• Nenhum resultado encontrado

Relatório Anual 2015

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Relatório Anual 2015"

Copied!
19
0
0

Texto

(1)

1

Mais um ano se passou e, novamente, apresentamos neste

Relatório Anual de Informações da KPMG PREV o fechamento do exercício 2015.

Neste Relatório Anual de Informações, consolidamos todos os documentos que permitem a análise completa da Entidade com relação ao patrimônio, despesas, investimentos, situação atuarial e outras informações pertinentes ao plano.

Em um ano como 2015, marcado por dificuldades na economia do País, a gestão de qualquer produto financeiro é desafiadora. No âmbito da Previdência Complementar, esta responsabilidade é ainda potencializada pelo senso de proteção de um patrimônio que deverá integrar a renda de toda uma família no momento da aposentadoria.

Por isso, é preciso se reinventar, otimizar recursos, trabalhar de forma inteligente e contar com o melhor de cada profissional para cuidar do patrimônio dos nossos participantes.

O corriqueiro adágio de que crise é oportunidade nos fortalece, assim trabalhamos em 2015 e assim trabalharemos em 2016. Analise com atenção este Relatório que traduz, de forma numérica e precisa, o resultado do laborioso e gratificante trabalho de toda a nossa equipe.

A você participante, uma boa leitura! Um grande abraço, KPMG PREV R$ 138,1 milhões em 2013 R$ 170,0 milhões em 2014 R$ 215,9 milhões em 2015

Evolução do nosso patrimônio nos últimos três anos: total da reserva acumulada pelos participantes e patrocinadoras para pagar os benefícios futuros de cada um.

KPMG PREV

[email protected]

www.portalprev.com.br/kpmgprev

A Entidade em 2015

Conheça um pouco mais sobre o tamanho da sua Entidade.

Veja o número total de participantes da KPMG PREV nos últimos três anos.

3.400 em 2013 5.066 em 2014 4.503 em 2015

Número total de participantes

4.418

Ativos Assistidos BPD (Benefício Proporcional Diferido) 55 19 11 Autopatrocinados Quantidade de participantes Patrimônio da Entidade

Olá participante!

Seja muito bem-vindo!

Relatório

Anual 2015

(2)

Desempenho

econômico 2015 e

perspectivas 2016

O ano de 2015 foi marcado por muita volatilidade no mercado financeiro, sendo bastante difícil também para as Entidades Fechadas de Previdência Complementar. Porém, houve algumas oportunidades em determinados investimentos, especialmente com relação aos ativos de Renda Fixa e Investimentos no Exterior.

Leia, a seguir, um breve resumo dos principais acontecimentos do mercado financeiro global e doméstico, ou seja, nacional.

Economia no cenário global

A economia chinesa causou impacto nos mercados globais, dada sua desaceleração e, com isso, provocou queda nos preços de várias commodities, entre elas o minério de ferro, que é um produto bastante exportado, pelo Brasil. Ao longo dos últimos anos, a China vem mudando seu eixo dinâmico, pois antes tinha uma economia pautada em exportação e hoje já se vê como um país voltado para o consumo interno, com políticas fiscais e monetárias expansionistas. Outro ponto a ser considerado é o mercado acionário chinês que vem oscilando muito nos últimos meses e preocupando os agentes de mercado.

Já a região da Zona do Euro se apresenta em uma situação diferente das demais. A suposição é de que o estágio em que se encontra atualmente sua economia se assemelha muito ao da economia norte-americana há alguns anos, no início do programa de incentivo monetário (quantitative easing) quando foi implementada uma série de mecanismos voltados para estimular o crescimento. Isso porque o Banco Central Europeu adotou medidas de estímulo à economia da região, e assim, retomar um ciclo de crescimento. Porém, os resultados ainda não foram animadores, pois muitos dados ficaram abaixo das expectativas por problemas internos e outros imprevistos externos, tais como problemas na região do Oriente Médio, com repercussão negativa suscitando novos desafios pela frente.

Com relação à economia americana, foi apresentado resultado positivo e um crescimento consistente, com destaque para a expressiva melhora do mercado de trabalho e outros indicadores de atividade econômica, como redução da taxa de desemprego, atividade industrial, entre diversos outros dados positivos. Essa perspectiva de retomada do ciclo de crescimento, com dados mais significativos, foi acolhida de forma positiva pelos formuladores de políticas econômicas, resultando na elevação das taxas de juros americanas em 0,25%, que agora deverão se situar entre 0,25% e 0,50%.

Economia no cenário doméstico

A respeito da economia brasileira, os impasses políticos dominaram os noticiários, tanto locais como globais.

Tivemos ainda o rebaixamento do rating do Brasil perante as agências classificadoras de risco, por conta do afastamento do compromisso fiscal. Esse ano conturbado trouxe muitas incertezas para os investidores, além disso, as bases da economia se fragilizaram consideravelmente:

•Retração de 3,8% no PIB (Produto Interno Bruto).

•A inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) no ano foi de 10,67%, acima do limite superior de 6,50%.

A taxa básica de juros fechou o ano em 14,25%, com um aumento de 2,50% ao longo do ano.

•Houve uma desvalorização considerável do real perante o dólar. Com o cenário econômico bastante deteriorado, os ativos de Renda Fixa apresentaram alta volatilidade.No entanto, isso deve ser creditado principalmente ao cenário político, que assim como em 2014, ao longo de 2015 esteve mais presente na precificação dos ativos do que os fundamentos econômicos. Na renda variável, o cenário não foi diferente. Além dos efeitos dos problemas políticos, o risco de um rebaixamento do rating brasileiro, aliado à expectativa do FED (Federal Reserve – Banco Central Americano) aumentar a taxa de juros americana, e suas efetivações, trouxeram aos principais índices da Bolsa brasileira um resultado bastante desfavorável. Os principais índices encerraram o ano de 2015 com uma queda de -13,31% (Ibovespa) e -12,41% (IBrX).

Perspectivas 2016

O ano de 2016 tende a ser bastante desafiador, pois até o momento as medidas indicadas para que seja feito o ajuste fiscal não foram implantadas. Pela frente, teremos uma perspectiva de inflação acima do limite superior, resultado negativo do PIB, taxa de juros alta ao longo do ano, déficit orçamentário da economia americana em crescimento, dólar se valorizando perante as principais moedas no mundo e a região da Zona do Euro e China com poucas mudanças significativas. No entanto, o mercado financeiro indica ajustes nos preços dos ativos quando ocorrem sinalizações concretas de mudanças, portanto, uma boa condução no cenário político e indicações de crescimento da economia refletiriam em uma melhora para o cenário de 2016.

Resultado dos investimentos

Diante do cenário descrito acima, a rentabilidade adquirida pelos investimentos realizados pela KPMG PREV neste exercício é considerada satisfatória, com políticas de investimentos adequadas à situação e com foco na preservação do patrimônio da entidade e dos seus participantes.

Rentabilidade do seu plano

(3)

Condição patrimonial e contábil

Para a LCC Auditores Independentes, as demonstrações contábeis da KPMG PREV apresentaram adequadamente, em 31 de dezembro de 2015, a posição patrimonial e financeira da entidade, estando de acordo com as disposições legais dos órgãos normativos e reguladores das atividades das entidades fechadas de previdência complementar.

Parecer atuarial

A Avaliação Atuarial foi realizada pela Mercer Human Resource Consulting Ltda. A consultoria atesta que, com base nas hipóteses e nos métodos atuariais adotados em 31 de dezembro de 2015, os planos de aposentadoria da KPMG PREV estão equilibrados, ou seja, financeiramente estáveis para pagamento dos benefícios concedidos e a conceder. A continuidade do plano depende exclusivamente do pagamento das contribuições previstas nos Planos de Custeio para manter este equilíbrio.

Adicionalmente, a consultoria atesta que os dados dos participantes utilizados nesta avaliação atuarial, bem como as hipóteses e os métodos atuariais adotados, atendem à legislação aplicável e foram considerados adequados.

Despesas administrativas (em R$)

Fique por dentro da

Previdência Social

Aposentadoria

A Lei nº 13.183, aprovada no ano passado trouxe, entre outras novidades, uma alternativa ao Fator Previdenciário com a regra denominada como “85/95 progressiva” para a concessão da aposentadoria.

Essa nova regra estipula um sistema de pontos, resultado da soma da idade com o tempo de contribuição, para que a pessoa possa se aposentar pelo valor integral, sem a aplicação do fator previdenciário que reduz potencialmente o valor do benefício.

Idade do contribuinte

Tempo de contribuição

Pontuação

Mulheres

Mínimo de 85 pontos e 30 anos de

contribuição

Homens

Mínimo de 95 pontos e 35 anos de

contribuição

Ex.: 55 anos

30 anos

85

DESCRIÇÃO 2015 2014 Treinamentos/congressos e seminários 12.693,00 7.576,90 Serviços de Terceiros 739.840,58 656.373,33 Auditoria Externa 24.060,05 33.570,00 Consultoria Atuarial 221.556,08 149.149,82 Consultoria Contábil 162.292,72 131.741,04 Gestão/Planejamento Estratégico 331.931,73 341.912,47 Despesas Gerais 33.885,52 27.490,04 Tributos 71.402,37 62.675,39 Taxa de Administração 361.327,87 296.351,92 Consultoria de Investimentos 48.979,60 48.979,60 TOTAL 1.268.128,94 1.099.447,18

KPMG PREV

KPMG PREV CDI POUPANÇA INPC

5

0

10

15

20

6,19% 8,06% 2013 2014 2015 6,37% 5,56% 11,98% 10,81% 7,08% 6,23% 15,48% 13,24% 11,28% 8,07%

Para as mulheres, a soma deve atingir um total de 85 pontos. No caso dos homens, a soma deve ser de 95 pontos. O tempo mínimo de contribuição previdenciária é de 30 anos para as mulheres e de 35 para os homens.

Esta regra é chamada de “regra 85/95 progressiva” porque a partir de 31 de dezembro de 2018 a soma avançará um ponto a cada dois anos até 31 de dezembro de 2026, até atingir o total de 90 para as mulheres e de 100 pontos para os homens, acompanhando, assim, o aumento da expectativa de vida do brasileiro.

Veja abaixo essa progressão:

(4)

/kpmgbrasil

Pensão por morte

O benefício de pensão por morte é pago aos dependentes do segurado da Previdência Social no caso de morte ou de desaparecimento, quando a morte presumida for declarada judicialmente.

No ano passado foi sancionada a Lei n° 13.135 que altera, entre outros pontos, o tempo de duração do referido benefício, especificamente para os dependentes cônjuges e companheiros, passando este a ser atrelado à idade desses dependentes. O valor da pensão foi mantido como 100% do benefício recebido pelo segurado falecido. Para cônjuge ou companheiro cujo casamento ou união estável se iniciou em menos de dois anos antes do falecimento do segurado, ou se o trabalhador tiver acumulado menos de 18 contribuições mensais à Previdência, a duração da pensão é de quatro meses a partir da data do falecimento. Para cônjuge ou companheiro com pelo menos dois anos de casamento ou união estável e com, no mínimo, 18 contribuições mensais do segurado à Previdência, a duração do benefício será conforme a tabela a seguir:

No que se refere à pensão por morte destinada aos filhos, ficou definido que o benefício cessará aos 21 anos de idade, com exceção do filho inválido, que terá o benefício enquanto perdurar a condição de invalidez.

Consulte o site da Previdência Social para tirar todas as suas dúvidas: www.previdencia.gov.br.

Idade do dependente na

data do óbito Tempo de recebimento do benefício

Menos de 21 anos 3 anos Entre 21 e 26 anos 6 anos Entre 27 e 29 anos 10 anos Entre 30 e 40 anos 15 anos Entre 41 e 43 anos 20 anos A partir de 44 anos Vitalício

Se preparando para o

futuro? Então, pegue

essas dicas

Mais simples do que 2 + 2 = 4

Quanto mais recursos você acumular, maior será o seu montante no futuro e, consequentemente, maior será a sua renda mensal.

1.Quanto mais você contribuir, maior será seu saldo.

2.Comece logo, pois se precisar colocar mais dinheiro no plano para atingir a renda desejada, você poderá contar como tempo e com a rentabilidade.

3.Acompanhe de perto a rentabilidade do seu plano.

4.Considere que haverá altas e baixas no mercado financeiro, o que pode atrapalhar suas previsões e o gerenciamento dos seus recursos. Desde 1979 aconteceram quatro grandes crises mundiais.

SUAS

CONTRIBUIÇÕES CONTRIBUIÇÕES DA EMPRESA RENTABILIDADE SEU SALDO DE CONTA

Levando em conta que as aposentadorias duram um longo período, os aposentados devem se planejar para crises no futuro.

6.Preserve seu patrimônio: se por alguma eventualidade você tiver acesso aos recursos antes da aposentadoria, lembre-se que

a segurança financeira de amanhã dependerá de cada real poupado hoje.

Agora, vamos começar a planejar a sua vida:

Imagine um casal que, ao se aposentar com 60 anos de idade, poderá viver por mais 30 anos, dada a longevidade crescente da população. É vida e tempo suficiente para realização de muitos sonhos e conquistas.

Porém, se isto não for reconhecido e planejado, faltarão recursos para a aposentadoria. Por isso, é preciso ter patrimônio para manter o padrão de vida ao se aposentar, especialmente aquelas pessoas que têm, na ativa, uma renda superior ao valor teto pago pela Previdência Social. É muito comum os participantes dos planos de Previdência Complementar não saberem como calcular o montante de recursos necessários para gerar uma renda adequada na aposentadoria e geralmente estimam um valor menor do que realmente irão precisar.

Como resultado, se aposentam antes do que seria financeiramente prudente.

Então, como faço?

Você pode fazer algumas simulações no Portal da Entidade para começar um planejamento mais assertivo do seu futuro. Calcule o quanto você contribui atualmente para o plano, quanto será sua renda no futuro, qual a diferença entre esperar mais alguns anos ou se aposentar antes e quanto você receberia se contribuísse mais para o plano.

Este tipo de exercício, além de muito interessante e envolvente, é um importante passo para introduzi-lo em seu planejamento financeiro de longo prazo, afinal, será o seu futuro e a

sua renda na aposentadoria.

Se tiver dúvidas, procure a Entidade por meio dos canais de comunicação oferecidos, teremos o maior prazer em ajudá-lo.

kpmg.com.br

© 2016 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade simples brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International Cooperative (“KPMG International”), uma entidade suíça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil.

(5)

Chegou a hora de analisar os documentos referentes ao ano de 2015 que comprovam a solidez da KPMG PREV.

Porém, antes dessa análise, você deve estar familiarizado com os termos contidos neste documento. Desta forma, preparamos este Glossário para lhe explicar o que significa cada um deles:  o Balanço Patrimonial apresenta a posição financeira e

patrimonial da entidade em 31 de dezembro, representando, portanto, uma posição estática. O ativo é o conjunto de bens, direitos e aplicações de recursos e o passivo compreende as obrigações para com os participantes e terceiros.

 a Demonstração da Mutação do Patrimônio Social (DMPS)

apresenta a movimentação do patrimônio social da entidade através das adições (entradas) e deduções (saídas) de recursos.

 a Demonstração da Mutação do Ativo Líquido por Plano

de Benefícios apresenta a movimentação do ativo líquido do plano de benefícios através das adições (entradas) e deduções (saídas) de recursos.

 a Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios

(DAL) evidencia a composição do ativo líquido do plano de benefícios no exercício a que se referir, apresentando saldos de contas do ativo e passivo.

 a Demonstração do Plano de Gestão Administrativa

Consolidada (DPGA) revela a atividade administrativa da entidade, apresentando a movimentação do fundo administrativo através das receitas, despesas e rendimento obtido no exercício a que se referir.

 a Demonstração do Plano de Gestão Administrativa por

Plano de Benefícios apresenta a atividade administrativa da entidade, relativa a cada plano de benefícios, evidenciando a movimentação do fundo administrativo existente em cada plano.

 a Demonstração das Provisões Técnicas do Plano de

Benefícios – DPT evidencia a totalidade dos compromissos do plano de benefícios no exercício a que se referir.

 o Demonstrativo de Investimentos revela a alocação de

recursos da entidade, os limites de alocação atual versus o que foi definido pela política de investimentos e a legislação vigente, os recursos com gestão terceirizada, a rentabilidade dos investimentos por segmento (renda fixa, renda variável etc.), a diferença entre a rentabilidade do segmento e a meta atuarial da entidade, os custos de gestão dos recursos e as modalidades de aplicação.  o fundo significa o ativo administrado pela entidade,

que será investido de acordo com os critérios fixados anualmente pelo Conselho Deliberativo, por meio da política de investimentos.

 a meta atuarial é uma meta de rentabilidade utilizada como parâmetro para o retorno dos investimentos do fundo, de forma que os eventuais compromissos futuros da entidade possam ser cumpridos.

 o parecer atuarial é um relatório preparado por um

estatístico especializado em seguros e previdência (atuário), que apresenta estudos técnicos sobre o plano de previdência que estiver analisando. Seu objetivo é avaliar a saúde financeira da entidade para poder honrar o pagamento dos benefícios presentes e futuros.

 o participante é a pessoa que está inscrita como tal no plano. Para conhecer a definição exata de participante e também a de beneficiário, leia o regulamento do seu plano.

 a patrocinadora é a empresa que custeia o plano junto com os participantes (isso quando as contribuições dos participantes estão previstas no regulamento). Um plano de previdência complementar pode ter uma ou mais patrocinadoras.

 a política de investimentos é um documento de

periodicidade anual que apresenta diversas informações, como: 1) critérios de alocação de recursos entre os segmentos de renda fixa, renda variável etc.; 2) objetivos específicos de rentabilidade para cada segmento de aplicação; 3) limites utilizados para investimentos em títulos e valores mobiliários de emissão e/ou coobrigação de uma mesma pessoa jurídica; 4) limites utilizados para a realização de operações com derivativos e 5) avaliação do cenário macroeconômico de curto, médio e longo prazos, entre outras coisas. Estas informações auxiliam na avaliação dos recursos investidos, na escolha das instituições financeiras que vão administrar os investimentos e na avaliação dos limites de risco de mercado e de crédito, por exemplo. Neste relatório anual, você terá a oportunidade de ver o resumo da política de investimentos.

Todos os documentos que você analisará a seguir já foram encaminhados para o controle e a verificação da Previc, que tem como uma de suas principais missões proteger os interesses dos participantes.

(6)

Balanço Patrimonial

(em R$ mil)

ATIVO 2015 2014 DISPONÍVEL 2.359 19 REALIZÁVEL 214.085 170.467 Gestão Previdencial 3 45 Gestão Administrativa 5 9 Investimentos 214.077 170.413 Fundos de Investimento 214.077 170.413 TOTAL DO ATIVO 216.444 170.486 PASSIVO 2015 2014 EXIGÍVEL OPERACIONAL 488 427 Gestão Previdencial 388 325 Gestão Administrativa 100 102 PATRIMÔNIO SOCIAL 215.956 170.059 Patrimônio de Cobertura do Plano 212.379 167.475

Benefícios Concedidos 187.833 171.348 Benefícios a Conceder 163.399 137.185 (-) Provisões Matemáticas a Constituir (138.853) (141.058) Fundos 3.577 2.584 Fundos Previdenciais 3.482 2.438 Fundos Administrativos 95 146 TOTAL DO PASSIVO 216.444 170.486

Demonstração da mutação do Patrimônio

social (em R$ mil)

Variação DESCRIÇÃO 2015 2014 (%) A) Patrimônio Social - início do exercício 170.059 138.117 23,13% 1. Adições 67.633 51.174 32,16% (+) Contribuições Previdenciais 38.933 32.902 18,33% (+) Resultado Positivo Líquido dos

Investimentos - Gestão Previdencial 27.483 17.199 59,79% (+) Receitas Administrativas 1.198 1.055 13,55% (+) Resultado Positivo Líquido dos

Investimentos - Gestão Administrativa 19 18 5,56% 2. Destinações (21.736) (19.232) 13,02% (-) Benefícios (20.468) (18.133) 12,88% (-) Despesas Administrativas (1.268) (1.099) 15,38% 3. Acréscimo/Decréscimo no Patrimônio Social (1+2) 45.897 31.942 43,69% (+/-) Provisões Matemáticas 44.904 33.507 34,01% (+/-) Fundos Previdenciais 1.044 (1.539) (167,84%) (+/-) Fundos Administrativos (51) (26) 96,15% 4. Operações transitórias - - 0,00% B) Patrimônio Social - final

do exercício (A + 3 + 4) 215.956 170.059 26,99%

Demonstração da mutação do Ativo Líquido

por Plano de Benefícios (em R$ mil)

Variação DESCRIÇÃO 2015 2014 (%) A) Ativo Líquido - início do exercício 169.913 137.945 23,17% 1. Adições 67.174 50.789 32,26% (+) Contribuições 39.691 33.590 18,16% (+) Resultado Positivo Líquido

dos Investimentos - Gestão Previdencial 27.483 17.199 59,79% 2. Destinações (21.226) (18.821) 12,78% (-) Benefícios (20.468) (18.133) 12,88% (-) Custeio Administrativo (758) (688) 10,17% 3. Acréscimo/Decréscimo no Ativo Líquido (1+2) 45.948 31.968 43,73% (+/-) Provisões Matemáticas 44.904 33.507 34,01% (+/-) Fundos Previdenciais 1.044 (1.539) (167,84%) 4. Operações Transitórias - - 0,00% B) Ativo Líquido - final

do exercício (A+3+4) 215.861 169.913 27,04% C) Fundos não previdenciais 95 146 (34,93%) (+/-) Fundos Administrativos 95 146 (34,93%)

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de

Benefícios (em R$ mil)

Variação DESCRIÇÃO 2015 2014 (%) 1. Ativos 216.344 170.384 26,97% Disponível 2.359 19 12.305,26% Recebível 96 191 (48,69%) Investimento 213.889 170.174 25,69% Fundos de Investimento 213.889 170.174 25,69% 2. Obrigações 388 325 19,38% Operacional 388 325 19,38% 3. Fundos não Previdenciais 95 146 (34,93%)

95 146 (34,93%) 4. Resultados a Realizar - - 0,00% 5. Ativo Líquido (1-2-3-4) 215.861 169.913 27,04% Provisões Matemáticas 212.379 167.475 26,81% Fundos Previdenciais 3.482 2.438 42,82% INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

(7)

Demonstração do Plano de gestão

Administrativa (consolidada) (em R$ mil)

Variação DESCRIÇÃO 2015 2014 (%) A) Fundo Administrativo do Exercício Anterior 146 172 (15,12%) 1. Custeio da Gestão Administrativa 1.217 1.073 13,42% 1.1. Receitas 1.217 1.073 13,42% Custeio Administrativo da Gestão Previdencial 758 688 10,17% Custeio Administrativo dos Investimentos 435 366 18,85% Resultado Positivo Líquido dos Investimentos 19 18 5,56% Outras Receitas 5 1 400,00% 2. Despesas Administrativas 1.268 1.099 15,38% 2.1. Administração Previdencial 833 733 13,64% Treinamentos/congressos e seminários 13 8 62,50% Serviços de terceiros 740 656 12,80% Despesas gerais 30 24 25,00% Tributos 50 45 11,11% 2.2. Administração dos Investimentos 435 366 18,85% Serviços de terceiros 410 345 18,84% Despesas Gerais 4 3 33,33% Tributos 21 18 16,67% 3. Constituição/Reversão de

Contingências Administrativas - - 0,00% 4. Reversão de Recursos para

o Plano de Benefícios - - 0,00% 5. Resultado Negativo dos Investimentos - - 0,00% 6. Sobra/Insuficiência da Gestão Administrativa (1-2-3-4-5) (51) (26) 96,15% 7. Constituição/Reversão do Fundo Administrativo (6) (51) (26) 96,15% 8. Operações Transitórias - - 0,00% B) Fundo Administrativo

do Exercício Atual (A+7+8) 95 146 (34,93%)

Demonstração do Plano de gestão

Administrativa por Plano de Benefícios

PgA (em R$ mil)

Variação DESCRIÇÃO 2015 2014 (%) A) Fundo Administrativo do Exercício Anterior 146 172 (15,12%) 1. Custeio da Gestão Administrativa 1.217 1.073 13,42% 1.1. Receitas 1.217 1.073 13,42% Custeio Administrativo da Gestão Previdencial 758 688 10,17% Custeio Administrativo dos Investimentos 435 366 18,85% Resultado Positivo Líquido dos Investimentos 19 18 5,56% Outras Receitas 5 1 400,00% 2. Despesas Administrativas 1.268 1.099 15,38% 2.1. Administração Previdencial 833 733 13,64% 2.1.1 Despesas Comuns - - 0,00% 2.1.2 Despesas Específicas 833 733 13,64% Treinamentos/congressos e seminários 13 8 62,50% Serviços de terceiros 740 656 12,80% Despesas gerais 30 24 25,00% Tributos 50 45 11,11% 2.2. Administração dos Investimentos 435 366 18,85% 2.2.1 Despesas Comuns - - 0,00% 2.2.2 Despesas Específicas 435 366 18,85% 410 345 18,84% 4 3 33,33% Serviços Despesas gerais Tributos 21 18 16,67% 2.3. Outras Despesas - - 0,00% 3. Constituição/Reversão de Contingências Administrativas - - 0,00% 4. Reversão de Recursos para

o Plano de Benefícios - - 0,00% 5. Resultado Negativo dos Investimentos - - 0,00% 6. Sobra/Insuficiência da Gestão Administrativa (1-2-3-4-5) (51) (26) 96,15% 7. Constituição/Reversão do Fundo Administrativo (6) (51) (26) 96,15% 8. Operações Transitórias - - 0,00% B) Fundo Administrativo do

(8)

Demonstração das Provisões Técnicas

do Plano de Benefícios (em R$ mil)

Variação DESCRIÇÃO 2015 2014 (%) Provisões Técnicas (1+2+3+4+5) 216.249 170.238 27,03% 1. Provisões Matemáticas 212.379 167.475 26,81% 1.1. Benefícios Concedidos 187.833 171.348 9,62% Contribuição Definida 1.686 541 211,65% Benefício Definido 186.147 170.807 8,98% 1.2. Benefício a Conceder 163.399 137.185 19,11% Contribuição Definida 120.181 96.807 24,14%

Saldo de contas - parcela

patrocinador(es)/instituidor(es) 99.598 80.893 23,12% Saldo de contas - parcela participantes 20.583 15.914 29,34% Benefício Definido 43.218 40.378 7,03% 1.3. (-) Provisões Matemáticas a Constituir (138.853) (141.058) (1,56%) (-) Serviço Passado (118.058) (120.648) (2,15%) (-) Patrocinador(es) (118.058) (120.648) (2,15%) (-) Déficit Equacionado (20.795) (20.410) 1,89% (-) Patrocinador(es) (20.795) (20.410) 1,89% 3. Fundos 3.482 2.438 42,82% 3.1. Fundos Previdenciais 3.482 2.438 42,82% 4. Exigível Operacional 388 325 19,38% 4.1. Gestão Previdencial 388 325 19,38% 5. Exigível Contingencial - - 0,00%

Notas explicativas da administração às

demonstrações contábeis em 31 de dezembro

de 2015 e 2014 (Em milhares de reais)

1. CONTEXTO OPERACIONAL

A KPMG Prev - Sociedade de Previdência Privada é uma entidade fechada de previdência complementar, sem fins lucrativos, com personalidade jurídica de direito privado, nos termos do artigo 5º, Item II, da Lei nº 6.435, de 15 de julho de 1977, revogada pela Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001. O funcionamento da Entidade foi autorizado pela Portaria nº 6.642 do Ministério da Previdência Social– MPS por prazo indeterminado em 21 de junho de 2000. A KPMG Prev possui autonomia administrativa, financeira e patrimonial, tendo por objetivo complementar os benefícios assegurados pela previdência social oficial, sendo patrocinada pelas seguintes empresas:

 KPMG Auditores Independentes;

 Ferraz de Camargo, Azevedo e Matsunaga – Advogados Associados;

 KPMG Corporate Finance Ltda.;

 KPMG Consultoria Ltda.;

 KPMG Financial Risk & Actuarial Services Ltda.;

 KPMG Transaction and Forensic Services Ltda.;

 KPMG Tax Advisors Ltda.;

 KPMG Assessores Tributários Ltda.;

 KPMG Assurance Services Ltda.;

 KPMG Risk Advisory Services Ltda.;

 KPMG Transnational Tax Services Ltda.;

 KPMG Consultores Associados.

A KPMG Prev administra apenas um plano de benefício previdencial na modalidade contribuição variável denominado Plano de Aposentadoria KPMG. A população de participantes e assistidos da entidade apresentava as seguintes faixas de idades segregadas por Sexo/Idade em 31 de dezembro de 2015:

Quantidade Assistidos Assistidos Participantes Aposentados Beneficiários de Pensão Descrição Feminino Masculino Feminino Masculino Feminino Masculino

24 anos 563 750 -De 25 a 34 anos 1.257 1.014 - - - -De 35 a 54 anos 521 293 1 - - -De 55 a 64 anos 26 20 16 1 - -De 65 a 74 anos 2 1 22 1 - 1 De 75 a 84 anos 1 - 9 1 - 1 Mais de 85 anos - - 1 - - 1 TOTAL 2.370 2.078 49 3 - 3

2. APRESENTAÇÃO DAS

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

As demonstrações contábeis estão sendo apresentadas em atendimento às disposições legais dos órgãos normativos e reguladores das atividades das entidades fechadas de previdência complementar, especificamente a Resolução CNPC nº 8, de 31 de outubro de 2011 (alterada em alguns itens pelas Resoluções CNPC nº 12, de 19 de agosto de 2013, nº 16, de 19 de novembro de 2014, e nº 20, de 18 de junho de 2015), Instrução SPC nº 34, de 24 de setembro de 2009 (alterada pelas Instruções MPS/PREVIC nº 01, de 22 de março de 2011, nº 05, de 8 de setembro de 2011, nº 06, de 13 de novembro de 2013, nº 15, de 12 de novembro de 2014, nº 21, de 23 de março de 2015 e nº 25, de 17 de dezembro de 2015) e a Resolução do Conselho Federal de Contabilidade nº 1.272, de 22 de janeiro de 2010, que aprova a ITG 2001 (NBC TE 11), e as práticas contábeis brasileiras.

Essas diretrizes não requerem a divulgação em separado de ativos e passivos de curto prazo e de longo prazo, nem a apresentação da Demonstração do Fluxo de Caixa. A estrutura da planificação contábil padrão das EFPC reflete o ciclo operacional de longo prazo da sua atividade, de forma que a apresentação de ativos e passivos, observadas as gestões previdencial, assistencial e administrativa e o fluxo dos investimentos, proporcione informações mais adequadas, confiáveis e relevantes do que a apresentação em circulante e não circulante, em conformidade com o item 63 da NBC TG 26.

A sistemática introduzida pelos órgãos normativos apresenta, além das características já descritas, a segregação dos registros contábeis em três gestões distintas (Previdencial, Assistencial e Administrativa) e o Fluxo dos Investimentos, que é comum às Gestões Previdencial e Administrativa, segundo a natureza e a finalidade das transações.

Conforme Resolução CNPC nº 8, de 31 de outubro de 2011, alterada pela Resolução CNPC nº 12, de 19 de agosto de 2013, as entidades fechadas de previdência complementar apresentam os seguintes demonstrativos contábeis:

 Balanço Patrimonial Consolidado;

 Demonstração da Mutação do Patrimônio Social – DMPS (consolidada);

 Demonstração da Mutação do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - DMAL;

 Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios – DAL;

 Demonstração do Plano de Gestão Administrativa – DPGA (consolidada);

 Demonstração do Plano de Gestão Administrativa por Plano de Benefícios;

(9)

3. PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS

As principais práticas contábeis adotadas pela entidade estão resumidas a seguir: a) Registro das Adições, Deduções, Receitas, Despesas, Rendas/Variações

Positivas e Deduções/Variações Negativas

As Adições e Deduções da Gestão Previdencial, Receitas e Despesas da Gestão Administrativa, as Rendas/Variações Positivas e Deduções/ Variações Negativas do Fluxo de Investimento, são escrituradas pelo regime contábil de competência de exercícios.

As contribuições dos autopatrocinados são registradas pelo regime de caixa, por ocasião do recebimento conforme prazo previsto no regulamento do plano de benefícios.

b) Provisões Matemáticas e Fundos da Gestão Previdencial

São apurados com base em cálculos atuariais, realizados por atuários contratados pela KPMG Prev e representam os compromissos acumulados no encerramento do exercício, quanto aos benefícios concedidos e a conceder aos participantes ou seus beneficiários. c) Estimativas Atuariais e Contábeis

As estimativas atuariais e contábeis foram baseadas em fatores objetivos que refletem a posição em 31 de dezembro de 2015 e 2014, com base no julgamento da administração para determinação dos valores adequados a serem registrados nas demonstrações contábeis. Os itens significativos sujeitos às referidas estimativas incluem as provisões matemáticas, calculadas atuarialmente por profissional externo.

d) Operações Administrativas

Em conformidade com a Resolução CNPC nº 8, de 31 de outubro de 2011 e Instrução SPC nº 34, de 24 de setembro de 2009, os registros das operações administrativas são efetuados através do Plano de Gestão Administrativa – PGA, que possui patrimônio compartilhado com o plano de benefício previdencial.

O patrimônio do PGA é constituído pelas receitas (Previdencial, Investimentos e Diretas), deduzidas das despesas da administração previdencial e dos investimentos, sendo as sobras ou insuficiências administrativas alocadas ou revertidas ao Fundo Administrativo. O saldo do Fundo Administrativo não caracteriza obrigação ou direito aos patrocinadores, participantes e assistidos dos planos.

As receitas administrativas da KPMG Prev são debitadas aos Planos Previdenciais em conformidade com o plano de custeio vigente. As fontes de custeio da Gestão Administrativa obedecem às determinações contidas no Regulamento do PGA, aprovado pelo Conselho Deliberativo da KPMG Prev, e estão em conformidade com a Resolução CGPC nº 29, datada de 31 de agosto de 2009.

e) Realizável

Gestão Previdencial

O realizável previdencial é apurado em conformidade com o regime de competência, estando representado pelos valores e pelos direitos da Entidade, relativos às contribuições das patrocinadoras e dos participantes; exceto para os participantes autopatrocinados e bpd’s que são registrados pelo regime de caixa.

Gestão Administrativa

O realizável administrativo é apurado em conformidade com o regime de competência, estando representado pelos valores a receber decorrentes de operações de natureza administrativa e os depósitos judiciais/recursais da gestão administrativa.

Fluxo dos Investimentos

Em atendimento à Resolução do CGPC nº 4, de 30 de janeiro de 2002 alterada pela Resolução CGPC nº 22 de 25 de setembro de 2006, os títulos e valores mobiliários devem ser classificados em duas categorias, a saber:

 Títulos para negociação - títulos e valores mobiliários adquiridos com o propósito de serem frequentemente negociados. São contabilizados pelo custo de aquisição, acrescido dos rendimentos auferidos e ajustados pelo valor de mercado, com os ganhos e as perdas não realizadas reconhecidos no resultado do exercício.

 Títulos mantidos até o vencimento - títulos e valores mobiliários com vencimentos superiores a 12 (doze) meses da data de aquisição, os quais a entidade mantém interesse e capacidade financeira de manter até o vencimento, sendo classificados como de baixo risco por agência de risco do país, e que serão avaliados pela taxa de rendimentos intrínseca dos títulos, ajustados pelo valor de perdas permanentes, quando aplicável.

Os principais critérios de avaliação e de reconhecimento de receitas dos investimentos são os seguintes:

Fundo de Investimento Exclusivo

As aplicações em fundos de investimentos estão registradas pelo valor efetivamente aplicado, o qual para valorização, é dividido pela fração ideal denominada cota, registrada perante a instituição administradora/custodiante. A valorização da aplicação é realizada diariamente multiplicando-se a quantidade de cotas pelo valor da cota atualizada. A valorização ou desvalorização apurada é apropriada na contabilidade da Entidade mensalmente.

O valor de mercado das quotas de fundos de investimento financeiro é apurado com base nos valores das cotas divulgados pelos administradores dos fundos.

f) Exigível Operacional

São registrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e variações monetárias incorridas, estando representados pelas obrigações decorrentes de direito a benefícios pelos participantes, prestação de serviços por terceiros, investimentos, e obrigações fiscais.

4. DISPONÍVEL

Registra as disponibilidades existentes em bancos, reconhecidas por seus valores em moeda nacional.

2015 2014

Banco Safra 2.355 13 Banco Santander 4 6 2.359 19

5. REALIZÁVEL – GESTÃO PREVIDENCIAL

Registra os valores a receber decorrentes de operações da Gestão Previdencial a) Contribuições do mês

Referiam-se a valores de contribuições previdenciais normais mensais devidas pelos patrocinadores e participantes.

2015 2014

Patrocinadores - 7 Participantes - 35 - 42

b) Outros Realizáveis

Refere-se a valores de benefícios pagos em duplicidade.

2015 2014

(10)

6. REALIZÁVEL – GESTÃO ADMINISTRATIVA

Registra os valores a receber decorrentes de operações da Gestão Administrativa. a) Outros Recursos a Receber

2015 2014

Prestadores de Serviços - 2

b) Despesas Antecipadas

2015 2014

Impostos, taxas e contribuições - Abrapp 5 7

7. REALIZÁVEL – INVESTIMENTOS

Composição da Carteira 2015 2014 Investimentos 214.077 170.413 Fundos de Investimento 214.077 170.413 Referenciado 20.405 -Ações 6.062 7.006 Multimercado 187.610 163.407

Composição por Prazo de Vencimento

2015 2014 Valor de Valor

Custo de Valor Valor Descrição Vencimento Corrigido Mercado Contábil Contábil

Investimentos 214.077 207.258 214.077 170.413 Referenciado 20.405 20.405 20.405 -Santander FI Profit

Referenciado DI Sem vencimento 20.405 20.405 20.405 -Ações 6.062 6.062 6.062 7.006 Santander FI Ativo II Ações Sem vencimento 6.062 6.062 6.062 7.006 Multimercado - Exclusivo Sem vencimento 187.610 180.791 187.610 163.407 FI KPREV Multimercado

Crédito Privado (1) 187.610 180.791 187.610 163.407

(¹) Composição do fundo exclusivo – FI KPREV Multimercado Crédito Privado

O Fundo de investimento KPREV FI Multimercado Crédito Privado é destinado exclusivamente à entidade e foi constituído sob a forma de condomínio aberto, com prazo indeterminado de duração, destinado a aplicações em ativos financeiros e títulos e valores mobiliários.

2015 2014 Valor de Valor

Custo de Valor Valor Descrição Vencimento Corrigido Mercado Contábil Contábil

Multimercado 187.610 180.791 187.610 163.407 Titulos Públicos 184.615 177.796 184.615 119.394 NTN-B (*) 15/08/16 - - - 4.317 NTN-B (*) 15/05/17 - - - 14.084 NTN-B (*) 15/08/20 4.745 4.603 4.745 4.279 NTN-B (*) 15/08/22 60.587 57.789 60.587 54.716 NTN-B (*) 15/05/23 72.874 73.147 72.874 -NTN-B (*) 15/08/24 46.409 42.457 46.409 41.998 Fundos de Investimentos 3.003 3.003 3.003 44.019 Referenciado - - - 44.019 Santander FI Profit

Referenciado DI Sem vencimento - - - 44.019 Renda Fixa 3.003 3.003 3.003 -Santander FI Tít. Publ. DI Sem vencimento 3.003 3.003 3.003 - Valores a Pagar (8) (8) (8) (6) Taxas (Cetip, Selic, Custódia) Sem vencimento (8) (8) (8) (6) (*) Referem-se aos títulos e valores mobiliários classificados na categoria mantido até o vencimento.

Em atendimento ao § 3º do Art. 1º da Resolução CGPC nº 04, de 30/01/2002 e Instrução PREVIC nº 19 de 04/02/2015, informamos que o Plano de Aposentadoria mantém em seu ativo líquido títulos mantidos até o vencimento e que foram efetuados estudos pela KPMG PREV relativos à sua manutenção sem o comprometimento da capacidade financeira do plano.

O Banco Santander administra e faz a gestão dos fundos de investimentos de forma a atende a Resolução CMN nº 3.792 de 24 de setembro de 2009.

8. EXIGÍVEL OPERACIONAL

Os compromissos do Exigível Operacional são assim demonstrados: Gestão Previdencial 2015 2014 388 325 Benefícios a Pagar - 2 Resgates - 2 Retenções a Recolher 388 318 Imposto de Renda 388 330 Assistência Médica - (12) Outras exigibilidades - 5 Contribuições recebidas a maior - 5

Gestão Administrativa 2015 2014 100 102 Contas a Pagar 91 91 Prestadores de Serviços 91 91 Gestores de Investimentos 34 28 Consultorias 57 47 Auditorias - 16 Retenções a Recolher 4 6 Imposto de Renda – Prestadores de Serviços 1 2 PIS COFINS CSLL 3 4 Tributos a Recolher 5 5 PIS e COFINS 5 5

9. CRITÉRIO DE RATEIO DAS

DESPESAS ADMINISTRATIVAS

(11)

10. PROVISÕES MATEMÁTICAS

A movimentação das provisões matemáticas durante o exercício de 2015 pode ser resumida como segue:

1º janeiro Constituição/ 31 dezembro de 2015 Reversão de 2015

Patrimônio Social 170.059 45.897 215.956 Patrimônio de Cobertura do Plano 167.475 44.904 212.379 Provisões Matemáticas 167.475 44.904 212.379 Benefícios Concedidos 171.348 16.485 187.833 Contribuição Definida 541 1.145 1.686 Saldo de Contas dos Assistidos 541 1.145 1.686 Benef. Definido Estruturado em

Regime de Capitalização 170.807 15.340 186.147 Valor Atual dos Benef.

Futuros Progr. - Assistidos 168.269 11.946 180.215 Valor Atual dos Benef. Futuros

Não Progr. - Assistidos 2.538 3.394 5.932 Benefícios a Conceder 137.185 26.214 163.399 Contribuição Definida 96.807 23.374 120.181 Saldo de Contas - Parcela Patroc./Instituidores 80.893 18.705 99.598 Saldo de Contas - Parcela Participantes 15.914 4.669 20.583 Benefício Definido Estruturado

em Reg. de Capital. Progr. 39.996 2.903 42.899 Valor Atual dos Benef. Futuros Programados 45.447 1.785 47.232 (-) Valor Atual das Contrib. Futuras

dos Patrocinadores (5.451) 1.118 (4.333) Benefício Definido Estrut. em

Reg. de Capital. Não Progr. 382 (63) 319 Valor Atual dos Benef. Futuros

Não Programados 423 (74) 349 (-) Valor Atual das Contrib. Futuras

dos Patrocinadores (41) 11 (30) (-) Provisões Matemáticas a Constituir (141.058) 2.205 (138.853) (-) Serviço Passado (120.648) 2.590 (118.058) (-) Patrocinador(es) (120.648) 2.590 (118.058) (-) Déficit Equacionado (20.410) (385) (20.795) (-) Patrocinador(es) (20.410) (385) (20.795)

Ajuste de Precificação

Para a avaliação atuarial de encerramento do exercício de 2015, passa a ser obrigatório o cálculo e aplicação do Ajuste de Precificação, conforme disposto na Resolução CGPC nº 26/2008, nas situações de equacionamento de déficit e distribuição de superávit.

O valor do Ajuste de Precificação corresponde à diferença entre o valor dos títulos públicos federais atrelados a índices de preços classificados na categoria títulos mantidos até o vencimento, calculados considerando a taxa de juros real anual utilizada na respectiva avaliação atuarial e o valor contábil desses títulos. Apesar de não haver déficit equacionado, em atendimento à Resolução CGPC nº 26/2008, foi verificado o montante de R$ 3.807 correspondente ao ajuste de precificação.

Variação nas provisões matemáticas:

O aumento das provisões matemáticas na avaliação atuarial de 2015 se deve principalmente à inflação alta do período, além da rentabilidade do plano que ficou abaixo da meta atuarial, a movimentação de um participante sócio-fundador que teve seu benefício de aposentadoria concedido em 2015 e o aumento na massa dos demais participantes com direito à parcela CD.

A redução das Provisões matemáticas a Constituir se deve ao pagamento das contribuições extraordinárias realizadas ao Plano, previstas no plano de custeio de 2015 e ao retorno dos investimentos que, apesar de terem sido inferiores à meta atuarial, foram muito mais rentáveis do que no exercício anterior.

Provisões matemáticas a constituir:

As provisões matemáticas a constituir são compostas como segue:

(-) Provisões Matemáticas a Constituir (138.853) (-) Serviço Passado (118.058) (-) Patrocinador(es) (118.058) (-) Déficit Equacionado (20.795) (-) Déficit Equacionado – anterior a 31/12/2015 (19.970) (-) Patrocinador(es) (19.970)

(-) Déficit Equacionado – 31/12/2015 (825) (-) Patrocinador(es) (825)

O déficit apurado na avaliação atuarial 2015 encontra-se dentro do limite estabelecido pelo Artigo 28º da Resolução CGPC nº 26/2008 e pela Resolução CNPC nº 22, e poderia ser mantido na conta de Déficit Técnico Acumulado. Entretanto, o Conselho Deliberativo optou pelo equacionamento deste novo déficit no mesmo critério da Provisão a Constituir anterior a 31/12/2015. Os déficits serão equacionados por meio de contribuições extraordinárias ao Plano.

11. FUNDOS

Fundo Previdencial

Composto pelas parcelas de contribuição das patrocinadoras que não foram utilizadas para o pagamento de benefícios em função das condições de elegibilidade e do tipo de benefício pago ao participante no momento de seu desligamento.

O montante deste fundo em 31 de dezembro de 2015 é de R$ 3.482 (2014 – R$ 2.438).

Esse fundo poderá ser utilizado por ocasião da avaliação atuarial do Plano para reduzir as Provisões Matemáticas a Constituir ou para financiar contribuições devidas pelas patrocinadoras nos exercícios subsequentes.

Fundo Administrativo

O Fundo Administrativo corresponde à diferença entre as receitas e despesas administrativas, acrescida do retorno dos investimentos. O montante deste Fundo em 31 de dezembro de 2015 é de R$ 95 (2014 – R$ 146).

12. HIPÓTESES E MÉTODOS ATUARIAIS

As principais hipóteses atuariais e econômicas utilizadas na apuração do Patrimônio Social são as seguintes:

Taxa real anual de juros (1) 5,80% a.a

Projeção de crescimento real de salário (1) (2) 3,0% a.a

Projeção de crescimento real de salário de benefício do INSS (1) 0,0% a.a

Projeção de crescimento real dos benefícios do plano (1) 0,0% a.a

Fator de determinação do valor real ao longo do tempo (salários) 0,98 Fator de determinação do valor real ao longo do tempo (benefícios) 0,98 Hipótese sobre rotatividade (3) Experiência KPMG

Tábua de mortalidade geral (4) AT-83

Tábua de mortalidade de inválidos (5) Não aplicável

(12)

(1) O indexador utilizado é o INPC do IBGE / IGP-DI da Fundação Getúlio Vargas.

(2) Para os participantes da área administrativa, a hipótese é de 3% ao ano. Para os participantes que recebem pró-labore (Fundadores, Diretores e Sócios não-fundadores), adota-se a hipótese de crescimento real de salário igual a 0% ao ano. Para os participantes classificados como “Potenciais Sócios” (Participantes que na data da Avaliação Atuarial recebem salário superior a 1 UP têm idade inferior a 40 anos e são da área técnica) a hipótese é de 12% ao ano até 40 anos e 0% após esta idade, quando 40% se tornar sócio. Para os demais participantes da área técnica a hipótese é de 15% ao ano até 30 anos e 3% ao ano após esta idade.

(3) Pela experiência KPMG, a rotatividade varia de acordo com o tempo de serviço (TS) e a faixa salarial:

0 a 10 Salários Mínimos: 0,35 / (TS+1) + 0,05; 10 a 20 Salários Mínimos: 0,45 / (TS+1) + 0,05; Acima de 20 Salários Mínimos: 0,45 / (TS+1) + 0,03.

Para os Diretores e Sócios Não fundadores, a hipótese é de 0,25 / (TS+1). Para os Participantes Fundadores, a hipótese de rotatividade é nula. Com relação aos Institutos, utiliza-se a hipótese de que 10% dos Participantes Ativos optarão pelo Benefício Proporcional Diferido na Data do Término do Vínculo e que os 90% restantes optarão pelo Resgate.

(4) Foi utilizada a tábua AT83, segregada por sexo.

(5) O plano de aposentadoria KPMG não oferece benefício de renda mensal vitalícia em caso de invalidez.

(6) A KPMG Retirement é uma tábua de probabilidades de entrada em aposentadoria: 100% na primeira data de elegibilidade ao benefício, sendo igual a 100% aos 58 anos para os participantes Fundadores.

Os principais riscos atuariais do plano estão concentrados na rentabilidade futura e na sobrevivência. No entanto, todas as hipóteses atuariais adotadas afetam os valores das provisões matemáticas, já que se trata de um plano estruturado na modalidade contribuição variável.

A adequação da taxa real de juros foi objeto de estudo técnico específico elaborado pela Mercer para elaboração do estudo de Cash Flow Matching, de forma a identificar, a partir da projeção dos ativos e do fluxo de caixa do passivo atuarial, a taxa de retorno da carteira. Os estudos apontaram a taxa máxima de 5,80% a.a, que é superior ao limite estabelecido pela legislação vigente. Desta forma, foi submetido um estudo para requisição de autorização para utilização da taxa de juros de 5,80% a.a, na forma requerida pela IN23, cuja aprovação foi concedida pela Previc através do Ofício nº 3558/2015/CGMI/CGMA/ DIACE/PREVIC.

A alteração da taxa real de juros de 5,75% a.a no exercício anterior, para 5,80% a.a. acarretou em uma redução em torno de R$ 1.000 nas provisões matemáticas de benefício definido do plano.

O cálculo atuarial adotado para a avaliação dos benefícios do plano dos participantes não fundadores foi o método de Capitalização Individual, com exceção do benefício mínimo que foi avaliado pelo método agregado. Para o grupo de participantes fundadores existe a garantia de que o saldo de conta do participante não será inferior ao valor atuarialmente equivalente ao benefício que lhe era garantido conforme previsão contida no plano anterior, de acordo com item 2.18 do regulamento do plano de aposentadoria. Para esse grupo de participantes, utilizou-se o método de capitalização sendo este uma variação do método do crédito unitário para planos de contribuição definida.

13. APRESENTAÇÃO DOS EFEITOS

DA CONSOLIDAÇÃO

O quadro a seguir apresenta as contas contábeis utilizadas e os respectivos valores relativos à consolidação do Balanço Patrimonial em 31 de dezembro de 2015 e referem-se à participação do plano de benefícios no fundo administrativo registrado no Plano de Gestão Administrativa – PGA.

Código Conta Valor

1.2.2.3.00.00.00 Participação no Plano de Gestão Administrativa 95 Plano de Aposentadoria KPMG 95 2.3.2.2.02.00.00 Participação no Fundo Administrativo do PGA 95 Plano de Aposentadoria KPMG 95

14. RECOLHIMENTO DE TRIBUTOS

Imposto de Renda

A Lei nº. 11.053, de 29 de dezembro de 2004, criou um novo regime de tributação, facultando aos participantes de planos de EFPC estruturados na modalidade de contribuição definida ou contribuição variável, optarem para que os valores que lhes sejam pagos a título de resgate ou benefícios de renda, sejam tributados no imposto de renda na fonte:

i. por uma nova tabela regressiva, que varia entre 35% a 10%, dependendo do prazo de acumulação dos recursos do participante no plano de benefícios, ou

ii. por permanecerem no regime tributário atual, que utiliza a tabela progressiva do imposto de renda na fonte para as pessoas físicas. Além disso, a Lei nº. 11.053/04 revogou a MP nº. 2.222 de 4 de setembro de 2001, dispensando a partir de 1º. de janeiro de 2005 a retenção na fonte e o pagamento em separado do imposto de renda sobre os rendimentos e ganhos auferidos nas aplicações de recursos das entidades fechadas de previdência complementar. PIS e COFINS

Calculados pelas alíquotas de 0,65% e 4%, respectivamente sobre as receitas administrativas conforme Instrução Normativa nº 247, de 21 de novembro de 2002 (receita bruta excluída, entre outros, pelos rendimentos auferidos nas aplicações financeiras destinadas a pagamento de benefícios de aposentadoria, pensão, pecúlio e de resgate, limitados aos rendimentos das aplicações proporcionados pelos ativos garantidores das reservas técnicas e pela parcela das contribuições destinadas à constituição de reservas técnicas).

15. TRANSAÇÕES ENTRE PARTES RELACIONADAS

As Partes Relacionadas da KPMGPREV podem ser assim consideradas: os Participantes, as Patrocinadoras, cujo relacionamento ocorre por intermédio de Convenio de Adesão para oferecimento dos planos de benefícios para os empregados e Dirigentes; e; seus administradores, compostos pelos membros do Conselho Deliberativo e Diretoria Executiva, assim como pelos membros do Conselho Fiscal da Entidade, cujas atribuições e responsabilidades estão definidas no estatuto Social da KPMGPREV.

No exercício findo em 31 de dezembro de 2015, não houve operações com as partes relacionadas acima, além das operações já divulgadas anteriormente (contribuições de participantes e patrocinadoras e pagamentos de benefícios).

16. EVENTOS SUBSEQUENTES

Incorporação de Patrocinadoras

Em 4 de janeiro de 2016, a patrocinadora KPMG Assessores Tributários Ltda. incorporou as operações das patrocinadoras KPMG Transaction and Forensic Services Ltda., KPMG Risk Advisory Services Ltda. e KPMG Transnational Tax Services Ltda. Na mesma data, a patrocinadora KPMG Assessores Tributários Ltda. incorporou parcela cindida das operações da KPMG Tax Advisors Ltda. Em 4 de janeiro de 2016, a denominação social da KPMG Assessores Tributários Ltda. foi alterada para KPMG Assessores Ltda.

Diretoria Zenko Nakassato Diretor-superintendente CPF: 916.464.218-68 Contador Responsável Marcelo Coelho Ribeiro Contador

(13)

Relatório dos auditores independentes sobre

as demonstrações contábeis

Ilmos. Srs.

Diretores, Participantes e Patrocinadores da KPMG PREV Sociedade de Previdência Privada São Paulo – SP

Examinamos as demonstrações contábeis da KPMG PREV Sociedade de Previdência Privada, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2015 e as respectivas demonstrações da mutação do Patrimônio Social, do ativo líquido, da mutação do ativo líquido, do plano de gestão administrativa e das provisões técnicas do plano de benefícios para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.

Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis

A administração da Entidade é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis a entidades reguladas pelo Conselho Nacional de Previdência Complementar - CNPC, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.

Responsabilidade dos auditores independentes

Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.

Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis da Entidade. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Entidade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Entidade. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.

Opinião

Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da KPMG PREV Sociedade de Previdência Privada em 31 de dezembro de 2015 e o desempenho de suas operações para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às entidades reguladas pela Conselho Nacional de Previdência Complementar - CNPC.

São Paulo, 16 de março de 2016. LCC AUDITORES INDEPENDENTES CRC N° 2SP029650/O-4

Marcello Lopes dos Santos CRC N° 1SP188429/O-2

Parecer Atuarial

1 Introdução

Na qualidade de atuários responsáveis pela avaliação atuarial do Plano de Aposentadoria KPMG administrado pela KPMG PREV - Sociedade de Previdência Privada, apresentamos nosso parecer sobre a situação atuarial do citado Plano, em 31 de dezembro de 2015, referente às Patrocinadoras:

 KPMG Auditores Independentes;

 Ferraz de Camargo, Azevedo e Matsunaga - Advogados Associados (atual denominação social da Frignani e Andrade Advogados Associados S/C);

 KPMG Corporate Finance Ltda.;

 KPMG Consultoria Ltda.;

 KPMG Financial Risk & Actuarial Services Ltda. (atual denominação social da KPMG Serviços Atuariais S/C Ltda.);

 KPMG Transaction And Forensic Services Ltda.;

 KPMG Tax Advisors Ltda.;

 KPMG Assessores Tributários Ltda.;

 KPMG Assurance Services Ltda.;

 KPMG Risk Advisory Services Ltda.;

 KPMG Transnational Tax Services Ltda.;

 KPMG Consultores Associados Ltda.

2 Perfil dos Participantes

A data-base dos dados individuais relativos aos Participantes Ativos, Assistidos e Beneficiários utilizados no presente estudo foi 30/09/2015.

Qualidade da Base Cadastral

Os dados individuais foram fornecidos pela KPMG PREV à Mercer que, após a realização de testes apropriados e devidos acertos efetuados em conjunto com a entidade, considerou-os adequados para fins desta avaliação atuarial.

A análise efetuada pela Mercer na base cadastral utilizada para a avaliação atuarial objetiva, única e exclusivamente, a identificação e correção de eventuais distorções na base de dados, não se inferindo dessa análise a garantia de que a totalidade das distorções foi detectada e sanada, permanecendo, em qualquer hipótese, com a KPMG PREV, a responsabilidade plena por eventuais imprecisões existentes na base cadastral.

As principais características do grupo avaliado, na data-base dos dados, estão resumidas nas tabelas a seguir:

Participantes Ativos - Sócios e Diretores

Descrição 30/09/2015 31/10/2014 Sócios Não Sócios Não Sócios Fundadores Sócios Fundadores Participantes Ativos Fundadores e Diretores Fundadores e Diretores Número 15 289 17 285 Idade Média (anos) 54,0 43,3 52,9 42,4 Tempo de Serviço na

(14)

Participantes Ativos - Demais Participantes

Descrição 30/09/2015 31/10/2014 Número 3.392 3.130 Idade Média (anos) 28,2 28,0 Tempo de Serviço na Patrocinadora Médio (anos) 3,3 3,2 Tempo Médio de Contribuição (anos) 3,2 3,1 Tempo Médio para Aposentadoria (anos) 27,0 27,0 Salário Mensal Médio (R$) 4.216 4.490 Folha Anual - Em R$ 000 171.447 168.639

Participantes Autopatrocinados

Descrição 30/09/2015 31/10/2014 Número 10 13 Idade Média (anos) 30,7 35,2 Tempo de Serviço na Patrocinadora Médio (anos) 6,0 5,4 Tempo Médio de Contribuição (anos) 7,5 5,2 Tempo Médio para Aposentadoria (anos) 15,5 19,8 Salário Mensal Médio (R$) 6.608 6.382 Folha Anual - Em R$ 000 1.031 996

Participantes em Benefício Proporcional Diferido

Descrição 30/09/2015 31/10/2014 Número 22 35 Idade Média (anos) 43,4 44,4

Participantes Assistidos e Beneficiários

Descrição 30/09/2015 31/10/2014 Aposentados - Renda Vitalícia

Número(1) 47 47

Idade Média (anos) 69,2 68,7 Benefício Mensal Médio em R$ 30.594 28.547 Beneficiários - Renda Vitalícia

Número 3 2 Idade Média (anos) 83,0 86,5 Benefício Mensal Médio em R$ 23.166 37.751 Total - Renda Vitalícia

Número 50 49 Idade Média (anos) 70,4 69,4 Benefício Mensal Médio em R$ 30.148 28.152 Aposentados - Renda Certa

Número(1) 6 3 Idade Média (anos) 61,8 66,9 Benefício Mensal Médio em R$ 5.954 3.561 (1) Há um participante assistido que está recebendo tanto o benefício de renda certa quanto o benefício

de renda vitalícia.

Salientamos que para a definição do número de Beneficiários foi considerado o grupo familiar de cada ex-Participante, de tal forma que viúva e filhos de um mesmo ex-Participante correspondessem a um pensionista.

Os valores monetários apresentados correspondem a valores nominais posicionados em 30/09/2015. Na avaliação atuarial esses valores foram projetados para 31/12/2015, refletindo o conceito de capacidade.

3 Hipóteses e Métodos Atuariais Utilizados

Uma avaliação atuarial é um estudo que tem por objetivo principal estimar, na data do cálculo, o custo no longo prazo de um determinado plano de benefícios, devendo incluir os valores esperados relativos tanto aos participantes já recebendo benefícios quanto àqueles que ainda completarão as condições exigidas para tal. Para esse fim, são feitas projeções de longo prazo, admitindo-se um conjunto de hipóteses atuariais que represente de forma realista as expectativas com relação à experiência futura do plano. Essas hipóteses incluem aquelas de caráter econômico (retorno de investimento, taxa de crescimento salarial, taxa de reajuste dos benefícios e níveis de benefícios do INSS) e também as de caráter biométrico (taxas de mortalidade, invalidez e rotatividade, idade de aposentadoria, estado civil e dependentes).

A seguir descreveremos o conjunto das principais hipóteses atuariais e econômicas utilizadas na apuração das Provisões Matemáticas desta avaliação atuarial.

Taxa real anual de juros (1) 5,80% a.a.

Projeção de crescimento real de salário (1) (2) 3% a.a.

Projeção de crescimento real do maior salário de benefício do INSS (1) 0% a.a.

Projeção de crescimento real dos benefícios do plano (1) 0% a.a.

Fator de capacidade para os salários 0,98 Fator de capacidade para os benefícios 0,98 Hipótese sobre rotatividade (3) Experiência KPMG

Tábua de mortalidade geral (4) AT-83

Tábua de mortalidade de inválidos (5) Não aplicável

Tábua de entrada em invalidez Mercer Disability Outras hipóteses biométricas utilizadas (6) KPMG Retirement

(1) O indexador utilizado é o INPC do IBGE (era o IGP-DI da Fundação Getúlio Vargas até 12/2005); (2) Para os Participantes da área administrativa, a hipótese é de 3% ao ano. Para os Participantes que

recebem pró-labore (Fundadores, Diretores e Sócios Não Fundadores), adota-se a hipótese de crescimento real de salário igual a 0% ao ano. Para os Participantes classificados como “Potenciais Sócios” (Participantes que na data da avaliação atuarial recebem salário superior a 1 UP, têm idade inferior a 40 anos e são da Área Técnica) a hipótese é de 12% ao ano até 40 anos e 0% após esta idade, quando 40% se tornar sócio. Para os demais Participantes da Área Técnica a hipótese é de 15% ao ano até 30 anos e 3% ao ano após esta idade.

(3) Pela experiência KPMG, a rotatividade varia de acordo com o tempo de serviço (TS) e a faixa salarial:

- 0 a 10 Salários Mínimos: 0,35 / (TS + 1) + 0,05; - 10 a 20 Salários Mínimos: 0,45 / (TS + 1) + 0,05; - Acima de 20 Salários Mínimos: 0,45 / (TS + 1) + 0,03.

Para os Diretores e Sócios Não Fundadores, a hipótese é 0,25 / (TS+1). Para os Participantes Fundadores, a hipótese de rotatividade é nula. Com relação aos Institutos, utiliza-se a hipótese de que 10% dos Participantes Ativos optarão pelo Benefício Proporcional Diferido na Data do Término do Vínculo e que os 90% restantes optarão pelo Resgate.

(4) Foi utilizada a tábua AT83, segregada por sexo.

(5) O Plano de Aposentadoria KPMG não oferece benefício de renda mensal vitalícia em caso de invalidez.

(6) A KPMG Retirement é uma tábua de probabilidades de entrada em aposentadoria: 100% na primeira data de elegibilidade ao benefício, sendo igual a 100% aos 58 anos para os Participantes Fundadores.

Principais Riscos Atuariais

Os principais riscos atuariais do plano estão concentrados na rentabilidade futura e na sobrevivência. No entanto, todas as hipóteses atuariais adotadas afetam os valores das provisões matemáticas, já que se trata de um plano estruturado na modalidade de contribuição variável.

Referências

Documentos relacionados

Além de organizar a linha do cuidado, do ponto de vista dos fluxos assistenciais, define-se que a equipe da UBS ou a ESF, que tem responsabilidades sobre

Ao investigar os efeitos da ETCC sobre o controle inibitório em adolescentes com TDAH, sendo verificado pela aplicação de tarefa cognitiva específica, a pesquisa

Analisando-se, ainda, o fluxo de materiais, pessoas e informações, pode-se enfatizar a ocorrência de maior proximidade e integração entre os demais setores dos quais

O setor terciário no Brasil vem exercendo um papel importante e crescente no desenvolvimento da estrutura economia, sendo responsável por mais de 60% da

1. A seriação dos candidatos aprovados nas provas especialmente adequadas destinadas a avaliar a capacidade para a frequência dos ciclos de estudos da ESEPF pelos maiores de 23

De acordo com Topel (2001) em empresas do mercado varejista que trabalham com produtos perecíveis são analisados vários itens, como: custo de armazenagem,

Neste sentido, este trabalho busca compreender o papel do SIVAM para a cooperação em segurança e defesa na região Pan-Amazônica, enfocando as possibilidades de compartilhamento dos

Reivindicação de produto: as reivindicações de produto devem estar descritas em termos de seus constituintes físicos (novos dispositivos, memórias, etc), ou em termos de meios mais