Ácido hialurônico

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Produção Heteróloga de Ácido Hialurônico em

Produção Heteróloga de Ácido Hialurônico em

Dentre os fatores que mais afetam a atividade das enzimas HAS está a concentração dos 2 precursores presentes no citoplasma da célula. Como a maioria das enzimas, as HAS possuem um mecanismo no qual as cadeias de ácido hialurônico são alongadas até que as fontes dos 2 substratos precursores se esgotem, no entanto, por mecanismos ainda não definidos, células bacterianas terminam o alongamento de cadeias de AH mesmo com altas concentrações de substratos no citoplasma [21] . Estudos sugerem que baixas concentrações (em torno de 0,05 mM de UDP-GlcNAc e 0,1 mM de UDP-GlcUA) de UDP-GlcNAc em relação à UDP-GlcUA ativam uma cascata de sinalização que leva a fosforilação de um receptor da enzima HAS que libera as cadeias de AH recém-sintetizadas[21]. Como a síntese de AH necessita de energia não apenas em termos de ATP, mas também de moléculas como acetil-CoA , glutamina, UTP e UDP, cascatas de sinalização principalmente relacionadas com AMPK (AMP ativada por proteína quinase) afetam as enzimas HAS devido à ativação do AMPK quando a taxa ATP:AMP abaixa [22]. Em outras palavras, a biossíntese de ácido hialurônico é falha quando algum dos precursores está em maior concentração que o outro, ou seja, fora da proporção 1:1 [22].
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Avaliação dos marcadores séricos - ácido hialurônico (AH), YKL40 e fator de crescimento e transformação 1 (TGF-1) - no diagnóstico da esquistossomose mansônica hepatoesplênica

Avaliação dos marcadores séricos - ácido hialurônico (AH), YKL40 e fator de crescimento e transformação 1 (TGF-1) - no diagnóstico da esquistossomose mansônica hepatoesplênica

No Senegal, Burchard e colaboradores (1998) estudaram marcadores bioquímicos de fibrose em comparação com a ultrassonografia em 153 pacientes com fibrose hepática esquistossomótica. Esse estudo não encontrou alterações nos níveis séricos de ácido hialurônico, laminina e PIIINP. Os marcadores foram dosados pelo método de ensaio radiométrico, apenas em adultos, escolhidos randomicamente em cada grupo. A prevalência da infecção esquistossomótica encontrada pelo exame de fezes foi de 81,5%. O diagnóstico da fibrose pela ultrassonografia foi dado por dois examinadores, de acordo com dois protocolos distintos (CAIRO WORKING GROUP, 1992; RICHTER et al, 1992). Houve concordância inequívoca entre os dois protocolos apenas para 12 pacientes portadores de fibrose considerada avançada por ambos os examinadores. Os níveis de AH estavam elevados em 26,8% dos casos. Porém, não houve correlação entre a elevação do marcador e a fibrose e a ultrassonografia, tanto na comparação com os critérios de fibrose como em comparação com a organometria. Dois fatores foram apontados para justificar a ausência de correlação do AH com o exame de imagem. Em primeiro lugar, as classificações ultrassonográficas de fibrose foram consideradas arbitrárias e possivelmente imprecisas para o diagnóstico da fibrose recente. Segundo, os autores sugeriram que a elevação do AH, bem descrita para outras doenças hepáticas, esteja mais correlacionada com as alterações da função hepática e com a hipertensão porta do que com a fibrose em si. Na análise desse estudo, no entanto, é preciso levar em conta que a introdução da doença na região em questão deu-se de forma epidêmica, menos de uma década antes da realização do estudo e que 60% dos pacientes apresentavam estágios precoces de acometimento hepático à ultrassonografia e apenas 3% dos pacientes apresentavam a forma hepatoesplênica.
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Distribuição do ácido hialurônico na pele de ratas ooforectomizadas após administração de glicosamina sulfato e condroitim sulfato

Distribuição do ácido hialurônico na pele de ratas ooforectomizadas após administração de glicosamina sulfato e condroitim sulfato

O ácido hialurônico exerce diversas funções nos tecidos. Entre as funções do ácido hialurônico estão: expansão do espaço extracelular, ligando sais e água; devido a sua viscosidade possui propriedades ideais para lubrificação de articulações; interação com moléculas extracelulares para formar compostos da matriz extracelular; ativação de vias de sinalização intracelulares por meio de receptores de superfície celular que o reconhecem; retenção de água; homeostase e integridade biomecânica dos tecidos (Laurent, Fraser, 1992; Laurent et al., 1995; Laurent et al., 1996). Sabe-se também que a síntese de ácido hialurônico aumenta durante o processo mitótico (Evanko, Wight, 1999; Hascall et al., 2004).
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Avaliação clínica e histológica de ratos submetidos à injeção em ventre lingual de ácido hialurônico em distintas concentrações

Avaliação clínica e histológica de ratos submetidos à injeção em ventre lingual de ácido hialurônico em distintas concentrações

Quanto a migração do material, esta é definida por Lemperle et al. (2004) de acordo com 3 mecanismos: vias hematogênicas e linfáticas, se a injeção do material promover injúria a algum vaso de maior calibre, podendo atingir os capilares pulmonares e mais especificamente na via linfática, os linfonodos regionais. Finalmente, a via por fagocitose, através da ação dos macrófagos, que podem migrar posteriormente para outros sítios anatômicos. O processo de migração de materiais de preenchimento permanece um tema bastante controvertido. A maioria dos trabalhos relata a migração à distância, sem especificar a precisa localização da mesma. Rosa (2001) observou a presença de infiltrado inflamatório hepático e renal nos animais submetidos à injeção de materiais de preenchimento em suas orelhas. Utilizou neste experimento 4 tipos de substâncias, dentre elas o ácido hialurônico a 20mg/mL. Tais alterações foram interpretadas como decorrência da sistematização das drogas, que eventualmente poderiam atuar como uma substância quimiotática, agindo à distância em algum órgão de metabolismo e excreção. Nos períodos de experimento considerados em nossa pesquisa não se constatou presença de reação inflamatória em100% das amostras renais avaliadas. Este fato pode ser justificado pelo AH ser uma substância difícil de ser fagocitada pelos macrófagos, uma vez que, ao exame histológico, mostra-se distribuído em blocos e não em partículas menores, como o PMMA.
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Detecção de receptor de ácido hialurônico em prega vocal humana por método imunohistoquímico.

Detecção de receptor de ácido hialurônico em prega vocal humana por método imunohistoquímico.

Em nosso estudo não apresentamos reações especí- ficas para ácido hialurônico, porém, o estudo histológico com Alciam Blue mostrou-se semelhante ao encontrado pelos realizados com uso de técnica específica para de- tecção do GAG e os achados com a imunohistoquímica para receptor de AH foi compatível aos estudos feitos com técnica semelhante, apesar de termos estudado apenas uma prega vocal. 9-12,17 .

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Avaliação da dosagem sérica do ácido hialurônico e do colágeno IV como marcadores de fibrose hepática em pacientes de área endêmica de esquistossomose mansônica no estado da Bahia

Avaliação da dosagem sérica do ácido hialurônico e do colágeno IV como marcadores de fibrose hepática em pacientes de área endêmica de esquistossomose mansônica no estado da Bahia

Marcadores bioquímicos de fibrose têm sido utilizados para predizer a presença e o grau de fibrose hepática em pacientes com hepatites virais crônicas, cirrose e esquistossomose. Neste estudo, comparam-se as dosagens séricas de ácido hialurônico (AH) e colágeno IV (C-IV) com o diagnóstico da presença e grau de fibrose dado pelo ultra-som (US). Quatrocentos e onze voluntários residentes em uma área de alta endemicidade no estado da Bahia foram avaliados pelo exame físico e US. Pacientes com imagem ultra-sonográfica de cirrose, e menores de 18 anos foram excluídos. Setenta e nove indivíduos foram selecionados para a dosagem dos marcadores. O diagnóstico parasitológico foi dado pelo exame de fezes (Kato-Katz). Amostras de soro foram obtidas de todos os participantes e armazenadas a -20ºC. Todos foram testados para hepatites virais B e C. O AH e o C-IV foram dosados pela técnica ELISA (Echelon Biosciences Inc., Salt Lake City, USA). O US foi realizado em todos os pacientes com o equipamento GE Logic 100 (GE Healthcare, Chalfont St. Giles, Reino Unido), com transdutor convexo de 3,5 MHz. A definição da presença e grau de fibrose foi dada pela comparação com as pranchas esquemáticas da OMS e pela avaliação subjetiva do examinador. Os pacientes foram divididos em quatro grupos de acordo com a classificação pela OMS: fibrose ausente (A), leve (C, D, Dc), moderada (E, Ec) ou intensa (F). A avaliação subjetiva definiu a fibrose como ausente, leve, moderada e intensa. Para a comparação das concentrações dos marcadores entre os grupos de acordo com os padrões da OMS utilizou-se o método ANOVA. A acurácia do teste foi avaliada pela análise da curva ROC. As variáveis explicativas da concentração do AH foram identificadas pela análise multivariada. Seis pacientes apresentaram fibrose intensa ao US, 21 tiveram fibrose moderada e 23 fibrose leve. Vinte e nove pacientes não tinham fibrose ao US. A concentração do AH apresentou diferença significativa entre os indivíduos sem fibrose e aqueles com fibrose de qualquer grau (p = 0,000), e entre os pacientes com fibrose leve e intensa (p = 0,029). Os níveis mais elevados foram encontrados no grupo com fibrose intensa. A área sob a curva ROC (AUC) para o AH, de acordo com os padrões da OMS, foi 0,89 (0,82-0,97) para o diagnóstico de fibrose. Valores acima de 115,4 ng/ml identificam pacientes com fibrose [sensibilidade (S): 98%; especificidade (Es): 64%]. As variáveis relacionadas ao aumento do AH foram: idade, o grau de fibrose pela avaliação subjetiva e a presença de colaterais. Não houve diferença entre os grupos para o C-IV. O AH mostrou-se útil na identificação de pacientes com fibrose hepática esquistossomótica em áreas endêmicas.
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Aplicação de pomada de ácido hialurônico extraído da crista do franco para reparo...

Aplicação de pomada de ácido hialurônico extraído da crista do franco para reparo...

O ácido hialurônico é uma molécula polar altamente solúvel em água, pois, devido a essa propriedade, ele pode estar ligado a muitas moléculas de água, com altos níveis de hidratação. Por ser uma molécula de alta estabilidade, as soluções à base deste ácido diferem apenas no tamanho e na massa molecular. A biocompatibilidade do ácido hialurônico não depende da sua síntese de origem, em contraste com outras moléculas, pois a sua estrutura química é invariável, uma vez que todas as células de síntese de AH seguem o mesmo padrão (ROMAGNOLI; BELMONTESI, 2008).
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Concentração de ácido hialurônico em pregas vocais de indivíduos jovens e idosos

Concentração de ácido hialurônico em pregas vocais de indivíduos jovens e idosos

As peças foram avaliadas e dissecadas em um sistema adaptado por câmera, fonte de luz e monitor (figura 5), com aumento de 25 vezes, e foram excluídas aquelas nas quais se observaram lesões ou alterações estruturais mínimas diferenciadas. Foi utilizada de cada indivíduo a PV esquerda ou direita, obtida de forma alternada, destinada ao processo de quantificação do ácido hialurônico (AH). A dissecção e o processo de quantificação do AH foram realizados no Infar (Instituto de Farmacologia) da Universidade Federal de São Paulo/ Escola Paulista de Medicina (Unifesp/ EPM) (Figuras 5, 6 e 7).
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Avaliação clínica e da espessura cutânea um ano após preenchimento de ácido hialurônico.

Avaliação clínica e da espessura cutânea um ano após preenchimento de ácido hialurônico.

Cada vez mais, um número maior de procedimentos ambulatoriais, não invasivos ou minimamente invasivos, vem colaborando para o tratamento e suavização dos diversos tipos de rítides faciais. O ácido hialurônico é a substância absorvível de maior experiência na prática clínica para preen- chimento de rugas e sulcos 3-6,8-10 . Há diversas apresentações

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Tratamento na síndrome da dor vesical com instilação vesical de ácido hialurônico: relato de caso

Tratamento na síndrome da dor vesical com instilação vesical de ácido hialurônico: relato de caso

repetir a instilação. 85% dos pacientes relataram melhora dos sintomas, 84% informaram melhora na qualidade de vida e 86% repetiriam o tratamento, quando necessário. Apenas 34% apresentaram recorrência dos sintomas e exigiram instilação adicional. Em um estudo prospectivo, que randomizou pacientes (n = 60) com diagnóstico de cistite intersticial para diferentes regimes de tratamento com ácido hialurônico (instilações semanais de 40 mg de HA por quatro semanas e depois mensalmente por 5 meses ou 12 instilações de 40 mg de HA a cada duas semanas), foi constatado que em ambos os grupos, os pacientes apresentaram uma melhora no escore total do ICSI (Índice de Sintomas de Cistite intersticial O'Leary-Sant) (ALMEIDA FG, et al., 2019).
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Compósito de hidroxiapatita, fibroína da seda e ácido hialurônico em defeitos ósseos experimentais na ulna de coelhos

Compósito de hidroxiapatita, fibroína da seda e ácido hialurônico em defeitos ósseos experimentais na ulna de coelhos

A engenharia tecidual busca criar e aprimorar novas terapias e desenvolver novos biomateriais que restaurem, melhorem ou impeçam o agravamento da função tecidual comprometida. Para comprovar a eficácia destes biomateriais, análises e testes in vivo podem ser realizados como uma forma adequada de se avaliar a característica de topografia de superfície, cristalinidade e a análise de biocompatibilidade, antes de sua aplicação. Nesse contexto objetivou-se analisar três compósitos formados por hidroxiapatita (HAP), fibroína da seda (FS) e diferentes concentrações de ácido hialurônico (AH), sendo o compósito formado por HAP+FS, o compósito 2 formado por HAP+FS+1%AH e o compósito 3 formado por HAP+FS+3%AH. Foi avaliado o grau de cristalinidade de cada compósito através da difração de raios-X, bem como suas características de superfície através da microscopia eletrônica de varredura (MEV). Além dessas análises, realizou-se também o teste de biocompatibilidade, através da avaliação histopatológica dos tecidos coletados após 15, 30, 60 e 90 dias de implantação no tecido subcutâneo de coelhos. Os três compósitos apresentaram alto grau de cristalinidade. A MEV revelou superfícies complexas dos compósitos. Cristais de hidroxiapatita foram visualizados, bem como filamentos de fibroína da seda e ácido hialurônico, o aumentando assim a complexidade da topografia de superfície do compósito, e facilitando a adesão celular. O teste de biocompatibilidade revelou uma interação tecidual em resposta à presença do compósito, por meio de uma formação de tecido fibroso ao redor do biomaterial ao ultimo dia de avaliação.
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Uso da membrana de celulose bacteriana associada a células mesenquimais e ácido hialurônico...

Uso da membrana de celulose bacteriana associada a células mesenquimais e ácido hialurônico...

Na cartilagem 95% dos colágenos são do tipo II e os tipos IX e XI formam um “cross- link” com o colágeno do tipo II, aumentando a insolubilidade dessa matriz. O colágeno tipo VI ancora os condrócitos na matriz e o colágeno tipo X atua na mineralização das camadas mais profundas da cartilagem. Na matriz da cartilagem ainda se observa o colágeno tipo V, em menor quantidade (McGINTY, 1996). Os proteoglicanos presentes na matriz cartilaginosa são moléculas hidrofílicas, que geram a afinidade da cartilagem pela água e são ligadas ao ácido hialurônico que por ser uma molécula de cadeia longa, atua como um esqueleto para as demais moléculas. As glicosaminoglicanas menores da matriz da cartilagem são: Keratan Sulfato, Dermatan Sulfato e Condroitina 4 e 6 Sulfato. Juntos formam um polímero de ânions de proteínas, de alta viscosidade e com alto peso molecular e hidrofílico.
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Estudo preliminar do comportamento histológico da prega vocal do coelho após injeção de ácido hialurônico.

Estudo preliminar do comportamento histológico da prega vocal do coelho após injeção de ácido hialurônico.

Os exames histopatológicos foram realizados no departamento de anatomia patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. As duas hemilaringes, a submetida à injeção de Ácido Hialurônico e a submetida apenas à infiltração com soro fisiológico (controle), foram avaliadas pelo examinador sem o co- nhecimento do grupo a que pertencia. Foram fixadas em formol a 10% por 24 horas, sendo realizados cortes coronais de três micrômetros de espessura passando pela porção membranosa da PV. Os cortes foram, então, cora- dos pela técnica de Hematoxilina-Eosina (HE), Tricrômico de Masson e Azul de Toluidina.
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Avaliação da segurança e eficácia de novo preenchedor à base de ácido hialurônico no tratamento dos sulcos nasolabiais e contorno dos lábios

Avaliação da segurança e eficácia de novo preenchedor à base de ácido hialurônico no tratamento dos sulcos nasolabiais e contorno dos lábios

Chemin du Jubin – 69570 Dardilly, França) que contém ácido hialurônico de origem não animal, com baixa concentração de resíduos proteicos (<0,25%µg/ml). Foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa para comercialização no Brasil em 2005. O produto é estabilizado com ligações cru- zadas feitas com o 1,4 – butanediol diglicidil éter (BDDE). A apresentação utilizada foi o Perfectha Derm ® com concentração

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Análise da concentração do ácido hialurônico nas pregas vocais de ratas durante o ciclo estral e ciclo gravídico-puerperal.

Análise da concentração do ácido hialurônico nas pregas vocais de ratas durante o ciclo estral e ciclo gravídico-puerperal.

O s hormônios exercem importante influência sobre a laringe. A prega vocal contém, entre outras substâncias, o ácido hialurônico, cuja concentração nos tecidos pode variar com a ação dos hormônios. Objetivo: O objetivo deste trabalho é analisar comparativamente a concentração do ácido hialurônico nas pregas vocais de ratas durante o ciclo estral e ciclo gravídico-puerperal. Forma de Estudo: Experimental. Material e Método: Foram utilizadas 40 ra- tas adultas, divididas em dois grupos, no primeiro grupo utilizamos 20 ratas para determinação da concentração do ácido hialurônico no ciclo estral, no segundo grupo, tam- bém de 20 animais, foi realizado o mesmo experimento no ciclo gravídico-puerperal. Resultados: No grupo do ciclo estral não observou-se variação da concentração do ácido hialurônico. No grupo do ciclo gravídico-puerperal houve aumento da concentração do ácido hialurônico no subgrupo do puerpério. Na comparação entre os dois grupos do ciclo estral e gravídico-puerperal não houve diferença. Quando comparamos todos os subgrupos há diferença no grupo do puerpério. Conclusões: Comparando-se todos os subgrupos do ciclo estral e ciclo gravídico-puerperal, só no puerpério houve aumento da concentração do ácido hialurônico.
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Tratamento dos sulcos palpebromalar e nasojugal com ácido hialurônico.

Tratamento dos sulcos palpebromalar e nasojugal com ácido hialurônico.

Métodos: Foi realizado um estudo piloto, prospectivo, aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de São Paulo, com pacientes recrutados no Serviço de Plástica Ocular do Departamento de Oftalmologia da UNIFESP/EPM. Foram selecionados pacientes de ambos os sexos, com idade entre 25 e 60 anos, que apresentavam os sulcos nasojugal e/ou palpebromalar deprimidos, que não haviam sido submetidos à cirurgia na pálpebra inferior nem apresentavam histórico de trauma nesse local. O ácido hialurônico foi aplicado via transcutânea e depositado na região supraperiosteal em pequenos volumes. Todo paciente foi tratado pelo mesmo cirurgião (GAPV), tendo sido examinado no pós-operatório em intervalos regulares e fotografado no pré-operatório, no pós-operatório imediato, na 4ª sema- na, no 6º e no 12º mês após o procedimento. Ao final deste período todas as fotos foram analisadas por profissional não ligado a esta pesquisa, visando verificar a eficiên- cia da técnica em atingir seus objetivos.
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Avaliação da segurança e estudo da permeação e retenção cutânea de géis de ácido hialurônico

Avaliação da segurança e estudo da permeação e retenção cutânea de géis de ácido hialurônico

de reação eritematosa ou edemosa. Para os resultados do MTT não houve diferenças significativas entre os valores dos grupos teste e do controle negativo (p < 0,05), indicando ausência de atividade citotóxica para as linhagens celulares HepG2 e HaCaT com os ácidos hialurônicos com massas moleculares de 5 kDa, 11 kDa e 39 kDa, o que mostrou a segurança do ativo. Os géis apresentaram comportamento reológico viscoelástico, não-Newtoniano e pseudoplástico. Por não apresentarem tixotropia, este produto apresenta dificuldade na espalhabilidade, sendo adequado para incorporação em formulações de aplicações em áreas pequenas do corpo, como a face. O estudo da permeação cutânea in vitro dos géis evidenciou o não favorecimento da passagem do ácido hialurônico para a fase receptora, que ficou retido no estrato córneo, epiderme e derme. Para uma formulação antienvelhecimento estes resultados são favoráveis, uma vez que se deseja que o ativo não penetre na circulação sanguínea e sim fique retido. A massa molecular do ácido hialurônico interferiu na retenção do ativo, sendo que quanto menor a massa molecular maior a quantidade de ativo retido. Portanto, de acordo com os objetivos propostos e os resultados obtidos, o ácido hialurônico não apresentou irritação dérmica e citotoxicidade, podendo ser considerado seguro para incorporação em formulações cosméticas e, também, apresentou resultados satisfatórios para o estudo de retenção cutânea, ficando retido na pele, podendo colaborar no controle da hidratação da derme e no tônus da pele.
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USO DO ÁCIDO HIALURÔNICO COMO UMA ESTRATÉGIA TERAPÊUTICA PARA O REPARO ÓSSEO DE ALVÉOLOS DENTAIS HUMANOS: um ensaio clínico randomizado, triplo-cego, boca dividida

USO DO ÁCIDO HIALURÔNICO COMO UMA ESTRATÉGIA TERAPÊUTICA PARA O REPARO ÓSSEO DE ALVÉOLOS DENTAIS HUMANOS: um ensaio clínico randomizado, triplo-cego, boca dividida

O ácido hialurônico (AH), nas últimas décadas, tem sido amplamente estudado como um potente biomaterial na engenharia de tecidos, devido a sua biocompatibilidade, biodegradabilidade e participação em diversos processos biológicos relacionados à morfogênese e regeneração tecidual. O objetivo do presente estudo foi avaliar os efeitos do AH no reparo ósseo de alvéolos dentais humanos. Trinta e dois primeiros pré-molares inferiores foram extraídos de 16 pacientes com média de 18,67 (DP = 7,95) anos de idade com indicação de exodontia bilateral. Imediatamente após as exodontias, um dos alvéolos foi preenchido aleatoriamente com gel contendo AH a 1%, enquanto o contralateral foi preenchido naturalmente com coágulo. Durante os intervalos pós-operatórios de 30 e 90 dias, os pacientes realizaram exames de tomografia computadorizada cone beam (TCCB). Foram capturadas imagens dos cinco cortes ortorradiais mais centrais de cada alvéolo. A intensidade de cinza foi mensurada para cada imagem e os resultados foram expressos como porcentagem média de formação de osso. A espessura vestíbulo-lingual do processo alveolar foi mensurada e comparada entre os intervalos pós-operatórios para avaliar possíveis alterações dimensionais do alvéolo. Também foi avaliado o padrão do trabeculado ósseo alveolar através da dimensão fractal. A análise estatística envolveu análise descritiva e Testes T pareado e Wilcoxon (p<0,05). Os alvéolos tratados apresentaram maior porcentagem de formação óssea e valores de dimensão fractal (58,17% e 1,098, respectivamente) em comparação com os controles (48,97% e 1,074, respectivamente) no período de 30 dias pós-operatório (p<0,05). Com relação ao período de 90 dias, não foi observada diferença significativa entre os grupos. Além disso, não foram observadas diferenças estatisticamente significativas nas dimensões dos alvéolos entre os grupos (p>0,05). Assim, estes dados indicam que o AH acelerou o reparo ósseo em alvéolos dentais humanos.
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Avaliação dos efeitos das ondas de choque nos glicosaminoglicanos sulfatados e ácido hialurônico na regeneração óssea em fêmures de ratos submetidos à perfuração cirúrgica

Avaliação dos efeitos das ondas de choque nos glicosaminoglicanos sulfatados e ácido hialurônico na regeneração óssea em fêmures de ratos submetidos à perfuração cirúrgica

parecendo apresentar características de uma modulação mais precoce nos diferentes processos do tecido ósseo, ou seja, atuando em mecanismos iniciais de sinalização. Em nossos resultados, o aumento precoce (grupo três dias) do ácido hialurônico, no grupo ondas de choque em relação ao controle, passa a ser importantíssimo, apesar de não serem encontradas diferenças significantes nos demais dias, pois, quando realizado um paralelo aos estudos supracitados, percebe-se que a maior atuação dessa molécula concentra-se nas fases iniciais dos diversos decursos de atividades do osso.
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Cromatografia de permeação em gel em escala semipreservativa aplicada à caracterização, purificação e fracionamento do ácido hialurônico produzido por cultivo de

Cromatografia de permeação em gel em escala semipreservativa aplicada à caracterização, purificação e fracionamento do ácido hialurônico produzido por cultivo de

O Ácido Hialurônico (AH) é um polissacarídeo linear de alta massa molar, também chamado de mucopolissacarídeo, composto de subunidades sacarídicas polianiônicas de ácido D-glicurônico e N-acetil-glicosamina (Radaeva et al., 1997). O AH é encontrado naturalmente nos tecidos conjuntivos de mamíferos e nas cápsulas de certas bactérias. Alguns órgãos possuem altas concentrações de AH, tais como cordão umbilical, fluido sinovial e o humor vítreo. Este polímero possui importantes funções como flexibilidade e manutenção da estrutura dos tecidos. Na pele e em cartilagens, a sua função é ligar-se à água, favorecendo a tonicidade e elasticidade dos tecidos. Nos fluidos das articulações, serve como lubrificante proporcionando um meio de proteção para as células (Kim et al., 1996).
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