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Directório dos Leigos Associados

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Volume 14 | Number 14

Article 13

12-2008

Directório dos Leigos Associados

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(2008). Directório dos Leigos Associados. Missão Espiritana, 14 (14). Retrieved fromhttps://dsc.duq.edu/missao-espiritana/vol14/ iss14/13

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direct6rio do leigo

associado

APRESENTAQAO

A

colher e acompanhar; formar e interagir; construir e ava- liar, sao os binomios que vao definindo a rela^ao e a experiencia de vida entre religiosos e leigos no seio das Congregates religiosas. A nossa C on gregate reconhece tam- bem um sinal da ac^ao do Espfrito Santo na Igreja neste novo dinamismo em que uns e outros se unem para partilhar uma espiritualidade e para viver uma Missao. Por isso e que o VIII Capftulo Provincial, em 2006, pediu que se continuasse a apro- fundar essa r e la t e atraves do estudo, da partilha e da c r ia t o de um Directorio para os Leigos Associados Espiritanos.

Apos um processo de reflexao, redac^ao e revisao, no qual participaram todos os Leigos Associados e o proprio Conselho Provincial, apresenta-se neste opusculo o Directorio que o Conselho Provincial de Dezembro 2007 aprovou, no entendimento, porem, que o documento esta em conformida- de com as o rie n ta te s dos ultimos capftulos gerais da Congrega^ao.

Correndo o risco de acolhermos o novo, abrimo-nos, sem duvida, ao sopro do Espirito, sopro de vida que, atraves desta forma singela, nos vai abrindo a novas formas de perten<;a a Congrega^ao e de realiza^ao da v oca^ o espiritana.

Ao prepararmos o tricentenario da morte de Poullart des Places, (Outubro 2009) somos levados a ver na sua experiencia de despojamento e de docilidade ao Espfrito, as marcas essen- ciais a percorrer neste caminho das r e la te s leigo associado - religioso que a voca^ao espiritana vai acolhendo para o bem da Missao. Por isso permito-me invocar Maria, Rainha das Missoes para que nos de muitas e santas voca^oes... espiritanas, para a Missao, ao perto e ao longe.

Lisboa, 2 de Fevereiro de 2008 P. Jose Manuel Saben^a - Sup. Provincial

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1. A VOCAQAO DO LEIGO ASSOCIADO 1.1. F u n d a m e n t a l

1.1.1. Referenda biblica:

Sao Pedro lembra-nos que somos chamados e chamadas a ser povo, a comungar, a participar na vida e na missao da Igreja. "Vos sois raga eleita, sacerdocio real, nagao santa, povo

escolhido, a fim de anunciardes as virtudes d ’Aquele que vos chamou das trevas para a sua luz admiravel.” (IPe 2,9).

O Evangelho e toda a existencia de Jesus, desde seu nas- cimento ate sua morte e ressurrei^ao. Viver como Jesus ha-de ser tambem o projecto de todo o Leigo Associado, pois "os que

Deus conheceu previamente, tambem os predestinou a ser conformes a imagem de seu Filho.” (Rom 8,29).

1.1.2. Magisterio da Igreja:

"Um dos frutos da Igreja como comunhao, nestes anos, foi a tomada de consciencia de que os seus varios membros podem e devem unir forgas, numa atitude de colaboragao e permuta de dons, para participar mais eficazmente na missao eclesiaf.

"Uma expressao significativa de participagao laical nas ri- quezas da vida consagrada e a adesao de fieis aos diversos Insti- tutos, na forma dos chamados membros associados.” (VC, 54 e 56).

Foi a partir do concilio Vaticano II que se entendeu novamente a Igreja como sendo "o povo reunido na unidade

do Pai e do Filho e do Espirito Santo.” (LG, 4). Esta nova visao

da comunidade eclesial contribuiu muito para a redefini<;ao da voca^ao laical, vista agora como chamada a comunhao com o Pai, pelo Filho, no Espirito Santo. A ssim ,"unidos no Povo de

Deus, e constituidos no corpo unico de Cristo sob uma so cabega, (...) os leigos sao especialmente chamados a tornarem a Igreja presente e activa naqueles locais e circunstancias em que so por meio deles ela pode ser o sal da terra.” (LG, 33).

O Concilio abre ainda caminho para novas formas de perten^a a Igreja e participagao na sua missao, afirmando que "os leigos podem exercer a sua acgao apostolica quer como

individuos quer unidos em diversas comunidades e associa- goes.” (AA, 15).

1.2. Documentos da Congrega^ao

"Uma verdadeira eclesiologia de comunhao e de partici­ pagao e geradora de uma atitude de responsabilidade parti- lhada no trabalho conjunto de construir o Reino de Deus.”

(Torre dAguilha, 11.2).

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Segundo o carisma espiritano "a idenddade espiritana

laical, que tem a sua fonte nas raizes comuns, e uma vocagao espiritana que deve ser desenvolvida e aprofundada pelos lei- gos naquilo que lhe e proprio. Acreditamos que o Espi'rito Santo podera suscitar em toda a Famflia Espiritana novos dinamismos espirituais e novas dimensoes do nosso carism a”

(CP 2006, 766).

Desta forma, "em certos lugares, ha colaboradores que se

associam a nos. Acolhemo-los com alegria e convidamo-los a pardlhar a nossa espiritualidade e a nossa vida apostolica.”

(RVE, 24.2; cf. Torre d’Aguilha, 11). 1.3. ldentidade

"Os Leigos Associados Espiritanos sao homens e mulhe-

res que vivem a espiritualidade missionaria espiritana na sua idenddade laical, assum indo um compromisso mais profundo e formal com o Insdtuto, em ordem a uma melhor e maior corresponsabilidade na sua Missao.

Os Leigos Associados sao m embros associados da Congregagao com quern tem uma relagao particular cujos direitos e deveres sao consignados nos compromissos assumi- dos sob a forma de contrato.” (CP 2006, 775; 775.1).

"Os Leigos Associados assumem viver a comunhao frater-

na entre si e com os outros espiritanos, assim como o empenho missionario e a insergao na Igreja local.” (CP 2006, 775.3).

"O Leigo Associado podera viver em comunidade com

outros leigos.” (CP 777.2).

"O Leigo Associado Espiritano busca a realizagao da sua

vocagao crista de uma maneira inovadora, baseando-se no dinamismo da espiritualidade espiritana, que assume como o elemento dinamizador do seu projecto de vida. Por um lado, mantem-se numa caminhada vocacional laical; por outro, coloca a sua condigao crista laical ao servigo da missao, num contexto de vida espiritana.” (CP 2006, 776).

2. A MISSAO DO LEIGO ASSOCIADO

O Leigo Associado pode colaborar de muitas formas na vida e enriquecimento da Congregagao, mas a seara que lhe e mais propria e o mundo. Segundo o Concilio, «o caracter secu­

lar e proprio e peculiar dos leigos», o que qualifica, de forma

propria, a sua vivencia de fe e a sua ac^ao evangelizadora. Assim, «por vocagao propria, compete aos leigos procu-

rar o Reino de Deus tratando das realidades temporais e orde- nando-as segundo Deus.» (LG, 31).

I ll

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A necessidade de que todos os fieis compartilhem a mis­ sao da Igreja nao e apenas questao de eficacia apostolica, mas e um dever-direito, fundado sobre a voca^ao baptismal, pela qual "os fieis leigos participant, por sua vez, no trfplice ministerio -

sacerdotal, profetico e real - de Jesus Cristo.” (CL, 14; cf. RM, 71).

Desta forma, cada Leigo Associado deve encontrar na sua vida pessoal e na sua vida de comunhao com a Congrega^ao uma forma propria de cumprir a missao que lhe for confiada no ambi- to da comunidade espiritana a que fica vinculado. Na linha do carisma espiritano deve assumir uma "opgao preferencial pelos

mais pobres.” (RVE, 24.2; Torre dAguilha, 11; CP 2006, 775.3).

3. R E L A T E S COM A CONGREGAC^AO

3.1. Organiza$ao das r e la te s Congrega^ao - Leigo Associado

O Leigo Associado (DC 775 e 775.1) e reconhecido como membro associado que "busca a realiza^ao da sua vocagao cris­

ta (...) no dinamism o da espiritualidade espiritana” (DC, 776)

com a qual o Leigo Associado toma contacto ao nfvel da for- ma^ao. No ambito da autonomia das partes, estabelecem-se as seguintes r e d o e s:

3.1.1. Da Congrega^ao:

3.1.1.1. O Superior Provincial da Congrega^ao dos Missio­ naries do Espirito Santo e o responsavel institucional pelo Leigo Associado, podendo indicar ou delegar suas fun^oes noutros espiritanos professos;

3.1.1.2. Procedimentos para admissao;

3.1.1.3. Forma^ao adequada e apropriada ao Leigo Asso­ ciado;

3.1.1.4. Termos do acordo sobre direitos, responsabilida- des, dura<;ao e avalia^ao;

3.1.1.5. Normas de uma possivel vida em comum (comu­ nidade) do Leigo Associado com professos;

3.1.1.6. Normas de r e d o e s institucionais e formais com as comunidades;

3.1.1.7. Normas de elei<;ao do coordenador dos Leigos Associados;

3.1.1.8. Responsabilidade de nomea^ao e forma^ao de um professo para acompanhar os Leigos Associados;

3.1.1.9. Solenizar o acto publico de uniao a Congrega^ao do Leigo Associado;

3.1.1.10. Normas de financiamento e apoio quando opor- tuno e necessario;

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3.1.1.11. A Provmcia promove reunioes para esclareci- mentos e tomadas de decisoes acerca dos Leigos Associados;

3.1.1.12. Goza de autoridade estatutaria para rescindir o compromisso sempre que se justifique.

3.1.2. Do Leigo Associado

Participa de forma gratuita e voluntaria com a Provmcia, excepto se, por necessidade devidamente comprovada o Leigo Associado necessitar de ajuda economica ou financeira;

Vive e testemunha o carisma missionario espiritano; Oferece o seu trabalho e dinamismo em estreita colabo- ragao com as necessidades da Provmcia;

Num espirito de solidariedade e responsabilidade parti- lha e comunga da missao espiritana;

Participa nas actividades que a Provmcia organiza, "tais

como: retiros, recolecgoes, jornadas de estudo, assembleias pro­ vincials, celebragoes festivas dos seus fundadores” (DC, 777.6);

Participa e expoe os seus pontos de vista nas reunioes promovidas pela Provmcia para esse fim;

Assume o seu projecto de vida de Leigo Associado e pro- cura adapta-lo as necessidades da Provmcia segundo as orien­ t a t e s do Superior Provincial;

Trabalha para o bem e vitalidade da Provmcia;

Respeita o servi^o e autoridade em sentido de doagao aos outros.

3.2. Im p lic ate s

As im p lic a te s que se apresentam aplicam-se a todos os Leigos Associados da Provmcia Portuguesa.

Ser Leigo Associado compreende as regras e deveres ins- critas no seu directorio bem como as aplica^oes legais dai resultantes.

O Leigo Associado desempenha a sua missao de acordo com as necessidades da Provmcia.

Assim:

O Leigo Associado devera ser maior de 21 anos, compro- metido com a Igreja, viver e testemunhar o carisma espiritano, de preferencia numa Fraternidade espiritana.

Todo o candidato a Leigo Associado deve conhecer a his- toria, a vida e carisma espiritanos.

So sera admitido apos aprova^ao do Superior Provincial e seu Conselho.

A forma de aceder a Leigo Associado e por escrito formal dirigido ao Superior Provincial.

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Os aspirantes a Leigo Associado podem ser convidados por professos ou Leigos Associados e, ou eles proprios formali- zarem o pedido.

O primeiro compromisso de Leigo Associado sera de um ano, podendo ser renovado por 1 ou 2 anos a pedido do inte- ressado ou por sugestao do Superior Provincial.

Apos caminhada e avaliagao (nunca inferior a 5 anos) o Leigo Associado pode pedir o vinculo definitivo do compro­ misso.

O compromisso sera celebrado num a Comunidade Espiritana em acto solene, publico e proprio para o efeito (aconselha-se a celebra^ao da Santa Eucaristia).

O Leigo Associado compromete-se a cumprir e a satisfa- zer as condi^oes constantes do Directorio dos Leigos Associados. Porem, sempre que se verifique que alguma regra do Directorio prejudica o normal funcionamento, esta devera ser revista.

Exige-se ao Leigo Associado algumas qualidades como: ser cristao equilibrado psico, social e afectivamente; ter facili- dade no relacionamento e contacto com as pessoas; generosi- dade, vontade de servir sobretudo junto dos mais pobres, ora-

9&0 diaria pela missao e pelas voca^oes missionarias e empe- nhamento nas iniciativas e ou campanhas da Provincia.

O m atrimonio nao impede a aceita9ao de Leigos Associados mas, para salvaguardar principios fundamentais, exige-se um acordo formal por parte do conjuge.

O Leigo Associado apoia e incentiva o compromisso de esposos a Leigos Associados enquanto projecto de vida a dois e de partilha missionaria.

Sempre que uma das partes, Provincia ou Leigo Asso­ ciado, queira rescindir o compromisso devera formaliza-lo por escrito.

A decisao de rescisao, salvo raras excepgoes e muito bem fundamentadas, devera ser aceite.

A aceita^ao de Leigo Associado nao implicara por parte da Provincia nenhuma remunera^ao ou ajuda financeira, a nao ser em casos particulares, devidamente justificados e que se prove verdadeiramente ser necessaria.

O Leigo Associado da Provincia Portuguesa, faz a sua caminhada em comunhao com a Uniao das Circunscri^oes da Europa.

Um Leigo Associado sera nomeado coordenador pelo Superior Provincial por um periodo de 3 anos, apos consulta aos Leigos Associados.

O coordenador dos Leigos Associados representara os Leigos da Provincia em todos os actos publicos e ou solenes que 114 missao espiritana

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justifiquem a sua presence, bem como, em outras reunioes como sao o caso especifico dos Leigos Associados Europeus quer na reuniao coordenadora quer na reuniao alargada (congresso).

O Leigo Associado podera, desde que devidamente for- malizada, solicitar a autoriza^ao de estadia numa das casas da Provmcia para repouso, ora^ao ou outra actividade, segundo as normas aplicaveis a cada comunidade.

Quando das reunioes ou encontros o Leigo Associado ficara responsavel, em fun^ao das suas possibilidades finan- ceiras, de poder contribuir ou nao com as despesas inerentes.

Sempre que seja necessario um funcionario para uma determinada fun^ao dentro das actividades da Provmcia, mesmo que remuneradas, dever-se-a ter em conta se um Leigo Associado a pode desempenhar.

O Leigo Associado podera, no caso de viver isolado e doente, solicitar estadia no Lar para a Terceira Idade Espiritana com a finalidade de poder continuar a sua missao em comun- hao e partilha espiritana.

E conveniente que o professo responsavel, ou outro espi- ritano, visite o Leigo Associado e sua familia para rezar, con- versar, tomar uma ou outra refei^ao para estreitar os la^os familiares.

4. PROGRAMA DE FORMAQAO 4.1. Forma^ao inicial

"A Congregagao propoe tambem uma formagao adequa- da aos seus colaboradores associados” (RVE, 135, 1).

"A este nivel, a preparagao para o seu compromisso com

a Congregagao e de grande im portancia” (Torre dAguilha,

6.18).

"Ao acolher os leigos com alegria, convidando-os a 'par-

tilhar a nossa vida apostolica’ (RVE 24.3), sentimos a necessi- dade de Ihes proporcionar uma formagao seria, na linha da eclesiologia de comunhao. Tal podera ser o nosso contributo para ajudar a criar um laicado mais comprometido e respon­ savel (RVE 18) na animagao missionaria da Igreja local.” (CP

2000, 702).

4.1.1. Objectivo

A formagao dos Leigos Associados tern por fim um me- lhor conhecimento dos Fundadores e da especificidade da espi- ritualidade espiritana, que se caracteriza pela docilidade ao Espirito, espera do momento de Deus, fazer-se tudo para todos, vida em comunidade e no dar prioridade aos mais pobres.

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4.1.2. Tempo

A formagao inicial realizar-se-a ao longo de dois anos. Durante este tempo, o candidato manter-se-a em contac- to com uma comunidade espiritana, sendo acompanhado por um espiritano.

4.1.3. Conteudos

4.1.3.1. A vocagao laical na vida e missao da Igreja:

Chistifideles Laid.

4.1.3.2. Iniciagao a teologia da Missao: Evangelii Nun-

dandi e Redemptons Missio.

4.1.3.2. A Missao espiritana:

4.1.3.2.1. Especificidade carismatica 4.1.3.2.2. Historia

4.1.3.2.3. O hoje da missao espiritana 4.1.4. Comunhao, vida fraterna e Missao 4.1.5. Vida Espiritual:

4.1.5.1. Iniciagao a vida espiritual

4.1.5.2. Elementos essenciais da espiritualidade missio- naria espiritana

4.1.5.3. Estruturagao da vida espiritual

4.1.6. Vida e experiencia de fe dos Fundadores

4.1.7. Estudo da RVE e do Directorio dos Leigos Associados 4.1.8. Iniciagao biblica, liturgica e sacramental

4.1.9. Autoconhecimento e relagoes humanas (vg. Enea- grama)

4.2. Formagao permanente 4.2.1. Objectivo

Aprofundar a formagao inicial, docilidade ao Espirito, atento aos sinais dos tempos e as urgencias da missao.

4.2.2. Especializagao

Quando a realizagao da missao concreta que lhe for confiada assim o exigir, o Leigo Associado realizara uma formagao especifica, podendo para tal contar com o apoio financeiro da Provincia.

4.2.3. Participagao

O Leigo Associado pode e deve participar nas

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des e encontros que a Provfncia organiza para os seus mem- bros, tais como: retiros, recolecgoes, jornadas de estudo, assem- bleias provinciais, celebragoes festivas dos seus fundadores, etc.

5. PROJECTO PESSOAL DE VIDA ESPIRITUAL

Sendo a partilha da espiritualidade espiritana uma di- mensao essencial da vocagao laical espiritana, o Leigo Associado elabora um projecto pessoal de vida espiritual que favorega o seu crescimento espiritual.

Esse projecto e sujeito a revisao e reformulagao, conso- ante o crescimento espiritual do Leigo Associado.

Esse projecto de vida espiritual e elaborado com flexibi- lidade, mas de modo a integrar os seguintes itens:

5.1. Marco doutrinal. 5.2. Objectivo geral. 5.3. Objectivos parciais.

5.4. Meios e estrategias de concretizagao. E os seguintes conteudos e meios: 5.5. Vida de oragao.

5.6. Vida sacramental.

5.7. Leitura rezada da Palavra.

5.8. Leitura espiritual, incluindo os Escritos dos Funda­ dores.

5.9. Acompanhamento espiritual.

Sera bom que nele fique expresso o compromisso na mis- sao da Provincia e o compromisso com a comunidade espiri­ tana a que esta associado.

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