Sinais

Sinal analógico e Sinal digital

Um sinal cuja amplitude pode assumir qualquer valor em uma faixa contínua é denominado sinal analógico.

Um sinal digital, por outro lado, é aquele cuja amplitude pode assumir apenas um número finito de valores.

(17)

Exemplos

Sinal analógico de tempo contínuo Sinal digital de tempo contínuo

Sinal analógico de tempo discreto Sinal digital de tempo discreto

(18)

Tamanho de um Sinal

O tamanho de qualquer entidade é um número que indica o quanto ela é grande ou pequena. Normalmente a amplitude de um sinal varia com o passar do tempo e o mesmo existe durante um determinado intervalo. Podemos então considerar a amplitude e a sua duração como grandezas que nos permitam determinar o tamanho de um sinal.

(19)

Sinal Energia

x t dt

Ex 2( )

n

x x n

E 2[ ]

Sinal Contínuo Sinal discreto

(20)

Sinal Potência

T

x x t dt

P T1 2( )

1

0

2[ ] 1 N

n

x x n

P N

Sinal Contínuo Sinal discreto

(21)

Operações básicas com sinais

Operações relacionadas à variável dependente

Mudança de escala de amplitude

Reflexão

Adição de dois sinais

Multiplicação de dois sinais

Operações relacionadas à variável independente Mudança de escala de tempo

Reflexão

Deslocamento no tempo

Deslocamento e mudança de escala de tempo

(22)

Sistemas

Podemos definir uma sistema como sendo uma entidade que manipula sinais (sinais de entrada) gerando assim novos sinais (sinais de saída).

Sistema

Sinal de Entrada Sinal de Saída

(23)

Classificação dos Sistemas

Sistema com memória e Sistema sem memória

Um sistema é dito com memória se o sinal de saída depender de valores passados do sinal de entrada. Caso contrário o sistema será sem memória.

Um exemplo que podemos citar de um sistema sem memória seria a tensão sobre um resistor, uma vez que a mesma depende da corrente que flui por ele no mesmo instante de tempo que se está calculando a tensão e é dada matematicamente segundo a seguinte expressão:

Já um exemplo de sistema com memória seria a tensão sobre um capacitor, pois neste caso a tensão depende de todos os valores passados de tensão v(t) e não só do instante de tempo t.

t i d t C

v 1 ()

) (

) ( . )

(t Ri t

v

(24)

Classificação dos Sistemas

Sistema estável e Sistema instável

Diz-se que um sistema é estável ou BIBO (bounded input / bounded output) estável , se e somente se para todo sinal de entrada limitado o sinal de saída será também limitado. Caso contrário, o sistema é instável.

Matematicamente um sistema é BIBO estável se satistifizer as seguintes condições:

x y

M t

x

M t

y

) (

) (

(25)

Classificação dos Sistemas

Sistema causal e Sistema não causal

Um sistema é dito causal se o valor atual do sinal de saída depender somente dos valores presentes e/ou passados do sinal de entrada, ou seja, o sinal de saída não pode depender de valores futuro do sinal de entrada.

Um exemplo de sinal causal é se desejarmos saber o valor da tensão sobre um capacitor num determinado instante de tempo t. Para alcançarmos tal propósito, uma das possibilidades é integrarmos a corrente que circula pelo dispositivo deste o instante - até o instante de tempo requerido t, conforme ilustra a equação abaixo:

t i d t C

v 1 () )

(

(26)

Classificação dos Sistemas

Sistema linear e não linear

Diz-se que um sistema é linear se ao mesmo se aplica o princípio da superposição ou linearidade. Caso contrário dizemos que o mesmo é não linear.

O princípio da superposição ou linearidade é composto de duas propriedades: (1) homogeneidade e (2) aditividade.

(27)

Sistema linear e não linear

Homogeneidade

Se ao aplicarmos a entrada de um sistema o sinal x1(t) gerando uma saída y1(t) e ao aplicarmos a entrada do sistema o sinal A.x1(t) o mesmo produzir uma saída y(t) = A.y1(t), dizemos que o mesmo satisfaz a propriedade da aditividade.

(28)

Sistema linear e não linear

Aditividade

Admitamos que um sistema tenha, para uma entrada x1(t) uma saída y1(t) e, para uma entrada x2(t) uma saída y2(t). Se ao aplicarmos a entrada do sistema o sinal x(t) = x1(t) + x2(t) e o mesmo produzir uma saída y(t) = y1(t) + y2(t) dizemos que o mesmo satisfaz a propriedade da aditividade.

(29)

Sistema linear e não linear

Superposição

Se a resposta de um

sistema a uma

combinação linear de sinais de entrada for uma combinação linear correspondente dos sinais individuais, então o princípio da superposição ou linearidade se aplica a este sistema.

(30)

Classificação dos Sistemas

Sistema invariante no tempo e Sistema variantes no tempo

Diz-se que um sistema é invariante no tempo se o mesmo responder a um sinal de entrada deslocado no tempo com um sinal de saída também deslocado no tempo. Podemos ilustrar esta definição da seguinte forma:

(31)

Classificação dos Sistemas

Sistema forçado e Sistema livre

Sistema forçado é aquele que é excitado por uma fonte de um sinal de excitação externa. Já um sistema livre é aquele que é excitado pelas condições iniciais.

Referências

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