Acuidade visual

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Desenvolvimento da acuidade visual e sensibilidade ao contraste em recém-nascidos...

Desenvolvimento da acuidade visual e sensibilidade ao contraste em recém-nascidos...

Seu(ua) filho(a) está sendo convidado(a) a participar de um estudo que está sendo desenvolvido na Clínica de Psicofísica e Eletrofisiologia Visual. A proposta deste estudo é avaliar o desenvolvimento da visão de detalhes (acuidade visual) e sensibilidade ao contraste em recém-nascidos pequenos para a idade gestacional (PIG) e adequados para a idade gestacional (AIG) com a técnica dos Potenciais visuais evocados de varredura. O Potencial Visual Evocado de Varredura consiste no registro de sinais elétricos gerados na região posterior da cabeça (região occipital) onde se localiza a parte do cérebro que processa as informações visuais. Para a execução deste teste, serão colocados pequenos discos metálicos (eletrodos) sobre o couro cabeludo de seu(ua) filho(a) com um creme especial anti-alérgico. Durante o exame, seu(ua) filho(a) poderá permanecer sentado em seu colo enquanto observa um monitor de computador onde listras brancas e pretas serão apresentadas. Essas listras brancas e pretas variarão de tamanho e nível de contraste (cor cinza). No final do teste estarão disponíveis as medidas de acuidade visual e sensibilidade ao contraste. Pretende-se realizar esse teste visual com o seu filho por três vezes em diferentes idades, especificamente entre 6-8 semanas, 14-16 semanas e 30-40 semanas de idade. O benefício dado por este teste é a avaliação da visão espacial de seu filho. Este teste não causa nenhum desconforto ou risco para o seu filho. Os dados serão sigilosos e os nomes dos participantes não serão divulgados. Caso ocorra detecção de qualquer problema oftalmológico será feito encaminhamento para o tratamento necessário.
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Confiabilidade da previsão da acuidade visual pós-operatória de catarata mediante medição da acuidade visual pré-operatória utilizando o retinômetro Heine Lambda 100.

Confiabilidade da previsão da acuidade visual pós-operatória de catarata mediante medição da acuidade visual pré-operatória utilizando o retinômetro Heine Lambda 100.

funcional da visão, vários exames pré-operatórios podem ser indicados, tais como o potencial de visão, interferômetro a laser, super pinhole, “potential acuity meter” (PAM), retinô- metro de Heine (RH) entre outros. Desse modo, podemos prever, com certa margem de segurança, as chances de propor- cionarmos boa acuidade visual ao paciente após o procedi- mento cirúrgico (4-8) .

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Fidelidade do "potential acuity meter" (PAM) no prognóstico da acuidade visual pós-operatória de cirurgia de catarata.

Fidelidade do "potential acuity meter" (PAM) no prognóstico da acuidade visual pós-operatória de cirurgia de catarata.

um bom método em catarata brancas ou “nigrans”. Entretanto, sua utilização como exame pré-operatório apresenta a função de revelar apenas uma estimativa de acuidade visual pós-operató- rio não devendo ser o fator determinante na indicação ou contra- indicação do procedimento cirúrgico e sim, mais um parâmetro que deverá ser somado ao quadro clínico do paciente, tendo em vista a grande variação apresentada de resultados satisfatórios e insatisfatórios em relação à morfologia dominante da catarata e a sua hipoestimação na maioria dos casos estudados (10-11) .
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Prevalência de astigmatismo refracional e sua relação com a acuidade visual de resolução em crianças de 2 a 36 meses.

Prevalência de astigmatismo refracional e sua relação com a acuidade visual de resolução em crianças de 2 a 36 meses.

Objetivo: A prevalência do astigmatismo refracional e sua relação com a acuidade visual de resolução foram avaliados em amostra de crianças pré-verbais. Métodos: Foram submetidas a exame oftalmológico 482 crianças normais com idades variando entre 2 e 36 meses. Após exclusão da amostra de 14 crianças com evidências de doenças oculares que pudessem alterar a acuidade visual, permaneceram 468 crianças (936 olhos), sendo 230 (49%) do sexo masculino e 238 (51%) do feminino. Todas foram submetidas a exame de acuidade visual binocular e monocular pelo procedimento do olhar preferencial através do método dos cartões de acuidade de Teller. Foi realizado em todas as crianças exame de refração sob cicloplegia e fundoscopia com oftalmoscópio indireto. Resultados: O astigmatismo foi encontrado em 222 (47,43%), crianças da amostra, com predomínio do tipo hipermetrópico composto e da forma a favor da regra em todas as faixas etárias. Em relação à magnitude, esta ametropia foi maior ou igual a 1,00 dioptria cilíndrica em 24,35% dos sujeitos, maior ou igual a 1,00 dioptria cilíndrica em 24,35% dos sujeitos, maior ou igual a 2,00 dioptrias cilíndricas em 5,55%, menor que 1,00 dioptria cilíndrica em 26,92% e maior ou igual a 1,00 dioptria cilíndrica e menor que 2,00 dioptrias cilíndricas em 18,73%. A acuidade visual esteve dentro da faixa de normalidade em 219 crianças da amostra, independen- temente da magnitude, tipo e orientação do astigmatismo. Conclusão: A acuidade visual de resolução medida pelo método dos cartões de acuidade de Teller não foi influenciada pelo astigmatismo.
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Prevalência de baixa acuidade visual em escolares da rede pública, Sorocaba.

Prevalência de baixa acuidade visual em escolares da rede pública, Sorocaba.

O presente estudo permite concluir que há falhas no diagnóstico precoce da baixa acuidade visual, eviden- ciada pela alta prevalência observada em escolares não- usuários de óculos, em detrimento, sobretudo, daque- les que não têm acesso à assistência médica supletiva. Também foram constatadas falhas na continuidade da assistência oftalmológica, mesmo entre os que têm acesso à assistência médica supletiva, evidenciadas pela alta prevalência de baixa acuidade visual entre os usuários de óculos devido à inadequação de suas len- tes corretivas. Portanto, torna-se urgente, necessária e imprescindível a implementação do programa públi- co de saúde ocular para reduzir as conseqüências ne- gativas da prevalência de baixa AV.
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Desempenho escolar: interferência da acuidade visual.

Desempenho escolar: interferência da acuidade visual.

O estudo obedece a Resolução nº 196/96, a qual normatiza pesquisas com seres humanos, e foi realizado com a prévia auto- rização da instituição. Após a aprovação pelo Comitê de Ética da UNIVÁS, sob protocolo n° 1016/09, e assinatura pelos res- ponsáveis do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, a Escala optométrica de Snellen foi aplicada individualmente pe- los pesquisadores, de acordo com o dia e o horário estabelecido pela instituição. O examinador, previamente treinado, anotava o valor equivalente a última linha lida sem dificuldade, ou seja, a melhor acuidade visual em cada olho. Considerou-se normal a acuidade visual superior a 0,7, estabelecendo-se como deficit de acuidade visual valores iguais ou inferiores a este, de acordo com critérios propostos pela OMS. Os escolares que não conse- guiram ler a 8 a linha da escala foram encaminhados a um especi-
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Avaliação da acuidade visual para perto das pessoas que preparam doses de insulina

Avaliação da acuidade visual para perto das pessoas que preparam doses de insulina

O(a) Sr(a) está sendo convidado a participar como voluntário de uma pesquisa intitulada: Avaliação da acuidade para perto das pessoas que preparam doses de insulina, que tem como objetivo geral: Avaliar a acuidade visual, que é a capacidade de enxergar com clareza para perto, de pessoas que preparam as doses de insulina no domicílio, e como objetivos específicos: Descrever perfil socioeconômico e clínico dos diabéticos em tratamento com insulinoterapia e associar o nível de capacidade visual para perto com o controle glicêmico dos diabéticos que preparam insulina e com as variáveis socioeconômicas e clínicas. Você não deve participar contra a sua vontade. Leia atentamente as informações abaixo e faça qualquer pergunta que desejar, para que todos os procedimentos desta pesquisa sejam esclarecidos.
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Acuidade visual no manejo do diabetes mellitus : preparo da dose de insulina

Acuidade visual no manejo do diabetes mellitus : preparo da dose de insulina

Na prática clínica, a avaliação da acuidade visual para perto quase nunca antecede o processo ensino -aprendizagem do qual devem participar o enfermeiro, o paciente ou o cuidador. A falta desse elemento essen- cial compromete o julgamento clínico do enfermeiro e, consequentemente, a tomada de decisão sobre a me- lhor conduta para atender essa necessidade terapêutica. Conforme as práticas seguras de preparo e apli- cação de doses de insulina, esse medicamento foi incluído no rol dos cinco que mais provocam danos a pacientes adultos e infantis, em decorrência de fa- lhas na utilização. Ademais, por se tratar de um fár- maco de margem terapêutica estreita, doses excessi- vas ou subdoses podem ocasionar em hiperglicemia ou hipoglicemia, respectivamente. (5) Essas conside-
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Avaliação da acuidade visual de resolução de grades nas cataratas da infância

Avaliação da acuidade visual de resolução de grades nas cataratas da infância

O teste dos cartões de acuidade de Teller (CA T) foi empregado para avaliação da acuidade visual de resolução de grades (A V) num grupo de 96 crianças com catarata da infância submetidas ou não a tratamento cirúrgico: Os resultados obtidos em crianças com até 36 meses de idade foram compara­ dos com as normas de A V do método com a finalidade de: a) verificar a capacidade diagnóstica do método em classificar a A V destes pacientes; b) analisar a A V relacionada a idade na ocasião da cirurgia e c) comparar os resultados de AV em casos uni e bilaterais. A testabilidade do CAT foi de 97% e a duração média de aplicação do CAT de 12 minutos. Os valores de AV mostraram-se abaixo das normas em 41 % dos olhos (a grande maioria afácicos bilaterais) e dentro das normas em 7% (geralmente cataratas leves ou puntiformes). Os demais olhos apresentaram diagnóstico de percepção lumi­ nosa (19%) ou não puderam ter sua AV classificada devido a idade (32%), sendo constatada amaurose em 1 olho (1 %). As cataratas unilaterais operadas apresentaram A V mais baixa do que as bilaterais mesmo no grupo de cirurgia precoce. Os resultados obtidos comprovam a utilidade clínica do CAT como instrumento de diagnóstico da A V nas cataratas da infância.
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Acuidade visual e função de bastonetes em pacientes com retinose pigmentária.

Acuidade visual e função de bastonetes em pacientes com retinose pigmentária.

Objetivo: Investigar a acuidade visual e a função dos bastonetes e correlacioná-las com diferentes parâmetros clínicos freqüentemente obser- vados em pacientes com retinose pigmentária (RP). Métodos: Participaram deste estudo 199 pacientes com retinose pigmentária (110 homens e 89 mulheres), com idades variando entre 6 e 79 anos (média = 36,8±17,5), para avaliação da acuidade visual e da função de bastonetes obtidas pelo eletrorretinograma de campo total (ERG) e limiar de adaptação ao escuro (LAE). A distribuição dos diferentes subtipos genéticos da retinose pig- mentária foi de 20,3% autossômica dominante, 14,2% ligada ao X , 24,2% autossômica recessiva e 41,3% isolada. Consangüinidade familiar positiva foi encontrada em 41 (20,6%) pacientes. Com relação à idade, 41 pacientes (20,6%) apresentavam idade inferior a 20 anos, 77 (38,6%) entre 21 - 40 anos, 61 (30,7%) entre 41 - 60 anos, e 20 (10,1%) apresentaram idade superior a 61 anos. A amplitude pico a pico e tempo de culminação da onda-b foram medidos e posteriormente analisados (ANOVA de uma via). A correlação de Pearson foi calculada entre amplitudes de bastonetes e o limiar de adaptação ao escuro e amplitude de bastonetes e acuidade visual. Resul- tados: Analisando a acuidade visual de acordo com os sub-grupos de retinose pigmentária, sem levar em consideração a idade, obser-vamos que os pacientes com retinose pigmentária autossômica dominante, retinose pigmentária autossômica recessiva e retinose pigmentária isolada têm comprometimento da acuidade visual menor quando comparado a retinose pigmentária ligada ao X. A nictalopia teve início mais precocemente nos pacientes do subtipo retinose pigmentária ligada ao X quando comparada aos restantes (P = 0,0011). Correlação negativa foi obtida entre a perda de função de bastonetes medida pelo eletrorretinograma de campo total e pelo limiar de adaptação ao escuro (coeficiente de correlação de Pearson = - 0,772, P = 0,286, P> 0,050). Conclusão: Neste grupo de pacien-te com retinose pigmentária, 31,2% tiveram acuidade visual de 20/40 ou superior. A perda de função de bastonetes foi altamente correlacionada quando avaliada eletrofisiologicamente pelo eletrorretinograma de campo total e psicofisicamente pelo limiar de adaptação ao escuro. Não houve cor- relação entre a perda de função de bastonetes medida pelo eletrorretino- grama e a acuidade visual.
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Comparação entre acuidade visual e photoscreening como métodos de triagem visual para crianças em idade escolar

Comparação entre acuidade visual e photoscreening como métodos de triagem visual para crianças em idade escolar

obtidas. Resultados: Houve concordância negativa (criança com boa acuidade visual e teste negativo com o photoscreener) em 81,0%; concordância positiva (acuidade visual alterada e teste positivo) em 7,6% e não houve concordância de resultados em 11,0% dos casos. Conclusão: A avaliação comparativa entre o método da acuidade visual pela tabela E de Snellen e o photocreener para detecção de problemas visuais mostrou alta concordância. Os autores sugerem entretanto, a triagem usando tabelas de acuidade visual quando se trata de crianças informantes, devido aos custos com o aparelho.
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Comparação entre os testes de acuidade visual E de Snellen e Sheridan-Gardner

Comparação entre os testes de acuidade visual E de Snellen e Sheridan-Gardner

Com o E, a criança era solicitada a discriminar a orienta­ ção da letra, ou seja, informar qual lado encontravam-se as "pernas" do E. Já com o SG a tarefa da criança era apontar numa folha de papel, o optotipo que estava sendo apresentado (H, T, V ou 0). Contando com o auxílio da professora, os testes foram explicados para cada uma das turmas a serem medidas e depois, isoladamente, para cada criança examina­ da. Os dois testes foram executados com apresentação isolada segundo uma escala logarítmica. A Tabela 1 relaciona os valores de ângulo visual, acuidade visual e logarítmo do ângulo visual empregados.
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Medida da acuidade visual em um shopping center metropolitano.

Medida da acuidade visual em um shopping center metropolitano.

2. Ramos AR, Zaniolo S, Matsumoto LH, Ramos CCB, Ferreira RLS, Santos L, Viana JE, Moreira Jr. CA. Causas de reprovação no teste de acuidade visual do departamento de trânsito do Paraná. Arq Bras Oftalmol 1994;57(5):305-9. 3. Kamali A, Whitworth JA, Ruberantwari A, Mulwanyi F, Acakara M, Dolin P, Johnson G. Causes and prevalence of non-vision impairing ocular conditions among a rural adult population in sw Uganda. Ophthalmic Epidemiol 1999; 6(1):41-8.

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Método computadorizado para medida da acuidade visual.

Método computadorizado para medida da acuidade visual.

Consideramos o padrão-ouro (tabela logarítmica impressa de optotipos E) como tendo alta especificidade e sensibilidade, e analisamos estatisticamente os resultados obtidos através dos dois procedimentos. O teste do sinal demonstrou a ocor- rência de um erro sistemático quando a medida da acuidade foi realizada pelo método computadorizado nos dois grupos (alu- nos da primeira série e nos pacientes do setor de estrabismo), superestimando discretamente a acuidade visual. O efeito aprendizagem foi corrigido pela aleatorização da ordem de apre- sentação dos testes para cada sujeito, determinada previamente pelo examinador como descrito anteriormente.
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Acuidade visual e eletrorretinografia de campo total em pacientes com síndrome de Usher.

Acuidade visual e eletrorretinografia de campo total em pacientes com síndrome de Usher.

O presente estudo confirma a acuidade visual preservada no Grupo SU II, com média de 20/50. Embora a média da acuidade visual do Grupo SU I tenha sido de 20/160, os testes estatísticos não paramétricos mostraram que não houve diferença estatísti- ca significante entre os dois grupos. Apenas um paciente com SU I obteve acuidade visual de movimentos de mão no olho esquerdo. A ocorrência de cegueira legal, como descrita ante- riormente (12,18-19) não foi encontrada nos grupos estudados.

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A enfermagem na perda da acuidade visual causada por triquíase em pacientes de hanseníase.

A enfermagem na perda da acuidade visual causada por triquíase em pacientes de hanseníase.

RESUMO - O reconhecimento do grande número de pacientes com triqura­ se e a inexistência de publicações nesse ramo motivou os autores a elaborar o presente trabalho. Os autores apresentam as causas, sinais, sintomas e consequências da triquíase em relação à córnea e acuidade visual, como também o tratamento com técnicas simples. Pelos resultados obtidos duran­ te os oito anos de experiência, verificou-se a grande valia do tratamento na prevenção da perda da acuidade vi sual provocada pela triquíase.

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Desenvolvimento da acuidade visual de resolução de grades de cães da raça terrier...

Desenvolvimento da acuidade visual de resolução de grades de cães da raça terrier...

Este teste consiste no registro de sinais elétricos gerados na região posterior da cabeça onde se localiza a parte do cérebro que processa as informações visuais (córtex occipital). Para execução deste teste será realizada a raspagem dos pelos (tricotomia) da região posterior da cabeça utilizando-se máquina de tosa profissional. Serão colocados nessa região discos metálicos (eletrodos) com creme especial. Durante o teste o filhote ficará no colo de seu proprietário com a cabeça voltada para um monitor de vídeo no qual serão apresentadas listras pretas e brancas. O teste não oferece risco algum ao filhote ou ao seu proprietário. Não serão usadas drogas de nenhuma natureza. O beneficio do teste é identificar a acuidade visual do filhote a cada seção, evidenciando seu desenvolvimento. O teste será realizado semanalmente a partir da 3ª semana de vida até a maturação da acuidade visual do cão, evento este que ocorrerá, provavelmente, entre a 10ª e a 15ª semana de vida do filhote.
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Efeitos da desnutrição proteica na percepção de contraste e acuidade visual em humanos...

Efeitos da desnutrição proteica na percepção de contraste e acuidade visual em humanos...

As revisões de van Sluyters et al., 1990 e Wilson, 1998 discutem algumas diferenças no sistema visual imaturo em comparação com o sistema visual adulto, como tamanho da fóvea, morfologia dos cones (corpo celular, segmento interno e segmento externo), diâmetro pupilar, espaço entre fotorreceptores, entre outros. Isso explica porque tantos aspectos responsáveis pela emergência da percepção visual humana (por exemplo: acuidade visual, sensibilidade ao contraste, visão binocular, dentre outros) estão reduzidos no recém-nascido em comparação com o adulto (Brown, 1966; Candy et al., 1998; van Sluyters et al., 1990). Portanto, é esperado que um insulto que interfere com o sistema visual antes ou durante o período de maturação da retina, das vias visuais centrais e do processo de mielinização das fibras nervosas e do trato óptico, pode alterar a SC visual cartesiana.
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Avaliação da acuidade visual de recém-nascidos pequenos para a idade gestacional...

Avaliação da acuidade visual de recém-nascidos pequenos para a idade gestacional...

Seu(ua) filho(a) está sendo convidado(a) a participar de um estudo que está sendo desenvolvido no Laboratório de Psicofísica e Eletrofisiologia Visual Clínica – Laboratório da Visão. A proposta da pesquisa é obter informações sobre possíveis efeitos da desnutrição na visão de detalhes (acuidade visual) medida através dos Potenciais visuais evocados de varredura e dos Cartões de Acuidade de Teller. O Potencial Visual Evocado de Varredura consiste no registro de sinais elétricos gerados na região posterior da cabeça (região occiptal) onde se localiza a parte do cérebro que processa as informações visuais. Para a execução deste teste, serão colocados pequenos discos metálicos (elétrodos) sobre o couro cabeludo de seu(ua) filho(a) com creme especial. Durante o exame seu(ua) filho(a) poderá permanecer sentado em seu colo enquanto observa um monitor de TV onde listras brancas e pretas serão apresentadas. Cada olho será testado separadamente usando um tampão adesivo anti-alérgico. No final do teste, uma medida da acuidade visual (visão) de cada olho estará disponível. O benefício dado por este teste é a medida da visão de cada olho. Não há risco algum neste teste. O teste dos Cartões de Acuidade de Teller também tem a finalidade de medir a visão de detalhes, porém requer apenas que o seu(ua) filho(a) olhe para apresentações sucessivas de cartões contendo um lado cinza e no outro listras brancas e pretas verticais. Ao longo do teste vários cartões são apresentados contendo, em cada apresentação, cartões com listras de menor largura até que chegue no limite (limiar) da visão de seu filho. O experimentador julgará a resposta do seu(a) filho(a) a partir da direção do olhar dele(a). Este teste, também, não oferece risco algum ao seu filho (a). Os dados serão sigilosos e o nome dos participantes não serão divulgados. Caso ocorra detecção de qualquer problema oftalmológico será feito encaminhamento para o tratamento necessário.
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Avaliação da acuidade visual em escolares da 1a série do ensino fundamental.

Avaliação da acuidade visual em escolares da 1a série do ensino fundamental.

tação dos programas de detecção de baixa acuidade visual e de prevenção de problemas oftalmológicos em países desen- volvidos demonstra que os custos dessas ações são incompa- ravelmente menores do que aqueles representados pelo aten- dimento a portadores de distúrbios oculares. São essas me- didas de grande valor social, pois diminuem grandemente o número de deficientes visuais, construindo uma população mais saudável, produtiva e feliz.

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