Alimentos - consumo - Brasil

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Impacto da redução do teor de sódio em alimentos processados no consumo de sódio no Brasil.

Impacto da redução do teor de sódio em alimentos processados no consumo de sódio no Brasil.

Um total de 17 países implementaram estratégias de redução voluntárias ou legislativas do conteú- do de sódio em alimentos processados, sendo o pão o principal alvo destas ações 16 . No Brasil, o pão francês, apesar de apresentar alta densida- de de sódio e elevada prevalência de consumo (terceiro alimento mais consumido no Brasil) apresentou baixos percentuais de redução pac- tuados 4,17 . Para o pão francês, o percentual total de redução foi de, aproximadamente, 10%. Con- tudo, uma redução de 55% no teor de sódio neste item alimentar, considerando o menor valor en- contrado em tabela de composição americana 18 , levaria à uma redução de 9% no consumo médio de sódio (dados não apresentados). Vale ressaltar que alimentos que apresentam baixa densidade de sódio, mas que são consumidos com maior frequência, como arroz e feijão, estão entre os que mais contribuem para o consumo de sódio na população brasileira 4 . Apesar do aumento da contribuição dos alimentos processados no con- sumo médio de sódio, a contribuição do sal de mesa e de condimentos à base de sal se destaca 6 .
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Padrão de consumo de alimentos no Brasil.

Padrão de consumo de alimentos no Brasil.

Resumo: A aquisição de alimentos no Brasil tem sofrido modificações importantes nas últimas décadas. Fatores como urbanização, composição etária e outras transformações estruturais influenciam o montante despendido e a composição da cesta de alimentos consumida por uma família. Diante deste quadro de mudanças, é importante conhecer o novo padrão de consumo das famílias, em especial os determinantes da decisão de aquisição de alimentos. O objetivo deste estudo foi investigar o padrão de consumo de alimentos das famílias brasileiras, por meio da estimação de um modelo com variáveis de resposta qualitativa, incluindo dezoito tipos de alimentos, com base nos dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) realizada em 2002/2003 pelo IBGE. O modelo escolhido para a estimação foi o Probit. Os resultados da estimação indicaram que a probabilidade de aquisição dos produtos básicos variou negativamente com a renda mensal familiar, enquanto as carnes, leite e demais produtos mostraram influência positiva da renda. As variáveis regionais também foram importantes na explicação da aquisição de diversos produtos, assim como as variáveis educacionais e as diferenças entre o meio rural e urbano. Domicílios chefiados por mulheres têm menor probabilidade de aquisição para consumo domiciliar de quase todos os produtos da cesta escolhida.
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Validação de indicadores do consumo de alimentos e bebidas obtidos por inquérito telefônico em Belém, Pará, Brasil.

Validação de indicadores do consumo de alimentos e bebidas obtidos por inquérito telefônico em Belém, Pará, Brasil.

O objetivo deste trabalho foi avaliar a validade relati- va dos indicadores de consumo de alimentos e bebidas obtidos pelo sistema de vigilância por entrevista tele- fônica (VIGITEL). Foi avaliada uma amostra aleatória (n = 100) da amostra total de aproximadamente dois mil adultos, estudada pelo sistema, em 2009, em Be- lém, Pará, Brasil. Os indicadores avaliados foram fato- res de proteção (consumo adequado de frutas, legumes e verduras) e de risco (consumo de gordura saturada, refrigerante e bebidas alcoólicas) para doenças crôni- cas não transmissíveis. Compararam-se os resultados obtidos a partir de entrevista telefônica e de três recor- datórios de 24 horas (padrão de referência). O padrão de referência evidenciou subestimação na frequência dos indicadores, à exceção de refrigerantes e bebidas alcoólicas. As médias das frequências do consumo fo- ram, em geral, maiores no grupo exposto (entrevista- dos pelo VIGITEL). Não se pode concluir que o VIGITEL não seja um bom indicador de consumo, pois o padrão de referência também apresenta limitações, portanto o uso daquele como instrumento de monitoramento é justificável.
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Algumas considerações sobre o consumo de alimentos em Icapara e Pontal de Ribeira, São Paulo, Brasil.

Algumas considerações sobre o consumo de alimentos em Icapara e Pontal de Ribeira, São Paulo, Brasil.

A proteína animal que constitui proble- ma alimentar de muitas populações, pelo alto custo dos alimentos que a fornecem, fez parte da alimentação de todas as famí- lias de Icapara: em 61[r]

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Sentidos sobre agroecologia na produção, distribuição e consumo de alimentos agroecológicos em Florianópolis, SC, Brasil.

Sentidos sobre agroecologia na produção, distribuição e consumo de alimentos agroecológicos em Florianópolis, SC, Brasil.

Conforme o exposto, identificaram-se alguns discursos na literatura científica que dão sentidos e constroem a agroecologia, que, por meio destes, pode ser entendida por: um movimento social, um meio para o desenvolvimento sustentável, uma possibilidade de emancipação para os produtores, uma estratégia de promoção de saúde, ou, ainda, uma alternativa para a segurança alimentar e nutricional. Compreende-se que a construção dos sentidos estabelecida pelos atores sociais envolvidos influencia na maneira pela qual a agroecologia se consolida. Desta forma, considera-se relevante a descrição e análise das narrativas dos atores sociais relacionados ao ciclo de produção e consumo de alimentos agroecológicos, entrelaçando-se com os discursos científicos. Assim, o objetivo do estudo foi conhecer os sentidos e descrever os efeitos das narrativas sobre agroecologia dos diversos atores envolvidos na rede de produção e consumo de alimentos agroecológicos, no município de Florianópolis.
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Rev. bras. epidemiol.  vol.20 número1

Rev. bras. epidemiol. vol.20 número1

RESUMO: Introdução: O consumo de alimentos fora do lar vem crescendo no Brasil, sendo associado a escolhas alimentares menos nutritivas. Objetivo: Descrever a ingestão de energia e nutrientes especíicos entre consumidores e não consumidores de alimentos fora do lar, na Região Nordeste. Métodos: Foram analisados dados do Inquérito Nacional de Alimentação (INA), provenientes da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009, em uma amostra de 11.674 indivíduos residentes na Região Nordeste, que forneceram dois registros alimentares em dias não consecutivos, com informação sobre o local de consumo dos alimentos (dentro ou fora do lar). Alimentação fora do lar foi deinida como todo alimento adquirido e consumido fora de casa. Modelos de regressão linear foram desenvolvidos para avaliar a relação entre o consumo alimentar fora do lar em um dos dois dias de registro e a ingestão de energia e nutrientes, ajustados por idade, sexo e renda per capita. Resultados: O consumo de alimentos fora do lar, em pelo menos um dos dois dias de registro alimentar, foi reportado por 42% dos indivíduos. Os indivíduos que consomem alimentos fora do lar apresentaram pior ingestão de nutrientes em comparação com os que não consomem alimentos fora do lar, com maior consumo de energia, açúcar livre, gordura saturada, gordura trans e menor ingestão de proteína, ferro e ibra alimentar, independente da idade, sexo e renda (p < 0,05). Conclusão: A alimentação fora do lar no Nordeste contribuiu para uma maior ingestão de energia e uma pior ingestão de nutrientes. Assim, faz-se necessária a elaboração de políticas públicas e estratégias que favoreçam a escolha de alimentos mais saudáveis quando os indivíduos optam por se alimentar fora do lar.
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Alimentos mais consumidos no Brasil: Inquérito Nacional de Alimentação 2008-2009.

Alimentos mais consumidos no Brasil: Inquérito Nacional de Alimentação 2008-2009.

e carne bovina, pela presença de sucos, refrescos e refrigerantes e pouca participação de frutas e hortaliças. Embora essa confi guração apresente pouca variação quando se consideram os estratos de sexo e faixa etária, observa-se que os adolescentes foram o único grupo etário que deixou de citar qualquer hortaliça e que incluiu doces, bebida láctea e biscoitos doces entre os itens de maior prevalência de consumo. Por outro lado, os idosos foram os únicos que incluíram um maior número de frutas e hortaliças entre os alimentos mais prevalentes. Entretanto, é possível que a prevalência de consumo de óleos, gorduras e outros ingredientes utilizados no preparo dos alimentos esteja subestimada, uma vez que esses itens não foram relatados de forma isolada quando eram parte de uma preparação. Alguns alimentos são marcadamente de consumo regional, como é o caso da farinha de mandioca no Norte e no Nordeste e do chá na região Sul. Na região Norte o leite não foi incluído entre os alimentos mais prevalentes e os salgados fritos e assados não fi guraram entre os alimentos de maior prevalência de consumo no Nordeste. Quando se considera a faixa de renda, observam-se discrepâncias importantes entre os estratos de menor e maior renda. Os indivíduos no quarto de renda mais elevada referiram sanduíches, tomate e alface e aqueles no primeiro quarto de renda citaram os peixes e farinha de mandioca entre os alimentos mais prevalentes, os quais são alimentos que foram também citados com prevalência elevada nas regiões
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COMPORTAMENTO DE CONSUMO DE ALIMENTOS: UMA ABORDAGEM EXPERIMENTAL

COMPORTAMENTO DE CONSUMO DE ALIMENTOS: UMA ABORDAGEM EXPERIMENTAL

De acordo com esses resultados, assim como Edwards et al. (2003), pode-se constatar que o contexto contribui significativamente para aceita- ção do alimento, observando ainda a diferença entre a comida servida em ambientes institucio- nais e as servidas em ambientes não institucionais. Implicações, Limitações e Sugestões Esta pesquisa pretende trazer contribuições teóricas, gerenciais e para políticas públicas. Teori- camente, o estudo vem se somar, no Brasil, ao trabalho de D’Angelo, Espinoza e Liberali Neto (2003), que se utilizaram da metodologia de Baker et al. (2002) para verificar se a atmosfera da loja (design, nível de atendimento e ambiente) influen- cia a percepção de qualidade de lojas supermer- cadistas. O presente trabalho, por seu lado, foca- liza serviços de alimentação ou food services, com- plementando o estudo do elo final das cadeias agroalimentares no Brasil.
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Avaliação de um programa para promoção de hábitos alimentares saudáveis em escolares de Florianópolis, Santa Catarina, Brasil.

Avaliação de um programa para promoção de hábitos alimentares saudáveis em escolares de Florianópolis, Santa Catarina, Brasil.

As informações sobre o consumo alimentar foram obtidas mediante a utilização de um ques- tionário sobre o consumo de alimentos no período de permanência na escola. Salienta-se que os alunos da escola privada poderiam referir o consumo na escola de alimentos adquiridos na cantina e/ou lanches trazidos de casa, enquanto os alunos da escola pública, além dessas modalidades, poderiam relatar também o consumo de alimentos fornecidos pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Deste modo, o referido questionário foi composto por questões abertas e fechadas contidas em duas partes distintas (bloco A e bloco B). O bloco A, específico para os alunos da escola pública, foi estruturado com questões relativas ao consumo da merenda escolar, oferecida pelo PNAE. O bloco B, Introdução
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Geração de resíduos sólidos em um restaurante de um Hotel da Serra Gaúcha, Rio Grande do Sul, Brasil.

Geração de resíduos sólidos em um restaurante de um Hotel da Serra Gaúcha, Rio Grande do Sul, Brasil.

O restaurante em que foi realizada a pesquisa por Venzke (2006) servia cerca de mil refeições por dia em uma empresa de componentes automotivos. No estudo foi constatado que, a cada cinco dias, eram gera- das 901,55 gramas de resíduos orgânicos por refeição servida. Ao consi- derar-se 22 dias úteis no mês e as 1.000 refeições servidas diariamente, gerava-se em um mês 3,97 toneladas de resíduos orgânicos, apenas no processo de higienização dos alimentos. A principal causa apontada para essa geração foi a falta do controle das matérias primas, o que gera desperdícios e uma quantidade maior de resíduos. O autor sugere que o restaurante substitua os produtos in natura por alimentos previamente higienizados, buscando reduzir assim os resíduos e o consumo de água, sempre tendo presente o conceito de produção mais limpa. Como van- tagens da utilização dos alimentos previamente higienizados, o autor destaca a maior facilidade em aplicar a compostagem e instalar siste- mas de reutilização da água usada na limpeza dos alimentos, visto que os resíduos ficariam concentrados na unidade processadora, que ope- raria em escala de produção.
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Efetividade da Estratégia Nacional para Alimentação Complementar Saudável na melhoria da alimentação complementar de lactentes em um município do Sul do Brasil.

Efetividade da Estratégia Nacional para Alimentação Complementar Saudável na melhoria da alimentação complementar de lactentes em um município do Sul do Brasil.

11,12,13,14,15 , a alimentação da criança brasileira apresenta algumas características preocupantes. Dados oriundos da II Pesquisa de Prevalência de Aleitamento Materno nas Capitais Brasileiras e Distrito Federal 16 mostraram que a introdução de água, chás e leite não-humano é muito preco- ce (13,8%; 15,3% e 17,8% das crianças menores de um mês recebiam esses líquidos, respectiva- mente), assim como a dos alimentos comple- mentares (22% e 26% das crianças menores de 6 meses já consumiam comida salgada e frutas, respectivamente). Por outro lado, o consumo de alimentos saudáveis na faixa etária entre 6 e 9 meses foi baixo: 30,2% e 29,1% das crianças não haviam consumido frutas e verduras/legumes, respectivamente, no dia anterior ao inquérito. O consumo de alimentos considerados não saudá- veis é alto segundo a última Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 17 : 60,8% das crianças menores de 2 anos de idade consomem biscoito, bola- cha ou bolo, e 32,3% ingerem refrigerante ou suco artificial.
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Uso do método Grade of Membership na identificação de perfis de consumo e comportamento alimentar de adolescentes do Rio de Janeiro, Brasil.

Uso do método Grade of Membership na identificação de perfis de consumo e comportamento alimentar de adolescentes do Rio de Janeiro, Brasil.

Diante desse cenário, os adolescentes me- recem particular atenção por estarem em uma fase da vida crucial para a constituição de há- bitos e valores que tendem a permanecer na vi- da adulta 1,5 . Em estudos recentes conduzidos com adolescentes brasileiros, encontrou-se alto consumo de alimentos ricos em gorduras, do- ces, açúcar, bebidas açucaradas, além de baixo consumo de frutas, hortaliças e fibras 6,7,8,9 , e consumo mais frequente de alimentos como o arroz e o feijão foi verificado entre adolescentes de famílias mais pobres 8 . Constatou-se, ainda, a adoção de comportamentos alimentares não saudáveis, como a substituição das principais refeições (desjejum, almoço e jantar) por lan- ches rápidos e ausência do hábito de realização do desjejum 10 . Analogamente, resultados da Pesquisa Nacional de Saúde Escolar (PeNSE) 11
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Quanto custa para as famílias de baixa renda obterem uma dieta saudável no Brasil?.

Quanto custa para as famílias de baixa renda obterem uma dieta saudável no Brasil?.

Apesar da falta de monitoramento dos pre- ços, o governo federal anunciou a diminuição dos impostos sobre os alimentos da cesta básica e apresentou a reformulação dos itens presentes nela, inserindo outros alimentos de maior valor nutritivo 25 . Em relação aos impostos, a desone- ração inclui carnes (bovina, suína, aves, peixes, ovinos e caprinos), café, óleo, manteiga, açúcar, papel higiênico, pasta de dente e sabonete. Ali- mentos como leite, feijão, arroz, farinha de trigo ou massa, batata, legumes, pão e frutas, no mo- mento, não sofrem tributação. Com essas medi- das, será possível aumentar o poder de compra da população, movimentando, assim, a economia da população brasileira menos favorecida 25,26 . Algumas limitações devem ser levadas em consideração aos achados desse estudo. Inicial- mente, foram computados apenas os gastos com a obtenção de alimentos para o consumo dentro do domicílio, e, como citado anteriormente, hou- ve um aumento nos gastos com a alimentação fora do domicílio nos últimos anos no Brasil 11 . Essa limitação pode ser explicada pelo fato de que a POF 2008/2009 não apresenta preços dis- criminados para cada item alimentar adquirido fora do domicílio. Uma vez que alimentos com- prados fora do domicílio tendem a custar mais caros do que aqueles adquiridos para o consumo domiciliar (devido aos custos de preparação e distribuição, ausentes no consumo domiciliar), essa exclusão pode subestimar o custo de se atin- gir as recomendações do Guia Alimentar para a População Brasileira.
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Rev. bras. epidemiol.  vol.20 número4

Rev. bras. epidemiol. vol.20 número4

RESUMO: Introdução: Apesar do aumento no consumo de frutas e hortaliças no Brasil, o país ainda está aquém das recomendações. O local de consumo e aquisição desses alimentos ainda é pouco explorado. Objetivo: Avaliar a inluência dos locais de aquisição e consumo de alimentos na ingestão de frutas e hortaliças em adultos residentes no município de São Paulo. Métodos: Estudo transversal que avaliou 2 mil indivíduos participantes do “Estudo do ambiente obesogênico em São Paulo”. O desfecho do estudo foi o consumo regular de frutas e hortaliças. As variáveis de exposição foram: local de aquisição (supermercados, feiras, sacolões e mercados de bairro) e consumo de alimentos (restaurantes de serviço completo e restaurantes fast-food). Resultados: A população estudada é composta por 52,3% de indivíduos do sexo feminino, 30,2% com idade entre 25 e 34 anos, 42,8% com 8 a 11 anos de estudo e 34,6% com renda familiar de 2 a 5 salários mínimos. As variáveis demográicas e socioeconômicas associaram-se com o desfecho (p < 0,05). O consumo regular de refeições em restaurantes de serviço completo foi associado ao consumo de hortaliças, ao contrário do consumo de refeições em restaurantes fast-food. Não houve associação entre local de aquisição e consumo regular de frutas e hortaliças. Conclusão: Visitas regulares a restaurantes de serviço completo inluenciam positivamente o consumo de hortaliças. Não foram encontradas relações entre o local de compra de frutas e hortaliças e seu consumo.
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Cantina escolar e sua influência no estado nutricional/ Offering food in school canteens and its influence on nutritional status

Cantina escolar e sua influência no estado nutricional/ Offering food in school canteens and its influence on nutritional status

O presente estudo observou um elevado consumo de alimentos industrializados e hipercalóricos pelos escolares, o que talvez se deva à pouca variedade de alimentos saudáveis vendidos na cantina e a grande oferta de produtos pouco nutritivos como: bebidas industrializadas (sucos e refrigerantes); bolinhos recheados; salgadinhos; chocolates e doces; além de salgados fritos, ou seja, alimentos ricos em açúcares, gorduras (trans e saturada), e sal, contrariando assim a determinação e recomendação da Portaria 1010/06, dos 10 passos para alimentação saudável nas escolas e da Portaria Consultiva COGSP/CEI/DSE 7,13,14 . A pesquisa de Orçamentos Familiares no Brasil – POF 20 também revelou um aumento no consumo de bebidas com adição de açúcar em detrimento ao consumo de frutas e vegetais. Santana 22 destaca o consumo de frutas, legumes e verduras como um dos fatores de proteção para o excesso de peso por serem ricos em fibras, contribuindo para a saciedade e por apresentarem baixo teor calórico e de gordura.
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CONSUMO DE ALIMENTOS IMPRÓPRIOS POR CRIANÇAS MENORES DE DOIS ANOS E SUAS POSSÍVEIS CONSEQUÊNCIAS  DOI: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v13i1.1843

CONSUMO DE ALIMENTOS IMPRÓPRIOS POR CRIANÇAS MENORES DE DOIS ANOS E SUAS POSSÍVEIS CONSEQUÊNCIAS DOI: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v13i1.1843

Já os prontos congelados, assim como os instantâneos, salgadinhos de pacote e os embutidos, são ricos em sódio, além de outros aditivos comuns em produtos industrializados, segundo Brasil (2010), alimentos ricos em sódio ou em sal não devem ser oferecidos para crianças menores de dois anos por ser um irritante gástrico, estimular a perda de cálcio pela urina e promover hábitos inadequados que futuramente pode vir a desencadear problemas sérios de saúde (ANVISA, 2013).

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Consumo alimentar de crianças menores de três anos residentes em área de alta prevalência de insegurança alimentar domiciliar.

Consumo alimentar de crianças menores de três anos residentes em área de alta prevalência de insegurança alimentar domiciliar.

O objetivo deste artigo foi descrever a associação entre insegurança alimentar e consumo alimentar de crian- ças no Município de Duque de Caxias, Rio de Janeiro, Brasil. Trata-se de estudo transversal de base popula- cional, com amostra probabilística de domicílios; com 402 famílias compostas por crianças de 6 e 30 meses de idade. Insegurança alimentar foi avaliada com base na Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA) e o consumo alimentar das crianças foi estimado por dois recordatórios de 24 horas. Comparou-se o consu- mo dos grupos de alimentos, de energia e de nutrientes entre as categorias de insegurança alimentar. O consu- mo de doces e de gorduras foi elevado, independente- mente do grau de insegurança alimentar, e o consumo de café foi significativamente maior entre crianças com insegurança alimentar. No modelo de regressão linear ajustado por energia, o consumo de proteínas associou-se de forma inversa com a EBIA (p = 0,005). Os resultados encontrados sugerem que a insegurança alimentar das famílias compromete a qualidade da dieta infantil, reduzindo o consumo de alimentos pro- téicos, aumentando o consumo de café e de alimentos de alta densidade energética.
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Prevalência e distribuição sociodemográfica de marcadores de alimentação saudável, Pesquisa Nacional de Saúde, Brasil 2013.

Prevalência e distribuição sociodemográfica de marcadores de alimentação saudável, Pesquisa Nacional de Saúde, Brasil 2013.

baixa prevalência desses marcadores – por exemplo, no consumo recomendado de frutas e hortaliças em todos os estados da macrorregião Nordeste, que foi abaixo na média nacional, e no consumo regular de peixe em Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul – sinaliza a necessidade de investimento diferenciado em ações de educação alimentar e nutricional e nos programas de produ- ção, abastecimento, distribuição e comercialização de alimentos nesses locais.

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Disponibilidade de polifenóis em frutas e hortaliças consumidas no Brasil.

Disponibilidade de polifenóis em frutas e hortaliças consumidas no Brasil.

O consumo de apenas 66,8 g/dia de frutas e hortaliças, oriundos dos 12 alimentos estudados, é bastante inferior à recomendação da Food and Agriculture Organization (FAO) de 400 g ao dia. No entanto, o aumento do con- sumo de frutas e hortaliças pode levar a um aumento no aporte de polifenóis. No cardápio desenvolvido, ba- seado no “Guia Alimentar para a População Brasileira” (Tabela 3), a ingestão diária de polifenóis chega a 759 mg, equivalente a um aumento em torno de 16 vezes ao estimado. Ainda assim, este valor está subestimado, uma vez que outros alimentos da dieta brasileira, como, por exemplo, o arroz e o feijão, o café, e a alface, não estão sendo computados neste estudo.
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Análise do consumo alimentar determinado pela aquisição domiciliar no Brasil doi: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrv.2013.111.336345

Análise do consumo alimentar determinado pela aquisição domiciliar no Brasil doi: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrv.2013.111.336345

RESUMO: O consumo alimentar da população brasileira foi analisado segundo as grandes regiões e por Unidades da Federação sendo selecionados os Estados do Pará, São Paulo, Bahia e Paraná, tendo como base os dados da Pesquisa de Orçamento Familiar - POF 2008-2009. Foram considerados o total de calorias e a contribuição dos diversos grupos de alimentos na composição da dieta das regiões selecionadas, comparando-os à pirâmide dos alimentos proposta por Philipp (2008). Os resultados demonstram que o Pará teve o maior consumo de calorias com 1.958,25 kcal já o menor foi observado em São Paulo com 1.575,84 kcal. Quando o consumo real é comparado com a pirâmide alimentar adaptada se observa uma inversão de posições do grupo das frutas e hortaliças com o grupo de óleos e gorduras e o grupo de açucares e refrigerantes. O grupo de carnes também apresenta inversão, este deveria estar próximo ao topo da pirâmide, no entanto se encontra próximo à base, refletindo um consumo de três a cinco porções diárias. Outros grupos como leite e derivados e o grupo de leguminosas, cereais e derivados conservaram a mesma posição quando comparados entre a pirâmide recomendada e a real. Com isso se conclui que, no padrão alimentar da população brasileira, o consumo de frutas e hortaliças está bem abaixo do recomendado e verifica-se que o contrário acontece com o consumo de óleos, gorduras, carnes, açúcares e refrigerantes que está além das recomendações propostas por Philipp. Palavras-chave: Consumo Alimentar. Pesquisa de Orçamento Familiar. Grupo de Alimentos. Composição da dieta. Padrão alimentar.
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