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EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

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Ano CL N

o-

70

Brasília - DF, sexta-feira, 12 de abril de 2013

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html , Documento assinado digitalmente conforme MP no-2.200-2 de 24/08/2001, que institui a

Sumário

.

PÁGINA

Atos do Poder Judiciário ... 1

Presidência da República ... 2

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ... 2

Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação ... 7

Ministério da Cultura ... 7

Ministério da Defesa ... 10

Ministério da Educação ... 16

Ministério da Fazenda... 18

Ministério da Integração Nacional ... 41

Ministério da Justiça ... 41

Ministério da Previdência Social... 50

Ministério da Saúde ... 51

Ministério das Cidades... 62

Ministério das Comunicações ... 62

Ministério de Minas e Energia... 103

Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior . 111 Ministério do Esporte... 112

Ministério do Meio Ambiente ... 113

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão... 113

Ministério do Trabalho e Emprego ... 113

Ministério dos Transportes ... 123

Conselho Nacional do Ministério Público ... 124

Ministério Público da União ... 125

Tribunal de Contas da União ... 126

Poder Legislativo... 163

Poder Judiciário... 163 Entidades de Fiscalização do Exercício das Profissões Liberais . 167

Atos do Poder Judiciário

.

SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL PLENÁRIO

DECISÕES

Ação Direta de Inconstitucionalidade e Ação Declaratória de Constitucionalidade (Publicação determinada pela Lei nº 9.868, de 10.11.1999)

Julgamentos

AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE 1.542 (1) ORIGEM : ADI - 39772 - SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL PROCED. : MATO GROSSO DO SUL

R E L ATO R : MIN. LUIZ FUX

REQTE.(S) : GOVERNADOR DO ESTADO DE MATO GROS- SO DO SUL

A D V. ( A / S ) : SALOMÃO FRANCISCO AMARAL

INTDO.(A/S) : GOVERNADOR DO ESTADO DE MATO GROS- SO DO SUL

INTDO.(A/S) : ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL

Decisão: Depois dos votos dos Senhores Ministros Eros Grau (Relator), Menezes Direito, Cármen Lúcia e Ricardo Lewan- dowski, julgando i m p ro c e d e n t e a ação direta, e dos votos dos Se- nhores Ministros Marco Aurélio, Joaquim Barbosa, Carlos Britto e Celso de Mello, julgando-a p ro c e d e n t e , o julgamento foi suspenso para aguardar os votos dos demais Ministros. Ausentes, justifica- damente, a Senhora Ministra Ellen Gracie (Presidente) e os Senhores Ministros Gilmar Mendes (Vice-Presidente) e Cezar Peluso. Falou pelo requerente o Dr. Ulisses Schwarz Viana, Procurador do Estado.

Presidência do Senhor Ministro Celso de Mello (art. 37, I, do RISTF).

Plenário, 21.11.2007.

Decisão: Retirado de pauta por indicação do Relator, Mi- nistro Luiz Fux (art. 38, IV, "a", do RISTF). Ausente, justifica- damente, o Ministro Celso de Mello. Presidência do Ministro Joa- quim Barbosa. Plenário, 03.04.2013.

AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE 2.588 (2) ORIGEM : ADI - 155558 - SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL PROCED. : DISTRITO FEDERAL

R E L ATO R A : MIN. ELLEN GRACIE

REQTE.(S) : CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚS- TRIA - CNI

A D V. ( A / S ) : GUSTAVO DO AMARAL MARTINS E OUTROS INTDO.(A/S) : PRESIDENTE DA REPÚBLICA

INTDO.(A/S) : CONGRESSO NACIONAL

Decisão: Apresentado o feito em mesa, o julgamento foi adiado por indicação de Sua Excelência, a Senhora Ministra Ellen Gracie, Relatora. Presidência do Senhor Ministro Marco Aurélio. Ple- nário, 18.12.2002.

Decisão: Após o voto da Senhora Ministra Ellen Gracie, Relatora, rejeitando a preliminar de legitimidade e julgando pro- cedente, em parte, o pedido formulado na inicial para declarar a inconstitucionalidade da expressão "ou coligada", duplamente contida na cabeça do artigo 74 da Medida Provisória nº 2.158-35, de 24 de agosto de 2001, pediu vista o Senhor Ministro Nelson Jobim. Im- pedido o Senhor Ministro Gilmar Mendes. Ausente, justificadamente, o Senhor Ministro Celso de Mello. Falou pela requerente o Dr. Gus- tavo do Amaral Martins. Presidência do Senhor Ministro Marco Au- rélio. Plenário, 05.02.2003.

Decisão: Renovado o pedido de vista do Senhor Ministro Nelson Jobim, justificadamente, nos termos do § 1º do artigo 1º da Resolução nº 278, de 15 de dezembro de 2003. Presidência do Senhor Ministro Maurício Corrêa. Plenário, 28.04.2004.

Decisão: Após o voto da Senhora Ministra Ellen Gracie (Relatora), julgando procedente, em parte, a ação, e do voto do Senhor Ministro Nelson Jobim (Presidente), julgando-a improcedente para dar interpretação conforme à Constituição, nos termos de seu voto, pediu vista dos autos o Senhor Ministro Marco Aurélio. Re- novado o relatório e a sustentação. Impedido o Senhor Ministro Gilmar Mendes. Falaram, pela requerente, o Dr. Gustavo do Amaral Martins e, pela Advocacia-Geral da União, o Dr. Álvaro Augusto Ribeiro Costa, Advogado-Geral da União. Plenário, 09.12.2004.

Decisão: Renovado o pedido de vista do Senhor Ministro Marco Aurélio, justificadamente, nos termos do § 1º do artigo 1º da Resolução nº 278, de 15 de dezembro de 2003. Presidência do Senhor Ministro Nelson Jobim. Plenário, 24.02.2005.

Decisão: Após o voto-vista do Senhor Ministro Marco Au- rélio, julgando procedente a ação, no que foi acompanhado pelo Senhor Ministro Sepúlveda Pertence, pediu vista dos autos o Senhor Ministro Ricardo Lewandowski. Ausentes, justificadamente, os Se- nhores Ministros Celso de Mello e Carlos Britto. Impedido o Senhor Ministro Gilmar Mendes. Não participou da votação a Senhora Mi- nistra Cármen Lúcia por suceder ao Senhor Ministro Nelson Jobim, que proferira voto. Presidência da Senhora Ministra Ellen Gracie.

Plenário, 28.09.2006.

Decisão: Após o voto do Senhor Ministro Ricardo Lewan- dowski que, na linha dos votos dos Senhores Ministros Marco Au- rélio e Sepúlveda Pertence, julgava procedente a ação para dar in- terpretação conforme ao artigo 43, § 2º, do Código Tributário Na- cional, de forma a excluir do seu alcance qualquer interpretação que resulte no desprezo da disponibilidade econômica ou jurídica da renda para efeito de incidência do imposto, e declarava a inconstitucio- nalidade do artigo 74, seu parágrafo único, da Medida Provisória nº 2.158, e do voto do Senhor Ministro Eros Grau que, acompanhando a linha do voto do Senhor Ministro Nelson Jobim, julgava impro- cedente a ação, também para dar interpretação conforme à Cons- tituição, pediu vista dos autos o Senhor Ministro Carlos Britto. Au-

sentes, justificadamente, a Senhora Ministra Cármen Lúcia e, neste julgamento, o Senhor Ministro Joaquim Barbosa. Presidência da Se- nhora Ministra Ellen Gracie. Plenário, 25.10.2007.

Decisão: Após o voto-vista do Senhor Ministro Ayres Britto, julgando improcedente a ação direta para dar interpretação conforme ao artigo 74 da Medida Provisória nº 2.158-35/2001, no que foi acompanhado pelo Senhor Ministro Cezar Peluso (Presidente), e o voto do Senhor Ministro Celso de Mello, julgando-a procedente para dar interpretação conforme ao § 2º do artigo 43 do Código Tributário Nacional, o julgamento foi suspenso para colher o voto do Senhor Ministro Joaquim Barbosa, licenciado. Impedido o Senhor Ministro Gilmar Mendes. Plenário, 17.08.2011.

Decisão: Após o voto-vista do Ministro Joaquim Barbosa (Presidente), julgando parcialmente procedente a ação direta para dar interpretação conforme a Constituição ao art. 74 da Medida Pro- visória nº 2.158, de modo a limitar a sua aplicação à tributação das pessoas jurídicas sediadas no Brasil cujas coligadas ou controladas no exterior estejam localizadas em países de tributação favorecida, ou seja, países desprovidos de controles societários e fiscais adequados, normalmente conhecidos como "paraísos fiscais", o julgamento foi suspenso. Impedido o Ministro Gilmar Mendes. Não participam da votação os Ministros Teori Zavascki, Rosa Weber, Luiz Fux, Dias Toffoli e Cármen Lúcia, por sucederem a ministros que já proferiram votos em assentadas anteriores. Ausente, justificadamente, o Ministro Celso de Mello. Plenário, 03.04.2013.

Acórdãos

MEDIDA CAUTELAR NA AÇÃO DIRETA DE INCONS-

TITUCIONALIDADE 2.608 (3)

ORIGEM : ADI - 15900 - SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL PROCED. : DISTRITO FEDERAL

R E L ATO R : MIN. CELSO DE MELLO

REQTE. : ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS BRASI- LEIROS - AMB

ADVDOS. : ANA FRAZÃO E OUTROS

REQDO. : TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO REQDO. : CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO

TRABALHO

Decisão: O Tribunal, por unanimidade de votos, rejeitou a preliminar de ilegitimidade ativa da Associação dos Magistrados Bra- sileiros - AMB, e, também por unanimidade, não conheceu da ação, no tocante à Resolução Administrativa/TST nº 734, de 21 de se- tembro de 2000. Votou o Presidente, o Senhor Ministro Marco Au- rélio. Em seguida, após o voto do Relator, o Senhor Ministro Celso de Mello, deferindo a liminar para suspender, com eficácia desde a edição, a Resolução Administrativa/TST nº 724, de 24 de agosto de 2000, estendendo, ainda, por via de arrastamento, essa mesma efi- cácia suspensiva, às Resoluções Administrativas/TST nº 733, de 11 de setembro de 2000, e nº 739, de 05 de outubro de 2000, e, também, à Resolução CSJT nº 3, de 25 de outubro de 2000, pediu vista o Senhor Ministro Gilmar Mendes. Falou pela requerente o Dr. Alberto Pavie Ribeiro. Ausentes, justificadamente, os Senhores Ministros Moreira Alves, Ilmar Galvão e a Senhora Ministra Ellen Gracie. Plenário, 19.09.2002.

Decisão: O Tribunal declarou extinto o processo, sem apre- ciação do mérito, ante a perda de objeto pela revogação superveniente do ato atacado. Votou o Presidente, o Senhor Ministro Marco Aurélio.

Decisão unânime. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Se- nhor Ministro Maurício Corrêa. Plenário, 23.10.2002.

E M E N T A: AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIO- NALIDADE - TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO - RE- SOLUÇÕES ADMINISTRATIVAS - INSTITUIÇÃO DO CON- SELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO, DA COMIS- SÃO DE ÉTICA E DE OUTROS ÓRGÃOS - PRINCÍPIO DA RESERVA DE CONSTITUIÇÃO E POSTULADO DA RESER- VA DE LEI - A QUESTÃO DA AUTONOMIA INSTITUCIO- NAL DOS TRIBUNAIS JUDICIÁRIOS - M AT É R I A S QUE FO- RAM APRECIADAS PELO RELATOR DA CAUSA, EM VOTO QUE DEFERIA, COM EFICÁCIA "EX TUNC", A SUSPENSÃO CAUTELAR DAS RESOLUÇÕES IMPUGNADAS - R E VO G A - ÇÃO ULTERIOR, NO ENTANTO, DOS ATOS ESTATAIS IM- PUGNADOS, N O TA D A M E N T E DA RESOLUÇÃONº 724/2000, CUJA EXISTÊNCIA CONSTITUÍA VERDADEIRO SUPOSTO CAUSAL DAS DEMAIS RESOLUÇÕES - PERDA S U P E RV E - NIENTE DE OBJETO - AÇÃO DIRETA PREJUDICADA.

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Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html , Documento assinado digitalmente conforme MP no-2.200-2 de 24/08/2001, que institui a

COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS

- A revogação superveniente dos atos estatais impugnados em sede de controle abstrato p re j u d i c a a ação direta de incons- titucionalidade, especialmente se a cessação ulterior de eficácia atin- ge ato (a Resolução/TST nº 724/2000, no caso) cuja existência representa inquestionável suposto causal justificador da própria edi- ção das demais espécies normativas. P re c e d e n t e s .

- Na hipótese de superveniente revogação normativa, re - vela-se i n d i f e re n t e , para o fim de reconhecimento da prejudicialidade da ação direta, a ocorrência de efeitos residuais concretos decor- re n t e s do ato estatal revogado. P re c e d e n t e s .

Secretaria Judiciária

PATRÍCIA PEREIRA DE MOURA MARTINS Secretária

Presidência da República

.

DESPACHOS DA PRESIDENTA DA REPÚBLICA

MENSAGEM

No-150, de 10 de abril de 2013. Encaminhamento ao Supremo Tri- bunal Federal de informações para instruir o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 4841.

CASA CIVIL

INSTITUTO NACIONAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

DESPACHO DO DIRETOR-PRESIDENTE Em 11 de abril de 2013

Entidade: AR CORREIOS, vinculada à SERASA CD e AC SERASA RFB Processos nos: 00100.000029/2003-14 e 00100.000313/2003-91

Acolhe-se as Notas nos 165/2013-HCL/PFE/ITI e 160/2013- DSB/PFE/ITI, que opinam pelo deferimento dos pedidos de des- credenciamento da AR CORREIOS, vinculada à SERASA CD e AC SERASA RFB, na localização citada abaixo.

AR Endereço da Instalação Técnica CORREIOS SBN, Quadra 01, Conjunto 03, Bloco A - Edifício

Sede ECT, Asa Norte, Brasília-DF

RENATO DA SILVEIRA MARTINI

SECRETARIA DE PORTOS

PORTARIA No-52, DE 11 DE ABRIL DE 2013 Dispõe sobre o uso do Sistema de Infor- mação Concentrador de Dados Portuários do Projeto Porto Sem Papel para as au- torizações de atracação, operação e desa- tracação de embarcações, no porto organi- zado de Manaus.

O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DA SECRETARIA DE PORTOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso I da Constituição da República c/c art. 6º, parágrafo único da Lei nº 11.518, de 5 de setembro de 2007, em conformidade aos Acordos de Cooperação celebrados entre a Secretaria de Portos da Presidência da República e a Secretaria da Receita Federal do Brasil; a Agência Nacional de Vigilância Sanitária; o Ministério da Agricultura, Pe- cuária e Abastecimento; o Departamento de Polícia Federal; e o Comando da Marinha do Brasil; e tendo em vista a necessidade de disciplinar o fornecimento das informações para as autorizações de atracação, operação e desatracação de embarcações, pelos armadores e seus representantes, resolve:

Art. 1º Estabelecer que as solicitações de autorização para a atracação, operação e desatracação de embarcações no porto orga- nizado de Manaus serão fornecidas, pelos armadores ou seus pre- postos, ao Sistema de Informação Concentrador de Dados Portuários do Projeto Porto Sem Papel, doravante denominado "SISTEMA".

Art. 2º As informações referidas no art. 1º serão dispo- nibilizadas automaticamente pelo "SISTEMA" às autoridades por- tuária, aduaneira, marítima, sanitária, de saúde e de polícia marítima e outras autoridades intervenientes no processo portuário que venham a aderir o uso do "SISTEMA", por meio de Termo de Adesão.

Art. 3º As autoridades referidas no art. 2º deverão utilizar o

"SISTEMA" para a realização das ações de fornecimento das anuên- cias para autorização de atracação, operação e desatracação de em- barcações, devendo ser obedecido o prazo limite para a migração definitiva dos procedimentos até 14 de maio de 2013, no porto or- ganizado de Manaus.

Art. 4º Os procedimentos para o fornecimento das infor- mações, anuências e contingências estarão disponibilizadas no en- dereço eletrônico: www.portosempapel.gov.br.

Art. 5º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

LEÔNIDAS CRISTINO

AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES A Q U AV I Á R I O S

RETIFICAÇÃO

Na Resolução nº 2857-ANTAQ, de 4 de abril de 2013, pu- blicada no DOU de 5 de abril de 2013, Seção 1, página 19, onde se lê: "art. 2º Declarou a extinção, do Contrato nº 008/93,..." leia-se "art.

2º Declarar a extinção, do Contrato nº 008/93,...".

SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS

PORTARIA No-9, DE 11 DE ABRIL DE 2013 Institui o IV Prêmio Marechal-do-Ar Ca- simiro Montenegro Filho

O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS DA PRESIDÊNCIA DA RE- PÚBLICA, interino, no uso de suas atribuições, resolve:

Art. 1° Fica instituído o IV Prêmio Marechal-do-Ar Casimiro Montenegro Filho, com a finalidade de estimular a produção de estudos e pesquisas voltados para o desenvolvimento científico e tecnológico estratégicos, bem como para o fortalecimento da Indústria Nacional de Defesa e dos setores aeroespacial, cibernético e nuclear, conforme regulamento publicado nos sítios eletrônicos da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (www.sae.gov.br) e da Escola Nacional de Administração Fazendária ( w w w. e s a f . g o v. b r ) .

Art. 2° Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

MARCELO CORTES NERI

SECRETARIA DE AVIAÇÃO CIVIL AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL

RESOLUÇÃO No-271, DE 9 DE ABRIL DE 2013 Aprova condição especial para o avião EMB-550, aplicável à parada súbita de mo- tor e APU.

A DIRETORIA DA AGÊNCIA NACIONAL DE AVIA- ÇÃO CIVIL - ANAC, no exercício da competência que lhe foi outorgada pelo art. 11, inciso V, da Lei nº 11.182, de 27 de setembro de 2005, tendo em vista o disposto no art. 8º, incisos X e XLVI, da mencionada Lei, e considerando o que consta do processo nº 60800.097840/2011-54, deliberado e aprovado na Reunião Delibe- rativa da Diretoria realizada em 9 de abril de 2013, resolve:

Art. 1º Aprovar, nos termos do Anexo desta Resolução, a condição especial CE/SC 25-003, intitulada "Condição Especial Apli- cável à Parada Súbita de Motor e APU", para fins de modificação do projeto de tipo do avião Embraer EMB-550.

Parágrafo único. A condição especial de que trata este artigo encontra-se publicada no Boletim de Pessoal e Serviço - BPS desta Agência (endereço eletrônico www.anac.gov.br/transparencia/bps.asp) e igualmente disponível em sua página "Legislação" (endereço ele- trônico www.anac.gov.br/legislacao), na rede mundial de computa- dores.

Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

MARCELO PACHECO DOS GUARANYS Diretor-Presidente

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

.

SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA

INSTRUÇÃO NORMATIVA No-10, DE 11 DE ABRIL DE 2013 O SECRETÁRIO SUBSTITUTO DE DEFESA AGROPE- CUÁRIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso das atribuições que lhe conferem os arts.

10 e 42 do Anexo I do Decreto nº 7.127, de 4 de março de 2010, tendo em vista o disposto no Decreto nº 5.741, de 30 de março de 2006, no Decreto nº 24.548, de 3 de julho de 1934, na Instrução Normativa nº 56, de 4 de dezembro de 2007, na Portaria nº 193, de 19 de setembro de 1994, e o que consta do Processo nº 21000.002155/2013-83, resolve:

Art. 1º Definir o programa de gestão de risco diferenciado, baseado em vigilância epidemiológica e adoção de vacinas, para os estabelecimentos avícolas considerados de maior susceptibilidade à introdução e disseminação de agentes patogênicos no plantel avícola nacional e para estabelecimentos avícolas que exerçam atividades que necessitam de maior rigor sanitário, sendo os seguintes:

I - estabelecimentos avícolas de corte e de postura comercial não adequados aos procedimentos de registro, de acordo com le- gislação vigente;

II - estabelecimentos avícolas de postura comercial com gal- pões do tipo californiano, clássico ou modificado;

III - estabelecimentos avícolas de recria de aves de postura não adequados aos procedimentos de registro, de acordo com a le- gislação vigente, que fazem alojamento das aves para sua própria utilização, podendo a fase de produção ser realizada na mesma pro- priedade ou em outra, porém do mesmo proprietário e que as aves não sofram trânsito interestadual;

IV - estabelecimentos avícolas de criação de outras aves, à exceção de ratitas, não adequados aos procedimentos de registro, de acordo com a legislação vigente, destinados à produção de carne e ovos para consumo ou ovos férteis e aves vivas que possam ser destinadas ao consumo humano;

V - estabelecimentos avícolas que enviam aves para locais com aglomerações de aves, como feiras, exposições, leilões, entre outros; e

VI - estabelecimentos avícolas que enviam aves e ovos fér- teis para estabelecimentos de venda de aves vivas.

Art. 2º Os estabelecimentos avícolas descritos nos incisos I, II, III e IV do art. 1º desta Instrução Normativa devem ser submetidos à vigilância epidemiológica dos seus plantéis avícolas para Salmo- nella Enteritidis e Salmonella Typhimurium, com colheitas de amos- tras para a realização de testes laboratoriais.

Art. 3º Os estabelecimentos avícolas de postura comercial descritos nos incisos I, II e III do art. 1º desta Instrução Normativa devem manter alojadas somente aves vacinadas, com vacinas vivas, para Salmonella Enteritidis.

§ 1º Incluem-se na exigência do caput deste artigo os es- tabelecimentos avícolas que alojam codornas ou outras espécies de aves que produzem ovos para consumo humano.

§ 2º A vacinação deve ser aplicada no incubatório ou na fase de recria das aves (antes do início da produção), e o esquema de vacinação deve seguir a recomendação do fabricante da vacina.

(3)

ISSN 1677-7042

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html , Documento assinado digitalmente conforme MP no-2.200-2 de 24/08/2001, que institui a

1

§ 3º Os estabelecimentos avícolas de postura comercial que realizam a fase de produção de ovos devem receber aves já va- cinadas.

Art. 4º Os estabelecimentos avícolas descritos nos incisos V e VI do art. 1º desta Instrução Normativa devem ser submetidos à vigilância epidemiológica dos seus plantéis avícolas para Salmonella Enteritidis, Salmonella Typhimurium, Salmonella Gallinarum e Sal- monella Pullorum, com colheitas de amostras para a realização de testes laboratoriais, e devem manter alojadas somente aves vacinadas para a doença de Newcastle.

Parágrafo único. Excluem-se dessa exigência as aves de um dia provenientes de granjas de reprodução certificadas como livres para estes agentes patogênicos e vacinadas para a doença de Newcas- tle.

Art. 5º As vacinas de Salmonella Enteritidis e doença de Newcastle devem ser registradas no Ministério da Agricultura, Pe- cuária e Abastecimento - MAPA e utilizadas somente as espécies de aves para as quais as vacinas tenham recomendação e indicação de uso pelo fabricante.

Art. 6º Para fins desta Instrução Normativa, entende-se:

I - aves de produção: quaisquer espécies de aves destinadas à produção de carne e ovos para consumo ou ovos férteis e aves vivas que possam ser destinadas ao consumo humano;

II - sacrifício sanitário: finalidade de uso exclusivo do ser- viço veterinário oficial, com o objetivo de saneamento de estabe- lecimentos após confirmação da ocorrência de doença, que consiste no abate dos animais com aproveitamento condicional das carcaças e vísceras, em estabelecimento de abate sob inspeção oficial previa- mente autorizado; e

III - destruição: finalidade de uso exclusivo do serviço ve- terinário oficial, com o objetivo de saneamento de estabelecimentos após confirmação da ocorrência de doença, que consiste no abate dos animais seguido da destruição das carcaças e ovos, em local indicado pelo serviço veterinário oficial.

CAPÍTULO I

DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 7º Para fins de vigilância epidemiológica para Salmo- nella spp., os estabelecimentos avícolas de que trata esta Instrução Normativa serão submetidos a colheitas regulares de amostras para a realização de testes bacteriológicos de isolamento e tipificação.

Art. 8º Além das colheitas regulares nos estabelecimentos avícolas sob vigilância epidemiológica, o serviço veterinário oficial pode determinar a realização de colheitas aleatórias, bem como o aumento do número de amostras a serem colhidas e o número de aviários a serem amostrados para Salmonella spp., em função das medidas de biosseguridade adotadas, tamanho dos lotes alojados, ocorrência de casos suspeitos ou positivos na região ou no próprio estabelecimento, investigações epidemiológicas, ou em função de ou- tras condições epidemiológicas pertinentes.

Parágrafo único. As colheitas aleatórias podem ser realizadas a qualquer tempo, podendo atender ou não aos cronogramas de co- lheitas regulares dos estabelecimentos avícolas.

Art. 9º As colheitas de amostras regulares ou aleatórias de- vem ser realizadas sob responsabilidade do médico veterinário oficial ou do médico veterinário que realiza o controle sanitário do es- tabelecimento avícola, sob fiscalização ou supervisão oficial.

Art. 10. Os testes laboratoriais para Salmonella spp. devem ser realizados nos laboratórios oficiais ou credenciados da Rede Na- cional de Laboratórios Agropecuários do Sistema Unificado de Aten- ção à Sanidade Agropecuária, e os resultados devem ser emitidos em formulário padronizado pelo MAPA.

§ 1º As amostras podem ser destinadas aos laboratórios ofi- ciais, desde que enviadas por médico veterinário oficial.

§ 2º O envio do material das colheitas regulares ou aleatórias deve ser encaminhado a qualquer um dos laboratórios, a critério do serviço veterinário oficial.

Art. 11. O número de núcleos e de galpões a serem amos- trados deve ser definido de acordo com os seguintes critérios:

I - quando os estabelecimentos avícolas possuírem mais de um núcleo alojado no momento da colheita de amostras, todos estes núcleos devem ser amostrados;

II - quando os estabelecimentos avícolas possuírem núcleos com vários galpões, deve ser realizada a colheita em uma amostragem representativa dos galpões de cada núcleo, conforme tabela abaixo:

Número de galpões no núcleo Número de galpões a serem monitorados

1 a 3 todos

4 3

5 a 10 4

11 em diante 5

III - os galpões a serem monitorados devem ser escolhidos priorizando-se aqueles com aves que apresentem sinais clínicos com- patíveis com salmoneloses, índices zootécnicos abaixo do esperado, aves submetidas a situações ou períodos de estresse, dentre outros fatores que favoreçam a detecção do agente patogênico;

IV - não devem ser amostradas aves que tenham recebido vacinas vivas para Salmonella Enteritidis nos últimos 60 (sessenta) dias.

Art. 12. Após serem colhidas, as amostras devem ser ar- mazenadas refrigeradas e enviadas ao laboratório em, no máximo, 48 (quarenta e oito) horas, mantidas refrigeradas durante todo o trans- porte.

Art. 13. Todas as amostras colhidas devem ser processadas segundo metodologia para diagnóstico e tipificação de Salmonella spp., de acordo com legislação vigente.

Art. 14. No momento da colheita das amostras, as aves não devem estar sob efeito de agentes antimicrobianos para bactérias gram negativas.

Art. 15. As amostras colhidas devem ser enviadas com lacres invioláveis e numerados ao laboratório.

Art. 16. Os custos referentes à colheita de amostras, re- gulares ou aleatórias, ao envio dessas amostras e ao seu proces- samento são de responsabilidade do estabelecimento avícola.

CAPÍTULO II

DA VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA NOS ESTABELE- CIMENTOS AVÍCOLAS DESCRITOS NOS INCISOS I, II, III E IV DO ART. 1º

Art. 17. As colheitas de amostras para o diagnóstico la- boratorial devem ser realizadas a cada 4 (quatro) meses.

Art. 18. Para estabelecimentos avícolas de corte, os testes laboratoriais previstos no art. 19 desta Instrução Normativa devem ser realizados o mais próximo possível da data do abate, de modo que seus resultados sejam conhecidos antes das aves serem enviadas para o abate.

Art. 19. As amostras a serem colhidas por galpão do núcleo obedecerão ao seguinte:

I - 300 (trezentos) gramas de fezes frescas, preferencialmente cecais, colhidas em diferentes pontos distribuídos ao longo do galpão, reunidas em uma única amostra; ou

II - 4 (quatro) suabes de arrasto ou 2 (dois) pares de propés, agrupados em 1 (um) pool, umedecidos com meio de conservação, sendo que cada suabe ou par de propés deve perfazer 50% (cinquenta por cento) da superfície do galpão;

Parágrafo único. De acordo com as amostras colhidas nos incisos I e II deste artigo, deve ser realizado 1 (um) teste bac- teriológico por galpão incluído na amostragem do núcleo.

Art. 20. Para a colheita de amostras, os suabes de arrasto e propés devem ser previamente umedecidos com meios de conser- vação, sendo:

I - água peptonada tambonada 1%;

II - meio de Cary & Blair;

III - solução fisiológica; ou IV - solução de ringer ¼.

CAPÍTULO III

DA VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA

NOS ESTABELECIMENTOS AVÍCOLAS DESCRITOS NOS INCISOS V e VI DO ART. 1º

Art. 21. Os estabelecimentos avícolas descritos nos incisos V e VI do art. 1º desta Instrução Normativa devem ser certificados como livres de Salmonella Enteritidis, Salmonella Typhimurium, Sal- monella Gallinarum e Salmonella Pullorum pelo Programa Nacional de Sanidade Avícola - PNSA, conforme legislação vigente, ou apre- sentarem resultados negativos em testes para esses agentes.

Art. 22. As colheitas de amostras para o diagnóstico la- boratorial serão realizadas a cada lote de aves enviado ao local com aglomeração de aves ou estabelecimento de venda de aves vivas, de modo que os testes laboratoriais previstos no art. 23 desta Instrução Normativa sejam realizados o mais próximo possível da data de movimentação das aves, e seus resultados sejam conhecidos antes das aves serem movimentadas.

Parágrafo único. Para os estabelecimentos avícolas que en- caminham aves frequentemente aos locais com aglomerações de aves ou estabelecimentos de venda de aves vivas, a colheita de material para diagnóstico laboratorial poderá ser realizada no núcleo a cada 4 (quatro) meses.

Art. 23. As amostras a serem colhidas por galpão do núcleo, para a vigilância epidemiológica de estabelecimentos avícolas não certificados pelo PNSA, obedecerão ao seguinte:

I - 300 (trezentos) gramas de fezes frescas, preferencialmente cecais, colhidas em diferentes pontos distribuídos ao longo do galpão, divididas em duas amostras de 150 (cento e cinquenta) gramas em cada; ou

II - 4 (quatro) suabes de arrasto ou 2 (dois) pares de propés, divididos em 2 (dois) pools, contendo 2 (dois) suabes de arrasto ou 1 (um) par de propé em cada, umedecidos com meio de conservação, sendo que cada suabe ou par de propés deve perfazer 50% (cinquenta por cento) da superfície do galpão.

Parágrafo único. De acordo com as amostras colhidas nos incisos I e II deste artigo, devem ser realizados 2 (dois) testes bac- teriológicos para os galpões incluídos na amostragem do núcleo.

Art. 24. Para a colheita de amostras, os suabes de arrasto e propés devem ser previamente umedecidos com meios de conser- vação, conforme descrito no art. 20 desta Instrução Normativa.

Art. 25. Para núcleos com aves que apresentem sinais clí- nicos compatíveis com Salmonella Gallinarum e Salmonella Pullo- rum, devem ser colhidos imediatamente órgãos de 5 (cinco) aves doentes, sendo: 1 pool de 5 (cinco) fígados e 5 (baços), 1 (um) pool de 5 cecos com tonsilas cecais e 1 (um) pool de ovários (quando houver) por galpão onde houver aves doentes.

Art. 26. O envio das demais aves, não classificadas como aves de produção, para locais com aglomerações de aves e esta- belecimentos comercias de venda de aves vivas, deve ser permitido somente quando acompanhadas de Guia de Trânsito Animal - GTA e de laudo de inspeção sanitária emitido por médico veterinário, sem prejuízo das demais exigências legais.

CAPÍTULO IV

DA INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS E ADOÇÃO DE MEDIDAS DE CONTROLE SANITÁRIO PARA NÚCLEOS POSITIVOS PARA Salmonella Enteritidis, Salmonella Typhimurium, Salmonella Gallinarum ou Salmonella Pullorum

Art. 27. Os diagnósticos positivos para os agentes etiológicos de trata este Capítulo devem ser encaminhados imediatamente pelo laboratório ao serviço veterinário estadual e ao Serviço de Saúde Animal da Superintendência Federal da Agricultura - SFA, onde se localiza o estabelecimento, em formulário padronizado pelo MAPA.

Parágrafo único. Para núcleos de postura comercial ou que alojam quaisquer aves criadas para a produção de ovos para consumo, os diagnósticos positivos também devem ser encaminhados imedia-

tamente pelo laboratório ao serviço de inspeção de produtos de ori- gem animal da SFA.

Art. 28. Para a interpretação dos resultados dos testes la- boratoriais para pesquisa de Salmonella spp., um núcleo é consi- derado positivo para os agentes etiológicos de que trata este Capítulo quando pelo menos 1 (um) teste apresentar diagnóstico positivo para esses agentes.

Art. 29. O médico veterinário que realiza o controle sanitário do estabelecimento avícola deve relatar os diagnósticos positivos nos informes mensais de ocorrência de doenças das aves e vacinação, entregues ao serviço veterinário oficial.

Art. 30. Para núcleos positivos, a cama e o esterco de todo o núcleo devem ser tratados com metodologia capaz de inativar Sal- monella spp.

Parágrafo único. A realização do tratamento da cama e do esterco deve ser comprovada pelo médico veterinário que realiza o controle sanitário do estabelecimento avícola ao serviço veterinário estadual.

Art. 31. O trânsito das aves provenientes de núcleos po- sitivos deve atender às seguintes condições:

I - para as aves de corte e de postura comercial, a finalidade do trânsito deve ser realizada exclusivamente para sacrifício sanitário ou destruição, imediatamente ou ao final do ciclo produtivo das aves, com exceção das aves de recria de postura provenientes dos es- tabelecimentos avícolas descritos no inciso III do art. 1º desta Ins- trução Normativa;

II - emissão de Guia de Trânsito Animal - GTA oficial;

III - para o trânsito interestadual, o serviço veterinário es- tadual da Unidade Federativa de destino deve emitir prévia auto- rização para o recebimento das aves.

Art. 32. Os seguintes procedimentos devem ser adotados nos abatedouros para o abate das aves provenientes de núcleos posi- tivos:

I - abate mediato ao final do dia, sendo o último lote a ser abatido antes do processo de higienização;

II - desinfecção da linha de abate e equipamentos após o abate das aves;

III - restrição de comercialização dos produtos oriundos do abate das aves, de acordo com exigências de mercado;

IV - diminuição da velocidade de abate para melhor ava- liação das carcaças, a critério do serviço de inspeção oficial; e

V - adoção de demais exigências previstas pelo serviço de inspeção oficial e normas vigentes de inspeção de produtos de origem animal.

Art. 33. O núcleo positivo deve permanecer sob as medidas de controle sanitário previstas nos arts. 30, 31 e 32 desta Instrução Normativa, até a obtenção de retestes consecutivos com resultados negativos.

§ 1º Para núcleos que alojam aves de corte, deve ser rea- lizado 1 (um) reteste no lote seguinte de aves alojadas.

§ 2º Para núcleos que alojam aves de postura comercial, ou quaisquer aves criadas para a produção de ovos para consumo, devem ser realizados retestes de acordo com os seguintes critérios:

I - para núcleos com idade única:

a) deve ser realizado 1 (um) reteste no lote seguinte de aves alojadas; ou

b) devem ser realizados 2 (dois) retestes no lote de aves que apresentou resultado positivo, caso as aves permaneçam alojadas no núcleo, com intervalo mínimo de 8 (oito) dias entre as colheitas de amostras;

II - para núcleos com mais de um galpão com idades múl- tiplas, devem ser realizados 2 (dois) retestes, com intervalo mínimo de 8 (oito) dias entre as colheitas de amostras;

III - os retestes devem seguir as mesmas metodologias das colheitas regulares de amostras descritas nos Capítulos II e III, con- forme o caso.

Art. 34. Caso seja administrada antibioticoterapia nas aves alojadas, devem ser adotados os seguintes procedimentos:

I - quando for necessária a realização de 2 (dois) retestes, conforme critérios definidos no art. 33 desta Instrução Normativa, o 1º (primeiro) reteste deve ser realizado após o final do período de carência do princípio ativo utilizado;

II - o médico veterinário que realiza o controle sanitário do estabelecimento avícola deve manter registros demonstrando as datas inicial e final do tratamento, princípio ativo utilizado e toda a iden- tificação do produto utilizado, para fins de verificação do serviço veterinário oficial quando necessário.

CAPÍTULO V

DISPOSIÇÕES GERAIS SOBRE O TRÂNSITO DAS AV E S

Art. 35. Nas Guias de Trânsito Animal - GTAs de mo- vimentação das aves de postura comercial vacinadas para Salmonella Enteritidis e de movimentação das aves vacinadas para doença de Newcastle, deve estar descrita a utilização dessas vacinas, conforme o caso.

Art. 36. Quando as aves provenientes de núcleos que rea- lizaram a vigilância epidemiológica para Salmonella spp. forem en- viadas para abate, devem constar no Boletim Sanitário de abate des- sas aves as informações referentes aos testes laboratoriais realizados, sendo as seguintes:

(4)

Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html , Documento assinado digitalmente conforme MP no-2.200-2 de 24/08/2001, que institui a

COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS

I - número do laudo laboratorial;

II - identificação do laboratório que realizou os testes;

III - datas da colheita de amostras e da emissão do resultado; e IV - resultados dos testes.

§ 1º Para as aves abatidas no período de intervalo entre colheitas e que não foram amostradas, devem constar no Boletim Sanitário as informações descritas nos incisos I a IV deste artigo, referentes à última colheita realizada no mesmo núcleo, além da data prevista para a próxima colheita de amostras.

§ 2º Quando as aves provenientes de núcleos que realizaram a vigilância epidemiológica para Salmonella spp. forem enviadas aos locais de aglomerações de aves ou estabelecimentos de venda de aves vivas, deve constar na Guia de Trânsito Animal - GTA de mo- vimentação dessas aves as mesmas informações que constam nos incisos I a IV deste artigo.

Art. 37. Para estabelecimentos registrados, de acordo com a legislação vigente, e que enviam aves a locais de aglomerações de aves ou estabelecimentos de venda de aves vivas, deve constar na GTA o número de registro do estabelecimento.

CAPÍTULO VI DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 38. Cabe ao médico veterinário que realiza o controle sanitário do estabelecimento avícola comprovar, junto ao serviço ve- terinário estadual, os seguintes procedimentos:

I - a execução da vigilância epidemiológica prevista nesta Instrução Normativa, mediante apresentação da programação das co- lheitas previstas e realizadas e seus resultados, entre outros docu- mentos;

II - a execução das vacinações previstas nesta Instrução Nor- mativa, mediante apresentação de nota fiscal de compra das vacinas, planilhas de controle de uso de vacinas, entre outros documentos.

Art. 39. Para controle do serviço veterinário oficial, os es- tabelecimentos de venda de aves vivas deve:

I - ser cadastrado no serviço veterinário estadual; e II - manter os seguintes documentos, disponíveis para fis- calização, sempre que solicitado:

a) livro de registro contendo informações sobre a origem e destino das aves; e

b) descrição das medidas sanitárias adotadas para o alojamento das aves e o destino dos dejetos e de carcaças.

Art. 40. O Serviço de Saúde Animal da SFA e os serviços veterinários estaduais em que se localiza o estabelecimento avícola são os organismos responsáveis, na sua área de atuação e com- petência, pela definição das medidas apropriadas para a solução dos problemas de natureza sanitária, observando o estabelecido na le- gislação vigente.

Art. 41. As dúvidas suscitadas na aplicação desta Instrução Normativa serão dirimidas pelo Departamento de Saúde Animal - DSA.

Art. 42. Esta Instrução Normativa entra em vigor 60 (ses- senta) dias após a data de sua publicação.

Art. 43. Ficam revogados os arts. 12 e 14 da Instrução Normativa nº 17, de 7 de abril de 2006.

Art. 44. A reprodução integral da Instrução Normativa nº 17, de 7 de abril de 2006, consolidada com as suas alterações, será republicada no Diário Oficial da União.

RICARDO DA CUNHA CAVALCANTI JÚNIOR

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO E COOPERATIVISMO

SERVIÇO NACIONAL DE PROTEÇÃO DE CULTIVARES

ATO No-5, DE 10 DE ABRIL DE 2013

Em cumprimento ao disposto no § 2°, do art. 4º, da Lei n°

9.456, de 25 de abril de 1997, e no inciso III, do art. 3°, do Decreto nº 2.366, de 5 de novembro de 1997, e o que consta do Processo nº 21000.002791/2012-24, o Serviço Nacional de Proteção de Cultivares divulga, para fins de proteção de cultivares de orquídea dos gêneros Oncidium (Oncidium Sw.), Oncidesa (xOncidesa Hort.(Oncidium Sw.

x Gomesa R.B.)), Ionocidium (xIonocidium Hort. (Oncidium Sw. x Ionopsis Kunth.)) e Zelenkocidium (xzelenkocidium J.M.H. Shaw (Oncidium Sw. x Zelenkoa M.W. Chase & N.H.Williams)), os des- critores mínimos definidos na forma do Anexo I. O formulário estará disponível aos interessados pela internet no endereço:

h t t p : / / w w w. a g r i c u l t u r a . g o v. b r / v e g e t a l / r e g i s t r o s - a u t o r i z a c o e s / p r o tecao- cultivares/formularios-protecao-cultivares>ornamentais.

FABRÍCIO SANTANA SANTOS Coordenador do Serviço ANEXO I

INSTRUÇÕES PARA A EXECUÇÃO DOS ENSAIOS DE DISTINGUIBILIDADE, HOMOGENEIDADE E ESTABILIDADE DE CULTIVARES DE ORQUÍDEAS DOS GÊNEROS ONCIDIUM (Oncidium Sw.), ONCIDESA (xOncidesa Hort.(Oncidium Sw. x Go- mesa R.B.)), IONOCIDIUM (xIonocidium Hort. (Oncidium Sw. x Ionopsis Kunth.)) E ZELENKOCIDIUM (xzelenkocidium J.M.H.

Shaw (Oncidium Sw. x Zelenkoa M.W. Chase & N.H.Williams)).

I. OBJETIVO

Estas instruções visam estabelecer diretrizes para as ava- liações de distinguibilidade, homogeneidade e estabilidade (DHE) uniformizando o procedimento técnico de comprovação de que a cultivar apresentada é distinta de outra(s) cujos descritores sejam conhecidos, que seja homogênea quanto às suas características em cada ciclo reprodutivo e estável quanto à repetição das mesmas ca-

racterísticas ao longo de gerações sucessivas. Aplicam-se às cul- tivares de orquídea dos gêneros Oncidium (Oncidium Sw.), Oncidesa (xOncidesa Hort.(Oncidium Sw. x Gomesa R.B.)), Ionocidium (xIo- nocidium Hort. (Oncidium Sw. x Ionopsis Kunth.)) e Zelenkocidium (xzelenkocidium J.M.H. Shaw (Oncidium Sw. x Zelenkoa M.W. Cha- se & N.H.Williams)).

II. AMOSTRA VIVA

1. Para atender ao disposto no art. 22 e seu parágrafo único, da Lei nº 9.456 de 25 de abril de 1997, o requerente do pedido de proteção obrigar-se-á a disponibilizar ao Serviço Nacional de Pro- teção de Cultivares - SNPC, no mínimo, nove plantas jovens com uma inflorescência em desenvolvimento que ainda não tenha flo- rescido.

2. As plantas devem estar vigorosas e em boas condições sanitárias.

3. A amostra não poderá sofrer nenhum tipo de tratamento que possa influenciar na manifestação de características da cultivar que sejam relevantes para o exame de DHE, salvo em casos especiais devidamente justificados. Nesse caso, o tratamento deverá ser de- talhadamente descrito.

4. Amostras vivas de cultivares estrangeiras deverão ser mantidas no Brasil.

5. A amostra deverá ser disponibilizada ao SNPC após a obtenção do Certificado de Proteção. Entretanto, sempre que durante a análise do pedido for necessária a apresentação da amostra para confirmação de informações, o solicitante deverá disponibilizá-la.

III. EXECUÇÃO DOS ENSAIOS DE DISTINGUIBILIDA- DE, HOMOGENEIDADE E ESTABILIDADE - DHE

1. Os ensaios deverão ser realizados por, no mínimo, um ciclo de crescimento. Caso a Distinguibilidade, a Homogeneidade e a Estabilidade não possam ser comprovadas em um ciclo, os testes deverão ser estendidos por mais um ciclo de crescimento.

2. Os ensaios deverão ser conduzidos em um único local.

Caso neste local não seja possível a visualização de todas as ca- racterísticas da cultivar, a mesma poderá ser avaliada em um local adicional.

3. Os ensaios deverão ser conduzidos em condições que assegurem o desenvolvimento normal das plantas e a expressão de suas características.

4. Cada ensaio deve incluir no mínimo nove plantas úteis. O tamanho das parcelas deverá possibilitar que plantas, ou suas partes, possam ser removidas para avaliações sem que isso prejudique as observações que venham a ser feitas até o final do ciclo vegetativo.

5. Os métodos recomendados de observação das caracte- rísticas são indicados na primeira coluna da Tabela de Descritores Mínimos, segundo a legenda abaixo:

MG: Mensuração única de um grupo de plantas ou partes de plantas;

MI: Mensurações de um número de plantas ou partes de plantas, individualmente;

VG: Avaliação visual única de um grupo de plantas ou partes dessas plantas; e

VI: Avaliações visuais em plantas ou partes dessas plantas, individualmente.

6. As observações deverão ser feitas em oito plantas ou partes de oito plantas.

7. Devido à variação da intensidade da luz ao longo do dia, as determinações de cores deverão ser feitas, de preferência, em recinto com iluminação artificial ou no meio do dia, sem incidência de luz solar direta. A fonte luminosa do recinto deverá estar em conformidade com o Padrão da Comissão Internacional de Ilumi- nação-CIE de Iluminação Preferencial D 6.500 e deverá estar dentro dos níveis de tolerância especificados no Padrão Inglês 950, Parte I.

Essas cores deverão ser definidas contrapondo-se a parte da planta a um fundo branco.

8. As cores das estruturas observadas são indicadas com base num sistema de numeração internacional concebido pela Royal Hor- ticultural Society da Inglaterra, reproduzido no Catálogo de Cores RHS que contém aproximadamente 900 referências entre cores e tonalidades.

9. As avaliações para descrição da cultivar deverão ser rea- lizadas nas plantas com expressões típicas, sendo desconsideradas aquelas com expressões atípicas.

10. Para avaliação da homogeneidade, deve-se aplicar a po- pulação padrão de 1% e a probabilidade de aceitação de, pelo menos, 95%. No caso de uma amostra com nove plantas, será permitida, no máximo, uma planta atípica.

11. Poderão ser estabelecidos testes adicionais para propó- sitos especiais.

IV. CARACTERÍSTICAS AGRUPADORAS

1. Para a escolha das cultivares similares a serem plantadas no ensaio de DHE, deve-se utilizar as características agrupadoras.

2. Características agrupadoras são aquelas nas quais os níveis de expressão observados, mesmo quando obtidos em diferentes locais, podem ser usados para a organização do ensaio de DHE, indivi- dualmente ou em conjunto com outras características, de forma que cultivares similares sejam plantadas agrupadas.

3. As seguintes características são consideradas úteis como características agrupadoras:

a) Característica 1. Planta: tamanho;

b) Característica 23. Flor: largura, na vista frontal.

c) Característica 71. Pétala: coloração primária, com o se- guinte agrupamento:

d) Característica 72. Pétala: coloração secundária difusa (quando houver), com o seguinte agrupamento:

e) Característica 75. Pétala: coloração das pintas, com o seguinte agrupamento:

f) Característica 78. Pétala: coloração das bandas, com o seguinte agrupamento:

g) Característica 79. Pétala: coloração das listras (quando houver), com o seguinte agrupamento:

h) Característica 81. Pétala: coloração da margem, com o seguinte agrupamento:

i) Característica 83. Pétala: coloração da mácula, com o seguinte agrupamento:

j) Característica 92. Lóbulo apical do lábio: coloração pri- mária, com o seguinte agrupamento:

Grupo 1: branco Grupo 2: amarelo Grupo 3: laranja Grupo 4: rosa Grupo 5: vermelho Grupo 6: violeta Grupo 7: marrom

V. SINAIS CONVENCIONAIS

(a)-(d): ver explanações relativas a diversas características item VIII "OBSERVAÇÕES E FIGURAS";

(+): ver explanações relativas a características específicas item VIII "OBSERVAÇÕES E FIGURAS";

MG, MI, VG, VI: ver item III, 5;

QN: Característica quantitativa;

QL: Característica qualitativa; e PQ: Característica pseudo-qualitativa.

VI. INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO 1. Ver formulário na internet.

2. Para solicitação de proteção de cultivar, o interessado deverá apresentar, além deste, os demais formulários disponibilizados pelo SNPC.

3. Todas as páginas deverão ser rubricadas pelo Requerente ou Representante Legal e pelo Responsável Técnico.

VII. TABELA DE DESCRITORES DE ONCIDIUM (Pha- laenopsis Blume), ONCIDESA (xoncidesa Hort.), IONOCIDIUM (xIonocidium Hort.) E ZELENKOCIDIUM (xzelenkocidium J.M.H.

Shaw).

Nome proposto para a cultivar:

Característica Identificação da característica Código de cada descrição 1. Planta: tamanho

VG QN (+)

pequeno 3

médio 5

grande 7

2. Planta: hábito foliar VG QN (+) (b)

ereto 1

semi-ereto 2

horizontal 3

pendular 4

3. Pseudobulbo: tamanho VG QN (a)

pequeno 3

médio 5

grande 7

4. Pseudobulbo: forma na seção longitudinal VG PQ (a) (+)

oval 1

elíptica 2

circular 3

achatada 4

5. Pseudobulbo: forma na seção transversal VG PQ (a) (+)

muito achatada estreita 1

achatada estreita 2

achatada 3

circular 4

6. Pseudobulbo: número de catáfilos VG/MI QN (a) (+)

baixo 1

médio 2

alto 3

7. Pseudobulbo: número de folhas VG/MI QN (a) (+)

uma 1

duas 2

três 3

mais de três 4

8. Folha: comprimento VG/MI QN (b)

curta 3

média 5

longa 7

9. Folha: largura VG/MI QN (b)

estreita 3

média 5

l a rg a 7

10. Folha: forma VG PQ (b) (+)

lanceolada estreita 1

linear 2

elíptica estreita 3

elíptica média 4

11. Folha: forma na seção transversal VG QN (b)

côncava 1

plana 2

convexa 3

12. Folha: intensidade da cor verde na face superior

VG QN (b)

clara 1

média 2

escura 3

13. Inflorescência: tipo VG QL (+)

rácemo 1

panícula simples 2

panícula composta 3

14. Inflorescência: comprimento da parte em floração

VG/MI QN (+)

curta 3

média 5

longa 7

15. Inflorescência: largura VG/MI QN (+)

estreita 3

média 5

l a rg a 7

16. Inflorescência: número de flores VG/MI QN

baixo 3

médio 5

(5)

ISSN 1677-7042

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html , Documento assinado digitalmente conforme MP no-2.200-2 de 24/08/2001, que institui a

1

alto 7

17. Pedúnculo: comprimento VG/MI QN (+)

curto 3

médio 5

longo 7

18. Pedúnculo: espessura VG/MI QN

fino 1

médio 2

grosso 3

19. Pedúnculo: coloração antocianínica VG QN (+)

ausente ou fraca 1

moderada 2

forte 3

20. Flor: curvatura das sépalas VG QN (c) (+)

encurvada 1

reta 2

recurvada 3

21. Flor: curvatura das pétalas VG QN (c) (+)

encurvada 1

reta 2

recurvada 3

22. Flor: comprimento na vista frontal VG/MI QN (+)

curta 3

média 5

longa 7

23. Flor: largura na vista frontal VG/MI QN (+)

estreita 3

média 5

l a rg a 7

24. Flor: fragrância VG QN

ausente ou fraca 1

moderada 2

forte 3

25. Sépala dorsal: comprimento VG/MI QN (c)

curto 1

médio 2

longo 3

26. Sépala dorsal: largura VG/MI QN (c)

estreita 1

média 2

l a rg a 3

27. Sépala dorsal: forma VG PQ (c) (+)

lanceolada 1

oval 2

linear 3

elíptica estreita 4

elíptica 5

obovada 6

28. Sépala dorsal: curvatura do eixo longitu- dinal

VG QN (c) (+)

fortemente encurvado 1

moderadamente encurvado 3

reto 5

moderadamente recurvado 7 fortemente recurvado 9 29. Sépala dorsal: seção transversal

VG QN (c) (+)

fortemente côncava 1

moderadamente côncava 3

plana 5

moderadamente convexa 7

fortemente convexa 9

30. Sépala dorsal: ondulação da margem VG QN (c) (+)

ausente ou fraca 1

moderada 2

forte 3

31. Sépala dorsal: coloração primária VG PQ (c) (+)

Catálogo de Cores RHS (indi- car o número de referência) 32. Sépala dorsal: coloração secundária difu-

sa (quando houver) VG PQ (c) (+)

Catálogo de Cores RHS (indi- car o número de referência) 33. Sépala dorsal: número de pintas

VG QN (c)

ausente ou muito baixo 1

baixo 2

médio 3

alto 4

34. Sépala dorsal: tamanho das pintas VG QN (c)

muito pequeno 1

pequeno 2

médio 3

grande 4

35. Sépala dorsal: coloração das pintas VG PQ (c) (+)

Catálogo de Cores RHS (indi- car o número de referência) 36. Sépala dorsal: número de bandas

VG QN (c)

ausente ou muito baixo 1

baixo 2

médio 3

alto 4

37. Sépala dorsal: distribuição das bandas VG PQ (c) (+)

zona basal 1

zona média 2

zona distal 3

zonas basal e média 4

zonas distal e média 5 em toda a superfície 6 38. Sépala dorsal: coloração das bandas

VG PQ (c) (+)

Catálogo de Cores RHS (indi- car o número de referência) 39. Sépala dorsal: coloração das listras

(quando houver) VG PQ (c) (+)

Catálogo de Cores RHS (indi- car o número de referência) 40. Sépala dorsal: largura da coloração mar-

ginal VG QN (c) (+)

ausente ou muito estreita 1

estreita 2

média 3

l a rg a 4

41. Sépala dorsal: coloração da margem VG PQ (c) (+)

Catálogo de Cores RHS (indi- car o número de referência) 42. Sépala dorsal: tamanho da mácula (quan-

do houver) VG QN (c) (+)

muito pequeno 1

pequeno 2

médio 3

grande 4

43. Sépala dorsal: coloração da mácula VG PQ (c) (+)

Catálogo de Cores RHS (indi- car o número de referência) 44. Sépala lateral: comprimento

VG/MI QN (c)

curto 1

médio 2

longo 3

45. Sépala lateral: largura VG/MI QN (c)

estreito 1

médio 2

l a rg o 3

46. Sépala lateral: forma VG PQ (c) (+)

lanceolada 1

oval 2

elíptica 3

obovada média 4

obovada larga 5

obovada curvada 6

47. Sépala lateral: curvatura do eixo longitu- dinal

VG QN (c) (+)

fortemente encurvado 1

moderadamente encurvado 3

reto 5

moderadamente recurvado 7 fortemente recurvado 9 48. Sépala lateral: seção transversal

VG QN (c) (+)

fortemente côncava 1

moderadamente côncava 3

plana 5

moderadamente convexa 7

fortemente convexa 9

49. Sépala lateral: torção VG QN (c)

ausente ou fraca 1

moderada 2

forte 3

50. Sépala lateral: ondulação da margem VG QN (c) (+)

ausente ou fraca 1

moderada 2

forte 3

51. Sépala lateral: coloração primária VG PQ (c) (+)

Catálogo de Cores RHS (indi- car o número de referência) 52. Sépala lateral: coloração secundária difu-

sa (quando houver) VG PQ (c) (+)

Catálogo de Cores RHS (indi- car o número de referência) 53. Sépala lateral: número de pintas

VG QN (c)

ausente ou muito baixo 1

baixo 2

médio 3

alto 4

54. Sépala lateral: tamanho das pintas VG QN (c)

muito pequeno 1

pequeno 2

médio 3

grande 4

55. Sépala lateral: coloração das pintas VG PQ (c) (+)

Catálogo de Cores RHS (indi- car o número de referência) 56. Sépala lateral: número de bandas

VG QN (c)

ausente ou muito baixo 1

baixo 2

médio 3

alto 4

57. Sépala lateral: distribuição das bandas VG (c) PQ (+)

zona basal 1

zona média 2

zona distal 3

zonas basal e média 4

zonas distal e média 5 em toda a superfície 6 58. Sépala lateral: coloração das bandas

VG PQ (c) (+)

Catálogo de Cores RHS (indi- car o número de referência) 59. Sépala lateral: coloração das listras

(quando houver) VG PQ (c) (+)

Catálogo de Cores RHS (indi- car o número de referência) 60. Sépala lateral: largura da coloração mar-

ginal VG QN (c) (+)

ausente ou muito estreita 1

estreita 2

média 3

l a rg a 4

61. Sépala lateral: coloração da margem VG PQ (c) (+)

Catálogo de Cores RHS (indi- car o número de referência) 62. Sépala lateral: tamanho da mácula (quan-

do houver) VG QN (c) (+)

muito pequena 1

pequena 2

média 3

grande 4

63. Sépala lateral: coloração da mácula VG PQ (c) (+)

Catálogo de Cores RHS (indi- car o número de referência) 64. Pétala: comprimento

VG/MI QN (c)

curto 1

médio 2

longo 3

65. Pétala: largura VG/MI QN (c)

estreita 1

média 2

l a rg a 3

66. Pétala: forma VG PQ (c) (+)

oval 1

linear 2

elíptica 3

oblanceolada 4

obovada larga 5

67. Pétala: curvatura do eixo longitudinal VG QN (c) (+)

fortemente encurvado 1 moderadamente encurvado 3

reto 5

moderadamente recurvado 7 fortemente recurvado 9 68. Pétala: seção transversal

VG QN (c) (+)

fortemente côncava 1

moderadamente côncava 3

plana 5

moderadamente convexa 7

fortemente convexa 9

69. Pétala: torção VG QN (c) (+)

ausente ou fraca 1

moderada 2

forte 3

70. Pétala: ondulação da margem VG QN (c) (+)

ausente ou fraca 1

moderada 2

forte 3

71. Pétala: coloração primária VG PQ (c) (+)

Catálogo de Cores RHS (indi- car o número de referência) 72. Pétala: coloração secundária difusa

(quando houver) VG PQ (c) (+)

Catálogo de Cores RHS (indi- car o número de referência) 73. Pétala: número de pintas

VG QN (c)

ausente ou muito baixo 1

baixo 2

médio 3

alto 4

74. Pétala: tamanho das pintas VG QN (c)

muito pequeno 1

pequeno 2

médio 3

grande 4

75. Pétala: coloração das pintas VG PQ (c) (+)

Catálogo de Cores RHS (indi- car o número de referência) 76. Pétala: número de bandas ausente ou muito baixo 1

VG QN (c) baixo 2

médio 3

alto 4

77. Pétala: distribuição das bandas VG PQ (c) (+)

zona basal 1

zona média 2

zona distal 3

zonas basal e média 4

zonas distal e média 5 em toda a superfície 6 78. Pétala: coloração das bandas

VG PQ (c) (+)

Catálogo de Cores RHS (indi- car o número de referência) 79. Pétala: coloração das listras (quando hou-

ver) VG PQ (c) (+)

Catálogo de Cores RHS (indi- car o número de referência) 80. Pétala: largura da coloração marginal

VG QN (c) (+)

ausente ou muito estreita 1

estreita 2

média 3

l a rg a 4

81. Pétala: coloração da margem VG PQ (c) (+)

Catálogo de Cores RHS (indi- car o número de referência) 82. Pétala: tamanho da mácula (quando hou-

ver) VG QN (c) (+)

muito pequena 1

pequena 2

média 3

grande 4

83. Pétala: coloração da mácula VG PQ (c) (+)

Catálogo de Cores RHS (indi- car o número de referência) 84. Lábio: comprimento

VG/MI QN (c) (+)

curto 1

médio 2

longo 3

85. Lábio: largura VG/MI QN (c) (+)

estreito 1

médio 2

l a rg o 3

86. Lábio: tamanho do lóbulo lateral em re- lação ao lóbulo apical

VG QN (c) (+)

menor 1

mesmo tamanho 2

maior 3

87. Lábio: ondulação da margem VG QN (c) (+)

ausente ou fraca 1

moderada 2

forte 3

88. Lóbulo apical do lábio: forma VG PQ (c) (+)

rômbica 1

circular 2

achatada 3

flabeliforme 4

obdeltóide 5

89. Lóbulo apical do lábio: denteamento do ápice

VG QN (c) (+)

ausente ou muito fraco 1

fraco 2

médio 3

forte 4

90. Lóbulo apical do lábio: curvatura do eixo longitudinal

VG QN (c) (+)

encurvado 1

reto 2

recurvado 3

91. Lóbulo apical do lábio: seção transversal VG QN (+)

côncavo 1

plano 2

convexo 3

92. Lóbulo apical do lábio: coloração primá- ria

VG PQ (c) (+)

Catálogo de Cores RHS (indi- car o número de referência) 93. Lóbulo apical do lábio: coloração secun-

dária difusa (quando houver) VG PQ (c) (+)

Catálogo de Cores RHS (indi- car o número de referência) 94. Lóbulo apical do lábio: coloração das

pintas (quando houver) VG PQ (c) (+)

Catálogo de Cores RHS (indi- car o número de referência) 95. Lóbulo apical do lábio: coloração das

bandas (quando houver) VG PQ (c) (+)

Catálogo de Cores RHS (indi- car o número de referência) 96. Lóbulo apical do lábio: coloração da

margem (quando houver) VG PQ (c) (+)

Catálogo de Cores RHS (indi- car o número de referência) 97. Lóbulo lateral do lábio: coloração primá-

ria VG PQ (c) (+)

Catálogo de Cores RHS (indi- car o número de referência) 98. Lábio: coloração do calo

VG PQ

branco 1

amarelo 2

laranja 3

Referências

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