Informativo
Eletrônico IOB
Imposto de Renda
e Legislação Societária
2
aSemana de Junho/2011 - N
o23
IOB
Atualiza
Dacon Prorrogação do prazo de entrega Pág. 1
Imposto de Renda Pessoa Física
Declaração de Ajuste Anual do exercício de 2011 - Pagamento da 3a quota, até
30.06.2011, com acréscimo de juro Pág. 1
Imposto de Renda Pessoa Jurídica
Empréstimo compulsório sobre combustíveis e veículos - Atualização monetária
e juros - Junho/2011 Pág. 2
IRPJ/CSL
1o trimestre de 2011 - Pagamento da 3a quota, até 30.06.2011, com acréscimo
de juros Pág. 2
IRPJ/CSL/Cofins/PIS-Pasep
Direitos de crédito e obrigações em moeda estrangeira - Reconhecimento pelo regime de competência em 31.05.2011 - Taxas cambiais Pág. 2
IR/CSL/Cofins/PIS-Pasep
Compensação de valores pagos a maior ou indevidamente - Acréscimo de juros em Junho/2011 - Percentuais a utilizar Pág. 3
Paex
Parcelamento excepcional em até 120 prestações mensais - Tabela para cálculo
de juros - Junho/2011 Pág. 4
Simples Nacional
DASN-Simei - Cancelamento das multas aplicadas ao MEI pela omissão da
entrega da declaração Pág. 5
Redução da contribuição previdenciária devida pelo MEI - Prorrogação da vigência da Medida Provisória no 529/2011 Pág. 5 Sped
EFD-PIS/Cofins - Prorrogação do prazo de entrega Pág. 5
Tributos e contribuições federais
Recolhimento em atraso - Percentuais aplicáveis no mês de junho/2011 Pág. 6
Principais Obrigações
da Semana
(06 a 10.06.2011)
10.06 - Comprovante de Juros sobreo Capital Próprio - PJ - Fornecimento do comprovante relativo ao mês de maio/2011.
Veja as demais obrigações no Calendário Mensal de Obrigações e Tabelas Práticas
Imposto de Renda e Legislação Societária
Eletrônico IOB
DACON
Prorrogação do prazo de entrega
A Instrução Normativa RFB no 1.160/2011, DOU 1 de 30.05.2011, prorrogou o prazo para apresen-tação dos Demonstrativos de Apuração de Contri-buições Sociais Mensal (Dacon-Mensal) relativos aos meses de abril e maio de 2011, que se en-cerraria, respectivamente, em 07.06 e 07.07.2011. O mencionado prazo foi prorrogado para o dia 05.08.2011.
O novo prazo é aplicável inclusive aos casos de extinção, incorporação, fusão, cisão parcial ou ci-são total que ocorrerem nos meses de abril e maio de 2011.
Para visualizar a íntegra do(s) ato(s) citado(s), acesse o conteúdo da
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IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA
Declaração de Ajuste Anual do
exercício de 2011 - Pagamento da 3
aquota, até 30.06.2011, com acréscimo
de juro
À opção do contribuinte, o saldo do Imposto de Renda Pessoa Física a pagar apurado na Declaração de Ajuste Anual do exercício de 2011 (ano-base de 2010) pôde ser parcelado até 8 quotas iguais, men-sais e sucessivas.
O valor mínimo de cada quota é de R$ 50,00, o que signifi ca que o imposto de valor inferior a R$ 100,00 deveria ter sido pago em quota única, até 29.04.2011.
A 1a quota venceu em 29.04.2011, e as demais vencerão no último dia útil dos meses subsequentes, observando-se que:
a) a 1a quota ou quota única, se paga até a data de vencimento (29.04.2011), não sofreu qual-quer acréscimo;
b) as demais, mesmo se recolhidas no prazo le-gal, deverão ser acrescidas de juros equiva-lentes à taxa Selic, para títulos federais, acu-mulada mensalmente, calculados a partir de 1o.05.2011 (primeiro dia do mês subsequente ao previsto para a entrega tempestiva da de-claração - abril/2011), até o mês anterior ao do pagamento, e de 1% no mês de pagamento. Desse modo, a 3a quota do Imposto de Renda, com vencimento em 30.06.2011, se paga no prazo, será acrescida de 1,99% de juros.
Exemplo
Imposto no valor de R$ 1.600,00 parcelado em 8 quotas iguais de R$ 200,00:
I - Cálculo do juro relativo à 3a quota
R$ 200,00 x 1,99% = R$ 3,98
II - Valor a ser recolhido (em 30.06.2011)
R$ 200,00(1) + R$ 7,96(2) = 203,98(3) (1) Valor a ser indicado no campo 07 do Darf. (2) Valor a ser indicado no campo 09 do Darf. (3) Valor a ser indicado no campo 10 do Darf.
(Lei no 9.250/1995, art. 14, com a redação dada pela Lei no
11.3112006, art. 3o)
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Imposto de Renda e Legislação Societária
Informativo Eletrônico IOB
IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA
Empréstimo compulsório sobre
combustíveis e veículos - Atualização
monetária e juros - Junho/2011
Para cálculo da atualização monetária mensal dos valores referentes a empréstimo compulsório sobre combustíveis e veículos, devem ser adotados os mes-mos critérios de apuração dos rendimentos da
cader-neta de poupança com data de aniversário no 1o dia
de cada mês (Decreto-lei no 2.288/1986, art. 16, § 1o;
Ato Declaratório Normativo CST no 15/1992).
Em relação ao cálculo dos juros mensais, aplica-se 0,005 (equivalente à taxa mensal de 0,5%) sobre o saldo atualizado do empréstimo. O índice de atuali-zação monetária dos saldos de depósito da
poupan-ça com aniversário no 1o dia do mês de Junho/2011,
aplicável à atualização monetária dos saldos dos em-préstimos compulsórios existentes no último dia des-se mês, é de 0,00157 (0,1570 % - Comunicado Bacen no 20.990/2011).
Da aplicação desse índice, resulta apenas o va-lor da atualização monetária a contabilizar. Para obter diretamente o valor atualizado do empréstimo sobre o qual se calcula os juros, é necessário aplicar esse índice acrescido da unidade 1,000000.
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IRPJ/CSL
1
otrimestre de 2011 - Pagamento da 3
aquota, até 30.06.2011, com acréscimo
de juros
As pessoas jurídicas tributadas com base nos resultados trimestrais efetivos (lucro real trimestral e lucro presumido ou arbitrado) que, relativamente
ao 1o trimestre de 2011, tiverem optado por parcelar
o Imposto de Renda e a Contribuição Social sobre o Lucro a pagar (apurados em 31.03.2011), devem
recolher a 3a quota do imposto e/ou da contribuição,
com vencimento em 30.06.2011, acrescida de juro
Selic de maio (0,99%) mais 1%, referente ao mês de junho de 2011.
Exemplo
Pessoa jurídica que tenha apurado no 1o trimestre
de 2011 valores a pagar no montante de R$ 5.100,00, a título de Imposto de Renda, e de R$ 3.600,00, de Contribuição Social, e que tenha optado por efetuar o pagamento em 3 parcelas (correspondendo, cada uma, a R$ 1.700,00 e R$ 1.200,00, respectivamente). Nesse caso, teremos:
Tributo Valor original da quota* aplicávelJuro Valor do juro** recolhido***Valor a ser
Imposto de Renda R$ 1.700,00 1,99% R$ 33,83 R$ 1.733,83 Contribuição Social R$ 1.200,00 1,99% R$ 23,88 R$ 1.223,88
* Valor a ser indicado no campo “07” do Darf. ** Valor a ser indicado no campo “09” do Darf. *** Valor a ser indicado no campo “10” do Darf.
Notas
(1) Nenhuma quota pode ter valor inferior a R$ 1.000,00, e o imposto (ou contribuição) de valor inferior a R$ 2.000,00 deve ter sido pago em quota única até 29.04.2011 sem incidência de juros.
(2) Nos casos de incorporação, fusão ou cisão e de extinção de pessoa jurídica pelo encerramento da liquidação, o imposto e a contribuição devem ser pagos em quota única até o último dia útil do mês subsequente ao do evento.
(Lei no 9.430/1996, arts. 5o e 28)
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IRPJ/CSL/COFINS/PIS-PASEP
Direitos de crédito e obrigações em moeda
estrangeira - Reconhecimento pelo regime
de competência em 31.05.2011 - Taxas
cambiais
Para fins de reconhecimento, pelo regime de competência, da atualização monetária de direitos de crédito e obrigações contratados em moeda es-trangeira, divulgamos a seguir a lista das últimas cotações de diversas moedas estrangeiras verifica-das em 31.05.2011 (último dia útil do mês de maio),
informadas pelo Banco Central do Brasil. Lembra-mos que:
a) na atualização de direitos de crédito, utilizam-se as taxas para compra; e
b) na atualização de obrigações, utilizam-se as taxas para venda.
Moedas Cotação em 31.05.2011 Compra Venda
Bolívar Forte Venezuelano 0,3672 0,3683 Boliviano 0,2259 0,2293 Coroa Dinamarquesa 0,3048 0,3049 Coroa Norueguesa 0,2930 0,2933 Coroa Sueca 0,2557 0,2560 Dólar Australiano 1,6846 1,6856 Dólar Canadense 1,6298 1,6309 Dólar dos Estados Unidos 1,5791 1,5799 Franco Suíço 1,8521 1,8535 Guarani 0,0003904 0,0003920 Iene Japonês 0,01938 0,01940 Libra Esterlina 2,5975 2,5991 Novo Sol Peruano 0,5701 0,5706 Peso Argentino 0,3864 0,3870 Peso Chileno 0,003393 0,003399 Peso Colombiano 0,0008823 0,0008837 Peso Mexicano 0,1365 0,1366 Peso Uruguaio 0,08422 0,08517 Unidade Monetária Europeia 2,2720 2,2733
Notas
(1) Conforme disposto na Medida Provisória no 2.158-35/2001, art. 30,
desde 1o.01.2000, para fins da determinação da base de cálculo do
Impos-to de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), da Contribuição Social sobre o Lucro (CSL), da contribuição para o PIS-Pasep e da Contribuição para o Financia-mento da Seguridade Social (Cofins) devidas no regime de incidência não cumulativa (veja nota 4), bem como da determinação do lucro da exploração, as variações monetárias dos direitos de crédito e das obrigações da pessoa jurídica, em função da taxa de câmbio, podem ser consideradas:
a) por ocasião da liquidação da correspondente operação (regime de caixa); ou
b) à opção da pessoa jurídica, segundo o regime de competência, o qual, se escolhido, será aplicável a todo o ano-calendário. Todavia, a partir do ano-calendário de 2011, por força das alterações promovidas no mencionado dispositivo, pela Lei no 12.249/2010, art. 137:
I - o direito de efetuar a opção pelo regime de competência referido na letra “a” somente poderá ser exercido no mês de janeiro;
II - o direito de alterar o regime adotado, no decorrer do ano-calendário, é restrito aos casos em que ocorra elevada oscilação da taxa de câmbio, considerando-se, para esse efeito, aquela superior a percentual a ser deter-minado pelo Poder Executivo;
III - a opção ou sua alteração deverá ser comunicada à Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB):
a) no mês de janeiro de cada ano-calendário, no caso do item I; b) no mês posterior ao de sua ocorrência, no caso do item II.
O assunto é disciplinado pela Instrução Normativa RFB no 1.079/2010.
(2) As variações monetárias passivas (despesas) somente produzem efeitos na determinação do lucro real e da base de cálculo da CSL porque, na determinação da base de cálculo do Imposto de Renda e da CSL calcu-lados por estimativa ou com base no lucro presumido ou arbitrado, somente são consideradas as variações monetárias ativas (receitas).
(3) Nas operações de exportação sem saída do produto do território na-cional, com pagamento a prazo ou a prestação, os efeitos fiscais e cambiais serão produzidos no momento da contratação, sob condição resolutória, aperfeiçoando-se pelo recebimento integral em moeda de livre conversibili-dade (Ato Declaratório Interpretativo SRF no 22/2002, art. 4o).
(4) Desde maio/2009, em face da publicação da Lei no 11.941/2009,
cujo art. 79, XII, revogou o § 1o do art. 3o da Lei no 9.718/1998, a base de
cálculo da contribuição para o PIS-Pasep e da Cofins, devidas no regime cumulativo, compreende exclusivamente o faturamento das pessoas jurídi-cas sujeitas a esse regime, conforme estabelecido no caput do art. 3o da
cita-da Lei no 9.718/1998. Portanto, desde então, as variações cambiais deixaram
de integrar a base de cálculo das contribuições devidas nesse regime.
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IR/CSL/COFINS/PIS-PASEP
Compensação de valores pagos a maior
ou indevidamente - Acréscimo de juros
em junho/2011 - Percentuais a utilizar
1. JUROS SOBRE PAGAMENTOS INDEVIDOS OU A
MAIOR EFETUADOS DESDE 1o.01.1998
Sobre os valores a compensar ou a restituir re-lativos a tributos ou contribuições federais pagos in-devidamente ou em valor maior que o devido desde 1o.01.1998, incidem juros (Lei no 9.250/1995, art. 39, §
4o, e Lei no 9.532/1997, arts. 73 e 81, II):
a) com base na taxa Sistema Especial de Li-quidação e Custódia (Selic), a partir do mês subsequente ao do pagamento indevido ou a maior até o mês anterior ao da compensa-ção; e
b) de 1%, relativo ao mês em que se efetuar a compensação.
De acordo com essas normas, a compensação, em junho/2011, de pagamentos indevidos ou a maior
que o devido realizados desde 1o.01.1998 será
acres-cida de juros calculados de acordo com a tabela a seguir, cujos percentuais são aplicados sobre o valor original do crédito a compensar:
Imposto de Renda e Legislação Societária
Informativo Eletrônico IOB
Ano
Mês
Percentuais de juros aplicáveis em junho/2011 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Janeiro 77,70 60,09 46,31 35,21 23,27 14,16 4,59 Fevereiro 76,48 58,94 45,44 34,41 22,41 13,57 3,75 Março 74,95 57,52 44,39 33,57 21,44 12,81 2,83 Abril 73,54 56,44 43,45 32,67 20,60 12,14 1,99 Maio 72,04 55,16 42,42 31,79 19,83 11,39 1,00 Junho 70,45 53,98 41,51 30,83 19,07 10,60 Julho 68,94 52,81 40,54 29,76 18,28 9,74 Agosto 67,28 51,55 39,55 28,74 17,59 8,89 Setembro 65,78 50,49 38,75 27,64 16,90 8,08 Outubro 64,37 49,40 37,82 26,46 16,21 7,27 Novembro 62,99 48,38 36,98 25,44 15,55 6,34 Dezembro 61,52 47,39 36,14 24,32 14,82 5,45
* Sobre o pagamento indevido ou a maior efe-tuado e compensado no mesmo mês não incidem juros.
Nota
Tratando-se de saldos negativos do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro (CSL) apurados trimestral e anualmente, os juros a que se refere a letra “a” serão contados como segue (Instrução Normativa RFB no 900/2008, art. 4o):
a) saldos negativos apurados anualmente podem ser restituídos a par-tir do mês de janeiro do ano-calendário subsequente ao do encerra-mento do período de apuração;
b) saldos negativos apurados trimestralmente podem ser restituídos a partir do mês subsequente ao trimestre de apuração; e
c) saldos negativos apurados em eventos de cisão, fusão, incorpora-ção ou encerramento de atividade podem ser restituídos a partir do 1o dia útil subsequente ao do encerramento do período de
apura-ção.
2. EXEMPLO
No caso de recolhimento indevido, em 25.04.2011, no valor de R$ 100,00, a título de contribuição para o PIS-Pasep, a ser compensado em Junho/2011, os ju-ros seriam assim determinados:
R$ 100,00 x 1,99%* = R$ 1,99
* Percentual aplicável conforme tabela. Ob-serve-se que o percentual utilizado corresponde, na tabela, àquele fixado para o mês em que o pagamento foi efetuado a maior ou indevidamen-te (abril/2011). Portanto, da contribuição para o PIS-Pasep a ser recolhida em junho/2011, poderá ser compensada a importância de R$ 101,99 (R$ 100,00 + R$ 1,99).
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PAEX
Parcelamento excepcional em até
120 prestações mensais - Tabela para
cálculo de juros - Junho/2011
O valor de cada uma das prestações do Par-celamento Excepcional (Paex) em até 120
parce-las mensais, de débitos vencidos entre 1o.03.2003
e 31.12.2005, de que trata a Medida Provisória no
303/2006, art. 8o, deve ser acrescido de juros
cor-respondentes à variação mensal da taxa Selic, a partir do mês subsequente ao da consolidação até o mês anterior ao pagamento, e de 1% no mês do pagamento.
Segue tabela com os percentuais aplicáveis no cálculo da atualização das prestações do Paex, no mês de junho/2011:
Mês em que foi efetivada a opção pelo Paex Julho/2006 Agosto/2006 Setembro/2006
52,81% 51,55% 50,49%
Vale lembrar que, a partir da opção pelo Paex, é possível e recomendável emitir o Darf para pagamen-to das prestações mensais, por meio de aplicativo constante do site da Secretaria da Receita Federal do Brasil (www.receita.fazenda.gov.br), o que garante a correção do preenchimento. Para acessar o mencio-nado aplicativo, é necessário informar o número do CNPJ e o respectivo código de acesso da pessoa ju-rídica.
Notas
(1) O código de acesso pode ser obtido no site da Receita Federal do Brasil.
(2) O Presidente da Mesa do Congresso Nacional, por meio do Ato Declaratório no 57/2006 - DOU 1 de 1o.11.2006, determinou que a
aludi-da Medialudi-da Provisória no 303/2006 teve seu prazo de vigência encerrado
no dia 27.10.2006. Lembramos que, conforme disciplina a Constituição Federal/1988, art. 62, §§ 3o e 11, as medidas provisórias perderão
efi-cácia desde a sua edição se não forem convertidas em lei no prazo de 60 dias, prorrogável, uma vez, por igual período, devendo o Congresso Nacional disciplinar, por decreto legislativo, as relações jurídicas delas decorrentes. Todavia, apesar de o mencionado decreto legislativo não ter sido editado em até 60 dias após a rejeição ou a perda de eficácia da referida medida provisória, as relações jurídicas constituídas e de-correntes de atos praticados durante sua vigência permanecem por ela regidas.
(Portaria Conjunta PGFN/SRF no 2/2006, art. 1o, § 7o, e
art. 6o)
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SIMPLES NACIONAL
DASN-Simei - Cancelamento das
multas aplicadas ao MEI pela omissão
da entrega da declaração
Por meio do Ato Declaratório Executivo RFB no
7/2011, DOU 1 de 31.05.2011, a Secretaria da Receita Federa do Brasil (RFB) cancelou os lançamentos rela-tivos a multas aplicadas aos contribuintes enquadra-dos como microempreendedor individual (MEI), pela omissão na entrega da Declaração Anual do Simples Nacional (DASN), referente ao exercício de 2010, em virtude de estarem sujeitos à apresentação da De-claração Anual do Simples Nacional para o Microem-preendedor Individual (DASN-Simei).
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Redução da contribuição previdenciária
devida pelo MEI - Prorrogação da
vigência da Medida Provisória n
o529/2011
Por meio do Ato CN no 21/2011, DOU 1 de
30.05.2011, o Presidente da Mesa do Congresso Nacional prorrogou por mais 60 dias a vigência da
Medida Provisória no 529/2011, que dispõe sobre a
contribuição para a Seguridade Social relativa à pes-soa do empresário, na qualidade de contribuinte
indi-vidual, conforme previsto no § 2o do art. 21 da Lei no
8.212/1991.
A referida Medida Provisória reduziu de 10% para 5% o limite mínimo mensal do salário-de-contribuição, desde a competência maio de 2011 e, em função des-sa redução, o carnê mendes-sal do microempreendedor individual (MEI) terá, em 2011, os seguintes valores:
a) janeiro e fevereiro/2011 (R$ 540,00 x 11%): de R$ 59,40 a R$ 65,40; b) março e abril/2011 (R$ 545,00 x 11%): de R$ 59,95 a R$ 65,95; c) maio a dezembro/2011 (R$ 545,00 x 5%): R$ 27,25 a R$ 33,25.
Lembramos que sobre os valores apurados na forma das letras “a” a “c” deverão ser acrescidos de R$ 1,00 a título de ICMS e/ou R$ 5,00 a título de ISS, caso seja contribuinte desses impostos.
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SPED
EFD-PIS/Cofins - Prorrogação do prazo
de entrega
Por meio da Instrução Normativa RFB no
1.161/2011, DOU 1 de 01.06.2011, a Receita Federal do Brasil (RFB) alterou, entre outras disposições, o art.
5o da Instrução Normativa RFB no 1.052/2010, que
dis-põe sobre o prazo para a apresentação da EFD-PIS/ Cofins, que se encerraria em 07.06.2011 e foi prorro-gado para 07.02.2012, sendo aplicável:
a) às pessoas jurídicas sujeitas a acompanha-mento econômico-tributário diferenciado, nos termos da Portaria RFB no 2.923/2009, e
su-jeitas à tributação do Imposto de Renda Pes-soa Jurídica (IRPJ) com base no lucro real, em relação aos fatos geradores ocorridos no pe-ríodo de abril a dezembro de 2011; e
b) às demais pessoas jurídicas sujeitas à tributa-ção pelo IRPJ com base no lucro real, em rela-ção aos fatos geradores ocorridos no período de julho a dezembro de 2011.
A Instrução Normativa RFB no 1.161/2011
in-cluiu, ainda, o art. 5o-A à Instrução Normativa RFB
no 1.052/2010, segundo o qual o processamento das
PER/DCOMP relativas a créditos da contribuição para o PIS-Pasep e da Cofins observará a ordem cronológi-ca de entrega das EFD-PIS/Cofins transmitidas antes dos prazos mencionados nas letras “a” e “b”.
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Imposto de Renda e Legislação Societária
Informativo Eletrônico IOB
TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS
Recolhimento em atraso – percentuais
aplicáveis no mês de Junho/2011
1. MULTA DE MORA
A multa de mora incidente sobre débitos de tri-butos e contribuições administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), inclusive o re-colhimento unificado devido pelas microempresas e pelas empresas de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional, não pagos nos prazos estabeleci-dos na legislação específica, será calculada à taxa de 0,33% por dia de atraso, limitada ao máximo de 20% (RIR/1999, art. 950), observado o seguinte:
a) a contagem dos dias de atraso inicia-se no pri-meiro dia útil imediatamente subsequente ao do vencimento do débito e termina no dia do efetivo pagamento (Boletim Central da Receita
Federal no 16, de 23.01.1997);
b) esse critério de cálculo da multa de mora apli-ca-se independentemente da época de ocor-rência do fato gerador do débito (Ato
Declara-tório Normativo Cosit no 1/1997).
Desse modo, no pagamento de débito que esteja vencido há mais de 60 dias, a multa de mora será sempre de 20%, independentemente da época do vencimento.
Quando se tratar de débito vencido há até 60 dias, o percentual da multa de mora será o resultado da multiplicação de 0,33% pelo número de dias transcor-ridos a partir do primeiro dia útil seguinte ao do venci-mento do débito até o dia do seu efetivo pagavenci-mento, computando-se todos os dias transcorridos.
WExemplo
No caso de um débito vencido em 25.05.2011 e pago em 24.06.2011:
• a contagem dos dias de atraso, com início em 26.05.2011 (primeiro dia útil subsequen-te ao do vencimento do débito) e término em 24.06.2011 (dia do efetivo pagamento) será efetuada da seguinte forma:
6 dias de maio/2011 24 dias de junho/2011 30 dias
• o percentual da multa de mora devida será calculado conforme segue:
0,33% × 30 = 9,90%
2. JUROS DE MORA
2.1 Débitos cujos fatos geradores ocorreram até 31.12.1994
Sobre os débitos cujos fatos geradores ocorreram até 31.12.1994 incidem juros de mora calculados da seguinte forma (RIR/1999, art. 955):
a) até 31.12.1996: à razão de 1% ao mês-calen-dário ou fração, contado a partir do primeiro dia do mês seguinte ao do vencimento do dé-bito;
b) a partir de 1o.01.1997: pela taxa Selic para
tí-tulos federais, acumulada mensalmente (veja nota ao final deste subitem), até o último dia do mês anterior ao do pagamento, mais 1% relativo ao mês do pagamento.
Portanto, no pagamento desses débitos, em junho/2011, os juros de mora a acrescer serão o resul-tado da aplicação do percentual obtido pela soma:
• de 1% ao mês-calendário ou fração, contado a partir do mês seguinte ao do vencimento do débito, até dezembro/1996;
• da taxa Selic dos meses de janeiro/1997 a maio/2011; e
• de 1% relativo ao mês de junho/2011. Nota
Chama-se a atenção para o seguinte:
a) “taxa Selic acumulada mensalmente” significa taxa Selic acumulada entre o primeiro e o último dia útil do mês correspondente; b) no cálculo dos juros relativos a vários meses, aplica-se a soma das
taxas Selic acumuladas em cada mês do período.
2.2 Débitos cujos fatos geradores ocorreram a partir de 1o.01.1995
Sobre os débitos cujos fatos geradores ocorreram
a partir de 1o.01.1995, incidem juros de mora, a partir
do primeiro dia do mês seguinte ao do vencimento do débito até o mês do efetivo pagamento, calculados da seguinte forma (RIR/1999, arts. 953 e 954):
I - juros relativos aos meses anteriores ao do pa-gamento:
a) até março/1995: à taxa mensal de captação do Tesouro Nacional relativa à Dívida Mobili-ária Federal Interna, divulgada pela Secretaria do Tesouro Nacional, de 3,63% em fevereiro e de 2,60% em março;
b) a partir de abril/1995: à taxa Selic para títulos
federais, acumulada mensalmente (*) até o
úl-timo dia do mês anterior ao do pagamento do débito;
II - juro relativo ao mês do pagamento do débito: 1%.
(*) Veja Nota no final do subitem 2.1.
Nota
Há regras especiais para o cálculo de juros sobre as quotas dos saldos do IRPJ, da CSL e do IRPF apurados a partir do ano-calendário de 1996, bem como do IRPJ e da CSL apurados trimestralmente, a partir de 1997 (veja o item 5).
3. DÉBITOS SUJEITOS À UFIRIZAÇÃO (FATOS GERADORES OCORRIDOS ATÉ 31.12.1994) - CONVERSÃO EM REAIS
Os débitos de qualquer natureza para com a Fazenda Nacional, cujos fatos geradores
ocorre-ram até 31.12.1994, que não tenham sido objeto de parcelamento requerido até 30.08.1995, expressos em quantidade de Ufir, serão convertidos em reais
com base no valor da Ufir em 1o.01.1997, fixado pela
Portaria MF no 303/1996 em R$ 0,9108 (RIR/1999,
art. 874).
4. TABELA PRÁTICA PARA CÁLCULO DE MULTA E JUROS DE MORA
Com base nas disposições legais focalizadas nos itens 1 e 2, elaboramos a tabela prática a seguir, para ser utilizada no cálculo da multa e dos juros de mora incidentes sobre débitos pagos no mês de ju-nho/2011:
TABELA PRÁTICA PARA CÁLCULO DE MULTA E JUROS DE MORA SOBRE DÉBITOS PAGOS COM ATRASO NO MÊS DE JUNHO/2011 Vencimento do débito fiscal 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Multa (%) Juros (%) Multa (%) Juros (%) Multa (%) Juros (%) Multa (%) Juros (%) Multa (%) Juros (%) Multa (%) Juros (%) Multa (%) Juros (%) Jan 20 77,70 20 60,09 20 46,31 20 35,21 20 23,27 20 14,16 20 4,59 Fev 20 76,48 20 58,94 20 45,44 20 34,41 20 22,41 20 13,57 20 3,75 Mar 20 74,95 20 57,52 20 44,39 20 33,57 20 21,44 20 12,81 20 2,83 Abr 20 73,54 20 56,44 20 43,45 20 32,67 20 20,60 20 12,14 (*) 1,99 Maio 20 72,04 20 55,16 20 42,42 20 31,79 20 19,83 20 11,39 (*) 1,00 Jun 20 70,45 20 53,98 20 41,51 20 30,83 20 19,07 20 10,60 (*) -Jul 20 68,94 20 52,81 20 40,54 20 29,76 20 18,28 20 9,74 Ago 20 67,28 20 51,55 20 39,55 20 28,74 20 17,59 20 8,85 Set 20 65,78 20 50,49 20 38,75 20 27,64 20 16,90 20 8,00 Out 20 64,37 20 49,40 20 37,82 20 26,46 20 16,21 20 7,19 Nov 20 62,99 20 48,38 20 36,98 20 25,44 20 15,55 20 6,38 Dez 20 61,52 20 47,39 20 36,14 20 24,32 20 14,82 20 5,45 Nota
Há regras especiais para o cálculo de juros sobre as quotas dos saldos do IRPJ, da CSL e do IRPF apurados a partir do ano-calendário de 1996, bem como do IRPJ e da CSL apurados trimestralmente, a partir de 1997 (veja o item 5).
(*) De acordo com a tabela a seguir.
TABELA PRÁTICA PARA CÁLCULO DA MULTA DE MORA DE 0,33% AO DIA No de dias de atraso Multa aplicável % No de dias de atraso Multa aplicável % No de dias de atraso Multa aplicável % No de dias de atraso Multa aplicável % 1 0,33 16 5,28 31 10,23 46 15,18 2 0,66 17 5,61 32 10,56 47 15,51 3 0,99 18 5,94 33 10,89 48 15,84 4 1,32 19 6,27 34 11,22 49 16,17 5 1,65 20 6,60 35 11,55 50 16,50 6 1,98 21 6,93 36 11,88 51 16,83 7 2,31 22 7,26 37 12,21 52 17,16 8 2,64 23 7,59 38 12,54 53 17,49 9 2,97 24 7,92 39 12,87 54 17,82 10 3,30 25 8,25 40 13,20 55 18,15 11 3,63 26 8,58 41 13,53 56 18,48 12 3,96 27 8,91 42 13,86 57 18,81 13 4,29 28 9,24 43 14,19 58 19,14 14 4,62 29 9,57 44 14,52 59 19,47 15 4,95 30 9,90 45 14,85 60 19,80 61 ou mais 20,00
Imposto de Renda e Legislação Societária
Informativo Eletrônico IOB
5. DÉBITOS SUJEITOS A REGRAS ESPECIAIS DE CÁLCULO DE JUROS
Há regras especiais para o cálculo de juros sobre os seguintes débitos:
I - Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro (CSL), correspon-dentes a:
a) quotas dos saldos apurados do ano-calen-dário de 1996, no regime de apuração anual, as quais, independentemente do mês de
vencimento (excetuada a 1a quota ou quota
única paga dentro do prazo), serão acresci-das de juros calculados pela taxa Selic para títulos federais, acumulada mensalmente (*),
de 1o.04.1997 até o último dia do mês
ante-rior ao do pagamento, e à razão de 1% no mês do pagamento;
b) saldos positivos do Imposto de Renda e da CSL apurados a partir do ano-calendário de 1997, no regime de apuração anual, os quais serão acrescidos de juros equivalentes à taxa Selic acumulada mensalmente (*), a
partir de 1o de fevereiro do ano subsequente
ao da apuração até o mês anterior ao do pa-gamento, e de 1% no mês do pagamento; c) quotas do imposto/contribuição apurados
trimestralmente, a partir de 1997, as quais, independentemente do mês de vencimento
(excetuada a 1a quota ou quota única paga
dentro do prazo), serão acrescidas de juros calculados pela taxa Selic para títulos fede-rais, acumulada mensalmente (*), a partir do primeiro dia do segundo mês subsequente ao do encerramento do período de apuração até o último dia do mês anterior ao do pa-gamento, e à razão de 1% no mês do paga-mento;
II - quotas do Imposto de Renda apurado pelas pessoas físicas na Declaração de Ajuste, a partir do exercício de 1997, ano-calendário de 1996, as quais, in-dependentemente da época do pagamento (excetuada
a 1a quota ou quota única paga dentro do prazo), serão
acrescidas de juros calculados pela taxa Selic para tí-tulos federais, acumulada mensalmente (*), do primeiro dia do mês subsequente ao fixado para a entrega da declaração (abril) até o último dia do mês anterior ao do pagamento, e à razão de 1% no mês do pagamento.
(*) Veja Nota no final do subitem 2.1.
Apresentamos, a seguir, tabela por nós elabora-da para o cálculo dos juros sobre débitos do IRPJ, da CSL e do IRPF.
Espécie Período de apuração Quota(s) % de juros
IRPJ/ CSL 1o trim./2005 Todas 73,54 2o trim./2005 Todas 68,94 3o trim./2005 Todas 64,37 4o trim./2005 Todas 60,09
2005 (lucro real anual) Única 60,09 1o trim./2006 Todas 56,44
2o trim./2006 Todas 52,81
3o trim./2006 Todas 49,40
4o trim.//2006 Todas 46,31
2006 (lucro real anual) Única 46,31 1o trim./2007 Todas 43,45
2o trim./2007 Todas 40,54
3o trim./2007 Todas 37,82
4o trim./2007 Todas 35,21
2007 (lucro real anual) Todas 35,21 1o trim./2008 Todas 32,67
2o trim./2008 Todas 29,76
3o trim./2008 Todas 26,46
4o trim./2008 Todas 23,27
2008 (lucro real anual) Única 23,27 1o trim./2009 Todas 20,60 2o trim./2009 Todas 18,28 3o trim./2009 Todas 16,21 4o trim./2009 Todas 14,16 1o trim./2010 Todas 12,14 2o trim./2010 Todas 9,74 3o trim./2010 Todas 7,19 4o trim./2010 Todas 4,59 1o trim./2011 1o, 2o ou única 1,99 IRPF
2004 (Declaração Ex. 2005) Todas 73,54 2005 (Declaração Ex. 2006) Todas 56,44 2006 (Declaração Ex. 2007) Todas 43,45 2007 (Declaração Ex. 2008) Todas 32,67 2008 (Declaração Ex. 2009) Todas 20,60 2009 (Declaração Ex. 2010) Todas 12,14 2010 (Declaração Ex. 2011) 1o, 2o ou única 1,99
6. DÉBITOS CUJOS FATOS GERADORES OCORRERAM NO PERÍODO DE 1o.01.1992 A 31.12.1994 -
TABELA DE CONVERSÃO EM UFIR
Espécie de tributo/ contribuição
Período de ocorrência
dos fatos geradores Dividir pelo valor da Ufir vigente no: Fundamento legal
PIS Finsocial (janeiro
a março/1992) Cofins (a partir de
abril/1992)
1o.01.1992 a 31.10.1993 Primeiro dia do mês subsequente ao de ocorrência dos fatos
geradores (Ufir Diária). Lei n
o 8.383/1991, art. 53, IV, e Lei
Complementar no 70/1991, art. 5o.
1o.11.1993 a 31.08.1994 Último dia do mês de ocorrência dos fatos geradores (Ufir Diária). Lei no 8.383/1991, art. 53, IV, com a
redação dada pela Lei no 8.850/1994.
Espécie de tributo/ contribuição
Período de ocorrência
dos fatos geradores Dividir pelo valor da Ufir vigente no: Fundamento legal
IR/Fonte
1o.01.1992 a 31.10.1993 Primeiro dia útil subsequente ao de ocorrência do fato gerador
(Ufir Diária). Lei no 8.383/1991, art. 53, II. 1o.11.1993 a 31.08.1994 Dia de ocorrência do fato gerador (Ufir Diária). Lei no 8.383/1991, art. 53, II, com a
redação dada pela Lei no 8.850/1994.
1o.09 a 31.12.1994 Mês de ocorrência do fato gerador. Lei no 9.069/1995, arts. 55 e 62.
IPI 1o.01.1992 a 31.10.1993 Primeiro dia útil da quinzena subsequente à de ocorrência do fato gerador. Lei no 8.383/1991, art. 53, I. 1o.11.1993 a 31.12.1994 Último dia do decêndio de ocorrência dos fatos geradores. Lei no 8.850/1994, art. 2o.
IRPJ Contribuição Social sobre o Lucro (CSL)
ILL (devido até 31.12.1992)
1o.01.1992 a 31.08.1994
A base de cálculo do IRPJ (lucro real, presumido ou arbitrado) e da CSL é convertida em Ufir Diária pelo valor dessa vigente no último dia do período-base de sua apuração.
Lei no 8.383/1991, art. 38, § 2o, e art. 44;
Lei no 8.541/1992, arts. 2o e 38, § 2o.
1o.09 a 31.12.1994
A base de cálculo é convertida em Ufir pelo valor da Ufir vigente no mês subsequente ao do encerramento do período-base de sua apuração, exceto nos casos de incorporação, fusão, cisão ou extinção da pessoa jurídica, no curso do período-base, hipótese em que a conversão é feita pela Ufir vigente no mês de encerramento do período-base.
Lei no 9.069/1995, arts. 48 e 50.
7. EXEMPLO PRÁTICO
Pagamento, em 24.06.2011, do PIS-Pasep devido no mês de abril/2011, vencido em 25.05.2011, no valor de R$ 8.000,00: • Valor do débito ...R$ 8.000,00 • Multa de mora: 9,90% (*) s/ R$ 8.000,00 ...R$ 792,00 • Juros de mora: 1% s/ R$ 8.000,00 ...R$ 80,00 • Total a recolher ...R$ 8.872,00 Nota
(*) Número de dias transcorridos do 1o dia útil seguinte ao do vencimento
do débito (26.05.2011) ao dia do seu pagamento (24.06.2011): 30 dias. Multa de mora devida: 30 x 0,33% = 9,90%.
Valores a recolher (preenchimento do Darf): • Valor do principal (campo 07) ... R$ 8.000,00 • Valor da multa (campo 08) ... R$ 792,00 • Juros de mora (campo 09) ... R$ 80,00 • Valor total (campo 10) ... R$ 8.872,00
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