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A justiça restaurativa como via de acesso à justiça

A justiça restaurativa como via de acesso à justiça

A dissertação que ora se apresenta consiste no estudo da Justiça Restaurativa como metodologia capaz de promover o acesso à justiça, tanto na acepção de acesso ao Poder Judiciário, como na de acesso a uma ordem jurídica justa em um sistema multiportas que se desenha no Judiciário Brasileiro após a Resolução de nº 125 do Conselho Nacional de Justiça. A partir da análise dos elementos constitutivos do paradigma de justiça apresentado, objetivou-se, com o trabalho, demonstrar como o sistema de justiça em vigor, preponderan- temente preocupado com a sanção que será imposta ao ofensor e que nem sempre atende aos anseios de quem sentiu na pele essa transgressão, pode, e em que medida, ser complementado pelo sistema restaurativo, que não se preocupa apenas com a reparação material do dano, como também com a reparação moral e dos relacionamentos, em busca de uma convivência pacífica futura e a promoção da cultura da paz. Procurou-se desvendar as origens do modelo, detectar como o movimento internacional restaurativo influenciou nossa sociedade e se ele vem traduzindo, efetivamente, em um salto significativo na qualidade do tratamento da resolução dos conflitos. Buscou-se investigar e avaliar a tendência da utilização das práticas restaurativas e a sua compatibilidade com o ordenamento jurídico nacional, estabelecendo-se um panorama geral de aplicação das novas ideias no Brasil, afim de que fossem demonstradas as condições de desenvolvimento do novo paradigma. Para tanto, foi adotado o tipo metodológico de investigação jurídico-projetivo. Por fim, buscou-se ilustrar o trabalho realizado com o estudo das particularidades dos programas e projetos brasileiros de Justiça Restaurativa.
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Medindo o acesso à Justiça Cível no Brasil.

Medindo o acesso à Justiça Cível no Brasil.

Para além do objetivo descritivo de levantar a incidência de experiências com eventos de Justiça Cível e dos caminhos de gestão de conflitos adotados, essas pesquisas buscam explicar a escolha pelo uso do sistema estatal de justiça, focando nas barreiras de acesso e discutindo formas de superá-las. Elementos de estrutura social são priorizados nessas pesquisas, identificando como variáveis explicativas para as barreiras de acesso à justiça estatal as características socioeconômicas, notadamente, renda e escolaridade. Mas fatores de informação e motivação também são levados em conta, considerando a consciência e o reconhecimento de que determinado problema caracteriza-se como um conflito potencialmente jurídico, passível de resolução via justiça formal, e a vontade e a disponibilidade para iniciar uma ação judicial para solucionar esse problema, além do conhecimento das instituições formais de justiça, sua localização e a confiança que se tem nelas.
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O instituto do jus postulandi e a garantia de acesso à justiça

O instituto do jus postulandi e a garantia de acesso à justiça

Imprescindível perceber-se, também, que os limites referentes aos honorários sucumbenciais que existiram na alçada trabalhista decorriam da permissão do jus postulandi, que, conforme arrazoado, ademais de revelar-se como uma garantia meramente aparente de acesso à justiça, vem-se tornando inviável, sobretudo desde a Emenda Constitucional nº. 45, que ampliou a competência trabalhista, tornando-a mais complexa, e realçando a indispensabilidade do advogado no processo, já apontada constitucionalmente, no seu art. 133.

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A Emenda Constitucional 45 e a questão do acesso à justiça.

A Emenda Constitucional 45 e a questão do acesso à justiça.

Para tanto, o termo acesso à justiça será, no âmbito deste artigo, entendido como a possibilidade de todos os cidadãos não apenas recorrerem ao poder judiciá- rio para buscar uma solução institucional dos seus conflitos como ainda a possibilidade de terem o seu conflito resolvido pelo judiciário no menor espaço de tempo e com o menor custo social (Junqueira, 1996). Ou seja, não se pretende aqui avaliar a eficácia ou efetividade das reformas introduzidas pela Emenda Constitucional n. 45, porque o tempo transcorrido entre a sua publicação e o cená- rio atual ainda é bastante restrito (apenas dois anos). O objetivo é discutir a sua capacidade em de fato alterar a realidade cotidiana dos tribunais estaduais e, com isso, introduzir de fato uma mudança no cenário institucional do judiciário capaz de ampliar o aceso à justiça.
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Acesso à justiça e prevenção à violência : reflexões a partir do projeto justiça comunitária

Acesso à justiça e prevenção à violência : reflexões a partir do projeto justiça comunitária

Os temas “acesso à justiça” e “prevenção à violência”, entretanto, vêm sendo tratados separadamente na literatura. Contudo, alguns indícios estimulam reflexões sobre a sua inter-relação. Neste sentido, um estudo interessante a ser considerado é a obra de Lima (2002). Apesar de ter sua análise centrada apenas na grande São Paulo, este estudo defende que grande parte dos homicídios tem origem em pequenos conflitos gerados na própria comunidade. O autor demonstra em seu trabalho que os principais motivos dos homicídios na grande São Paulo são os conflitos sociais diversos, como brigas domésticas, em bares, ou entre vizinhos. Afirma, ainda, que os conflitos estão ligados a um cenário urbano fragmentado, perpassado por uma série de "ilegalismos", onde o Estado é incapaz de se legitimar como mediador eficaz de conflitos.
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O PROCEDIMENTO DA USUCAPIÃO EXTRAJUDICIAL E O SEU ACESSO À JUSTIÇA

O PROCEDIMENTO DA USUCAPIÃO EXTRAJUDICIAL E O SEU ACESSO À JUSTIÇA

O presente trabalho tem por objetivo a análise do verdadeiro alcance do instituto da usucapião extrajudicial, sendo abordado se realmente tal instituto traz a tutela pretendida a todo cidadão, possibilitando que esteja a seu dispor o acesso à justiça, a fim de que se alcance o tão sonhado direito de propriedade, ou se esse instituto simplesmente é mais um baú de burocracia, mais um abismo entre o cidadão e o acesso à justiça.

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A ampliação do acesso à justiça e o judiciário contemporâneo

A ampliação do acesso à justiça e o judiciário contemporâneo

No terceiro e último capítulo, e' feita uma análise de algumas conseqüências do fenômeno da ampliação qualitativa e quantitativa do acesso à Justiça. Inicialmente, verifica-se a situação atual de inexistência de certeza jurídica diante da ampla liberdade dada ao juiz contemporâneo para a apreciação do direito e não somente do fato. Restou abandonado o paradigma liberal que buscava a certeza jurídica através da lei. Ao contrário do sistema da common law , que procurou uma certeza jurídica harmonizada com a flexibilidade e a evolução do direito através do
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A autonomia da Defensoria Pública da União e o acesso à justiça

A autonomia da Defensoria Pública da União e o acesso à justiça

O objetivo desse estudo foi analisar o processo de obtenção da autonomia pela Defensoria Pública da União e os seus possíveis efeitos quanto à ampliação do acesso à justiça, direito fundamental previsto pela Constituição Brasileira em vigor. Com a promulgação da Emenda Constitucional nº 74, de 2013, foi concedida, ao órgão, autonomia funcional, administrativa, financeira e a iniciativa de sua proposta orçamentária, que lhe permite maior efetividade no desempenho de suas funções institucionais. Embora essa autonomia tenha sido limitada, visto não ser permitido à instituição propor alterações de matérias interna corporis, e não exista uma destinação orçamentária adequada para que ele possa exercer suas atribuições, ainda assim, será possível ao mesmo expandir seus serviços, desde os rotineiramente até os inabitualmente prestados, e garantir, aos hipossuficientes econômicos e jurídicos um efetivo acesso à justiça.
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Mediação comunitária: uma ferramenta de acesso à justiça?

Mediação comunitária: uma ferramenta de acesso à justiça?

Este trabalho investiga a mediação comunitária como ferramenta de acesso à justiça para a população de baixa renda no Brasil, a partir da sua implementação por meio de um projeto social, conduzido nos limites de uma organização não governamental. Sua elaboração partiu do estudo sobre o funcionamento de três núcleos do “Balcão de Direitos” da ONG Viva Rio. A resolução de conflitos em ambiente institucional caracterizada pela impositividade do direito difere da disputa administrada em ambiente informal, onde a vontade e a cooperação dos pares são os elementos que conduzem a efetividade da lei. O “campo” objeto do nosso estudo conforma uma arena interacional com características peculiares que comporta poder comunicacional, autoridade e legitimidade local. Analisando a atividade dos núcleos de mediação do Balcão de Direitos neste contexto, observei a sua vocação para a valorização da cidadania, e a mediação comunitária como processo multidisciplinar e transversal orientado para o “empoderamento” dos setores vulneráveis, através do investimento nas formas de “comunicação” entre os interlocutores das possíveis relações sociais. Em minha conclusão, o modelo pelo qual tal enfrentamento poderia ser conduzido, parece, ainda, uma hipótese sujeita a melhor verificação.
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Por uma política pública nacional de acesso à Justiça.

Por uma política pública nacional de acesso à Justiça.

ção com a sociedade. Esta relação tem na idéia da democracia deliberativa e na participação da sociedade civil, na construção e aplicação do D ireito, suas prin- cipais aliadas, já que a idéia de crise de legitimidade do Estado liberal e sua inca- pacidade de reconhecer a diversidade social e cultural foi fortemente influenciada pela limitação da democracia representativa. N esse sentido, a instituição de uma política pública nacional de acesso à justiça com a criação da figura do Agente Comunitário de Justiça, através da parceria Estado e sociedade civil, será um eficiente mecanismo de enfrentamento do déficit de cidadania existente em nos- so país, porque capaz de enfrentar as nefastas conseqüências em relação à im- plementação dos direitos humanos de todos(as), produzidas pelas características do Estado liberal:
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Formação jurídica e efetividade do acesso  à justiça

Formação jurídica e efetividade do acesso à justiça

A sobrecarga dos tribunais; a morosidade dos processos; seu custo; a mentalidade do juiz, que deixa de fazer uso dos poderes que os códigos lhe atribuem, a falta de informação e de orientação para os detentores dos interesses em conflito; as deficiências do patrocínio gratuito, tudo leva à insuperável obstrução das vias de acesso à justiça e ao distancia- mento cada vez maior entre o judiciário e seus usuários 25 .

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O ACESSO À JUSTIÇA EM PONTA GROSSA-PR: UM OLHAR A PARTIR DOS RELATÓRIOS DA CIDH SOBRE ACESSO À JUSTIÇA NO BRASIL

O ACESSO À JUSTIÇA EM PONTA GROSSA-PR: UM OLHAR A PARTIR DOS RELATÓRIOS DA CIDH SOBRE ACESSO À JUSTIÇA NO BRASIL

política e econômica ocorrida em muitos países. Como consequência desse evento, sobreveio a análise do sistema de justiça que à época vigorava e a discussão sobre os problemas que difi- cultavam o acesso à justiça da população. Esta análise, preconizada principalmente nos estudos de Boaventura de Sousa Santos (2011, p. 4), ficou explicitada em sua obra “Para uma revolução democrática da justiça” que foi fruto de uma palestra proferida no Brasil em 2007, com o tema “Democratização do acesso à justiça”, que apontou necessária ampliação do acesso à justiça nos países integrantes da América Latina, tendo em vista a grande lentidão no tratamento dos processos, a dificuldade de acesso e, sobretudo, a baixa confiança da população no Judiciário.
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Acesso à justiça: a insuficiência da via judicial para a sua efetivação

Acesso à justiça: a insuficiência da via judicial para a sua efetivação

O objetivo nuclear desta pesquisa é o de investigar se o acesso à justiça é sinônimo de acesso ao Poder Judiciário, confundindo-se, deste modo, com o direito subjetivo público de ação, conferido, conforme defenderam Chiovenda e Liebman, a quem pleiteia um direito material. Para tanto, levam-se em consideração alguns diagnósticos, sendo os principais oriundos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), como o da satisfação da sociedade ante a prestação jurisdicional em nível nacional e os relativos aos altos investimentos realizados em prol do Judiciário nos últimos anos, comparativamente ao grau de litigiosidade e da qualidade da resposta que esta função estatal dá às situações que se lhe achegam constantemente. Inicialmente, se investiga o conceito de Justiça, a partir dos alicerces construídos por eminentes pensadores, a exemplo de Aristóteles, Hans Kelsen e John Rawls, o que se fez com o fito de descobrir os fundamentos teórico-filosóficos da ideia de acesso à justiça. Em seguida, à luz de uma análise crítica, descobre-se que o acesso à justiça não é sinônimo de acesso ao Poder Judiciário, o qual, a despeito de ser um importante caminho para tal, afigura- se insuficiente à plena efetivação desta garantia jus fundamental. Nesse cenário, ressurge a possibilidade de se resolver conflitos por vias alternativas, não adversariais, a exemplo da conciliação, da mediação e da arbitragem, meios que em inúmeras situações proporcionam um acesso à justiça mais desembaraçado e digno. Em arremate, defende-se uma necessária releitura do acesso à justiça, fundamentada na quebra do velho paradigma, adotando como referencial teórico Thomas Kuhn e Boaventura de Sousa Santos. Nesse caminhar, sob o influxo de que o acesso à justiça deve implicar acesso a uma ordem jurídica justa, dois aspectos de sumo relevo receberam especial atenção, a saber: o do acesso à justiça como acesso direto aos direitos e o de jurisdição compartilhada, fortalecendo-se, assim, uma vez mais, o uso dos meios ditos suasórios e, ademais, a participação democrática para o auferimento dos bens e valores, que em conjunto conformam a justiça social. Como consequência, verifica-se que o acesso preventivo à justiça evita a litigiosidade, e deve ser prioritariamente fomentado pelos Poderes Executivo e Legislativo, cada qual dentro das suas esferas competenciais. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de cunho marcadamente bibliográfico, mas que em determinados momentos se vale de decisões proferidas pelo Supremo Tribunal Federal e outros tribunais pátrios, além de dados e relatórios produzidos por órgãos públicos e privados, e por estudiosos da matéria.
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O Ideal do Acesso à Justiça e a Realidade da Justiça Itinerante em Duque de Caxias

O Ideal do Acesso à Justiça e a Realidade da Justiça Itinerante em Duque de Caxias

O presente ensaio é produto da análise da implementação do Projeto Justiça Itinerante no Município de Duque de Caxias, promovido pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, na perspectiva da facilitação ao acesso à justiça às comunidades carentes. O texto parte, inicialmente, de algumas considerações reflexivas sobre a importância da Constituição de 1988 na consolidação das garantias fundamentais para, momento contínuo apresentar o entendimento contemporâneo sobre a noção de “acesso à justiça”. Para, a seguir, promover um exame crítico das limitações impostas à população menos favorecida na prestação jurisdicional. Adentra ao Projeto Justiça Itinerante, sua origem, justificativa para a implantação no Município de Duque de Caxias e promove a análise dos primeiros dados estatísticos levvantados; tudo isso no sentido de avaliar se tal projeto cumpre seu papel como solução alternativa na democratização da justiça.
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ACESSO À JUSTIÇA, FORMAS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS E A TECNOLOGIA

ACESSO À JUSTIÇA, FORMAS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS E A TECNOLOGIA

Cappelletti e Gart consideram o acesso à proteção judicial como um direito social e humano, e ainda o aponta como o mais primordial entre todos, pois este garante o não comprometimento dos outros. (CAPPELLETTI; GARTH, 1988, p. 12) Diante disso, o Acesso à Justiça para esses autores seria um ponto de extrema importância e centralidade no que diz respeito à processualística e na organização judiciária moderna. Assim entende-se que o Acesso à Justiça deve ser entendido de uma forma ampla, levando em conta não somente a acessibilidade física e formal das pessoas físicas e jurídicas ao diversos poderes, mas também o acesso à ordem jurídica justa. Como definido pelo Conselho Nacional de Justiça: “​o direito de acesso à Justiça, previsto no art. 5º, XXXV, da Constituição Federal além da vertente formal perante os órgãos judiciários, implica acesso à ordem jurídica justa e a soluções efetivas;” 1 .
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ACESSO À JUSTIÇA, FORMAS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS E A TECNOLOGIA

ACESSO À JUSTIÇA, FORMAS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS E A TECNOLOGIA

O presente trabalho tem por objetivo elucidar reflexões acerca do acesso à justiça pela via da interlocução entre a tecnologia e o trabalho desenvolvido por profissionais do Serviço Social. Tem-se, por certo, que a concepção ampliada de acesso abarca os direitos socioassistenciais e é caro ao Estado Democrático de Direito primar por soluções cada vez mais atualizadas e inovadoras frente à acessibilidade dos cidadãos aos direitos humanos e fundamentais no século XXI. Sabe-se que, a tecnologia traz agilidade e eficiência quando utilizada de maneira adequada. Portanto, este trabalho tem o desafio de mostrar a importância das ferramentas tecnológicas.
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ACESSO À JUSTIÇA, FORMAS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS E A TECNOLOGIA

ACESSO À JUSTIÇA, FORMAS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS E A TECNOLOGIA

A expressão “acesso à justiça” contempla dois sentidos, quais sejam: a) o de acesso ao judiciário, como instância formal para a solução dos conflitos que sempre existirão na sociedade, em decorrência de interesses contrapostos; e, b) o de acesso a um direito subjetivo que se busca. Tem-se que não basta a previsão legal de ingressar com a ação e desencadear o processo, como instrumento de pacificação, é necessário que se tenha também a possibilidade de obter a concretude dos direitos ali pleiteados.

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ACESSO À JUSTIÇA, FORMAS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS E A TECNOLOGIA

ACESSO À JUSTIÇA, FORMAS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS E A TECNOLOGIA

O evento foi uma realização do Programa RECAJ-UFMG – Solução de Conflitos e Acesso à Justiça da Faculdade de Direito da UFMG em parceria com o Direito Integral da Escola Superior Dom Helder Câmara. Foram apoiadores: o Conselho Nacional de Pesquisa e Pós- graduação em Direito - CONPEDI, EMGE – Escola de Engenharia, a Escola Judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, a Federação Nacional dos Pós-graduandos em Direito – FEPODI e o Projeto Startup Dom.

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ACESSO À JUSTIÇA, FORMAS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS E A TECNOLOGIA

ACESSO À JUSTIÇA, FORMAS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS E A TECNOLOGIA

Tendo em vista o caráter compensatório do Direito do Trabalho, algumas de suas regras possuem (e possuíam) tratamento diferenciado quando comparadas a outros ramos do Direito. As disposições normativas alusivas aos honorários de sucumbência eram uma dessas regras que possuíam trato diferenciado pelo ordenamento jurídico trabalhista. Tal diferenciação tinha como escopo garantir o acesso à justiça da parte hipossuficiente da relação de emprego, qual seja, o trabalhador.

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ENTRE O ACESSO À JUSTIÇA E A   Sérgio Gustavo Carvalho Sampaio

ENTRE O ACESSO À JUSTIÇA E A Sérgio Gustavo Carvalho Sampaio

Portanto, a impossibilidade de o judiciário dar vazão a esse infindável número de ações que surgem, funciona como barreira à efetivação do acesso à justiça. De nada adianta promover uma ação judicial, sem a garantia da prestação. O fim da pacificação social restará desatendido. Esse movimento crescente torna-se danoso nas duas vias, o judiciário perpetua- se na ineficiência da prestação jurisdicional, e a população, que se vê ao desamparo da justiça. A perda de perspectiva dos cidadãos, frente à ineficiência das políticas públicas do Estado, encontra mais um elemento negativo no assoberbamento de demandas do judiciário que, incapaz de produzir resultados satisfatórios, perpetua a não-realização dos direitos sociais, e consolida a inefetividade do acesso à justiça.
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