Manual do Cadastro de Fornecedores Impedidos de Licitar e Contratar com a Administração Pública Estadual - CAGEFIMP

Texto

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Governo do Estado de Rondônia

Controladoria Geral do Estado

Manual do

Cadastro de

Fornecedores

Impedidos de

Licitar e

Contratar com a

Administração

Pública

Estadual -

CAGEFIMP

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Governo do Estado de Rondônia Controladoria Geral do Estado

Manual do Cadastro de Fornecedores Impedidos de Licitar e Contratar com a

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GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA Confúcio Aires Moura

Governador do Estado de Rondônia

CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Juliana Furini Reginato

Controladora Geral do Estado

COORDENADORIA GERAL Maurício Boni Duarte Azevedo

Coordenador Geral

COMISSÃO GESTORA DO CAGEFIMP Ivonete Afonso da Silva

Assistente de Controle Interno Robson Vieira da silva Assistente de Controle Interno

Vanessa Trindade de Melo Assistente de Controle Interno

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APRESENTAÇÃO

A Lei nº. 2.414, de 18 de fevereiro de 2011, regulamentada pelo Decreto n° 16089, de 28 de julho de 2011, instituiu o Cadastro de Fornecedores Impedidos de Licitar e Contratar com a Administração Pública Estadual - CAGEFIMP, constituindo-se em um instrumento relevante para possibilitar a identificação daqueles fornecedores, pessoas físicas ou jurídicas, que não atenderem adequadamente às necessidades da Administração Pública Estadual, criando-se os meios legais para impedi-los de comparecer às licitações e às contratações com essa mesma Administração.

Assim, o presente trabalho tem por finalidade orientar os gestorem públicos nas hipóteses de aplicação das penalidades estabelecidas nos artigos 87, da Lei Federal nº. 8.666, de 21 de junho de 1993, artigo 7º, da Lei Federal nº. 10.520, de 10 de janeiro de 2002, e artigo 18 do Decreto nº 16.089, de 28 de julho de 2011, mediante a correta instrução do processo administrativo punitivo.

Neste sentido, tais penalidades somente poderão ser aplicadas após a realização de uma série de atos por parte da Administração, que compõem o denominado Processo Administrativo Punitivo, previsto na Lei Federal n°. 8.666/93, observando os comandos estabelecidos na Lei 9.784/99, e na legislação estadual, Lei n° 2414/11 e Decreto n° 16089/11, devendo o mesmo ser informado pelos princípios do devido processo legal, da bilateralidade, do contraditório e da ampla defesa, garantidos constitucionalmente no artigo 5º, incisos LIV e LV.

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1 – Qual a finalidade do CAGEFIMP?

O CAGEFIMP tem por finalidade impedir fornecedores inadimplentes, nos moldes do Decreto 16.089/2011, de participarem de licitações e de contratar com a Administração Pública Estadual; além de orientar os gestores públicos nas hipóteses de aplicação das penalidades.

2 – Quais espécies de sanções que podem ser aplicadas a fornecedores que descumprirem o contrato?

Conforme artigo 87 da Lei nº. 8.666/1993 c/c com o artigo 18 do Decreto Estadual nº 16.089/2011 podem ser aplicadas as seguintes sanções:

Advertência escrita; Multa;

Suspensão temporária de participação em licitação e impedimento de contratar com a Administração e;

Declaração de inidoneidade para licitar ou contratar com a Administração Pública.

3 – Em que hipótese poderá ser aplicada a advertência escrita?

A advertência está prevista no inciso I, do artigo 18, do Decreto Estadual nº 16089/11 e consiste numa sanção de menor gravidade, a ser utilizada como uma comunicação formal da Administração Pública ao fornecedor, nas hipóteses de inexecuções observadas no cumprimento do contrato, devendo conter a determinação das medidas corretivas a serem adotadas.

4 – Em que hipótese poderá ser aplicada a multa?

Na hipótese de demora injustificada na execução da prestação contratual. A incidência de multa poderá ser aplicada cumulativamente com as demais espécies sancionatórias.

5– Quais os limites estabelecidos para aplicação da multa?

O inciso II do artigo 18 do Decreto nº. 16089/11 estabelece limites máximos para aplicação da multa:

0,3% (três décimos por cento) por dia, até o trigésimo dia de atraso, sobre o

valor do fornecimento ou serviço não realizado, ou sobre a etapa do cronograma físico de obras não cumpridas;

10% (dez por cento) sobre o valor da nota de empenho ou do contrato, em

caso de recusa do adjudicatário em efetuar o reforço de garantia;

20% (vinte por cento) sobre o valor do fornecimento, serviço ou obra não

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com vícios ou defeitos ocultos que o tornem impróprio ao uso a que é destinado, ou diminuam-lhe o valor ou, ainda, fora das especificações contratadas.

6 – O valor da multa poderá ser descontado da garantia prestada ou de pagamentos devidos pela Administração Pública?

Sim. O valor da multa aplicada, nos termos do inciso I, do art. 18 do Decreto nº 16.089/2011, poderá ser descontado da garantia prestada, prevista do § 1º, do art. 56, da Lei nº 8.666/1993; dos pagamentos devidos pela Administração Pública ou cobrados judicialmente

7 – Em que hipótese será aplicada a suspensão temporária e quais os prazos estabelecidos pelo Decreto 16.089/2011?

O Decreto nº. 16089/11, em seu artigo 24, regulamenta as hipóteses de incidência ensejadoras da aplicação desta sanção e no artigo 26, § 1º, estabelece os prazos de sua duração, por tipo de infração.

06 (seis) meses:

Alteração de substância, qualidade ou quantidade da mercadoria fornecida; Prestação de serviço de baixa qualidade;

12 (doze) meses:

Descumprimento de especificação técnica relativa a bem, serviço ou obra prevista em contrato;

24 (vinte e quatro) meses:

Retardamento imotivado da execução de obra, de serviço, ou de suas parcelas, ou de fornecimento de bens;

Paralisação da obra, do serviço ou do fornecimento do bem, sem justa causa e prévia comunicação à Administração Pública Estadual;

Entrega de mercadoria falsificada, furtada, deteriorada, danificada ou inadequada para o uso, como se verdadeira ou perfeita fosse;

Praticar ato ilícito visando frustrar os objetivos de licitação no âmbito da Administração Pública Estadual;

Sofrer condenação definitiva por praticar, por meio doloso, fraude fiscal no recolhimento de qualquer tributo.

8 – Em que momento inicia-se a contagem do prazo decorrente de sanções?

A contagem dos prazos de impedimento decorrentes das sanções aplicadas, na forma do § 2º, do artigo 28 do Decreto nº. 16.089/2011 terá início a partir da

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data de publicação do despacho do Controlador Geral do Estado, no Órgão Oficial do Estado, ratificando a decisão administrativa e determinando a inclusão do fornecedor ou prestador no CAGEFIMP.

9 – Existem outras hipóteses de sanções concernentes à licitação e contratos?

Sim. Em se tratando da modalidade Pregão, o artigo 7º da Lei nº. 10.520, de 17 de julho de 2002, adiciona outras hipóteses que ensejam impedimento de licitar e contratar com a Administração Pública; elevando para 05 (cinco) anos a mesma penalidade prevista no artigo 87, inciso III da Lei nº. 8.666/93 e no inciso III do art. 18 do Decreto nº 16.089/2011.

10 – Poderá o fornecedor ficar por tempo indeterminado sem licitar ou contratar com Administração Pública?

Sim. Ficará impedido de licitar e contratar com Administração Pública Estadual, por tempo indeterminado, o fornecedor que demonstrar não possuir idoneidade para tanto, em virtude de ato ilícito praticado, conforme dispõe o artigo 26, § 2º., do Decreto nº 16.089/2011.

11 – Quem pode aplicar as penalidades previstas no art. 18 do Decreto nº 16.089/2011?

O Ordenador de Despesas, Secretário de Estado ou autoridade equivalente, do Poder Executivo, e respectivos titulares dos demais poderes.

12– As penalidades deverão constar no instrumento convocatório?

Sim. O instrumento convocatório deverá especificar as condições de aplicação das sanções, bem como o seu instrumento contratual estabelecer um prazo de tolerância, que uma vez esgotado ensejará a cobrança das mesmas.

13 – Deve o Ordenador de Despesas dá publicidade a sua decisão quanto à aplicabilidade de sanções?

Sim. Após aplicar a penalidade cabível ao fornecedor, o Ordenador de Despesas deverá publicar o extrato de sua decisão no Diário Oficial do Estado e notificar o fornecedor da sanção, concedendo-lhe prazo para recurso. (Art. 20-21, do Dec.16.089/2011).

14 – Quem pode aplicar a sanção de Declaração de Inidoneidade?

A sanção de Declaração de Inidoneidade é de competência exclusiva de Secretário de Estado ou autoridade equivalente (§ 2º, art. 20, Dec. 16.089/2011). Quando se tratar de declaração de inidoneidade, nos termos do inciso III, do artigo 109, da Lei nº. 8.666/93 c/c inciso IV, do artigo 18 do Decreto 16.089/2011, o processo instruído deverá ser remetido ao Secretário de Estado, ou a autoridade a ele equivalente, para que este aplique esta penalidade, podendo o fornecedor, neste caso, interpor recurso ou oferecer pedido de reconsideração dentro do prazo de 10 (dez) dias (§ 1º, art. 19, Dec. 16.089/2011).

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15 – Quem pode instaurar processo administrativo punitivo?

O Ordenador de Despesas, após o conhecimento do parecer técnico fundamentado, emitido pelo Gestor do Contrato ou Comissão de Recebimento, comunicando o fato ocorrido, e discorrendo sobre todas as tentativas realizadas no sentido de solucionar o problema, que restaram frustradas, bem como a recomendação da instauração do competente processo administrativo. (§ 1º, art. 19 do Decreto nº. 16089/11).

16 – Quais documentos que devem instruir o processo administrativo punitivo? (Art.22, Dec.16.089/2011)

• Parecer técnico fundamentado, emitido pelo servidor público responsável, acerca do fato ocorrido, nos termos do artigo 19 do Decreto nº. 16089/11;

• Notificação da ocorrência encaminhada ao fornecedor, pela autoridade competente, com a exposição dos motivos que a ensejaram, bem como dos prazos para defesa e a indicação das sanções cabíveis, nos termos dos artigos 19 e 20 do Decreto nº. 16089/11;

• Cópia do contrato ou instrumento equivalente;

• Documentos que comprovem o descumprimento da obrigação assumida, tais como:

- cópia da nota fiscal, contendo atestado de recebimento; - as notificações ou solicitações não atendidas; ou

- laudo de inspeção, relatório de acompanhamento ou de recebimento e parecer técnico emitido pelos responsáveis pelo recebimento ou fiscalização do contrato;

• Defesa apresentada pelo fornecedor contra a notificação, se houver; a ensejaram, bem como dos prazos para defesa e a indicação das sanções cabíveis, nos termos dos artigos 19 e 20 do Decreto nº. 16089/11; • Decisão do Ordenador de Despesas quanto às razões apresentadas pelo fornecedor e a aplicação da sanção ou decisão do Secretário de Estado ou, nos termos de lei, de autoridade a ele equivalente,

nos casos em que a sanção for a de

declaração de inidoneidade;

• Cópia da notificação encaminhada ao fornecedor sobre a aplicação da penalidade, nos termos do artigo 20, § 1º, do Decreto nº. 16089/11;

• Recurso ou pedido de reconsideração interposto pelo fornecedor se houver;

• Parecer técnico-jurídico sobre o eventual recurso ou pedido de reconsideração;

• Decisão sobre o recurso ou pedido de reconsideração interposto, se houver; e

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17 – Qual conduta a ser adotada pelo Ordenador de Despesas após instauração do processo administrativo punitivo?

Conforme disposto no artigo 19, § 1º, do Decreto nº. 16089/11, após a instauração do processo, o Ordenador de Despesas deverá notificar, por escrito, o fornecedor sobre os motivos ensejadores da sanção, a espécie a ser aplicada e o prazo de 05 (cinco) dias úteis para oferecimento da defesa prévia.

18 – Qual o procedimento a ser adotado concernente à notificação do fornecedor?

Consoante o artigo 19, § 2º., do Decreto nº. 16089/11, a notificação será enviada, com aviso de recebimento, para o endereço eletrônico dos representantes credenciados, ou do fornecedor cadastrado; ou pelo correio, com aviso de recebimento; ou entregue ao fornecedor mediante recibo; ou, na sua impossibilidade, será publicada no Órgão Oficial dos Poderes do Estado.

19 - Quais informações devem conter a notificação?

• A identificação da pessoa física ou jurídica, sendo que para esta última deverá indicar também o nome do responsável legal;

• A sua finalidade;

• A data, a hora e o local para manifestação do intimado;

• Indicação da necessidade de o intimado atender à notificação pessoalmente ou a possibilidade de se fazer representar;

• Informação sobre a continuidade do processo independentemente da manifestação do intimado;

• A indicação dos fatos e fundamentos legais pertinentes;

• Indicação da sanção a ser aplicada e sua gradação, nos termos da Lei nº. 8.666/93, ou da Lei nº. 10.520/02 c/c do Decreto n° 16089/11.

20 – Em que momento processual o Ordenador de Despesas deve possibilitar ao fornecedor sua defesa?

O Decreto 16.089/2011 possibilita ao fornecedor inadimplente duas oportunidades de se defender em um processo administrativo. A primeira percebida no § 1º, do Art.19, em que o fornecedor será notificado da instauração do processo administrativo punitivo e terá 05 dias úteis para apresentar defesa. A segunda, visualizada no § 1º, do Art. 20, que ocorrerá na hipótese de não acolhimento da defesa apresentada pelo fornecedor. Neste caso, o fornecedor será notificado novamente, ocasião em que pode interpor recurso ou pedido de reconsideração.

21 – Qual prazo o fornecedor dispõe para apresentar defesa prévia no processo administrativo punitivo?

O fornecedor terá 05 (cinco) dias úteis para apresentação de defesa prévia, a contar do recebimento da notificação. (§ 2º, art. 19, Dec. nº. 16089/11).

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Na hipótese de declaração de inidoneidade o prazo será de 10 (dez) dias. Na impossibilidade de se notificar o fornecedor pessoalmente, o extrato da notificação deverá ser publicado no Diário Oficial, quando começará a contar o prazo para apresentação da defesa prévia.

22– A quem deve ser endereçada a defesa prévia?

A defesa prévia deverá ser endereçada ao Ordenador de Despesas, devendo este analisar sua procedência ou não. Caso haja necessidade de se comprovar as alegações feitas pelo notificado, a referida autoridade administrativa poderá determinar algumas diligências a fim de certificar a sua decisão.

23 – Qual procedimento a ser adotado em caso de não apresentação de defesa prévia?

Se o fornecedor não apresentar defesa prévia, ou se o Ordenador de Despesas não acolher as razões contidas na defesa apresentada, este deverá expressar sua decisão por escrito, contendo a exposição resumida dos fatos alegados pelo fornecedor, a análise da argumentação da defesa considerada por ele improcedente, e os dispositivos legais basilares de sua decisão.

24 – Quem tem competência para decidir sobre o recurso ou pedido de reconsideração?

A decisão do recurso caberá à autoridade imediatamente superior ao Ordenador de Despesas e será exarada após emissão de parecer da Assessoria Jurídica sobre a questão. Já o pedido de reconsideração será decidido pelo próprio Secretário de Estado ou autoridade equivalente, também após análise e emissão de parecer da Assessoria Jurídica.

25 – Em que momento encerra-se o Processo Administrativo punitivo?

No momento em que os extratos das decisões administrativas são publicados no Diário Oficial.

26 – Qual procedimento a ser adotado após o encerramento do Processo Administrativo punitivo?

Conforme dispõe o artigo 7º da Lei nº. 2414/11, deverão os órgãos do Poder Executivo encaminhar à Controladoria Geral do Estado - CGE, até o quinto dia útil de cada mês, a relação das pessoas físicas, bem como das pessoas jurídicas e de seus diretores, sócios-gerentes e controladores, que deverão ser incluídos no CAGEFIMP, bem como os respectivos processos administrativos punitivos.

27 – Quais situações passíveis de inscrição do fornecedor no CAGEFIMP?

• Descumprir ou cumprir parcialmente obrigação decorrente de contrato firmado com a Administração Pública Estadual;

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• Tenha praticado ato ilícito visando frustrar os objetivos de licitação no âmbito da Administração Pública Estadual;

• Tenha sofrido condenação definitiva por praticar, por meio doloso, fraude fiscal no recolhimento de qualquer tributo;

• Demonstrar não possuir idoneidade para contratar com a Administração Pública em virtude de ato ilícito praticado e;

• Estar cumprindo penalidade prevista nos incisos III ou IV do artigo 87 da Lei Federal nº. 8.666, de 21 de junho de 1993, na data de vigência do Decreto Estadual nº. 16089/11.

28 – Quais situações que caracterizam descumprimento total ou parcial de obrigações contratuais?

• Não atendimento às especificações técnicas relativas a bens, serviços ou obra prevista em contrato ou instrumento equivalente;

• Retardamento imotivado de fornecimento de bens, da execução de obra, de serviço, ou de suas parcelas;

• Paralisação de obra, de serviço ou de fornecimento de bens, sem justa causa e prévia comunicação à Administração Pública Estadual; • Entrega de mercadoria falsificada, furtada, deteriorada, danificada ou inadequada para o uso, como se verdadeira ou perfeita fosse;

• Alteração de substância, qualidade ou quantidade da mercadoria fornecida;

• Prestação de serviço de baixa qualidade;

• Não assinatura de contrato decorrente de Ata de Registro de Preços nos prazos estabelecidos em edital, frustrando ou retardando o fornecimento.

29 – Quais as conseqüências advindas da inscrição no CAGEFIMP?

• Rescisão imediata do contrato que gerou o impedimento;

• Inabilitação ou desclassificação do fornecedor do processo licitatório; • Proibição do fornecedor para participar de processos licitatórios;

• Proibição de firmar novos contratos ou convênios com a Administração Pública Estadual;

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• Avaliação da execução de outros contratos vigentes, quepoderão ser, motivadamente, rescindidos pela autoridade competente quando presentes efetivas razões de interesse público;

• Bloqueio automático para o Sistema Integrado de Administração Financeira do Estado de Rondônia – SIAFEM/RO. (Art. 30, Dec.16.089/2011).

30 – Em que hipótese o ordenador de despesas deve consultar o CAGEFIMP?

• Segundo disposto no artigo 32 do Decreto nº. 16089/11 é obrigatória a consulta prévia ao CAGEFIMP para:

• Realização de pagamentos;

• Celebração de convênios, acordos, ajustes, contratos e respectivos aditamentos, que envolvam desembolso, a qual quer título, de recursos públicos;

• Habilitação em processo licitatório.

31 – Como se dará a exclusão do fornecedor do CAGEFIMP?

• O fornecedor será excluído do CAGEFIMP nos seguintes casos:

• Expirado o prazo da suspensão, desde que cumpridas integralmente as punições impostas;

• A pedido do fornecedor declarado inidôneo, decorrido o prazo mínimo de 02 (dois) anos, desde que reabilitado pela Administração Pública Estadual, na forma que dispõe o § 3º do artigo 87 da Lei Federal nº. 8.666/93;

• Por determinação judicial.

Em caso de dúvidas, entre em contato conosco: Controladoria Geral do Estado

Av. Pinheiro Machado, 1110 - Centro 76.801-235 – Porto Velho/RO

Fone: (69) 3216-5142 Site: www.transparencia.ro.gov.br

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