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CONSERVACÃO FLORESTALE SISTEMA AG

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Academic year: 2021

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(1)
(2)

·

\

CONSERVACÃOFLORESTALE SISTEMA AG OFLO E TAL

.

As atividades de conservação florestal no

âmbito

do

presente

projeto

contribui

nas

estratégias

de conservação

e recuperação

da

região amazônica promovido

pelo Governo do

Estado do Pará. Tendo a Empresa Brasileira de

Pesquisa

Agropecuária

(EMBRAPA)

como

entidade

parceira,

está

sendo

realizado

o'

desenvolvimento

e a difusão de técnicas de

reflorestamento e sistemas agroflorestais.

No que diz respeito

às atividades

de

reflorestamento.

foram instaladas parcelas para

coleta de sementes no Parque Ecológico de Gunma

com

o objetivo

de

implantar

o viveiro

de

produção

de

mudas

de espécies florestais e

frutíferas, e várias oficinas de treinamento

de

transferência

destas

tecnologias

estão

sendo

realizadas.

Na questão das agroflorestas. estão sendo

instalados pomares demonstrativos

de espécies

frutíferas

nativas

da

Amazônia

e

canteiro

demosntrativo

de

sistemas

de

produção

agroflorestal.

Além disso, com a realização de

seminários de difusão destas tecnologlas, deseja-se

promover

a utilização sustentável das terras e

contribuir, desta forma, na conservação florestal.

o

que é uma agrofloresta?

o cultivo, ao mesmo tempo, de éspecies

florestais e produtos

agrícolas ou criação de

animais em um pedaço de terra. É um sistema de

produção

onde a terra é utilizada eficazmente

cultivando-se os produtos agrícolas de ciclo curto

ou permanente,

enquanto

os recursos vegetais

com ciclo de-

longa duração

são mantidos."

(Definição segundo o Agroforestry Handbook).

E ainda,

agrofloresta

é

também

denominada agricultura florestal. conhecida como

forma de agricultura com o uso sustentável da

terra. Na região da Amazônia Oriental, a começar

por

Tomé-Açu,

onde

se encontra

a colônia

japonesa e conhecida como sendo a pioneira da

agrofloresta, têm-se principalmente o cultivo de

frutas tropicais e pimenta-do-reino.

(3)

PROJETO GUNMA

o

"Projeto 'de Conservação Florestal e Educação ambiental na Amazônia Oriental" ou simplesmente, Projeto Gunma , teve seu início em Janeiro de 2004 em parceria com a Agência de Cooperação Internacional do Japão - JICA, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente-SECTAM, a Empresa

Brasileira

de Pesquisa Agropecuária - EMBRAPA Amazônia Oriental e Museu Paraense Emílio Goeldi - MPEG; tendo como ,foco de atuação o Parque Ecológico de Gunma, com área de 540ha,

constituido de 400ha de Floresta Primária em ótimo estado de conservação e 140ha de Floresta Secundária com benfeltorias e experimentos agrícolas.

O projeto busca como resultado a conscientização da população local para.a importância da conservação florestal, visto que, o processo de ~ desmatamento vem se tornando muito acelerado na região amazônica.

Espera-se alcançar este resultado a

ravés

da implementação de'atividades d educação ambiental junto às com i ades e às escolas próximas ao P ue Ecológico de Gunma. E pelo desenvolvimento e difusão da tecnologia de reflorestamento e sistemas agroflorestais aos agricultores da região. Sendo o Parque Ecológico de Gunrna o centro irradiador destas idéias para as outras regiões do Brasil e do Mundo.

PARQUE ECOLÓGICO DE GU MA

A partir da Eco 92 (Convenção da ONU sobre o Meio Ambiente) realizada no Rio de Janeiro em 1992, passou a a conscientização sobre a importância da floresta tropical amazônica para o meio ambíente global.

Isso levou a Associação Gunma Kenjin-Kai do Norte do Brasil. constituída pelos imigrantes oriundos da província de Gunma e seus familiares, a so icitar à província de Gunma a instalação do Parque Ecológico de Gunma n. Jo como objetivo a preservação do meio ambiente global e da floresta tropical amazônica.

A província de Gunma realizou uma campanha de arrecadação de fundos, coordenada pela Associação pela Criação do Parque Ecológico de Gunma, presidida pelo governador Hiroyuki Kodera. Desde crianças às empresas contribuíram a partir de 50 ienes, sendo arrecadados 30 milhôes de ienes, com seus milhares de participantes, o que permitiu a aquisição do da área do Parque Ecológico de Gunma (540ha).

A Associação Gunma Kenjin-Kai do Norte do Brasil é a única do gênero no Brasil que desenvolve um projeto de preservação do meio ambiente como .este. Esta iniciativa foi elogiada por simbolizar o amadurecimento da comunidade nikkei no Brasil e o novo relacionamehto corn o Japão e com o Brasil.

(4)

-As coleção será constituída de seguintes espécies:

CQLE(ÃO DE ESPÉCIES

FRUTíFERAS NATIVAS DA AMAZÔNIA

OBJETIVO

Conservar

em pequena

escala, genótipos

promissores

de algumas

espécies frutíferas nativas da Amazônia.

METODOLOGIA

Será estabalecida

uma

coleção

de

50 espécies

-

fnitfferas

da

Amazônia, com finalidade educacional

e conservacionista.

)

A coleção será constituída

pelas espécies amazônicas e cada espécie

c

estará representada

na coleção por 12 indivíduos os quais serão plantados

nos espaçamentos

de acordo com o recomendado

para cada cultura ou

cr

"

porte da planta.

Açaizeiro

(Euterpe

oleracea),

açalzelro-do-arnazonasfêuterpe

precatoria),

abricozeiro

(Mammea

americana),

ajuruzeiro

(Chrysobalus

icaco),

araçazeiro-bol

(Eugenia

stipitata),

araçazeiro-pêra

(Psidium

acutanculurn),

araticunzeiro

(Annona

montana),

araticunzeiro-do-brejo

(Annona glabra), bacabeira-de-Ieque

(Oenocarpus

distichus), bacabizeiro

(Oenocarpus

minor), bacabinha

(Oenocarpus

mapora),

bacuri-parizeira

(Rheedia

macrophyalla),

biribazeiro

(Rollinia

mucosa),

búritizéiro

,

(Mauritia flexuosa), cacaueiro (Theobroma

cacao), cacau-jacaré (Herrania

.

maria

é

).

caju

(Anacardium

.

occidentale),

caju-açu

(Anacardiurn

giganteum),

carnu-carnu

(Myrcyaria

dubla),

castanhelra-do-pará

(Bertholletia

excelsa),

ceru

(Allantoma

Iineata),

cubiu

(Solanum

sessiflorum),

cupuaçuzeiro

(Theobroma

grandiflorum),

cupuizeiro

(

T

'

obroma

subincanurn),

cutite-pequeno

(Pouteria rnacrophylla),

cutite-

I

grande

(Pouteria

rnacrocarpa),

guaraná

(Paullinia cupana

varo sorbilis),

guabiraba

(Campomanesia

lineatifolia),

ingá-cipó (Inga edulis), ingá-açu

(Inga cinnamomea),

ingaxixica

(lnga heterophylla),

jenipapo

(Genipa

americana),

rnangaba

(Hancornia

speciosa),

murucizeiro

(Byrsonima

crassifolía), pajurazeiro

(Couepia

_

bracteosa),

pequiá (Caryocar villosum),

pitanga

(Eugenia

uniflora),

pitomba

(Talisia esculenta)

'

,

pupunheira

(Bactris gasipaes),

puruí-grande

(Borojoa

sorbilis), sapota-do-solimões

(Quararibea

cordata),

sorva

(Couma

utilis),

taperebá

(Spondias

mornbium),

tucumãzeiri

(Astrocaryum

vulgare),

tucamãzeiro-do-amazonas

(Astrocaryum

aculeatum),

umarirana

(Couepia

subcordata),

umarizeiro

(Poraqueiba

paraensis),

urnarizeiro-preto

(Poraqueiba

sericea),

mari-rnarl

(Cassia leiandra),

ubaia (Eugenia patrisii),

uxizeiro

(5)

co

\Jl

o

3

SELE~O

E UTILlZA(ÃO

·

DE CLONES DE CUPUACUZEIRO

COM ALTA PRODUTIVIDADE E TOLERÂNCIA

/

À

VASSOURA-DE-BRUXA,

EM SISTEMA DE (ONSÓRCIO

(OM OUTRAS FRUTEIRAS

OBJETIVO

Implantar, avaliar, divulgar e disponibilizar tecnologias que visam a incorporação de consórcio entre fruteiras,' no sistema de produção da agricultura familiar.

METODOLOGIA

Avaliação de um consórcio envolvendo cinco cultivares de baqaneira resistente à sigatoka amarela e negra; quatro cultivares de

c,

,..Iuaçuzefro com tolerância à doença de vassoura-de-bruxa; seis dones de taperebazeiro com alto rendimento de polpa no fruto e uma progênie de cumarú.

IAs plantas serão avaliadas aos seis e doze meses de idade no campo,.

quanto à sobrevivência e medidas de desenvolvimento vegetativo corno: altura da' planta, diâmetro do caule imediatamente acima do enxerto e

número de ramos. . 110,0 m ~ . ~ I1 j ~•.•. 1 ••. ,. li 1~ I)I~1$,. " lf,.JO " ntl ,. lt '"V :liat • JIVJI)I »••JI•••.••• ,.q ")••~

LEGENOA

ESPAÇAMENTO

c Cu ua Ta erebé Cumarú Entre cupuaçus - 5,0 X 5,0 m Entre bananas· 2,5 X 2,5 m Entre taperebá e cumarú - 20,0 XlOp m

(6)

MA"EJO DA BROCA DO MOGNO NO

SISTEMA AGROFLORESTAL

OBJETIVO

Controlar a broca do mogno para produzir árvores com o fuste

ereto e de alto valor comercial, e assim, estimular o reflorestamento

da

região através do sistema agroflorestal.

,

METODOLOGIA

. .

Experimento de blocos ao acaso com parcelas sub-divididas. Nas

parcelas será estudado o consórcio do mogno com Toona ciliata (cedro

australiano),

Khaya

ivorensis

(mogno

africano)

e

Theobroma

grandiflorum (cupuaçuzeiro).

Nas sub-parcelas

,

será estudado, o efeito da adubação no controle

da broca H. grandella. No 1

2

ano também será cultivado, o feijão caupi

para

reduzir

os custos de

implantação

,

bem

como,

melhorar

as

propriedades físico-químicas do solo.

Lagarta: 11a 14 dias

CICLO DE VIDA DA BROCA DO MOGNO

OBTIDO EM LABORATÓRIO

-

..

•••

..

.-•

••

Ovo:3 a 4 dias Pupa: 10 a 11dias

Mariposa: 3 a 5 dias

DANOS DA BROCA DO MOGNO

(7)

AVALlACÃO DE SISTEMA DE PRODU(ÃO

DE 4 CULTIVARES DE

A~í

OBJETIVO

.

.

\ -. ~---~ ~---~ • 112,0 m Mapa de Campo Hideo Pará Comum Ohumbmbo

Avaliar sistemas de produção de 4 cultivares de açaí visando a incorporação no sistema de produção de agricultura família do Municipio de Santa Barbára de Pará.

METODOLOGIA

Será feita uma comparação de 4 cultivares de açaí (Comum,

. Chumbinho, Hideo e Pará). O plantio será formatado dividindo-se-as áreas de acordo com os cultivares, onde serão plantadas 3 mudas por cova, da mesma espécie, com espaçamento de 5x5 metros entre covas. Em outra área, será comparado o plantio de apenas uma muda por cova mantendo-sr espaçamento de 5x5 metros.

Será feito o acompanhamento do crescimento e da mortalidade dessas espécies. Na colheita será comparada a produção entre peso brutoe líquido entre as áreas de estudo.

I Comum Chumbinho ,...• Pará Hideo ., Ohumbinho Hideo Pará Comum Cultivares de Açaí Comum Chumbinho Hideo Pará Pará Comum :. e

.

r, Ohumbinho r; • Hideo Espaçamento Entre covas-5,0 X 5,0 m Corredores -4,0 m

(8)

45,0 m

I~TRODUCÃO

E SELECÃO DE ESPÉCIES FLORESTAIS PARA

REFLORESTAMENTO E SISTEMAS AGROFLORESTAIS

OBJETIVO

Avaliar a potenciaITdade de espécies florestais no reflorestamento

de áreas degradadas e para utilização em sistemasagroflorestals

METODOLOGIA

As mudas serão preparadas no viveiro do Laboratório de Sementes

I Florestais da Embrapa Amazônia Oriental, e depois levadas até o Parque

Ecológico de Gunma no mês anterior ao plantio.

Será empregado o delineamento estatístico de blocos casualizados

CQ(11lO tratamentos e 5.repetições e serão utilizadas as seguintes espécies:

a. .iroba, sumaúma, copaíba, ucuúba, freijó, cedro vermelho, jutaí mirim,

mogno brasileiro, cumaru e jatobá.

As plantas de todas as espécies serão avaliadas aos seis e doze meses

de idade no campo, quanto à sobrevivência e medidas de

desenvolvimento vegetativo como altura da planta e diâmetro do caule.

LEGENDA u Ucuúba A Andiroba F Freijó S Sumaúma CV Cedro vermelho JM Jutaí mdrn M Mogno brasileiro 1 -E C Cumaru O J Jatobá I.t'l Co Copaíba CO ba Bana'la ESPAÇAMENTO Entre bananas - 2,5 X 2.5 m Entre árvores - 5,0 X 5,0 m ~~~~~J~C~M~~~~~F~S~U~A~A

~~~~~~~.~~~~~~~~~

~

~~~~~~

D~~~~J~C~M~~~~~F~S~U~A~A ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ ~~~~~J~C~M~~~~~F~S~U~A~A W~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ ~~~~~J~C~M~~~~~F~S~U~A~A

.~~~~~~~~~~~~~~

~~~~~

~

~

~~

V~~~~J~C~M~~~~~F~S~U~ ~

.~~~~~~~~~

~~~~~~~~~~~~

~

~

m~~~~J~C~M~~~~~F~S~U~A~A ~~~~~~~~~~~~~~

~~~~~.~~~

D~~~.J~C~M~ ~~~F~S.U~ ~A

n~~~.~~~~~~~~~~~~~~.~~~~

21co ~ ccba J ~ C ~ M ~ ~ cv ~ F ~ -S be U ba~ êaA

~~~~.~~.~~~~~~~~~~~

..

~~~ ~~~~~J~C~M~ ~~~F~S.U~ ~A

~~~.~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

17 ce ~ Co_ J ~ C ~ M ~ t:aCV t:aF ~ S·~ U baA baA

16 ~ ~ ba ba ba ~ ba ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ba ba ba ~ ~ ba ~~~CobaJt:aC~Mt:a ~CVt:aF~S~U~ ~A

M~~ba~ba~ba~~~~~t:a~~~~baba~~~~ 13ce ~ ce ba J ~ C ~ M bB ~ CV ~ F ~ S ba U ba ba UbB~ba~ba~~~t:a~~~~~~~~~~~~~~ 11 ~ ~ Co ba J ~ C ~ li~ ~ CV bBF ~ S ~ U ba ~ A 10 ~ ba ba ba ~ be ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ba ba ba~ ~ ba 9~~Co.J~C~M~M~CV~F~S~U~ ~ 8~~~ba~~ba~~~~~~bB~~~~baba~~~ 7~~Co.J~C~M~ ~CV~F~SbaU~ ~ 6~~ba~.~ba~~~~~~~~~~~~ba~~~

5~bBCo~J~C~M~N~CVt:aFt:aSbaUba ~ 4~~~baba~.~~~~~~~~t:at:a~~~~ba~ 3~~Co~J~C~M~ ~CV~Ft:aS~U~A~A 2~~~~~~~~~~t:at:a~~t:at:abBbaba~~~~ ~ A 1 CobaCobaJ 1 2 3 • 5 6 7 8 9 10 11 12 13 ,. 15 16 17 18 19 20 21 22 23

(9)

Sejam bem vindos à Exposição ~ Tudo começou por umafIoresta. ..

tl

fruto do Projeto Conservação ~ Florestal e Educação Ambienta! na ;: Amazônia Oriental desenvolvido no

.;:,~ Parque Ecológico de Gunma, município

I .qO< de Santa Bárbara do Pará,no período de

elPv

2003 a 2006, financiado pela Agência de Tudo co(t\ Cooperação Internacional do Japão-JICA. Foi elaborada pela equipe do Museu Paraense Emílio GoeIdi que juntamente com a Secretaria Executiva de Ciência,TecnoIogia e Meio Ambiente e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária na Amazônia Oriental, Associação Gunma Khenji kai do Norte do Brasil, a Prefeitura de Santa Bárbara e a comunidade são parceiras nas atividades de conservação florestal, reflorestamento e práticas de educação ambienta! do projeto. A exposição compreende três módulos:

o

módulo I Tudo Começou por uma f1oresta... será tratado a parte de conservação florestal e meio ambiente. com ênfase na Floresta Amazônica e o Parque Ecológico de Gunma;

o

módulo 11Revelando Santa Bárbara Histórias e Imagens aborda aspectos históricos, culturais e sócio-econômicos do município; Eo módulo 11IQuando as culturas se encontram consiste no espaço lúdico da Exposição que aborda curiosidades sobre os dois países,

reforçando a amizade entre o Brasile o Japão.

A exposição é trilinguê (Japonês,Português e Inglês), constituída de painés fotográficos, kits interativos, jogos, objetos artesanais da cultura amazônica e japonesa.materiais didáticos e um vasto material promocional sobre os temas supracitados. Possuium mascote que sou eu, Curukappa. uma combinação lendária entre as culturas

brasileira e japonesa (curu - de curupira) e kappa de (Kappa mesmo).Ambos significamentidades

protetoras do meio ambiente. O Parque Ecológico de Gunma ainda dispõe de trilhas, piscina. orquidário, áreas consorciadas de cultivo de espécies vegetais e a igreja de Santa Rosa,uma das primeiras fundada no município de Santa Bárbara doPará Organize o seu passeio e divirta-se.

Contato: 91 37761631 /9199774230 parquegunma@hotmail.com

SECTAM

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Referências

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