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Modelo de Excelência da Gestão

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Academic year: 2021

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Modelo de

Excelência

da Gestão

Modelo de

Excelência

da Gestão

®

®

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1. Apresentação

2. Por que o Modelo de Excelência da Gestão

®?

3. Evolução do MEG

4. Características do MEG

5. Benefícios do MEG

6. Estrutura do MEG

7. Fundamentos da Excelência

8. Critérios de Excelência da Gestão

9. Como implementar o MEG

10. Sobre a FNQ

Índice

2

3

4

6

7

9

10

13

16

17

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1. Apresentação

Esta publicação faz parte da série de e-books que a Fundação Nacional da

Qualidade lançou em junho deste ano. Todo mês, será publicado um novo conteúdo sobre temas pertinentes à gestão empresarial, mais especificamente sobre o Modelo de Excelência da Gestão® (MEG). Nosso objetivo com esta iniciativa é ajudar no

entendimento do nosso modelo de gestão.

A publicação deste mês traz o tema Modelo de Excelência da Gestão®, que pretende apresentar a todos a metodologia criada pela Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). É voltado aos que querem fazer um processo de

capacitação em gestão empresarial, bem como àqueles que desejam conhecer e entender os conceitos básicos do MEG.

Este e-book apresenta o MEG e seus conceitos, além de explicar sua estrutura e seu funcionamento. Saiba como implementá-lo e conheça os benefícios de organizações que já adotaram o nosso modelo de gestão.

Esperamos que você se sinta estimulado a continuar seu processo de

capacitação. Leia outras publicações da FNQ, participe dos nossos eventos e cursos e, sempre que necessário, consulte nossos e-books e beneficie-se dos exemplos e conceitos apresentados.

Acesse: www.fnq.org.br

(4)

2. Por que o Modelo de

Excelência da Gestão ?

A criação desse modelo é a concretização da missão da FNQ. É a nossa maneira de

estimular e apoiar as organizações brasileiras no desenvolvimento e na evolução de sua gestão para que se tornem sustentáveis, cooperativas e gerem valor para a sociedade.

Missão da FNQ

Estimular e apoiar as organizações brasileiras

para o desenvolvimento e a evolução de sua

gestão, por meio da disseminação dos

Fundamentos e Critérios de Excelência

Missão da FNQ

Estimular e apoiar as organizações brasileiras

para o desenvolvimento e a evolução de sua

gestão, por meio da disseminação dos

Fundamentos e Critérios de Excelência

®

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3. Evolução do MEG

Antes de ser consolidado como MEG, a FNQ adotava outras metodologias internacionais. De 1992 a 1996, seguimos o modelo americano da Fundação Baldridge da Gestão

Qualidade Total. Ligeiras mudanças foram feitas no modelo a partir de 1995, mas sempre acompanhando a estrutura do Malcolm Baldridge National Quality Award, até 2000.

4

1992

Globalização Uniformização Tecnológica

Gestão da Qualidade Total Expansão das Comunicações

2012

Insustentabilidade Escassez de Recursos Crise de ética e corrupção

Força das redes

Responsabilidade Social Logística como Diferencial

Poder da Distribuição Cadeia de Valor Linear

Migração de Capitais Velocidade Conectividade Volatilidade financeira Imprevisibilidade Complexidade Baldrige EUA Gestão pela Qualidade Total 1992 - 1996 Baldrige EUA Business Excellence Model 1997 - 2000 Controle & Aprendizado Proc. Gerenciais 2001 - 2002 Sustentabilidade Integração de Processos Gerenciais 2003 - 2012 Sustentabilidade Flexibilidade 2013

Evolução do MEG

(6)

Esta reformulação foi realizada com base em diversos estudos, com contribuição dos usuários do MEG, examinadores e especialistas, que compartilharam suas sugestões com o Núcleo Técnico. Também foram analisadas as principais novidades dos Prêmios Internacionais, tais como o Malcolm Baldridge, Prêmio Europeu de Qualidade, Singapure Quality Award, Japan Quality Award e

Australian Quality Award.

Além disso, outro estudo foi realizado para encontrar os principais pressupostos que pudessem propiciar uma trajetória para as organizações contribuírem e

usufruírem ambientes mais sustentáveis. Várias normas ISO de gestão foram analisadas para alinhamento do MEG e, também, levadas em conta, as práticas de gestão premiadas para confirmar o nível de atualização do modelo.

O MEG é, atualmente, o único modelo no mundo que está em sua 20ª edição, demonstrando a preocupação da FNQ em mantê-lo atual e alinhado ao

cenário mundial.

Depois de estudos realizados pelo Núcleo Técnico Critérios de Excelência, da FNQ, olhando para outros modelos internacionais, foi configurado um modelo realmente brasileiro,

denominado Modelo de Excelência da Gestão®, em 2001. No ano seguinte, foi criado o Critério Sociedade, influenciado pelo modelo europeu da European Foundation for Quality Management (EFQM). A cada ano, o MEG vem sendo aperfeiçoado por meio do Núcleo de Estudos Técnicos Critérios de Excelência, da FNQ, que promove a atualização do modelo à luz do século XXI e torna os Critérios aplicáveis a qualquer tipo de organização,

independente do porte e/ou setor de atuação. Em 2013, o MEG passou por uma revisão mais profunda, incorporando o conceito de modelo flexível.

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4. Características do MEG

O Modelo de Excelência da Gestão® (MEG) é um modelo de referência e aprendizado que serve para todo tipo e porte de empresa. Suas principais características são:

Ao adotar o MEG, os vários elementos da organização e as partes interessadas interagem de forma harmônica nas estratégias e resultados, estabelecendo uma orientação integrada e interdependente de gerenciamento.

Além disso, o MEG estimula o alinhamento, a integração, o compartilhamento e o

direcionamento em toda a organização, para que atue com excelência na cadeia de valor e gere resultados a todas as partes interessadas.

Modelo sistêmico

Possui um conceito de aprendizado e melhoria contínua, pois seu funcionamento é inspirado no ciclo do PDCL (Plan, Do, Check, Learn).

Para saber mais, veja o e-book sobre Sistemas de Gestão.

Adaptável a todo tipo de organização

O MEG permite às organizações adequar suas práticas de gestão aos conceitos de uma empresa classe mundial, respeitando a cultura existente. O modelo tem como foco o

estímulo à organização para obtenção de respostas, por meio de práticas de gestão, sempre com vistas à geração de resultados que tornem a organização mais competitiva.

Não é prescritivo

Isso é possível porque o MEG é considerado um modelo de referência e aprendizado, no qual não existe prescrição na sua implementação de práticas de gestão. O modelo não

dita regras, nem indica ferramentas, estrutura ou forma de gerir o negócio, mas levanta questionamentos, permitindo um exercício de reflexão sobre a gestão e a

adequação de suas práticas aos conceitos de uma empresa classe mundial.

(8)

5. Benefícios do MEG

O MEG pode ser aplicado em qualquer tipo de organização. São diversos os benefícios da adoção do modelo.

Além desses benefícios, a Serasa Experian, junto com a FNQ, realizou uma pesquisa que analisou os demonstrativos financeiros de 245 organizações usuárias do MEG em comparação a empresas dos mesmos setores de atuação, entre os anos 2002 e 2012. De acordo com essa pesquisa, o investimento do mercado e a evolução financeira de organizações usuárias do MEG foi superior às empresas do setor.

• Promove a competitividade e a sustentabilidade

• Proporciona um referencial para a gestão de organizações • Promove o aprendizado organizacional

• Possibilita a avaliação e melhoria da gestão de forma abrangente • Prepara para participar do Prêmio Nacional da Qualidade® (PNQ) • Melhora a compreensão de anseios das partes interessadas

• Mensura os resultados do negócio de forma objetiva

• Gera confiança das partes interessadas nos administradores • Desenvolve a visão sistêmica dos executivos

• Estimula o comprometimento e a cooperação entre as pessoas • Incorpora a cultura da excelência

• Uniformiza a linguagem e melhora a comunicação gerencial

• Permite um diagnóstico objetivo e a medição do grau de maturidade da gestão • Enfatiza a integração e o alinhamento sistêmico

(9)

8

2001 32,3 15,1 12,7 11,1 11,0 8,9 9,6 9,9 11,9 10,8 15,2 13,1 13,0 12,7 15,0 14,1 14,0 11,7 10,4 12,9 11,9 11,4 12,0 10,5 2002 2003

Indicador de Investimentos - SERVIÇOS

% sobre o faturamento líquido

Impactados pelos investimentos das

empresas de Telecomunicações

Fonte: Serasa e FNQ

Média dos investimentos

14,1% - Usuárias do MEG 11,9% - Empresas do Setor

2004 2005

Usuárias do MEG Setor

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Esta reformulação foi realizada com base em diversos estudos, com contribuição dos usuários do MEG, examinadores e especialistas, que compartilharam suas sugestões com o Núcleo Técnico. Também foram analisadas as principais novidades dos Prêmios Internacionais, tais como o Malcolm Baldridge, Prêmio Europeu de Qualidade, Singapure Quality Award, Japan Quality Award e

Australian Quality Award.

Além disso, outro estudo foi realizado para encontrar os principais pressupostos que pudessem propiciar uma trajetória para as organizações contribuírem e

usufruírem ambientes mais sustentáveis. Várias normas ISO de gestão foram analisadas para alinhamento do MEG e, também, levadas em conta, as práticas de gestão premiadas para confirmar o nível de atualização do modelo.

O MEG é, atualmente, o único modelo no mundo que está em sua 20ª edição, demonstrando a preocupação da FNQ em mantê-lo atual e alinhado ao

cenário mundial.

6. Estrutura do MEG

O Modelo de Excelência da Gestão® (MEG) está alicerçado em 13 Fundamentos e oito Critérios, com o objetivo de buscar a estruturação e o alinhamento dos componentes da gestão das organizações sob a ótica de um sistema. Ele reflete a experiência, o conhecimento e o trabalho de pesquisa de diversas organizações e especialistas do Brasil e do exterior.

9

Estruturação do MEG

Fundamentos TANGIBILIZAÇÃO Fatores de Avaliação ITENS / CRITÉRIOS SISTEMA DE PONTUAÇÃO Processos Gerenciais, Complementos para Excelência, Evidências, Relatórios Organizacionais QUANTIFICAÇÃO

Conceitos reconhecidos internacionalmente e que se traduzem em práticas ou fatores de desempenho presentes nas organizações

“classe mundial”

Questões e solicitações de informações, cujo atendimento demonstra prática dos Fundamentos

Aspectos que permitem quantificar atendimento

aos Fundamentos

Processos gerenciais ou resultados organizacionais

logicamente agrupados

Escalas para avaliação do atendimento de itens aos Fatores de Avaliação

revelam padrões culturais presentes nas organizações classe mundial e reconhecidos

internacionalmente. características tangíveis, mensuráveis quantitativa ou qualitativamente, propostas na forma de questões que abordam processos

gerenciais e solicitações de resultados.

Componentes do MEG

Sistema de

pontuação

8

Critérios de Excelência

13

Fundamentos da Excelência

possibilita a avaliação do grau de maturidade da gestão e mede o quão próximo a organização está das empresas consideradas classe mundial. 1 para Resultados Organizacionais 7 para Processos Gerenciais

1

2 3 4

5 6 7

2 3 4

8

1

7

9 10

5 6

11 12 13

8

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1. Pensamento sistêmico

Compreensão e tratamento das relações de interdependência e seus efeitos entre os diversos componentes que formam a organização, bem como entre eles e o ambiente com o qual interagem.

2. Atuação em rede

Desenvolvimento de relações e atividades em cooperação entre organizações ou indivíduos com interesses comuns e competências complementares.

3. Aprendizado organizacional

Busca de maior eficácia e eficiência dos processos da organização e alcance de um novo patamar de competência, por meio da percepção, reflexão, avaliação e do compartilhamento de conhecimento e experiências.

7. Fundamentos de Excelência

O MEG está alicerçado sobre um conjunto de conceitos fundamentais e

estruturado em critérios e requisitos que expressam a compreensão sobre a Excelência em Gestão. Os Fundamentos da Excelência expressam esses conceitos reconhecidos internacionalmente e que se traduzem em práticas, processos ou fatores de desempenho encontrados em organizações classe mundial, que buscam

constantemente se aperfeiçoar e se adaptar às mudanças globais.

10

4. Inovação

Promoção de um ambiente favorável à criatividade, experimentação e

implementação de novas ideias capazes de gerar ganhos de competitividade com desenvolvimento sustentável.

5. Agilidade

Flexibilidade e rapidez de adaptação a novas demandas das partes interessadas e mudanças do ambiente, considerando a velocidade de assimilação e o tempo de ciclo dos processos.

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6. Liderança transformadora

Atuação dos líderes de forma inspiradora, exemplar, realizadora e com

constância de propósito, estimulando as pessoas em torno de valores, princípios e objetivos da organização, explorando as potencialidades das culturas

presentes, preparando líderes e interagindo com as partes interessadas.

7. Olhar para o futuro

Projeção e compreensão de cenários e tendências prováveis do ambiente e dos possíveis efeitos sobre a organização, no curto e longo prazos, avaliando

alternativas e adotando estratégias mais apropriadas.

8. Conhecimento sobre clientes e mercados

Interação com clientes e mercados e entendimento de necessidades,

expectativas e comportamentos, explícitos e potenciais, criando valor de forma sustentável.

9. Responsabilidade social

Dever da organização de responder pelos impactos de suas decisões e

atividades, na sociedade e no meio ambiente, e de contribuir para a melhoria das condições de vida, por meio de um comportamento ético e transparente,

visando ao desenvolvimento sustentável.

10. Valorização das pessoas e da cultura

Criação de condições positivas e seguras para as pessoas se desenvolverem integralmente, com ênfase na maximização do desempenho, na diversidade e no fortalecimento de crenças, costumes e comportamentos favoráveis à excelência.

11

11. Decisões fundamentadas

Deliberações sobre direções a seguir e ações a executar, utilizando o conhecimento gerado a partir do tratamento de informações obtidas em

medições, avaliações e análises de desempenho, de riscos, de retroalimentações e de experiências.

12. Orientação por processos

Busca de eficiência e eficácia nos conjuntos de atividades que formam a cadeia de agregação de valor para os clientes e demais partes interessadas.

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13. Geração de valor

Alcance de resultados econômicos, sociais e ambientais, bem como de

resultados dos processos que os potencializam, em níveis de excelência, e que atendam às necessidades das partes interessadas.

(14)

8. Critérios de Excelência

da Gestão

Os Critérios são características tangíveis, mensuráveis quantitativa ou

qualitativamente, propostas na forma de questões que abordam processos gerenciais e solicitações de resultados.

O objetivo da distribuição das exigências em Critérios e Itens é facilitar o

entendimento de conteúdos afins e reproduzir, de forma lógica, a gestão de temas essenciais de uma organização.

Os Critérios de Excelência são representados na seguinte figura, sugerindo uma visão sistêmica da gestão organizacional.

Liderança Clientes Sociedade Resultados Processos Pessoas Estratégias e planos

Informações e conhecimento

Inf orm açõ es e co nhe cim ent o

13

(15)

Composição dos Critérios de Excelência

• Avaliar a qualidade da gestão;

• Modelar o sistema de gestão com práticas de organizações classe mundial e com foco em resultados, visando ao desenvolvimento sustentável.

Clientes:

Análise e desenvolvimento de mercado, entendimento das necessidades e

expectativas dos clientes atuais e potenciais, gerenciamento da marca e imagem da organização e relacionamento com clientes.

Pessoas:

Sistemas de trabalho, identificação de competências, seleção e integração de pessoas, avaliação de desempenho, remuneração e reconhecimento, capacitação e desenvolvimento, preparação de novos líderes e qualidade de vida.

A mandala do modelo pode ser entendida de acordo com a seguinte lógica: Por meio das demandas dos clientes e da sociedade, a liderança desenvolve

estratégias e planos que são executados por pessoas e processos com o

objetivo de gerar resultados. Tudo isso só acontece se as informações e os

conhecimentos estiverem permeando todos os Critérios, as variáveis e a

organização.

Os oito Critérios de Excelência estão subdivididos em 23 itens de avaliação, sendo 18 processos gerenciais e cinco resultados organizacionais. Eles

garantem à organização uma melhor compreensão do sistema gerencial, além de proporcionar uma visão sistêmica da gestão, do mercado e do cenário local ou global onde a empresa atua e se relaciona.

As principais vantagens do seu uso são:

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Sociedade:

Responsabilidade socioambiental e desenvolvimento social, que incluem identificação das necessidades e expectativas da sociedade, atendimento à legislação.

Processos:

Processos da cadeia de valor em interação, projetados para atender aos

requisitos de produtos, das partes interessadas, que realizam as transformações e entregas da organização, considerando em destaque os relativos a

fornecedores e os econômico-financeiros.

Resultados:

Apresentação de resultados estratégicos e operacionais relevantes para a organização, na forma de indicadores que permitam avaliar, no conjunto, a melhoria dos resultados, o nível de competitividade e o cumprimento de compromissos com requisitos de partes interessadas, nas perspectivas econômico-financeira, socioambiental e relativas a clientes e mercados, a pessoas e aos processos da cadeia de valor.

Informações e conhecimento:

Informações da organização, desde a identificação de necessidades até a implantação do sistema de informação, e gestão do conhecimento

organizacional, ao identificar, desenvolver, reter e proteger, difundir e utilizar os conhecimentos necessários para a implementação das estratégias.

*Para compreender melhor o funcionamento e conceito de cada Critério de Excelência, recomendamos a realização do curso e a leitura da publicação de mesmo nome.

15

Liderança:

Cultura organizacional e desenvolvimento da gestão, da governança, dos riscos, da interação com as partes interessadas, do exercício da liderança e da análise do desempenho da organização.

Estratégias e planos:

Formulação e implementação das estratégias, por meio de análise dos

ambientes interno e externo, ativos intangíveis, como a definição de indicadores e metas, desdobramentos de planos de ação.

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9. Como implementar o MEG

Uma organização que está em busca da excelência da gestão pode adotar

o Modelo de Excelência da Gestão® (MEG) para alcançar seu objetivo. Ao implementar o MEG, a organização é instigada a aperfeiçoar seu sistema de gestão e buscar resultados melhores.

Utilizando o MEG como referência, uma organização pode implantar um programa de melhoria por meio de autoavaliações, obtendo um profundo

diagnóstico do sistema de gestão, seguida de planos de melhoria, além de poder se candidatar ao Prêmio Nacional da Qualidade® (PNQ).

Veja, no diagrama abaixo, quais caminhos sua organização deve seguir para implementar o Modelo de Excelência da Gestão® (MEG):

16

Implementar o MEG com Autoavaliação

Definição do grupo de melhoria da gestão

0

Entendimento do MEG Fundamentos da Excelência + Critérios de Excelência + Sistema de Pontuação

1

Consenso sobre o Perfil Peso dos Itens

2

Inventário de práticas para atender processos requeridos e de indicadores

de resultados

3

Verificação de completeza das práticas e do estado dos resultados pelo

grupo de melhoria capacitado

4

Registro dos pontos fortes e oportunidades para melhoria

5

Registro da pontuação

6

Elaboração dos planos de melhorias (prioridades)

(18)

10. Sobre a FNQ

Nossa missão é estimular e apoiar as organizações para o desenvolvimento e a evolução de sua gestão, por meio da disseminação dos Fundamentos e Critérios de Excelência, para que se tornem sustentáveis, cooperativas e gerem valor para a sociedade.

O trabalho da FNQ é baseado no Modelo de Excelência da Gestão® (MEG), uma metodologia de avaliação, autoavaliação e reconhecimento das boas práticas de gestão. Estruturado em 13 Fundamentos e oito Critérios, o Modelo define uma base teórica e prática para a busca da excelência.

Referências

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