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Academic year: 2021

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(1)

UNIVERSIDADE DOS AÇORES

DEPARTAMENTO DE OCEANOGRAFIA E PESCAS

Implementação de estudos de hábitos

alimentares nos Cruzeiros Científicos de

Demersais.

(Study contract 94/034)

T

ELMO

M

ORATO

G

OMES

M

ARIA

P

ITTA

G

RÓS

H

ELDER

M

ARQUES DA

S

ILVA

(2)

Implementação de estudos de hábitos alimentares nos

Cruzeiros Científicos de Demersais.

(Study contract 94/034)

T

ELMO

M

ORATO

G

OMES

*

M

ARIA

P

ITTA

G

RÓS

*

H

ELDER

M

ARQUES DA

S

ILVA

*

G

UI

M. M

ENEZES

*

(3)

ÍNDICE

INTRODUÇÃO 1

MATERIAL E MÉTODOS 1

RESULTADOS E DISCUSSÃO 2

AMOSTRAGEM A BORDO DO NAVIO 2

ESPÉCIES PRIORITÁRIAS 2

AMOSTRAGEM NO LABORATÓRIO 3

IDENTIFICAÇÃO DOS CONTEÚDOS ESTOMACAIS 4

TRATAMENTO DOS DADOS 4

PROTOCOLOS 6

AMOSTRAGEM DE ESTÔMAGOS A BORDO DO NAVIO 6

ESCALA SUBJECTIVA UTILIZADA NA IDENTIFICAÇÃO DO ESTADO DOS ESTÔMAGOS 7

ESPÉCIES PRIORITÁRIAS PARA O ESTUDO DOS HÁBITOS ALIMENTARES 8

AMOSTRAGEM EM LABORATÓRIO 9

PESAGEM DE ESTÔMAGOS 10

IDENTIFICAÇÃO DOS CONTEÚDOS ESTOMACAIS 11

ANÁLISE DOS CONTEÚDOS ESTOMACAIS 12

(4)

RESUMO

Foi realizado um vasto programa de amostragem de estômagos durante o Cruzeiro de Demersais (ARQDAÇO-06-P96) com os objectivos de avaliar a futura implementação de estudos de hábitos alimentares a bordo do cruzeiro e desenvolver uma primeira abordagem sobre a alimentação de algumas espécies de peixes demersais dos Açores. As metodologias empregues revelaram-se adequadas para o tipo de estudo definido inicialmente. São sugeridas algumas alterações por forma a optimizar o trabalho a desenvolver futuramente neste campo sendo apresentados protocolos e fichas para orientação dos procedimentos.

ABSTRACT

(5)

INTRODUÇÃO

Durante o Cruzeiro de Demersais (ARQDAÇO-06-P96) efectuou-se um vasto programa de amostragem de estômagos onde se pretendeu conhecer as reais capacidades dos cruzeiros para efectuar estudos de hábitos alimentares e, desenvolver uma primeira abordagem sobre a alimentação de algumas espécies de peixes demersais. Esta última parte do trabalho foi desenvolvida por GOMES et al. (1997), que apresenta uma descrição dos

hábitos alimentares de abrótea (Phycis phycis), alfonsim (Beryx splendens), imperador (B.

decadactylus), besugo (Pagellus acarne), cação (Galeorhinus galeus), congro (Conger conger), peixe-espada (Lepidopus caudatus), goraz (Pagellus bogaraveo) e raia-lenga (Raja clavata), e as relações interespecíficas existentes.

Como foi referido em GOMES et al. (1997), o estudo dos hábitos alimentares de espécies de peixes contribui para o conhecimento das relações inter- e intraespecíficas e permite compreender a estrutura e a dinâmica das comunidades marinhas. Quando estão envolvidas espécies comercialmente exploradas, no papel de predador e/ou de presa, o estudos dos hábitos alimentares é o passo fundamental para uma abordagem multiespecífica, importante na definição de estratégias de gestão das pescas. Contudo verifica-se um grande desfasamento entre o progresso da teoria e o desenvolvimento de estudos de hábitos alimentares, necessários para a estimação dos índices apropriados (ANONYMOUS, 1980).

CRUZEIROS DE DEMERSAIS

A implementação de estudos de hábitos alimentares em cruzeiros de investigação OBJECTIVOS

Pretende-se efectuar uma avaliação das metodologias empregues durante o programa de amostragem de estômagos no Cruzeiro de Demersais, ARQDAÇO-06-P96, sugerir algumas alterações que optimizem o trabalho a desenvolver futuramente e criar protocolos que orientem os procedimentos.

MATERIAL E MÉTODOS

As metodologias empregues quer a bordo do navio, quer no laboratório estão descritas no trabalho de GOMES et al. (1997). É feita referência ao local de estudo, á arte de

pesca utilizada, ao procedimento desenvolvido a bordo do navio, ao tratamento das amostras em laboratório, á analise dos conteúdos estomacais e ao tratamento dos dados para estudo dos hábitos alimentares.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

(6)

A amostragem a bordo do navio apresentou-se adequada para o tipo de estudo pretendido. Contudo verificaram-se algumas dificuldades, nomeadamente quanto á atribuição de um grau de preenchimento dos estômagos e quanto à distinção entre um estômago vazio e um estômago regurgitado. Estas dificuldades serão ultrapassadas com a rotina e experiência dos amostradores. O aparecimento de isco nos estômagos, caso não previsto no início do cruzeiro, deve ser registado com referência ao número de iscos encontrados. Por outro lado, alguns estômagos continham peixes com anzóis na boca. Este facto, também não previsto no início, demonstra que algumas espécies predam sobre indivíduos capturados, e deverá ser considerado.

Tendo por base estes comentário, desenvolveu-se um protocolo (nº 1) para o trabalho desenvolvido a bordo e uma ficha (nº 2) de referência com a escala subjectiva para atribuição do grau de preenchimento dos estômagos.

ESPÉCIES PRIORITÁRIAS

No 6º Cruzeiro Científico de Demersais, realizado na Primavera de 1996 nos Açores, foram amostrados 5314 indivíduos, pertencentes a 48 espécies de peixe, dos quais apenas 1380 continham conteúdos estomacais (Tabela I). O índice de vacuidade (I.V.) calculado para as várias espécies apresenta valores bastante elevados, exceptuando nos casos do Congro, Raia-Lenga, Cação, Alfonsim, Chicharro e Cavala (IV< 50%). Estas duas últimas espécies não são consideradas por serem fortemente pelágicas e não prioritárias. O Imperador, Abrótea, Besugo, Peixe-Espada e Goraz apresentam valores do índice de vacuidade bastante elevados (60.98%, 84.52%, 81.87%, 82.78%, 87.58% respectivamente), contudo, como o número de exemplares amostrados foi aceitável e, tendo em consideração a sua importância na pesca dos demersais e a necessidade de se conhecerem os seus hábitos alimentares, foram incluídas na lista de espécies a estudar.

Tabela I

Espécies amostradas e respectivos Índices de Vacuidade (%). Espécies com N≤5 estão agrupadas em “Outros”.

NOME COMUM NOME CIENTÍFICO Nº IND.

AMOSTRADOS

Nº IND. C/

CONTEÚDOS

ÍNDICE DE

VACUIDADE

Peixe-Espada-Preto Aphanopus carbo 5 0 100.00 Canário-do-Mar Anthias anthias 6 1 83.33 Garoupa Serranus atricauda 7 0 100.00 Lixinha-da-Fundura (Sp. 1) Etmopterus spinax 9 3 66.67 Rato-Redondo Nezumia aequalis 9 2 77.78 Abrótea-do-Alto Phycis blennoides 16 1 93.75 Cherne Polyprion americanus 16 0 100.00 Peixe-Espada (Sp. 1) Benthodesmus elongatus 18 0 100.00 Rato-Bicudo Coelorhinchus coeloehincus 19 1 94.74 Sapata (Sp. 1) Deania calceus 20 4 80.00 Sargo Diplodus sargus 31 0 100.00 Sapata (Sp. 2) Daenia profundorum 22 6 72.73 Congrinho Synaphobrachus kaupi 28 5 82.14

(7)

Outros 17 espécies 36 8 77.78 Moreia Muraena helena 38 3 92.10

Pargo Pagrus pagrus 53 6 88.67

Cabrinha Aspitrigla cuculus 76 8 89.47 Lixinha-da-Fundador (Sp. 2) Etmopterus pusilus 101 7 93.07 Congro Conger conger 116 69 40.52 Imperador Beryx decadactylus 123 48 60.98 Abrótea Phycis phycis 155 24 84.52 Besugo Pagellus acarne 171 31 81.87 Raia-Lenga Raja clavata 184 107 41.85 Cavala Scomber japonicus 241 149 38.17 Chichárro Trachurus picturatus 322 204 36.64

Melga Mora moro 328 1 99.70

Cação Galeorhinus galeus 332 173 47.89 Bagre Pontinus kuhlii 363 18 95.04 Peixe-Espada Lepidopus caudatus 424 73 82.78 Alfonsim Beryx splendens 448 308 31.25 Goraz Pagellus bogaraveo 757 94 87.58 Boca-Negra Helicolenus dactylopterus 840 26 96.90

Total 5314 1380 74.03

Tendo por base estes resultados, criou-se uma lista (nº 3) de espécies consideradas prioritárias, e sobre as quais deverá ser exercido um elevado esforço de amostragem.

AMOSTRAGEM NO LABORATÓRIO

O desenho experimental da primeira fase de triagem e de pesagem dos conteúdos estomacais apresentou-se adequado, embora tenham sido encontradas algumas dificuldades no manuseamento de elasmobrânqueos. Por forma a facilitar o tratamento destas amostras, e como foi descrito em GOMES et al. (1997), os conteúdos estomacais de

raia-lenga e de cação deverão ser lavados e filtrados com um crivo de malha de nylon de 0.5mm, por forma a facilitar a triagem é pesagem dos conteúdos.

(8)

Assim, durante a identificação dos conteúdos estomacais, estas estruturas deverão ser medidas.

Desenvolveu-se um protocolo (nº 4) que resume o trabalho que deverá ser desenvolvido nesta fase do trabalho e apresenta-se a respectiva folha (nº 5) de amostragem. IDENTIFICAÇÃO DOS CONTEÚDOS ESTOMACAIS

O nível de identificação dos conteúdos estomacais descritos no trabalho de GOMES et al. (1997), para as espécies estudadas, foi satisfatório, tendo em conta o objectivo do

trabalho. Contudo, este nível depende, grandemente, do grau de digestão das presas e do grau de conhecimento do investigador. Os peixes, os cefalópode e crustáceos, deverão ser identificados, sempre que possível, até à espécie. Os itens alimentares que podem ser claramente definidos como pelágicos, bentónicos ou outros, deverão ser identificados como tal (ex.: crustáceo natantia bentónico, peixes pelágico…).

Os comprimentos individuais das presas devem ser recolhidos sempre que o estado de digestão o permita ou devem ser estimados através da leitura dos otólitos ou dos bicos de cefalópodes. Na sequência do descrito para o caso de presas que utilizam diferentes habitates, também a idade das presas deve ser incluída na identificação, principalmente quando se trata de peixes (ex.: goraz juvenil, goraz pré-adulto…).

Foi estabelecido um protocolo (Nº 6) para orientação geral nesta fase do trabalho, bem como uma ficha (Nº 7) de amostragem.

TRATAMENTO DOS DADOS

Durante o procedimento laboratorial e análise de dados foram encontradas algumas dificuldades. A impossibilidade de obter pesos individuais dos predadores a bordo do navio, faz com que seja necessário recorrer a relações comprimento/peso para poder calcular alguns dos índices necessários para o estudo de hábitos alimentares. A falta de dados recentes leva à utilização de relações, por vezes, desajustadas. Assim, seria útil optimizar o vasto programa de amostragem de lota, que conduzisse à obtenção de relações peso comprimento anuais.

O tratamento dos dados referentes à analise dos conteúdos estomacais pode ser bastante facilitado ou dificultado consoante o tipo de base de dados que se utilize. A uniformização dos sistemas de bases de dados requer um esforço bastante grande dos Institutos que trabalham nesta área (ANONYMOUS, 1988). Contudo, é particularmente importante desenvolver métodos compatíveis que permitam um processamento automático dos dados. LANGTON et al. (1980) apresenta o formato utilizado pela Northeast Fisheries Center, enquanto que SIMENSTAND & GALES (1976) descrevem o sistema utilizado pelo

Northwest Pacific. As divergências entre os vários investigadores do ICES são grandes, levando à criação de diversos programas de software apropriados. Durante os vários encontros do “Stomach sampling project”, do ICES, alguns programas foram desenvolvidos.

(9)

Em RIVO, N Daan criou um programa em PASCAL (programa ISR), enquanto que em Aberdeen, D. Amstrong criou um programa em BASIC para a análise da dieta de Merlangius

merlangus (ANONYMOUS, 1996). Outros programas foram desenvolvidos por P. Sparre

(SPARRE, 1984), por H. Gislason (GISLASON, 1983), em Copenhagen e por Westgard

(WESTGARD, 1982), em Bergen.

(10)

PROTOCOLO Nº1

A

MOSTRAGEM DE ESTÔMAGOS A BORDO DO NAVIO

1. Efectuar a amostragem biológica definida para os cruzeiros.

2. Se possível, efectuar o peso individual antes de iniciar a

amostragem

3. Retirar o estômago, desde o esófago até à válvula pilórica,

tendo em atenção a possibilidade de existirem restos de

conteúdos estomacais na zona bucal

4. Atribuir um grau de preenchimento, tendo por base a ficha nº 2

5.

Guardar o estômago num saco de plástico devidamente

etiquetado

6. Congelar o mais rapidamente possível a -18ºC.

(11)

PROTOCOLO Nº2

E

SCALA SUBJECTIVA UTILIZADA NA IDENTIFICAÇÃO DO

ESTADO DOS ESTÔMAGOS

E

-

evaginado

R

-

regurgitado

1

I - isco (número)

P - presa previamente pescada

2

0 - estômago vazio, mas não regurgitado

3

1 - estômago 1/4 preenchido

2 - estômago 2/4 preenchido

3 - estômago 3/4 preenchido

4 - estômago cheio, 4/4

1- os estômagos regurgitados são facilmente identificados por:

restos de alimento na parte superior do aparelho digestivo,

estômagos húmidos, flácidos e com poucas estrias.

(12)

PROTOCOLO Nº 3

E

SPÉCIES PRIORITÁRIAS PARA O ESTUDO DOS HÁBITOS

ALIMENTARES

E

LASMOBRÂNQUEOS

- Raja clavata (Raia lenga)

- Galeorhinus galeus (Cação)

T

ELEÓSTEOS

- Helicolenus dactylopterus (Boca negra)

- Pagellus bogaraveo (Goraz)

- Lepidopus caudatus (Peixe espada)

- Beryx splendens (Alfonsim)

- Beryx decadactylus (Imperador)

- Pontinus kuhlii (Bagre)

- Pagrus pagrus (Pargo)

- Pagellus acarne (Besugo)

- Conger conger (Congro)

- Phycis phycis (Abrótea)

Nota: Os índices de vacuidade de boca-negra, abrótea e bagre

são muito elevados. Contudo, se efectuarmos a amostragem

destas espécies, e se juntarmos os dados do ano passado,

conseguimos obter alguma informação importante para o

conhecimento das comunidades demersais.

(13)

PROTOCOLO Nº 4

A

MOSTRAGEM EM LABORATÓRIO

1. Descongelar apenas o número de estômagos que se vão tratar. Descongelações e congelações várias, deterioram os conteúdos estomacais, aumentando a dificuldade de identificação. Estimou-se um valor aproximado de 20 estômagos por hora de trabalho.

2. Pesar o estômago cheio numa balança de precisão, se possível, até 0.01g. O estômago deverá ser seco superficialmente com papel absorvente

3. Abrir o estômago com cuidado para não danificar os conteúdos

4. Retirar os conteúdos estomacais, lavando bem as paredes do estômago

5. Pesar a parede do estômago, se possível, até 0.01g. A parede deverá ser seca superficialmente com papel absorvente

6. Anotar os pesos do estômago cheio e da parede do estômago, para assim se obter o peso dos conteúdos estomacais

7. Os conteúdos estomacais deverão ser triados, separando os otólitos e bicos de cefalópodes do resto dos conteúdos

8. Os conteúdos estomacais de raia-lenga e de cação deverão ser lavados e filtrados com um crivo de malha de nylon de 0.5mm, por forma a facilitar a triagem 9. Otólitos e bicos de cefalópodes deverão ser conservados em frascos próprios,

devidamente etiquetados, com água, se possível destilada

10.Os restantes conteúdos deverão ser colocados em frasco etiquetados e fixados em formol a 4% tamponizado, durante 24 horas

11. As etiquetas deverão conter, pelo menos, o código do lance, espécie e número de indivíduo. Deverão ser de papel vegetal, escritas a lápis e colocadas dentro dos frascos. Paralelamente, deverá ser colocada a mesma informação em local visível do lado de fora

(14)

PROTOCOLO Nº 5

P

ESAGEM DE ESTÔMAGOS

Data: ____________ Amostrador:___________________ Folha Nº_____

L

ANCE

E

SPÉCIE

I

ND

. Nº

PEC

PEV

PCE

O

BSERVAÇÕES

(15)

PROTOCOLO Nº 6

I

DENTIFICAÇÃO DOS CONTEÚDOS ESTOMACAIS

1. Identificar os conteúdos estomacais até ao nível taxonómico

mais baixo possível.

2. Atribuir um grau de digestão a cada presa

3. Registar o máximo de informação, quanto à identificação de

cada presa, incluindo se foi identificada por: músculo,

esqueleto, otólitos, bicos (ex: Capros aper, músculo;

Myctophum punctatum, otólito…)

4. As presas deverão ser pesadas individualmente, após se ter

retirado a água superficial com papel absorvente

5. Caso seja possível, medir as presas tendo por base as medidas

standard de cada grupo taxonómico. No caso dos peixes, a

altura é, também, uma importante medida que deverá registada

6. No caso de se encontrarem muitas presas de um mesmo taxon

(ex: misidáceos), estas, deverão ser contadas e pesadas

juntamente, para se obter uma média dos pesos individuais.

7. Em cada estômago, contar o número de indivíduos de cada

taxon identificado e, no caso de se encontrarem fragmentos,

tomar o menor número possível

8.

Adicionar o máximo de informação possível, quanto à

(16)

PROTOCOLO Nº 7

A

NÁLISE DOS CONTEÚDOS ESTOMACAIS

Data:_______

Amostrador:______________________

Folha Nº:______

Lance Pred/Nº Classe Outros Taxa Família Género Espécie Peso (g) Comprimento Largura Est. Dig. Observações

(17)

BIBLIOGRAFIA

ANONYMOUS 1980. Report of the ad hoc working group on multispecies assessment model testing,

Copenhagen, 3-7 March 1980. ICES C.M. 1980/G:2. 18pp.

ANONYMOUS 1988. Report of the meeting of the coordination in the stomach sampling project 1985 to

1987, Ijmuiden, 28 March - 1 April 1988. ICES C.M. 1988/G:27. 46pp.

ANONYMOUS 1996. Report of the meeting of the coordination of the 1991 stomach sampling database,

Ijmuiden, 18-23 April 1996. ICES C.M. 1996/G:3. 142pp.

GISLASON, H. 1983. A preliminary estimate of the yearly intake of fish by saithe in the North Sea. ICES

C.M. 1983/G:63.

GOMES, T.M.; P. GRÓS; G.M. MENEZES & H.M. SILVA (1997). Cruzeiros Científicos de Demersais nos Açores: Hábitos alimentares, 1996. Arquivos do DOP, Série Estudos 2/97. 73pp.

LANGTON, R.W.; B.M. NORTH; B.P. HAYDEN & R.E. BOWMAN 1980. Fish food habits studies - Sampling

procedures and data processing methods utilized by the Northeast Fisheries Center, Woods Hole Laboratory, USA. ICES C.M. 1980/L: 61. 8pp.

SIMENSTAND, C.A. & L.E. GALES 1976. A storage/retrieval/processing system for stomach analysis and

other fish data. Pp 119-129 in: SIMENSTAND, C.A. & S.T. LIPOVSKY (Eds). Fish food habits studies. 1st Pacific Northwest Technical Workshop. Washington Sea Grant.

SPARRE, P. 1984. A computer program for estimation of food suitability coefficients from stomach content

data and multispecies VPA. ICES C.M. 1984/G:25. 60pp.

WESTGARD, T. 1982. Programs for handling and analysis of stomach contents data. ICES C.M. 1982/H:

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