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Biosseguridade nos incubatórios

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Academic year: 2021

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Biosseguridade nos incubatórios

1. Introdução

O trabalho no incubatório envolve um grande número de seres vivos (ovos embrionados e pintos) em um espaço reduzido caracterizando uma alta densidade populacional. Somado a isto se tem uma alta rotatividade: entradas constantes de ovos de diversas fontes e saída constante de pintos. Estes fatores inerentes ao incubatório são condições ideais para ocorrência de problemas como: disseminação de doenças infecto-contagiosas, perdas embrionárias e de pintos e má qualidade do produto por fatores microbiológicos e/ou fisiológicos, que levam a perdas e prejuízos.

As perdas podem ser diretas, ou seja, do produto: pinto. Podem ser ainda indiretas devido ao custo do retrabalho, gastos extras e para correções, além das perdas de imagem e desgaste da credibilidade do incubatório, seja ele para fornecimento de clientes internos ou externos.

Biosseguridade é a palavra de ordem hoje em dia na moderna avicultura industrial. Durante os últimos 15 anos, vários outros termos e acronismos tem adquirido ao redor do mundo enorme popularidade em muitos segmentos industriais, incluindo a avicultura industrial. Entre eles temos, “qualidade total”, “ISO 9000 / 14000 (International Standardization Organization // organização internacional para normatização)”. Os dois grandes pontos em comum que se observa na prática entre todos estes processos, incluindo principalmente a biosseguridade, são:

3 Citados exageradamente e utilizados na maioria das vezes apenas como ferramenta de marketing;

3 Via de regra, mal entendidos e mal utilizados na prática.

É absolutamente essencial que o conceito biosseguridade seja totalmente entendido, antes de qualquer tentativa de aplicação operacional. E este entendimento deve iniciar pela estrutura hierárquica da biosseguridade aplicada à produção animal industrial.

Hierarquia da biosseguridade

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Figura 1. Níveis hierárquicos de biosseguridade Biosseguridade conceitual

É o nível primordial /básico que representa a base de todos os programas de prevenção de enfermidades. É a base de tudo o que fazemos.

Biosseguridade conceitual inclui, por exemplo, definições tais quais:

1. Seleção do local de instalação do sistema de produção e sua proximidade

com outras instalações do próprio sistema (incluindo aqui incubatórios e fábricas de ração, frigoríficos, graxarias) e/ou com outros sistemas de produção (industriais ou de fundo de quintal);

2. Densidade animal a ser utilizada (capacidade de alojamento);

3. Tipo de galpões a serem construídos (de ciclo completo [cria, recria e

produção no mesmo galpão], só de recria, só de produção, ou mesmo ainda galpões para somente uma fase inicial [até 6-8 sem] antes da transferência para galpões de recria);

4. Locação dos galpões na granja;

5. Tipo de criação (granja só de recria ou somente de produção ou ambas

fases na mesma área);

6. Proximidade com grandes lagoas ou áreas alagadas utilizadas por

pássaros migratórios;

7. Linhagem genética a ser criada;

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inviabilidade do sistema de produção. Um exemplo extremo de falha de biosseguridade conceitual seria, por exemplo, a construção de uma granja de melhoramento genético (multiplicação de linhas genéticas puras e bisavós) na mesma área de terra onde está localizado um abatedouro de frangos. A partir deste exemplo extremo e, muitíssimo improvável de acontecer, pode-se imaginar diversos outros exemplos de falhas de biosseguridade conceitual.

Biosseguridade estrutural

É o segundo nível hierárquico de biosseguridade, se refere a como a estrutura de produção é construída, localizada, e inclui considerações tais como:

1. Cercas e/ou barreiras vegetais perimetrais ao redor da granja e/ou cada

galpão ou cada núcleo de galpões;

2. Desenho das estradas de circulação interna; 3. Equipamento de desinfecção;

4. Equipamento de controle ambiental (ventilação e resfriamento do ar); 5. Área de apoio (vestiários, lavanderia, banheiros, escritório, almoxarifado,

etc...) para cada galpão ou núcleo de galpões ou para a granja com um todo;

6. Localização e tipo dos silos de ração; 7. Acabamento interior dos galpões;

8. Tipo de sistema de bebedouros e comedouros; 9. Tipo de telhado;

10. Galpões à prova de pássaros e outros animais domésticos (telas, portas,

etc...);

A biosseguridade estrutural pode ser modificada e melhorada a curto e médio prazo em face de emergências relacionadas com a saúde do plantel. No entanto, estas mudanças em biosseguridade estrutural, muito freqüentemente, chegam tarde demais para serem de auxílio em casos emergenciais.

Biosseguridade operacional

O terceiro nível da hierarquia de biosseguridade compreende procedimentos operacionais de rotina, do dia a dia (manejo em geral), que objetivam prevenir a introdução e disseminação de uma enfermidade.

Alguns exemplos são:

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2. Fluxo de visita ao plantel levando em conta aspectos tais como, por

exemplo, idade, saúde e desempenho produtivo dos lotes;

3. Programa de vacinas;

4. Programa de desinfecção das instalações; 5. Programa de desinfecção de ovos férteis;

6. Programa de medicações curativas/preventivas e/ou uso de aditivos

antimicrobianos na ração;

7. Registro de visitas ao sistema de produção ou proibição total de

visitantes no sistema;

8. Controle de contaminação originada de pessoas envolvidas com o

sistema (funcionários, técnicos, administradores), através de suabes retais;

9. Controle da moradia dos funcionários do sistema (criação de aves de

fundo de quintal e/ou aves ornamentais).

Estas atividades podem ser ajustadas quase que de imediato ou a muito curto prazo em face de uma emergência/suspeita de enfermidades. É crucial, para um efetivo funcionamento destas atividades, que os seguintes procedimentos sejam sempre realizados: a) revisão de rotina dos procedimentos, b) participação efetiva de todos os níveis administrativos e operacionais e, c) monitoramento contínuo da saúde e imunidade do plantel.

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programa de biosseguridade deve ser trabalhado, melhorado, modificado, atualizado em acordo com as características específicas de cada sistema de produção para o qual o programa de biosseguridade foi desenhado. O programa somente será realmente efetivo e abrangente se todos os

componentes estiverem equilibrados (pontos fortes maximizados e pontos fracos minimizados igualmente para todos os elos).

2. Biosseguridade no incubatório

O incubatório é o ambiente comum a toda a produção de ovos da granja e uma fonte potencial de infecção para as aves (SILVA, 1996).

Controlar o estado sanitário de uma central de incubação, significa conhecer e manter sob controle os tipos e a quantidade de microrganismos indesejáveis presentes neste ambiente. Para esta finalidade são necessárias não apenas medidas sanitárias, mas também um controle perfeito do plantel de reprodutoras, e do manejo dos ovos até a sua recepção no incubatório.

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Matéria prima: Ovos embrionados

O ovo que é uma estrutura biológica altamente elaborada que a natureza proporcionou a algumas espécies animais para a reprodução. Seu papel é proteger e suprir o embrião de nutrientes, porém para isto temos de manter a integridade e higidez da produção deste.

Entre os principais patógenos que podem ocorrer nos incubatórios estão a

Escherichia coli e Aspergillus sp. que causam respectivamente onfalite e

pneumonia nos pintainhos (SILVA, 1996). Aspergillus são também produtores de toxinas (TRABULSI, 1999). Nos incubatórios a contaminação dos ovos é uma importante causa de mortalidade de pintainhos por onfalite (BARNES& GROSS, 1997). Esta contaminação origina-se das fezes das matrizes, cujas bactérias penetram através da casca do ovo causando onfalite e mortalidade, que é maior se a infecção ocorrer no período de incubação (HARRY, 1957).

Perdas devido à morte embrionária e onfalites em pintos de um dia, infectados por Escherichia coli e pneumonias causadas por Aspergillus sp são ainda comuns e oriundas geralmente da contaminação da casca do ovo. Como a qualidade do incubatório e seu produto dependem diretamente da qualidade do ovo, temos de ter atenção neste ponto.

A responsabilidade da equipe de campo de realizar 10 a 12 coletas diárias de ovos nos galpões, atentar para a qualidade da cama quanto à umidade e qualidade da cama de ninho, nem sempre basta. Daí a necessidade da classificação e sanitização dos ovos incubáveis para impedir que as bactérias presentes na casca adentrem o ovo e iniciem sua colonização. Vale ainda ressaltar que o incubatório como um cliente que é do campo, pode se resguardar e ainda avaliar o trabalho que vem sendo realizado a campo através de exames microbiológicos que avaliem a carga bacteriana e fúngica das cascas dos ovos recebidos. Isto serve não só para monitorar e avaliar a carga microbiana, mas também para implantar medidas corretivas e preventivas.

No caso de ovos de terceiros, ou seja, produzidos fora da empresa, deve-se tomar maiores cuidados como a realização de exames da gema para pesquisa de anticorpos contra Mycoplasma e Salmonella de modo a ter uma maior segurança da incubação, eclosão e fornecimento dos pintos.

3. Ambiente e fluxo

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Tabela 1. Tabela de Sadler. Classificação Nº médio de Colônias -bactérias Nº médio de Colônias -fungos Excelente 0 - 10 0 Bom 11 - 25 1 - 3 Médio 26 – 46 4 - 6 Ruim 47 – 66 7 - 10 Muito ruim 67 - 86 11 - 12 Péssimo + de 87 + de 13

presença, disseminação e multiplicação microbiana no ar, nas paredes das instalações e superfícies dos equipamentos.

O ambiente de incubatório, devido à temperatura e umidade, é ideal para a sobrevivência de esporos de fungos, principalmente do gênero Aspergillus, que adentram as instalações através dos ovos contaminados, resíduos e através de materiais, disseminando-se rapidamente para todo o ambiente se não forem adotados programas adequados.

O planejamento do fluxo de transito do processo deve prover que não haja cruzamento de material de incubatório com nascimento, nem de pessoas. O ideal é o sentido único de passagem, não permitindo contra-fluxo, nem cruzamentos. O respeito e adoção destes critérios residem no treinamento de funcionários, supervisão e sinalização, por exemplo: uso de vestuários de diferentes cores indicando de forma clara a todos se a presença do indivíduo é permitida no setor.

O monitoramento ambiental através da avaliação do índice de contaminação microbiológica mensal é feito através da técnica da placa de sedimentação ou técnica de exposição de placa: placas de Petri contendo meios de cultura específicos para fungos e para bactérias são abertas e expostas ao ambiente por um tempo determinado (mais utilizados: 10 minutos e 60 minutos) para que haja sedimentação de partículas. Após incubação em temperaturas específicas e tempo apropriado, as placas têm seu crescimento enumerado em UFC ou Unidade Formadora de Colônia por placa (representando um determinado ponto do ambiente) e comparadas com valores médios padrões de Sadler (DI FABIO, 1990).

Os pontos a serem amostrados devem estar relacionados direta (sala de classificação, corredores de trânsito, etc.) ou indiretamente (depósito de embalagem, sala de preparo de vacina, etc.) ao processo produtivo no incubatório.

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a - Ambiente em uso para avaliação da carga microbiana presente no dia a dia.

b- Ambiente após limpeza e desinfecção para avaliação da eficiência da sanitização.

4. Maquinário e equipamento

Tal qual as instalações físicas ou o ambiente, o maquinário e os equipamentos apresentam condições favoráveis à multiplicação microbiana nas suas paredes e componentes durante sua utilização, bem como nos resíduos ou penugem, podendo infectar os pintos recém nascidos.

Medidas apropriadas de limpeza e desinfecção devem ser adotadas para que seja retirado o máximo possível do material residual permitindo a ação germicida do desinfetante em sua plenitude.

Deve-se buscar sempre maquinário e equipamentos com o designer (desenho) que permita o mínimo de acúmulo de sujidades e máximo acesso para limpeza. O fornecedor do equipamento deve ser consultado e solicitado quanto a aspectos específicos de higienização. Novas tecnologias em franca expansão, que utilizam novos equipamentos como vacinadoras in ovo requer cuidados especiais pelo óbvio motivo de representarem o mais íntimo contato com o ovo e o embrião.

O monitoramento é feito pelo método de exposição de placas, por exames de contagem de bactérias e pesquisa de Salmonella através de material colhido com swabs de pontos estratégicos nos equipamentos.

O “fluff test” é o teste sistemático de amostras de penugem e tem sido um bom método para indicar o grau de contaminação do ovo e da área do nascedouro. Através deste teste é possível o isolamento de vários microrganismos patogênicos, dentre eles a Salmonella. Trabalhos recentes têm demonstrado isolamento em equipamentos e utensílios de incubatórios podendo este fato estar associado ao desvio da atenção ao maquinário, tanto na sanitização quanto no monitoramento microbiológico. Mais atenção deve ser dado a estes.

5. Desinfetantes

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mecanismo de ação e espectro de atuação (bactericida, fungicida e viricida) além de cada formulação apresentar características próprias de compatibilidade, estabilidade, corrossividade e segurança.

Deve-se buscar por um produto eficiente que se aproxime do ideal, inclusive quanto à relação custo/benefício. A escolha por aspectos somente comerciais muitas vezes leva a perdas. A avaliação dos desinfetantes pode ser feita de diversas maneiras e metodologias (por exemplo: coeficiente fenólico, teste dos cilindros carreadores, etc), as descritas abaixo são as mais utilizadas:

a- Avaliação in vitro ou teste de eficácia frente à cepas-padrão (por exemplo, ATCC).

b- Avaliação in vitro ou teste de eficácia frente a microrganismos autóctones, ou seja, microrganismos isolados do próprio incubatório testando o desinfetante.

c- Avaliação ou Ensaio in company.

Estas avaliações são úteis e importantes para a seleção e aquisição de produtos mais adequados, com grau de diluição que apresentam boa relação custo-benefício e com eficiência comprovada frente às bactérias e fungos problema no incubatório. A ocorrência de resistência de bactérias e fungos a desinfetantes tem sido uma preocupação, inclusive com relatos de isolamento de Pseudomonas aeruginosa em franco crescimento em soluções desinfetantes de hospitais e industrias que utilizam biocidas.

O monitoramento associado à verificação rotineira da eficácia de produtos desinfetantes frente aos microrganismos do incubatório, permite ajustes necessários.

6. Resíduos

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7. Embalagem

O armazenamento incorreto ou material muito velho pode contaminar o material de embalagem dos pintos e se tornar uma fonte de infecção para os animais. Atenção deve ser dispensada ao material e ambiente de armazenamento deste.

8. Caminhões de transporte de ovos e pintos

De pouco adiantará todo esforço da produção de pintos saudáveis se houver um alto desafio no transporte que possa levar a contaminação. O mesmo se aplica para caminhões de transporte de ovos que também podem ser fontes de contaminação. Todos os cuidados de limpeza e desinfecção preconizados devem ser adotados para os caminhões, sendo indicado inclusive sua avaliação periódica dentro do programa de monitoramento sanitário do incubatório.

9. Pessoal ou recursos humanos

O bom desempenho da equipe é que resultará nos índices de qualidade e produtividade do incubatório e tal qual um navio, todos são importantes, do mais alto posto de gerência ao novato aprendiz, para que o empreendimento siga seu curso e atinja seus objetivos. O gerente e equipe devem ser selecionados para terem habilidades e atitudes condizentes as funções específicas de incubatório, onde o trabalho em ambiente fechado e de rotina industrial exige perfil de pessoas diferenciado do pessoal de campo.O gerente é exigido não só na sua capacidade fundamental de liderança e ordenação do trabalho como também pela sua responsabilidade técnica para alcançar índices ótimos de produção. Treinamento, motivação e monitoramento, inclusive com coleta de amostras, são essenciais para boa condução.

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potencial risco de contaminação pela manipulação. Avaliações sistemáticas levam a maior conscientização e melhores resultados.

Exames de coprocultura de funcionários com atenção especial e métodos especiais para pesquisa de Salmonella tem sido implantado em alguns incubatórios, com foco na biosseguridade dos pintos produzidos.

10. Resultado de trabalho

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES SANITÁRIAS DE INCUBATÓRIO DE PINTOS DE CORTE.

E.N.C. Tessari, A.L.S.P. Cardoso, A.G.M. Castro, A. M. I. Kanashiro, G.F. Zanatta

O objetivo do presente estudo foi ressaltar a importância dos programas de controle sanitário que devem ser empregados em incubatórios, visto que a qualidade dos pintainhos no primeiro dia de idade e, conseqüentemente, seu desempenho zootécnico nos plantéis avícolas dependem destes procedimentos.

Material e métodos

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Resultados

Tabela 2. Número médio de colônias de bactérias e fungos, obtido nos 30

monitoramentos microbiológicos realizados em diferentes locais do incubatório.

Locais de exposição Nº médio de Colônias -bactérias Nº médio de Colônias -fungos Incubadoras 78 12 Sala de pintos 120 13 Sala de eclosão 96 9 Sala de ovos 69 4 Máquina de vacinação 105 18 Nascedouros 78 11 laboratório 78 11 Discussão e conclusão

O incubatório monitorado apresentou um número médio de colônias de bactérias e fungos, nos diferentes locais escolhidos para o plaqueamento microbiológico, muito elevado, comparando-se com os valores padrões.

As máquinas de vacinação são pontos críticos dos incubatórios, pois se estas encontram-se contaminadas, como ocorreu no incubatório pesquisado, existe uma infecção em potencial. Através do líquido vacinal contaminado por bactérias e fungos, ocorrerá alta mortalidade e, conseqüentemente, um desempenho zootécnico insatisfatório.

11. Conclusões

* Somente com biosseguridade, entendida em toda a sua extensão e praticada profissionalmente, a avicultura brasileira terá chance de crescer e continuar alimentando os brasileiros e o mundo, além de cumprir um importantíssimo papel social em todo país.

* A biosseguridade de um incubatório é fundamental para o desempenho zootécnico dos pintainhos.

* O incubatório é uma indústria que transforma ovos em pintos, ao menor custo e para isso deve ter o máximo de segurança e controle sanitário.

12. Bibliografia consultada

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2. Luiz Sesti. Biosseguridade na moderna avicultura: O que fazer e o que não fazer

www.engormix.com/2005

3. E.N.C. Tessari, A.L.S.P. Cardoso, A.G.M. Castro, A. M. I. Kanashiro, G.F. Zanatta Avaliação das condições sanitárias de incubatório de pintos de corte.

4. Sesti, LAC. BIOSSEGURIDADE EM AVICULTURA. CONTROLE INTEGRADO DE DOENÇAS

Referências

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