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TÍTULO: O DESENVOLVIMENTO DA SENSIBILIDADE SOCIAL EM UNIVERSITÁRIOS ATRAVÉS DO ENVOLVIMENTO EM PROJETOS SOCIAIS, UM ESTUDO DE CASO DA FACESM

TÍTULO:

CATEGORIA: CONCLUÍDO CATEGORIA:

ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS ÁREA:

SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO SUBÁREA:

INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DO SUL DE MINAS - FACESM INSTITUIÇÃO:

AUTOR(ES): KARINE PATRICIA BATISTA AUTOR(ES):

ORIENTADOR(ES): RONALDO SALES ABRANCHES ORIENTADOR(ES):

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O DESENVOLVIMENTO DA SENSIBILIDADE SOCIAL EM UNIVERSITÁRIOS ATRAVÉS DO ENVOLVIMENTO EM PROJETOS SOCIAIS, UM ESTUDO DE

CASO DA FACESM. 1. RESUMO

O presente artigo tem como objetivo apresentar uma alternativa para desenvolver a cidadania e a sensibilidade social no corpo discente das universidades, como uma forma para melhorar os problemas sociais comuns em uma comunidade, resultante do abandono por parte dos cidadãos para com o bem-estar social. A metodologia utilizada é uma pesquisa bibliográfica de natureza básica, visto que objetiva gerar conhecimentos novos e úteis. Este trabalho possibilitou concluir que as Instituições de Ensino Superior têm contribuído com a formação da sensibilidade social de seu corpo discente através de suas práticas educacionais, onde os alunos buscam assumir de maneira efetiva a condução de práticas de responsabilidade social nas comunidades ondes eles estarão inseridos. Como é o caso da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas do Sul de Minas (FACESM) que se preocupa com o desenvolvimento e execução de projetos sociais, com o objetivo de aproveitar a capacidade empreendedora dos alunos e envolvê-los na promoção de ações sociais, exercitando a sensibilidade social.

2. INTRODUÇÃO

Devido às pressões impostas às empresas ao longo do tempo, a responsabilidade social tornou-se imprescindível para o desenvolvimento e crescimento das organizações, uma vez que a sociedade espera uma postura social e ética das mesmas.

Neste cenário surge a teoria sobre a responsabilidade social na década de 1950 sendo Bowen (1957, p.03) um de seus precursores. Este autor teve como base a ideia de que os negócios são importantes centros de poder e decisão, que as ações realizadas pelas empresas atingem a vida dos cidadãos; como também defendeu a ideia de que as empresas devem entender seu impacto social dentro de uma sociedade.

Para Zarpelon (2006), a responsabilidade social é aquela feita junto à sociedade, assegurando melhor qualidade de vida a população, ocasionando mais empregos, como também promovendo o crescimento e o desenvolvimento da coletividade, agindo de forma justa, cobrando e pagando valores justos.

Neste contexto de cobranças e imposições externas por ações sociais que demonstrem a responsabilidade social das empresas, também se encontra as

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Instituições de Ensino Superior (IES), que são organizações ligadas na Educação e na formação dos indivíduos. As IES, como formadoras de competências, tem um relevante papel na formação de seus alunos em aspectos sociais bem como econômicos. A educação tem um papel preponderante na mudança desta realidade, pois segundo Boff (2001), a educação é desafiada a fazer uma revolução na consciência, na ética e na espiritualidade.

Considerando a importância da responsabilidade social nos dias atuais, devido ao fato de todas as organizações perceberem que os problemas da sociedade a sua volta atingem de alguma forma toda sua estrutura, devido a sua interação com esse ambiente, já que funcionam como um sistema aberto, esta pesquisa pretende responder a seguinte pergunta: Como a universidade pode desenvolver a cidadania e a sensibilidade social de seu corpo discente?

O artigo está estruturado com uma introdução, em seguida apresentação do objetivo, logo a metodologia empregada e um referencial teórico contendo conceitos de responsabilidade social nas empresas, em Instituições de Ensino Superior, como também o conceito de Empreendedorismo Social. Para identificar uma aplicação dos conceitos apresentados no referencial teórico, o trabalho apresenta o estudo de caso da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas do Sul de Minas, as considerações finais e as referências.

3. OBJETIVO

O presente artigo tem como objetivo apresentar uma alternativa para desenvolver a cidadania e a sensibilidade social no corpo discente das universidades, como uma forma para melhorar os problemas sociais comuns em uma comunidade, resultante do abandono por parte dos cidadãos para com o bem-estar social.

4. METODOLOGIA

Para atender as necessidades da pesquisa, a metodologia de pesquisa utilizada foi uma pesquisa bibliográfica dos conceitos e definições dos temas pertinentes aos objetivos do trabalho, bem como um estudo de caso de uma faculdade particular isolada no interior do Sul de Minas Gerais.

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A teoria sobre a responsabilidade social surgiu na década de 1950 sendo Bowen (1957, p.03) um de seus precursores. Este autor teve como base a ideia de que os negócios são importantes centros de poder e decisão, que as ações realizadas pelas empresas atingem a vida dos cidadãos; como também defendeu a ideia de que as empresas devem entender seu impacto social dentro de uma sociedade.

Um significado abrangente de responsabilidade social surgiu em 1979 quando Carrol (1999,p.282) expõe um modelo conceitual onde inclui quatro tipos de responsabilidade social que as empresas tem junto à sociedade. O quadro 1 apresenta os tipos de responsabilidade social com o respectivo significado de cada item:

Quadro 1: Categorias da Responsabilidade Social.

Tipos de Responsabilidade Descrição

Responsabilidade Econômica

As empresas se responsabilizam por produzirem bens e serviços que a sociedade deseja e os vende para obter lucro. Neste contexto, o que a empresa deseja é que os negócios realizem lucro.

Responsabilidade Legal

Para existir um negócio é necessário que uma empresa obedeça as leis e a sociedade aspira que esta realize sua missão econômica dentro dos requisitos estabelecidos pelo sistema legal. Imagina-se que os negócios disponibilizem produtos com padrões de segurança e estejam dentro das regulamentações ambientais estabelecidas pelo governo.

Responsabilidade Ética

Espera-se que as empresas possuam um comportamento ético em relação aos negócios e ajam além dos requerimentos legais. Responsabilidade

Discricionária ou Filantrópica

São ações que uma organização toma com o desejo das

corporações se engajarem em papéis sociais não obrigatórios por lei e que não sejam expectativas do senso ético, mas tem se tornada estratégica.

Fonte: CARROL, A.B., 1979. A Three dimensional conceptual model of corporate performance. Adaptado pelos autores.

Melo e Froes (2004) defendem que a responsabilidade social empresarial age em duas dimensões: no público interno e na comunidade externa. Realçam que a responsabilidade social interna tem o intuito de motivar e promover o bem estar dos colaboradores. Em contrapartida, a responsabilidade social externa está ligada nas atividades sociais da empresa, orientado para a sociedade a sua volta.

A responsabilidade social empresarial, para a ABNT, é a “relação ética e transparente da organização com todas as suas partes interessadas, visando o desenvolvimento sustentável” (ABNT, 2004, p. 3). Já para o Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, a responsabilidade social “implica práticas de

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diálogo e engajamento da empresa com todos os públicos ligados a ela a partir de um relacionamento ético e transparente” (ETHOS, 2007, p. 3).

Conforme Lourenço e Schröder (2003), a empresa socialmente responsável deve investir na criação de um ambiente de trabalho saudável, além de se preocupar com o cumprimento das leis. Como resultado dos investimentos que a empresa realiza, têm-se seus colaboradores mais motivados e aumento da produtividade. 6. A CONSTRUÇÃO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO.

A Responsabilidade Social tem conquistado amplo destaque e vários seguidores, como, as empresas, governo, ONGs, instituições de ensino entre outros. Isso resulta do fato da responsabilidade social ser entendida como uma forma para melhorar os problemas sociais comuns em uma comunidade.

Todavia, a responsabilidade social é uma mudança de atitude das organizações frente o seu papel na sociedade, e não, somente o cumprimento das leis. Além do mais, Passos (2004) afirma que a responsabilidade social implica uma nova filosofia, um novo rumo para as empresas produtivas.

Segundo Capra (1982), é urgente a necessidade de disseminar novos paradigmas que auxilie a construção de novas formas de relacionamentos que sejam mais humanos e solidários e para isto é necessário mudanças de hábitos e atitudes oriundos da consciência das pessoas. Neste contexto, a educação tem um papel preponderante na mudança desta realidade, pois segundo Boff (2001), a educação é desafiada a fazer uma revolução na consciência, na ética e na espiritualidade. Assim sendo, Morin (2002) afirma que a educação no ensino superior necessita de reforma a se inicializar pelo pensamento, como uma maneira de repensar sobre soluções e problemas, e repensar nos princípios do conhecimento pela utilização de um pensamento complexo, contextualizado e transdisciplinar. Para Rodrigues e Riscarolli (2003), tal contexto desafia o sistema educacional na adequação dos mecanismos pedagógicos que atendam as demandas. Algumas instituições de ensino já têm demonstrado não somente preocupação, mas também respostas nesse sentido.

Se referindo aos parâmetros da formação educacional, muitos escritos têm sido elaborados com o propósito de repensar a educação. Visto isso, a UNESCO

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utiliza referencias para o restabelecimento de políticas educacionais para o futuro através do Relatório de Jacques Delors. O conteúdo do relatório evidencia que a educação deve organizar-se em torno de quatro pilares de aprendizagem: aprender a conhecer, aprender a viver juntos, aprender a fazer e aprender a ser. Neste aspecto, o aprender a viver juntos leva o indivíduo a desenvolver uma capacidade de convivência que possibilita estar sensível ás necessidades do outro. O relatório indica, ainda, a necessidade de romper com os modelos tradicionais e passar a utilizar métodos pedagógicos inovadores com o objetivo de sensibilizar as pessoas para as questões relacionadas com as desigualdades e a exclusão social prementes nessa civilização.

6.1. A COLABORAÇÃO DAS UNIVERSIDADES:

De acordo com Reis e Bandos (2012) no que diz respeito às universidades, que são propulsoras de sabedoria e formadoras de profissionais, a sua colaboração com a responsabilidade social abrange um patamar elevado. O corpo docente deve empenhar-se em proporcionar não apenas teorias para o corpo discente, mas também auxílio às práticas sociais. Quando essa prática acontece ainda na universidade, o aluno cria uma visão real do mundo e com interesse pelo bem estar da comunidade.

Percebe-se que nos dias atuais às universidades que associam problemas reais da sociedade possibilita desenvolver competências e valores essenciais para seus estudantes como a reflexão, a crítica e competências em um nível mais elevado.

Logo, a Instituição de Ensino Superior encarrega-se de cumprir sua função de ensino, pesquisa e também a extensão. Esta última indica uma proximidade da universidade com a comunidade. Calderón (2006) afirma que a criação do vínculo entre a universidade e a comunidade, a efetivação da responsabilidade social da universidade e a meditação ética sobre a área social do ensino e da pesquisa têm sido um atributo da chamada extensão universitária.

7. EMPREENDEDORISMO SOCIAL

Santos et al (2015) definem que o empreendedorismo social representa ações e atitudes norteadas ao combate dos problemas sociais, como também, a aplicação de ferramentas empreendedoras que surgem da inquietação por determinada

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situação social, a fim de atingir o todo. Definem também que essa modalidade de empreendedorismo não tem como principal objetivo o lucro, dado que a prioridade é buscar o bem estar social e a proteção do meio ambiente.

O empreendedorismo social surgiu como uma experiência para alterar a lógica da determinação do mercado: eficiência, individualidade, lucro, desigualdade, etc. Procura migrar do meio puramente econômico para atingir também a esfera social. É um paradigma da intervenção social (OLIVEIRA, 2004).

O empreendedorismo social se enquadra ao terceiro setor. Seus fundamentos buscam solucionar os problemas habituais globais e há a troca do individual pelo coletivo. Visam à melhoria da sociedade com ações lucrativas e sociais. As classes mais necessitadas são atendidas e questões como cidadania, oportunidades igualitárias e redução das diferenças econômicas são dispostas em questão (MELO NETO & FROES, 2002).

8. CASO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DO SUL DE MINAS - FACESM

Tendo como mantenedora o Centro Regional de Cultura – CEREC, a FACESM - Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas do Sul de Minas – originou-se da Faculdade de Ciências Econômicas, criada em 1965, sendo um estabelecimento isolado de ensino superior situado na cidade de Itajubá-MG. Hoje, a FACESM possui três cursos de graduação: Ciências Econômicas; Ciências Contábeis e Administração.

Devido a importância da cultura empreendedora para a formação de uma nova geração de agentes de mudanças, a instituição tem o programa FACESM Comunidade, onde sob a coordenação dos professores os alunos identificam problemas da comunidade e buscam desenvolver projetos para minimizar ou solucionar esses problemas.

Os alunos da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas do Sul de Minas dos cursos de Administração, Ciências Contábeis e Ciências Econômicas são os responsáveis pelo desenvolvimento e execução de projetos sociais, desde sua concepção, organização, execução e apresentação para a comunidade em geral. O objetivo de desenvolver projetos sociais é aproveitar a capacidade empreendedora dos alunos e envolvê-los na promoção de ações sociais, exercitando a sensibilidade social.

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8.1. METODOLOGIA DOS PROJETOS SOCIAIS

Os alunos começaram a se preparar para desenvolver os projetos sociais no mês de Março de cada ano. Sob a coordenação de professores, eles se dividem em grupos e começam a trabalhar através da metodologia aplicada a projetos sociais.

Os estudantes são estimulados a desenvolverem projetos sociais em parcerias com instituições do terceiro setor de Itajubá e região. Então por meio de visitas as várias instituições existentes, fazem a escolha da comunidade ou do projeto que receberá investimento de acordo com as necessidades, com as oportunidades de melhoria ou até mesmo solução dos problemas.

Com a instituição que receberá a ajuda já definida é feito um diagnóstico com os pontos fortes e fracos, oportunidades e ameaças, apresentação das características da instituição, sua história e evolução. Também é feito um plano de ação com o número de tarefas para serem realizadas. Durante o desenvolvimento do trabalho os grupos realizam atividades, tais como:

Atividades de infraestrutura: São as atividades de caráter duradouro, tais como: reforma de mobiliários, reformas do imóvel, aquisição de aparelhos/equipamentos importantes para a instituição, entre outros;

Atividades de integração: São as atividades de integração, tais como: um café da tarde, uma festa para as crianças, um almoço, entre outras;

Atividade de divulgação: Formas pelas quais os alunos irão ajudar a instituição nas suas ações de marketing, tais como: construção de um site ou blog; criação de uma página no facebook.

Os alunos procuram empresas e comércios da cidade de Itajubá e região que estejam dispostos a auxiliarem o desenvolvimento do projeto por meio de patrocínio, podendo ser através de contribuição financeira ou na prestação de serviços. É comum no dia da feira a empresa ou o comércio ter sua marca publicitada durante o evento.

Os resultados são apresentados durante a Feira de Empreendedorismo da FACESM- FEMF, cujo objetivo é desenvolver a sensibilidade social da comunidade, sensibilizar socialmente a comunidade acadêmica e regional e criar espaço para iniciativas empreendedoras.

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Atualmente a Responsabilidade Social é um assunto muito abordado em várias ambientes, como nas empresas, universidades, igrejas, etc. Ao longo do tempo seus conceitos passaram por algumas mudanças, como também incorporaram novos aspectos. A Responsabilidade Social não pode ser considerada somente como o cumprimento das leis, já que assim não possibilita o comprometimento com mudanças e um relacionamento a longo prazo.

Neste ponto é que se encontram as Instituições de Ensino Superior que se encarregam também com o cumprimento do exercício social e o comprometimento com a Responsabilidade Social integra uma esfera maior. Além de enquadrar em todas as atividades da universidade, elas se encarregam também na formação tanto profissional quanto ética e moral do aluno.

Quando o estudante tem contato com os problemas da comunidade em que está inserido ele é capaz de desenvolver o senso critico sobre a realidade em se defronta. Com esse convívio do estudante com a comunidade, frente aos problemas enfrentados nos dias de hoje, este será capaz de estimular a criação de soluções para melhorar o bem-estar social.

Percebe-se que a obrigação das Instituições de Ensino Superior perante a formação de profissionais capacitados e éticos, sejam eles advogados, médicos, contadores, economistas ou administradores vão interferir na vida da sociedade no momento em que eles forem exercer sua profissão.

Desse modo, conclui-se que as Instituições de Ensino Superior têm contribuído com o desenvolvimento da cidadania e na formação da sensibilidade social de seu corpo discente através de suas práticas educacionais, onde os alunos buscam assumir de maneira efetiva a condução de práticas de responsabilidade social nas comunidades ondes eles estão inseridos. Como é o caso da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas do Sul de Minas (FACESM) que se preocupa com o desenvolvimento e execução de projetos sociais, com o objetivo de aproveitar a capacidade empreendedora dos alunos e envolvê-los na promoção de ações sociais, exercitando a sensibilidade social.

Tenso em vista a continuidade de pesquisas futuras, já que um trabalho de pesquisa nunca se esgota em si mesmo, pois abre espaço para outros estudos. Como sugestão para futuras pesquisas, identifica-se como de grande contribuição o levantamento dos principais instrumentos que estão sendo utilizados por outras

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universidades no desenvolvimento a cidadania e na formação da sensibilidade social de seu corpo discente.

10. FONTES CONSULTADAS:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 16001. Responsabilidade Social: Sistema da gestão. Rio de Janeiro, 2004.

BEILER, G.; JUNIOR, A. S.; WALKOWSKI, M. Empreendedorismo Social e Responsabilidade Social: uma abordagem conceitual. Disponível em:< http://www.convibra.com.br/upload/paper/adm/adm_2914.pdf>

BOFF, Leonardo. Saber Cuidar: ética do humano-compaixão pela terra. Petrópolis, RJ:Vozes, 2001.

BOWEN, Howard R. Responsabilidades Sociais do Homem de Negócios. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1957. p.03.

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CAPRA, Fritjof. O ponto de Mutação. São Paulo: Cultriz, 1982.

CARROL, A.B. A Three dimensional conceptual modelo f corporate performance. Academy of Managemet Review (pre-1986); Oct 1979; 4, 000004; ABI/INFORM.

DELORS, Jacques. Educação: Um Tesouro a Descobrir. Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre a Educação no Século XXI, 1996. Disponível em:

http://ftp.infoeuropa.eurocid.pt/database/000046001-000047000/000046258.pdf.

Acesso em 20 de agosto de 2015.

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LOURENÇO, Alex Guimarães; SCHRÖDER, Deborah de Souza. Vale investir em responsabilidade social empresarial: Stakeholders, ganhos e perdas. In:

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Responsabilidade social das empresas. São Paulo: Petrópolis, 2003. Cap. 3, p. 77-120.

MAXIMIANO, A.C.A. Teoria Geral da Administração: Da Revolução Urbana à Revolução Digital. São Paulo: Atlas, 2005.

MELO NETO, Francisco Paulo de; FRÓES, César. Empreendedorismo Social: a transição para a sociedade sustentável. RIO DE JANEIRO: Qualitymark, 2002. MELO NETO, F.P. de; FROES, C. Gestão da Responsabilidade Social Corporativa: o caso Brasileiro. Rio de Janeiro: Ed. Qualitymark, 2004.

MORIN, Edgar. Os Sete Saberes necessários à educação do futuro. 3. ed. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: UNESCO, 2001.

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Referências

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