Alunos do ensino superior

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Fatores explicativos do insucesso escolar no ensino superior em alunos autóctones e de descendência não lusa

Fatores explicativos do insucesso escolar no ensino superior em alunos autóctones e de descendência não lusa

Em Portugal existe um grande desfasamento entre o número de alunos inscritos no ensino superior e o número de diplomados, estando a percentagem destes últimos muito aquém dos números estipulados pela União Europeia para Portugal até 2020. São vários os estudos que procuram analisar que fatores contribuem para o sucesso escolar neste nível de ensino, mas são escassos os estudos que têm em conta a multiculturalidade destes alunos, negligenciando-se o papel da etnicidade. Apesar de algumas pesquisas procurarem compreender que fatores contribuem para o sucesso de alunos não lusos, mas de origem PALOP (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa), os mesmos têm sido realizados com crianças e adolescentes existindo uma lacuna ao nível da pesquisa com alunos do ensino superior. O objetivo do presente estudo consistiu em analisar, simultaneamente, o papel de variáveis sociodemográficas (sexo, idade), psicológicas (autoeficácia e autoconceito académico) e contextuais (relacionamento com a família, colegas e professores) no insucesso escolar, para alunos autóctones (454) e para alunos com descendência não lusa (47). Os resultados obtidos apontam para a clara influência de variáveis sociodemográficas no sucesso escolar, e particularmente da idade, tanto para alunos autóctones como não lusos. Verifica-se, ainda, um efeito positivo do relacionamento com a família no número de reprovações, e um efeito negativo do relacionamento com os professores no número de reprovações, mas apenas para alunos autóctones. Os resultados serão discutidos à luz das abordagens teóricas existentes sobre este tópico de pesquisa.
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A Satisfação dos Alunos com os Recursos de uma Instituição de Ensino Superior em Angola

A Satisfação dos Alunos com os Recursos de uma Instituição de Ensino Superior em Angola

O Centro de Investigação de Políticas do Ensino Superior (CIPES), da Universidade do Porto, com base na avaliação da satisfação dos alunos do Ensino Superior, criou o Sistema da Gestão Estratégica de Matrículas (“Strategic enrollment management”), que segundo Taylor et al. (2008, p.138) “providencia os passos intermédios entre as medidas de satisfação dos estudantes e uma população com um nível de instrução maior”. Esta gestão de matrículas baseia-se numa abordagem holística da experiência universitária dos estudantes, abrangendo diversos serviços das instituições, desde a captação de alunos, passando pela revisão dos programas de estudo e pela existência e qualidade das instalações (Taylor et al., 2008; Wilkinson, Taylor, Peterson & Machado–Taylor, 2007). Outros aspetos, não menos importantes, refletem a integridade da instituição e a potencial sensação da comunidade. Esta ideia é defendida por autores que reforçam que o conhecimento da relação entre fatores académicos, sociais e de infraestruturas permite a instituição identificar melhor o seu ambiente de aprendizagem e, por conseguinte, a satisfação (Wiers–Jenssen, Stensaker, & Grogaard, 2002).
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A Literacia Financeira: o caso dos alunos do ensino superior

A Literacia Financeira: o caso dos alunos do ensino superior

Para esse efeito elaboramos um questionário composto por 18 questões que permite medir o Nível de Literacia Financeira, relativas aos Conhecimentos Financeiros Gerais, Poupanças e Financiamentos, Seguros e Investimentos. A amostra do estudo foi composta por 842 alunos do 1.º e 2.º ciclo da Universidade do Minho. Os resultados obtidos indicam que o Nível de Literacia Financeira dos alunos da amostra é baixo, apresentando um valor médio de 55,8%. Também identificamos alguns fatores influenciadores do Nível de Literacia Financeira dos estudantes do ensino superior, nomeadamente, o facto do curso frequentado pelo aluno ser da área da Economia e Gestão, a idade e o facto de ter uma atividade profissional além de estudante contribuírem para o aumento da Literacia Financeira. No entanto, não verificamos diferenças estatisticamente significativas relativamente ao grau de ensino que frequenta, o ano de licenciatura, o género.
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Vivências académicas dos alunos do Ensino Superior

Vivências académicas dos alunos do Ensino Superior

A integração no ensino superior é um fenómeno multifacetado, influenciado por três grandes factores, as condições pessoais, os grupos de interacção e as características institucionais (Polydoro, 2000, cit. por Igue, Bariani, & Milanesi, 2008). As variáveis contextuais, biográficas e psicológicas contribuem quer para o sucesso, quer para o insucesso académico. Relativamente às variáveis contextuais, são factores de insucesso, o excesso de trabalho, a falta de contacto com os professores, o número reduzido de actividades extracurriculares, as despesas com os estudos, a pouca ligação entre aulas teóricas e trabalhos práticas, a falta de apoio e a solidão por falta do estabelecimento de relações com os pares. No que se refere às variáveis biográficas, Biraud (1995, cit. por Santos 2000), afirma que ser mais novo, ter bons resultados escolares no ensino secundário, nunca ter reprovado ou interrompido os estudos, pertencer a um estrato sociocultural favorecido, são factores associados positivamente ao sucesso dos alunos. As variáveis psicológicas como auto-imagem positiva, boas perspectivas de futuro, o estabelecimento de relações satisfatórias, o empenho nas tarefas de aprendizagem, a elaboração de projectos profissionais e projectos de vida assim como do sentido de autonomia, estão também associadas ao sucesso dos alunos.
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A ética dos alunos de administração e de economia no ensino superior.

A ética dos alunos de administração e de economia no ensino superior.

A pesquisa sobre este tema é, no entanto, repleta de dificuldades. Por um lado, ainda não existe uma definição simples de fraude acadêmica que delimite o conceito e determine as suas fronteiras teóricas (Teixeira & Rocha, 2010). Por outro, decorrente dessa indefinição, a ausência de uma medida clara que inclua as diversas dimensões da fraude constitui outro obstáculo à comparabilidade dos estudos sobre a ética dos alunos do ensino superior (Walker, 2010). Em geral, a medida mais utilizada para estudar a fraude acadêmica é copiar numa prova escrita, habitualmente sem sequer analisar se a fraude é concretizada com recurso a materiais não autorizados, a tecnologias de comunicação ou à cópia por um colega. Outros indicadores comuns, amplificados pelo uso de novas tecnologias, incluem copiar de fontes não citadas, pegar trabalhos realizados por outra pessoa, solicitar ajuda de colegas durante as provas ou falsificar bibliografia (Teixeira & Rocha, 2010; Witherspoon et al., 2012). Outra das limitações habituais desse tipo de estudos é o seu limitado potencial de generalização, já que raramente incluem amostras aleatórias ou estratificadas. Mas talvez a maior das limitações seja a fiabilidade das respostas, já que se trata de um assunto com implicações morais, socialmente sensível, e cujo questionamento, embora anênimo, refere-se habitualmente à conduta do próprio inquirido (Walker, 2010). No entanto, apesar das suas reconhecidas insuficiências e limitações, esse campo de estudo tem-se expandido nos últimos anos, contando já com um corpo robusto de resultados empíricos que permite inferências relativamente seguras sobre a realidade. De fato, estudos recentes sugerem que a fraude acadêmica entre os alunos tem aumentado em todo o mundo (McCabe, Treviño, & Butterfield, 2001), com especial incidência no Leste e no Sul da Europa (Teixeira & Rocha, 2010).
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A Participação dos Alunos no Processo de Avaliação: uma experiencia no Ensino Superior

A Participação dos Alunos no Processo de Avaliação: uma experiencia no Ensino Superior

Os procedimentos de avaliação utilizados muitas vezes não oferecem informações da real aprendizagem do aluno por privilegiarem a memorização em detrimento de níveis mais superiores de raciocínio. As práticas educativas ainda seguem o modelo tradicional de ensino, no qual o professor repassa grande quantidade de conteúdo e o aluno trata de absorver, guardando na memória até o dia da prova. Consequentemente, é necessário repensar a avaliação no ensino superior com o objetivo de torná-la consistente com as metodologias de ensino adotadas, relevante e significativa para os alunos. (BROWN; GLASNER, 2000; ZABALZA, 2002a, 2002b).
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O ENSINO SUPERIOR SOB A ÓTICA DE ALUNOS CONTEMPLADOS PELO PROUNI

O ENSINO SUPERIOR SOB A ÓTICA DE ALUNOS CONTEMPLADOS PELO PROUNI

Com a escolha de um curso superior, onde cada pessoa jovem ou com mais idade passa quase toda uma vida para ter certeza do que quer fazer profissionalmente. Mas quando ela chega mas esperava no ensino superior algumas podem encontrar muitas decepções como o curso não era como esperava ser, professores que começam a encrencar com a pessoa, entre várias outras coisas. Mesmo aquelas pessoas que não se decepcionaram com o curso encontram algumas dificuldades, pois o ensino superior nem sempre é um mar de rosas, e essas mesmas mesmo gostando do curso acabam desistindo ou trancando. O ensino superior, mesmo nem sempre sendo um ma de rosas, tem os seus benefícios com as amizades que as pessoas fazem tanto com os alunos quanto com os professores, trás o bem maior a educação, uma qualificação profissional para ser seguida. Mas infelizmente muitas pessoas não tem acesso ao ensino superior porque a cada ano o vestibular está mais difícil e por não ter vagas suficientes nas universidades federais, surgiram as faculdades particulares, mas mesmo assim ainda não deu conta pois muita gente não tem condições de pagar o ensino superior. E assim vai levando a vida. (suj 451 cur 03 sex 02).
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Demandas de docentes do ensino superior para a formação de alunos com deficiência.

Demandas de docentes do ensino superior para a formação de alunos com deficiência.

A educação inclusiva no ensino superior constitui-se, neste atual momento, um dos pontos fundamentais de discussões e preocupações dos atores envolvidos no cenário da educação brasileira, em conformidade com as políticas de inclusão socioeducacional voltadas a pessoas com deficiência. Entretanto, conforme foi anteriormente apontado, estudos sobre a temática em questão são ainda incipientes em nosso meio, e as poucas pesquisas encontradas na revisão da literatura mostraram que elas se basearam em entrevistas com pequeno número de atores, quer fossem com alunos, quer com professores, coordenadores e/ou diretores. Acredita-se que a relevância desta pesquisa repousa no expressivo número de professores participantes, ainda que, dos 1.394 professores dos dois campi, 752 tenham respondido os questionários.
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Pessoas com deficiência no ensino superior: percepções dos alunos

Pessoas com deficiência no ensino superior: percepções dos alunos

Cerca de 10% de toda a população mundial, aproximadamente 650 milhões de pessoas vivem com alguma deficiência, transtorno global de desenvolvimento (TGD) ou com alta habilidade/ superdotação (AH/SD) de acordo com a Organização das Nações Unidas (2011). Em todo o mundo estas pessoas têm baixas perspectivas de escolaridade, de participação na economia e nos programas de saúde. O presente trabalho tem por objetivo entender a trajetória de vida de alunos com deficiência graduados e com alguma passagem pela contabilidade, seja através da faculdade ou através do ambiente de trabalho, apoiando-se em relatos da vida profissional, educacional, obstáculos e facilitadores encontrados. Buscou-se através da história oral, pontos convergentes entre os relatos e sugestões para a melhoria das condições nas universidades para acesso e permanência da pessoa com deficiência. O trabalho desenvolve-se a partir de uma breve retrospectiva na história das pessoas com deficiência, aborda as políticas públicas brasileiras sobre o tema, traz dados sobre educação superior das pessoas com deficiência e por fim, entrevista os alunos encontrados. Verificou-se, assim, que é crescente o número de alunos com deficiência no ensino superior e que as condições nas instituições de ensino melhoraram nos últimos anos. No entanto os facilitadores apontados pelos entrevistados continuam fora das instituições, tais como amigos de sala. Além disto, a divulgação dos serviços existentes deve ser mais difundida, a fim de que todos tenham consciência de seus direitos. Conclui-se que apesar do enorme avanço ocorrido nas últimas décadas, ainda há muito a ser desenvolvido dentro das universidades para que se possa garantir o direito de educação à todos.
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PROPENSÃO AO EMPREENDEDORISMO EM ALUNOS DO ENSINO SUPERIOR

PROPENSÃO AO EMPREENDEDORISMO EM ALUNOS DO ENSINO SUPERIOR

A análise de regressão é uma técnica econométrica usada para modelar e investigar a relação de causa e efeito entre variáveis. Por essa razão, este tipo de análise é, especialmente, útil para explorar a relação entre o potencial empreendedor e as características empreendedoras dos alunos no sentido de verificar se essas características contribuem ou não para a propensão ao empreendedorismo. Como a variável dependente (potencial empreendedor) foi transformada numa variável dummy (sim = 1/não = 0) deve usar-se a regressão com base no modelo da probabilidade linear que emprega funções não lineares capazes de delimitar a escala de estimação. Neste estudo, a delimitação da escala de estimação fez-se com recurso a uma das funções de distribuição mais, frequentemente, utilizadas. Trata-se da função de distribuição logística binomial cumulativa ou modelo logit [18].
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Adaptação e rendimento académico de alunos do ensino superior

Adaptação e rendimento académico de alunos do ensino superior

Nos últimos tempos, algumas acções têm já vindo a ser desencadeadas com base na filosofia da inclusão e adaptação para o sucesso, evidenciando o surgimento de novos paradigmas, com vis[r]

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Determinação da prevalência de doença alérgica em alunos do ensino superior

Determinação da prevalência de doença alérgica em alunos do ensino superior

testes cutâneos (Inibidores da enzima de conversão da angiotensina, anti-histamínicos), existência de risco de uma reação sistémica não controlável, doenças alérgicas no presente, lesão do órgão testado (pele) [37]. Geralmente, os testes cutâneos realizam-se na zona do antebraço através da colocação de uma gota de alergénio em locais previamente marcados e distantes entre si 2-3 cm. De seguida as gotas são atravessadas por uma lanceta que perfura a epiderme permitido desta forma o contacto dos extratos de alergénios com as células da derme. Em casos de sensibilização do doente a algum dos alergénios visualiza-se imediatamente uma reação que atinge o se máximo geralmente após 15 a 20 minutos (período de tempo após o qual se procede à leitura dos testes). A leitura dos testes deve iniciar-se sempre pelos controlos positivo e negativo e considera-se uma reação positiva quando o diâmetro é superior ou igual a 3 cm [38].
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CONHECIMENTO DE ALUNOS DO ENSINO SUPERIOR SOBRE DIREITO AMBIENTAL

CONHECIMENTO DE ALUNOS DO ENSINO SUPERIOR SOBRE DIREITO AMBIENTAL

Após 12 dias de coleta de dados, foram obtidas 86 respostas de alunos de vários cursos da Unicamp, como Engenharia de Computação, Enfermagem, Biologia entre outros. A primeira pergunta sobre o conhecimento do Novo Código Florestal, ainda em processo de aprovação da Presidenta Dilma, obtive-se que 56% dos entrevistados não conhecem o Novo Código. A respeito da qualificação do conhecimento, apenas 5% afirmaram ter conhecimento total sobre o assunto, enquanto 51% tem nenhum conhecimento sobre o assunto, como podemos ver na Figura 1.
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INCLUSÃO SOCIAL E DESEMPENHO DOS ALUNOS COTISTAS NO ENSINO SUPERIOR NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA

INCLUSÃO SOCIAL E DESEMPENHO DOS ALUNOS COTISTAS NO ENSINO SUPERIOR NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA

desde o ensino médio, com certeza ajuda, favorece bastante. É mas no caso eu acho que meu bom desempenho acadêmico também é favorecido pela minha vida acadêmica e minhas oportunidades e classe social, o conforto que meus pais podem me dar porque eu moro sozinha num apartamento no centro de Viçosa e tenho carro. Então, é, assim pago as pessoas para lavarem minha roupa e limpar a minha casa. Então assim eu não tenho grandes preocupações e posso dedicar meu tempo exclusivamente ao estudo. Acho que isso faz muita diferença também. É muito diferente de uma pessoa que mora em uma república que é bolsista, que precisa comer no RU todo dia, não tem carro, tem que ir e voltar a pé para as aulas, eu acho que isso faz muita diferença com certeza, no tempo que você tem para dedicar nos estudos e tudo mais. É, sobre, não sei se é do seu interesse saber como foi a minha evolução acadêmica, mas eu participei de muitas atividades extracurriculares, monitoria, um projeto pequeno de iniciação científica, agora eu estou participando de um projeto de extensão e eu já fundei uma liga acadêmica, eu sou diretora atualmente de outra liga acadêmica, eu já participei de uma terceira liga acadêmica também. Eu tive bolsa durante dois anos de monitoria e durante um ano de iniciação cientifica. Na minha opinião, a UFV oferece bastante oportunidade em questão de bolsas, de, é... tanto assim bolsa para apoio dos estudantes que tem uma condição social desfavorável como bolsa alimentação, auxílio moradia, ou até mesmo oferece os, os dormitórios lá dentro do campus. Eu acho que são três coisas que com certeza auxiliam muito em diminuir a evasão. Oferece bastante bolsa de monitoria, umas monitorias bem fáceis de conseguir com baixa concorrência. Oferece assim, a iniciação cientifica que eu acho que ainda tá um pouco falha principalmente no curso de medicina. Como o curso é novo ainda tem poucos projetos de iniciação.
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Crenças no processo de ensinoaprendizagem de língua estrangeiralíngua inglesa: um estudo do caso

Crenças no processo de ensinoaprendizagem de língua estrangeiralíngua inglesa: um estudo do caso

Na amostragem de alunos do ensino superior, foi possível observar, relacionando os resultados obtidos com a natureza das crenças, que estas são interrelacionadas, pois uma faz alusão à outra. Embora sejam difíceis de mudar, por não serem tão facilmente distintas do conhecimento, conforme explica Barcelos (2006), existe a possibilidade de mudança. Exemplo disso são os resultados obtidos entre os alunos iniciantes e os concluintes; ou seja, em face das experiências adquiridas durante a vida acadêmica, surgem novas perspectivas que exigem a reformulação e a adoção de novos parâmetros. A partir de então, é possível reinteirar que as crenças são situadas contextualmente, dinâmicas, experienciais, e resultantes das práticas sociais.
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O impacto das ações afirmativas no ensino superior e o desempenho dos alunos

O impacto das ações afirmativas no ensino superior e o desempenho dos alunos

Assim sendo, a Tabela 1 apresenta as estatísticas descritivas da amostra utilizada no presente trabalho, setorizadas pela rede de ensino. O painel A apresenta as estatísticas de todos os alunos concluintes na amostra. Nota-se que de 2008 para 2011 houve um aumento de concluintes e cursos nos ensinos público e privado, sendo que o setor privado nos dois anos concentrou a maior parte dos alunos. A média de alunos por curso foi de 47,7 em 2008 e 40,1 em 2011, esta sendo menor nos dois anos nas IES privadas. Além disso, a média de idade dos alunos foi de 28,9 e 29,6 anos, nos anos de 2008 e 2011, respectivamente; ainda mais, a média de idade dos alunos nas IES públicas foi um pouco mais baixa que os das IES privadas nos dois anos. A média de alunos beneficiados por curso teve uma pequena redução de 6,4, em 2008, para 6,3, em 2011, essa sendo maior nos dois anos nas IES privadas. A porcentagem de alunos matriculados em cursos que implantaram as AA, ou seja, que ao menos um aluno concluinte foi beneficiado por AA, aumentou em 2008 para 2011 de 90,4% para 93,2%, nos dois anos na rede privada a porcentagem foi maior que na pública. A participação dos beneficiados também aumentou de 13,5% para 15,6%, também sendo maior no setor privado. A participação feminina foi acima de 58% nos dois setores em 2008 e 2011. E, por fim, a parcela de estudantes com mães que apresentavam
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A percepção da imagem de uma instituição de ensino superior, pelos alunos

A percepção da imagem de uma instituição de ensino superior, pelos alunos

Conhecer a imagem de uma organização através da percepção de seus diversos públicos, torna-se uma tarefa que exige uma atenção minuciosa na análise dos resultados obtidos na pesquisa realizada. Isto porque , apesar de todos os respondentes estarem analisando a mesma instituição, as informações resultantes dependem dos conceitos, expectativas, vivência, do meio social e da experiência de cada indivíduo. Os resultados encontrados na pesquisa realizada levaram a algumas conclusões sobre a imagem do Unileste-MG na percepção de seus alunos, levando-se em conta os diversos atributos analisados. Os diversos fatores foram avaliados quanto ao grau de concordância, com as afirmações colocadas e quanto ao grau de importância, atribuído a elas pelos alunos. Com relação à instituição, os alunos avaliaram que o Unileste-MG tem prestado serviços relevantes à comunidade, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida do Vale do Aço. Essa contribuição tem-se dado pela integração com a comunidade, com as empresas, com o oferecimento de eventos culturais e sociais, pela adequação de sua missão com seus objetivos e comportamentos e pelo oferecimento de cursos de pós-graduação que possibilitam a continuidade do ensino e o aperfeiçoamento técnico dos profissionais da região.Nos últimos 10 anos, quando se iniciaram na região os programas de privatização das grandes empresas situadas na região (Usiminas, Acesita. Vale do Rio Doce e Cenibra), aconteceu um aumento da procura por profissionais mais bem treinados e formados. Esse fato fez crescer a demanda por uma vaga nos cursos de graduação , especialização e pós- graduação na região. Se por um lado aconteceu um aumento do número de alunos no Unileste-MG , por outro lado atraiu outras faculdades para a região nos últimos 5 anos, provocando o aparecimento de um fato novo: a concorrência. Torna-se uma questão vital para a instituição o conhecimento de seus pontos fortes e fracos, seus clientes externos e internos, cenários para o futuro, das variáveis controláveis ( melhorias, necessidades, desejos de seus clientes) e das variáveis incontroláveis ( políticas econômicas e tecnológicas ), para com esses dados em mãos traçar seu planejamento estratégico.
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Políticas Culturais: Contribuições para o necessário debate

Políticas Culturais: Contribuições para o necessário debate

Compreender a relação entre as práticas culturais de um grupo de alunos do ensino superior, os equipamentos culturais da região e a instituição de ensino superior que frequentam, é a proposta que nos apresentam Erick Nimrichter, Hayla Thami Lage e Natália Cabral Muniz, do Instituto Federal do Rio de Janeiro (Campus São Gonçalo). A particularidade deste trabalho prende-se com o facto de se tratar de um projeto em curso o que permitirá, no futuro, verificar se as propostas apresentadas de alargamento do estudo a outras regiões se concretizaram e se alguma alteração ao cenário agora encontrado se produzirá. As conclusões provisórias do estudo salientam, mais uma vez, o pouco investimento no setor cultural o que, no caso específico e em efeito dominó, tem consequências na escassez da oferta, condiciona as práticas culturais dos alunos e impele a instituição de ensino superior a ter um papel fundamental na difusão cultural da região.
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O TRADICIONAL E O MODERNO QUANTO À DIDÁTICA NO ENSINO SUPERIOR

O TRADICIONAL E O MODERNO QUANTO À DIDÁTICA NO ENSINO SUPERIOR

O que se deve aprender? Trata-se do problema do conteúdo. Este, por sua vez, precisa ter coerência e ser ministrado de acordo com a vivência e realidade dos alunos. Neste horizonte didático, a abordagem dos conteúdos é vista como à ação recíproca entre a matéria, o ensino e o estudo dos alunos. Está em função das necessidades e da capacidade real do aluno. Através do ensino, criam-se as condições para a assimilação consciente e sólida de conhecimentos, habilidades e atitudes. Isso possibilita aos alunos formar suas capacidades intelectuais para se tornar sujeitos da própria aprendizagem.
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Representação social de estudantes do ensino fundamental e superior sobre escorpiões  / Social representation of elementary and higher education students about scorpions

Representação social de estudantes do ensino fundamental e superior sobre escorpiões / Social representation of elementary and higher education students about scorpions

A parti disto, percebeu-se que os alunos de ensino superior mostraram um vocabulário mais técnico/científico, ou seja, retificado, descrevendo os escorpiões com palavras como: Artrópode e Aracnídeo e outras expressões. As quais, são palavras que remetem taxonomia e sistemática zoológica, as quais são vistas frequentemente em um curso de Licenciatura de Ciências Biológicas. Enquanto isso, os estudantes de ensino fundamental, foi a utilização de um vocabulário mais consensual, descrevendo palavras, como: Picada, Veneno, Morte, Medo, Dor e Perigoso. Corroborando com os dois universos citados por Moscovoci (1961), o consensual e o retificado.
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