Alterações dimensionais

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Alterações dimensionais dos arcos dentários em fissura lábio-palatina

Alterações dimensionais dos arcos dentários em fissura lábio-palatina

Hellquist, Pontén e Skoog (1978), averiguaram a influência da palatoplastia e da extensão da fissura nas alterações dimensionais ocorridas na maxila de crianças com fissura de palato secundário, divididas em palato mole e palato duro e mole. Foram obtidos modelos antes da palatoplastia e aos 5 anos de idade, e então mensuradas as distâncias intercaninos, inter-primeiros molares e inter-segundos molares, além do perímetro do arco. Verificaram que antes da cirurgia as distâncias transversais eram maiores em pacientes portadores de fissura de palato secundário completa. Neste grupo, a distância intermolares e o comprimento do arco diminuíram após a palatoplastia, sendo ainda mais visível aos 5 anos de idade. Nesta faixa etária a mandíbula também foi incluída no estudo, e as suas dimensões apresentaram poucas diferenças entre os grupos.
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Análise das alterações dimensionais dos silicones de adição autoclaváveis

Análise das alterações dimensionais dos silicones de adição autoclaváveis

Em 1990, Langenwalter et al., 11 revendo estudos anteriores sobre a alteração dimensional de elastómeros, afirmam não haver consenso entre investigadores no que diz respeito à alteração dimensional produzida pelos diferentes desinfetantes. Usando a especificação nº19 de 1977 da ADA no seu estudo, reportam alterações insignificantes nos materiais submetidos à desinfeção. No mesmo ano, Matyas et al., 15 num estudo semelhante, chegam à conclusão que as alterações dimensionais produzidas pelos desinfetantes não são significativas, assim como não existe um desinfetante que possa ser considerado como o melhor. Pratten et al. 16 demonstraram não haver alterações na molhabilidade provocadas pelos desinfetantes nos silicones de adição, excepto nos hidrofílicos.
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Estudo de alterações dimensionais da mandíbula medidas em radiografias panorâmicas

Estudo de alterações dimensionais da mandíbula medidas em radiografias panorâmicas

No entanto, com relação à altura do ramo, embora tenha sido verificado crescimento significativo entre 7-10 anos nos dois sexos, não foi possível demonstrar a correlação entre o crescimento total (Co- Me) e o crescimento do ramo (Co-Go), nos dois sexos. Somente o sexo masculino apresentou correlação positiva entre 8-10 anos. Tais resultados podem estar relacionados a um desequilíbrio entre as alterações dimensionais da mandíbula, onde cada sexo pode

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Alterações dimensionais transversas do arco dentário com fissura labiopalatina, no estágio de dentadura decídua.

Alterações dimensionais transversas do arco dentário com fissura labiopalatina, no estágio de dentadura decídua.

Objetivo: avaliar as alterações dimensionais do arco dentário maxilar de crianças portadoras de fissuras labiopalatinas, na fase de dentadura decídua completa, através de um estudo com- parativo. Metodologia: foram estudadas as distâncias entre caninos e entre molares em 64 crianças fissuradas, formando o grupo de estudo, e 20 crianças sem deformidades, formando o grupo controle, na faixa etária entre 3 e 6 anos. O grupo de estudo incluiu 23 crianças com fissura transforame incisivo unilateral completa, 14 com fissura transforame incisivo bilateral completa, 15 com fissura pré-forame incisivo e 12 com fissura pós-forame incisivo. Após a ob- tenção de modelos em gesso, foram demarcados os pontos necessários para que as mensurações pudessem ser realizadas. As medidas foram executadas duas vezes pelo mesmo examinador em oportunidades diferentes, utilizando um paquímetro digital (Mitutoyo), sendo registrada a média aritmética. Os resultados obtidos foram submetidos à análise estatística (Teste F Anova no procedimento Tukey-Kramer). Conclusões: as fissuras transforame incisivo, unilaterais ou bilaterais, por romperem totalmente a maxila, foram as que apresentaram alterações da dis- tância entre caninos, comprometendo significantemente sua dimensão transversal anterior, na fase de dentadura decídua.
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Avaliação das alterações dimensionais em alvéolos pós-extracionais

Avaliação das alterações dimensionais em alvéolos pós-extracionais

Quando analisadas as alterações dimensionais recorrendo a modelos de gesso, ambos os tecidos duros e moles são englobados. No que diz respeito à preservação alveolar, os estudos publicados têm procurado compreender as alterações que ocorrem nos alvéolos, do ponto de vista volumétrico, com e sem preservação, recorrendo a novas tecnologias. Thalmair et al. (2013), Barone et al. (2017) Sbordone et al. (2017), realizaram impressões pelo método convencional, com recurso a materiais de impressão, obtendo modelos de gesso pré- extracionais e no final do período de avaliação estabelecido. Os modelos de gesso foram digitalizados e obtiveram-se ficheiros STL que permitiram a análise em programas específicos. (23–25) Contudo, a metodologia descrita por estes autores para a análise volumétrica não é muito específica e reprodutível.
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Alterações dimensionais dos arcos dentários decorrentes do tratamento com o aparelho...

Alterações dimensionais dos arcos dentários decorrentes do tratamento com o aparelho...

Objetivo: avaliar, por meio de modelos digitalizados, o comportamento transversal do arco dentário superior de pacientes submetidos ao tratamento da má oclusão de Classe II, corrigida com o aparelho Pendulum, seguido de aparelhagem ortodôntica fixa nos períodos inicial, pós-distalização, pós-tratamento e longo tempo pós- tratamento. Material e Métodos: Oitenta modelos de 20 pacientes (14 do gênero feminino e 6 do masculino), foram digitalizados no aparelho REXCAN DS2. A média da idade, ao início do tratamento (T1), foi de 14,02 ± 1,62 anos, pós-distalização (T2), foi de 14,54 ± 1,61, ao final do tratamento (T3), 18,38 ± 1,84 anos, e no pós- tratamento (T4), 22,94 ± 1,34 anos. As distâncias intercaninos, interpré-molares e intermolares foram realizadas no programa Geomagic Studio 5®. A análise de variância dependente para medidas repetidas (ANOVA) foi utilizada para avaliar as alterações entre os períodos. Resultados: não ocorreram alterações transversais na distância intercaninos nas fases estudadas. Os pré-molares demostram um aumento na fase de aparelhagem fixa (T2-T3), para os segundos pré-molares a diferença foi observada entre o período inicial (T1) e os período pós-tratamento (T3). A distância dos primeiros molares alterou durante a fase de distalização (T1-T2), retornando aos valores iniciais durante a fase pós-tratamento (T3). Para os segundos molares, as alterações ocorreram durante o período de distalização (T2) e pós-tratamento (T3). Não ocorreram alterações na fase de longo tempo pós-tratamento. Conclusão: Os resultados permitem concluir que, durante o tratamento com o aparelho Pendulum seguido pelo fixo, ocorrem alterações transversais no arco superior, no entanto, estas alterações permanecem estáveis cinco anos pós-tratamento.
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Alterações dimensionais do côndilo mandibular em indivíduos de 3 a 20 anos de idade usando tomografia computadorizada de feixe cônico: um estudo preliminar.

Alterações dimensionais do côndilo mandibular em indivíduos de 3 a 20 anos de idade usando tomografia computadorizada de feixe cônico: um estudo preliminar.

Não foram observadas diferenças significativas entre os côndilos dos lados direito e esquerdo nos cortes lateral (P=0,815) e frontal (P=0,374). As Figuras 2 e 3 representam as sequências do desen- volvimento condilar nas faixas etárias estudadas, e o comportamento das alterações morfológicas em função da idade está representado na Figura 4.

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Branco, Patrícia Isabel

Branco, Patrícia Isabel

Este estudo não aprofundou a razão pela qual as alterações dimensionais em ambos os materiais foram inferiores no grupo hipoclorito 5,25% após 6 meses de armazenamento. No entanto, é possível que nas amostras desinfetadas com hipoclorito a 5,25% possa ter existido alguma absorção de desinfetante durante o período de contacto deste com as amostras e que este tenha interagido com os componentes do material de impressão em estudo, resultando num “sealing”, prevenindo ou reduzindo a alteração dimensional do material de impressão (Oda, Matsumoto, & Sumii, 1995). Esta hipótese não pode ser aplicada aos grupos autoclave e controlo. Parecem de facto existir possíveis efeitos benéficos da desinfeção por imersão em NaOCl 5,25% durante 10 minutos. Estes resultados corroboram os resultados de Melilli e Sinobad que afirmam que a maior expansão verificada no poliéter ocorre nos primeiros 4 minutos após a desinfeção numa solução de NaOCl 5,25% durante 30 minutos, sendo que depois desse período ocorre uma estabilização química verificando-se menores alterações na dimensão do material (Melilli, Rallo, Cassaro, & Pizzo, 2008; Sinobad, et al., 2014). Segundo Merchant, o poliéter deverá ser desinfetado por imersão por um período de tempo que não exceda os 30 minutos, com desinfetantes recomendados pela ADA (Merchant, Update on disinfection of imnpressions, prostheses, and casts, 1992).
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Avaliação das alterações geométricas e dimensionais dos instrumentos de NiTi do sistema ProTaper para o sistema ProTaper universal e o efeito destas sobre a flexibilidade e a resistência torcional

Avaliação das alterações geométricas e dimensionais dos instrumentos de NiTi do sistema ProTaper para o sistema ProTaper universal e o efeito destas sobre a flexibilidade e a resistência torcional

à medida que aumenta o diâmetro do instrumento nos dois sistemas avaliados (Tabela 7). Quanto menor o momento de dobramento, maior a flexibilidade do instrumento. Como era de se esperar, os menores valores de momento de dobramento foram obtidos pelos instrumentos de formatação S1 e S2 e os maiores pelos instrumentos de acabamento F2 e F3, comumente associados a erros de procedimentos em função de sua menor flexibilidade próximo à ponta. Este comportamento é semelhante ao observado para o torque máximo, sugerindo que a relação entre flexibilidade e diâmetro do instrumento também exista. Quando comparados os respectivos pares dos dois sistemas, observa – se que, dos instrumentos de modelagem, apenas os S1 apresentaram variações com significância estatística, sendo mais flexíveis os do sistema ProTaper Universal (Tabela 8). Isto vai de encontro ao fato de que, para este sistema, houve redução dos diâmetros médios ao longo de toda a lâmina, reduzindo o volume de massa metálica, favorecendo o aumento de flexibilidade. Como é o primeiro instrumento do sistema a ser empregado no interior do canal radicular, isto pode favorecer, sobremaneira, quando o mesmo for empregado em canais com variações anatômicas e curvaturas severas, melhorando o seu desempenho nestas circunstâncias. Nos instrumentos de acabamento F1, F2 e F3, quando confrontados os dois sistemas, pôde ser verificado variação com significância estatística para todos eles, tendo os instrumentos F1 apresentado menores valores do momento de dobramento para o sistema ProTaper Universal e, para os instrumentos F2 e F3, estes valores foram menores para o sistema ProTaper. Pode ser concluído que os instrumentos S1 e F1 se tornaram significativamente mais flexíveis e os F2 e F3 menos flexíveis com as alterações dimensionais resultantes no sistema ProTaper Universal. Entretanto, o aumento de flexibilidade verificado nos instrumentos S2 ProTaper Universal não apresentou significância estatística. Estes resultados são confirmados quando os confrontamos com o quesito área da secção transversal, onde valores maiores desta caracterizam um volume de metal maior no instrumento, reduzindo a sua flexibilidade.
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Análise por computação gráfica das alterações produzidas em próteses totais superiores imersas diretamente em água e pela termociclagem

Análise por computação gráfica das alterações produzidas em próteses totais superiores imersas diretamente em água e pela termociclagem

Observam-se ainda as alterações dimensionais de cada grupo, verificando que em todos eles ocorreu contração entre as fases “em cera” e “polimerizada”, sendo tais alterações o resultado da influência dos fatores de contração de polimerização, mudança de estado físico da resina acrílica causada pelo esfriamento que acomete o gesso da mufla, e da liberação das tensões que causam distorções da base após a separação da prótese do modelo, segundo Boscato 3 . Entre as fases “polimerizada” e

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Estabilidade dimensional da resina acrílica para coroas provisórias em função de...

Estabilidade dimensional da resina acrílica para coroas provisórias em função de...

Harman (1949) estudou as propriedades das resinas acrílicas utilizando como variáveis o tempo e a temperatura de polimerização, assim como o tamanho dos corpos de prova. Os ciclos de polimerização empregados foram de 71º C por 2 horas e meia; o segundo ciclo partiu da temperatura ambiente aos 100ºC em uma hora, sendo deixado nesta condição por 15 minutos; e um terceiro ciclo onde se mantinha a 71°C por duas horas e meia e em fervura por 15 minutos. As avaliações quanto às alterações dimensionais e alteração de peso foram monitoradas por 19 meses. Os resultados mostraram que as alterações dimensionais estão em torno de 0,1%, com os corpos de prova armazenados em água à temperatura de 37 o C ao final de 19 meses. Concluiu também que o grau de polimerização alcançado depende, além do tempo e da temperatura de polimerização, do tamanho dos corpos de prova. Como a resistência transversa é determinada pela extensão da polimerização, para verificar esta propriedade deve-se estabelecer o tamanho dos corpos de prova.
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LUIZA HELENA CAMPOS ZORN

LUIZA HELENA CAMPOS ZORN

A eficiência mastigatória dos pacientes portadores de uma prótese total corresponde a apenas um sexto da alcançada por uma pessoa com a dentição natural. Uma prótese removível é composta por uma base e esta suporta os dentes de acrílico. A base de prótese está relacionada com a manutenção da saúde dos tecidos de suporte. Deste modo, quanto melhor for à adaptação da base de prótese total à mucosa, melhores serão a retenção, o conforto e a eficiência mastigatória (Almeida et al., 1999). Atualmente a maioria das próteses removíveis ainda é confeccionada em resina acrílica, no entanto embora esse material seja utilizado com sucesso há anos, as alterações dimensionais, que ocorrem durante o processamento têm levado os pesquisadores a exaustivos estudos para dominar as técnicas de uso desse material com a finalidade de diminuir ou eliminar problemas relacionados com:
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Simulação da etapa de desbaste por elementos finitos na laminação de longos

Simulação da etapa de desbaste por elementos finitos na laminação de longos

Pretende-se neste trabalho avaliar a aplicabilidade do método de elementos finitos para estudo de certos parâmetros da etapa de desbaste na laminação de barras redondas como luz entre os canais, atrito, diâmetro dos cilindros de laminação, tensão entre passes e canal de calibração. Todo o estudo de simulação de laminação foi realizado utilizando o software de simulação numérica DEFORM 3D versão 10.0 do fabricante SFTC instalado no laboratório de Engenharia de Produtos da Escola de Engenharia da UFMG. Os resultados dimensionais obtidos pela simulação numérica serão comparados com amostras industriais retiradas em cada passe na etapa de desbaste. Essas amostras foram retiradas durante processamento de um laminador de barras redondas por produtor industrial de barra mecânica comercial que não será identificado. Serão estudados na simulação numérica dois modos de laminação, sendo um pela laminação do material em cada passe individual e o outro pela laminação contínua através do módulo de multi-passe presente no Deform 3D versão 10.0. O material a ser laminado será aço carbono DIN C-15 no qual os dados de comportamento mecânico para simulação numérica se encontram na biblioteca do software DEFORM 3D ® . A composição química desse aço, de acordo com a designação DIN17210, está descrita na Tabela IV.1.
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Imagens em 2D e 3D geradas pela TC Cone-Beam e radiografias convencionais: qual a mais confiável?.

Imagens em 2D e 3D geradas pela TC Cone-Beam e radiografias convencionais: qual a mais confiável?.

Com a finalidade de avaliar a dispersão dos valores das variáveis cefalométricas, aplicou-se o coeficiente de variância. Os valores das medidas realizadas sobre as imagens obtidas a partir da TC Cone-Beam em 3D apresentaram menor dispersão em sete situações, sendo que esse resultado se repetiu, considerando-se os dados dos pacientes 1 e 2, somente para o ângulo FMA. Esse achado parece sugerir que as imagens tri- dimensionais são mais confiáveis para a identificação de alguns pontos cefalométricos de difícil percepção em imagens 2D, como os pontos pório (Po), orbitário (Or), subespinhal (A), supramental (B) e násio (N).
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Influência da escala na análise morfométrica de microbacias hidrográficas.

Influência da escala na análise morfométrica de microbacias hidrográficas.

No intuito de verificar a influência da escala na análise física de bacias hidrográficas utilizou-se o método da análise morfométrica visando aos dados quantitativos e, com isto, diferenciar áreas homogêneas dentro desta unidade territorial. Entre as variáveis estudadas estão as dimensionais, as do padrão de drenagem e as do relevo. A área de estudo é a microbacia hidrográfica do Córrego da Cachoeira. As bases cartográficas na escala 1:50000 (IBGE) e 1:10000 (IGC) foram utilizadas para a hierarquização da rede de drenagem e para a análise morfométrica. A microbacia se caracteriza por se tratar de uma drenagem fluvial exorreica, com rios consequentes e drenagem dendrítica. O baixo valor do fator de forma indi ca uma bacia mais alongada e com menor risco de enchentes sazonais. O s valores de densidade de drenagem, frequência de rios e razão de bifurcação, são considerados baixos e indicam a formação de solo sobre rocha permeável. Os baixos valores para a razão de relevo e a razão de relevo relativo, sugerem uma microbacia com relevo relativamente suave. O detalhamento da cartografia com a referência terrestre revelou maior número de compartimentos hidrológicos e aumentou o comprimento da rede de drenagem refletindo, assim, em alterações sutis nos resultados obtidos para as variáveis físicas analisadas.
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Braz. j. .  vol.83 número1

Braz. j. . vol.83 número1

O presente estudo tem algumas limitac ¸ões: ao considerar a ocorrência de sinusite em geral, não é possível afirmar que CO seja o único fator causador da doenc ¸a. Dentro dessa pers- pectiva, e tendo em vista que este é um estudo transversal, mesmo se observássemos que a presenc ¸a de esfenoidite era mais prevalente em pacientes com CO, não seria possível atribuir uma causalidade entre esse fator em estudo e o seu desfecho. Em pacientes com sinusite esfenoidal, pode ser necessário recorrer a outras características topográficas e dimensionais das células de Onodi, para que se possam explorar aspectos dessa íntima relac ¸ão, como, por exemplo, o grau de pneumatizac ¸ão, e se as vias de drenagem dos seios esfenoidais estão ou não corrompidas. Além disso, o diagnóstico definitivo de sinusite pode ser estabelecido por culturas de material da cavidade sinusal. 21 Contudo, no caso
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Estimativa da área foliar do antúrio com o uso de funções de regressão.

Estimativa da área foliar do antúrio com o uso de funções de regressão.

A partir do conjunto de dados obtidos, foram ajustados modelos lineares para estimar a área do limbo (Af) do tipo Y = bX, em que o valor Y corresponde à Af estimada em função das dimensões da folha, comprimento (C), largura (L) e produto (CxL). A base de dados foi composta por 200 padrões e quatro atributos contínuos. Para estudo exploratório da base de dados e para determinação da função de regressão, foi utilizada a linguagem “R” (R DEVELOPMENT CORE TEAM, 2005). A comparação das equações obtidas com as variáveis dimensionais foi feita por meio dos valores dos coeficientes de determinação da equação (R 2 ) e do
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Estimativa das estabilidades longitudinal e transversal de tratores florestais utilizados na colheita de madeira.

Estimativa das estabilidades longitudinal e transversal de tratores florestais utilizados na colheita de madeira.

Para o estudo da estabilidade das máquinas é necessário conhecer as características dimensionais e ponderais para a determinação das coordenadas do centro de gravidade (CG), que definem o ponto geométrico no corpo da máquina onde a força peso total está atuando normal à superfície do solo. Essas coordenadas são definidas em três planos ortogonais, a saber: plano de apoio, plano médio longitudinal e plano transversal traseiro, conforme ilustrado na Figura 1 AB . O método utilizado é o da “dupla pesagem”. Determinando a distribuição da massa do corpo para as laterais e sobre os eixos frontal e traseiro da máquina, considerou-se o trator como um corpo rígido com quatro pontos de apoio sobre o solo (CHUDAKOV, 1977). A coordenada longitudinal horizontal do trator (X) está contida no plano longitudinal do trator a partir do plano transversal que corta o eixo traseiro, sendo calculada pela seguinte equação:
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