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Uma experiência real com Benlysta

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Academic year: 2021

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Benlysta® é contraindicado para pacientes que apresentaram anafilaxia em decorrência de seu

uso. Não foram realizados estudos de interações medicamentosas. As reações adversas muito

comuns (>1/10) são infecções (não oportunistas).

Material distribuído exclusivamente para profissionais de saúde habilitados a prescrever ou dispensar medicamentos. Recomenda-se a leitura da bula e da monografia do produto, antes da prescrição de qualquer medicamento. Mais informações à disposição, sob solicitação ao serviço de informação médica (DDG 0800 701 2233 ou http://www.sim-gsk.com.br). Para notificar eventos adversos ocorridos durante o uso de medicamentos da GlaxoSmithKline/Stiefel, entre em contato diretamente com o Departamento de Farmacovigilância da empresa pelo e-mail [email protected] ou através do Representante do Grupo de Empresas GSK.

BR/BEL/0026/14 (1474363) – MAI/14

Comprove o que

Benlysta® é capaz de fazer.

www.gsk.com.br

Estrada dos Bandeirantes, 8.464 • Jacarepaguá Rio de Janeiro • RJ • CEP 22783-110

CNPJ: 33247743/0001-10

Benlysta® + Terapia Padrão (TP) comprovou maior

controle da atividade de doença vs TP isolada.

2

Benlysta® é apresentado em embalagem

com 1 frasco-ampola de 120 mg ou 400 mg

de belimumabe (80 mg/mL após reconstituição).

5

dos pacientes obtiveram

melhora nas

manifestações clínicas.

3

de redução da dose de

corticoide em 6 meses.

4

de redução do risco

de novas exacerbações.

2

68

%

39

%

58

%

Dr. Roger Abramino Levy

CRM: RJ 520910

Caso Clínico

Uma experiência real

com Benlysta®

Cutterguide: No Printing Process: Offset

GD: RD39335 Native File: Indesign CS5 Windows Generated in: Acrobat Distiller 9.0Size: 210x297 mm Pages: 9 Colors: CMY K (4 Color)

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(2)
(3)

Perfil de segurança

semelhante ao placebo.

5

Referências Bibliográficas:

1. RUIZ-IRASTORZA, G. et al. Glucocorticoid use and abuse in SLE. Rheumatology, 51: 1145-53, 2012.

2. VAN VOLLENHOVEN, RF. et al. Belimumab in the treatment of systemic lupus erythematosus: high disease activity predictors of response. Ann Rheum Dis, 71: 1343-9, 2012.

3. MANZI, S. et al. Effects of belimumab, a B lymphocyte stimulator-specific inhibitor, on disease activity across multiple organ domains in patients with systemic lupus erythematosus: combined results from two phase III trials. Ann Rheum Dis, 71: 1833-1838, 2012.

4. MOLTA, C. et al. Outcomes associated with belimumab in patients with systemic lupus erythematous (SLE) in clinical practice settings: results from OBSErve study in the United States (U.S.). Lupus, 22: 18, 2013.

5. BENLYSTA® (belimumabe). Bula do produto.

Não se realizaram estudos sobre interações medicamentosas

de belimumabe.

5

Em estudos clínicos, a administração concomitante de

micofenolato mofetil, azatioprina, hidroxicloroquina,

metotrexato, AINES, aspirina e inibidores da HMG-CoA

redutase não tiveram efeito expressivo sobre as exposições ao

belimumabe.

Benlysta® é contraindicado para pacientes que apresentaram

anafilaxia em decorrência de seu uso.

5

As reações adversas durante o uso de Benlysta® foram:

5

Reações muito comuns (>1/10): infecções (não-oportunistas).

Reações comuns (>1/100 e <1/10): reação de hipersensibilidade,

pirexia, reação relacionada à infusão.

Reações incomuns (>1/1.000 e <1/100): reação anafilática,

angioedema, exantema, urticária.

Advertências e Precauções

5

Casos de Leucoencefalopatia Multifocal Progressiva (LMP),

inclusive fatais, e que resultaram em deficits neurológicos

têm sido relatados em pacientes com LES que receberam

farmacoterapia imunossupressora, incluindo belimumabe.

Conduta clínica

Em julho de 2012, a paciente relatou uma piora do quadro cutâneo, piora da alopecia, aftas orais, artralgia com fadiga intensa e falta de concentração.

Ao exame clínico, apresentava lesões cutâneas em atividade, úlcera oral dolorosa, alopecia difusa com algumas áreas de falha completa, fenômeno de Raynaud, fraqueza muscular proximal grau 3 e poliartralgia.

Apesar da grande resistência da paciente com relação ao uso de corticoide, a conduta adotada para controlar a atividade de doença foi prednisona 40mg/dia e azatioprina 200mg/dia.

Após dois meses, foi possível reduzir a dose de corticoide para 25mg/dia. A paciente já apresentava melhora do quadro, porém ainda com alopecia. Como consequência do tratamento adotado, a paciente apresentou ganho de peso e elevação de enzimas hepáticas em torno de duas vezes o limite superior da normalidade.

A dose diária de prednisona foi reduzida gradualmente e, em janeiro de 2013, a paciente, que permanecia com as lesões cutâneas ativas fadiga e poliartralgia, estava com o seguinte esquema terapêutico: azatioprina 200mg/dia, prednisona 7,5mg/dia, hidroxicloroquina diária e polivitamínico para queda de cabelo sem sucesso.

Neste momento, optou-se por trocar a azatioprina por micofenolato mofetila (MMF) em esquema posológico de escalonamento para chegar a 2g/dia dividido em duas administrações diárias.

Três meses depois, a paciente teve um aborto precoce subclínico, apesar de ter sido orientada quanto aos riscos de gravidez em uso de MMF (classe X).

Além do aborto, a paciente teve ainda intolerância gástrica ao MMF e interrompeu o tratamento. Depois de duas semanas apresentou piora das dores articulares, das lesões cutâneas e artrite em quatro articulações. Para controlar os sintomas intensos, retornou a azatioprina e a dose de corticoide foi aumentada.

Experiência com belimumabe

Em julho de 2013, a paciente retornou ao consultório apresentando ainda artrite em ambos joelhos lesões cutâneas ativas, alopecia e fadiga. Os novos resultados laboratoriais demonstraram os seguintes resultados:

• Anticorpos antifosfolipídeo (Lúpus anticoagulante, anticardiolipina IgG, IgA e IgM e anti-beta 2 glicoproteína I IgG e IgM) negativos,

• Hemograma normal,

• C3 e C4 discretamente reduzidos, • Anti-dsDNA negativo,

• Enzimas hepáticas discretamente elevadas,

• “Spot” (teste urinário para medir a relação de proteína/creatinina em amostra única de urina e o sedimento urinário) normal,

• Ecocardiograma transtorácico normal,

• Tomografia de alta resolução do tórax com leve aspecto em vidro fosco no ápice do pulmão direito. Neste momento, optou-se por iniciar o tratamento com belimumabe para controlar a atividade de doença.

Em agosto de 2013, a paciente iniciou as duas primeiras doses de indução de belimumabe sem ter apresentado nenhuma reação infusional ou tardia.

Já em novembro de 2013, a paciente apresentava-se completamente assintomática (inclusive da fadiga) e sem prednisona há 2 semanas, apenas com belimumabe associado à azatioprina 100mg/dia e hidroxicloroquina.

Em apenas 3 meses de tratamento, houve uma melhora considerável da alopecia, retornando quase à normalidade, além de uma melhora importante da fadiga, que possibilitou a retomada de atividades físicas. Neste momento foi possível reduzir a hidroxicloroquina para dias alternados, porque causava enjôos na paciente.

Em fevereiro de 2014, o quadro permanecia estável. A paciente está praticando exercícios 3 vezes por semana, sem dor articular, sem lesão cutânea e sem alopecia. Desta forma, a conduta terapêutica foi mantida.

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(4)

Figura1. Fenômeno de Raynaud antes e depois do tratamento com belimumabe.

Figura 2. Alopecia antes e depois do tratamento com belimumabe.

Figura 3. Erupção acneiforme provocada pela utilização de corticoide e regressão do quadro após tratamento com belimumabe.

Caso Clínico

Considerações finais

Apesar de ter sua eficácia bem estabelecida, a dosagem aceitável de corticoide no tratamento do lúpus está sendo revista. Já se demonstrou que o uso de prednisona causa lesões cumulativas em pacientes com lúpus, constituindo um importante fator preditivo de morbidade e mortalidade no LES. Os efeitos colaterais relacionados aos corticoides são muito frequentes, impactando diretamente na qualidade de vida da paciente e morbidade em longo prazo. Em geral, a toxicidade grave começa em doses de 7,5 mg/dia, valor definido como limite entre as doses farmacológicas baixas e médias.1 Mais recentemente, a dosagem máxima aceitável de prednisona 6 mg/dia tem sido discutida.

A escolha de belimumabe neste caso foi pelo fato da paciente permanecer com sintomas refratários ao tratamento padrão, estando exposta aos riscos de doses elevadas de corticoide, além das complicações e intolerância ao imunosupressor usado (MMF). O critério de avaliação de alta atividade de doença foi o corticoide elevado associado a sintomas persistentes, independente da soronegatividade, que pode estar mascarada pelo uso do corticoide. O belimumabe, pelo fato de gerar um melhor controle da atividade de doença, proporcionou uma melhora clínica importante (mucocutânea e articular), permitindo uma rápida redução da dose de corticoide, sendo possível suspender por completo o uso de prednisona após poucos meses de uso. Além disso, foi fundamental na recuperação da qualidade de vida e autoestima da paciente já que, clinicamente assintomática e com a redução da fadiga, a paciente conseguiu retomar a prática de atividade física e resolução quase que completa da alopecia.

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Figura1. Fenômeno de Raynaud antes e depois do tratamento com belimumabe.

Figura 2. Alopecia antes e depois do tratamento com belimumabe.

Figura 3. Erupção acneiforme provocada pela utilização de corticoide e regressão do quadro após tratamento com belimumabe.

Caso Clínico

Considerações finais

Apesar de ter sua eficácia bem estabelecida, a dosagem aceitável de corticoide no tratamento do lúpus está sendo revista. Já se demonstrou que o uso de prednisona causa lesões cumulativas em pacientes com lúpus, constituindo um importante fator preditivo de morbidade e mortalidade no LES. Os efeitos colaterais relacionados aos corticoides são muito frequentes, impactando diretamente na qualidade de vida da paciente e morbidade em longo prazo. Em geral, a toxicidade grave começa em doses de 7,5 mg/dia, valor definido como limite entre as doses farmacológicas baixas e médias.1 Mais recentemente, a dosagem máxima aceitável de prednisona 6 mg/dia tem sido discutida.

A escolha de belimumabe neste caso foi pelo fato da paciente permanecer com sintomas refratários ao tratamento padrão, estando exposta aos riscos de doses elevadas de corticoide, além das complicações e intolerância ao imunosupressor usado (MMF). O critério de avaliação de alta atividade de doença foi o corticoide elevado associado a sintomas persistentes, independente da soronegatividade, que pode estar mascarada pelo uso do corticoide. O belimumabe, pelo fato de gerar um melhor controle da atividade de doença, proporcionou uma melhora clínica importante (mucocutânea e articular), permitindo uma rápida redução da dose de corticoide, sendo possível suspender por completo o uso de prednisona após poucos meses de uso. Além disso, foi fundamental na recuperação da qualidade de vida e autoestima da paciente já que, clinicamente assintomática e com a redução da fadiga, a paciente conseguiu retomar a prática de atividade física e resolução quase que completa da alopecia.

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(6)

•Contraindicações: pacientes que apresentaram

anafilaxia em decorrência de seu uso.

5

•Interações medicamentosas: não foram realizados

estudos de interações medicamentosas.

5

•Reações adversas: as muito comuns (>1/10) são

infecções (não oportunistas), infecções bacterianas

(por exemplo, bronquite, cistite), diarreia, náuseas.

5

2

(7)

Benlysta

®

é contraindicado para pacientes que apresentaram anafilaxia em decorrência de seu uso.

Não foram realizados estudos de interações medicamentosas.

Material distribuído exclusivamente para profissionais de saúde habilitados a prescrever ou dispensar medicamentos. Recomenda-se a leitura da bula e da monografia do produto, antes da prescrição de qualquer medicamento. Mais informações à disposição sob solicitação ao Departamento de Informação Médica (DDG 0800 701 2233 ou [email protected]). Para notificar eventos adversos ocorridos durante o uso de medicamentos da GlaxoSmithKline/Stiefel, entre em contato diretamente com o Departamento de Farmacovigilância da empresa pelo e-mail [email protected] ou através do Representante do Grupo de Empresas GSK.

BR/BEL/0026/14(1) – OUT/15

Benlysta® (belimumabe)

Indicação: terapia adjuvante em pacientes adultos com lúpus eritematoso sistêmico (LES) ativo, que apresentam alto grau de atividade da doença (ex:

anti-DNA positivo e baixo complemento) e que estejam em uso de tratamento padrão para LES, incluindo corticosteroides, antimaláricos, AINEs ou outros imunossupressores. Contraindicação: pacientes que apresentaram anafilaxia em decorrência de seu uso. Advertências e precauções: Não se recomenda o uso de Benlysta® em combinação com terapia biológica ou com ciclofosfamida. A administração de belimumabe pode resultar em

reações à infusão e hipersensibilidade, que podem ser graves e fatais. No caso de reação grave, deve-se interromper a administração de belimumabe e administrar apropriado tratamento. Os pacientes com histórico de alergias a múltiplos medicamentos ou de hipersensibilidade significativa podem ter risco aumentado de reações. A pré-medicação com um antihistamínico oral, com ou sem antipirético, pode ser administrada antes da infusão de Benlysta®. Os pacientes devem ser monitorados durante e por um período de tempo apropriado após a administração de Benlysta® . Também foram

observadas reações do tipo tardias, reações de hipersensibilidade não agudas, incluindo rash, erupções cutâneas, náusea, fadiga, mialgia, dor de cabeça e edema facial. O mecanismo de ação de belimumabe pode aumentar o risco potencial para o desenvolvimento de infecções. Os pacientes que desenvolverem uma infeção durante o tratamento com belimumabe devem ser monitorados rigorosamente. Os pacientes que recebem qualquer tratamento para infecção crônica não devem iniciar a terapia com belimumabe. O mecanismo de ação do belimumabe pode aumentar o risco potencial para o desenvolvimento de neoplasias. Em estudos clínicos não houve diferença na taxa de doenças neoplásicas entre o grupo tratado com belimumabe e o tratado com placebo. Não se deve administrar vacinas com vírus vivos por 30 dias antes ou concomitantemente à belimumabe porque a segurança clínica não foi estabelecida. Houve mais relatos de óbitos com Benlysta® do que com placebo durante o período controlado dos

estudos clínicos. Não houve predominância isolada de causa das mortes. As etiologias incluíram infecção, doença cardiovascular e suicídio. Em estudos clínicos, as taxas de resposta do desfecho primário foram inferiores nos indivíduos negros do grupo Benlysta® em relação aos do grupo placebo. Benlysta® deve ser utilizado com cuidado em pacientes da raça negra. Os pacientes que recebem Benlysta® devem ser instruídos a entrar em contato

com seu profissional de saúde caso tenham casos novos ou agravados de depressão, pensamentos suicidas ou outras alterações de humor. Casos de Leucoencefalopatia Multifocal Progressiva (LMP), inclusive fatais, e que resultaram em déficits neurológicos têm sido relatados em pacientes com LES que receberam farmacoterapia imunossupressora, incluindo belimumabe. Caso a LMP seja confirmada, deve-se considerar a interrupção da terapia imunossupressora, incluindo belimumabe. Gravidez e Lactação: Só se deve usar belimumabe durante a gravidez se o possível benefício para a mãe justificar o risco potencial para o feto. As mulheres com possibilidade de engravidar devem tomar precauções para evitar a concepção durante o tratamento com belimumabe. Não se estabeleceu a segurança de belimumabe durante a lactação. Recomenda-se que a decisão de interromper a lactação ou de suspender o tratamento com belimumabe seja tomada levando-se em consideração a importância da amamentação materna para o lactente e da medicação para a mãe. Categoria B de risco na gravidez. Reações Adversas: Muito comuns (>1/10): infecções (não oportunistas), infecções bacterianas (por exemplo, bronquite, cistite), diarreia, náuseas. Comuns (>1/100 e <1/10): gastroenterite viral, faringite, nasofaringite, leucopenia, reação de hipersensibilidade, pirexia, reação relacionada à infusão. Incomuns (>1/1.000 e <1/100): reação anafilática, angioedema, exantema, urticária. Raras (>1/10.000 a <1/1.000): reações do tipo tardias, reações de hipersensibilidade não agudas. Interações medicamentosas: Não se realizaram estudos sobre interações medicamentosas de belimumabe. Em estudos clínicos sobre pacientes com LES, a administração concomitante de micofenolato mofetil, azatioprina, hidroxicloroquina, metotrexato, anti-inflamatórios não esteroides, aspirina e inibidores da HMG-CoA redutase não teve efeito expressivo sobre as exposições ao belimumabe. Posologia: O esquema posológico recomendável é de 10 mg/kg nos dias 0, 14 e 28 e, depois disso, em intervalos de 4 semanas sendo administrado por infusão intravenosa e devendo ser reconstituído e diluído antes da administração. Deve ser administrado por um profissional de saúde preparado para tratar reações de hipersensibilidade incluindo anafilaxia. A infusão deve ser feita durante o período de 1 hora. Não se deve administrar Benlysta® em infusão rápida ou bólus. É possível desacelerar a taxa de infusão ou interrompê-la caso o paciente apresente reação infusional. Deve-se suspender imediatamente a infusão se o paciente tiver reação adversa com risco de vida. Os pacientes devem ser monitorados durante e por um período de tempo apropriado após a administração de Benlysta® . Superdose: Não existe experiência clínica sobre superdosagem de belimumabe. Para dados completos sobre a segurança do medicamento, a bula na íntegra deverá ser consultada e poderá ser solicitada à empresa através do Departamento de Informação Médica da GSK (SAC 0800 701 22 33 e/ou [email protected]). USO ADULTO (a partir de 18 anos). VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. Reg. MS: 1.0107.0295 mBL Benlysta_inj_GDS11_ L0628

www.gsk.com.br Estrada dos Bandeirantes, 8.464 Jacarepaguá - Rio de Janeiro - RJ CEP 22783-110

Referências

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