albumina sérica

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CONTAGEM TOTAL DE LINFÓCITOS E ALBUMINA SÉRICA COMO PREDITORES DE RISCO NUTRICIONAL EM PACIENTES CIRÚRGICOS.

CONTAGEM TOTAL DE LINFÓCITOS E ALBUMINA SÉRICA COMO PREDITORES DE RISCO NUTRICIONAL EM PACIENTES CIRÚRGICOS.

RESUMO - Racional: A detecção precoce de alterações do estado nutricional é importante para melhor conduta do paciente cirúrgico. Existem várias medidas nutricionais na prática clínica, porém não há método completo para a determinação do estado nutricional cabendo ao profissional a escolha do melhor a ser utilizado. Objetivo: Avaliar se a contagem total de linfócitos e a albumina sérica atuam como preditores de risco nutricional em pacientes cirúrgicos. Métodos: Estudo longitudinal prospectivo com 69 pacientes submetidos à cirurgia do trato gastrointestinal. A avaliação do estado nutricional foi realizada por métodos objetivos (antropometria e exames bioquímicos) e subjetivos (avaliação subjetiva global). Resultados: Todos os parâmetros utilizados na avaliação nutricional detectaram elevada prevalência de desnutrição, com exceção do IMC que detectou apenas 7,2% (n=5). A albumina (p=0,01), a contagem total de linfócitos (p=0,02), o percentual de adequação da dobra cutânea tricipital (p<0,002) e a avaliação subjetiva global (p<0,001) mostraram-se úteis como preditoras do risco de complicações pós-operatórias, visto que quanto menores os valores de albumina e da contagem dos linfócitos e maior o escore da avaliação subjetiva global, maiores eram os riscos de complicações cirúrgicas. Conclusão: Elevada prevalência de desnutrição foi encontrada, com exceção IMC. A utilização da albumina e da contagem total dos linfócitos indicaram boa predição do risco de complicações pós-operatórias, que utilizadas em conjuto com a avaliação subjetiva global e o percentual de adequação da dobra cutânea tricipital, podem ser úteis para identificação de riscos nutricionais e complicações pós-operatórias.
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Efeitos da substituição do soro fetal bovino (SFB) e da albumina sérica bovina (BSA) pela ovalbumina (OVA) na produção in vitro de embriões bovinos

Efeitos da substituição do soro fetal bovino (SFB) e da albumina sérica bovina (BSA) pela ovalbumina (OVA) na produção in vitro de embriões bovinos

A albumina, normalmente, é necessária para auxiliar a capacitação espermática e a fecundação in vitro, mas os mecanismos dessa ação ainda não são bem compreendidos. O preparo comercial de albumina sérica é contaminado com uma variedade de outras proteínas e compostos, sendo sua atividade biológica variável (KANE e HEADON, 1980; FLOOD e SHIRLEY, 1991). Preparações comerciais de albumina sérica são contaminadas com outras proteínas, bem como com ácidos graxos e outras moléculas pequenas (KANE e HEADON, 1980; BATT e MILLER, 1988). As pequenas moléculas contaminantes incluem fatores embriotróficos de crescimento, os quais estimulam a divisão celular e o desenvolvimento de mórulas e blastocistos (KANE, 1985). Até mesmo diferentes lotes de albumina sérica bovina da mesma fonte diferem na composição, especialmente no que se relaciona aos valores de ácidos graxos (CHEN, 1966), promotores e fatores de crescimento, e à capacidade de dar suporte ao desenvolvimento embrionário, em várias espécies (KANE, 1985).
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Importância da albumina sérica na avaliação nutricional e de atividade inflamatória em pacientes com doença de Crohn.

Importância da albumina sérica na avaliação nutricional e de atividade inflamatória em pacientes com doença de Crohn.

RESUMO – Racional – A albumina sérica é freqüentemente definida como um indicador de estado nutricional. No entanto, hipoalbuminemia pode refletir reação de fase aguda mediada por citocinas durante um evento inflamatório. Tanto desnu- trição, como hipoalbuminemia são achados relevantes na doença de Crohn. Objetivo - Estudar a relação da albumina sérica com atividade inflamatória e com estado nutricional em pacientes com doença de Crohn. Casuística/Método – Trinta e seis pacientes avaliados quanto ao estado nutricional por parâmetros antropométricos e a atividade inflamatória da doença intestinal definida por índice clínico e velociodade de hemossedimentação. Resultados - Não se encontrou associação entre desnutrição e hipoalbuminemia. A utilização dessa proteína como parâmetro bioquímico na avaliação nutricional foi dispensável para se diagnosticar desnutrição. Houve significativa relação entre atividade inflamatória e hipoalbuminemia, demonstrando 100% de sensibilidade na identificação de inflamação ativa. Conclusão - Estes resulta- dos sugerem a dosagem de albumina sérica como marcador sensível de doença de Crohn ativa e a necessidade de um parâmetro laboratorial mais adequado para avaliação nutricional rotineira nos portadores desta doença inflamatória intestinal.
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Alterações precoces da albumina sérica: impacto sobre a mortalidade aos 2 anos em pacientes incidentes em hemodiálise.

Alterações precoces da albumina sérica: impacto sobre a mortalidade aos 2 anos em pacientes incidentes em hemodiálise.

Dadas as diferenças encontradas entre os grupos ao início da diálise e nas taxas de mortalidade em dois anos, recorremos a uma estratégia em que cada nova análise seria realizada mantendo separados os grupos com albumina sérica baixa e adequada. Ao analisar as alterações na Alb, apenas as alterações acima do coeficiente de variação intra e inter-ensaio da técnica foram consideradas. Apesar do prognóstico geralmente reservado atribuído aos pacientes com Alb inicial baixa, bons desfechos foram observados nas curvas de Kaplan-Meier para os indivíduos do referido grupo quando a Alb se elevou nos primeiros três meses de diálise. Notadamente, os pacientes sem elevação na Alb exibiram maior prevalência de soropositividade para a hepatite C, sugerindo que a presença de infecção perturba a recuperação do estado nutricional nestes pacientes. Por outro lado, o risco de óbito aumentou significativamente para os pacientes com Alb inicial acima da mediana, mas caiu logo após o início da diálise. O uso de catéter endovenoso pareceu não afetar as mudanças nos níveis de Alb em nenhum dos grupos, mas a inclusão seletiva de pacientes que sobreviveram aos três primeiros meses de diálise pode ter mascarado parcialmente o impacto do uso do catéter neste tocante.
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O efeito do pH na interação da albumina sérica humana e os flavonoides quercetina e quercitrina

O efeito do pH na interação da albumina sérica humana e os flavonoides quercetina e quercitrina

A Albumina Sérica Humana Fraction-V (A1653-5G), Quercetina (Q0125), Fosfato de Sódio Dibásico Anidro (S7907) e o Cloreto de Sódio (S9888-25G) foram comprados de Sigma Chemical Co. (Sant Louis, USA). O ácido cítrico (A1026.01.AG) foi comprado de Synth (São Paulo, Brasil). A Quercitrina foi concedida pelo professor Wagner Vilegas (IQ-UNESP-Araraquara) e o protocolo de extração é encontrado em Saldamnha, L et al.[37]. Para toda preparação das soluções foi usado água mili-Q.

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Evidência de alterações de permeabilidade vascular na dengue: quando a dosagem de albumina sérica define o quadro?.

Evidência de alterações de permeabilidade vascular na dengue: quando a dosagem de albumina sérica define o quadro?.

ponto de corte da hemoconcentração em 915 pacientes, sendo 818 definidos como DC e 97 FHD. Considerando um ponto de corte de 10% ou mais na hemoconcentração, foi possível redefinir como FHD 192 casos, praticamente dobrando o número de casos inicial. Por outro lado, os autores não utilizaram outros métodos de diagnóstico, como ultrasonografia (USG) e a dosagem de albumina sérica capazes de confirmar alteração de permeabilidade capilar nos 95 casos novos de FHD após mudança do ponto de corte 8 . Portanto,

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Albumina sérica como marcador nutricional de pacientes em hemodiálise

Albumina sérica como marcador nutricional de pacientes em hemodiálise

albumina está envolvida no transporte de uma ampla variedade de substâncias fisiológicas: moléculas lipossolúveis como os ácidos graxos de cadeia longa, hormônios como a tiroxina, o cortisol e a aldosterona e pequenos íons como o cálcio, o cobre, o níquel e o zinco. Muitas drogas também se ligam à albumina, havendo competição pelos seus sítios de ligação, tanto entre elas, quanto entre as drogas e os ácidos graxos de cadeia longa. Por último, a albumina ainda atua como um reservatório de aminoácidos, contribuindo com cerca de 5% dos aminoácidos disponíveis para os tecidos periféricos, sendo que esta oferta encontra-se aumentada na presença de algumas doenças malignas, e em situações nas quais o balanço nitrogenado é negativo 12 .
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DETERMINAÇÃO DOS PARÂMETROS FÍSICO-QUÍMICOS DA INTERAÇÃO ENTRE A ALBUMINA SÉRICA HUMANA E OGLIFOSATO

DETERMINAÇÃO DOS PARÂMETROS FÍSICO-QUÍMICOS DA INTERAÇÃO ENTRE A ALBUMINA SÉRICA HUMANA E OGLIFOSATO

No presente trabalho, o modelo de alergia alimentar à BLG demonstrou que, ao contrário do fenômeno recentemente publicado por Batista e colaboradores (2014), a ingestão [r]

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Sobrevida de pacientes em hemodiálise em um hospital universitário.

Sobrevida de pacientes em hemodiálise em um hospital universitário.

idade economicamente ativa, com baixa renda familiar e pequeno nível de instrução. Além de confirmar que a hipertensão e o diabetes mellitus constituem as causas mais prevalentes de comorbidades em pacientes em início de hemodiálise. Observou-se, também, que a idade avançada no início da terapia, a Hb e albumina sérica estavam diretamente relacionadas à sobrevida, havendo um risco significativamente maior para cada ano a mais na idade ao se iniciar a HD e um risco significativamente menor a cada elevação nos níveis de Hb e albumina, confirmando que a idade avançada, a hipoalbuminemia e a anemia são fortes preditores de mortalidade.
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Influência do trauma cirúrgico na concentração sérica de albumina no pós-operatório imediato.

Influência do trauma cirúrgico na concentração sérica de albumina no pós-operatório imediato.

são de dois litros de solução salina a 0,9% ou de dextrose a 5% diminui a albumina sérica. Essa redu- ção da albuminemia foi proporcional à quantidade in- fundida de líquidos. Enquanto o excesso de água é eliminado rapidamente, a sobrecarga de sódio é excretada lentamente, ocasionando diluição mais pro- longada do líquido extracelular e conseqüentemente da albumina. A maior mudança na concentração de albumina sérica, que é proporcional à da hemoglobina, sugere que a distribuição dos compostos protéicos tem um papel fundamental nesse processo 19 .
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Alterações funcionais da albumina na cirrose hepática

Alterações funcionais da albumina na cirrose hepática

A albumina sérica humana é a proteína mais abundante no plasma. Além de contribuir para cerca de 70% da pressão oncótica do plasma, também está envolvida na regulação de muitos outros processos fisiológicos, incluindo o equilíbrio do estado de oxidação- redução, resposta inflamatória ou imune e na farmacocinética e farmacodinâmica de muitas substâncias. Evidências crescentes sugerem que a albumina sofre alterações estruturais e funcionais em doenças caracterizadas por uma resposta inflamatória sistémica e stress oxidativo marcados, tal como ocorre na cirrose hepática. A concentração relativa da forma nativa não modificada da albumina está significativamente reduzida em pacientes hospitalizados com cirrose hepática. Acresce que as isoformas modificadas da albumina aumentam em paralelo com a gravidade da doença. De facto, as isoformas modificadas da albumina demonstraram estar independentemente associadas a complicações clínicas e mortalidade, enquanto a isoforma nativa da albumina nativa, de forma independente, prediz a sobrevivência do doente com cirrose hepática. Estas descobertas sustentam o conceito de concentração efetiva de albumina, o que implica que a função global da albumina está relacionada não apenas com a concentração sérica, mas também com a preservação da sua integridade estrutural. Em doentes com cirrose, a administração de albumina reduz a mortalidade associada à peritonite bacteriana espontânea e reduz as complicações após paracentese de grande volume. Em associação com vasoconstritores, a albumina é útil no tratamento de doentes com síndrome hepatorrenal. Está ainda em investigação o papel do tratamento com albumina em muitas outras indicações, que dependem principalmente de suas propriedades não oncóticas, mostrando que a albumina é mais do que um expansor de volume plasmático. Esta revisão aborda o carácter pleiotrópico da albumina e as implicações biológicas e clínicas das alterações estruturais e funcionais da albumina associadas à cirrose. Com base nestes aspectos, são também exploradas as indicações terapêuticas actuais da albumina na cirrose hepática.
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Caracterização dos distúrbios ácidobase na doença renal crônica avançada : correlação dos seus determinantes com albumina e paratormônio

Caracterização dos distúrbios ácidobase na doença renal crônica avançada : correlação dos seus determinantes com albumina e paratormônio

Acidose metabólica pode ter um efeito antianabólico nas células musculares. Foi observada redução significante na síntese proteica de células musculares esqueléticas cultivadas em meio ácido. Houve também redução significativa de albumina e transferrina no sobrenadante de cultura celular de HepG2, em meio de cultura ácido, de acordo com Kleger e cols. Foi mostrado também que o cloreto de amônia induziu, de maneira aguda, acidose metabólica em pessoas normais, associado à redução significativa na taxa de fração sintética de proteína muscular, porém com taxa de síntese de albumina inalterada (ZADEH et al., 2004). Vários estudos apontam a albumina sérica baixa como forte preditor de mortalidade em pacientes em hemodiálise (KELLUN; KRAMER; PINSKY, 1995). Contagem de linfócitos totais reduzidos também é identificada como um indicador usual de desnutrição nestes pacientes (BRADY; HASBARGEN, 1998).
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Efeito da suplementação com L-alanil-L-glutamina sobre a resposta de hipersensibilidade do tipo tardio em ratos submetidos ao treinamento intenso.

Efeito da suplementação com L-alanil-L-glutamina sobre a resposta de hipersensibilidade do tipo tardio em ratos submetidos ao treinamento intenso.

As imunoglobulinas apresentam um papel relevante na resposta imune e, portanto, baixas concentrações podem ser indicativas de aumento do risco de infecção. Segundo Mackinnon (2000), o exercício moderado exerce pouco ou nenhum efeito sobre a concentração de imunoglobulinas séricas. Em contraste, a concentração de imunoglobulinas pode estar reduzida durante períodos de treinamento intenso em atletas. No presente estudo, a suplementação com L- glutamina e L-alanil-L-glutamina e o exercício agudo (teste de exaustão) associado ao período de recuperação de três horas não provocaram alterações na resposta de IgG espe- cíficas para albumina sérica bovina, demonstrando assim que o sistema imune humoral, particularmente os linfócitos B, não sofreu influência pelo menos nesse protocolo expe- rimental. Paralelamente, observou-se que o tempo de resis- tência ao esforço e à sobrecarga corporal foram semelhan- tes em todos os grupos submetidos ao teste de exaustão, o que exclui qualquer efeito relacionado ao aumento de de- sempenho, decorrente da suplementação adotada no presen- te protocolo. Resultados semelhantes foram relatados por Rowbottom e Green (2000), que não observaram alterações das concentrações séricas de IgA, IgE, IgG e IgM em indi- víduos submetidos a exercícios intensos (70-80% do VO 2max ) com duração entre 20-120 minutos. Gleeson et al. (2000) constataram que nadadores de elite submetidos a um programa de treinamento de 12 semanas não apresentavam qualquer modificação das concentrações séricas de imunoglobulinas. Além disso, Bruunsgaard et al. (1997) observaram que triatletas vacinados contra difteria e tétano e com polissacarídeos purificados de pneumococos, imedi- atamente após uma prova de triatlo, não apresentaram dimi- nuição da síntese de anticorpos in vivo duas semanas após a vacinação. Gleeson et al. (1996) constataram que não ha- via diferença na capacidade de síntese de anticorpos séricos específicos para seis polissacarídeos de pneumococos en- tre nadadores de elite submetidos a um período de treina- mento intenso, comparados a indivíduos sedentários.
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Análise comparativa entre a albumina pré- e pós-dialise como indicadores do risco nutricional e de morbimortalidade em hemodiálise.

Análise comparativa entre a albumina pré- e pós-dialise como indicadores do risco nutricional e de morbimortalidade em hemodiálise.

Introdução: A albumina pré-diálise pode ter sua utilidade questionada na avaliação do estado proteico devido ao efeito dilucio- nal nesse período. Objetivos: Avaliar se a albumina sérica dosada no período pós-di- álise (pós-HD) seria um melhor marcador do estado nutricional e do risco de morta- lidade, comparada à albumina pré-diálise. Métodos: Investigou-se a correlação entre a albumina pré- e pós-HD e: o índice de massa corpórea (IMC), a adequação da circunferência muscular do braço (CMB) e da prega tricipital (PCT) ao percentil 50 (P50), proteína C-reativa ultrassensível (hs-PCR), o ângulo de fase (PA), o PNA (equivalente proteico do aparecimento de nitrogênio), o índice de adequação da di- álise (Kt/V) e o estado de hidratação (cor- relação de Pearson). A concordância no diagnóstico do estado nutricional segun- do a albumina pré- e pós-HD e o PA foi testada pelo coeficiente Kappa (K) (Bland- Altman). Resultados: Foram incluídos 58 pacientes em hemodiálise (HD) (30 do se- xo feminino, com idade média de 49 anos). O IMC, o PA e a hs-PCR apresentaram correlação significativa com a albumina pré- e pós-HD, enquanto a adequação da CMB ao P50 e o PNA o fizeram apenas com a albumina pós-HD. A concordância no diagnóstico de desnutrição, segundo o PA < 5 e albumina pré- e pós-HD < 3,2 g/dL foi regular (K = 0,432). Quando o ponto de corte da albumina para desnutrição foi de 3,7 g/dL (desnutrição leve ou risco de desnutrição), os diagnósticos foram con- cordantes somente no período pós-HD (K = 0,544). Conclusão: A albumina pós- diálise parece ser um melhor marcador do estado nutricional e de risco de mortalidade nos casos de desnutrição leve ou risco de desnutrição e nas situações de médio a
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Respostas bioquímicas de ovelhas submetidas aflushing de curto prazo em região subtropical.

Respostas bioquímicas de ovelhas submetidas aflushing de curto prazo em região subtropical.

Os resultados obtidos no presente experimento não mostraram diferenças entre grupos ou dias, de forma distinta ao verificado para os níveis de ureia, ainda que alguns grupos utilizassem farelo de soja, uma fonte de proteína verdadeira (PEIXOTO & OSÓRIO, 2007). A albumina sérica, considerada o indicador mais sensível para determinar o status nutricional proteico (PEIXOTO & OSÓRIO, 2007; PEIXOTO et al., 2010), controla o volume sanguíneo por manter a pressão oncótica do compartimento sanguíneo, e também serve como carreadora para moléculas de baixa solubilidade em água, isolando sua natureza hidrofóbica, tais como hormônios solúveis em lipídeos, sais biliares, bilirrubina desconjugada, ácidos graxos livres, cálcio e outros íons e algumas drogas (PEIXOTO & OSÓRIO, 2007; MEIRA JUNIOR et al., 2009; DJURICIC et al., 2011). De forma similar ao verificado no presente estudo, vacas em lactação suplementadas com diferentes fontes de gordura (óleo de soja, grãos de soja, sais de cálcio de ácidos graxos) não demonstraram influências nas concentrações sanguíneas de glicose, triglicerídeos, colesterol-VLDL, proteínas totais, albumina (FREITAS JÚNIOR et al., 2010).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA DETERMINAÇAO DAS PRINCIPAIS PROTEÍNAS DE FASE AGUDA E DO ÍNDICE PROGNÓSTICO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA DETERMINAÇAO DAS PRINCIPAIS PROTEÍNAS DE FASE AGUDA E DO ÍNDICE PROGNÓSTICO

A proteína C reativa em cães foi documentada por Caspi & colaboradores em 1984. Tem peso molecular de 100 kD e consiste de cinco subunidades de 20 kD (CERÓN et.al., 2005); entretanto, alguns autores relataram que a proteína C reativa canina é composta por duas subunidades de 28 kD e três subunidades de 24 kD (CASPI et. al., 1984, ONISHI et. al., 1994). Por meio de microscopia eletrônica foi observado que esta proteína em cães é similar à humana, sendo a principal diferença o fato de duas das cinco subunidades no cão serem glicosiladas, o que poderia explicar a dificuldade para utilizar anticorpos contra a proteína humana para determinação da canina (CERÓN et al., 2005). A concentração sérica aumenta em 24 horas após a lesão tecidual (HAYASHI et al., 2001), podendo atingir índices mais de 100 vezes o valor referência (PARRA et al, 2005a).
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PERFIL BIOQUÍMICO DE PORCAS NO PRÉ-PARTO E SUA RELAÇÃO COM O PESO DOS LEITÕES AO NASCIMENTO

PERFIL BIOQUÍMICO DE PORCAS NO PRÉ-PARTO E SUA RELAÇÃO COM O PESO DOS LEITÕES AO NASCIMENTO

A enzima creatina quinase é uma enzima proveniente do tecido muscular, e sua concentração sérica aumenta poucas horas após a lesão, e atinge valores máximos em 12 horas (GONZÁLEZ; SILVA, 2017). No presente trabalho, as amostras foram processadas com até 4 horas após a colheita, portanto, dentro do intervalo aceito sem que houvesse efeito negativo da meia vida da enzima. No sistema de produção de suínos, as fêmeas vivem em gaiolas quando em gestação, onde passam grande parte do tempo em decúbito, levantando apenas para alimentação e excretas. O decúbito prolongado desses animais poderia ser uma das explicações ao aumento significativo na concentração séricas dessa enzima. Além disso, os animais ficam em gaiolas, porém conseguem ter acesso aos seus vizinhos, se mordendo e causando pequenos danos ao tecido muscular, somando os fatos, os valores considerados de referência para a espécie, segundo, não refletem realmente o intervalo real da enzima CK em um ambiente de produção comercial.
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Correlação entre a atividade sérica da ceruloplasmina e os teores sérico e hepático de cobre em novilhas Nelore.

Correlação entre a atividade sérica da ceruloplasmina e os teores sérico e hepático de cobre em novilhas Nelore.

A atividade sérica da ceruloplasmina foi determinada no soro sangüíneo utilizando-se duas metodologias. Na primeira usou-se o parafenilenodiamino 2 como substrato, segundo descrição de Ravin, (1961). Nesse método, a atividade da ceruloplasmina foi determinada pela taxa de oxidação do parafenilenodiamino à temperatura de 37ºC e pH 6,0. Mediu-se em espectofotômetro o aparecimento de cor púrpura em conseqüência da oxidação. Realizou-se correção, devido à catálise oxidativa pelo Cu e Fe presentes nas amostras, utilizando-se branco em que a ceruloplasmina foi inibida pela azida sódica 3 . Uma unidade de atividade é definida como o aumento de 0,001 na absorbância em 530nm após 30 minutos de reação. A reação de oxidação é aumentada pela exposição à luz, portanto, o procedimento foi realizado no escuro.
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Efeitos da administração crônica de albumina modificada por glicação avançada (AGE)...

Efeitos da administração crônica de albumina modificada por glicação avançada (AGE)...

Albumina de rato isenta de ácidos graxos (Sigma-Aldrich), foi incubada na presença de 10 mM de glicolaldeído dissolvido em tampão fosfato salina (PBS) com EDTA (pH 7,4). Albumina controle (AlbCTRL) foi preparada apenas na presença de PBS/EDTA. As incubações foram realizadas sob condições estéreis, atmosfera de nitrogênio e banho-maria a 37ºC, sob agitação lenta durante 4 dias. A seguir, as amostras foram dialisadas contra PBS contendo EDTA, esterilizadas em filtro 0, 22 μm e armazenadas em freezer -80ºC até o momento do uso. A concentração final de proteína nas amostras foi determinada pelo método de Lowry (67). As alíquotas foram descongeladas diariamente e imediatamente injetadas na cavidade peritoneal dos animais. O volume excedente foi descartado, caso não utilizado. A glicação (escurecimento) da albumina de rato pode ser visualizada na Figura 5.
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Solução concentrada de albumina eqüina na fluidoterapia em eqüinos com desidratação leve a moderada.

Solução concentrada de albumina eqüina na fluidoterapia em eqüinos com desidratação leve a moderada.

No T3, a alteração do volume plasmático em relação ao volume inicial (100,0%) também se mostrou estatisticamente maior no GC (167,3r25,1% contra 114,7r17,1% no GE, com P = 0,0006). Embora tenha sido calculado e, por isso, não seja preciso, indica apenas que os animais do GC receberam maior volume de fluido, com maior redução do hematócrito, usado para este cálculo. Este achado é compatível com a ação coloidal da albumina, pois, se foi infundido menor volume, alterando menos o hematócrito, a pressão oncótica só poderia se apresentar menor por atração de fluido para o intravascular.
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