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6.5.2.1 Regulagem da altura da marcha
A altura da marcha é o valor nominal que corresponde à distância entre a carroceria e os eixos do veículo. Este valor nominal é definido por calibração configurando os parâmetros ou através de um comando (ex. controle remoto ou SmartBoard).
Uma eletroválvula é ativada com funções de componente de regulagem e a altura real se adapta à altura da marcha purgando e aplicando ar ao amortecedor de suspensão.
Isso é feito da seguinte maneira:
• Eliminando os desvios de regulagem com um intervalo de tolerância • Modificando o valor pré-determinado da altura da marcha.
Ao contrário da suspensão pneumática convencional, não é regulada apenas a altura da marcha, mas também todas as alturas selecionadas. Desta forma, a altura ajustada para as operações de carga e descarga será assumida como altura de marcha e também será regulada.
Em outras palavras: Ao modificar a carga, o veículo permanece na altura ajustada, enquanto que na suspensão pneumática convencional, o ajuste é feito
manualmente.
Graças ao uso do sinal de velocidade de regulagem da altura electrônico, ao contrário das suspensões pneumáticas convencionais, há uma distinção entre os câmbios de carga estática e os dinâmicos. Esta distinção permite reagir da melhor maneira ao estado da carga (deslocamento ou carga e descarga).
Câmbio estático da carga nas rodas
O câmbio estático da carga nas rodas é produzido ao modificar a carga do veículo, quando este estiver parado ou circular em velocidade baixa. Requer que o valor real seja comprovado e, se necessário, que seja corrijido purgando ou aplicando pressão aos amortecedores correspondentes da suspensão pneumática em intervalos curtos.
A regulagem eletrônica da altura executa esta comprovação a cada segundo. Este intervalo de comprovação pode ser configurado.
Câmbio dinâmico da carga nas rodas
O câmbio dinâmico da carga nas rodas se deve, principalmente, às irregularidades do calçamento e é especialmente importante em alta velocidade.
As mudanças dinâmicas da carga nas rodas são compensadas com o
acionamento dos amortecedores de suspensão. este caso, não é desejável purgar ou aplicar pressão nos amortecedores, já que o único amortecedor da suspensão pneumática que mostra uma suspensão constante é aquele que está bloqueado. Ao subir a suspensão, o ar que sobre será purgado do amortecedor, quando a suspensão voltar a baixar, este ar deverá ser aplicado novamente, fato que,no final das contas, é traduzido numa carga elevada do compressor e um alto consumo de combustível.
Por este motivo, a velocidades elevadas, a regulagem é realizada a intervalos notavelmente maiores (geralmente a cada 60 segundos). Os valores real e nominal são permanentemente comparados.
Desta forma, não regular todas as irregularidades do calçamento (por ex. estradas em más condições), a suspensão pneumática eletrônica consome menos ar que a regulagem de altura convencional com válvula niveladora.
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.6.5.2.2 Alturas de marcha
Ativação / desativação através de:
Alturas de marcha
Em função da velocidade (ajuste no
diagnóstico)
Interruptor SmartBoard Controle remoto do reboque 446 056 11. 0 Caixa de comando 446 156 02. 0 Controle remoto veículo 446 056 25. 0 Comutação entre altura de marcha I e II com SmartBoard Comutação entre altura de marcha I e II com controle remoto Altura de marcha I (altura normal) É ajustada ao passar o limiar velocidade (RTR) Altura de marcha II É ajustada ao passar o limiar velocidade (RTR) Altura de marcha III É ajustada unicamente acima dos limiares de
velocidade
Nível de descarga
É ajustado (até 100 Km/h), também é possível utilizar como altura de marcha II. Para
isso, é necessário que a velocidade do RTR esteja ajustada também
a 100 km/h já que, ao contrário, será regulada
a altura de marcha. Possibilidade de ativação e desativação Altura memorizada Altura memorizada 1 e 2 Altura memorizada 1 e 2 Altura memorizada 1 e 2
1 Altura de marcha I (altura normal) 2 Altura de marcha II
3 Altura de marcha III 4 Nível de descarga Altura de marcha I (altura normal)
Por altura de marcha I (altura normal), entende-se a altura normal estabelecida pelo fabricante do veículo ou dos eixos para que a marcha seja excelente (altura ideal para carroceria). Sua importância é maior que a do resto das alturas de marcha.
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A altura de marcha determina a altura total do veículo em função da normativa e a altura do centro de gravidade do veículo, a qual tem uma importância fundamental no comportamento do veículo durante a marcha.
A altura normal é o valor de dimensionamento do veículo.
Altura de marcha II
A altura de marcha II é configurada como uma diferença com relação à altura da marcha (altura normal). Se a altura de marcha II for inferior à I, seu valor no diagnóstico deverá ser negativo. A altura de marcha II é utilizada para:
• o trabalho com semirreboques acoplados a um cavalo (se o semirreboque tiver uma altura diferente, a carroceria pode ser colocada sempre em posição horizontal).
• economizar combustível ou
• reduzir o centro de gravidade do veículo e melhorar a estabilidade transversal.
Com a descida da carroceria em função da velocidade, deve-se partir da base que a marcha em velocidades elevadas requer que se circule por pavimentação em bom estado que não precisa do uso de todo o trajeto do amortecedor da suspensão.
Adaptação da altura da carroceria para diferentes cavalos. Menor resistência aerodinâmica.
Altura de marcha III
A altura de marcha III é parecida à II, com a diferença de que corresponde à altura máxima da carroceria e define a altura máxima da marcha.
Exemplo de altura de marcha III: É utilizada para adaptar a altura do semirreboque a diferentes combinações do cavalo
Nível de descarga
O nível de descarga só é ativado quando o veículo está parado ou circula em velocidade muito baixa para garantir a descarga ideal. Quando o limite de velocidade é alcançado, a última altura na memória é regulada automaticamente.
Exemplos de ativação do nível de descarga:
• Descida de um caminhão basculante para impedir uma purga brusca do amortecedor em caso de descarga súbita
(esvaziamento da carga).
• Colocação automática de veículos cisterna na melhor posição de descarga.
• Melhora da estabilidade
O nível de descarga também pode ser utilizado como altura da marcha IV.
Altura memorizada
Por altura memorizada entendem-se as alturas do veículo armazenadas, para, por exemplo, entrar diretamente por uma determinada rampa.
A altura memorizada oferece a possibilidade de ajustar a carroceria do veículo a uma altura cômoda para operações de carga e descarga. A altura memorizada válida para todo o veículo.
Podem ser utilizadas alturas memorizadas diferentes para cada sistema. Para abrir a função de memória, é preciso um controle remoto do ECAS ou um SmartBoard..
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Opções de ajuste da altura memorizada:
• nas operações de carga e descarga com o veículo parado • a velocidades reduzidas.
Em contraposição ao nível de descarga definido na ECU, a altura memorizada pode ser especificada e modificada pelo usuário a qualquer momento.
A altura memorizada especificada permanece no sistema (por exemplo, inclusive ao desconectar o ligado) até que o usuário a mude.
6.5.2.3 Calibragem de sensores de percurso
Há três possibilidades diferentes: • Calibragem “por 3 pontos”
• Calibragem “por estrada de suspensão”
• Calibragem “Carregar dados de calibragem do arquivo”
Calibragem por 3 pontos com diagnóstico por PC
Este tipo de calibragem é idêntico ao dos conhecidos sistemas ECAS. – Selecione o eixo que deve ser calibrado.
– Aperte o botão “Iniciar calibragem”.
– Com os botões de elevação e descida, coloque o veículo na altura normal. – Aperte o botão “Salvar altura da marcha”.
Î Aparece um campo editável em que é possível indicar (em mm) a altura da superfície de carga ou a borda superior do chassi do veículo a altura normal com relação ao solo.
– Com ajuda dos botões de elevação e descida, coloque o veículo na altura superior.
– Aperte o botão “Salvar altura superior”.
Î Aparece um campo editável em que é possível indicar (em mm) a altura da superfície de carga ou a borda superior do chassi do veículo a altura superior com relação ao solo.
– Com ajuda dos botões de elevação e descida, coloque o veículo na altura inferior.
– Aperte o botão “Salvar altura inferior”
Î Aparece um campo editável em que é possível indicar (em mm) a altura da superfície de carga ou a borda superior do chassi do veículo a altura inferior com relação ao solo.
Se a calibragem for bem sucedida, aparecerá uma tela com esta informação.
Tolerâncias de calibragem
A altura da marcha I deve estar entre 1139-1486 Timer Ticks (TT) e a margem da linha característica é 966-1660 TT.
Se a calibragem não for plausível, aparecerá um erro de linha característico na memória do diagnóstico.
Altura limite: A altura limite superior deve ser maior que a soma da altura da
marcha (altura normal) e o triplo da tolerância da altura da marcha (é possível ajustar no diagnóstico) + 5 mm.
Fórmula: Altura limite superior > altura da marcha + 3 x tolerância da altura da
marcha + 5 mm
Altura limite: A altura limite superior deve ser menor que a diferença resultante
da altura da marcha menos o dobro da tolerância da altura da marcha.
Fórmula: Altura limite inferior < altura da marcha – 2 x tolerância da altura da
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Calibragem “por estrada de suspensão”
Com este tipo de calibragem, são indicadas somente o comprimento da alavanca do sensor de percurso ECAS (entre o ponto de giro e o ponto de articulação da vareta) e o percurso em mm das alturas superior e inferior com relação à altura da marcha. Daí, é calculado automaticamente o intervalo “Ângulo de giro/percurso” suspensão. A seguir, dever ser calibrada a altura da marcha.
– Selecione o eixo que deve ser calibrado. – Aperte o botão “Iniciar calibragem”.
– Introduza o comprimento da alavanca entre o ponto de giro do sensor de percurso e o ponto de articulação da vareta.
– Introduza o desvio com relação à altura superior e inferior. – Confirme com Aceitar.
– Com os botões de elevação e descida, coloque o veículo na altura normal. – Aperte o botão: “Salvar altura da “marcha”.
Î Se a calibragem for bem sucedida, aparecerá uma tela com esta informação.
Calibragem “Carregar dados de calibragem do arquivo”
Este tipo de calibragem é recomendável para séries grandes. Os dados de
calibragem são calculados com um veículo piloto e é salvo em “Gravar no arquivo”. Os dados deveriam ser salvos diretamente num arquivo de parâmetros *ECU. A seguir, a calibragem é feita automaticamente ao parametrizar. Não é necessário realizar uma calibragem separada. Como pré-requisito, é necessário que a posição do sensor de percurso, o comprimento da alavanca e o da vareta articulada com relação ao eixo sejam iguais em todos os veículos. – Selecione o eixo que deve ser calibrado.
– Aperte o botão “Iniciar calibragem”. – Aperteo o botão “Iniciar calibragem”.
Î Se a calibragem for bem sucedida, aparecerá uma tela com esta informação.
6.5.3 Interruptor do nível de descarga
Nos veículos com regulagem eletrônica da altura, é possível conectar um interruptor do nível de descarga.
Ao montar este interruptor, por exemplo, num basculante, quando este é inclinado, o veículo abaixa automaticamente a uma altura diferencial pré-determinada (parametrizada) em função da altura da marcha (NN). O ajuste ideal para este valor é a altura superior ou a altura de calibragem inferior. Assim, evita-se que o grupo de eixos fique sobrecarregado devido a uma descarga súbita.
A função é desativada automaticamente quando v > 10 km/h.
Se o nível de descarga parametrizado estiver fora da altura inferior ou superior configurada, a linha se limita a esta.
O nível de descarga somente pode estar entre o nível de calibragem superior e inferior, inclusive, se o valor parametrizado estiver fora deste intervalo.
É possível desconectar permanentemente o nível de descarga com o SmartBoard, por exemplo, para a operação das pavimentadoras.
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No programa de diagnóstico, foram integrados 2 novos parâmetros para o nível de descarga:
• Descida da carroceria até a parte superior ou • Descida da carroceria até a altura inferior calibrada Estes parâmetros também servem para ativar as funções respectivas com o SmartBoard ou a caixa de comando.
Diagnóstico: No diagnóstico, foi introduzido um novo parâmetro
para o nível de descarga que depende da velocidade. Graças a isto, o nível de descarga também é possível utilizar como altura da marcha IV (altura normal 4). Além disso, também é possível que as entradas do interruptor da altura da marcha I, da altura da marcha II ou da altura da marcha (altura normal) e o interruptor do nível de descarga trabalhem de modo independente.
SmartBoard: O SmartBoard (E1) permite desconectar o nível de
descarga. Ao desconectar o nível de descarga, impede-se que, ao descarregar o veículo basculante, este abaixe até o limite e possa causar danos na asfaltadoras ou o próprio basculante.
Componente Descrição Referência Cabo de conexão
Interruptor do nível de carga Cabo: 4 pólos, extremidade aberta vermelha = fase de alimentação GIO Pino 1 marrom = massa O interruptor do nível de descarga não faz parte do volume de fornecimento WABCO 449 535 000 0 Interruptor do nível de carga
Cabo Y, caso seja conectado com a ajuda da partida que a um conector GIO, é possível utilizar para a “descida forçada” (Force Lowering) O interruptor do nível de descarga não faz parte do volume de fornecimento WABCO
449 815 000 0
6.5.4 Controle de eixo de elevação Controle do eixo de elevação 1
Se o veículo estiver equipado com eixos de elevação, o Reboque EBS pode controlar automaticamente os eixos, dependendo da carga atual sobre os eixos. Para isso, é preciso conectar os conectores elétricos GIO correspondentes do TEBS E uma válvula de controle de eixo de elevação de retorno 464 084 031 0 ou um bloco de eletroválvulas do ECAS controlado por impulsos com controle do eixo de elevação.
Controlado por impulsos: A válvula tem duas bobinas e uma posição de parada
na qual o eixo de elevação pode ser parcial.
Com mola de retorno: O eixo de elevação sobe ou desce sem posições
intermediárias. Quando a tensão desconecta, o eixo desce.
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Com os parâmetros, é possível ajustar a ordem da elevação dos eixos. A pressão de elevação e descida do eixo de elevação é parametrizada. Em primeiro lugar, eleva-se sempre o primeiro eixo de elevação e, depois, o segundo.
O programa de diagnóstico por PC calcula os valores da pressão de suspensão para o controle do eixo de elevação.
Estas recomendações podem ser modificadas pelo usuário nos veículos especiais (por ex. quando um semirreboque de três eixos transporta uma carreta elevadora atrás).
De acordo com ISO 11992 (2003-04-15), a posição dos eixos de elevação é transmitida ao cavalo desde a interface do veículo rebocado para que possa ser visualizada (se dispuser do equipamento necessário no painel).
Componente Descrição Referência Cabo de conexão
Válvula do eixo de elevação 1 canal com mola de retorno diâmetro nominal 7 463 084 031 0 449 443 000 0 Eletroválvula do ECAS 2 canal controlados por impulsos somente em um bloco de válvulas do ECAS 472 905 114 0 449 445 000 0 Eletroválvula do ECAS (LACV-IC) Válvula controlada por impulsos para o controle do eixo de elevação 463 084 100 0 449 445 000 0 ou 449 761 000 0 (para distribuidores GIO) Válvula do eixo de elevação 2 canal 463 084 010 0 894 601 135 2 + 449 443 000 0
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Recomendação WABCO para a seleção de válvulas para os eixos de elevação
TEBS E ECU Válvulas do eixo de elevação Válvula ECAS com regulagem de 1 ponto e função do eixo de elevação Padrão Premium Válvulas com mola de
retorno
Váolvulas controlada por impulsos 480 102 03. 0 480 102 06. 0 463 084 010 0 LACV de 2 canais 463 084 031 0 LACV de 1 canais 463 084 100 0 LACV-IC de 2 canais 472 905 114 0 Válvula ECAS com regulagem de 1 ponto e função do eixo de elevação Comportamento do eixo de elevação com o botão desligado
O eixo de elevação permanece na posição desejada
configurada (elevado ou abaixado). X X X
O eixo de elevação vai sempre somente na posição
abaixada X X X
Função
Controle do eixo de elevação, ajuda na partida, descida forçada e ajuda na manobra
Um eixo de elevação sem regulagem dinâmica da batalha X X X X X X
Dois eixos de elevação sem regulagem dinâmica da batalha
Recomendação do fabricante dos eixos:
Com dois eixos de elevação, um deles deveria ter 2 canais
X X X X X X
Regulagem dinâmica da batalha
Um eixo de elevação com regulagem dinâmica da batalha no eixo 3 para o deslocamento da carga com o veículo, carregado ou elevação automática ao girar
X X (com manutenção da pressão residual) X X
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Controle do eixo de elevação em reboques
Nos reboques de 3 eixos, existe a possibilidade de que o eixo 2 ou 3 seja um eixo de elevação. Se o modulador TEBS estiver instalado no eixo dianteiro do veículo, o eixo que permanece no solo (eixo 2 ou 3) deve ter sempre um sensor e, estar conectado a ECU do TEBS E com um sensor de pressão externa (441 044 10. 0) e o cabo (449 812 … 0) para que a carga do eixo possa ser medida através do sensor de pressão.
Controle do eixo de elevação 2
Para conectar um segundo eixo de elevação, o programa de diagnóstico pode calcular as pressões de ativação apropriadas.
Existem as seguintes possibilidades de conexão:
• 2 válvulas de eixo de elevação 463 084 031 0 bzw. 463 084 100 0 oder • 1 válvula de controle do eixo de elevação 463 084 031 0 + eletroválvula do
ECAS 472 905 114 0
Controle do eixo de elevação
A atualização TEBS E1 realiza uma comprovação da pressão de suspensão e de alimentação.
Se o veículo tiver abaixado até o limite e a pressão de
alimentação for muito baixa (< 6,5 bars), o eixo de elevação não voltará a subir.
Além disso, há uma nova comprovação de plausibilidade dos eixos de elevação para as funções de elevação integrada para as funções de elevação e descida, com a finalidade de impedir o chamado efeito ioiô.
Este efeito ioiô é produzido sempre que a diferença entre a pressão de elevação e descida for < 1,0 bars.
No diagnóstico E1, esta diferença de pressão é comprovada ao realizar a entrada no programa de diagnóstico e durante a entrada do parâmetro é emitida a indicação pertinente.
Se durante a marcha não for possível ter acesso à alimentação de tensão ISO 7638 do cavalo e a ECU receba unicamente, a corrente através da alimentação através da luz de freio 24N, no eixo de elevação não será controlada.
O controle do eixo de elevação não voltará a funcionar corretamente até que seja garantida a alimentação da tensão ISO 7638 e V = 0 Km/h.
Diagnóstico:
O comportamento do eixo de elevação (elevado ou abaixado) com o veículo desligado (desconectado), pode ser ajustado no diagnóstico e depende do modelo de válvula de controle do eixo de elevação.
Depois de desconectar, a válvula de controle do eixo de elevação controlada por impulsos pode ativar o eixo de elevação na posição de elevação e descida.
Depois de desconectar, a válvula de controle do eixo de elevação com mola de retorno faz o eixo abaixar.
6.5.5 Interruptor de velocidade (ISS 1 e ISS 2)
Os dois interruptores de velocidade integrados ISS 1 e ISS 2 permitem controlar duas funções do veículo rebocado em função da velocidade e independente uma da outra.
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Se o veículo passa o limiar de velocidade parametrizado ou não alcança, o estado de conexão desta saída será modificado. Isso permite, por exemplo, conectar ou desconectar eletroválvulas em função da velocidade.
Um exemplo de aplicação típico é o controle de eixos autodirecionáveis ou de válvulas RTR (válvulas de elevação e descida com retorno automático durante a marcha). Os dois limiares de velocidade com que o estado de conexão da saída é modificado podem ser parametrizados livremente em um intervalo de 0 a 120 km/h. Deve-se manter uma histerese de conexão mínima de 2 km/h. Abaixo do nível limiar de velocidade parametrizado, o conector elétrico é desconectado. Ao alcançar o limiar, a saída é conectada. Neste estado, é alimentada uma tensão de +24 V. O sinal pode ser invertido configurando os parâmentros.
Para as eletroválvulas que não têm resistência para o serviço contínuo, pode ser dado um impulso de 30 segundos ao superar o limiar de velocidade parametrizado. Em caso de falha, será preciso assegurar-se de que os dispositivos controlados pelo conector elétrico passem a um estado seguro.
Quando existir uma falha de alimentação de tensão, deveria ser bloqueado, por exemplo, um eixo autodirecional, já que este representa o estado seguro. O fabricante do veículo deve desenhar os dispositivos a controlar para garantir o estado seguro.
Componente Descrição Referência Cabo de conexão
Cabo de conexão “Válvula RTR” 2 pólos, com DINbaioneta Válvula RTR não incluída no volume de abastecimento WABCO 449 443 000 0 Cabo de conexão “Universal” 4 pólos, com extremidades abertas vermelho = fase de alimentação GIO Pino 1 marrom = massa Não incluído no volume de abastecimento de WABCO 449 535 000 0
6.5.6 Sensor externo de carga do eixo Para eixos c, d
No lugar do sensor interno de carga do eixo interno também é possível utilizar um externo.
O seu uso pode ser necessário, por exemplo, em veículos com suspensão hidráulica, já que as pressões podem chegar a alcançar 200 bars.
Se o sensor interno sofrer algum problema, o sensor externo de carga do eixo pode ser montado no eixo principal. Assim, é possível evitar que a troca do modulador TEBS E, resultando em um reparo mais econômico.
Para eixos e, f
Nos reboques de eixos separados, existe a possibilidade de conectar um sensor externo de carga do eixo para poder medir a carga dos eixos e, f. Quando está conectado, este sensor de carga do eixo também transmite ao cavalo o peso total do veículo através do conector ISO 7638, com visualização na tela.
Se o SmartBoard estiver instalado, é possível consultar as cargas dos eixos individuais (dianteiro/traseiro) do reboque.
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Componente Descrição Referência Cabo de
conexão Sensor de pressão 441 044 10. 0 0 até 10 bars 441 040 013 0 (anterior) 441 040 015 0 (anterior) 441 044 101 0 441 044 102 0 441 044 108 0 Sensor de pressão para medir pressões absolutas (somente utilizar para terceiro modulador EBS) 449 812 000 0
6.5.7 Regulagem dinâmica da batalha
O conceito de regulagem dinâmica da batalha engloba todas aquelas funções que contribuem para modificar a batalha do semirreboque mediante operações de elevação e descida ou de descarga parcial dos eixos de elevação. Pertencem a este grupo: Ajuda da partida, ajuda da manobra, redução automática da carga no acoplamento.
1. Ajuda da partida
A ajuda da partida (admissível na UE até 30 km/h) eleva ou reduz a pressão do 1º eixo de semirreboque, de modo que o peso se desloca até o acoplamento do semirreboque e assim aumenta a tração no eixo motriz do cavalo.
2. Ajuda da manobra
Com velocidades inferiores a 30 km/h, o 3º eixo é elevado para reduzir a batalha, e facilitar, desta forma a realização de manobras.
3. Redução automática da carga no acoplamento
Esta função eleva ou reduz a pressão do 3º eixo do semirreboque com a
finalidade de descarregar a 5ª roda e impedir que sobrecarregue o eixo traseiro do cavalo ao levar uma carga parcial.
6.5.7.1 Ajuda da partida e ajuda da manobra / configurações das válvulas
Se realizar a conexão um interruptor no conector elétrico GIO e configurar os parâmetros necessários, os veículos com semirreboque que tenham um 1º eixo de elevação (o último eixo para ajudar a manobra) poderão utilizar a ajuda à partida de acordo com 98/12/CE ou a ajuda da manobra.
O valor da sobrecarga deve ser especificado pelo fabricante, sendo 30 % o máximo permitido.
Devem ser respeitadas as indicações do fabricante do eixo com referência à ajuda da partida Estas indicações podem reduzir os limites máximos da direção CE. Quando atingir 30 km/h, o eixo volta a abaixar e regressa ao modo automático.
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Podem ser selecionados os três modelos seguintes:
• Modelo A: Uma válvula de controle do eixo de elevação
O eixo de elevação pode ser elevado para ajudar a partida ou a manobra, se, depois da elevação, não seja ultrapassada a pressão da suspensão admissível parametrizada.
Se ultrapassar a pressão admissível durante a ajuda de partida (ajuda da manobra), esta será interrompida e o eixo de elevação correspondente irá abaixar.
(Quando a carga do eixo chegar a 130 %, o eixo de elevação abaixa imediatamente).
Ns países em que é permitida a carga dos eixos 3 x 9 t, a ajuda da partida será cancelada enquanto a carga dos eixos que permanecem no solo seja superior a 23,4 t. O efeito da ajuda da partida está relacionado com o estado da carga.
Parametrização no diagnóstico: O limite de pressão para a redução da carga
no acoplamento deve ser, como máximo, a “Pressão de descida” do 3º eixo de elevação, já que, do contrário, esse eixo voltaria a baixar.
• Modelo B: Uma válvula de controle do eixo de elevação e uma
eletroválvula para limitar a pressão (manutenção da pressão residual)
O eixo de elevação é descarregado para ajudar a partida ou a manobra até atingir a pressão de suspensão admissível parametrizada. Em seguida, é bloqueado o amortecedor de suspensão do eixo de elevação através da eletroválvula. Desta forma, o eixo de elevação estará suficientemente
descarregado para a partida, sem ultrapassar 30 % de sobrecarga no resto dos eixos.
(Quando se alcança uma carga no eixo de 130 %, o eixo de elevação permanece elevado e não abaixa até alcançar 30 km/h.)
Esta configuração também tolera a ajuda da partida quando o veículo estiver sobrecarregado.
• Modelo C: Uma válvula de controle do eixo de elevação controlada por
impulsos (no bloco de eletroválvulas do ECAS)
O eixo de elevação é descarregado para ajudar a partida ou a manobra até atingir a pressão de suspensão admissível parametrizada. A seguir, são bloqueados os amortecedores de suspensão e sustentação do eixo de elevação. Assim também é possível descarregar o eixo de elevação para não ultrapassar os 30 % de sobrecarga admissível.
(Quando se alcança uma carga no eixo de 130 %, o eixo de elevação permanece elevado e não abaixa até alcançar 30 km/h.)
Esta disposição é adequada para países onde a carga admissível dos eixos é 9 t.
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Ativação da ajuda da partida
Reboque / sinal do caminhão + 24 V
Reboque / sinal do caminhão - (massa)
Interruptor do reboque
A Pino 3 B Diodo C Pino 2
Ajuste no diagnóstico: No diagnóstico TEBS E, é possível selecionar os níveis de entrada que chegam do caminhão (positivo ou massa conectado). O diodo é necessário unicamente se for selecionado positivo e massa e haja uma luz de aviso no caminhão.
Ajuda da partida
Existem várias possibilidades para acionar a ajuda da partida (ou a elevação / descida forçada):
• Pulsador “Ajuda da partida / descida forçada”
Ajuda da partida: Pressionar o pulsador brevemente (< 5 segundos). Descida forçada do eixo de elevação: Pressionar o pulsado < 5 segundos.
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No programa de diagnóstico, foram integrados dois novos parâmetros para a função de descida forçada:
• A descida forçada afeta todos os eixos de elevação ou somente o 2º eixo de elevação.
• A descida forçada pode ser ativada mediante o pulsador ou interruptor.
• ISO 7638: Ativação através da interface de reboque / cavalo de acordo com ISO 11992 (2003-04-15) desde o cavalo.
• SmartBoard: Iniciar a ajuda da partida pelo menu de controle do SmartBoard. • Acionamento do freio: Caso este parâmetro seja ativado, a ajuda da partida
poderá ser ativada e desativada pisando 3 vezes no freio com o veículo parado. As seguintes condições são aplicadas: Veículo parado. Depois de 2 segundos sem pressão de freio, pisar no freio 3 vezes com uma pressão entre 3 e 8 bars nos 10 segundos seguintes.
Para voltar a desconectar a ajuda da partida, é preciso pisar novamente 3 vezes no freio.
A descida forçada dos eixos não pode ser ativada pisando no freio. Entre as três pisadas de freio, a pressão deve baixar 0,4 bars.
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Ajuda da partida
Atualmente, também se admite a função de ajuda da partida para os eixos de elevação do último eixo em semirreboques ou reboques com eixo central, isto é, o eixo sobe e desce de acordo com o pedido.
Ajuda da partida tipo “País setentrional”.
Além disso, a ajuda da partida também pode ser controlada por tempo (em passos de 1 segundo, máx 1.200 segundos). Com a válvula de controle do eixo de elevação 463 084 3. 0, quando se ultrapassa 130 % da carga do eixo, o eixo de elevação abaixa automaticamente depois de 5 segundos. Depois de pressionar um pulsador, sempre se observa uma reação no eixo.
Acionamento do pulsador:
1x < 5 segundos, ativa a ajuda da partida. 1x < 5 segundos, ativa a descida forçada.
Passo 1-2: ON/ Passo 1-2: DESC
Tempo Pedal Pressão Freio
Passo 1 > 2 s Não Não
Passo 2 < 10 s 3 vezes > 3 bares
Ajuda da partida todo terreno
Esta função foi criada para permitir limiares de pressão mais elevados para a ajuda da partida fora das vias públicas.
Ativação: Presionar brevemente 2 vezes o pulsador da ajuda da
partida. Considerar as cargas do eixo admissíveis de acordo com as especificações do fabricante.
Ajuda da manobra / regulagem automática da distância entre eixos
Problema: A circulação em sentido circular ou por lugares estreitos obriga a girar
muito a direção e isso aumenta o desgaste nos pneus do 3º eixo nos semirreboques de 3 eixos que não tenham instalado um eixo autodirecional.
Funcionamento: Ao elevar ou descarregar o 3º eixo de um semirreboque de 3
eixos, o ponto de giro do grupo se aproxima ao cavalo, de modo que a distância entre eixos é reduzida ao intervalo de velocidade parametrizado. Assim, o
semirreboque entra na curva com um raio inferior ao indicado pela legislação (ver o circuito de forças BO), de 10,6 m. A ajuda da manobra automática eleva ou
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descarrega o último eixo do semirreboque dentro do intervalo de velocidade de 1,8 a 30 km/h.
Conexão e desconexão: A ajuda da manobra automática pode ser desconectada
com o pulsador “Ajuda da manobra”. Quando é desconectada e volta a ser conectada, a ajuda da manobra automática é ativada novamente.
Circuito de forças BO
O circuito de forças BO define o raio de giro máximo admitido legalmente para veículos com reboque.
O diâmetro exterior do giro mede 25,0 m e o diâmetro interior mede 10,6 m.
fig. 6-5: Circuito de forças BO
Solução
Graças à regulagem automática da distância entre eixos o desgaste dos pneus do 3º eixo é reduzido e a entrada nas curvas melhora notavelmente.
Execução quando o 3º eixo é de elevação:
• Sensores do ABS 2S/2M, eixo de elevação sem sensores • 1 ou 2 válvulas de eixo de elevação
• 1 ou 2 válvulas de eixo de elevação + eletroválvula para bloquear a purga (TH+ = Traction Help plus)
• Válvula do ECAS com função do eixo de elevação
Execução com a ajuda da manobra (eixo arrastado) no eixo 3:
• Sensores do ABS 4S/2M+1M ou 4S/3M, somente com ECU Premium • 1 ou 2 válvulas de eixo de elevação
• 1 ou 2 válvulas de eixo de elevação + eletroválvula para bloquear a purga • Válvula do ECAS com função do eixo de elevação
Como nesta versão o eixo purgado (arrastado) quase não tem aderência ao solo, o sistema do ABS deve apresentar, pelo menos, uma configuração 4S/2M+1M para impedir que as rodas sejam bloqueadas.
6.5.7.2 Redução dinâmica da carga no acoplamento
Quando o semirreboque está carregado de modo desfavorável (toda a carga na parte dianteira da superfície de carga), é possível que o eixo traseiro do cavalo seja sobrecarregado, isto é, que suporte mais de 100 % da carga admissível. Ao contrário, o semirreboque não aproveita toda a carga que os eixos podem suportar. Nos semirreboques cujo último eixo é de elevação, se este é elevado, fará
contrapeso com a carga da 5ª roda e, ao mesmo tempo, será reduzida a distância entre os eixos. Assim, a 5ª roda é descarregada e aumenta a carga no grupo do semirreboque. A redução dinâmica da carga no acoplamento se encarrega de regular a carga admissível dos eixos do semirreboque que continuam no chão. Também é possível modificar a posição dos eixos com o pulsador de ajuda da manobra para, por exemplo, ter o veículo descarregado ao realizar os controles de peso no banco de testes.
67
A ajuda da manobra funciona abaixo de 30 km/h. A redução da carga no acoplamento funciona a partir de 30 km/h (a velocidade pode ser configurada). Naturalmente, também é possível estabelecer o valor de redução da pressão da ajuda da manobra a 100 % da carga do eixo admissível. Neste caso, será regulado sempre 100 % da carga no eixo a partir de 0 km/h.
Caso seja possível, esta função deveria dispor de um interruptor, já que quando o veículo está vazio e no inverno, não é adequado descarregar o eixo traseiro do cavalo. A desativação pode ser realizada com o SmartBoard.
Deveria ser utilizado o modelo B (com válvula de controle do eixo de elevação e limite de pressão) ou C (eletroválvula do ECAS somente) do controle do eixo de elevação, já que assim, é possível ajustar 100 % da carga do eixo.
Com o modelo A (elevação e descida somente), o eixo da ajuda da manobra abaixa quando passa de 30 km/h e quando a carga total dos eixos que estão no chão é 18 t (16 t).
Exemplo:
• O motorista dá partida e a ajuda da manobra é ativada (130 %)
• A velocidade ultrapassa 30 km/h e a redução da carga no acoplamento é ativada (100 %).
• A velocidade diminui de 30 km/h e ativa novamente a ajuda da manobra (100 %).
• O motorista para (por exemplo, para pesar a carga dos eixos numa báscula). • Volta a pressionar o pulsador e ativa novamente a regulagem em 100 %. • A regulagem permanece ativada até que seja desconectada manualmente ou a
velocidade volte a ser superior a 30 km/h.
• Se o pulsador é mantido pressionado durante mais de 5 segundos, o eixo abaixa.
6.5.8 Interruptor “Descida forçada”
No veículo rebocado, é possível instalar um interruptor de massa para forçar a descida do eixo de elevação:
• O interruptor de massa permanece acionado durante mais de 5 segundos. Todos os eixos abaixam, por exemplo, para realizar uma comprovação num dinamômetro de rolo.
• O interruptor de massa permanece acionado durante menos de 5 segundos. O controle automático do eixo de elevação é acionado.
• Esta função pode ser ativada mediante um pulsador ou um interruptor.
Componente Descrição Referência Cabo de conexão
Interruptor “Descida forçada” Cores do cabo: vermelho = pino 1 (fase de alimentação GIO) marrom = pino 2 (massa) amarelo/verde = pino 3 azul = pino 4 Interruptor não incluído no pacote fornecido pela WABCO 449 535 000 0
68
6.5.9 Indicador de desgaste das pastilhas de freio (BVA)
Documentação do BVA
Abra a página www.wabco-auto.com na Internet.
Clique em Product Catalog INFORM (Catálogo de produtos INFORM) => Index
(Índice).
Insira BVA no campo de busca. Clique no botão Start (Iniciar).
Na unidade ECU, podem ser conectados até seis indicadores de desgaste para controlar o estado de desgaste dos freios de disco. Os indicadores de desgaste (cabo integrado na pastilha de freio) medem o desgaste nas duas pastilhas de um mesmo freio.
Todos os indicadores de desgaste estão conectados em série e unidos à entrada de desgaste. A tensão de alimentação é de 24 V.
Quando o cabo de um indicador de desgaste alcança o limite durante um mínimo de 4 segundos, a entrada de desgaste mede uma tensão de 24 V e o aviso é ativado. Para avisar o motorista, uma lâmpada de aviso acende para indicar o limite de desgaste.
Quando é conectada, a lâmpada de aviso amarela executa 4 ciclos de piscadas = acende e apaga 16 vezes.
O aviso é interrompido se o veículo ultrapassar uma velocidade 7 km/h.
Depois de trocar as pastilhas, o sistema detecta automaticamente os indicadores de desgaste novos. Todos os níveis de aviso são desativados depois de
8 segundos. As cinco últimas trocas de pastilha (assim como a quilometragem e as horas de serviço de quando se alcançou o segundo nível de aviso) são salvas na ECU e podem ser lidas com o diagnóstico por PC.
Em sistemas com TCE, esta se encarrega de emitir a informação referente ao desgaste (TCE). O TEBS E se encarrega de avisar o motorista e ativar a lâmpada de aviso. Isso é necessário, pois, quando a informação de serviço se acumula, somente uma ECU pode ativar a lâmpada de aviso.
Se existe um SmartBoard instalado, o aviso também é emitido neste.
Componente Referência Cabo de conexão
Indicador de desgaste Consulte na Internet 449 816 000 0
Referências dos indicadores de desgaste Abra a página www.wabco-auto.com na Internet.
Clique em Product Catalog INFORM (Catálogo de produtos INFORM) => Index
(Índice).
Insira Wear Indicator (Indicador) no campo de busca. Clique no botão Start (Iniciar).
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6.5.10 Alimentação de tensão de diagnóstico / telemática em GIO 5
Para conectar um conector de diagnóstico externo (tampa amarela) à GIO 5, esta saída deverá ser ativada previamente.
Durante as intervenções de serviço, através da alimentação da tensão ISO 7638, omente pode ser conectado o diagnóstico CAN.
Somente a variante Premium permite conectar os cabos de diagnóstico.
O diagnóstico através de um conector de diagnóstico somente pode ser realizado com um cabo de diagnóstico CAN 446 300 348 0.
Componente Descrição Referência Cabo de conexão
Cabo de diagnóstico com tampa amarela Somente na variante Premium Conectar o cabo GIO 5 --- 449 611 000 0 Cabo para a interface Conectar o cabo ao conector de diagnóstico (diagnóstico CAN de 5 V) na interface de diagnóstico --- 446 300 348 0 Telemática
A unidade telemática pode ser conectada ao conector elétrico SUBSYSTEMS ou a GIO 5 (somente variante Premium). A WABCO recomenda utilizar a conexão GIO 5 para que o conector elétrico SUBSYSTEMS esteja disponível, por exemplo, para o SmartBoard ou o IVTM.
O diagnóstico TEBS E permite ajustar um tempo Stand-By ou de espera para recarregar a bateria da telemática (telemática conectada a GIO 5) depois de desconectá-lo. Neste caso, o CAN-Bus é desconectado e somente a bateria é carregada. O tempo de carga corresponde ao Stand-By do ECAS.
70
6.5.11 Freio da pavimentadora com interruptor mecânico ou detector de proximidade de 2 pólos
Com o início da série TEBS E1, é possível conectar detectores de proximidade de 2 pólos ao freio da pavimentadora Este detector de proximidade também pode ser usado como interruptor do nível.
O freio da pavimentadora permite realizar uma freada localizada dos veículos rebocados com caixa de basculante durante o serviço diante das pavimentadoras que puxam o veículo
rebocado. Die asphaltbeschickende Kippmulde und der Anhänger werden vom Straßenfertiger vorwärts geschoben.
Para impedir o movimento inesperado em descidas, o TEBS freia o basculante automaticamente conforme a carga (TEBS E1). A ativação pode ser realizada mediante interruptores de serviço mecânicos (conectar e desconectar o modo de asfaltadora) e um final de linha para a posição da caixa de basculante (final de linha ou detector de proximidade.
Esta função se desconecta automaticamente quando a velocidade for V > 10 km/h.
Ao utilizar válvulas ECAS, o movimento da caixa pode ser detectado através do interruptor do nível de descarga.
O cliente pode selecionar, se desejar ativar ou desativar, o nível de descarga. Isso pode ser feito com um interruptor opcional, um parâmetro do diagnóstico ou desconectando no SmartBoard (E1). A pressão da freada pode ser ajustada manualmente através do SmartBoard. A pressão máxima é de 6,5 bar.
Detector de proximidade
O detector de proximidade ou contato indutivo funciona como um sensor ou interruptor sem contato.
Os detectores de proximidade são utilizados nos processos técnicos para detectar a posição das peças de trabalho e para ativar as medidas de segurança.
A detecção é utilizada para saber se um objeto está numa posição determinada; por exemplo, acionamento de cilindros pneumáticos, acionamentos elétricos, garras, grades de proteção, sistemas de elevação ou portas.
fig. 6-6: Detector de proximidade - acionamento sem contato
Estes detectores de proximidade indutivos também podem ser utilizados nos veículos de basculante utilizados no asfalto das estradas. Eles reagem a objetos ferromagnéticos e também aos não magnéticos.
A WABCO aprovou os seguintes sensores indutivos para detectar proximidade: • Telemecanique XS7C1A1DAM8
• Schönbuch Electronic IO25CT 302408 • Balluff BES M30MF-USC15B-BP03
71
É muito importante considerar as especificações do fabricante do detector de proximidade.
O detector de proximidade só pode ser conectado a GIO 4 (pino 1+3). Cada detector de proximidade tem um limiar de conexão diferente com relação à distância com que o objeto da caixa de basculante deve ser conectada. A ECU mede a corrente que vai ao detector de proximidade para detectar a posição da caixa basculante.
Preste atenção sempre nas indicações de segurança aplicáveis sobre o uso e a ordem de comutação dessas máquinas de trabalho.
Conexão à GIO
fig. 6-7: Interruptor mecânico I para pavimentadoras
A Pino 1 B Pino 2
C Conexão / desconexão interruptor do freio da pavimentadora
Conexão à GIO
fig. 6-8: Interruptor mecânico II para pavimentadoras
A Pino 1 B Pino 2
C Conexão / desconexão interruptor do freio da pavimentadora D Interruptor do nível de carga
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Conexão à GIO
fig. 6-9: Possibilidade de conexão com detector de proximidade para pavimentadoras
Parâmetro no diagnóstico:
Freio da pavimentadora = interruptor mecânico, Interruptor do nível de descarga = interruptor de nível.
O parâmetro de desconexão do nível de descarga pode ser ajustado
Atenção:
Desconexão do nível de descarga quando não se deseja utilizar nível de descarga no modo da pavimentadora.
Requisitos: O detector de proximidade conecta o nível de desvarga. Então, é possível suprimir o interruptor do nível de descarga.
É possível conectar um detector de proximidade de 2 pólos (conexão a GIO 4, pino 1 e 3, cabo 449 535 ... 0).
Este detector de proximidade pode ser utilizado para as funções “nível de descarga” e “freio das pavimentadoras”.
Se ambas as funções estão ativadas, serão necessárias duas entradas de conexão para que possam ser conectadas e desconectadas separadamente.
Diagnóstico: A pressão de frenagem que sai depende da carga, isto é, no modo
de pavimentadora, a pressão de frenagem se adapta (ALB dinâmico). A pressão de frenagem pode ser ajustada entre 1 e 6,5 bars no diagnóstico.
SmartBoard: A função da asfaltadora pode ser ativada no SmartBoard. A pressão
de frenagem para a paviemntadora pode ser mudada diretamente no SmartBoard.
Componente Descrição Referência Cabo de conexão
Cabo para interruptor “Freio da pavimentadora” Cores do cabo: vermelho = pino 1 (fase de alimentação GIO) marrom = pino 2 (massa) amarelo/verde = pino 3 azul = pino 4 Interruptor não incluído no pacote fornecido pela WABCO 449 535 000 0
6.5.12 Sensor externo de pressão
Nos veículos longos, é possível montar um sensor externo de pressão demandada na linha de pilotagem (na parte dianteira do veículo) para melhorar o tempo de resposta do sistema pneumático.
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Se o sensor interno sofrer algum problema, o sensor externo de pressão demandada pode ser montado no eixo. Assim, é possível evitar que a troca do modulador TEBS E, resultando em um reparo mais econômico.
6.5.13 Suspensão mecânica
Nos veículos com mola lamear (suspensão mecânica), é possível montar o Reboque EBS facilmente.
A informação de carga para a função ALB é obtida a partir do percurso da suspensão do grupo do eixo. Para isso, é utilizado um sensor de percurso do ECAS que emite um sinal proporcional ao percurso da suspensão e da qual se extrai a carga atual do eixo.
Para obter melhores resultados, selecione uma alavanca com percurso curto. A alavanca do sensor de percurso deveria ter um comprimento de 100 mm. Nos veículos com um percurso de suspensão grande, considere que a alavanca não pode ir no sentido contrário. Se for necessário, use uma alavanca mais longa. Nos veículos com um percurso de suspensão especialmente curto, utilize uma alavanca curta para obter uma medição mais precisa.
Para todas as alavancas com um comprimento diferente de 100 mm é preciso configurar os parâmetros (segunda tela).
fig. 6-10: Sensor de percurso com alavanca (100 mm)
Na primeira tela do programa de diagnóstico, em suspensão, selecione a opção “Equipado com suspensão mecânica”.
O percurso da suspensão não pode ser indicado para os veículos vazios (será sempre 0 mm).
Durante a colocação em serviço, é realizada a calibragem da posição zero do sensor de percurso (veículo vazio).
Da mesma forma nos veículos com suspensão pneumática, a carga atual do eixo é emitida até o cavalo e até o SmartBoard através de uma conexão CAN. Não obstante, a precisão é consideravelmente pior.
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Componente Descrição Referência Cabo de conexão
Sensor de percurso Princípio de ângulo orientável 441 050 100 0 449 811 000 0 Sensor de percurso Disponível em diferentes comprimentos Tabela 441 050 719 2 Comprimento: 300 mm 441 050 713 2
Calibragem do sensor de percurso
A suspensão mecânica requer que o sensor de percurso seja calibrado.
Depois de selecionar o tipo de suspensão na página 2 “Pressões de frenagem” do programa de diagnóstico indicar a “Flexão da mola lamear com carga” e o
comprimento da alavanca (100 mm) do sensor de percurso.
No ponto “Calibrar os sensores de percurso do eixo de carga” é realizada a calibragem com o veículo vazio. É obrigatório introduzir a carga atual do eixo no vácuo. A calibragem não pode ser realizada com uma carga temporária.
6.5.14 Sinal de ABS ativado
Quando a regulagem ABS estiver ativada, a WABCO conecta uma saída que permite, por exemplo, controlar um retardador (desativado).
Componente Descrição Referência Cabo de conexão
Retardador Cores do cabo: vermelho = pino 1 (fase de alimentação GIO) marrom = pino 2 (massa) amarelo/verde = pino 3 azul = pino 4
Não fornecido pela WABCO
449 535 000 0
6.5.15 Sinal de RSS ativado
O modulador TEBS E está equipado com a função.
Quando a função RSS e a atuação do RSS estiverem ativadas, as luzes de freio do veículo não são ativadas.
Esta função oferece a possibilidade de ativar as luzes de freio quando a função RSS está ativada. Para isso, é preciso configurar os parâmetros da função GIO desta saída, já que o motorista não pisará no pedal de freio.
75
A ativação pode ser realizada mediante um relé. A tensão de alimentação das luzes é recebida através do conector de 15 pinos (disposição ECE).
Componente Descrição Referência Cabo de conexão
--- Cores do cabo: vermelho = pino 1 (fase de alimentação GIO) marrom = pino 2 (massa) amarelo/verde = pino 3 azul = pino 4
Não fornecido pela WABCO
449 535 000 0
6.5.16 Sinal de velocidade
O modulador TEBS E dispõe de um sinal de velocidade em forma de sinais retangulares moduladas por duração de impulsos. Este sinal pode ser emitido através de um conector GIO. É utilizado, por exemplo, para colocar um sinal de velocidade à disposição de outros sistemas eletrônicos (por exemplo, para controlar eixos autodirecionais).
Componente Descrição Referência Cabo de conexão
--- Cores do cabo: vermelho = pino 1 (sinal v) marrom = pino 2 (massa) amarelo/verde = pino 3 azul = pino 4
Não fornecido pela WABCO
449 535 000 0
6.5.17 Positivo contínuo 1 e 2
No modulador Reboque EBS E podem ser conectadas duas saídas de 24 V com uma carga permanente de, no máximo, 1,5 A.
Se os parâmetros necessários são configurados, é possível autorizar um positivo contínuo (pino 15) para alimentar, por exemplo, sistemas eletrônicos ou
eletroválvulas.
A saída só é alimentada quando o TEBS E está conectado. A alimentação pode ser desconectada se desejar quando, por exemplo, houver componentes conectados a um interruptor.
Componente Descrição Referência Cabo de conexão
Aplicações Cores do cabo: vermelho = pino 1 (positivo contínuo) marrom = pino 2 (massa) amarelo/verde = pino 3 azul = pino 4 (positivo contínuo opcional) Não incluído no volume de abastecimento de WABCO 449 535 000 0
76
6.5.18 ECAS externo (disponível somente com Premium)
Ao substituir um modulador TEBS D por um modulador TEBS E também é possível conectar uma ECU-ECAS (carcaça parecida à de Vário C) existente no veículo.
A troca de dados de serviço de ambos os sistemas é realizada através da linha K. Com esta configuração, é possível obter uma funcionalidade ECAS de 100 %. As funções de regulagem de altura internas do TEBS E são desativadas e a ECU-ECAS tem prioridade.
Se um ECAS externo é utilizado, os eixos de elevação não podem ser controlados através do TEBS E, já que a posição do eixo de elevação transmitida ao cavalo pela porta ISO 11992 seria incorreta.
6.5.19 Funções de configuração livre Função digital de configuração livre
Esta função permite programar livremente uma entrada ou uma saída digital GIO em função das velocidades e dos tempos por fabricante do veículo.
Função analógica de configuração livre
Esta função permite programar livremente uma entrada ou uma saída analógica GIO em função das velocidades e dos tempos por fabricante do veículo.
Dependendo de um sinal de comutação e da velocidade do veículo, é possível salvar, por exemplo, um evento ou comutar uma saída GIO, consulte o capítulo 6.7 “Registrador de dados operacionais (ODR)”, consultar capítulo 6.7
„Registrador de dados operacionais (ODR)“, página 85.
Foi ampliada a funcionalidade das funções de configuração livre. As magnitudes internas (p. ex. do CAN-Bus) também podem ser utilizadas como magnitudes de entrada e as funções podem estar ligadas entre si. Isto é válido também para os sinais analógicos que estão disponíveis no barramento de telemática.
SmartBoard: Assim, o SmartBoard pode ser utilizado para ativar,
por exemplo, solos deslizantes. É possível selecionar o tipo de interruptor de SmartBoard (pulsador, interruptor ou basculante).
Entre em contato com o seu distribuidor WABCO para obter informação sobre as funções de configuração livre.
Na ECU podem ser carregados somente os arquivos criados pela WABCO.
6.5.20 Alimentação por bateria
O TEBS E pode receber a alimentação elétrica desde uma bateria externa (p.ex. veículo com plataforma elevadora).
Para isso, é preciso conectar a bateria à conexão IN/OUT do modulador TEBS E substituindo a alimentação através da luz de freio (24N) ou ao TCE.
77
6.5.21 Função de liberação do freio
O freio de serviço do veículo rebocado pode ser retirado apertando um botão quando o veículo estiver parado.
Uma aplicação típica para este tipo de função é o transporte de automóveis para facilitar a carga de todo o veículo, o
comprimento do veículo rebocado é modificado mediante uma barra de tração hidráulica.
Ao pressionar o pulsador para ativar esta função e, ao mesmo tempo, ativar a barra de tração hidráulica (mediante um cilindro hidráulico), o freio do veículo rebocado é retirado e pode, por exemplo, mover-se em sentido longitudinal mediante um mecanismo hidráulico.
Ao soltar o pulsador, é aplicado novamente ar no freio e o veículo rebocado fica freiado.
Para esta função, existe um informativo do TÜV disponível.
Condições:
O freio de estacionamento do cavalo está colocado, a pressão da cabeça de acoplamento de serviço é superior a 6,5 bars e o veículo está parado.
Em caso de ultrapassar uma velocidade de v > 1,8 km ou abaixar a pressão da cabeça de acoplamento de serviço, esta função é imediatamente cancelada.
Função de liberação de freio.
ADVERTÊNCIA Função de liberação do freio
– Preste atenção às indicações de segurança, consultar capítulo 2 „Indicações de segurança“, página 10.
78
6.5.22 Função de relaxamento
Durante as operações de carga e descarga de semirreboques, quando todo o veículo estiver freiado, o grupo dos eixos fica tensionado.
Se, por exemplo, ao concluir a descarga, o freio de
estacionamento é retirado, e podem causar movimentos bruscos na carroceria, pois a suspensão pneumática é elevada
imediatamente, porque os amortecedores ainda têm ar e a carga do veículo desapareceu.
A nova função de relaxamento impede que sejam produzidos movimentos bruscos na carroceria.
Funcionamento:
Para ativar a função de relaxamento num modulador do TEBS E1, é preciso apertar um botão.
Quando a câmara de freio receber a ativação correspondente desde o modulador TEBS E, a tensão dos freios é aliviada. Para isso, os freios são liberados pelos lados (semirreboque e reboques com eixo central) ou por eixos (reboques de eixos separados).
Durante esta operação, a frenagem do veículo está sempre acima dos 18 %, já que as câmaras de freio são utilizadas para liberar o veículo.
Ativação da função:
A ativação pode ser realizada por pulsador ou SmartBoard. Além disso, a ativação também pode ser feita com o apoio de um interruptor Ubat (veja o cabo).
ADVERTÊNCIA Função de relaxamento
– Preste atenção às indicações de segurança, consultar capítulo 2 „Indicações de segurança“, página 10.
79
6.5.23 Bloqueio do eixo autodirecional
Com o TEBS E1 WABCO, é oferecida a possibilidade de
bloquear um eixo autodirecional mediante um cilindro em função da velocidade ou, além disso, ao detectar a marcha ré.
Ativação do bloqueio do eixo autodirecional através do ISS:
A ativação do cilindro é realizada mediante uma eletroválvula. A eletroválvula é conectada através do modulador TEBS E1 (automaticamente) ou mediante um interruptor ou o SmartBoard (manualmente).
O controle automático é feito através do sinal ISS. Para isso, não é necessário selecionar o menu “Eixo autodirecional” no
diagnóstico, mas sim a especificação do sinal ISS (o sinal ISS bloqueia o eixo autodirecional em velocidades superiores).
Ativação do bloqueio do eixo autodirecional através da marcha ré (SAC):
Ao selecionar a marcha ré, o modulador TEBS E1 lê o sinal da luz de ré e bloqueia o eixo autodirecional.
Se, a seguir, o veículo avançar, para colocar o conjunto caminhão-reboque reto, o eixo autodirecional permanece bloqueado até que seja alcançada uma velocidade configurada, para que o bloqueio possa ser destravado. Posteriormente, ao alcançar a velocidade 2 configurada, volta a ser bloqueado.
CUIDADO – Cumpra as normas relativas ao uso seguro de eixos autodirecionais.
O cilindro operacional do bloqueio do eixo autodirecional deve estar finalizado, sem corrente.
Bloqueio do eixo autodirecional - ativação através da função ISS
A Pino 1 + B Pino 2 -
80
Bloqueio do eixo autodirecional - ativação automática em função da velocidade detectada pela ECU do TEBS E (configuração no programa de diagnóstico).
A Pino 1 + B Pino 2 - C Pino 3
D Interruptor opcional
E + Sinal procedente da iluminação do veículo. Ao colocar a marcha ré, o
bloqueio do eixo autodirecional é conectado. É necessário ajustar a velocidade de marcha ré.
6.5.24 Aviso de capotamento
Todos os moduladores TEBS E1 têm integrado um sensor de aceleração transversal para a função RSS.
Ao mesmo tempo, este sensor proporciona informação sobre a inclinação do veículo com relação à posição horizontal. A inclinação do veículo pode ser supervisionada na ECU do TEBS E1.
Se o chassi ultrapassa uma inclinação configurada no diagnóstico, a ECU pode emitir um aviso ao motorista.
Com este propósito, uma das saídas elétricas da ECU se conecta a uma buzina ou a uma luz giratória.
Ao mesmo tempo, este aviso é exibido também no SmartBoard. Esta função é apropriada para os veículos basculantes.
6.5.25 SmartBoard
O SmartBoard é um console de comando e indicação para veículos rebocados que permite consultar os dados dos sistemas àqueles que se conecta, como, por exemplo, o sistema de freios ou o sistema de controle dos pneus.
Quando há pendências, uma mensagem do TEBS ou do IVTM, o LED vermelho integrado se ilumina de forma intermitente.
Indicações e funções do SmartBoard
• Indicação de quilometragem em função dos dados do TEBS e do hodômetro independente do SmartBoard.
81
O hodômetro de quilometragem interna (independente) registra as distâncias percorridas, inclusive quando o veículo rebocado não recebe alimentação elétrica do caminhão.
• Indicador de desgaste das pastilhas de freio – indica o estado das pastilhas do freio (se tiver indicadores de desgaste instalados).
• Indicação da carga sobre os eixos e os grupos.
Opcionalmente, pode ser ajustada uma luz de aviso para acender de forma intermitente ao ultrapassar um determinado valor de carga do eixo (90 % ou 100 %), de modo que uma possível sobrecarga seja informada, p. ex. de material a granel, antes que ocorra.
• Indicação da pressão atual dos pneus e também da pressão teórica (em combinação com IVM) quando a pressão for muito baixa, o LED vermelho acende.
• Mensagens de estado e de sistema para facilitar a localização de falhas no sistema de freios sem necessidade de levar o veículo à oficina para ler a memória do diagnóstico.
• Controle da suspensão pneumática eletrônica, p. ex. subir e descer os eixos de elevação ou modificar sua posição, sem precisar utilizar uma caixa de
comando.
• Possibilidade de mudar entre 14 idiomas com facilidade (existem dois conjuntos de dados disponíveis com idiomas diferentes).
• Grande variedade de funções adicionais, tais como visualização de dados do sistema ou de valores de medição (p. ex. pressões e tensões).
• Consulta do histórico de informação da memória dos dados de serviço (ODR), como p.ex. número de intervenções do RSS.
• Transmissão em tempo real por meio do módulo de hora integrado e a bateria da memória de diagnóstico e de dados de serviço integrado do modulador TEBS E.
Indicações de funções de atualização do SmartBoard
• Ampliação do menu principal
• Integração de uma proteção de tela na tela • Informação do veículo rebocado na tela • Função avançada de controle dos pneus • Configuração IVTM
• Ampliação do menu de suspensão pneumática e eixos de elevação
• Indicação da inclinação do veículo
• Ativação e ajuste da pressão de frenagem para freio de pavimentadoras
• Controle das funções de configuração livre GIO • Ativação da função de relaxamento
• Ativação da função de liberação do freio • Calibragem da emissão de carga sobre o eixo
• Desconexão permanente da ajuda automática de manobras • Desconexão permanente da função de nível de descarga
Proteja o marco do console SmartBoard contra pingos de água.
A bateria integrada foi desenhada para oferecer uma vida útil prolongada. Não obstante, se necessário, essa bateria pode ser substituída.
82
A tampa protetora está disponível como peça de reposição.
Componente Descrição Referência Cabo de conexão
SmartBoard Indicação “Hodômetro” • Mensagens de diagnóstico • Desgaste de pastilhas • Pressões dos pneus • Carga dos eixos • Medições • ODR Controle ECAS 446 192 110 0 449 911 000 0 SmartBoard sem bateria para veículos para o transporte de mercadorias perigosas (ADR) Atenção: O relógio interno não está ativado. Não são realizadas entradas de hora na memória de dados de serviço ODR nem na memória de diagnóstico. 446 192 111 0 Bateria de reposição (troca exclusivamente em centros de serviço) 446 192 920 2
Informação / documentações sobre o SmartBoard Abra a página www.wabco-auto.com na Internet.
Clique em Product Catalog INFORM (Catálogo de produtos INFORM) => Index (Índice).
Insira SmartBoard no campo de busca. Clique no botão Start (Iniciar).
6.5.26 IVTM
Documentação técnica do IVTM
Abra a página www.wabco-auto.com na Internet.
Clique em Product Catalog INFORM (Catálogo de produtos INFORM) => Index
(Índice).
Insira IVTM no campo de busca. Clique no botão Start (Iniciar).
As siglas IVTM vêm do termo em inglês “Integrated Vehicle Tyre Monitoring” para veículos comerciais.
83
O sistema supervisiona permanentemente a pressão dos pneus de todas as rodas, mediante sensores de pressão. Os valores registrados são transmitidos através do CAN-Bus ao cavalo, onde podem ser visualizados numa tela do painel de
instrumentos (caso disponha do equipamento correspondente).
De forma alternativa, estes valores também podem ser enviados ao cavalo por radiotransmissão.
A tela da cabine do cavalo alerta oportunamente o motorista em caso de perda crítica de pressão.
Aproximadamente 85 % das ocorrências de pneus furados acontecem ao dirigir com uma pressão incorreta ou por uma perda lenta de pressão durante a marcha. Com o IVTM, o risco de furar os pneus pode ser reduzido em até 15 %.
Se, no veículo rebocado, estiver instalado um SmartBoard, a pressão dos pneus poderá ser lida com facilidade Já não será necessário comprová-la com um manômetro. Se o IVTM detectar que a pressão de algum pneu é muito baixa, a luz de aviso vermelha acende de modo intermitente.
Componente Descrição Referência Cabo de
conexão Sistema eletrônico IVTM Sistema de medição da pressão dos pneus Consulte na Internet 449 913 000 0 IVTM e SmartBoard Sistema de medição da pressão dos pneus e visualização no reboque SmartBoard 446 192 110 0 449 916 000 0
6.6
Outras funções (internas da ECU)
6.6.1 Hodômetro
O Reboque EBS E está equipado com um hodômetro integrado que determina o trecho percorrido durante a marcha.
A EEPROM (memória programável somente de leitura que pode ser apagada) registra a quilometragem em função da roda dentada e do número de dentes. A seguir, estão indicadas as possíveis funções:
• Hodômetro total
O hodômetro total determina o percurso desde que o sistema foi instalado pela primeira vez. Este valor é salvo periodicamente e pode ser lido com diferentes equipamentos de diagnósticos (PC).
• Hodômetro parcial
O hodômetro parcial pode determinar o percurso entre dois intervalos de manutenção ou dentro de um período concreto.
Os equipamentos de diagnóstico permitem ler e apagar o hodômetro parcial. Não é preciso fazer uma calibragem especial do hodômetro. Um fator de calibragem é calculado a partir das circunferências de rodagem dos pneus e dos números de dentes das rodas fônicas com base nos parâmetros do EBS. É possível atingir uma precisão de 1 - 3 %.
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O hodômetro precisa de tensão de serviço. Quando o TEBS E não recebe a alimentação de tensão, o hodômetro não funciona. Por este motivo, não está protegido contra a manipulação.
Quando tiver instalado um SmartBoard, este conta o percurso independentemente do Reboque EBS. Este hodômetro continua funcionando, inclusive quando o TEBS não recebe alimentação de tensão.
Considerando que não se produzam interrupções na alimentação de tensão, é possível que surjam diferenças entre os dois hodômetros, pois o hodômetro do TEBS utiliza a média de todas as rodas, enquanto que o hodômetro do
SmartBoard utiliza o percurso da roda c; a diferença entre o hodômetro também pode ser devido a diferentes circunferências de rodagem (desgaste dos pneus).
6.6.2 Intervalo de manutenção
O intervalo de manutenção lembra o motorista dos serviços pendentes.
No momento do abastecimento do Reboque EBS E, o intervalo de manuntenção está desativado. Para ativar esta função, devese selecionar no programa de diagnóstico.
Quando o veículo tiver percorrido a distância determinada, a luz de aviso acenderá e piscará 8 vezes ao contectar a luz novamentee e ao parar o veículo. A piscagem se repete cada vez que se conecta a luz. Além disso, a mensagem de serviço correspondente é salva no registrador de dados de operação que está integrado na ECU.
Uma vez finalizados os trabalhos de serviço, o intervalo de manutenção dever ser colocado a zero através do diagnóstico. Quando o veículo alcançar um múltiplo integral do intervalo de serviço, o sinal volta a aparecer.
6.6.3 Contador de horas de serviço
O tempo de serviço transcorrido é guardado na memória permanente e pode ser lido através da interface de diagnóstico.
O contador de horas de serviço precisa de tensão de serviço. Quando o Reboque EBS não recebe alimentação de tensão, o contador de horas de serviço não funciona. Por isso, não está protegido contra a manipulação.
6.6.4 Emissão de carga sobre os eixos
Todas as informações referentes à carga sobre os eixos são emitidas pela interface ISO 11992 e transmitidas ao cavalo.
Nos veículos com suspensão pneumática e mecânica, é emitida a carga sobre os eixos. No caso dos veículos com suspensão mecânica, a precisão depende do desenho, mas com limitações.
Nos seguintes casos, a carga sobre os eixos não é emitida nem salva nos eixos c, d.
• Nos reboques com um único sensor de carga nos eixos c, d.
Para emitir a carga sobre o eixo, é necessário que esteja instalado o sensor de carga adicional no eixo e, f.
• Nos veículos com eixos de elevação que não estão sob controle do TEBS (mecânicos, TCE ou ECAS externo).