Classfficapio dos Medicamentos
Adrenergicos: produzem efeitos semelhantes aos do neurotransmissor norepinefrina; ver Capitulo 11
Aminoglicosidos: gentamicina, tobramicina e outros antibi6-ticos corn eles relacionados; de notar o elevado potencial para toxicidade grave
Analgesicos: narcOticos e ndo narditicos; produzem alivio da dor sem provocar perda de consciencia ou da actividade refle-xa
Analgesicos urinarios: produzem urn efeito anestesico local sobre a mucosa da uretra e da bexiga aliviando a dor, o ardor, a urgencia e a polaquitiria provocadas pelas infeccOes urindrias
Androgenios: hormonas esterOides que produzem efeitos masculinizantes
Anestesicos: para anestesia local ou geral; provocam perda de sensibilidade corn ou sem perda de consciencia
Ansioliticos: indicados para tratar sintomas ou disterbios de ansiedade; tambem denominados tranquilizantes minor, em-bora o termo deva ser evitado para ndo gerar confusOes sobre a possibilidade de o utente ser tranquilizado
Antagonistas da hormona tiroideia: indicados para contra-riar ou bloquear a accdo das hormonas tiroideias quando estas sdo produzidas em excesso
Antagonistas da serotonina: indicados para bloquear a serotonina; previnem os vemitos induzidos pela quimiotera-pia, pela radioterapia e pela cirurgia
Antagonistas 112 da histamina: diminuem o volume e au-mentam o pH das secrecOes gastricas tanto de dia como de noite
AntiOcidos: reduzem a acidez do conteftdo gästrico Antianginosos: indicados para prevenir ou tratar as crises anginosas
Antiarritmicos: indicados para corrigir arritmias cardfacas (quaisquer frequéncias ou ritmos cardincos para alem do ritmo sinusal normal)
AntibiOticos: indicados para tratar infeccOes provocadas por microorganismos patogenicos; o termo a usado corn frequen-cia corn o mesmo significado que antimicrobianos
Anticoagulantes: NAO dissolvem os codgulos sanguineos jti formados mas evitam o seu crescimento
Anticolinergicos: bloqueiam a accdo da acetilcolina no siste-ma nervoso parassimpatico; tambem denominados bloquea-dores colinergicos, anti-espasm6dicos e parassimpaticolfticos Anticonvulsivantes: suprimem a actividade anormal do SNC, evitando as convulsOes
Antidepressivos: aliviam a depressdo
Antidepressivos triciclicos: inibem a recaptagdo da norepinefrina e da serotonina (incluem a doxepina, a amitriptilina e a imipramina)
Antidiabeticos: tambem denominados hipoglicemiantes; este grupo inclui a insulina (indicada para tratamento da diabetes tipo I) e os antidiabeticos orais (indicados para tratamento da diabetes tipo II)
Antidiabeticos orals: usados na diabetes mellitus tipo 2 para melhorar o metabolismo da glicose e baixar os niveis da glicemia
Antidiarreicos: aliviam ou controlam os sintomas da diarreia aguda ou crOnica
Antiemeticos: indicados para prevenir ou tratar as nduseas e vemitos
Anti-espasmOdicos: actualmente denominados anticolinergicos
Antiftingicos: indicados para tratar as infeccOes ftIngicas Antiglaucoma: indicados para reduzir a pressdo intraocular Antigotosos: indicados para prevenir ou tratar as crises de gota
Anti-hipertensores: indicados para tratar a hipertensdo arterial
Anti-histaminicos: indicados para tratar os sintomas alergi-cos; tambem podem ser usados para tratar o enjoo do movi-mento, a insOnia e outras reaccOes ndo alergicas
Anti-inflamaterios näo esterOides (AINE): fdrmacos que, embora produzam efeitos semelhantes aos da aspirina, do ponto de vista quimico nada tem a ver corn os salicilatos; sdo inibidores das prostaglandinas
Antilipidemicos: indicados para reduzir o colesterol e/ou os trigliceridos sericos
Antimicrobianos: agentes quimicos que eliminam os microorganismos vivos patogenicos; tambem denominados antibieticos ou anti-infecciosos
Antimicrobianos urinarios: substancias excretadas para a urina numa concentraCdo tal que Ihes permite ter urn efeito antisseptico sobre a urina e as vias urindrias
AntiparkinsOnicos: indicados para tratar a doenca de Parkinson e outras disquinesias
Antipireticos: indicados para reduzir a febre de diversas etiologias
Antiplaquetares: evitam a agregacdo plaquetar, inibindo um passo essencial da formagdo do codgulo
Antipsicoticos: indicados para tratar a doenca mental grave; tambem denominados neurolepticos
Antitiroideus: indicados para tratar os sintomas de hipertiroidismo; tambem denominados antagonistas das hormonas tiroideias
Antituberculosos: indicados para tratar ou prevenir os sinto-mas causados pelo Micobacterium tuberculosis
Antittissicos: indicados para suprimir a tosse a nivel do cen-tro da tosse no cerebro
Anti-ulcerosos: estes medicamentos, que incluem os antago-nistas H, da histamina, diminuem o volume e aumentam o pH das secrecOes gästricas
Antiviricos: indicados para tratar as infeccOes provocadas por virus patogenicos
Betabloqueantes: inibem a actividade dos
neurotransmissores simpeticos, epinefrina e norepinefrina; in-dicados para tratar a angina de peito, arritmias, hipertensdo e glaucoma
Bloqueadores adrenêrgicos: inibem o sistema adrenOrgico porque impedem a estimulacdo dos receptores adrenergicos Bloqueadores dos canals de cilcio: tambem denominados antagonistas do calcio; inibem o movimento dos i6es de cal-cio atraves da membrana celular; indicados para reduzir as arritmias, diminuir a frequéncia cardiaca e produzir vasodilatagdo
Bloqueadores neuromusculares: relaxantes do mtisculo esqueletico indicados para produzir relaxamento muscular
Fundamentos
h
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i .Mosby
A Harcourt Health Sciences CompanyLUSOCIENCIA
Editores da Edigdo Americana:
Vice President, Nursing Editorial Director: Nancy Coon
Acquisitions Editor: Robin Carter
Developmental Editor: Barbara Cicalese
Project Manager Deborah Vogel
Production Editor Ed Alderman
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DECIMA SEGUNDA EDICAO EM INGLES Copyright 0 2001, por Mosby, Inc.
Copyright das edigOes anteriores: 1957, 1961, 1965, 1969, 1973, 1977, 1981, 1985, 1989, 1993, 1997 Direitos reservados para a Lingua Portuguesa ®, 2002
LUSOCIENCIA - EdigOes Tecnicas e Lda. Titulo original:
BASIC PHARMACOLOGY FOR NURSES
Titulo em Portugues:
FUNDAMENTOS DE FARMACOLOGIA
Traductio:
Dra Celia Goncalves
Revisiio Cientifica e Tecnica:
MaCandida Durao M' Teresa Leal Revisib Crake: Carlos Mota Fotocomposiciio: Lusociencia Fotolito e montagem:
Tons & Imagens – Artes Grdficas, Lda. Impressao e acabamento:
SIG – Sociedade Industrial Grdfica, Lda. 2685-466 CAMARATE
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ISBN: 972-8383-36-3
Depdsito Legal n°: 182 125/02
Reservados todos os direitos. E proibida a reproducao ou duplicacao deste volume, ou de partes do mesmo, sob quaisquer formas ou por quaisquer meios (electronico ou meanie°, incluindo fotoc6pia, gravagao ou outro) sem permissao escrita do editor.
NOTA: A farmacologia encontra-se em permanente desenvolvimento. Devem ser seguidas as precaugOes de seguranca universals, mas medida que a investigagao ou a experiencia clinica aumentam o conhecimento, podem tomar-se necessarias mudancas no tratamento e na terapeutica. Recomendamos aos leitores que verifiquem a informagao mais recentemente fomecida pelo laboratdrio produtor de cada medicamento a administrar para verificar as recomendagOes relativamente a dose, via e duracao da administragao e contra-indicacOes. E da responsabilidade de quern faz a prescricao, corn base na experiencia e no conhecimento que tern do utente, determinar as dosagens e os melhores tratamentos para cada individuo. 0 editor desta obra nao pode ser responsabilizado por qualquer dano originado pela consulta desta publicagao.
A Francine
pelo seu apoio e encorajamento constantes
assim como
a Sarah e a Beth
a luz das nossas vidas
— BDC
Em memOria do meu marido Henry e do meu filho Kile,
ambos falecidos em 1999;
tambem a minha filha Pamela
e aos seus dois filhos (Jessica e Dustin)
que me encorajaram dia ap6s dia
a seguir em frente e a ver o futuro com optimismo.
—
YNSFundamentos
de Farmacologia
Bruce D. Clayton, Pharm D,
RPh, BS
Professor de Farmacia
Faculdade de Farmacia e de Ciencias da
Saiide
Butler University
Indianapolis, Indiana
Yvonne N. Stock, MS,
BSN, RN
Professora de Enfermagem
Departamento de SatIde Ocupacional
Iowa Western Community College
Council Bluffs, Iowa
122 EDICAO
corn 236 ilustraccies
corn Revisao da Ediptio Portuguesa de
Candida Durão
M.' Teresa Leal
I c mAGEM DE S. ic,4, aa
II L1i: r r k rg w D 1.1 t LA.1 49/1>C j -44) k: Idurante a anestesia; reduzem a necessidade e os efeitos colaterais dos anestesicos gerais; indicados para facilitar a intubagdo endotraqueal e evitar o laringospasmo
Broncodilatadores: estimulam os receptores existentes na &yore traqueobronquica para que relaxem e dilatem as vias aóreas, permitindo a entrada de urn maior volume de ar e urn consequente aumento da oxigenagdo
Cidogegicos: anticolinêrgicos que paralisam a acomodacdo Citostaticos: tambem denominados antineopldsicos; usados isoladamente ou em associagdo corn outras modalidades terapeuticas, tais como radiagdo, cirurgia ou modificadores da resposta biolOgica, para tratamento de diversos tipos de cancro
Citotexicos: farmacos que provocam a morte celular; muito usados na quimioterapia oncolOgica
Colinergicos: tambem denominados parassimpaticomime-ticos; produzem efeitos semelhantes aos da acetilcolina Contraceptivos orais: indicados para controlo da natalidade Corticosteroides: hormonas segregadas pelo cdrtex supra--renal
Descdngestionantes: actuam reduzindo o edema das fossas nasais provocado pela constipaedo ou pela rinite alergica Digitalicos: aumentam a forca da contraccdo e diminuem a frequ8ncia cardiaca, melhorando o dthito cardiac°
Diuriticos: aumentam a producho de urina Em8ticos: indicados para induzir o vOmito
Emolientes da fezes: adicionam dgua as fezes tornando-as mais moles
Estatinas (inibidores da redutase da HMG-CoA): bloqueiam a sintese do colesterol
Estimulantes celulares: melhoram a lunch° imunitaria ao estimularem actividade de uma variedade de celulas imunitirias
Estimulantes gestricos: indicados para aumentar a contractilidade gastrica, relaxar o piloro e aumentar o peristaltismo no tubo digestivo; aumentam o trAnsito gästrico e o esvaziamento do tubo digestivo
Estimulantes uterinos: aumentam a frequencia ou a intensi-dade das contraceOes uterinas
Estrogenios: esterOides que produzem efeitos feminizantes Expectorantes: fluidificam a expectoracdo estimulando a producdo de fluidos lubrificantes naturais pelas glandulas brOnquicas
Factores de crescimento hematopoietico: estimulam as celulas progenitoras da medula Ossea a aumentar a producdo de leucOcitos, o que melhora a funcdo imunitaria
Fluoroquinolonas: ciprofloxacina e farmacos afins; sdo anti-biOticos de largo espectro muito utilizados
GlicocorticOides: tambem denominados adrenocortic6ides, regulam o metabolismo dos glicidos, lipidos e proteinas Heparinas de baixo peso molecular: anticoagulantes para tratamento profilactico da embolia pulmonar e da trombose venosa profunda
Hiperuricemicos: indicados para diminuir a producho ou aumentar a excrecho de acid° drico
Hipneticos: indicados para induzir o sono
Hormonas sexuais: hormonas produzidas pelo testiculo no homem e pelo ovario na mulher
Hormonas tiroideias: indicadas quando a tir6ide rd° produz hormonas ou as produz em quantidade insuficiente para suprir as necessidades fisiolOgicas
Inibidores da acetilcolinesterase: promovem a acumulacdo da acetilcolina, prolongando os efeitos colinergicos
Inibidores da anidrase carbenica: interferem corn a pro-ducho de humor aquoso, reduzindo a hipertensao ocular associada ao glaucoma
Inibidores da colinesterase: enzimas que destroem a acetilcolina, urn neurotransmissor colinërgico
Inibidores da protease: saquinavir, ritonavir, indinavir e farmacos afins; bloqueiam a maturacdo do virus da imunode-ficiéncia humana; indicados nas infeccOes por VIH
Inibidores ECA: evitam a sintese da angiotensina H, urn potente vasoconstrictor; indicados para tratamento da hiper-tensho e da insuficiencia cardfaca
Inibidores MAO: farmacos que bloqueiam a monoamina oxidase para evitar a degradacdo da norepinefrena e da serotonina
Inibidores selectivos da recaptacao da serotonina: antidepressivos que actuam bloqueando especificamente a recaptagdo da serotonina
Insulina: hormona indispensdvel para que a glicose entre nas celulas
Laxantes: medicamentos que actuam por diversos mecanis-mos para tratar a obstipacdo
MacrOlidos: eritromicina, azitromicina e antibi6ticos afins Midriaticos: provocam dilatacho da pupila
MineralocorticOides: esterOides que fazem com que o rim retenha sficlio e dgua
MiOticos: provocam constrigdo da pupila
Mucoliticos: reduzem a consist8ncia e viscosidade das secre-cOes pulmonares actuando directamente sobre os rolhoes de muco para os dissolver
Nitratos: degradam-se em Oxido nitric°, um potente vasodilatador usado no tratamento da angina de peito Opiaceos: analgOsicos de aced° central, do tipo da morfina Mantas medicinais: produtos derivados de plantas que geral-mente sdo comercializados como suplementos alimentares; podem ter efeitos formacolOgicos nho avaliados ou regula-mentados
Progestagenios: ester:Sides que regulam a lunch° do endomêtrio e do miometrio; sho usados isoladamente ou em combinacdo corn estrogenios para contracepcdo oral Protectores da mucosa: medicamentos como o sucralfato que formam urn complexo que adere a cratera de uma dlcera, protegendo-a do contacto com as secreches gdstricas Relaxantes musculares: reduzem os espasmos musculares Relaxantes uterinos: principalmente indicados para prevenir o parto prematuro
Salicilatos: eficazes como analgesicos, antipireticos e anti--infiamaterios
Sedativos: indicados para produzir relaxamento e repouso; nho induzem necessariamente o sono
Simpaticoliticos: interferem corn o armazenamento e liberta-gdo da norepinefrina
Simpaticomimeticos: mimetizam a accdo da dopamina, da norepinefrina e da epinefrina
Supressores da lactacäo: indicados para inibir a producdo de leite
Trombolfticos: gmpo especffico de medicamentos (alteplase, anistreplase, estreptoquinase e uroquinase) que dissolvem os codgulos sanguineos ja formados
Uricostiricos: actuam nos tdbulos renais aumentando a excrecOo de kid° Uric°
Vacinas: suspensees de bacterias ou virus vivos, mortos ou atenuados
CONSULTORES
Marcia G. Bower, MSN, CRNP
Course Coordinator and Instructor Abington Memorial Hospital School of NursingWillow Grove, Pennsylvania
Lori Mooberry, BSN, MT
LNP Instructor
Illi nois Central College Peoria, Illinois
At a Norton, MSN, BSN, RN
Associate Dean, Division of Health Sciences Instructor in Nursing
Jefferson State Community College Birmingham, Alabama
Netha O'Meara, MSN, CNS, RN, BS
Director, Associate Degree Nursing Program Wharton County Junior CollegeWharton, Texas
Susan S. Quatre, BSN, RN, RN/C
Professor of Nursing Gavilan College Gilroy, California viiPREFACIO DA EDICAO PORTUGUESA
A versa° portuguesa do Basic Pharmacology for Nurses é urn documento que consideramos de grande valor para todos aqueles que lidam diariamente corn os aspectos relacionados corn o tratamento medicamentoso, uma vez que engloba os conhecimentos necesserios a prescricao, administracdo/utiliza-cão, fornecimento, avaliagdo dos resultados terapeuticos e edu-cagdo daqueles a quem se destinam.
Sem desvirtuar a filosofia da obra original, foi nossa preo-cupacão fazer as adaptacOes possiveis a realidade portuguesa, socorrendo-nos da nossa experiencia e da consulta de algumas obras consideradas como referencia nesta area, das quais des-tacamos: Farmacopeia Portuguesa, Formuldrio Hospitalar Na-cional de Medicamentos, Indice NaNa-cional Terapeutico, Simposium Terapeutico, Prontuario Terapeutico e Tecnologia diacautica (L. Nogueira Prista e outros, Fundacdo Calouste Gulbenkian, 4' ed., Lisboa, 1996).
Dado considerarmos que a designacdo pelo nome generic° ou denominagno comum internacional (DO) e aquela que sus-cita menos ddvidas de identificacão e a mais universal, opt& mos por não incluir nomes comerciais nesta obra. Me°
obstan-te, ern casos particulates, como nas associaceies medicamen-tosas, consideramos vantajoso fazer referencia aos nomes comerciais destas formulagees existentes ern Portugal.
Nem sempre os grupos terapeuticos referenciados na obra original tern correspondente em Portugal, nem todos os medicamentos referidos estdo disponiveis no nosso pais. Corn o recurso frequente a notas de rodape, tentOmos proporcionar aos leitores, muitos dos quais estarno eventualmente a dar os primeiros passos no estudo da farmacologia, informacdo complementar que permita uma utilizagdo mais abrangente dente manual no contexto portugues.
Finalmente, gostariamos de agradecer a todos os familiares e amigos que nos ajudaram, assim como ao editor que, mais uma vez, protagonizou a publicagao de urn magnifico livro em lingua portuguesa no ambito das ciencias da sande.
Aos leitores, alunos, profissionais da sane e professores, a quern agora este livro pertence, dedicamos o nosso trabalho, na esperanca que Ihes seja Otil, e solicitamos que nos enviem os seus comenterios, no sentido de uma constante melhoria das edigOes.
As revisoras
Ma Cfindida Duräo
Mestre em Ciancias da Enfermagem
Especialista em Enfermagem Medico-Cinirgica Professora Adjunta da Escola Superior de
Enfermagem de Calouste Gulbenkian de Lisboa Regente da Disciplina de Farmacologia no Curso de
Licenciatura em Enfermagem
W Teresa Leal
Mestre em Ci'encias da Enfermagem
Especialista em Enfermagem Medico-Cirrirgica Professora Adjunta da Escola Superior de
Enfermagem de Calouste Gulbenkian de Lisboa
AGRADECIMENTO
No acto do langamento, em portugués, da 12. ° edicdo de
Clayton -- FUNDAMENTOS DE FARMACOLOGIA,sente o editor dever
expressar, publicamente, os seus agradecimentos as Revisoras
Ticnicas,
Maria aindida Durtioe
Maria Teresa Leal,bem como ao
Revisor Grcifico,
Carlos Mota,pelo empenhamento e dedicactio que
se dignaram dispensar a este trabalho, no sentido de apresentarmos
uma edicdo de elevada qualidade e no prazo programado.
PREFACIO
A dOcima segunda edicdo do livro Fundamentos de Farma-cologia de Clayton e Stock confirma os pressupostos estabele-cidos no primeiro livro, em 1957: a administracao de medica-mentos corn seguranca, rigor e atencao aos factores fisiolOgi-cos mais importantes. Nao obstante, a medida que a pratica de enfermagem continua a evoluir, as exigencias ultrapassam a preparack e a administracao de medicamentos e exigem um conhecimento cada vez mais profundo das suas accOes a nivel do organismo. Aonde quer que os enferrneiros desempenhem a profissao, 6 fundamental que compreendam, ndo s6 os proces-sos patolOgicos mas tambem as avaliacks necessarias ao esta-belecimento de uma base de dados, de cuja andlise resultem diagnOsticos de enfermagem relevantes para os cuidados de que
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mdividuos necessitam. Tambem compete ao enfermeiro pla-near e implementar os cuidados de forma a envolver os indivf-duos e toma-los participantes activos nas decisoes que dizem respeitos as suas necessidades de cuidados. Por essa razao, uma das preocupacees ao longo de todo o livro 6 a integracao do ensino da farmacologia nos cuidados aos utentes para que pos-sam escolher um nivel de snide Optimo e fiquem de posse de toda a informacao necessaria a obtencao do objecti vo terapeutico. 0 enfermeiro deve assegurar a educacao para a snide e verificar o grau de mestria alcancado para garantir que o utente 6 capaz de assegurar o autocuidado e de se responsabi-lizar pelo regime prescrito, incluindo os aspectos farmacolOgicos dos cuidados.
ORGANIZACAO
0 texto 6 composto de duas partes. A Parte Um: Principios de
Farmacologia contem duas unidades. A Unidade I: Principios de Farmacologia Geral compreende cinco capftulos. 0 Capitulo
' Generalidades, apresenta uma abordagem introdutoria da }macologia, nomenclatura dos faxmacos, fontes de informa-cao para os utentes, padrOes legais e processos de desenvolvi-mento de medicadesenvolvi-mentos e de medicadesenvolvi-mentos Orfaos, assim como o use de bases de dados electrOnicas. 0 Capftulo 2, Accdes e
Interacgdes Medicamentosas, 6 urn capitulo indispensavel
compreensao das accOes dos medicamentos e das varidveis que influenciam as suas acceles e interaccees. 0 Caplan° 3, Accilo
dos Medicamentos ao Longo do Ciclo de Vida, permite ao
estu-dante explorar os aspectos basicos subjacentes as accties dos medicamentos que surgem em resultado de variacties da absor-cao, distribuiabsor-cao, metabolismo e excrecao em individuos de diferentes idades, ao longo do ciclo de vida. 0 Capftulo 4,
Pro-cesso de Enfermagem e Farmacologia, faz uma abordagem do
processo de enfermagem enquadrando a sua aplicacao ao estu-do da farmacologia. 0 Capftulo 5, Educadio para a Sande, far referencia aos tits dominos da aprendizagem: o cognitivo, o afectivo e o psicomotor. Este capitulo contempla princfpios da aprendizagem tais como estilos de aprendizagem, motivagao
para aprender, organizacao dos conteddos, calendarizack das sessties de ensino/aprendizagem, repeticao para favorecer a aprendizagem, nivel educacional do utente e importancia de incorporar a diversidade cultural e etnica na educacao para a sadde. A informacao contida neste capitulo 6 indispensavel para planear e pOr em pratica qualquer sessao de educacao para a sadde. Tal como ja foi mencionado, a educagno para a sadde 6 uma componente forte deste livro.
A Unidade 2: Administradio de Medicamentos e Revisit°
de Formas de Cdlculo, compreende os Capftulos 6 a 10 que
contain fotografias e outras ilustragOes para ajudar os estudan-tes a aprenderem as tecnicas adequadas da administragao de medicamentos. 0 Capftulo 6, Revisit° de Formas de Cdlculo, propee uma revise° da aritmetica, incluindo exemplos de exer-cfcios com fraccOes, ntimeros decimals e conversks entre o sistema metric° e outros, de modo a ajudar os estudantes a cal-cularem as dosagens correctas dos medicamentos. 0 Capftulo 7, Principios da Administradio de Medicamentos, descreve os sistemas de distribuicao de medicamentos, os tipos de registos existentes e os perfis medicamentosos usados em servicos de intemamento de agudos e crOnicos, a composigeo do processo clinico, os tipos de prescricks e as responsabilidades de enfer-magem que Ihes estao associadas. 0 texto realca a necessidade de inclusao de um sexto Certo da Administrack de Medica-mentos, os registos, atraves da identificack das accOes de en-fermagem necessarias para documentar os pormenores da ad-ministracao de terapeutica, a efickia terapeutica de cada medi-camento administrado, o ensino feito ao utente e o grau de corn-preensao atingido sobre o regime terapeutico. Os Capftulos 8 a 10, que abordam a nutricao enterica, a nutricao parenterica e a administracao percutanea de medicamentos, apresentam de uma forma clara e ilustrada as dosagens, assim como os locais e tknicas de administrack.
A Parte Dois: Aplicaciie do Processo de Enfermagem a
Farmacologia, compreende as Unidades 3 a 9 que foram
actualizadas corn novos medicamentos e revistas para eliminar medicamentos que deixaram de existir ou de ser utilizados.
No principio de todos os Capftulos do livro surgem o
con-teddo do capitulo, os objectivos e as palavras chave. Na Parte
Dois, segue-se-lhes uma abordagem da anatomia e fisiologia do aparelho ou sistema ou do processo de doer-to., com a finali-dade de conferir uma melhor compreensao das modalifinali-dades terapeuticas usadas. Seguidamente, 6 analisado o tratamento farmacologico adequado para doencas especificas assim como os efeitos que provoca num sistema do organismo ern particu-lar. 0 passo seguinte 6 a apresentacao do processo de
enferma-gem relacionado com a doenga, a perturbkao ou o sistema do
organismo, sob a forma de uma sinopse da informacao relevan-te a recolher, para planear, identificar diagnOsticos de enferma-gem, implementar cuidados, fazer educacao e promocao da san-de e avaliar a efickia terapeutica do tratamento farmacolOgico.
Finalmente, 6 realgada a import &zeta de promover a satide atra-y
es da inclusao de todos os aspectos dos cuidados que permitem tratar a doenca, para alóm dos aspectos farmacolOgicos. Ao educar o utente no sentido da resposta terapeutica desejada e ao explicar-]he a necessidade de contactar os profissionais de
sande caso esta resposta nao se verifique, permite-lhe atingir urn determinado grau de controlo sobre o tratamento e o pro-cesso de doenca para que os medicamentos foram prescritos. Adicionalmente, a medida que analisa as monografias, a enfer-meira pode antecipar os efeitos colaterais dos medicamentos e, se der sugestOes concretas aos utentes para aliviar os mais difi-ceis de suportar, aumenta a possibilidade de aumentar a adesao ao regime prescrito. A informacao sobre os efeitos adversos dos medicamentos deve ser dada ao utente de uma forma que nao o perturbe mas realcando a necessidade de comunicar os efeitos adversos logo que surjam, para que possam ser introdu-zidas as modificacees necessarias ao regime terapeutico. Quan-do os individuos nä° conseguem assumir o autocuidaQuan-do, 6 ne-cessario referencid-los para os recursos comunitarios.
PARTICULARIDADES
Novo Capitulo sobre Nutricdo (Capitulo 44) Este novo capitulo proporciona uma abordagem dos principios de nutri-cao, incluindo macronutrientes, necessidades metabOlicas, vi-taminas, sail minerals e desnutricao. A ingestdo diftria de refe-rencia e recomendada, o uso de suplementos para nutricao enterica e as interaccOes entre alimentos e medicamentos sfto at abordadas em pormenor.
Novo Capitulo sobre Plantas Medicinais (Capitulo 45) Este novo capitulo analisa o papel das plantas medicinais no trata-mento farmacologico racional e os aspectos legais associados ao seu uso. A Caixa 45-1 menciona 10 factores a considerar quando se recomendam plantas medicinais. Sao descritas doze plantas medicinais, que representam cerca de 90% das mais usadas, incluindo as suas accOes, indicacOes, efeitos colaterais e interaccOes.
Novos Medicamentos Nesta edicao foram acrescentados 160 novos medicamentos, plantas medicinais e produtos nutricio-nais.
Medicamentos pant Tratamento da Diabetes Mellitus (Capitulo 33) Este capitulo sofreu uma revisao significativa de forma a incluir as novas recomendacfies terapOuticas da
American Diabetes Association e monografias de novos
medi-camentos existentes para tratamento da diabetes tipo 2. Medicamentos Promotores da Sande Sexual (Capitulo 38) Este capitulo foi substancialmente aprofundado, tendo passado a incluir a hiperplasia benigna da prdstata e a disfuncao assim como os respectivos tratamentos.
Resumo da Classificacito dos Medicamentos (na primeira guarda) Trata-se de uma sinopse, a dual cores, que ajuda os estudantes a sistematizarem as funcfies dos diferentes grupos terapOuticos.
Cot A cor 6 profusamente utilizada ao longo de todo o livro para the aumentar a funcionalidade e a estatica. E utilizada nos tftulos para facilitar a localizacao dos contetidos, nos quadros e nas caixas para chamar a atencao para tOpicos especfficos, nas figural para as tornar mais claras e ern todos os aspectos a que se pretendeu dar realce.
Aspectos Pedagegicos Os objectivos da aprendizagem, a lista das palavras chave e o calculo de doses visam reforcar os prin-cipals conteddos de cada capitulo.
Exercicios de Reflexao Critica Os exercfcios de reflexao err-tica, incluidos em todos os capftulos da Parte Dois, destinam--se a desenvolver a tomada de decisao clinica.
Caixas de TOpicos a Reter Estas caixas surgem ao longo do livro com informacao importante sobre a administracao de medicamentos, especialmente em pediatria e geriatria. Folhas de Registo e de Avaliacdo da Terapeutica Estas folhas de registo sal) introduzidas na Parte Dois, como exemplos que os estudantes podem copiar e adaptar as necessidades especifi-cas das pessoas a que facam educacao para a sande. 0 seu pre-enchimento pode ajudar os individuos a interiorizarem os parametros de monitorizacao importantes. Devem contemplar a informagao sobre os sinais e sintomas que devem ser comu-nicados aos profissionais de sadde.
A presente edicao, em que todos os capftulos foram profun-damente revistos e actualizados, reproduz as responsabilidades de enfermagem durante a preparagao, administracfto e monito-rizacao da terapeutica nas unidades de cuidados de sadde actu-ais. Tentdmos, ao longo de todo o texto, clarificar os contetidos e reforcar os aspectos da aprendizagem. Tamb6m foi dada en-fase aos modos como os utentes devem ser ajudados a promo-ver a sua sadde e a educacao dos estudantes de enfermagem relativamente a importancia de prestarem cuidados fisicos, as-sim como suporte emocional e social adequados, a par da in-formacao necessaria ao autocuidado. Esperamos que esta revi-sal) motive os estudantes a procederem a administracao de me-dicamentos com seguranca, rigor e atencao aos factores fisio-lOgicos mais importantes e ajude os enfermeiros a prestarem cuidados de elevada qualidad6 aos seus utentes.
PRIMEIRA PARTE
PRINCIPIOS DE FARMACOLOGIA, 1
Unidade Urn
Princlpios de Farmacologia Geral, 2
1 Generalidades, 2
DefinicOes, 2Farmacologia, 2 MOtodos Terapeuticos, 2 Farmacos, 2
Nomes dos Medicamentos (EUA), 2 Nome Quimico, 3
Nome Genórico, 3 Nome Oficial, 3
Marca Registada (Nome Comercial), 3 Classificacao dos Medicamentos, 3 Nomes dos Medicamentos (Canada), 3
Medicamento Oficial, 3 Nome PrOprio, 4
Fontes de Padronizacao dos Medicamentos (EUA), 4
United States Pharmacopeia (USP), 24' Revision, e National Formulary (NF), 19" Revision, 4 UPS Dictionary of USAN e Nome Internacional dos
Medicamentos, 4
Fontes de Padronizagfio dos Medicamentos (Canada), 4 Fontes de Informacao Sobre os Medicamentos
(EUA), 4
American Drug Index, 5
American Hospital Formulary Service, 5 Drug Interaction Facts, 5
Drugs Facts and Comparisons, 5 Handbook of Injectable Drugs, 6 Handbook of NonPrescription Drugs, 6 Martindale — The Complete Drug Reference, 6 Medical Letter, 6
Introducão de Novos Capitulos, 6
Physician's Desk References (PDR), 6 Mosby's GenRx, 7
Fontes de Informal*, Sobre Medicamentos (Canada), 7
Compendium of Pharmaceuticals and Specialties, 7 Nonprescription Drug References for Health
Profes-sionals, 8
Compendium od Nonprescription Products, 8
Bases de Dados, 9
Fontes de Informacao Para Utentes, 9
United States Pharmacopeia Dispensing Information,
9
Tyler's Honest Herbal, 9
Legislacao Sobre Medicamentos (EUA), 9 Federal Food, Drug, and Cosmetic Act, June 25,
1938 (Amended 1952, 1962), 10 Controlled Substances Act, 1970, 10 Posse de Substancias Controladas, 11 Legislacao Sobre Medicamentos (Canada), 11
Food and Drug Act 1927; the Food and Drug Regulations 1953 and 1954, Revised 1979 and Periodic Amendments, 11
Narcotic Control Act (1960-1961) and the Narcotic Control Regulation (Amended 1978), 11 Medicamentos de Venda Livre, 12
Eficacia da Legislagao Sobre Medicamentos, 12 Desenvolvimento de Novos Medicamentos, 12
Investigagao e Desenvolvimento Pre-Clinicos, 12 Investigacao e Desenvolvimento Clinicos, 12 Aplicacao de Novos Medicamentos, 13 Vigilancia POs-Comercializacao, 14
2 Acciies e Interacciies Medicamentosas, 15
Principios Basicos, 15 Absorcao, 16 Distribuicao, 16 Metabolismo, 17 Excrecdo, 17 Semivida, 18AccOes dos Medicamentos, 18
Factores que Influenciam as Accifies dos Medica-mentos, 19 Idade, 19 Peso Corporal, 19 Indice MetabOlico, 19 Doenca, 19 Aspectos PsicolOgicos, 19 Tolerancia, 19 Depenclôncia, 20 Efeito Cumulativo, 20 InteraccOes Medicamentosas, 20
3 Accdo dos Medicamentos ao Longo do Ciclo
de Vida, 22
Modificagao de Accao dos Medicamentos ao Longo do Ciclo de Vida, 22
Distributed°, 24 Metabolismo, 24 Excregdo, 24
Monitorizaedo da Terapeutica, 25
4 Processo de Enfermagem e Farmacologia, 26
Processo de Enfermagem, 26 Ayalindo Inicial, 27
DiagnOstico de Enfermagem, 28 Planeamento, 31
Execuedo, 34
Avalindo e Registo dos Resultados Terapeuticos Esperados, 35
Relace° entre o Processo de Enfermagem e a Farmacologia, 35
Avalindo Inicial, 35
DiagnOsticos de Enfermagem, 36 Planeamento, 36
Execuedo, 37
Ayalindo dos Resultados Terapeuticos Esperados, 44
5 Educacão para a Satide, 45
Os Tres Dominos da Aprendizagem, 45 Dominic) Cognitivo, 45 Dominic) Afectivo, 45 Domino Psicomotor, 45 Principles da Aprendizagem, 45 Centrar a Aprendizagem, 45 Estilos de Aprendizagem, 46 Promogn da Aprendizagem, 46 Motiyacdo para a Aprendizagem, 46 Disponibilidade para a Aprendizagem, 46 Divisão dos Conteddos, 47
Repetiedo para Favorecer a Aprendizagem, 47 Nivel de Instruedo, 48
Diversidade Cultural e Etnica, 48 Adesdo ao Tratamento, 48
EducacaU para a Sande Relacionada com o Trata-mento MedicaTrata-mentoso, 50
Educacdo para a Sadde, 50
Comuniendo e Responsabilidade, 52 Resultados Terapeuticos, 52
Aherne-es nas Expectativas, 52
AhernOes no Tratamento Atraves do Estabeleci-mento Conjunto de Objectivos, 52
Alta Clinica, 52
Unidade Dois
Administragâo de Medicamentos e
Revisâo de Formas de Calculo, 53
6 Revisfio de Formas de Calculo, 53
Numeraceo Romana, 53 Fracciies, 54
FraccOes Comuns, 54
Tipos de FranOes Comuns, 54 Trabalhar corn Frage-es, 55 Fracciies Decimais, 58
Multiplicacdo de Ndmeros Decimais, 58 Diyisdo de Ntlmeros Decimals, 59
Transformaedo de Ntimeros Decimais em FraceOes Comuns, 59
Transformaedo de FranOes Comuns em Frage-es Decimais, 59
Percentagens, 60
Determinagdo da Relacdo Percentual de urn Ntimero em Relagdo a Outro, 60
Transformacdo de Percentagens em Frage-es, 60 Transformaedo de Percentagens em FranOes
Decimais, 60
Transformacdo de FraccOes Comuns em Percentagens, 60 Transformagdo de Frage-es Decimals em
Percentagens, 60
Elementos a Ter em Conta na Leitura de Ndmeros Decimals, 61
Raziies, 61
Transformagdo de Razoes em Percentagens, 61 Transformagdo de Percentagens em RazOes, 61 Proporeides, 61
Sistemas de Peso e Medida, 62
Sistema Tradicional ou de Medidas Caseiras, 62 Sistema Galenico ou Apotecdrio, 62
Sistema Marko, 63
Conyersdo de Unidades Mêtricas e Galdnicas, 64 Calculo de Velocidade de Administracao de
Terapeutica Intravenosa, 68
Preserien Endovenosa de Liquidos, Ritmos de Administracdo e Bombas, 68
Arredondamentos, 68
Bombas Volumetricas e ndo VolumOtricas, 69 Calculo do Fluxo, 69
Temperatura em Graus Celsius e Fahrenheit, 70 F6rmula para Conversao de Temperaturas em Gratis
Fahrenheit para Celsius, 71
FOrmula para Conyersdo de Temperaturas em Graus Celsius para Fahreenheit, 71
7 Principios da Administracäo de Medicamen-tos, 72
Consideraciies Eticas e Legais, 72 Processo Clinico do Utente, 73
Elementos do Processo alnico de urn Utente, 73 Registo no Kardex, 81
Sistemas de Distribuiceo de Medicamentos, 81 Sistemas de Controlo de Psicofarmacos, 84 Prescriceo de Medicamentos, 85
Tipos de Prescriedo de Medicamento, 86 Responsabilidade do Enfermeiro, 86
Os Seis Certos da Administraceo de Medicamentos, 87 Medicamento Certo, 87
Hora Certa, 87 Dose Certa, 88 Pessoa Certa, 88
Via de Administracão Certa, 89 Registo Certo, Sexto Certo, 90
8 Administracäo de Medicamentos por Via Enterica, 91
Administracio de Medicamentos por Via Oral, 91 Administracão de Medicamentos por Via Oral –
Formas Midas, 95
Principios Gerais para a Administracão de Formas Midas de Medicamentos, 96
Administracão de Medicamentos por Via Oral – Formas Liquidas, 96
Principios Gerais para Administraedo de Formas Liquidas de Medicamentos, 98
Administracfio de Medicamentos por Sonda Nasogas-trica, 99
Administracäo de Alimentacio por Via Enterica, 101
Alimentacdo Intermitente por Sonda Nasogestrica, 101 Alimentacdo Continua por Sonda, 102
Administracio de Suposittorios por Via Rectal, 103 Administractio de Microclisteres, 104
9 Administracao de Medicamentos por Via Parenterica, 107
Material para Administracão de Medicamentos por Via Parenterica, 107
Seringas, 108
Formas de Apresentacäo para Administracäo Parenterica, 114
Ampolas, 114
Frascos Hermeticos, 114 Frascos Duplos, 115
Recipientes para Solugees de Grande Volume, 115 Recipientes para Solucees de Pequeno Volume, 115
Preparacäo de Terapiutica Parenterica, 115
Administraciio de Medicamentos por Via Intradermica, 124
Administracäo de Medicamentos por Via Subcutfinea, 126
Administracäo de Medicamentos por Via Intramuscu-lar, 128
Administractio de Medicamentos por Via Intravenosa, 135
Locais, 135
Principios Gerais para Administracdo Intravenosa de Medicamentos, 137
Preparach-o de uma Solugao Intravenosa para Infusao, 138
Administracao de Medicamentos por Via Intra-venosa, 139
Administracdo de Medicamentos Atraves de uma Perfusao em Curso, 141
Administracão de Medicamentos Atraves de urn Catóter corn Obturador Heparinizado, 143 Adicdo de Medicamentos a uma Infusao em Curso, 143 Adigdo de Medicamentos a um Sistema ou Linha
Secundaria, 143
Mudanga para o PrOximo Recipiente de Solucdo IV, 144 Adrninistracdo de Medicamentos Atraves de urn
Acesso Venoso Implantavel – Cate-ter Subcutaneo, 144
Cuidados a Ter com urn Cateter Venoso Central, 144 Suspensao de uma Infusao Intravenosa, 145
Monitorizachb da Terapeutica Intravenosa, 145 Registo, o Sexto Certo, 147
10 Administracão de Medicamentos por Via TOpica, 148
Administracão de Medicacão TOpica na Pele, 148 Aplicacio de Cremes, Lociies e Pomadas, 148 Provas de Ilipersensibilidade Cutfinea, 150 Aplicaciio de Pomada de Nitroglicerina, 152 Administracäo de Medicamentos por Via
Transdermica, 154
Administracäo TOpica de Pas, 155
Administraciio de Medicamentos nas Mucosas, 155
Administracdo de Comprimidos Sublinguais e Bucais, 156
Administracdo de Gotas e Pomadas Oftalmicas, 157 Administracao de Gotas Otologicas, 158
Administragdo de Gotas Nasais, 160 Administragao de Vaporizaches, 161
Administracao de Medicamentos por Inalagdo, 161 Administracào de Medicamentos com Inaladores
Pressurizados de Dose Calibrada, 163
Administragdo de Medicamentos por Via Vaginal, 163 Administracão de IrrigagBes Vaginais, 165
SEGUNDA PARTE
APLICACAO DO PROCESSO
DE ENFERMAGEM
A
FARMACOLOGIA, 167
Unidade Tit
Medicamentos corn Accão no Sistema
Nervoso Central e Autemomo, 168
11 Medicamentos corn Accão no Sistema Nervoso Aut6nomo, 168
Sistema Nervoso Central e Auttonomo, 169 Sistema Nervosa Auttinomo, 169
Grupo Terapeutico: Bloqueadores Alfa e Beta-Adrenergicos, 173
Grupo Terapeutico: Parassimpaticomimeticos, 175 Grupo Terapeutico: Parassimpaticoliticos, 175
12 Sedativos e HipnOticos
Sono e Perturbagees do Padrfio do Sono, 178 Terapautica corn Sedativos e HipnOticos, 179 Tratamento FarmacolOgico das PerturbagOes do
Sono, 181
Grupo Terapeutico: Barbittiricos, 181 Grupo Terapeutico: Benzodiazepinas, 184 Outros Sedativos e HipnOticos, 186
13 Medicamentos para Tratamento da Doenca de Parkinson
Doenga de Parkinson, 189
Tratamento Farmacokigico da Doenca de Parkinson, 190 Grupo Terapeutico: Dopaminergicos, 193
Grupo Terapeutico: Inibidores da COMT, 200 Grupo Terapeutico: Anticolinárgicos, 201 Outros AntiparkinsOnicos, 203
14 Medicamentos para Tratamento das Perturbacties de Ansiedade
Perturbagiies da Ansiedade, 205
Tratamento Farmacolegico da Ansiedade, 206 Grupo Terapeutico: Benzodiazepinas, 207 Grupo Terapeutico: Azopironas, 211 Grupo Terapeutico: Inibidores Selectivos da
Recaptacdo da Serotinina (SSRI), 212 Outros Ansiolfticos, 212
15 Medicamentos para Tratamento das Perturbacifies do Humor
PerturbagOes do Humor, 215
Tratamento das Perturbadies do Humor, 216 Tratamento Farmacolegico das Perturbadies do
Humor, 217
Tratamento FarmacolOgico da Depressfio, 220 Grupo Terapeutico: Inibidores da Mono-aminoxidose
(IMAO), 220
Grupo Terapeutico: Inibidores Selectivos da Recaptacdo da Serotonina (ISRS), 222
Grupo Terapeutico: Antidepressores Triciclicos, 224 Grupo Terapeutico: Outros Antidepressores, 226 Grupo Terapeutico: Estabilizadores do Humor, 230
16 Medicamentos para Tratamento das Psicoses
Psicoses, 233
Tratamento das Psicoses, 234
Tratamento FarmacolOgico das Psicoses, 234 Grupo Terapeutico: Psicodepressores, Neuroleticos
ou AntipsicOticos, 240
17 Medicamentos Utilizados nas Convulsiies, 243
Patologia Convulsiva, 243 Tipos de Convulsiies, 244
Terap8utica Anticonvulsivante, 247 Grupo Terapeutico: Barbitfiricos, 247 Grupo Terapeutico: Benzodiazepinas, 248 Grupo Terapeutico: Hidantoinas, 250 Grupo Terapeutico: Succinimidas, 251 Outros Anticonvulsivantes, 252
18 Medicamentos para Controlo da Dor
Dor, 259
Tratamento da Dor, 260
Tratamento FarmacolOgico para Controlo da Dor, 268 Grupo Terapeutico: Agonistas Opiaceos, 268 Grupo Terapeutico: Agonistas Parciais Opidceos, 270 Grupo Terapeutico: Antagonistas Opidceos, 272 Grupo Terapeutico: Salicilatos, 276
Grupo Terapeutico: Anti-Inflamatarios nao EsterOides, 279
Outros Analg6sicos, 280
Unidade Quatro IllnelralallaSI
Medicamentos com Accâo no Sistema
Cardiovascular, 283
19 Medicamentos para Tratamento das Hiperlipidemias, 283
Aterosclerose, 283
Tratamento das Hiperlipidemias, 284
Tratamento Medicamentoso das Hiperlipidemias, 284 Grupo Terapeutico: Resinas Permutadoras de foes, 286 Grupo Terapeutico: Niacina, 287
Grupo Terapeutico: Inibidores da Redutase HMG-CoA, 288
Grupo Terapeutico: Fibratos, 289
20 Medicamentos para Tratamento da Hipertensfio, 291
Hipertensão, 291
Tratamento da Hipertensio, 293
Tratamento FarmacolOgico da Hipertenstio, 293 Grupo Terapeutico: Diuróticos, 297
Grupo Terapeutico: Inibidores da Enzima de Conver-sao da Angiotensina, 299
Grupo Terapeutico: Antagonistas dos Receptores da Argotensina II, 302
Grupo Terapeutico: Bloqueadores da Entrada do Calcio, 303
Grupo Terapeutico: Bloqueadores Alfa-1 Adrenergicos, 305
Grupo Terapeutico: Agonistas Alfa-2 de Accao Central, 306
Grupo Terapeutico: Antagonistas Adrenerg cos de Accdo Periferica, 308
Grupo Terapeutico: Vasodilatadores Directos, 310
21 Medicamentos para Tratamento da Insuficiencia Cardiaca, 313
Insuficiencia Cardiaca, 313
Tratamento da Insuficiencia Cardiaca, 314 Tratamento FarmacolOgico da Insuficiencia
Cardiaca, 315
Grupo Terapeutico: DigitOlicos, 317
Grupo Terapeutico: Inibidores da Fosfodiesterase, 320 Grupo Terapeutico: Inibidores da Enzima de
Conversäo da Angiotensina, 322
22 Medicamentos para Tratamento de Arritmias, 324
Arritmias, 324
Tratamento das Arritmias, 325
Tratamento FarmacolOgico das Arritmias, 325 Anti-Arrftmicos, 327
23 Medicamentos para Tratamento da Angina de Peito, 341
Angina de Peito, 341
Tratamento da Angina de Peito, 341
Tratamento FarmacolOgico da Angina de Peito, 342 Grupo Terapeutico: Nitratos, 344
Grupo Terapeutico: Bloqueadores Beta-Adrenórgicos, 346
Grupo Terapeutico: Antagonistas da Entrada do Calk°, 347
24 Medicamentos para Tratamento da Doenca Vascular Periferica, 349
Doenca Vascular Periferica, 349
Tratamento da Doenca Vascular Periferica, 350 Tratamento FarmacolOgico da Doenca Vascular
Periferica, 350
Grupo Terapeutico: HemorreolOgicos, 353 Grupo Terapeutico: Vasodilatadores, 354 Grupo Terapeutico: Inibidores da Agregagdo
Plaquetdria, 356
25 Diureticos, 359
Diureticos, 359
Tratamento FarmacolOgico corn Diureticos, 362 Grupo Terapeutico: Inibidores da Anidrase
CarbOnica, 362
Grupo Terapeutico: Metilxantinas, 364 Grupo Terapeutico: Diureticos de Ansa, 364 Grupo Terapeutico: Diureticos TiazIclicos, 368 Grupo Terapeutico: Diureticos Poupadores de
Potassio, 370
Grupo Terapeutico: AssociagOes de Diureticos, 372
26 Medicamentos para Tratamento do Trombo-Embolismo, 375
Doenca Trombo-EmbOlica, 375
Tratamento do Trombo-Embolismo, 376
Tratamento FarmacolOgico do Trombo-Embolismo, 376 Grupo Terapeutico: Inibidores da Agregacâo
Plaquetaria, 378
Grupo Terapeutico: Anticoagulantes, 382 Grupo Terapeutico: Fibrinolfticos, 387
Unidade Cinco
Medicamentos corn Acgâo no
Apareiho RespiratOrio, 389
27 Medicamentos para Tratamento das Doen-cas das Vias Aereas Superiores, 389
Anatomia e Fisiologia das Vias Aereas Superiores, 389 Doencas das Vias Aereas Superiores, 390
Tratamento das Doencas das Vias Aereas Superiores, 392 Tratamento Farmacolegico das Doencas das Vias
Aereas Superiores, 393
Grupo Terapeutico: Descongestionantes Simpaticomimeticos, 393
Grupo Terapeutico: Anti-HistamInicos, 394
Grupo Terapeutico: Anti-Inflamatórios RespiratOrios, 396
28 Medicamentos para Tratamento das Doen-cas das Vias Aereas Inferiores, 399
Anatomia e Fisiologia das Vias Aereas Inferiores, 399 Doencas das Vias Aereas Inferiores, 401
Tratamento das Doencas das Vias Aereas Inferiores, 403 Tratamento FarmacolOgico das Doencas das Vias
Aereas Inferiores, 406
Grupo Terapeutico: Expectorantes, 406 Grupo Terapeutico: Antittissicos, 412 Grupo Terapeutico: Broncodilatadores
Beta--Adrenergicos, 413
Grupo Terapeutico: Broncodilatadores Anticolinórgicos, 414
Grupo Terapeutico: Broncodilatadores Derivados da Xantina, 416
Anti-Inflamaterios RespiratOrios, 417
Grupo Terapeutico: Corticosterdides Usados na Doenca Obstrutiva das Vias Aereas, 417 Grupo Terapeutico: Antileucotrienos, 418 Anti-InflamatOrios Diversos, 420
Unidade Seis
Medicamentos corn Acgdo no Apareiho
Digestivo, 423
29 Medicamentos pan Tratamento de Doencas da Cavidade Oral, 423
Doencas da Boca, 423
Tratamento Farmacolegico das Doencas da Boca, 424 Grupo Terapeutico: Dentrificos, 427
Grupo Terapeutico: Desinfectantes Orais, 428
30 Medicamentos para Tratamento do Refluxo Gastro-EsofOgico e da Ulcera Peptica, 429
Fisiologia do Est&nag°, 429
Patologia Gfistrica Mais Comum, 429
Tratamento do Refluxo Gastro-Esofigico e da Ulcera Peptica, 430
Tratamento Farmacolegico do Refluxo Gastro--Esofdgico e da Ulcera Peptica, 431
Grupo Terapeutico: Antiacidos, 422
Grupo Terapeutico: Antagonistas dos Receptores H2 da Histamina, 434
Grupo Terapeutico: Prostaglandinas, 436
Grupo Terapeutico: Inibidores da Bomba de ProtOes, 437 Grupo Terapeutico: Protectores da Mucosa, 439 Grupo Terapeutico: Reguladores da Motilidade, 439 Grupo Terapeutico: Anti-Espam6dicos, 441
31 Medicamentos pan Tratamento das Nauseas e VOmitos, 444
Nifiuseas e VOmitos, 444
Principais Etiologias das Museas e VOmitos, 444
Tratamento FarmacolOgico das 1■16useas e VOmitos Segundo a Etiologia, 446
Grupo Terapeutico: Antagonistas da Dopamina, 448 Grupo Terapeutico: Anticolinergicos, 452
Grupo Terapeutico: Corticostereides, 453 Grupo Terapeutico: Benzodiazepinas, 453 Grupo Terapeutico: Canabinoides, 454
32 Medicamentos para Tratamento da Obstipacdo e da Diarreia, 456
Obstipaciito, 456 Diarreia, 456
Tratamento FarmacolOgico da Obstipacäo e da Diarreia, 459
Grupo Terapeutico: Laxantes, 459 Grupo Terapeutico: Antidiarreicos, 460
Unidade Sete
Medicamentos corn Accdo no Sistema
EndOcrino, 463
33 Medicamentos para Tratamento da Diabetes Mellitus, 463
Diabetes Mellitus, 463
Tratamento da Diabetes Mellitus, 465
Tratamento FarmacolOgico da Diabetes Mellitus, 471 Grupo Terapeutico: Insulinas, 471
Grupo Terapeutico: Biguanidas (Antidiabeticos Orais), 475
Grupo Terapeutico: Sulfonilureias (Antidiabeticos Orais), 475
Grupo Terapeutico: Meglitinidas (Antidiabeticos Orais), 477
Grupo Terapeutico: Anti-Hiperglicemiantes, 480 Grupo Terapeutico: Anti-Hipoglicemiantes, 481
34 Medicamentos para Tratamento das Doencas da Tireide, 483
Glandula Tir6ide, 483 Doencas da Tireide, 483
Tratamento das Doencas da Tireide, 484
Tratamento FarmacolOgico das Doencas da TirOide, 486 Grupo Terapeutico: Hormonas de Substituigdo da
Tireide, 486
Grupo Terapeutico: Antitiroideus, 487
35 Corticoster6ides, 492
CorticosterOides, 492
Tratamento FarmacolOgico corn CorticosterOides, 495 Grupo Terapeutico: Mineralocortidoides, 495 Grupo Terapeutico: Glicocorticoides, 497
36 Hormonas Sexuais, 501
Gonadas e Hormonas Sexuais, 501
Tratamento Farmacolegico corn Hormonas Sexuais, 502 Grupo Terapeutico: Estrogenios, 502
Grupo Terapeutico: Progestagenios, 504 Grupo Terapeutico: Androgenios, 505
Unidade Oito
Medicamentos corn Accão no Aparelho
Reprodutor, 508
37 Medicamentos Utilizados em Obstetricia, 508
Obstetricia, 509
Tratamento Farmacolegico na Gravidez, 516 Grupo Terapeutico: Estimulantes Uterinos, 516 Grupo Terapeutico: Relaxantes Uterinos, 522 Grupo Terapeutico: Outros Firmacos, 524 SolugOes Oftalmicas Neonatais, 526
38 Medicamentos Promotores da Satide Sexual, 529
Vaginite, 529
Tratamento FarmacolOgico da Leucorreia e das InfeccOes Genitais, 529
Tratamento FarmacolOgico da Contracepc5o, 533 Grupo Terapeutico: Contraceptivos Orais, 533 Tratamento FarmacolOgico da Hiperplasia Benigna
da Prestata, 536
Grupo Terapeutico: Bloqueadores Alfa-1 Adrener-gicos, 537
Grupo Terapeutico: Anti-Androgenios, 538 Tratamento FarmacolOgico da Disfuncito Erktil
Grupo Terapeutico: Inibidores da Fosfodiesterase, 539
Unidade Nova frinsimine-Ent
Medicamentos corn Accâo Noutros
Aparelhos e Sistemas, 541
39 Medicamentos para Tratamento das Doen-cas do Aparelho Urinario, 541
Infecciies do Aparelho Urinario, 541
Tratamento Farmacolegico das InfeccOes do Apare-lho Urinario, 545
Anti-Infecciosos Urindrios, 545 Grupo Terapeutico: Fosfomicinas, 545 Grupo Terapeutico: Quinolonas, 546 Medicamentos corn Accdo na Bexiga, 548
.J Medicamentos para Tratamento do Glaucoma e de Outras Doencas OftdImicas, 552
Anatomia e Fisiologia do Olho, 552 Glaucoma, 553
Tratamento FarmacolOgico do Glaucoma, 554 Medicamentos Utilizados para Reduzir a Pressào
Intraocular, 556
Grupo Terapeutico: Agentes Osmdticos, 556 Grupo Terapeutico: Inibidores da Anidrase
Carbdnica, 559
Grupo Terapeutico: Colinergicos, 560
Grupo Terapeutico: Inibidores da Colinesterase, 561 Grupo Terapeutico: Adrenergicos, 562
Grupo Terapeutico: Bloqueadores Beta-Adrener-gicos, 563
Grupo Terapeutico: Agonistas das Prostaglandinas, 564 Outros Medicamentos Oftalmicos, 565
Grupo Terapeutico: Anticolinergicos, 565 Grupo Terapeutico: Antifiingicos, 566 Grupo Terapeutico: Antibacterianos, 567 Grupo Terapeutico: Corticosten5ides, 567 Anti-InflamatOrios OftdImicos, 567 Anti-HistamInicos, 568 Antialergicos, 568 Fluoresceina SOdica, 568 LOgrimas Artificiais, 568 Irrigantes OftdImicos, 568 41 Citostgticos, 570 Cancro e CitostAtices, 570
Tratamento FarmacolOgico do Cancro, 571 Grupo Terapeutico: Alquilantes, 581 Grupo Terapeutico: Antimetabolitos, 581 Grupo Terapeutico: Produtos Naturais, 581 Grupo Terapeutico: Antibidticos CitotOxicos, 583 Grupo Terapeutico: Hormonas, 583
42 Medicamentos com Accdo no Sistema Muscular, 585
Relaxantes Musculares e Bloqueadores Neuromus-culares, 585
Tratamento FarmacolOgico do Sistema Muscular, 589 Grupo Terapeutico: Relaxantes Musculares de Accdo
Central, 589
Grupo Terapeutico: Relaxantes Musculares de Accdo Directa, 590
Grupo Terapeutico: Bloqueadores Neuromusculares, 591
43 Antimicrobianos, 594
Antimicrobianos, 594
Tratamento FarmacolOgico das Doencas Infecciosas, 598 Grupo Terapeutico: Aminoglicosidos, 598
Grupo Terapeutico: Cefalosporinas, 600 Grupo Terapeutico: MacrOlidos, 603 Grupo Terapeutico: Penicilinas, 604 Grupo Terapeutico: Quinolonas, 606 Grupo Terapeutico: Estreptograminas, 608 Grupo Terapeutico: Sulfonamidas, 609 Grupo Terapeutico: Tetraciclinas, 611 Grupo Terapeutico: Antituberculosos
Grupo Terapeutico: Antibi6ticos Diversos, 613 Grupo Terapeutico: Antiffingicos Sistemicos, 620 Grupo Terapeutico: Antiviricos, 626
Tratamento FarmacolOgico das InfeccOes do Aparelho Urinario, 635 44 Nutricäo, 637 Principles de Nutric5o, 637 Desnutricdo, 642 Tratamento da Desnutricio, 643 45 Plantas Medicinais, 652
Plantas Medicinais e Farmacologia Tradicional, 652 Plantas Medicinais, 654
46 Outros Medicamentos, 660
Outros Medicamentos, 660
APENDICES, 665
A Abreviaturas Usadas na Prescricäo e Adminis-tracäo de Medicamentos, 665
B Abreviaturas e Simbolos mais Utilizados, 666 C Nomograma para CAlculo da Area da
Superficie Corporal em Adultos e Criancas, 667
E Programa Nacional de Vacinacdo – Orienta-cifies Gerais, 671
F MedWatch, 672
G Dyskinesia Identification System: Condensed User Scale (DISCUS), 674 H A/Mod° Simplificado para Determinar os
Sintomas da Discinesia Tardia: AIMS Examination Procedure, 676
I Exemplo para Desenvolvimento de uma Folha de Registo e de Avaliacdo da Terapeu-tica, 677
J Algumas Normas Relativas a Prescricão e ReceituArio em Portugal, 679
L ClassificacAo Farmacoterapeutica dos Medi-camentos em Portugal, 683
BIBLIOGRAFIA, 685
PRINCIPIOS DE
Unidade Urn
PRINCIPIOS DE FARMACOLOGIA
GERM
CONTEUDO DO CAPITULO
Definigadeo as medicamentos (EUA) Names . entos (Canada) Names dos Medloarnmediosnlentos (EON • Padmnizacdo dos entos (Canada) Fontes de . do dos Mo ra (EUA) F t es de Padronlza9 diCa d. smooths (EuA) an ge sabre Me le Canada) Fontes de Iof°r 9 as Utentes Fontes de Informag medicamentos ( Fontes de Irlf °rmaga° Para . Legs ace() rn edicaentos (EUA) Legispaga
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Desenvolvimento de Novas Mecameno
DEFINICOES
Objectivos
1. Conhecer o conceito de farmacologia
2. Exphcar o significado dos metodos terapeuticos
farmacologia mOtodo terapdutico
farmacos medicamentos
* Dado que parte do texto deste capftulo diz principalmente respeito realidade dos EUA e do Canada, sera elaborado urn Apéndice — Apen-dice J — corn as especificidades, relativamente a fontes de consulta e em vigor em Portugal a data da publicacdo desta obra (N.R.).
Farmacologia
A farmacologia (do grego pharmakon, "droga" e logos, "ciéncia"), ocupa-se do estudo dos fermacos e da sua accdo nos organismos vivos.
Metodos Terapeuticos
As doences podem ser tratadas de formal diferentes. A abor-dagem terapéutica d denominada metodo terapeutico. A maioria das doencas requer uma combinacdo de mêtodos terapOuticos para urn tratamento bem sucedido. Sao exem-plo de mêtodos terapauticos:
• Terapeutica medicamentosa — tratamento corn fermacos • Terapdutica dietetica, coma par exemplo a dieta hipossalina
para utentes corn doenca cardiovascular.
• Fisioterapia — tratamento atraves forces ffsicas naturais, como par exemplo, ague, luz e calor.
• Psicoterapia — identificacdo dos factores produtores de stresse e mótodos para o reduzir ou eliminar, corn Cm sern -utilizacalo de medicamentos corn o mesmo objectivo. Faermacos
Os fdrmacos sdo substancias quimicas que actuam nos orga-nismos vivos. Medicamentos sdo os fermacos utilizados na prevencão ou tratamento de doencas. Ate he algumas decades ands, as plantar secas eram a major fame de medicamentos; sendo estas consideradas fermacos.
NOMES DOS MEDICAMENTOS (EUA)
Objectival
1. Descrever o processo utilizado para dar o name aos medicamentos.
2. Distinguir entre o name quirnico, genérico, oficial e comercial dos medicamentos.
H-COOH
CH3 CH, palavras Chave
nome quimico nome atribuido pelo laboratório
nome generic° nome comercial
nome oficial classificagao dos medicamentos marca registada medicamentos de venda livre
substancias ilicitas
Muitos medicamentos tem vaios nomes. Este facto pode causar confusao ao utente, ao medico e ao enfermeiro; deve ter-se cuidado na obtencao do nome correcto e mesmo soletri-lo no caso de diivida. No momento da administracao do medicamento prescrito, o nome escrito na embalagem deve corresponder, exactamente, ao nome do medicamento prescrito.
Nome Qufmico
0 nome quimico tern mais significado para o farmaceutico. ayes do nome quimico, o farmacautico conhece a cons-tituicao quimica exacta do medicamento e a distribuicao exacta dos seus dtomos ou grupos moleculares.
Nome Generic°
Antes de o medicamento se tornar oficial, e-lhe dado 11111 nome generic° ou nome comum. 0 nome generic° 6 mais simples que o nome quimico. Pode ser usado em todos os paises e por qualquer fabricante, nao 6 exclusivo de ne-nhum. Os estudantes e todos os tecnicos de saiide devem ser estimulados a conhecer e a utilizar o nome generic° dos medicamentos, pois os formuldrios sao concebidos e orga-nizados por esta designagao. Quando existe disponfvel urn medicamento, terapeuticamente equivalente, sob a forma de generic°, o medicamento generic° 6 habitualmente utiliza-do, em substituicao do comercial.
Os nomes genericos sao fornecidos pelo United States Adopted Names (USAN), uma organizacao patrocinada pelas United States Pharmacopeial Association, Americam Medical Association e pela American Pharmaceutical • pciation.
Nome Oficial
0 nome oficial e o nome corn que o medicamento 6 registado pela U.S. Food and Drug Administration (FDA). A FDA estd autorizada, pela lei federal, para atribuir nome aos medicamen-tos para utilizacao em seres humanos, nos Estados Unidos.
Marca Registada (Nome Comercial)
0 nome corn o qual a marca 6 registada 6 seguida pelo sfmbolo ®. Isto indica que o nome estd registado e que a sua utilizacao estd restringida ao proprietdrio do medica-mento, que 6 habitualmente responsdvel pela manufacturagat do produto. Algumas empresas farmaceuticas colocam os seus medicamentos no mercado corn nomes registados ou nome atribuido pelo laboraterio, em vez dos nomes ofi-ciais. Os nomes comet-dais sao deliberadamente falceis de pronunciar, soletrar e relembrar. A primeira letra do nome
EXEM PLO:
Nome quimico: 4-Thia-1-azabicic1c43,2,01heptano-2-acido
carboxflico6-1(aminofenilacetil)amincd-3,3-dimetil-7-oxo-,I25-12a,-5a,613(5*)11
Nome geriërico: ampicilina Nome oficial: Ampicilina, USP Nome comercial: Amplifar, Britacil
Classificacao dos Medicamentos
Os medicamentos podem ser classificados de acordo corn o sistema organic° em que actuam; como por exemplo: medi-camentos que actuam, a nivel do sistema nervoso, cardio-vascular ou gastrintestinal.
Podem tambem ser classificados pela sua indicacclo te-rapéutica ou como por exemplo, antidcidos, antibi-Oticos, anti-hipertensores, diureticos e laxantes.
Podem ser classificadas pela sua (icy& fisiolOgica ou quimica; como por exemplo: anticolinergicos, bloqueadores beta-adrenergicos, bloqueadores dos canais de calcio e colinergicos.
Os medicamentos podem alba disso, ser classificados em medicamentos sujeitos a prescricao medica obrigatOria ou medicamentos de venda livre, em que nao 6 necessaria a prescricao medic& Os medicamentos de prescripao obri-gat6ria requerem uma receita de urn profissional licenciado, como um medico ou dentista. Os de venda livre sao vendi-dos sem receita medic&
Substancias ilicitas sao substancias quimicas utilizadas corn fins nao terapeuticos. Estas substancias sac) ilegalmen-te obtidas, ou nao foram aprovadas para utilizacao pela FDA.
NOMES DOS MEDICAMENTOS
(CANADA)
Objectivos
1. Distinguir entre nome oficial e nome proprio dos
medicamentos.
Medicamento Oficial
0 termo medicamento oficial estd relacionado com qual-quer medicamento para o qua] exista urn padrao descrito, quer especificamente no Food and Drugs Regulations ou
H
Figura 1-1 Ampicilina, urn antibiotico. 0
C CONH -I
NH2
comercial 6 caracterfstica da empresa que comercializa o medicamento.
Palavras Chave
American Drug Index Drug Interaction Facts American Hospital Drug Facts and Comparisons
Formulary Service Handbook on Injectable Drugs
em qualquer publican° citada na Food and Drugs Act como suficiente para descrever, oficialmente, os padroes para os medicamentos no Canada. Embora muitos dos nomes dos medicamentos no Canada e nos Estados Unidos sejam os mesmos, ha algumas diferencas, sobretudo nos nomes co-merciais.
Nome PrOprio
0 nome proprio é o nome generic° (nao comercial) utiliza-do para descrever um medicament° oficial no Canada.
FONTES DE PADRONIZACAO DOS
MEDICAMENTOS (EUA)
Objectives
1. Enunciar as fontes oficiais para a padronizagão dos medicamentos.
Palavras Chave
United States Pharmacopeia (USP)/National Formulary (NE)
A padronizacao a necessaria pan assegurar que os produtos elaborados por diferentes fabricantes, ou pelo mesmo fabri-cante em etapas diferentes, sejam igualmente puros e potentes. Antes de 1820 muitos medicamentos eram fabri-cados corn diferentes graus de pureza, em zonas diferentes dos Estados Unidos. Este problema foi resolvido atraves da elaboracao de um livro onde foram estabelecidos os pa-droes de pureza para os medicamentos e os metodos para a determinar: a Pharmacopeia/National Formulary of the United States of America.
United States Pharmacopeia (USP), 24th
Revision, e National Formulary (NF), 10
Revision
0 USP e NF estao actualmente publicados como urn unite volume pela United States Pharmacopeial Convention, uma corporacao nao governamental, sem fins lucrativos. A filth ma edicao, publicada em 2000, representa a 5' vez que estes dois livros foram compilados num s6 volume. A cada cinco anos é feita uma revisao, mas sac) publicados suplementos de actualizacao mais frequentemente. A ultima edicao con-tain 3777 monografias e 164 capftulos gerais. Dos novos conteados introduzidos, o mais relevante e a seccao sobre Nutritional Supplements (suplementos alimentares).
A principal finalidade deste volume é o fomecimento de padroes para a identificacao, qualidade, potOncia e pureza das substancias utilizadas na pratica dos cuidados de saade. Os padroes existentes na USP/NF, foram adoptados pela FDA coma padroes "oficiais" para o fabrico e controlo de qualidade dos medicamentos e suplementos alimentares pro-duzidos nos Estados Unidos.
UPS Dictionary of USAN e
Nome
lnternacionaldos Medicamentos
0 diciondrio USP é uma compilacao de mais de 8274 no-mes de medicamentos. A monografia de cada medicamento contain o nome usado nos Estados Unidos (USAN), urn guia de prondncia, a formula molecular e grafica, o nome qufmico e o comercial, o nome do fabricante e o grupo terapeutico. Contain tambem os nameros de registo no Chemical Abstracts Service.
Os fabricantes fazem a proposta de um nome ao USAN Council, no qual referem que urn determinado composto qufmico tem um potencial terapeutico e que tencionam fazer investigacao sobre a sua utilizacao em serer humans. 0 Council estuda o nome qufmico, aplica uma sere de directivas de nomenclatura e, posteriormente, selecciona o USAN (nome gen6rico). E habitual a FDA aceitar o nome generico como nome oficial da FDA para determinado composto qufmico.
FONTES DE PADRONIZACAO DOS
MEDICAMENTOS (CANADA)
.
.
Oblectives
1. Enunciar as fontes oficiais para padronizacao dos medicamentos.
Palavras Chave
British Pharmacopoeia Pharmacopee francaise
A Food and Drugs Act reconhece os padroes descritos por Sete livros intemacionais autorizados, para serem aceites como medicamentos oficiais no Canada. As publicacOes aceites Sao a British Pharmacopoeia, a Pharmacopeia of the United States of America, a Pharmacopoeia Internationalis, a Pharmacopee
Francaise, o British Pharmaceutical Coda, a U.S. Pharma-copeia National Formulary e o Canadian Formulary.
FONTES DE INFORMACAO SOBRE
OS MEDICAMENTOS (EUA)
.
.
Obiectives
1. Enunciar e descrever os recursos bibliograficos sobre medicamentos que necessitam de prescricao medica e medicamentos de venda livre.
2. Enunciar e descrever os recursos bibliograficos sobre pesquisa das interaccOes e incompatibilidades medicamentosas.
Handbook of Nonprescrip- Medical Letter
tion Drugs Physician's Desk
Refer-Martindale ence (PDR)
American Drug Index
0 American Drug Index é editado anualmente por Norman F. Billups, Ph. D., e e publicado pela Facts and Comparisons. Neste Indice constam todos os medicamentos disponiveis nos Estados Unidos.
No Index os medicamentos aparecem por ordem alfabetica em relacao ao seu nome generico e comercial. A monografia do nome generico indica que o medicamento 6 reconhecido pela U.S. Pharmacopeia National Formulary ou USAN Council e fornece o nome quimico, indicacOes e referencias relacionadas corn o nome comercial. Cada monografia do nome comercial indica o fabricante, composicdo e concentragdo, formas farmaceuticas disponiveis, nemero de formulas por embalagem, dose e indicacees. Outros aspectos deste livro incluem uma lista de abreviaturas medicas comuns, tabelas de peso, altura e factores de conversdo, valores laboratoriais
nor-uma lista de nomes de medicamentos que tern nomes semelhantes, dosagem das formas orais que MOP podem ser trituradas ou mastigadas, glossdrio para ajudar a interpretar as monografias, urn indice do nome que consta no Mitulo do produto para sua identificagdo e, uma lista dos fabricantes e os seus enderecos. 0 livro 6 util para uma comparacdo rapida dos nomes comerciais e genericos e tambem para confirma-gdo das concentragees disponiveis.
American Hospital Formulary Service
0 American Hospital Formulary Service, Drug Informa-tion 6 urn livro abrangente, publicado anualmente pela American Society of Health System Pharmacists em Bethesda, Maryland. Sao publicados, anualmente, quatro suplementos. Esta obra contem as monografias de cada medicamento disponivel nos Estados Unidos e enfatiza o use terapeutico racional dos medicamentos. Cada monografia 6 subdividida em seccees de quimica e estabilidade, farma-cologia, farmacocinetica, indicacOes, precaucOes, toxicidade, interaccOes medicamentosas, interferencia em testes labora-oriais, dosagem, administracdo e produtos disponiveis. Esta obra faz referencia simultdnea ao nome generico e ao nome comercial, relacionando-os.
0 American Hospital Formulary Service, Drug
Information foi adoptado como referencia oficial pelo Public
Health Service dos Estados Unidos e pelo Department of Veterans Affairs. A sua utilizacdo foi tambem aprovada pela American Health Care Association, da Catholic Health Care Association of United States, pela National Association of Boards of Pharmacy, pela American Pharmaceutical Association e pelo American Hospital Association. E reco-nhecida pelo U.S. Congress, Health Care Financing Administration e varios financiadores de seguros de sadde, sendo incluido como uma referencia padrdo requerida ou recomendada nas farmdcias em vdrios estados.
Drug Interaction Facts
0 Drug Interaction Facts é publicado pelo Facts and C
omparisons. Este livro de argolas corn folhas soltas, de
aproxi-madamente 800 folhas foi inicialmente publicado em 1983, sendo actualmente o mais abrangente dos livros disponiveis sobre de interaccdo medicamentosas. 0 seu formato 6 algo diferente da maioria de outros livros: o indice este' na primeira pagina e o livro ndo esta dividido em capitulos, mas este dividido por um separador de pldstico a cada 100 peginas. Cada pdgina 6 um texto simples descrevendo a interaccdo em causa, cada monografia 6 subdividida numa tabela que regista o Mick) e a gravidade da interaccdo medicamentosa, resulta-dos esperaresulta-dos, a determinacdo resulta-dos efeitos esperaresulta-dos, o meca-nismo do fenOmeno e o seu controlo. Segue-se uma pequena andlise (com referencias) sobre os aspectos relevantes da in-teraccdo medicamentosa.
Uma das vantagens mais significativas, embora näo seja muito conhecida, é a fonte de informac-do usada para a elabo-racão da obm. Toda a informagdo 6 revista por urn grupo reconhecido intemacionalmente de medicos e farmaceuticos de renome, corn experiencia clinica, bases cientfficas, recur-sos a bibliotecas e fontes computorizadas para recolher, con-frontar, rever e avaliar a precis-do cientffica das descricees das interaccees medicamentosas na literatura mundial. Consequen-temente, este livro 6 uma fonte de informacdo extremamente fidedigna. Os seus subscritores recebem urn suplemento actua-lizado quatro vezes por ano.
Drugs Facts and Comparisons
0 Drug Facts and Comparisons 6 urn volumoso compen-dio de folhas soltas, com mais de tees mil pdginas, publica-do pela Facts and Comparisons. 0 livro estd dividipublica-do em 15 capitulos, por sistemas orgdnicos. No inicio de cada capitulo existe uma tabela detalhada do seu conteddo. Todos os medicamentos incluidos em cada capitulo estdo divididos em grupos terapeuticos. Para cada grupo terapeutico, o tex-to fornece uma breve descricdo da accdo do medicamentex-to, farmacocinetica, metabolismo, indicacOes, contra-indicacees, recomendacties especiais, precaucOes, efeitos adversos registados, tratamento em caso de sobredosagem, resumo de instruciies para o utente e administracdo. A base de da-dos das monografias 6 a mais recentemente aprovada pela FDA e pelas publicacees de grupos oficiais como o Centers for Disease Control and Prevention (CDC) e a National Academy of Sciences. Os editores reformataram e aumen-taram a informagOo disponivel a partir da literatura sobre a investigacdo realizada.
No inicio de cada monografia existem quadros de todos os medicamentos do respectivo grupo terapeutico. Estes quadros tem um valor particular porque sdo desenhados de forma a permitir a comparacdo entre produtos similares, nomes comerciais, laboratOrios, preco indexado, doses dis-poniveis e formas de apresentacdo.
0 Indice estd colocado no inicio do livro, para um aces-so mais 6 bastante pormenorizado e actualizado men-sal e trimestralmente. Em cada capitulo he tambem um exce-lente sistema de referencia cruzado, que facilita a obtenc-do de informacdo sobre medicamentos que podem constar em mais de um grupo terapeutico. Sao fornecidos, mensalmen-te, suplementos revistos da totalidade do livro. 0 Drug Facts
and Comparisons tambem existe em CD-ROM e 6