Associações de Desenvolvimento Local

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Empenhamento das associações de desenvolvimento local nas actividades de educação e formação de adultos

Empenhamento das associações de desenvolvimento local nas actividades de educação e formação de adultos

Esta postura obriga inevitavelmente, a uma forte articulação por parte de todos os operadores, e à alteração profunda nas competências que tinham sido atribuídas às Associações de Desenvolvimento Local. Actualmente, estas deixaram de ser meros executores de acções concebidas em função de levantamentos empíricos da realidade. Passaram a ser certificadores de competências escolares e profissionais, no quadro dos quais os diagnósticos e as avaliações têm necessariamente que ser ponderados e sustentados em critérios científicos, (ao invés do que por vezes acontecia). Desempenham, em muitas valências, funções paralelas às desenvolvidas pelas escolas ou pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional, devendo possuir um conjunto de recursos humanos que, para além de dominar as questões formativas/educativas, deve conhecer profundamente os territórios em que opera, permitindo, em muitos casos, que as acções que oferece correspondam a processos verdadeiramente participados, no que às populações dos mesmos diz respeito.
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Associações de base local : um contributo para o desenvolvimento local e comunitário

Associações de base local : um contributo para o desenvolvimento local e comunitário

Através da revisão da literatura pude compreender que a grande finalidade das associações deste cariz é o desenvolvimento local e comunitário. Esse desenvolvimento deve, no âmbito do presente projeto, ser fomentado com iniciativas que visem mitigar ou mesmo suprimir algumas das principais lacunas no processo educativo das crianças da Alta de Lisboa. Após o decorrer do estágio curricular em duas associações de base local foi-me possível identificar algumas dificuldades com as quais ambas se deparam, e que são comuns a uma grande parte das pessoas pertencentes à comunidade local: existe, na área de influência do projeto, um grande distanciamento entre a família e a escola, no que diz respeito à comunicação e compreensão mútuas, bem como à unificação em torno de problemas educativos que podem, em certos casos, ser de resposta necessariamente urgente. Nesta perspetiva, e tendo em conta as grandes dificuldades existentes a nível educacional neste território, a lacuna que mantive como meu alvo no delineamento de um projeto de intervenção passa pelo melhoramento da relação entre o elemento Escola e o elemento Família.
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Associações de Desenvolvimento Local: Que contributo para o desenvolvimento local? O estudo de caso da ADPM.

Associações de Desenvolvimento Local: Que contributo para o desenvolvimento local? O estudo de caso da ADPM.

Soviética. Estes países aspiravam “caminhar para a prosperidade e a riqueza total, como os seus antigos colonizadores, a par da sua independência política. (…) Uma boa parte da produção teórica inicial sobre «desenvolvimento» visava a evolução desses países, pelo que o conceito apareceu sempre ligado à resolução dos chamados «problemas e vícios do subdesenvolvimento».” (Amaro, 2004:40). Um segundo factor, é o desafio da reconstrução europeia, com o apoio do Plano Marshall. O terceiro factor é a rivalidade “este-oeste” (guerra fria), que implicou a existência de uma base produtiva que sustentasse a corrida ao armamento, a inovação tecnológica e a apresentação de resultados de progresso, do ponto de vista ideológico. Um outro factor, é o intervencionismo de base Keynesiana, ou seja, o novo paradigma da Ciência económica (Paradigma Keynesiano), ao contrário da corrente dominante desde o século XIX (escola neo-clássica), implica o princípio da regulação através da intervenção do Estado na economia, viabilizando o papel deste na realização do progresso e no aumento do bem-estar das sociedades. O último factor, são as novas afirmações idealistas, a favor do progresso e da paz entre os povos, que se traduziram em: várias referências e compromissos da ONU; a declaração e afirmação do Presidente Roosevelt (1941) “As Quatro Liberdades”; a Carta Atlântica assinada por Churchill e Roosevelt (1941) e a declaração do Presidente Truman (1949) “Ponto Quatro”, que foi o primeiro programa dos EUA de ajuda ao desenvolvimento. (Amaro, 2004).
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Impacto do terceiro sector no desenvolvimento local e social : inquérito à percepção das Associações de Amarante

Impacto do terceiro sector no desenvolvimento local e social : inquérito à percepção das Associações de Amarante

De acordo com Franco (2005), em Portugal, o Terceiro Sector pode ter surgido entre os séculos XII e XV com as confrarias, as corporações de mestres, os hospitais de meninos 4 , entre outros. Mas foi na era dos descobrimentos que ocorreram grandes mudanças e surgiram novos tipos de organizações como os compromissos marítimos, as confrarias dos mareantes e as Misericórdias. Mais tarde, no século XIX, a Revolução Industrial trouxe consigo a necessidade de novas formas de organização de que são exemplo as Associações de Socorros Mútuos, as uniões, as associações humanitárias, as associações empresariais e os Círculos Católicos Operários. Embora o Terceiro Sector tenha uma extensa história, tal facto não impossibilita que ele esteja em permanente crescimento. “Se por um lado ainda permanecem organizações com centenas de anos, como o caso das misericórdias, por outro houve um aumento de organizações fundadas no pós 25 de Abril” (Sousa,2013:29). A revolução do 25 de Abril de 1974 permitiu então que se construíssem novas formas de associativismo (Coelho, 2008).
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Diáspora guineense como agente de desenvolvimento local: o papel das associações guineenses em Portugal nos projetos de cooperação e desenvolvimento na Guiné-Bissau

Diáspora guineense como agente de desenvolvimento local: o papel das associações guineenses em Portugal nos projetos de cooperação e desenvolvimento na Guiné-Bissau

Nos últimos anos, o tema das migrações tem vindo a despertar interesse na investigação científica, mas também ao nível das instituições internacionais e das instâncias governativas, dada a sua importância e o papel que desempenha no processo de desenvolvimento. Neste trabalho de investigação foi adaptado o estudo já realizado pelo GDN, IPPR, e teve como referência também o “manual de investigação sobre as migrações (ACP) - migrações Sul-Sul e desenvolvimento” da Organização Internacional para as Migrações (OIM), a fim de construir uma visão holística na medição e abordagem do impacto de migração sobre o desenvolvimento, e da sua otimização quer a nível económico e social-desenvolvimento Movendo-se: (Development on the Move: Measuring and optmizing the Economic and social Impacts of Migration) que foi levado a cabo pelo instituto de investigação em políticas públicas (Institute for Public Policy Research-ippr) em parceria com a rede de desenvolvimento global (Global Development Network-GDN). Neste estudo demostra-se que a migração pode influenciar o desenvolvimento social e económico em oito dimensões: impacto sobre a economia, ensino, saúde, género, impactos sociais mais amplos, governo, sustentabilidade ambiental e assistência em caso de catástrofe. (Chappell, 2007). Foram igualmente considerados fatores não-económicos com impacto sobre o desenvolvimento nos países de origem adotando, assim, a combinação de diferentes métodos de investigação para análise do impacto, incluindo uma análise de regressão transfronteiriça. Conforme ilustra o quadro número 1, é possível constatar os efeitos diferentes que a migração pode ter na vida humana, a nível económico, social, político, demográfico 12 .
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Turismo e estratégias de desenvolvimento local

Turismo e estratégias de desenvolvimento local

Nesse ponto cabe chamar a atenção para a emergência de uma nova modalidade de ação coletiva que são as chamadas “redes locais de cooperação ou redes sociais” (GARCÍA MACÍAS, 2001). Para este autor, enquanto os clusters são redes ou agrupamen- tos que reúnem basicamente empresas e agen- tes produtivos, caracterizados, evidentemen- te pela colaboração, integração e cooperação, as redes sociais se configuram a partir das relações sociais cotidianas estabelecidas no âmbito local ou comunitário, tal como a ami- zade, o parentesco familiar, a convivência em associações comunitárias, escolas, etc., além da solidariedade e da ajuda mútua entre as pessoas que habitam uma mesma comunida- de ou localidade (GARCÍA MACÍAS, 2001). Finalizando, a identificação ou o fo- mento à construção de redes locais de coo- peração, pode constituir uma estratégia ade- quada para viabilizar alianças estratégicas e atingir objetivos comuns em prol do desen- volvimento local. Estas redes representam uma alternativa ambiciosa, porém pragmá- tica, de articulação e ampliação da cidada- nia, de reforço da malha associativa, de re- construção dos laços de solidariedade e reci- procidade entre indivíduos e grupos que vivem numa mesma localidade.
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A escola como ator de desenvolvimento local

A escola como ator de desenvolvimento local

Para que a escola possa territorializar-se torna-se necessário o seu envolvimento na comunidade, é necessário que, para além da reforma interna que lhe permita acolher a comunidade, tenha a capacidade de participar de forma integrada no local, tornando-se indispensável o estabelecimento de parcerias e partenariados de modo a consolidar a sua abertura e permitir a sua atuação juntamento com outros atores locais. De facto, a escola em parceria revela-se de extrema relevância para a promoção do desenvolvimento local, em primeiro lugar porque, inserida num espaço que se encontra integrado do ponto de vista identitário (como a comunidade), atua sobre um grupo-alvo local, diariamente, no sentido de dotar esse grupo-alvo de competências e instrumentos essenciais para a sua vida. Em segundo lugar, estando associada a esse grupo-alvo, indiretamente contacta com todo a comunidade, isto é, com os pais, com as associações infanto-juvenis, centros de atividades de tempos livres, centros de explicações, autoridades, centros de saúde/postos médicos, centros sociais e paroquiais, associações desportivas, funcionários, professores, que residem no local, administração local, ou seja, com o conjunto de atores coletivos e individuais que compõem o local. Nesse sentido criam-se dinâmicas de relação e conflito, bem como relações de confiança (assentes na legitimidade) que conferem à escola um papel relevando, tornando-a necessária à promoção do desenvolvimento. Como defende Caride (2000, in Goméz, J. C.; Freitas, O.; Callejas, G., 2007: 178), a educação decorre do processo de desenvolvimento é um factor decisivo para o desenvolvimento, isto é, “«a educação é uma parte orgânica do processo de desenvolvimento»” (Goméz, J. C.; Freitas, O.; Callejas, G., 2007: 180, citando Carnoy, 1990: 97:98).
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Kixikila e o desenvolvimento local em Angola

Kixikila e o desenvolvimento local em Angola

Em Angola, as ROSCA são conhecidas como kixikila (Ducados e Ferreira, 1998) e praticadas essencialmente por mulheres. Estas associações agem no âmbito da economia informal, mais concretamente num sistema paralelo às instituições bancárias, de financiamento e poupança. Os grupos têm uma dimensão média entre 5 a 10 mulheres, provenientes do mesmo bairro ou que têm o mesmo tipo de actividade económica. Normalmente, há uma mulher mais velha que lidera o grupo, com influência sobre os outros elementos, com a responsabilidade de garantir que todos paguem, e que normalmente é mais rica que os restantes membros. As pessoas são seleccionadas com base na confiança. Depois de formado o grupo, são efectuadas contribuições pelos elementos do grupo, de forma regular e num montante fixado previamente. O montante total fica na posse de um dos elementos, em ordem predeterminada, de acordo com a frequência estabelecida, até ser atribuído a todos os elementos. Depois disso, pode recomeçar novamente a rotação. A análise de Ducados e Ferreira (1998: 9) centra-se nas mulheres, na área peri-urbana de Luanda, pertencentes ao estrato mais pobre da população e num período em que toda a sociedade angolana enfrentava enormes dificuldades, no final da década de noventa do século passado.
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Inclusão digital e desenvolvimento local.

Inclusão digital e desenvolvimento local.

Na literatura estudada, a participação da comunidade tem sido tratada como um poderoso instrumento para o desenvolvimento. Ao se envolver na implementação de projetos, a comunidade passa a acompanhar a efetivação de políticas públicas, exigindo transparência das ações e a prestação de contas, o que auxilia no combate à corrupção. Quando são respeitadas as características essenciais do ser humano, a comunidade tem certeza sobre sua ação como grupo organizado e com poder de decisão, criando-se uma relação de autoconfiança em que as pessoas passam a acreditar mais em si mesmas e nos projetos locais. O envolvimento e participação são vistos como instrumentos de auxílio ao desenvolvimento de habilidades e à transformação das pessoas em função de suas próprias necessidades. Para Jara (2001), o maior desafio a enfrentar no desenvolvimento local é garantir a participação dos diferentes grupos na sociedade, favorecendo o controle social sobre o desenvolvimento e elegendo o local enquanto espaço privilegiado da formação de cidadãos.
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Turismo desenvolvimento local e arquitetura

Turismo desenvolvimento local e arquitetura

A partir dos meados séc. XI nota-se um desenvolvimento na mancha agrícola e populacional, com a existência de castelos de defesa e a reconquista Cristã de Portucale. O habitat era disperso embora as casas tendessem a localizar-se nas áreas enxutas de meia encosta, intercalando a mancha dos campos e dos lameiros. A ocupação dos solos é um marco fundamental para os dias de hoje, pois estes geraram uma nova organização político-social da região. Por um lado, dividida em terras, atribuídas a um senhorio e sistematicamente simbolizadas por um castelo e, por outro, divididas em villas onde se consagram todos os núcleos vicinais, multiplicando as ecclesias.
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Desenvolvimento local e Sociedade da Informação

Desenvolvimento local e Sociedade da Informação

Neste contexto, são relevantes os estudos no âmbito das ciências sociais que, a partir de metodologias compreensivas, se orientem no sentido de conhe- cerem o impacto das políticas públicas no desen- volvimento da sociedade do conhecimento, nos sistemas de acção dos actores, no seu dinamismo intra e inter-regional e nos processos de construção de identidades estratégicas para o progresso colec- tivo. A combinação das dotações com as expectati- vas, necessidades e exigências expressas, irá afl orar aos olhos da população que participa da tomada de consciência da sua realidade, das debilidades e fortalezas, das ameaças e oportunidades de vida existentes no seu território. E não é só isso. É uma tomada de consciência que se pode traduzir em projectos capazes de vincular o próprio progresso pessoal e a associação de interesses colectivos ao desenvolvimento sustentável do território. São várias as abordagens contidas na análise de cada terri- tório, permitindo desenhar políticas comparativas e descobrir as suas possíveis diferenças e complemen- taridades entre os diversos territórios, no que se refere aos seus equipamentos, serviços e redes de solida- riedade e emulação erguidas entre as suas popu- lações e as suas organizações e instituições. As TIC’s são, no contexto do desenvolvimento, ferramentas imprescindíveis de informação, comunicação, tran- sação e fortalecimento de redes virtuais sustentadas pelas redes locais e internacionais. Nesta direcção avançam modestamente as propostas de análise e as recomendações que derivam das mesmas nos estudos empreendidos no projecto eAtlasudoe e, em particular, no eixo de investigação centrado no Desenvolvimento Local.
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Governação para o desenvolvimento local em Penamacor

Governação para o desenvolvimento local em Penamacor

A “eliminação” das fronteiras nacionais, a globalização dos sistemas de produção, o aparecimento de novos actores transnacionais, a intensificação dos fluxos migratórios, a circulação de informações à escala nacional e a emergência de uma maior competitividade económica reorientaram a concepção do “local”. Os territórios e locais, não sendo meros espaços físicos, alheios ou desprovidos de dinâmicas próprias, são portadores de particularidades que os tornam únicos. É nessa riqueza particular, materializada pela produção das suas funções sociais, económicas, simbólicas, relacionais, culturais e outras, que reside a “matéria-prima” passível de ser aproveitada e transformada com vista ao desenvolvimento de base local. Como afirma Reis (1998), a raiz do desenvolvimento local é caracterizada por um impulso de carácter local e endógeno, assente na mobilização voluntária, que tem por objectivo originar acções com as quais se produzem sinergias entre agentes, tendo em vista qualificar os meios de vida e assegurar o bem-estar social.
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O Associativismo Como Motor do Desenvolvimento Local

O Associativismo Como Motor do Desenvolvimento Local

O Algarve era em 2013 a região do país com menor expressão do associativismo juvenil. Factores como o crescente aumento do desemprego traduziram-se no aumento da emigração. Será possível encontrar no associativismo uma resposta para o desenvolvimento inteligente, sustentável e inclusivo das regiões e assim encontrar respostas cabais aos desafios do poder local? Que pressupostos estão na base da coletivização e envolvimento dos cidadãos na condução dos destinos públicos e políticos dos seus territórios? Ao mesmo tempo, importa descobrir que factores estão na génese deste fenómeno sociológico e que soluções se propõem para estimular e profissionalizar uma das virtudes e oportunidades que a III República proporcionou – a liberdade de associação. Estabelecidas as bases sobre as quais podemos operar, definimos uma estratégia e uma metedologia que permite a qualquer grupo de cidadãos, segundo a sua área de interesses e especializações, concretizar soluções específicas para os desafios e para as causas que decidirem perseguir.
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REABILITAÇÃO URBANA E DESENVOLVIMENTO LOCAL

REABILITAÇÃO URBANA E DESENVOLVIMENTO LOCAL

e Aldeias típicas, Praias atlânticas, Pousadas, e a Gastronomia e Vinhos. O plano evidencia a importância do Alentejo Litoral, pelas elevadas potencialidades para o desenvolvimento do turismo no Alentejo. O Concelho de Alcácer enquadra0se nos vários eixos estratégicos, uma vez que, em termos de património histórico, apresenta dois centros históricos (Alcácer do Sal e Torrão), com elevado valor patrimonial e arquitetónico. No que se refere ao património de arte Sacra, o concelho detém inúmeras peças de elevado valor, mas estas encontram0se dispersas por inúmeras Ermidas, Igrejas e Conventos. Em relação ao património etnográfico e de arte popular o concelho apresenta uma elevada riqueza e diversidade de trabalhos em madeira, colmo, cortiça, tal como uma gastronomia invejável e excelentes vinhos. Um outro fator relevante para o concelho é o património natural, dado o valor paisagístico do estuário do Sado, das extensas áreas de montados de sobro e de pinheiro manso e os numerosos recursos cinegéticos. Na sequência deste plano de ação o município de Alcácer do Sal tem desenvolvido algumas ações, nomeadamente em termos de reabilitação de estações arqueológicas, manutenção e pintura das Igrejas do Concelho, atividades de promoção turística, com a implementação do programa “Alcácer com Vida” e na criação de incentivos à reabilitação urbana no núcleo urbano de Alcácer do Sal.
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Desenvolvimento local: estudos de caso

Desenvolvimento local: estudos de caso

Neste contexto, o documento que aqui se apresenta estrutura-se em 4 capítulos. No primeiro capítulo, procedemos a um breve diagnóstico do concelho de Oeiras, concelho onde se localiza o Taguspark, tendo em conta vários indicadores e domínios de análise comuns aos diferentes casos de estudo apresentados no projecto. No segundo capítulo, descreve-se o processo de aparecimento do Taguspark, assim como a sua ligação à política de ciência e tecnologia em Portugal. Para além disso, é feita uma caracterização das unidades aí instaladas por sector de actividade e por grau de desenvolvimento tecnológico. No terceiro capítulo procura-se avaliar qual é a importância do Taguspark no contexto da AML e no contexto nacional. Para além disso, procura-se determinar qual é a importância que as empresas ligadas ao sector TIC têm no conjunto das unidades instaladas no Taguspark. Este artigo termina com o 4º capítulo, onde se apresentam as principais conclusões e se reflecte sobre a importância do Taguspark no contexto local, regional e nacional, através da apresentação de uma SWOT analysis.
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O plano de desenvolvimento local no TTTTTucunduba: uma e

O plano de desenvolvimento local no TTTTTucunduba: uma e

Todavia, o desafio consiste em identificar como o vivido vai ser incorporado na intervenção pública. Nesse sentido, a idéia de que a ”construção ou melhorias de unidades habitacionais devem respeitar as especificidades e representações simbólicas das comunidades locais“ (BELÉM, 2001a, p.35) evoca a importância do espaço-casa para os moradores das ocupações urbanas de Belém, enfatizada por Costa (2002). Na concepção de Costa (2002, p.74) as moradias das ocupações urbanas de Belém estão ”afetadas pelas práticas culturais próprias dos locais de origem de seus moradores e podem ser reflexos do processo econômico da cidade“. Por isso, seu significado, seu uso e sua funcionalidade traduzem a representação que o morador construiu durante a vida no seu local de origem, principalmente à beira-rio.
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Novos enfoques no campo da Ciência da Informação: uma discussão sobre a aplicabilidade do conceito de regime de informação em arranjos produtivos locais.

Novos enfoques no campo da Ciência da Informação: uma discussão sobre a aplicabilidade do conceito de regime de informação em arranjos produtivos locais.

Outra característica são as relações intensas entre contratada e contratante e associações temporárias para desenvolvimento tecnológico (FIEMG,2007).[r]

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A Rádio UCDB e o Desenvolvimento Local

A Rádio UCDB e o Desenvolvimento Local

O Desenvolvimento Local é parte de uma visão de nova sociedade, constituída de baixo para cima, mediante a institucionali- zação e extensão paulatina de formas mais solidárias, preenchendo as lacunas, objeti- vando o crescimento: econômico, sócio e cultural, para reduzir as aflições, privações, disparidades e diferenças. Seu conjunto de práticas tem como palco central, o ser que vive na localidade, que pode ser uma região, cidade ou outras unidades menores, desde que tenha uma identidade com políticas re- gionais que integrem as potencialidades lo- cais, que são partes integrantes e fundamen- tais destes espaços.
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EDUCAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO LOCAL SUSTENTÁVEL

EDUCAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO LOCAL SUSTENTÁVEL

É lógico que, para cada grau de escolaridade, existem diferenças do nível de complexidade da ciência agronômica, mas a pesquisa educacional tem evidenciado que, com uma metodologia adequada ao grau de escolaridade, a compreensão de conceitos e princípios agronômicos (científicos) é perfeitamente possível, até mesmo para jovens e adultos em processo de alfabetização e/ou de qualificação profissional. O procedimento didático no desenvolvimento do projeto experimental se fundamenta no princípio pedagógico da associação da experiência de vida empírica do educando com o conhecimento científico, com opções diferenciadas do tipo e tamanho do projeto para atendimento das aptidões e diferenças dos educandos em termos de nível profissional, interesses e aspirações, contemplando–se, além das dimensões do aprender a conhecer e do fazer, as dimensões do saber conviver e do saber ser. Nessa concepção, utilizam–se princípios de teorias educacionais bastante conhecidas, onde se destacam os pensamentos de Jean Piaget, onde o aprendizado é A situação da escola rural no país foi analisada pelo autor³ sob a
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POLITICAS DO DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL E LOCAL

POLITICAS DO DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL E LOCAL

O ASSOCIATIVISMO Agindo de forma interdependente e complementar, as associações podem se unir no sentido de formar grupos com interesses comuns em relação a: • Defesa de interesses comun[r]

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