ü í v- í O i; I ' H P ! v s i N e' i \ i K A R E N A R M S T R O N G
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---ISLA
/ r a d u ç ã o A n n a O l g a de B a n o s B ar r e t o Õ B Í t í l ÜO r i g i n a l m e n t e p i i h l i e a d o 1 1 0 R e i n o L n i d o s o b o m u l o IS IA M : í 1 sluirí h is to r y cie K a r e n A r m s t r o n g . © C o p y r i g h t C l a i m a n t , 2 0 0 0 . " A W e i d e n f e l d & N i e o l s o n B o o k " T o d o s o s d i r e i t o s r e s e r v a d o s . © 20(11 K a r e n A r m s t r o n g T o d o s o s d i r e i t o s d e s t a e d i ç ã o r e s e r v a d o s a F D 1 T O R A OI>J F T I YA I T D A . R u a C o s m e V e l h o . 10 5 R i o d e J a n e i r o - RJ - ( I ! ’ 2 2 2 4 C 0 O 0 'Iel.: ( 2 1 ) 2 5 5 6 - 7 8 2 4 - F a x : ( 2 1 ) 2 5 5 0 - 3 3 2 2 w w w . o h j e t i v a . e o m . h r C a p a S i l v a n a M a l t i e v i e h R e v i s ã o R e n a l o B i t t e n c o u r t D a m i ã o N a s e i m e n t o F d i t o r a e ã o F l e t r ó n i ea A b r e u s S v s t e m F t d a . A7 3hi Am i Mr o n i ; . Kar en
I-) Nla / Karen Armstrong. - Rio tic Janeiro : Olijeti\a. 2001
287 p. ( HiMoi ia essencialt. lsR\ 8 > 7 502-42 1 -n Irathieao ilc: lsl<im : a slum lu\tor\
1. Namisino. I I itulo II. Serie
S l
'MÁRIO
P r e f a c i o... C r o n o l o g i a... 1 1 1 Pr i m ó r d i o s ... 3 9 O Pr ofeta ( 5 7 0 - 6 3 2 ) ... 4 1 O s r a s b i d i m ( 6 3 2 - 6 6 1 ) ... 6 5 A pr i me i r a f i t r u i h ... 7 6 2 D l Sl NYOI YIMl-N''I o ... 8 1 O s o mí ad as e a s egunda f i t n a h ... 8 3 O m o v i m e n t o relieioso ... O 8 8 O s anos finais dos o mí a d a s ( 7 0 5 - 7 5 0 ) ... 9 3 O s abássidas: o pe r í od o d o alto c al i hido ( 7 5 0 - 9 3 5 ) ... 9 7 O s m o v i m e n t o s e s o t é r i c o s ... 1 1 1 3 ClIMINÀNCIA... 1 2 5 U m a n ov a o r d e m ( 9 3 5 - 1 2 5 8 ) ... 1 2 7 As C r u z a d a s ... 1 4 0 E x p a n s ã o ... 1 4 3 O s m o n g ó i s ( 1 2 2 0 - 1 5 0 0 ) ... 1 4 44 O IsI.á T rII \lv\N I H ... O Islã i mperial ( 1 5 0 0 - 1 7 0 0 ) ... O i mpério sa f á vi da... (.) i mp é r i o m o g o l ... O i mpé r io o t o m a n o ... 5 O s Agoni stas n o Is l ã... A c h e g a d a d o O c i d e n t e ( 1 7 5 0 - 2 0 0 0 ) ... O que é u m E st a d o m u ç u l m a n o m o d e r n o ? ... O l u n d a m e n t a l i s m o ... O s m u ç u l m a n o s e m m i n o r i a ... O c a m i n h o a d i a n t e ... Pó s-e s c r i t o...
Figuras-chave na História do Islã
...
Glossário de Termos Ar abes
...
Sugestões de Leitura
...
índice Remissivo
...
Sobre a Autora
...
M A P A SO mundo de Maomé: a Arábia
c.610 d. C.
...
As primeiras conquistas
...
A expansão no tempo dos omíadas
...
A desintegração do império abássida
...
O império seljúcida
...
Os Estados ocupados pelos cruzados na Palestitia
,
na
Síria e na Anatólia
c.1130
...
O mundo mongol
...
O império safávida
...
O império mogol
...
O império otomano
...
1 6 1 1 0 3 1 6 5 1 7 3 1 8 0 1 91 1 9 3 2 1 1 2 1 9 2 3 3 2 3 6 2 4 7 2 5 1 2 6 5 2 7 1 2 8 1 2 9 1 4 7 7 0 9 5 1 2 9 1 3 6 1 4 1 1 4 6 1 6 7 1 7 5 1 8 1P
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de u m a tradição religiosa f r eq ü en t e m e n t e nos p a re ce di v o rc ia d a da razão de ser dessa fé. A b u sc a espiritual é u m a j o r n a da int eri or; é u m d r a m a es piritual ma is cio q u e u m d r a m a pol í ti c o, h c o m o tal, essa b u s ca se o c u p a da liturgia, da do ut ri na , das disciplinas c o n t e m plativas e de u m a e x p l o r aç ã o d o c o r a ç ã o , e n ã o d o c o n f l i t o dos a c o n t e c i m e n t o s e m curso. As religiões, s e m dúvi da, t êm u m a vida e x t er n a à alma. Se us líderes t ê m q u e lidar c o m o E s t a d o e os n eg ó c i o s do m u n d o , e f r e q ü e n t e m e n t e s e n t e m prazer nisso. Eles b r i g a m c o m m e m b r o s de out ras cr enças, q u e p a r e c e m desafiar o m o n o p ó l i o da ver dade a bs o lu ta q u e esses l íderes a f i r m a m p o s s u i r ; e t a m b é m p e r s e g u e m seus c o r r el i gi o n ár i os p o r di f er enças na i n t e r p r e t a ç ã o de u m a tra di ç ão , o u p o r a d o t a r e m c r e nç a s h e t er od ox a s . E m u i t o fre q ü e n t e q u e padres, rabi nos, i mã s e x a m ã s se d e i x e m a b s o r ver pelas a m b i ç õ e s m u n d a n a s t an t o q u a n t o os pol í ti c os c o m u n s . M a s t od os esses a spe ct os são vistos c o m o vi ol ação de u m ideal sagrado. Essas lutas pe l o p o d e r n ão são a mat ér i a de q u e trata a religião, ma s u m a di st ração i nút i l para a vida do espírito, q u e e n t ã o , invisível, si lenciosa e discreta, se afas ta da m u l t i d ã o e n l o u q u e c i d a . N a realidade, e m mu it a s c r e n ças, m o n g e s e m í st i co s se is ol am d o m u n d o , pois, para eles,o c l a m o r e as c o n t e n d a s da História sao i n c o m p a t í v e i s c o m a ver dadei ra vida religiosa.
N a t r adi çã o h i n d u , a hist ória é di spensada por ser eva- n e s c en t e , i n s i g ni f i c a n t e e n ã o - s u b s t a n c i a l . O s f il ósof os da G r é c i a an ti ga p r e o c u p a v a m - s e c o m as leis et ernas q u e h m d a m e n t a m o f luxo dos a c o n t e c i m e n t o s e xt er n os , os quais p o d e r i a m n ão ser de real interesse para u m p e n sa do r sério. N o s ev a ng el ho s, Jesus f r e q ü e n t e m e n t e se dava ao t r a b a l h o de e x pl ic ar aos q u e o s e g ui am q u e o seu R e i n o n ão era deste m u n d o e só poderi a ser e n c o n t r a d o no i nt eri or do c r ent e . O R e i n o n ão c he gar ia a c o m p a n h a d o de u m a g r a n d e fanfarra pol í ti c a, ma s seu pro c esso de d e s e n v o l v i m e n t o seria tão t r a n qü i l o e i mp e r c ep t í ve l q u a n t o o de u m grão de m o s t a r d a ao g e r mi n a r . N o O c i d e n t e m o d e r n o , f ize mos q u es t ã o de s e p a rar a religião da pol í ti c a; essa secul ari zação foi o r i g i n a l m e n t e vista pelos
philosophes
d o I l u m i n i s m o c o m o u m m o d o d e li be r ar a religião da c o r r u p ç ã o do s n e g ó c i o s de E st a d o , e de p e r m i t i r q u e ela se tornasse mai s fiel a si m e s m a .E m b o r a suas as pi ra ç õ e s s e j a m espi ri tuai s, as pessoas religiosas t ê m q u e p r o c ur a r D e u s o u o sagrado n o m u n d o . H m u it a s vezes a c h a m q u e t ê m o dever de fazer c o m q u e seus ideais se d i r i j a m para a soci edade. M e s m o q u e se i sol em i n t e i r a m e n t e , esses c r e n t e s s e r ã o i n f a l i v e l m e n t e h o m e n s e m u l h e r e s de seu t e m p o , e, a i n d a q u e n ão o p e r c e b a m c o m m u i t a clareza, o q u e a c o n t e c e f ora d o m o n a s t é r i o os afeta. As guerras, as pestes, a f o m e , a recessão e c o n ô m i c a e a p o l í t i ca i n t e r n a dos seus países irão i nt ro duzi r- s e e m sua ex i s t ê n c i a e n c l a u s u r a d a e c o n d i c i o n a r sua visão religiosa. N a realidade, as tragédias da hi st óri a mu it a s vezes i ns t ig a m as pessoas a b u s c a r a vida espiri tual, para q u e p o s sa m e n c o n trar a l g u m s i gni f ic ado def i n i t i vo no q u e mu it a s vezes a p a r e nt a ser u m a sucessão de i n c id e n t es o ca s i ona is , arbi trári os e d e p r i m e n t e s . H á , p o r t a n t o , u m a relação s i m b i ó t i c a e n t r e
história e religião. ( . o m o Buda o b s e n o u . e o tato do pe r ce b e r m o s q u e a e x i s t e n c i a c fala/ q u e no.s obr iga a pr o cura r u m a a l t e r n a t i v a q u e n o s i m p c \ a d e ^aii n o d e s e s p e r o .
Ial vez o paradox o central da vida religiosa seja qu e esra b u s qu e a t r anscende nci a, u ma d i m e ns ã o da existencia qu e vai al é m de nossas vidas mu n da n as , mas q u e os seres h u m a n o s so possam e x p e r i m e n ta r essa realidade t r a ns c e n de nt e e m feno- m e n o s terrenos, físicos. As pessoas pe rc e be m o di vi no e m pe dras, m o n t a n h a s , t empl os, c odi go s legais, textos escritos, ou e m out ros h o m e n s e mulheres. N u n c a e x p e r im e n t a m o s a trans ce nd ên ci a d ir e t ame nt e : o nosso extase é s em p r e 'aterrado . cu l t ua d o e m algo ou ai guém aqui e m b a i x o . As pessoas reli giosas estão treinadas a olhar sob a superfície desal ent adora para nela p o d e r e m e n c o n t r a r o sagrado, hlas preci sam usar a i m a gi n a ç ã o criativa. J e a n - P a u l Sartre def ini u a i m a g i n a ç ã o c o m o a cap aci dade de pensar no q u e não está presente. O s seres h u m a n o s são criaturas religiosas p or qu e são i ma g i na ti vos; é o fato de serem assim c ons t it uí dos q u e os i mpel e a p r o c urar o si gnif i cado o c u lt o e a ati ngi r u m êxtase q u e os faz s e n t i r em- s e p l e n a m e n t e vivos. C a d a tradição religiosa e n c o raja os fiéis a c o n c e n t r a r a a te nç ã o n u m s í m b o l o terreno que lhe é peculiar, e a ensi nar a si própri os a ver o di vi no nele.
N o Islã, os m u ç u l m a n o s p r o c u r a m D e u s na hisrória. Sua escritura sagrada, o C o r ã o , d eu - l he s u m a missão histórica. O seu p r i me i ro dever era o de criar u m a c o m u n i d a d e justa na qual todos os m e m b r o s , m e s m o os mais fracos e vulneráveis, fossem tratados c o m u m respeito absoluto. A experiênci a de c on s t r u i r essa soci edade e viver nela lhes daria os sinais do divino, p o rq u e eles estariam c o n f o r m e a vo nt ad e de Deus. O m u ç u l m a n o t i nha q u e resgatar a história, o q u e significava q u e os negóci os de hsrado não er am u m desvio da espirituali dade, mas a própri a essência da religião. O b e m - e s t ar político da c o m u n i d a d e m u ç u l m a n a era u m a quest ão de i mp o rt ân ci a
suprema, ( . o n m q u a l qu er ideal religioso, era quase inapela- \'elmente difícil í m p l e m e m a - l o iias c o n d i ç õ es imperf ei tas e iragicas da historia, mas apos cada fracasso os m u ç u l m a n o s t i nh a m q u e se levantar e l e co mc ç a r .
O s m u ç u l m a n o s c r i a ra m seus p r ópr i os rituais, seu m i s t i ci s mo , sua filosofia, suas d ou t r in as , seus lextos sagrados, suas leis e seus s ant uári os c o m o i odos os out ro s . M a s todas essas buscas religiosas se o ri g i n a r a m cie t or ma f r e q ü e n t e m e n t e angu st iada da c o n t e m p l a ç ã o dos m u ç u l m a n o s s obr e a si tua ç ão pol í ti c a e m c u r s o na so ci ed ad e islâmica. S e as i ns t it ui ções do li stado n ão a ti ngi ssem o ideal c o r a m c o , se seus líderes pol í ti c os f os s em cruéis ou ex pl or ador es , ou se i n i m i g os a p a r e n t e m e n t e ateus h u m i l h a s s e m a c o m u n i d a d e islâmica, u m m u ç u l m a n o poderi a a c h a r q u e a sua fe na f inal idade e no valor ú l t i m o s da vida estaria e m risco. S e não f oss em e m p e n h a d o s t od os os esf orços para q u e a hist ória is l âmi ca v o l t as se ao seu r u m o , t o d o o e m p r e e n d i m e n t o r e li g i o so seria levado ao fracasso, e a vida ficaria de s p r o v i da de sent ido . A pol í ti c a foi, p o r t a n t o , a qu il o q u e os cristãos c h a m a r i a m de s a c r a m e n t o : a ar e na o n d e os m u ç u l m a n o s v i v e n c i ar a m D e u s e possi bi l it ou ao d i vi no f u n c i o n a r e f e t i v a m e n t e no m u n d o . C o n s e q ü e n t e m e n t e , os j u l g a m e n t o s hi st óri c os e as a tr i b u l a ções da c o m u n i d a d e m u ç u l m a n a — os assassinatos po l í t i cos, as guerras civis, as invasões e a a sc en sã o e q u e d a das dinastias d o m i n a n t e s — n ão se separaram da busca religiosa int eri or, mas f izeram parte da essênci a da visão islâmica. U m m u ç u l m a n o medi tari a sobre os a c o n t e c i m e n t o s de seu t e m p o e sobre a história passada c o m o u m cristão c o n t e m pl a r i a u m í cone, u s a n do a i m a g i n a ç ã o criativa para desc o br i r o ce r ne divino aí o cu l t o. I’or isso, u m relato da história ext erna do povo m u ç u l m a n o não po de ter u m m e r o interesse s e c u n d á rio, u m a vez q u e u m a das principais características do Islã tem sido a sua sacralização da história.
C r o n o l o c .i a 6 1 6 6 2 0 6 2 2 6 2 4 6 2 5
610
O P ro fe ta M a o m é re cebe as p r i m o i rasrevelações do C o r ã o em M e c a e, dois anos depoi s, c o m e ç a a pregar.
As relações e n t r e a soc i ed a de religiosa de M e c a e os q u e f o r a m c o n v e r ti d os p o r M a o m é se d e t e r i o r a m ; há pe rsegui ção e a po si çã o de M a o m é t or n a- se cada vez mai s insustentável e m M e c a .
O s árabes do a s s e n t a m e n t o de Y a t h r i b (mais tarde c h a m a d o M e d i n a ) e s t a be l ec e m c o n t a t o c o m M a o m é e o c o n v i d a m para liderar a c o m u n i d a d e .
O Profeta, acompanhado de umas setenta famílias
muçulmanas, empreende a hégira
(hijnih),
oumigração, de M e c a para Medina, e o grupo religioso de M e c a promete vingança. A hégira marca o início da era muçulmana.
O s m u ç u l m a n o s i nf li g em u m a derr ot a d r a m á t i c a a M e c a na b at al h a de Badr. O s m u ç u l m a n o s s o fr em u m a derr ot a arrasadora d i a n t e d o ex é r ci to de M e c a na ba ta lha de U h u d , fora de M e d m a .
1 I
As tribos j udai cas q a v n u q a h c n a d i r s ã o expulsas de M e d i n a p o r c o l a b o r a r e m c o m M e c a .
6 2 7 O s m u ç u l m a n o s d e r r o t a m f r a g o r o s a m e n t e o ex ér c i to de M e c a na bat al ha do hosso, a q u e se seguiu o massac re dos h o m e n s da tr ibo j udai ca qurav/.ah, q u e h av i am a p o i a d o os de M e c a c o n t r a os m u ç u l m a n o s .
6 2 8 A ousada iniciativa de paz, da parte de M a o m é ,
resulta no trarado de Hu d av bi vv a h entre M e c a e M e d i n a . Plc e e n t ã o c o n s i d e r a d o c o m o o h o m e m mai s p o d e r o so da Arábi a e atrai mu it a s tr i bos árabes para sua c o n f e d e r a ç ã o . 6 3 0 O s h a b i t a n t e s de M e c a v i o l a m o t r a t a d o de
H u d a v b i v v a h .
M a o m é m a r c h a sobre M e c a c o m u m e r a n d eO e x ér c i to de m u ç u l m a n o s e de seus aliados tribais. M e c a r e c o n h e c e a derr ot a e v o l u n t a r i a m e n t e a br e os p o rt õe s para M a o m é , q u e t o m a a c i da de s e m d e r r a m a m e n t o de s an gu e e s e m forçar n i n g u é m a se c o n v e r t e r ao i s la mi smo.
6 3 2 M o r t e do Pr of e t a M a o m é .
A b u B a k r é el ei to seu califa
{kb/ilifiih,
“ r e p r e s e n t a n t e " ) .
6 3 2 - 3 4 C a l i f a d o de A b u B a k r e guerras de
riddãh
c o n t r a t ribos q u e se s e p ar a m da c o n f e d e r a ç ã o . A b u B a k r c o n s e g u e d o m i n a r a revolta e uni r t odas as t r i bos da Arábia.
6 3 4 - 4 4 C a l i f a d o de U m a r ibn a l - K h a t t a b .
O s exérci tos m u ç u l m a n o s i n v a d e m o Iraque, a Sí ri a e o F.íiito.O
6 3 8 O s m u ç u l m a n o s c o n q u i s t a m J er u s al é m, q u e se t o r n a a terceira c i da de santa do m u n d o is l âmi co, d epoi s de M e c a e M e d i n a .
6 4 1 O s m u ç u l m a n o s c o n t r o l a m a S i n a . a Palestina c o hgi ro; d e n o t a m o i m p é r i o persa c, q u a n d o t êm u m c l c t i s o di sponí ve l , o e i i p a m os
terri tóri os desse i mpé r i o.
C o n s r r o c m - s e as ci dadel as de Ku l a, Basra e 1 ustat para abri gar as tropas m u ç u l m a n a s , q u e vivem separadas da p o p u l a ç ã o s u b me t id a.
6 4 4 O c a i íta l ' m a r e assassinado p o r u m
pri s i on ei ro de g uer ra persa.
U t h t n a n ibn Af fan e el ei to o te rce i r o califa. 6 4 4 - 5 0 O s m u ç u l m a n o s c o n q u i s t a m C.hipre e I npoli
no N o r t e da Áf rica e i ns t it ue m o g ov e r no m u ç u l m a n o no Irã, no A f eg a ni s t ão e e m Si nd.
6 5 6 I t h m a n e assassi nado por so l dado s
m u ç u l m a n o s d e s c o n t e n t e s, q u e a c l a m a m Ali ibn Abi I alib c o m o o n ov o califa, mas n e m t od os a ce it a m o seu g ove r no.
6 5 6 - 6 0 A pri mei ra
fitn ah.
S e gu e - se a guerra civil. 6 5 6 A bat al ha d o C a m e l o . Aisha. esposa d o Prof e t a,I alliah e X u b a v r l ideram u m a rebel ião c on t r a Ali p o r este n ã o ter v i ng a d o o as s as s i nat o de U t h m a n . O s part i dári os de Ali os d e r r o t a m . N a Síria, M u a w i v v a h ibn Abi Su f van, pa re nt e de l :t h m a n , c o m a n d a a op o si çã o .
6 5 7 Pa/.-se u m a tentat iva de arbi trar e n t r e os dois
lados, e m Si ff in; q u a n d o o resul tado da a rb i tr a g e m se revela c o n t r a r i o a Ali, M u a w i v v a hC*
•
•
o d e p õ e e é p r o c l a m a d o califa de J e r u s a l é m . O s kharaji tas se separam do pa r t id o de Ali.6 6 1 Ali é assassi nado p o r u m e x t r emi s ta kharaji ta.
O s partidários de Ali a c l a m a m seu filho I lasan c o m o o p r ó x i m o califa, mas Has an fa/. um ac o rd o c o m M ua wi v v a h e parte para Me di na .
6 6 1 - 8 0 6 6 9 6 8 0 6 8 0 - 9 2 6 8 0 6 8 3 6 8 4 6 8 5 - 7 0 5 6 9 1 6 9 2 C a l i f a d o de M u a w i v v a h I. i Ic inicia a dinast ia o m í a d a , e m u d a a c a pn al de M e d i n a para 1 )anvasco. M o r t e de H a s a n ihn Ali c m M e d i n a .
Ya/id t o r na- se o s e g u n d o califa o m í a d a c o m a m o n o de seu pai. M u a w i v v a h .
A s eg u nda
flnuil).
S e g u c- s e o ut r a guerra civil. O s m u ç u l m a n o s de Kuf a, q u e sc c h a m a m de Shi ah i-Ali M’arridarios de Ali), a c l a m a m H u s a i n , s e g u n d o filho de Ali ihn Abi l a l i b , c o m o califa. 1 lusain parl e de M e d i n a para K u f a c o m u m ex e r ci to d i m i n u t o e e m o r t o na pl aní c i e de k e r h a l a pelas tropas de Ya/id. Ahdal l ah ihn a l - Z u b a v r re vol ta-sc c o n t r a Ya/id na Aráhi a.M o r t e de a/id 1.
M o r t e de seu tilho Muawi vvah 11, ainda criança. A s c e n sã o de M a n v a n I. c a n d i d a t o o m í a d a ao cal if ado, a p o i a d o pelos sírios.
R eb el d e s khar aj i tas c o nt r ár i o s aos o mí a da s e s t a b e l e c e m u m h.stado i n d e p e n d e n t e na Ar á b i a ce nt r al .
K har aj i tas no Ir aq ue e n o Irã. R evol t a xiita e m Kuhi.
C a l i f a d o de A b d a l - M a l i k , q u e c o n s e gu e restaurar o d o m í n i o o mí a da .
F or ça s o m í a d a s d e r r o t a m os rebeldes khar aji tas c xiitas.
l e r m m a a c o n s t r u ç ã o da C ú p u l a do R o c h e d o , e m J e r u s a l é m .
F or ças o m í a d a s d e r r o t a m e m a t a m Ihn a l - X u b a v r .
7 0 S 7 1 7 7 2 0 7 2 4 -7 2 8 7 3 2 7 4 3
-743
( . o i i i o c o n s c q i i e i K i a J a s guerras dejini.rh,
f o r m a - s e u m m o x i m e m o religioso e m Basra. M e d m a c k u f a : dixersas e si ol as l u t am para u m a a p l i ca cã o mais restrita doqu,n\ih
na vida publ i ca e privada.- 1 7 ( Califado ile al-W’ aiid.
I xerc i i os m u ç u l m a n o s l o n n n u a m a c o n q u i s t a do N o r t e da Af ii ca e f u n d a m um r e m o na L s p a n h a .
- 2 0 C.alihulo ele I m a r II. P r im e i ro califa a encora|ar a e o m e r s a o ao Isla. l e m a
i m p l e m e n t a r alguns dos ideais tio m o \ i m e n t o religioso.
- 2 4 C.alihulo de 'ía/id II, u m g o v e r n a n i e di ssol ui o. 1 la u ma g r a n de in.saiisfaçao de khara|itas e \iitas e o m o g o v e rn o o mí a da . - 4 3 ( ali fado de H i s h a m . g o v e r n a n t e d e v ot o mas
mais a u t o u a t k o . q u e t a m b é m antagonr/a os m u ç u i m a n o s mai s pi edosos
M o r r e de I I as.in al- Basri , c o m p i l a d o r er udi t o de
ihi/liilh
r e f o r m a d o r religioso e ascetu.o. Batal ha de 1’o ine r s . ( liarles M a t t e l derr ot a u m p e q u e n o g r u p o de m u ç u l m a n o se s p a n h ó i s .
Ab u 1 I a m í a h reali/a u m e st udo p i on e i r o da
M u h a m m a d í bn Ishaq c s u v v c a pri mei ra bi ograf ia í m p o r t a n i e do P rofe ta M a o m é . A f acçao abassula e o m e e a a reuni r a po i o u ) i i t r a os o m í a d a s no Irã, l u i a n d o sob ». omando xiita.
( ' al il ado de W a l i d 11. 4 4
7 4 4 - 4 9 7 4 9 7 5 0 - 5 4 7 5 5 - 7 5 7 5 6 7 6 2 7 6 5 7 6 9 7 7 5 - 8 5 7 8 6 - 8 0 9
M a r w a n t o m a o cal if ado e t e nt a re cuper ar a s u p r e m a c i a o m í a d a c o n t r a os i nsurgent es. Suas torças sírias d e r r o t a m al g u ns revoltosos. O s ahássidas c o n q u i s t a m Ku ta e d e r r u b a m os om í a da s .
Abu a l - Ab ba s al - Saf fah, o p r i m e i r o califa abássida, massacra t od os os m e m b r o s da lamí l ia o m í a d a . Sinal de exi stência de li ma m o n a r q u i a a bs o lu t a , o q u e é n o v o no Islã. C a l i f a d o de A b u Jahir a l - M a n s u r . Xiiras p r o e m i n e n t e s são m o r t o s por ele.
A L s p a n h a se separa do cal if ado abássida, f u n d a n d o u m reino i n d e p e n d e n t e sob o c o m a n d o de u m dos refugi ados o mí a d as . H i n d a ç ã o de Bagdá, q u e passa a ser a nova capital abássida.
M o r t e de J a f a r a s- Sa di q, o S e x t o I mã dos S hi a h , q u e e s t imu la os di sc í pul os xiitas a, por pri n c i p i o, af ast are m- se da política.
M o r t e de A b u H a n i fa , h m d a d o r da pr i me i ra das g rande s escolas de di re i t o islâmi co.
C a l i f a d o de a l - M a h d i , q u e e s t im u l a a e l ab o ra ç ã o da
fiqí)
e r e c o n h e c e a pi edade do m o v i m e n t o religioso, q u e g r a d u a l m e n t e a p r e n d e a c oe xi st i r c o m o a b s o l u t i s m o da dinastia abássida. C.alifado de H a r u n a l- R a sh id . O autie doC p o d e r abássida. Cirande r e n a s c i m e n t o cult ural e m Bagda e out ras ci dades d o i mpé r i o. A l ém de p r o m o v e r a er ud iç ão , a c i ênc ia e as artes, o ealifa t a m b é m e s t imu la o e s t u d o dafu]h
e a e l ab o ra ç ã o de u m a a nt ol og ia den h.iflith
q u epe rmi ti ra a t o i m a ç á o de uni c o n s i s t e n t e c o r p o de leis islâmi cas ia
>hiir/tih).
7 9 5 M o r t e de M a l i k íbn Anas. t i m d a d o r cia escola de j ur i s p r u d ên ci a M a l i k i .
8 0 1 M o rte de R a b i a h , a pr i me i ra g r a n de m u l h e r mística.
8 0 9 - 1 3 O u e r r a civil e n t r e a l - M a m u n e a l - A m i n , os dois Filhos de I i ar un aí Rashi d. A l - M a m u n de r r ot a o n m a o .
8 1 3 - 3 3 C a l i f a d o de a l M a m u n . 8 1 4 - 1 5 R e b e l i ão xiita em Rasra.
Re v o lt a kharaji ta e m k l m r a s a n .
Int el ect ual , p a t r o n o das artes e d o est udo , o calita se incli na para a teol ogi a racionali sta do Muta/il .i h q u e até e n t ã o estava e m desgraça. O califa busca, d i m i n u i r a te nsão t e n t a n d o c o r t e j a r alguns g ru p o s religiosos rivais. 8 1 7 A l - M a m u n desi gna a l- R i da , o O i t a v o I m ã
xiita, seu sucessor.
8 1 8 Al -Ri da mor r e , p o s s i v el m e n t e assassinado.
C m a i nq ui si çã o p a t r o c i na d a pelo l i stado
{niihn(th)
tenta i m p o r os p o n t o s de vista dow ith iziL il'
aoa h l til-htulirh,
mais po pu l ar , q u e vai para a prisão p o r causa de suas dou t r i na s.8 3 3 M o r t e de A h m a d ibn H a n b a l , herói do
.ihl
iil-h ad ith
e t u n d a d o r da escola de j u r i s p r u d ê n c i a H a n b a l i .8 3 3 - 4 2 C a l i f a d o de a l - M ut a s i r n . O califa cria sua própri a tropa de soldados, c o m p o s t a cie escravos turcos, e transfere sua capital paia S a m a r r a .
8 4 7 8 4 8 8 6 1 8 6 2
866
868
8 6 9 8 7 0 8 7 0 8 7 4 8 9 2 9 0 2 9 0 8 9 0 9 9 1 0 9 2 2923
6 1 ( . a i i f a d o de a l - M u t a w a k k i l .Ali al-l ladi, o D e c i m o I mã xiita, e preso na fortaleza Askari, e m S a m a r r a .
6 2 C a i i f a d o de a l - M u n t a s i r .
66
C a l i f a d o de a l - M u s t a i n . 6 9 ( ' a i i f a d o de al-Muta//.M o r t e (lo D e c i m o I m ã xnta. Seu filho I fasan al -As k an c o n t i n u a c o m o p r i si one ir o e m Sa n i a i ra. 7 0 ( .aiifado de a l - M u h t a d i . M o r t e de ' l a q u i b ibn P h a q a l - K i n d i , o p r i me i ro dos m u c u i m m o s favlasufltas 7 2 ( ' a i i f a d o de a l - M u c a m i d H a s a n a i - As k ar i . o D e c i m o P r i m e i r o Imã N i i t a m o r r e na prisão e m S a ma r r a . D i z- se q u e seu filho. Abu al Q a s i m M u h a m m a d , fora e s c o n d i d o para salvar a pr ó pr i a vida. Pie é co n h e i . i d o c o m o I mã CUul ro.
M o r t e de Abu Ya/.id a i - B U t a m i . u m dos pr i me i r o s m i s n e o s "sufisras é b r i o C . 9 0 2 C a l h a d o de a l - M u t a d i d .
8 (Palitado de al-.\lukrafl.
3 2 ( ' a i i f a d o de a P M u q t a d i r .
X i it as f arimi das t o m a m o p o d e r e m Ifriqivvah. l u n i s i a .
M o r t e de J u n a v d de B agd á, o p r i m e i ro “sufista M)brio '.
P x e c u ç ã o . p o r heresia, tio “suflsta é b r i o ” H u s a i n a P M a n s u r , t a m b é m c o n h e c i d o c o m o al-i lallaj. o C a r d a d o r de Pã.
M o r t e , e m Bagda, d o hi s t o r i a do r A b u (alar al- i ahari.
9 3 2 - 3 4 C a l i i a d o de a! Q a li i r . 9 3 4 - 4 0 C a l i f a d o de al - Radi .
9 3 4 A n ú n c i o da " O c u l t a ç ã o do Ima O c u l i o nuni re in o t r a n s c e n d e n t a l .
9 3 5 M o r t e do f il ósof o Ha s a n al Ashari,
A partir desse m o n u n i o . os califas liât) de rem mai s n e n h u m p o d e r r c m po r a l , c o n s e r v a n d o a pe na s sua a u t o r i d a de s i m b ó h c a . Nessa oeasi ao, o p o d e r real é pre rrogat iva dos g ov e r na nt e s locais q u e f u n d a m dinastias e m mu i t as p a n e s do i mpé r i o. A m a ' o r i a deles, r e c o n h e c e a s userama dos cal i fas abásstdas. M u i t o s desses governante'- ! o c a is d o séc ul o X t ê m t en dê n ci a s xiit.is.
O s s a m a n i d a s
8 7 4 - 9 9 9 U ma dinast ia sunira iraniana, a dos s amani das ,
te m o d o m í n i o e m K h ur as an , Ravy, K i r m a n e na 1 ransox ani a, esr ando a capital e m Rucara. S a m a r c a n d a t a m b é m é u m c e n t r o cultural i m p o r t a n t e do r e n a s c i m e n t o literário persa. N o s a n o s 9 9 { ) , os s ama ni da s c o m e ç a m a p e rder o p o d e r a leste do O x u s para os turcos k ha r a k h an i da s , e, no < V i d e n t e , para:
O r e i n o e s p a n h o l d e a l - A n d a l u s
9 1 2 - 6 1 ( i o v e i n o do calila Abd a l - R a h m a n III, m o n a r c a a b s o l u t o .
9 6 9 - 1 0 2 7 Céu d o b a , c e n n o de saber.
1 0 1 0 O p o de r centrai se e n f r a q u e c e e e m ir a d o s i n s i gn i Í K a n t es es t abe l ec ei n g o v e r n o s locais.
1 0 6 4 M o r r e de Ibn I Ia/m. poet a, vizir e teol ogo.
1 0 8 5 Tol e do s u c u m b e aos exérci tos cristãos tia
R e c o n q u i s t a . O s h a m d a n i d a s
9 2 9 - 1 0 0 3 A r abi \s tribais, os h a m d a n i d a s g o v e r n a m Al e po e M o s ul . A c o n e p a t r o c i n a er udit os, hi st ori adore s, poet as e favlasuíitas.
9 8 3 M o r t e cie Abu N a s r a' I .■•abi. favlasufita e
m ú s i c o da cort e, e m Al epo. O s b u y i d a s
c . 9 3 0 - 1 0 3 0 X iitas “tios D o / e ’ e h ab it a n t es das m o n t a n h a s de D a v l a m , n o Irã, os buv i el as c o m e ç a m a o c u p a r t) p o d er no Irã o ci d e nt a l na d éc ad a ele 9 3 0 . 9 4 5 O s buvidas t o m a m o p o d e r e m Ba gdá , no sul do Iraque e e m O m ã . B ag d á c o m e ç a a perder p r o e m i n ê n c i a para Shiraz, q u e se to r na u m c e n t r o de saber. 9 8 3 A u n i d a d e b u v id a c o m e ç a a se desintegrai'. O s
buvidas a c a b a m por s u c u m b i r at) p o de r de M a h m u d de ( i h a z n a h , e m R a w ( 1**30) e ao do s g haznavi das e m áreas d o pl at ò d o Irã o c i d e n t a l .
O s i k s h i d a s
9 3 5 - 6 9 O tu r c o M u h a m m a d ibn I ugh dá i nício ao p o d er dos ikshidas, que g o v e r n a m o T.giro, a Síria e o He dj az .
O s x i i t a s f a t i m i d a s
9 6 9 - 1 1 7 1 F.stabel cc i do s o r i g i n a l m e n t e na I unísia, em 9 0 9 , os f at i mi das d o m i n a m o N o r t e da Af n e a , o h g i t o e partes da Síria, c o n s t i t u i n d o u m cal if ado rival.
9 8 3 O s f at i mi das m u d a m sua capital para o C.airo.
q u e se to r na u m c e n t r o de sabei xiita, c c o n s t r o e m ali o
n utdhiiah
de al-A/har.9 7 6 - 1 1 1 8 O s g h a z n a v i d a s 9 9 9 - 1 0 3 0 M a h m u d de Gha/.nah e s t abe l ec e u m p o de r m u ç u l m a n o p e r m a n e n t e no N o r t e da í ndia, e, no Irã, t o m a o p o d e r dos s a ma ni da s . U m a c o r t e b r i l h a nt e . 1 0 3 7 M o r t e d o «irande favlasutua I bn S i naC’ (Avi c ena, no O c i d e n t e ) , e m H a m a d a n . 9 9 0 - 1 1 1 8 O i m p é r i o s e l j ú c í d a
9 9 0 ( d é c a d a de) A f amíl ia t urc a Se lj uk , da Asia central , c o n v e rt e -s e ao Islã. N o i ní ci o do s é c ul o X I , os sel j úcidas e n t r a m na I r a ns o x ani a e e m Kwa r a /m c o m sua cavalaria n ô m a d e . 1 0 3 0 ( d é c a d a de) O s sel júcidas p e r m a n e c e m em
K h u r a s a n .
1 0 4 0 O s sel j úcidas t o m a m o Irã o c i d e nt a l dos ghaznavi das e e n t r a m no Azerbai j ão. 1 0 5 5 D e Ba gdá , o sul tão 1 og r i l -b e g g ove rna o
i m p é r i o sel juc i da c o m o c o m a n d a n t e dos califas abássidas.
1 0 6 3 - 7 3 C i overno tio sultão \rp Arslan.
1 0 6 5 - 6 7 ( Construído o
Vhidnu, ih
N'i/ai ni vvah c mB ag d á .
1 0 7 3 - 9 2 M a l i k s h a h gove r na o i mp é r i o, t e n d o N i z a m u l m u l k c o m o vi/ir.
I rop.is uircas e n t r a m na Síria e na A n at ól i a. 1 0 7 1 T r o p as sel júcidás d e r r o t a m os h i /a i ui nos na
bat al ha de M a n z i k u r t , e s t a b e l ec em se na A n at ól i a e c h e c a m ao m a r Uízeu ( 1 0 8 0 ) .
i.
O O s sel j úcidás l u ta m c o n t ra os f at i mi das e o s g o v e r n a nt e s locais na Síria.1 0 9 4 O i m p e r a d o r b i z a n t i n o Alexius ( o m n e t u i s 1 pede ajuda ao c r i s t i an i s m o o ci d e n ta l para i m p e d i r a i nf i ltr ação selj úcida e m seu t er r i tó r i o.
1 0 9 5 O papa U r b a n o II prega a pr i me i ra (Cruzada.
1 0 9 9 O s cr uzados c o n q u i s t a m J erusal ém
e e s t a b e l e c e m q u a t r o I siaclos cru/ados na Palesti na, na A n at ól i a e na Síria.
1 0 9 0 ( d é c a d a de) O s ismailitas i ni ci a m sua revolta c o n t r a a h e g e m o n i a sel j úcida e sunita. ( . o m e ç a m a surgir dinast ias turcas locais e m diversas partes d o i mp é r i o .
1 1 1 1 M o i tc e m B ag d á o t e ó l o g o e legislador al- Gha/./ali.
1 1 1 8 O d o m í n i o sel j úcida se divide em p r i n c i p a d o s i n d e p e n d e n t e s .
1 1 . 1 8 - 1 2 5 8 P eq u en a s dinast ias subsi st em
i n d e p e n d e n t e m e n t e , r e c o n h e c e n d o a
suserania do cal if ado abássida, mas, na prát ica, o b e d e c e n d o ape nas ao p o d er superi or d e u ma di nast ia p r ó x i m a .
1 1 2 7 - 7 3 A dinast ia /angcüd i tuiivlada Pur un:
c o m a n d a n i e st-i
11
u am ur
,1
Nnunum.i reação c o m i a os u iiz ad( >s. Sao e x e m p l o s no ra v e i v
1 1 3 0 - 1 2 6 9 O s al móa da s, m e m b r o s de uni.i dinastia s u mt a . t e m a m . no n o m - da A f n c a e na Kspanha. fazer u m a r e fo rma s e c u n d o os p n n e i p i o s de a i l .ha//ali.
1 1 5 0 - 1 2 2 0 O s xás k hw ar a / m i a no s do N o r o e s t e da I r a ns ox ama d e r r o t a m as pe q ue n a s dinastias sel jl i a d a s r e m a n e s c e n t e s no Ira.
1 1 7 1 - 1 2 5 0 A dinast ia aviibida, f un d ad a pelo genei al c u r d o S a l a d in o, c o n t i n u a a c a m p a n h a dos zangdi das e o n t r a os cru/ados, de r r ot a o cal if ado f a ti mi da no h g i t o e o c o n v e r t e ao i s i a m i s m o s u m t a.
1 1 8 0 - 1 2 2 5 A l - N a s i r , calita abassicla de B agd á, t e nt a usar a
futiticivah
islam ica c o m o base para uni g o v e r n o mai s ef i ciente.S a l a d i n o de r r ot a os cru/ados na bat al ha de H a t r i n e recupera |erusalem para o Islã. M o r r e o fil osof o e m í s ti c o sufi \a hv a S u h r aw a r d i , p o s s i v e l me n t e e x e c u t a d o pelos avúbi das p o r heresia, e m Al epo.
A dinasria
ghitit!
t o m a D e l h i e inst aura seu d o m í n i o na Índia.M o r t e d o favlasufita I bn R u s h d ( c o n h e c i d o n o O ci c l c n r e c o m o Averrois), e m ( o r d o b a . 1 1 9 9 - 1 2 2 0 Ala a l - D i n M a h m o u d , xá k h w a r a z m i a n o ,
d ec id e criar u m a g r ande m o n a r q u i a iraniana. 1 2 0 5 - 8 7 l i m a di nast ia de escravos t urc os derr ot a os
g ln iu l
na Índi a e instaura o s u h a n a t o de D e l h i , q u e d o m i n a t o d o o vaie d o Cianges. M a s l ogo 1 1 8 71 1 9 1
1 1 9 3
essas dinast ias m e n o r e s t i veram q u e e n f r e nt a r a a m e a ç a m o n g o l .
1 2 2 0 - 3 1 O s p r i me i ro s g r ande s ata que s- s u r pr e sa
m o n g o i s . t e n d o havi do e n o r m e des t rui ção de ci d a d es .
1 2 2 4 - 1 3 9 1 O s m o n g o i s da H o r d a D o u r a d a d o m i n a m as terras ao n o n o tios mare s C á s p i o e N e g r o e se c o n v e r t e m ao i s l a mi s mo. 1 2 2 5 O s a l m óa d as d e i x a m a E sp a n h a, o n d e o po der m u ç u l m a n o ac a b a reduzido ao p e q u e n o reino de Cira nada. 1 2 2 7 M o r t e do c he fe m o n g o l G e n g h i s k h a n 1 2 2 7 - 1 3 5 8 O s cas m o n g o i s
cbag/hiyiiiy
d o m i n a m a1 ransox ani a e se c o n v e r t e m ao i s l ami s mo. 1 2 2 8 - 1 5 5 1 A d m astia
Luifsid
s ubsti tui os almóada.s naT u n í s i a .
1 2 4 0 M o r t e d o f il osof o sufi M u i d a d - D i n I bn al- A r a b i . 1 2 5 0 O s m a m e l u c o s , u m c o r p o de escravos, d e s t r o n a m os a yúbi das e i n s t au r a m u m a di nast ia d o m i n a n t e no E gi t o e na Síria. 1 2 5 6 - 1 3 3 5 O s l l - k h a n s m o n g ó i s d e t ê m o p o d e r n o I r a q u e e n o Irã e se c o n v e r t e m ao i s l a m i s m o . 1 2 5 8 O s monsíói s d e s t r o e m Basnlá.O O
1 2 6 0 O sultão m a m e l u c o Bai bar s de r r ot a os l k K h a n s m o n g ó i s na bat al ha de A i n (alut e destrói mu it a s das ci dadel as q u e restam no litoral da Síria. 1 2 7 3 M o r t e de Jalai a l - D i n R u m i , f u n d a d o r dos D er v i xe s R o d o p i a n t e s , na An at ól ia. 1 2 8 8 U t h m a n ,
oíhizi
da f rontei ra bi za nt i na , f un da a di nast ia o t o m a n a na An at ól ia.24
1 3 2 8 1 3 3 4 1 3 6 9 -1 3 8 9 1 4 0 3 1 4 0 6 1 4 2 1 1 4 5 3 1 4 9 2
1326
-1502
5 9 O r k h a n . hllio de l ’t h m a n , instaura u m h s t ad o i n d e p e n d e n t e o t o m a n o , t e n d o Bursa c o m o capital, e d o m i n a o i m p ér i o hr/antino e m d ec lí ni o.M o r t e do r e f o r m a d o r A h mu d ihn 1 avmi vvah, e m D a m a s c o .
■53 \ u su f , rei de G r a n a d a , c on st r ói a A l h a m b r a , q u e foi t e r m i n a d a por seu filho.
1 4 0 5 1 i m u r l e n k ( 1 a m e r lã o ) revitaliza o po der m o n g o l
chtig/jtiytíi
r e m S a m a r c a n d a , c o n q u i s t a g ra nde parte do O r i e n t e M é d i o e daAna t ól i a, e saquei a D é l h i . M a s o i m p é r i o que g o v e r n o u se desi nt e gra c o m sua m o r t e .
O s o t o m a n o s s u b j u g a m os Bálcãs ao derrotar os sérvios no C a m p o de Kosovo. Lies pr o ss e gu em, a m p l i a n d o seu p o de r na A n at ól i a, mas são de r r o t a do s p o r l i n u i r l . e n k e m 1 4 0 2 . •21 Ap ó s a m o r t e de I i mur , M e h m e d 1 revitaliza o E st a d o o t o m a n o . M o r t e do f aylasuíita e h is t o r i a d o r Ihn K h a l d u n . •51 M u r a d I assegura o p o de r o t o m a n o c o n t r a a Huntrria e o O c i d e n t e .O M e h m e d 11, “o ( C o n q u i s t a d o r ' , c o n q u i s t a C o n s t a n t i n o p l a , daí e m d i a n t e c o n h e c i d a c o m o I st a mb ul , e a t o rna a capical do i m p é r i o o t o m a n o . O reino m u ç u l m a n o de G r a n a d a é c o n q u i s t a d o pelos m o n a r c a s ca t ól i co s F e r n a n d o e Isabel.
•24 Ismai l, c he fe da o r d e m suíista safavida, c o n q u i s t a o Irã, o n d e e s t abel ec e o i m p e n o safávida. O x i i ti s mo dos D o z e t or na - s e e n t ã o a
religião oficiai cio Irá c as t entat ivas brutai s de Ismail de s u p r i m i r o i s l a m i s m o sumt a de seus d o m í n i o s i ns p i r am u m a pc rs e mi ic ão de xiiias n o i mp e i
'10
o r o m a n o .1 5 1 0 I smail expulsa os u/.beques sunitas de
K hu r a sa n e est abel ec e ali o d o m í n i o xiita. 1 5 1 3 O s m e r c a d o r e s port ugueses c h e g a m ao sul da
C h i n a .
1 5 1 4 O sultão S e l i m I dei rota o e x e r c i t o safavida do \á Ismail na batal ha de C h a l d i r a n , o qu e i m p e d e os safávídas de avançar para oest e e assi m e nt ra r e m te rri tóri o o t o m a n o .
1 5 1 7 O s o t o m a n o s c o n q u i s t a m o h g i t o e a Síria dos m a m e l u c o s .
1 5 2 0 - 6 6 Sul e i m a n , c o n h e c i d o no O c i d e n t e c o m o O M a g n í f i c o , e x p a n d e o i m p é r i o o t o m a n o e f un da suas própri as inst it ui ções.
1 5 2 2 O s o t o m a n o s t o m a m Rodes.
1 5 2 4 - 7 6 T a h m a s p 1. o s eg u ndo xa safavida do Irã, fortalece o d o m í n i o xiita local. Sua cort e t orna- se u m c e nt r o de arte, c o n h e c i d o p r i n c i p a l m e n t e pela pintura. 1 5 2 6 B a b u r e s t abel ec e o i m p é r i o m o g o l na í ndia. 1 5 2 9 O s o t o m a n o s s i ti am V ie na . 1 5 4 2 O s p or t ug ue se s e s t a b e l e c e m o p r i m e i ro i m p é r i o c o m e r c i a l e ur op e u. 1 5 4 3 O s o t o m a n o s s u b j u g a m a H u n g r i a . 1 5 5 2 - 5 6 O s russos c o n q u i s t a m Ka/.an e Ast racã,
d o m í n i o s dos vel hos cãs montrói s n o rio Volsia.O C1 1 5 6 0 - 1 6 0 5 A k b a r t o rn a- se i m p e r a d o r da í n di a m o go l ,
q u e at i n g e nesse p e r í o do o a po g e u do poder. A k b a r p r o m o v e a c o o p e r a ç ã o e n t re h i n d u s e m u ç u l m a n o s , e c o n q u i s t a te r r i tór i o ao sul cia
í ndia. Plc preside m n i v n . t s n n m i r d cultural. C h o m a n o s c p o n u g i i e s c > e m p e n h a m -m.- n u m a ü u c r r a n a v a l n o o c e a n o I n d i c o . 1 5 7 0 O s o t o m a n o s t o m a m < hiprc. 1 5 7 8 M o r t e do a r q u i t e t o da c o r t e o t o m a n a S m a n Pasha.
1 5 8 0 ( d é c a d a de) ( ) p o de r dos port ugue ses se e n f r a q u e c e na í ndia.
1 5 8 8 - 1 6 2 9 O xá Ab b as I d o m i n . i o i m p é r i o safavida no Irã, c o n s t r ó i u m a cort e m a g n í f i c a e m K f a h an e expulsa os o t o m a n o s do A/.erhai|ao e do 1 ra qu e .
1 5 9 0 ( d é c a d a de) O s hol andese s c o m e ç a m sua ati vidade m e r c a n t e na í ndia.
O s ho l a nde s e s c o m e ç a m a t o m a r as p r op r i cd ad cs po r t u gu c s a s .
M o r r e d o h is t o r i a d o r sufi Abdulf azl Al í ami. M o r t e do r e f o r m a d o r A h m a d S r h i n d i . O xá f ihan gove r na o i m p é i i o m o g o l , q u e at i n g e o auge d o r e f i n a m e n t o , ( ' o n s r r ó i o I aj
M a h a l .
M o r t e do fil ósof o xiita M i r H i m a d , c m Is f aha n. M o r t e d o fil ósof o e m í st i co i r a ni an o M u l l a S a d r a . O s vizires o t o m a n o s i m p e d e m o d ec lí n i o do i m p é r i o o t o m a n o . 1 6 5 8 - l . 7 0 7 A u r e n g z . e b e , o ú l t i m o dos grandes
i m pe r a d or e s m o gó i s , tenta islami zar toela a í ndi a, mas p r o vo ca a host i li dade h i n d u e sikh q u e p e r m a n e c e . 1 6 6 9 O s o t o m a n o s t o m a m ( reta de V e ne za. 1 6 8 1 O s o t o m a n o s c e d e m k i e v à Rússia. 1 6 0 1 1 6 0 2 1 6 2 5 1 6 2 7 - 5 8 1 6 3 1 1 6 4 0 1 6 5 6
1 6 9 9 1 7 0 0 1 7 0 7 1 7 1 5 1 7 1 8 1 7 2 2 1 7 2 6 1 7 3 9
1683
1748
O s o t o m a n o s f racassam c m seu s e g u nd o ce rc o a V i e n a , mas r e c u p er a m o I r a q ue dos safávidas. 0 tr atado de C.arlowiev c o n c e d e a H u n g r i a o t o m a n a à Áustri a, o p r i m e i r o revés o t o m a n o i m p o r t a n t e . M o r r e de M u h a m m a d B a q i r Maj li s i , o i nf l ue n t ealim
x i ira do Irã.1 2 O i m p é r i o m o g o l perde p r oví nc i as ao Su! e ao 1 este.
As c ens ão cios reinos austrí aco e prussiano. 3 0 O sultão A h m a d III tenra a p r i me i r a r e f or ma
o c i d e m a l i / a n t e no i m p é r i o o t o m a n o , mas as re fo r m a s t e r m i n a m c o m a revolta dos janízaros. R eb el d e s afegãos a ta c a m Isíahan e m a ss a c ra m a n obr eza. O xá N a d i r restaura t e m p o r a r i a m e n t e o p o d e r mi li t ar do i m p é r i o i r an ia n o xiita. O xá Naclir saquei a D é l h i e p õe u m p o n t o final no d o m í n i o m o g o l na í ndi a. H i n d u s , si khs e af egãs c o m p e t e m para o b t e r o poder. O xá N a d i r t e nt a re est abei e ce r o Islã su ni ta n o Irã. l’o r causa disso, os pr i nc i pai s m u j t a h i d s i r ani ano s d e i x a m o Ira e se re fu gi a m no Ir a q ue o t o m a n o , o n d e i n s t it u e m u m a base de p o d e r i n d e p e n d e n t e para os xás.
O xá N a d i r é assassinado. Se mi e -s e u mC* p e r í o d o de a n ar qu ia , d u r a n t e o qual os i r ani ano s q u e a d o t a m a po si çã o usuli p r e d o m i n a m , e, as.sim, p r o p i c i a m ao povo u m a f o n t e de legal idade e o r d e m .
1 7 6 2 M o rt c do xá Y a l i- ul l ah . o r e f o r m a d o r suh. na í n di a .
1 7 6 3 O s b ri t ân i c os e x p a n d e m seu c o n t r o l e sobre os Ls t ado s i nd i a n os d e s m e m b r a d o s .
1 7 7 4 O s o t o m a n o s são c a b a l m e n t e de r r o t a do s pelos russos. I V r d e m a ( r i mc i a e o czar t orna- se " p r o t e t o r ' ' dos crist ãos o r t o d o x o s e m terras o t o m a n a s .
1 7 7 9 Aq a M u h a m m a d k h a n mi cia a di nast ia
q a ja r
n o Irã, qu e, no final d o secul o. po derá e st abel ec er u m g o v e r n o torre.
1 7 8 9 R e v o l u ç ã o í rancesa.
1 7 8 9 - 1 8 0 7 S e li m III est abel ec e as bases para novas r e fo rma s o c i d e n t a l i z a mo s no i m p é r i o
o t o m a n o , e institui f o r m a l m e n t e as pri mei ras e m b a i x a d a s o t o m a n a s nas capitais européias. 1 7 9 2 M o r t e do r e l o r m a d o r árabe m i l i t a n t e
M u h a m m a d í bn A b d a k W a h h a b . 1 7 9 3 O s pr i me i r o s mi ss i o nár i o s prot est ant es
c h e g a m a í ndia.
1 7 9 7 - 1 8 1 8 O xá h i t h Ali g ov e r n a o Irã. A s c en sã o da inf luenc i a b r i t ân i c a e russa nesse país. 1 7 9 8 - 1 8 0 1 N a p o l e á o o c u p a o hgi to.
1 8 0 3 - 1 3 O s
w tihabbi
o c u p a m o H e d j a z árabe, t i r a n d o - o do d o m í n i o o t o m a n o .1 8 0 5 - 4 8 M u h a m m a d Ali te nt a m o d e r n i z a r o hgi to. 1 8 0 8 - 3 9 O sultão M a h m u d II i nt ro duz as re f ormas
m o d er n i z a n t e s " l a n z i m a t " n o i m p é r i o o t o m a n o .
1 8 1 4 I' ratado de ( i u l i s t a n : o te rri tóri o c a u c a s i a n o é c e d i d o á Rússia.
1 8 3 0 1 8 3 1
1821
1 8 3 6 1 8 3 91839-61
1 8 4 3 - 4 9 1 8 5 4 - 5 6 1 8 5 7 - 5 8 1 8 6 0 - 6 1 O u e i r a <Jc i n d e p e n d e n o a ela ( . lee i a c o n t r a os o t o m a n o s . A l-rança o c u p a a Argélia. M u h a m m a d Ah o c u p a a S i n a o t o m a n a e pe ne t r a na Ana t ól i a, e n a n d o d e n t r o do mi p e n o o t o m a n o u mim periu m in im pério
p r a t i c a m e n t e i n d e p e n d e n t e . As p o t ê n ci a s eu r ope i as m u rvém para salvar o i m p é r i o o t o m a n o e o b r i g a m M u h a m m a d Ali a se afastai da Síria ( 1 8 4 I PM o r r e do r e f o r m a d o r neo- suf i A h m a d ibn ulris. O s br i t ân i c o s o c u p a m Aden.
O sultão A b d u l h a m i d i na u gu r a r e fo rma s mais moderni/.antes pai a i m p ed i r o d ec lí n i o do i m p é r i o o t o m a n o . O s b r i tâ n i c os o c u p a m a bacia d o I ndo . G u e r r a da ( ' r i m é i a , p r o vo c a d a pela rivalidade eu ro pé ia e m t o r n o da p r o t e ç ã o às m i n o r i a s cristãs n o i m p é r i o o t o m a n o . Sai d Pasha. g o v e r n a n t e do P gi t o, e n t r e g a a c o n c e s s ã o d o canal de S u ez aos franceses. ( ^
P g i to c o nt r a i seu p r i m e i ro e m p r é s t i m o e x t e r n o . M o t i m i n d i a n o c o n t r a o d o m í n i o bri t ân i c o . O s b ri t ân i c os d e p õ e m f o r m a l m e n t e o ú l t i m o i m p e i a d o r m o g o l . Sir Savyid A h m a d K h a n p r o p õ e u m a r e f o r ma do Ps!á c m mo ld es oc i d e n ta i s e a a d o ç ã o da c ul t ur a inglesa. D e p o i s de u m massacre de cristãos por rebeldes druz.os n o L í b a n o , os franceses e xi ge m q u e o país se rorne u m a p r o ví nc i a a u t o n o m a c o m u m g o v e r n a d o r francês.
1 8 6 3 1 8 7 1 1 8 7 2 1 8 7 6 1 8 7 9 1 8 8 1 1 8 8 1
1861
7 6 O sultão Abdula/r/ c o n t i n u a a r e f o rm a do i m p é r i o o t o m a n o , mas c o n n a i e m p r é s t i m o s e x t e r n os e n o r m e s q u e resul tam na f alência do I mp ér i o e n o c o n t r o l e das f ina nç a s o t o m a n a s p or g ov e rn os e u ro pe us .■79 í smail 1'asha. g o v e r n a d o r do hgi to,
e m p r e e n d e sua extensi va m o d e r n i z a ç ã o , mas e ont rai dívidas ex t er nas q u e resul tam e m b a n ca r r o t a , na ve nda tio canal de Sue/ para a Inglaterra ( 1 8 ~ S ) L- no e s t a b e l e c i m e n t o do c o n t r o l e europeia s obr e as f inanças egípcias. ■79 Al - A l uha n i . o r e f o r m a d o r i r a ni a no, reside
e n t ã o no hgi ro e f unda u m c í r c ul o de r e fo r ma d o r e s egí pci os, e n t r e os quais.
M u h a m m a d A b d u. Sua m e i a é i n t e r r o m p e r a h e g e m o n i a a i l u i r j ) tia h u i o p a através da revitalização e m o d e r m / a ç ã o d o Islã, í m e n s i f u a ç a o tia rivalidade angl o- r ussa no Irã.
U m gol pe p a l a c i a n o d epõ e o sultão o t o m a n o Abdulazi z. Adu l har ni d 11 é p e rs ua di do a p r o m u l g a r a p r i me i r a c o n s t i t u i ç ã o o t o m a n a , q u e, p o r é m , é depoi s suspensa pelo sultão.
I m p o r t a n t e s r e fo rma s na c d u c a ç a o . i r an s po rt e e nas c o m u n i c a ç õ e s .
Ísmai l 1’asha e de p o st o. A 1 rai Ka o c u p a a 1 unisia.
- 8 2 U m m o t i m de oficiais egípcios se j unta a const i t uc i onal i stas e reformadores , que c o n s e g u e m i m p o r seu g ove r no a Khe di ve T e w f i q . M as u m levante popul ar leva os b r i tâni co s a u m a o c u p a r ã o militar do hgi to.
1 8 8 9 1 8 9 2 1 8 9 4 1 8 9 6 1 8 9 7 1 9 0 1 1 9 0 3 -1 9 0 5 1 9 0 6
q u e passa a u t lorde C r o m c r c o m o g ove rnador ( 1 S . S 2 - 1 ' ) ( ) " ) .
S o ci ed ad es secretas fazem c a m p a n h a c m prol da m d c p c n d e n c i a da Síria.
O s br i t ân i c o s o c u p a m o Su dã o.
A ( ai s e do I a b ac o no Ira: u m a
fiitnuih
de um p r o e m i n e n t euiujitthui
obri g a o xá a re sci ndi r a c o n c e s s ã o de t a b ac o q u e ent regara aos b r i tâ ni c os .hi i tre li) mil e 2 0 mil r e vol uc ioná r i os
a r m e m o s c o nt r ár i o s ao d o m í n i o o t o m a n o são b r u t a l m e n t e assassinados.
0 xá iNlaisruddm do Ira e assassinado por u m dos di scí pul os de Al - Af g hani .
R e u n e - s e a p r i me i r a c o n f e r e n c i a sionista em Basel. Sua f inal idade ú l t i ma e criar u m l;..stado ludeu na pro ví n c i a o t o m a n a da l ’alestina. M o r t e de A l - A f g ha ni .
1 ) e s c o b r c - s c pe tr ol e o no Irã. A c o n c es s ã o é dada aos b r i t âni co s .
I ei mires de q u e os b r i tâ n i c os p r e t e n d a m dividi r h i n d u s e m u ç u l m a n o s na Índia, a part ir da s ep ar aç ão de B e n g a l a e m p r e e n d i d a pelos b r i t âni cos , levam a ansi edade
c o m i m a l i s i a e á f o r m a ç ã o da Liga M u ç u l m a n a ( 1 9 0 6 ) . M o r t e cio r e f o r m a d o r e g í p c i o M u h a m m a d A bel i i . A R e v o l u ç ã o C o n s t i t u c i o n a l no Irã força o xá a p r o c l a m a r u m a c o n s t i t u i ç ã o e est abel ec er u m Maj li s . mas u m a c o r d o a ng l o- r us s o (1 ')()“ ) e u m c o n t r a g o l p e do xá. c o m a p o io russo, revoga a c o n s t i t ui ç ã o .
1 9 1 4 1 9 1 6 -1 9 -1 ^ 1 9 1 9 -1 9 2 0 1 9 2 0 1 9 2 1 1 9 2 2
1908
A r e v o h k a o dos Jovens I ureos obri g a o sultãoa restaurar a c o n s t i t u i r ã o . 1 8 P r i me i ra G u e r r a M u n d i a l .
C )s b ri t ân i c os de c la ra m o E gi to p r o t e t o r a d o ; tropas b ri tâ ni ca s e russas o c u p a m o Irã.
2 1 R evo l t a á rabe c o n t r a o i m p é r i o o t o m a n o , c o m a p o io b r i t â n i c o .
A D e c l a r a ç ã o de Bal f oui c o n c e d e
f o r m a l m e n t e o a p o io b r i t â n i c o a cr i aç ão de u m a pátria j udai ca na Palestina.
2 1 ( iuerra cie i n d e p e n d ê n c i a da 1 urqui a.
A t a ui r k c o n s e g u e m a n t e r as torças europeias e nc ur r al a da s e cria u m P.stado turc o
i n d e p e n d e n t e . Ide adora uni a radical seculari/.ação e polít icas m o d e r n i z a d o r a s . P u b l i c a ç ã o do a c o r d o S v k e s - P i c o t : na esteira da derr ot a o t o m a n a na P r i me ir a ( m c r r a , as províncias o t o m a n a s são divididas ent re ingleses e franceses, qu e est abel ec em m a n d a d o s e prot etorados, e m b o r a a i n de pe n dê nc ia tivesse sido p r o me t i da aos árabes para depois da guer ra.
- 2 2 G a n d h i m o bi l iz a as massas i ndi anas e m duas c a m p a n h a s de d es ob ec he nc i a civil c o n t ra o d o m í n i o b ri tâni co.
Reza K h a n c o n d u z u m vi tor i os o gol pe de E s ta do no Irã e t u nda a dinast ia Pahlavi. I le i n t r o d u z u m a p o l í n c a b r u t a l m e n t e
m o d e r n i / a n t e e lai ci zante no Irã.
C o n c e d i d a i n de p en d ê n c i a t or ma l ao hgito. M a s os bri tâni co s m a n t ê m o c o nt r o l e da defesa da política ext erna e do Su dão. E n t r e 1 9 2 3 e
1 9 3 2 1 9 3 5 1 9 3 8 1 9 3 9 1 9 4 0 1 9 4 5 1 9 4 6 1 9 4 7 1 9 4 8 1 9 5 1
grandes eleições, n u s todas as vezes é obrigado a
renunci ar ao poder pelos britânicos ou pelo rei. b l i n d a d o o re i no da Arábi a Sau di t a. M o r t e do r e f o r m a d o r e j ornal i sta m u ç u l m a n o R as hi d Ri da, f u n d a d o r do m o v i m e n t o
idlafiyydl)
n o F.gito. M o r t e do poet a e f ilósofo i n di a n o M u h a m m a d Iqb al . •45 S e g u n d a G u e r r a M u n d i a l . O s b r i tâ ni c os d e p õ e m o xá Reza, q u e é s u c e d i d o pelo filho, M u h a m m a d R e z a ( U M 4 ) .( d é c a d a d e) A I r m a n d a d e M u ç u l m a n a t or na- se a força p ol í ti c a mai s p o de r o sa do F.gito.
A I urqiiia ingressa nas N a ç õ e s U n i d a s e se tor na u m E s t a d o m u l t i p a r t i d á ri o ( 1 9 4 ~ ) . F o r m a ç ã o da Liga Arabe. Re v o l t a c o m u n a l na í ndi a, a c o m p a n h a n d o a c a m p a n h a da fága M u ç u l m a n a e m prol de u m E s t a d o i n d e p e n d e n t e . C o m a c r i a çã o d o P a q u i s t ão , f o r m a m - s e áreas c o m u m a g r a n d e ma i or i a m u ç u l m a n a . A part il ha da í n d i a leva a massacres e m a t a n ç a s t a n t o de m u ç u l m a n o s q u a n t o de hi ndus. U m a de c la r a ç ão das N a ç õ e s U n i d a s leva ao f i m d o m a n d a t o b r i t â n i c o na Palesti na e â cr i a çã o cio E s t a d o j ude u de Israel. F or ças israelitas i n t l i e e m u m a d er r ot a devas t ador a a c i n c o ex é r c i to s árabes q u e i n v a d e m o n o v o Es t a do j ude u. C e r c a de 7 5 0 mi l pal est inos d e i x a m o país d u r a n t e as hosti li dades e de po i s n ã o t ê m p e r mi ss ã o para vol t ar aos seus lares. 5 3 M u h a m m a d M o s s a d e g h e o part i do da
F r e n t e Nac io nal nacionalizam o petróleo
1 9 5 4 1 9 5 6 1 9 5 7 1 9 5 8 1 9 6 1 1 9 6 3
1952
1966
iram,ii;>>. 1 )cpois dt nlani iesiat ocs a n ü - n alistas, o \a íogc d< > ira, mas e ie\ado dt volta ao podei por um golpe orgam/ado pela ( 1 \ c pelo s e n x o secreto b nt an i co : la/em-sc novos . uo r do s c o m as c o m p a n h i a s de petróleo euiopcias.
N o i. glto. a rcvoluç.io dos t Hlcials i i\res che f i ada por (amai Abd a l - Na ss e r d c p o e o i'ei
I \ u u L Àl -Nassei a bol e a I r m a n d a d e
M u ç u i m a n a e p i ci i d c mi lhare s tie I r m ã os em
e i n i p o s de e o i i c e n t i a c a o
A secular I rente Na ci on a l de l ibertaçao ( Tl N i lidera .! revol ução c o nt ra o d o m í n i o sol omal trances na Argélia.
R ati f i cada a pri mei ra c o n s t i t u i ç ã o do Paqui st ão.
j a ma l Abd al - Nasse r nacionali/.a o canal de Sue/..
O xa M u h a m m a d Reza Pahiavi, do Irá, funda a força policial secreta SA\ A K c o m a aj uda da ( IA ame ri c ana e do M O S S A I ) israelense. 6 9 ( l o v c i no iaic ista do general M u i i a m m a c i
A \u b k h a n no Paqui st ão.
O xá M u h a m m a d Re/a Pahlavi a n u n c i a a R e v o l u ç ã o B r a n c a cia m o d e r n i z a ç ã o , qu e depoi s ira marg mal i /ar e e x a c e rb a r á s divisões na soc i eda de iraniana.
A I I.N institui um governo socialista na Argélia.. O aiatolá Ruholl ah k h o m e i n i ataca o regime I’ahlavi, inspira manifestações cie rua por t odo o Irã, e preso c por fim exilado no Iraque.
A l - Nasse r o r d e n a a e x e c u ç ã o do i m p o r t a n t e i de o l o g o h m d ã i n e n t a l t s t a eg í p c i o Sayvicl Q u t b .
1 9 7 0 1 9 7 1 1 9 7 1 - 7 7 1 9 7 3 1 9 7 7 - 8 8 1 9 7 8 - 7 9
1967
G u e r r a dos Seis Di as, e n t r e Israel e seusvi zi nh o s árabes, A vitória israelita e a h u m i l h a n t e de r r ot a árabe levam a unia revivescência religiosa p o r t o d o o O r i e n t e M é d i o , u m a vez q u e as velhas políticas laicistas p a r e c e m estar de sac redi tadas.
M o r t e de al - Nasse r; seu sucessor é A m v a r al- S adat , q u e c o r t e j a os e g í pc i os islami tas para o b t e r seu a po io .
O x eq u e A h m a d Yasi n f unda o M u j a m a h ( C o n g r e s s o ) , u m a o r g a ni z a ç ão de pre vi dê nc i a social, e se o p õ e ao n a c i o n a l i s m o da O l . I \ qu e b u s c a u m a i de n t i da de islâmi ca para a
Palesti na; o M u j a m a h t e m o a p o i o de Israel. O p r i m e i r o - m i n i s t r o Ali B h u t t o . do P a qu i s t ão , c o m a n d a u m g o v e r n o esque rdi st a e laicista, q u e faz c o n c e s s õ es aos islamitas, mas tais me di d a s não são suficientes.
O E g i t o e a Síri a a ta c a m Israel no Y o m K i p p u r , e p r o p i c i a m u m es p et á c u lo tão i m p r e s s i o n a n t e no c a m p o de ba t a l ha qu e deixa a l - S a da t n u m a pos i ção q u e lhe p e r m i t e p r o p o r u m a ous ad a ini ci ati va de paz c o m Israel, e se assina o a c o r d o d e C a m p D a v i d, e m 1 9 7 8 . O d e v o t o m u ç u l m a n o Z i a a l - H a q q li dera u m g o l p e b e m - s u c e d i d o n o P a q u i s t ã o e cria u m g o v e r n o m a i s f r a n c a m e n t e i s l â m i c o , q u e , n o e n t a n t o , a i n d a s e p a r a a re l i g i ã o da p o l í t i c a .
R e v o l u ç ã o I rani ana. O aiat olá K h o m e i n i t or na - s e o
fa q ih
s u p r e m o da R e p ú b l i c a I s l â m i c a ( 1 9 7 9 - 8 9 ) .1 9 7 9 - 8 1
1 9 8 1
1 9 7 9 M o r t e d o i d eo lo go f un d a me n t a l i s t a p a qu i s t anê s Alui Ala M a w d u d i .
(.Centenas de f u n d a me n t a li s ta s sunitas o c u p a m a (Caaba e m M e c a , na Ar ábi a S a u di ta , e p r o c l a m a m seu líder
nnihài\
o E s t a d o suf oca a i n s u r r e i ç ã o.R e f é n s a m e r i c a n o s são m a n t i d o s p r i s i o n e i r o s na e m b a i x a d a d o s F.stados U n i d o s e m
1 e e r a .
Assassi nado o pr e si de nt e A m v a r a l - S a d a t por e x t remi st as m u ç u l m a n o s , q u e c o n d e n a m o t r a t a m e n t o i nj u s t o e c oe r c i t i v o q u e ele dava ao p o vo eg í p c i o e o rratado de paz q u e assinara c o m Israel. 1 9 8 7 A i nu f a da í
im iftu L ih
). u m levante p o pu la r p al es t ino c o n t r a a o c u p a ç ã o israelita da M a r g e m O c i d e n t a l d o J o r d ã o e da Fai xa de Uaza. O Ff A M A S , u m s u b p r o d u t o do M u j a m a h , e n t ã o ent ra n o c o n f l i t o t an t o c o n t r a Israel c o m o c o n t r a a O L P . 1 9 8 9 O ai at ol á k h o m e i n i e m i t i u u m afatwah
c o n t r a o r o m a n c i s t a inglês S a l m a n R u s h d i e p e l o r e tr a t o al e gada m e n t e b l a s f e m o deM a o m e e m seus
[’crsos satânicos.
U m m ê sd ep o i s , a
fatuuit.>
foi c o n d e n a d a c o m o n ã o - i s lá mi ca p o r 4 8 dos 4 9 F Csrados- membros da c o n f e r e n c i a i s 1 â m i c a .D e p o i s da m o r t e do aiat olá K h o m e i n i , o aiatolá K h a m e n e i passa a ser o
F a q ih
S u p r e m o d o Irã e o p r a g m á t i c o F l a s h a m i R a f s a n j a n i t o r n a - s e pr e s i de nt e.1 9 9 0 A F r e n t e I sl âmi c a da S a l va ç ã o ( F I S ) c o n q u i sr a vitórias i m p o r t a n t e s nas el ei ções locais
1 9 9 2 1 9 9 2 1 9 9 3 1 9 9 4 1 9 9 7 1 9 9 8 a r g e l i n a s c o n t r a a I I N . 1 ' a r c c e p r o n t a p a r a ,i v i t o r i a n a s é l e k ó e s n a c i o n a i s d e 1 •■>*->J . 0 pr e si de nt e S a d da n i I l us s e m, g o v e r n a n t e laicisia. i nvade o k u w a u ; c m respost,., os bs t a do s l ' n u l o s e seus aliados o ci d e nt ai s e do ( V i e m e M e d i u d es e i K. i de i ani a o p e i a c a o 1 e i n p c s i a d e n o I > c s c r t o c u n i r a o I r a q u e ( 1 9 9 1 i. O s m i l i t a r e s p i v p a r a m u m g o l p e [ tara i m p e d i r q u e a M S a s s u m a o p o d e s n a A r g é l i a , e e x t i n g u e m o m o v i m e m o . i m c o i i s e q i i c i K i a , o s m e m b i o s m a i s u n i i c a i s dc s c n c a d e i a m u m a t e r r i v e l c a m p a n h a t e r r o r i s t a . M e m b r o s do P B j h in d u de st r o e m a me sq u i t a de B a b u r e m Avodhva. 9 9 Na ci o na li st a s servios c cr oat as s i s t c m a t içam*, nte m a t a m e o b r i g a m os h ab i t a n t e s m i k u l m a n o s da B ó s m a e de Kosov o a d e i x a r e m suas casas.
Israel e pal est inos assi nam os a co rd os de O s l o I\m seguida ao assassinai o de 2 9 m u ç u l m a n o s na me s q u i t a de i i e b r o n por um e x t remi st a j udeu, h o me n s - b o m b a suicidas do I i AMA.S aracam judeus u v i s em l.siae!
O p r e s i d e n t e \ i i / a k R a b m e a s s a s s i n a d o p o i u m e x t r e m i s t a j u d e u p o r t e r a s s i n a d o o s a c o r d o s d e O s l o .
O s h i n d a m e n t a l i s t a s ralibãs a s s u m e m o podei no Af eg ani s t ão.
O cl érigo liberal H o j j a t o l - l s l a m Savvid k h a t a m i é el ei to pre si de nt e do Irã e m u ma viro: ia e s m a g a d o r a .
O pr e si de nt e K h a t a m i di ssoc i a seu g o v e r n o da
O P r o f e t a 0 - 6 .■LL)
D
l K A \ i I ( ) M l ' do R a m a d a , c m M O d.C... u m negoc i a nt e arahc viveu u m a e x pe ri ê nc i a q u e m u d o u a hi s tóri a d o m u n d o . I o d o a no . nessa e p oc a, M u h a m m a d íbn A b d al l ah c o s m m a v a se retirar para u m a caverna n o c u m e d o m o n t e H i r a , nos arredor es de M e c a . n o Hed|az arabc, o n d e rezava, ie|uava e dava e s mol as a o s pobres. Ide vi nh a se p r e o c u p a n d o , |a havia a l g u m t e m p o , c o m o q u e percebia ser u m a crise na s oc i edade arabe. Nas déc adas e n t ã o l e c e n tes, sua t r ibo, a quravsh, e n r i qu ec e ra no c o m é r c i o c o m os países vizinhos. M e c a se t o rnar a u m a prospe ra c i da de m e r cant i l , mas. na corrida agressiva para a rique/a, al g u ns dos a m i g o s valores tribais t i n h a m se perdido. L m vez de cu i dar do s m e m b r o s mai s fracos tia tribo, c o m o prescrevia o c ó d i go n ô m a d e , os corai xit as e m p e n h a v a m - s e e m g a nh a r d i n h e i ro às custas de al guns g r u p o s f amiliares, o u clãs, mais p o bres. H a v i a t a m b é m u ma i n q ui et ar ã o religiosa e m M e c a e e m toda a península. O s arabes sabi am qu e o j uda ís mo e o crist i ani s mo, en t ã o praticados nos impéri os b i za nt ino e persa, er am mais sofisticados do qu e suas tradições pagãs. .Alguns c h eg a va m a acredit ar qu e o I >cus s u p r e m o de seu pant eão. Alá ( al - l . ah) (i u j o n o m e significava s i m p l e s m e n t e " o 1 V u s i.