Conteúdo esquematizado e mais de 500 exercícios
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SumárioMensagem de boas-vindas ... 3 Lei nº 9.264/1996 – Desmembramento e reorganização da carreira ... 4 QUESTÕES ... 16 Decreto-Lei nº 2.266 de 12 de março de 1985. ... Erro! Indicador não definido.
Lei nº 4.878/1965 – Regime Jurídico Peculiar ... Erro! Indicador não definido.
CONTEXTO HISTÓRICO... Erro! Indicador não definido.
APLICAÇÃO ... Erro! Indicador não definido.
FUNÇÃO POLICIAL ... Erro! Indicador não definido.
PRECEDÊNCIA ... Erro! Indicador não definido.
ACADEMIA NACIONAL DE POLÍCIA ... Erro! Indicador não definido.
NOMEAÇÃO ... Erro! Indicador não definido.
POSSE ... Erro! Indicador não definido.
EXERCÍCIO ... Erro! Indicador não definido.
ESTÁGIO PROBATÓRIO... Erro! Indicador não definido.
PROMOÇÃO ... Erro! Indicador não definido.
NOMEAÇÃO POR ACESSO ... Erro! Indicador não definido.
REMOÇÃO ... Erro! Indicador não definido.
READAPTAÇÃO ... Erro! Indicador não definido.
DIREITOS E VANTAGENS ... Erro! Indicador não definido.
REGIME DISCIPLINAR ... Erro! Indicador não definido.
QUESTÕES ... Erro! Indicador não definido.
DISPOSIÇÕES SOBRE A POLÍCIA CIVIL NA LODF ... Erro! Indicador não definido.
Decreto nº 30.490/09 – Regimento Interno da PCDF ... Erro! Indicador não definido.
QUESTÕES ... Erro! Indicador não definido.
CONSIDERAÇÕES FINAIS ... Erro! Indicador não definido.
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO ... Erro! Indicador não definido.
BATERIA DE SIMULADOS ... Erro! Indicador não definido.
Legislação para consulta ... Erro! Indicador não definido.
LEI Nº 9.264, DE 7 DE FEVEREIRO DE 1996. ... Erro! Indicador não definido.
DECRETO-LEI Nº 2.266, DE 12 DE MARÇO DE 1985 ... Erro! Indicador não definido.
LEI Nº 4.878, DE 3 DE DEZEMBRO DE 1965. ... Erro! Indicador não definido.
LEI ORGÂNICA DO DISTRITO FEDERAL – CAPÍTULO V – SEÇÃO I ... Erro! Indicador não definido.
DECRETO Nº 30.490, DE 22 DE JUNHO DE 2009. ... Erro! Indicador não definido.
3 Mensagem de boas-vindas
Prezado Aluno,
É com muita satisfação que iniciamos o curso de Legislação Específica da PCDF.
Pretendemos trazer uma abordagem totalmente nova para essa disciplina, baseada em gráficos, esquemas e dicas: tudo para facilitar o seu aprendizado e garantir a tão sonhada aprovação no concurso da PCDF.
Antes de darmos início ao conteúdo, permita-me uma breve apresentação.
Meu nome é Marcos Fagner, atuo como professor da disciplina de Legislação Específica da PCDF em alguns cursos presencias no Distrito Federal e também em cursos online para todo o Brasil. No ano de 2019, completo dez anos de serviço público. Atualmente, sou integrante da honrosa Polícia Civil do DF, tendo obtido o 4° lugar no certame para Agente de Polícia e o 10º lugar no concurso para o cargo de Escrivão da PCDF, ambos em 2013, além de ter sido aprovado em mais seis concursos públicos.
Caso tenham interesse, vocês podem me conhecer um pouco mais acessando o meu Instagram @profmarcosfagner. Na medida do possível, apresento lá dicas sobre Legislação Específica da PCDF, Legislação Penal Extravagante e notícias diversas sobre o concurso da PCDF. Além disso, estou disponível também pelo e-mail [email protected].
Feita a apresentação, vamos falar um pouco sobre o nosso curso.
Este material foi atualizado em dezembro de 2019, logo após a publicação do edital para o cargo de Escrivão de Polícia da PCDF publicado pela banca CESPE/CEBRASPE. O novo edital trouxe algumas novidades em comparação com o certame anterior para os cargos de Agente de Polícia e Escrivão de Polícia no ano de 2013. O edital anterior trazia apenas três normas na parte de legislação específica da PCDF: Lei nº 9.264/1996 (desmembramento e a reorganização da Carreira Policial Civil do Distrito Federal), Decreto nº 59.310/1966 (Regime Jurídico dos Funcionários Policiais Civis do Departamento Federal de Segurança Pública e da Polícia do Distrito Federal) e Lei nº 4.878/1965 (regime jurídico peculiar dos funcionários policiais civis da União e do Distrito Federal). Já o edital de 2019, incluiu o Decreto 30.490/2009 (Regimento interno da PCDF), a Lei Orgânica do DF e o Decreto-Lei nº 2.266/85, assim como excluiu, surpreendentemente, o Decreto nº 59.310/66, que havia sido cobrado várias vezes e era a norma mais prolixa da parte de Legislação Específica.
Conforme já exposto, traremos o conteúdo de maneira a tornar mais fluida a sua leitura e que a compreensão do assunto possa atingir níveis satisfatórios. Será utilizada uma linguagem acessível e farta apresentação gráfica daquilo que será estudado. Disponibilizaremos, também, diversos exercícios de fixação para o seu adequado treinamento.
A elaboração deste material despendeu aproximadamente quatro meses de trabalho árduo e dedicação ao objetivo final que é a sua aprovação no concurso, bem como sofreu uma atualização para adequá-lo ao edital recém lançado. O preço de comercialização foi estipulado para que todos pudessem adquiri-lo sem pesar no orçamento. Pense nisso antes de compartilhar ou reproduzir indevidamente o conteúdo aqui apresentado. Lembre-se que a reprodução indevida desmerece o trabalho do autor e o desestimula a produzir novos conteúdos.
Dito isso, mãos à obra...
4 Lei nº 9.264/1996 – Desmembramento e reorganização da carreira
Até a publicação da Lei nº 9.264, no ano de 1996, todos os cargos que compunham a estrutura da Polícia Civil do Distrito Federal estavam alocados em uma única carreira, denominada Carreira Policial Civil do Distrito Federal.
Com a edição da Lei nº 9.264/1996, esta carreira foi
desmembrada
em duas outras:a
Carreira de Delegado de Polícia do Distrito Federal
e aCarreira de Polícia Civil do Distrito Federal
(Art. 1º), nas quais passaram a estar distribuídos os respectivos cargos.Antes da Lei nº 9.264/96
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Analisaremos individualmente as carreiras que compõem a PCDF, detalhando as peculiaridades que podem ser exploradas pelo examinador.
A Carreira de Delegado de Polícia do Distrito Federal é composta por um único cargo, que é o cargo de Delegado de Polícia. Quanto à natureza da carreira de Delegado, a legislação afirma que ela é uma carreira jurídica, e, ao mesmo tempo, uma carreira policial (Art. 2º).
A Constituição Federal, em seu art. 37, II, prevê duas modalidades de concurso público para ingresso em cargo público efetivo: provas ou provas e títulos. Por disposição expressa da Lei 9.264/96, o ingresso na Carreira de Delegado de Polícia do Distrito Federal pressupõe aprovação em concurso público na modalidade obrigatória de
provas e títulos
(Art. 5º, § 1º).O legislador não fez a mesma exigência para os concursos da Carreira de Polícia Civil do Distrito Federal, deixando a opção para administrador público quanto à modalidade de provas ou de provas e títulos para aquela carreira (Art. 3º, parágrafo único).
(2015 – FUNIVERSA – PCDF – Perito Médico-Legista) Atualmente, de acordo com a legislação vigente, a PCDF é composta pelas seguintes carreiras:
a) Delegado de Polícia, Perito Criminal, Perito Médico-Legista, Agente de Polícia, Escrivão de Polícia, Papiloscopista Policial e Agente Penitenciário.
b) Delegado de Polícia Civil do DF e Polícia Civil do DF.
c) Delegado de Polícia, Perito Criminal, Perito Médico-Legista, Agente de Polícia, Escrivão de Polícia, Papiloscopista Policial e Agente Policial de Custódia.
d) Delegado de Polícia, Peritos, Agentes e Escrivão de Polícia.
e) Delegado de Polícia, Perito e Policial Civil.
GABARITO: B
Atualmente, a PCDF é composta pela Carreira de Delegado de Polícia do Distrito Federal e pela Carreira de Polícia Civil do Distrito Federal, nas quais estão distribuídos os respectivos cargos.
JÁ CAIU EM PROVA
(2015 – FUNIVERSA – PCDF – Papiloscopista Policial – Adaptado) Papiloscopista policial, perito criminal, perito médico-legista, agente de polícia, escrivão de polícia, agente policial de custódia e delegado de polícia compõem a carreira de Polícia Civil do Distrito Federal.
GABARITO: ERRADO
O cargo de Delegado de Polícia não integra a Carreira de Polícia Civil do Distrito Federal, faz parte de uma carreira própria denominada Carreira de Delegado de Polícia do Distrito Federal.
JÁ CAIU EM PROVA
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Aos candidatos ao cargo de Delegado de Polícia, exige-se o diploma de Bacharel em
Direito
(Art. 5º, § 1º). O exercício de suas funções pressupõe a aplicação concreta de normas jurídicas, razão pela qual se torna bastante razoável a citada exigência.Fique atento: não se deve confundir a exigência do bacharelado em Direito com inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Bacharel em Direito é todo aquele que conclui o curso superior em Direito em instituição de ensino reconhecida pelo MEC. Já a inscrição na OAB é ato necessário para o exercício da advocacia no território da seccional da Ordem e pressupõe aprovação em exame de conhecimentos técnicos. Ao Delegado de Polícia é exigido o bacharelado em Direito, mas não a inscrição na OAB.
Todavia, não basta que o candidato seja Bacharel em Direito, a lei exige também a comprovação do exercício de, no mínimo, 3 (três) anos de atividade
jurídica
oupolicial
(Art.5º, § 1º).
Atividade jurídica é aquela exercida com exclusividade por bacharel em Direito, bem como o exercício de cargos, empregos ou funções, inclusive de magistério superior, que exija a utilização preponderante de conhecimento jurídico, vedada a contagem do estágio acadêmico ou qualquer outra atividade anterior à colação de grau (Resolução nº 11/2006 do CNJ).
Atividade policial é o tempo cumprindo atribuições como policial na Polícia Federal, na Polícia Rodoviária Federal, na Polícia Ferroviária Federal, nas Polícias Civis ou nas Polícias Militares (Portaria do Diretor-Geral da PCDF nº 02/2015).
Veja que a exigência do efetivo exercício de 3 anos de atividade jurídica ou 3 anos de atividade policial é requisito alternativo. Ou seja, o candidato precisa comprovar apenas um deles para estar apto a concorrer ao cargo de delegado de polícia.
Muita atenção, pois o momento correto para comprovação dos requisitos para ingresso na Carreira de Delegado de Polícia do Distrito Federal é no ato da posse (Art. 5º, § 1º, in fine). Este é o tipo de informação que possui grande chance de ser cobrado pelo seu examinador, justamente porque a alteração, em uma questão de prova, do momento de comprovação dos requisitos para qualquer outro que não “no ato da posse”, insere ali uma “pegadinha” que faz com que muitos candidatos percam aquele ponto.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) participará da realização do concurso público para ingresso na Carreira de Delegado de Polícia do DF, acompanhando-o e fiscalizando o bom andamento, a regularidade e a legalidade do certame.
Para fechar o estudo sobre a Carreira de Delegado de Polícia do DF, vejamos o seguinte quadro-resumo:
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Carreira de Delegado de Polícia do DF
Cargo Natureza Concurso
Delegado de Polícia Jurídica e Policial Provas e títulos Participação da OAB Bacharel em Direito
3 anos de atividade Jurídica; ou Policial Comprovação dos requisitos Na POSSE Passamos, agora, a analisar a segunda carreira que compõe a PCDF.
A Carreira de Polícia Civil do Distrito Federal é composta dos seguintes cargos: Perito Criminal, Perito Médico-Legista, Agente de Polícia, Escrivão de Polícia, Papiloscopista Policial e Agente Policial de Custódia.
Para facilitar o estudo, podemos utilizar uma dica bem prática:
“EPAA 2Peritos”
Carreira de Polícia Civil do Distrito Federal Cargos
Escrivão de Polícia Papiloscopista Policial Agente de Polícia
Agente Policial de Custódia Perito Criminal
Perito Médico-Legista
Os “EPAA” (Escrivão de polícia, Papiloscopista Policial, Agente de Polícia e Agente Policial de Custódia) podem ser estudados em grupo, possuindo os mesmos requisitos para ingresso. Exige-se para estes cargos o nível superior completo (em nível de graduação) em qualquer área do conhecimento.
(2013 – CESPE – PCDF – Agente de Polícia) Tanto o perito médico-legista quanto o agente e o escrivão de polícia integram a carreira de Polícia Civil do DF.
GABARITO: CERTO
A Carreira de Polícia Civil do Distrito Federal compõe-se dos cargos de Perito Criminal, Perito Médico-Legista, Agente de Polícia, Escrivão de Polícia, Papiloscopista Policial e Agente Policial de Custódia.
JÁ CAIU EM PROVA
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Já quanto aos “2Peritos”, a exigência de escolaridade não é generalista.
Para ocupar o cargo de Perito Médico-Legista, exige-se, exclusivamente, a graduação em Medicina.
Já para ocupar o cargo de Perito Criminal, a Lei nº 9.264/1996 estabelece um
rol taxativo
de formações de nível superior, a saber: Física, Química, Ciências Biológicas, Ciências Contábeis, Ciência da Computação, Informática, Geologia, Odontologia, Farmácia, Bioquímica, Mineralogia e Engenharia.As questões de provas que já foram cobradas nos concursos anteriores da PCDF não exigiram o conhecimento dessa lista de formações para o cargo de Perito Criminal. O examinador limitou- se a perguntar se o cargo de Perito Criminal exige qualquer formação de nível superior. Como já vimos, tal afirmação está errada, pois o cargo exige formação específica nas áreas do conhecimento elencadas em um rol taxativo pela Lei nº 9.264/96. Mas se você é daquele tipo de candidato que quer estar preparado para qualquer “devaneio” do examinador, podemos apresentar uma dica para memorização dessa lista:
GEnte, Que BeBê FOFIM!
qual o nome dela?
CiCi
Perito Criminal Rol taxativo de formações Geologia
Engenharia Química
Biologia (Ciências Biológicas) Bioquímica
Física Odontologia Farmácia Informática Mineralogia Ciências Contábeis Ciência da Computação
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Podemos resumir, então, as informações sobre a exigência de formações aceitas para cada cargo já estudado até agora:
Cargos Escolaridade
Carreira de Delegado de Polícia do Distrito
Federal
Delegado de Polícia Bacharel em Direito
Carreira de Polícia Civil
do Distrito Federal (EPAA)
Escrivão de Polícia Papiloscopista Policial Agente de Polícia
Agente Policial de Custódia
Nível superior completo em qualquer área do conhecimento
Perito Médico-Legista Medicina
Perito Criminal Rol taxativo (Física, Química, Ciências Biológicas, Ciências Contábeis, Ciência da Computação, Informática, Geologia, Odontologia, Farmácia, Bioquímica, Mineralogia e Engenharia)
Para compreender bem as disposições trazidas na legislação específica da PCDF sobre o cargo de Agente Policial de Custódia é preciso fazer uma rápida contextualização.
O cargo nasceu sob a denominação de Agente Penitenciário da PCDF e as suas atribuições eram exercidas nas dependências do sistema penitenciário do DF. Em uma transição bastante lenta, esculpida por diversas normas jurídicas e decisões judiciais, o esforço foi no sentido de afastar os então Agentes Penitenciários dos presídios e aproximá-los da estrutura orgânica da PCDF. A substituição foi feita com a criação de um cargo específico para o trabalho no sistema penitenciário, sem vinculação com a PCDF.
Com a publicação da Lei nº 13.064/13, os Agentes Penitenciários da PCDF tiveram sua nomenclatura alterada para Agente Policial de Custódia e seu
exercício e lotação
passaram a sernas unidades que compõem a estrutura orgânica da PCDF
, mediante designação do Diretor-Geral (Art. 3º-A), atuando conforme suas atribuições próprias estabelecidas no regimento interno (Art. 3º-A, § 2º).É necessário um cuidado especial nessa análise. Não houve mudança de cargo. O que ocorreu foi apenas uma alteração na lotação dos servidores e na nomenclatura do cargo. Os Agentes Policiais de Custódia não foram transformados em Agentes de Polícia. O exercício de suas funções nas
(2015 – FUNIVERSA – PCDF – Papiloscopista Policial – Adaptado) Assim como para o ingresso no cargo de papiloscopista policial, o ingresso no cargo de perito criminal exige diploma de curso superior completo em qualquer área do conhecimento humano.
GABARITO: ERRADO
O ingresso no cargo de Perito Criminal exige formação específica em Física, Química, Ciências Biológicas, Ciências Contábeis, Ciência da Computação, Informática, Geologia, Odontologia, Farmácia, Bioquímica, Mineralogia e Engenharia.
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novas lotações será conforme as atribuições do próprio cargo. Para deixar isso claro, transcreverei o trecho do Regimento Interno que dispõe sobre as atribuições dos Agentes Policiais de Custódia: (não se preocupe, pois o quadro abaixo é meramente informativo, não sendo necessário memorizá-lo)
I -- executar atividades de atendimento, serviço de vigilância, custódia, escolta, revista pessoal e em objetos, guarda, assistência e orientação de pessoas recolhidas na Divisão de Controle e Custódia de Presos, do Departamento de Polícia Especializada, da Polícia Civil do Distrito Federal, ou que estejam nas demais unidades policiais da Polícia Civil do Distrito Federal aguardando recolhimento àquela Divisão;
II -- desempenhar atividades de custódia e guarda provisória de presos sob a responsabilidade da Polícia Civil do Distrito Federal;
III -- executar escoltas judiciais;
IV -- executar a escolta de presos em ambientes hospitalares;
V -- executar a escolta de presos sob a responsabilidade da Polícia Civil do Distrito Federal para apresentação ao Instituto de Medicinal Legal, ao Instituto de Criminalística e ao Instituto de Identificação, bem como para apresentação desses presos a outras instituições congêneres;
VI -- executar a escolta de viaturas no transporte de presos sob a responsabilidade da Polícia Civil do Distrito Federal;
VII -- atuar nas atividades de inteligência voltadas para segurança da custódia de presos sob a responsabilidade da Polícia Civil do Distrito Federal;
VIII - atuar na recaptura de foragidos da Justiça;
IX -- efetuar o recambiamento de presos de outros estados da federação;
X -- escoltar e conduzir adolescentes infratores a delegacias e demais órgãos especializados, nos termos da lei;
XI -- participar de operações policiais;
XII -- desempenhar outras atividades que se enquadrem no âmbito de suas atribuições, inclusive executar operações e ações de natureza policial ou de interesse da segurança pública, ou determinadas por superior hierárquico e inerentes à atividade policial.
(Redação dada pelo Decreto nº 35.082, de 16/01/2014)
A carreira dos cargos da PCDF é composta por classes sucessivas que serão atingidas pelos policiais por progressão funcional, cujos requisitos estão dispostos em leis e regulamentos diversos.
A estrutura aplicável para ambas as carreiras da PCDF é, atualmente, a seguinte:
Plano de carreira na PCDF Classe especial
1ª Classe 2ª Classe 3ª Classe
O ingresso do servidor aprovado em concurso público se dará sempre na 3ª Classe (Art.
3º, parágrafo único e Art. 5º).
Plano de carreira na PCDF Classe especial
1ª Classe 2ª Classe 3ª Classe INGRESSO
(2015 – FUNIVERSA – PCDF – Papiloscopista Policial – Adaptado) As classes do cargo de papiloscopista policial são três, quais sejam, a terceira, a segunda e a especial, sendo a terceira classe a de ingresso no cargo.
GABARITO: ERRADO
O item tornou-se errado ao omitir a “primeira classe” da estrutura de classes do cargo de papiloscopista policial.
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As carreiras de que trata a Lei nº 9.264/1996 possuem atribuições relacionadas à expressão do Poder Estatal e não encontram paralelo na iniciativa privada. Em razão disso, são consideradas, ambas as carreiras, típicas de Estado (Art. 12).
A Lei nº 9.264/1996 também trouxe disposições sobre o dirigente máximo da PCDF: o Diretor-Geral. A atribuição para nomear o Diretor-Geral da PCDF é do Governador do DF. A função somente poderá ser ocupada por
delegados
de polícia do DF (Art. 12-A). Por mais capacitados(2013 – CESPE – PCDF – Escrivão de Polícia) As carreiras de delegado e escrivão de polícia do DF são distintas, porém ambas são consideradas típicas de Estado.
GABARITO: CERTO
Trata-se de uma questão muito polêmica do último concurso para o cargo de Escrivão de Polícia da PCDF. O gabarito oficial da banca CESPE foi dado como CERTO. No entanto, o examinador não foi muito técnico na elaboração da questão, pois fez referência a uma “carreira de escrivão de polícia do DF”, quando, na verdade, trata-se de um cargo pertencente à Carreira de Polícia Civil do DF. Acompanhe a transcrição da redação da Lei nº 9.264/96:
“Art. 3º A Carreira de Polícia Civil do Distrito Federal é de nível superior e compõe-se dos cargos de Perito Criminal, Perito Médico-Legista, Agente de Polícia, Escrivão de Polícia, Papiloscopista Policial e Agente Policial de Custódia.”
A PCDF possui apenas duas carreiras, nas quais estão distribuídos os cargos. As carreiras existentes são: Carreira de Delegado de Polícia do DF e Carreira de Polícia Civil do DF. Não existe uma “carreira” de escrivão de polícia do DF.
Não obstante a imprecisão técnica do examinador, a banca manteve o gabarito como CERTO, mesmo após a etapa de recursos.
JÁ CAIU EM PROVA
(2015 – FUNIVERSA – PCDF – Papiloscopista Policial – Adaptado) Entre os cargos existentes na Polícia Civil do Distrito Federal, somente o de delegado de polícia é considerado típico de Estado.
GABARITO: ERRADO
Ambas as carreiras previstas na Lei nº 9.264/1996 (Delegado de Polícia do DF e Polícia Civil do DF) são consideradas típicas de Estado (Art. 12).
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que possam estar para ocupar o cargo, por determinação legal, jamais poderão ser alçados à função de Diretor-Geral da PCDF os agentes de polícia, os escrivães, os peritos, enfim, quaisquer ocupantes de cargos que não os de delegados de polícia. Essa previsão tem fundamento na Constituição Federal, que estabelece (Art. 144, § 4º) que as polícias civis serão dirigidas por delegados de polícia de carreira. A Lei nº 9.264/1996 ainda exige que o delegado de polícia, para ser nomeado Diretor-Geral, seja ocupante da
classe especial
. Como visto anteriormente, a classe especial é a última etapa na carreira dos policiais civis do DF, pressupondo ali o acúmulo de experiência necessário para ocupar uma função tão importante.FIQUE ATENTO!
Embora a análise da literalidade do artigo 12-A da Lei nº 9.264/96 tenha sido devidamente realizada, é oportuno registrar que há precedentes no STF, analisando normas estaduais de Santa Catarina (ADI 3038-2014), Goiás (ADI 3062-2010), Rondônia (ADI 132-2003) e Sergipe (ADI 3077-2017), nos quais foi considerado pelo Supremo que a exigência de que a escolha do dirigente máximo das respectivas polícias civis deveria recair sobre delegados integrantes da classe mais elevada violaria a Constituição da República, pois a Carta Magna não teria feito essa exigência, tão somente determinado a escolha sobre ocupantes do cargo de Delegado de Polícia, sem mencionar qualquer qualificação específica. Todavia, não se trata de tema pacífico, em razão da existência de entendimentos em sentido contrário, por exemplo, na ADI 5075-2015: “Não é materialmente inconstitucional a exigência de que o Chefe da Polícia Civil seja delegado de carreira da classe mais elevada, conforme nova orientação do STF”.
(2012 – FUNIVERSA – PCDF – Perito Criminal – Adaptado) A PCDF será dirigida por delegado de polícia ou agente de polícia, de reputação ilibada e idoneidade moral inatacável, da carreira Policial Civil do DF, da classe especial, no pleno exercício do seu cargo, sob a denominação do diretor-geral, nomeado pelo governador.
GABARITO: ERRADO
O Agente de polícia não pode dirigir a Polícia Civil. Somente o Delegado de Polícia do DF, integrante da classe especial, pode ser nomeado pelo Governador para ser Diretor-Geral da PCDF.
JÁ CAIU EM PROVA
(2015 – FUNIVERSA – PCDF – Delegado de Polícia – Adaptado) A polícia civil pode ser dirigida por qualquer servidor integrante com carreira de delegado, agente, perito ou escrivão.
GABARITO: ERRADO
Somente o Delegado de Polícia do DF, integrante da classe especial, pode ser Diretor-Geral da PCDF.
JÁ CAIU EM PROVA
(2015 – FUNIVERSA – PCDF – Papiloscopista Policial – Adaptado) O cargo de Diretor-Geral da Polícia Civil do Distrito Federal é privativamente ocupado por delegado de polícia do Distrito Federal integrante da classe especial.
GABARITO: CERTO.
Perceba que o gabarito oficial ignorou os precedentes do Supremo, já que eles são advindos da análise da legislação de outras unidades da federação, sendo que a legislação da PCDF ainda não foi alvo de ponderação pelo STF, prevalecendo a literalidade, salvo menção expressa da jurisprudência pelo comando da questão.
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Em julho de 2018 houve uma importante alteração na legislação que rege os servidores da Polícia Civil do Distrito Federal. Até então, a regulamentação que tratava da cessão de servidores da PCDF encontrava-se dispersa e um pouco confusa. Este instituto inicialmente seguia as regras do art. 11 da Lei federal nº 4.878/65. Em um esforço para regulamentar a cessão dos servidores da PCDF, o Distrito Federal editou a Lei nº 3.556/05, trazendo novas regras para que os policiais civis do DF pudessem servir em outro órgão ou entidade. Analisando trecho específico da referida lei distrital, o STF manifestou-se por sua inconstitucionalidade1. Concordamos com o Supremo, no sentido de que lei distrital não poderia tratar de assunto reservado à lei federal, por força do art. 21, XIV, da Constituição da República, que outorga competência privativa à União legislar sobre regime jurídico de policiais civis do Distrito Federal.
Encerrando a discussão sobre os detalhes pertinentes à cessão dos servidores da PCDF, foi editada a Lei Federal nº 13.690/18 que incluiu o tema no texto da Lei nº 9.264/96.
Antes de entrar especificamente nas alterações promovidas pelo legislador, façamos uma pequena revisão trazida do Direito Administrativo.
Cessão é ato autorizativo pelo qual o agente público, sem suspensão ou interrupção do vínculo funcional com a origem, passa a ter exercício fora da unidade de lotação ou da estatal empregadora;2
Como regra, o servidor da PCDF deve exercer suas funções na própria polícia civil.
Excepcionalmente, a cessão somente será autorizada para (Art. 12-B):
I - Presidência da República e Vice-Presidência da República, para o exercício de cargo em comissão ou função de confiança;
II - Ministério ou órgão equivalente, para o exercício de cargo em comissão ou função de confiança;
III - Tribunais Superiores, órgãos do Tribunal Regional Federal da 1ª Região situados no Distrito Federal, Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal, órgãos do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região situados no Distrito Federal e Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, para o exercício de cargo em comissão cuja remuneração seja igual ou superior à de cargo DAS-101.4 ou equivalente;
IV - órgãos do Ministério Público da União situados no Distrito Federal, para o exercício de cargo em comissão cuja remuneração seja igual ou superior à de cargo DAS-101.4 ou equivalente;
V - órgãos do Tribunal de Contas da União situados no Distrito Federal e Tribunal de Contas do Distrito Federal, para o exercício de cargo em comissão cuja remuneração seja igual ou superior à de cargo DAS-101.4 ou equivalente;
VI - Governadoria e Vice-Governadoria do Distrito Federal, para o exercício de cargo em comissão;
VII - Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Paz Social do Distrito Federal, para o exercício de cargo em comissão ou função de confiança; e
VIII - demais órgãos da administração pública do Distrito Federal considerados estratégicos, a critério do Governador do Distrito Federal, para o exercício de cargo em comissão cuja remuneração seja igual ou superior à de cargo DAS-101.4 ou equivalente.
1STF. ADI 3817. Relator(a) Min. Carmem Lúcia. Publicada no DJe em 22/04/2009.
2 BRASIL. Portaria MPDG nº 342, de 31 de out. de 2017. Brasília, DF.
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Perceba que a cessão para alguns órgãos pode se dar para o exercício de qualquer cargo comissionado ou função de confiança, independente da remuneração a ser recebida. No entanto, em outros órgãos, só será permitida a cessão do servidor para que ele ocupe um cargo comissionado de maior relevância, indicado pelo símbolo DAS 101.4 (do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores - DAS) ou superior. A remuneração dos cargos comissionados da Administração Federal é atualizada constantemente por meio de lei federal, sendo, na data da produção desse material, o DAS 101.4 equivalente a R$ 10.373,30.
Tome nota, ainda, que a cessão para alguns órgãos (incisos III, IV e V) só será permitida para as unidades localizadas no Distrito Federal. Os órgãos relacionados nesses incisos possuem representações em várias unidades da federação. Contudo, conforme comentado acima, os policiais civis do DF só podem ser cedidos para as unidades situadas no DF.
Didaticamente, podemos resumir as informações no seguinte quadro informativo:
Critérios para cessão de servidor da PCDF Remuneração do
cargo/função de destino
Órgão de destino
União DF
Qualquer R$
Presidência e Vice- Presidência
Governadoria e Vice- Governadoria do DF Ministérios e equivalentes SSPDF
R$ ≥ DAS101.4
Tribunais no DF MPU no DF TCU no DF
TJDFT3 TCDF
Órgãos estratégicos do DF (a critério do
Governador)
Qualquer que seja a hipótese de cessão, será vedada a cessão de servidor da PCDF durante o estágio probatório (Art. 12-B, §1º).
É proibida a cessão de servidor da PCDF durante o estágio probatório
Considerando que o servidor da PCDF tenha sido regularmente cedido, o órgão de destino deve ressarci-la pelos vencimentos pagos ao servidor? Como regra geral, sim, é obrigatório o ressarcimento ao órgão cedente do valor correspondente à remuneração do servidor cedido. No entanto, não haverá ressarcimento se o órgão de destino for da União, Governadoria e Vice-Governadoria do Distrito Federal, ou Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Paz Social do Distrito Federal (Art. 12-B, §2º).
Como eu sei que vocês gostam sempre de uma dica fenomenal para decorar a matéria, aí vai mais uma:
3 O TJDFT faz parte do Poder Judiciário da União, foi inserido na coluna “DF” apenas para facilitar a memorização do conteúdo.
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“GUS não paga”
Ressarcimento dos vencimentos pagos a servidor cedido
Órgão de destino Ressarcimento à PCDF GUS =
Governadoria e Vice-Governadoria do DF
União SSPDF
Não há ressarcimento
Demais órgão e entidades Ressarcimento obrigatório
O exercício da carreira policial possui alguns benefícios, por exemplo, a aposentadoria especial. Sobre esses benefícios, havia uma lacuna em relação ao servidor policial que estava exercendo suas funções cedido a outro órgão: a ele seriam mantidos os mesmos direitos, como se estivesse trabalhando na própria polícia, ou os perderia por estar cedido? A alteração promovida na Lei nº 9.264/96 tornou mais transparente a análise. Para a Lei, é considerada de
interesse policial civil
, resguardados todos os direitos e vantagens da carreira policial, a cessão à Presidência e Vice-Presidência da República, ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, ao Ministério da Justiça, ao Ministério da Segurança Pública, à Presidência do STF, à Presidência do TJDFT, à Governadoria e Vice-Governadoria do DF, à SSPDF e às unidades de inteligência da administração pública federal e distrital e do TCU e TCDF (Art. 12-B, §3º). Essa disposição implica, por exemplo, em contagem do tempo cedido a esses órgãos como sendo estritamente policial para fins de aposentadoria especial.Não seria agora que eu os deixaria na mão, certo? CERTO! Vamos para mais uma dica do professor:
Órgãos de interesse policial civil:
UnS 322 PMG
Un
idades de inteligência da administração pública federal e distrital, do TCU e do TCDFSSPDF
Presidência e Vice-Presidência da República Presidência do STF
Presidência do TJDFT Ministério da Justiça
Ministério da Segurança Pública
Governadoria e Vice-Governadoria do DF
GSI
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Manutenção de direitos e vantagens
Órgão de destino Características
Presidência/Vice-Presidência, GSI, MJ, Ministério da Segurança Pública, Presidência do STF, Presidência do TJDFT, Governadoria/Vice-Governadoria, SSPDF e unidades de inteligência da administração federal, distrital, do TCDF e TCU.
Interesse policial civil
Mantém todos os direitos e vantagens
As disposições trazidas pela Lei nº 9.264/1996 aplicam-se aos inativos e pensionistas de servidores das Carreiras da PCDF (Art. 11).
QUESTÕES
1) (2015 – FUNIVERSA – PCDF – Perito Médico- Legista) Atualmente, de acordo com a legislação vigente, a PCDF é composta pelas seguintes carreiras:
a) Delegado de Polícia, Perito Criminal, Perito Médico-Legista, Agente de Polícia, Escrivão de Polícia, Papiloscopista Policial e Agente Penitenciário.
b) Delegado de Polícia Civil do DF e Polícia Civil do DF.
c) Delegado de Polícia, Perito Criminal, Perito Médico-Legista, Agente de Polícia, Escrivão de Polícia, Papiloscopista Policial e Agente Policial de Custódia.
d) Delegado de Polícia, Peritos, Agentes e Escrivão de Polícia.
e) Delegado de Polícia, Perito e Policial Civil.
2) (2015 – FUNIVERSA – PCDF – Delegado de Polícia - Adaptado) A polícia civil pode ser dirigida por qualquer servidor integrante com carreira de delegado, agente, perito ou escrivão.
3) (2015 – FUNIVERSA – PCDF – Papiloscopista Policial - Adaptado) Entre os cargos existentes na Polícia Civil do Distrito Federal, somente o de delegado de polícia é considerado típico de Estado.
4) (2015 – FUNIVERSA – PCDF – Papiloscopista Policial - Adaptado) Assim como para o ingresso no cargo de papiloscopista policial, o ingresso no cargo de perito criminal exige diploma de curso superior completo em qualquer área do conhecimento humano.
5) (2015 – FUNIVERSA – PCDF – Papiloscopista Policial - Adaptado) Papiloscopista policial, perito criminal, perito médico-legista, agente de polícia, escrivão de polícia, agente policial de custódia e delegado de polícia compõem a carreira de Polícia Civil do Distrito Federal.
6) (2015 – FUNIVERSA – PCDF – Papiloscopista Policial - Adaptado) As classes do cargo de papiloscopista policial são três, quais sejam, a terceira, a segunda e a especial, sendo a terceira classe a de ingresso no cargo.
7) (2015 – FUNIVERSA – PCDF – Papiloscopista Policial - Adaptado) O cargo de Diretor-Geral da Polícia Civil do Distrito Federal é privativamente ocupado por delegado de polícia do Distrito Federal integrante da classe especial.
8) (2013 – CESPE – PCDF – Agente de Polícia) A respeito do desmembramento e da reorganização da Carreira Policial Civil do DF, julgue o item a seguir. Tanto o perito médico- legista quanto o agente e o escrivão de polícia integram a carreira de Polícia Civil do DF.
9) (2013 – CESPE – PCDF – Escrivão de Polícia) No que se refere ao regime jurídico peculiar dos funcionários policiais civis da União e do Distrito Federal (DF) e ao desmembramento e reorganização da carreira policial civil do DF, julgue os itens subsequentes. As carreiras de delegado e escrivão de polícia do DF são distintas, porém ambas são consideradas típicas de Estado.
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GABARITO 1- B 2- E 3- E 4- E 5- E
6- E 7- C 8- C 9- C