Atividade da fosfatase alcalina

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Modificação do método de Scharer para determinação da atividade de fosfatase alcalina em leite

Modificação do método de Scharer para determinação da atividade de fosfatase alcalina em leite

Análises laboratoriais para determinar a atividade residual de ALP são baseadas na exposição de substratos específicos à enzima com subseqüente detecção do produto da reação (Roberto et al., 2001). O método rápido de Scharer é um teste clássico para a determinação da atividade da fosfatase alcalina em produtos lácteos e detecta níveis de 0,1% de leite cru adicionado ao leite pasteurizado. O método rápido de Scharer utiliza o fenilfosfato dissódico como substrato que, sob ação enzimática da fosfatase alcalina, libera fenol. O fenol reage com o 2,6 dicloroquinona cloroimida (CQC) para formar indofenol, que é extraído com a adição do butanol. A mensuração visual da concentração de fenol das amostras é feita por comparação com padrões e também pode ser feita por espectrofotometria, no comprimento de onda de 650 nm, para determinações quantitativas. O limite estabelecido para o método é de 1 µg fenol por mL de produto lácteo (Marshall, 1992).
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Atividade da fosfatase alcalina no lavado broncoalveolar de equinos de policiamento montado no Estado do Rio de Janeiro.

Atividade da fosfatase alcalina no lavado broncoalveolar de equinos de policiamento montado no Estado do Rio de Janeiro.

A utilidade da determinação das atividades enzimáticas no trato respiratório posterior como ferramenta diagnóstica já foi demonstrada em várias espécies. Nesse contexto, este trabalho teve por objetivo determinar a atividade da Fosfatase Alcalina (FAL) no lavado broncoalveolar (LBA) de equinos da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, comparando animais sadios com portadores assintomáticos de doença infl amatória das vias aéreas (DIVA). Para tal, foram avaliados 28 animais adultos, machos, sem histórico de doença respiratória nos dois meses anteriores ao estudo, com os resultados dos exames físicos e laboratoriais (FAL sanguínea, hematócrito, leucograma, proteína total e fi brinogênio plasmáticos) dentro dos parâmetros fi siológicos. Os equinos foram divididos em dois grupos de acordo com o resultado da citologia broncoalveolar. A determinação da atividade da FAL foi realizada por meio de espectrofotometria a partir de alíquotas do sobrenadante do LBA preservadas em nitrogênio líquido. Para a estimativa do fl uido epitelial pulmonar e da atividade da FAL neste, foi realizada a correção da diluição provocada pelo lavado. Os equinos com contagem diferencial de tipos celulares compatível com DIVA apresentaram atividade de FAL no LBA menor, quando comparados aos animais sadios, podendo essa dosagem ser utilizada como complementação do diagnóstico da DIVA.
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Adaptação do método rápido de Scharer para detecção da atividade de fosfatase alcalina residual em queijo Minas Padrão de acordo com as exigências internacionais

Adaptação do método rápido de Scharer para detecção da atividade de fosfatase alcalina residual em queijo Minas Padrão de acordo com as exigências internacionais

A pasteurização do leite é importante para evitar a transmissão de doenças, já que leite cru é fonte transmissora em potencial de microrganismos patogênicos. Este estudo teve como objetivo adaptar o método Rápido de Scharer de maneira a melhorar sua sensibilidade na detecção da atividade de fosfatase alcalina (ALP) residual em queijo Minas Padrão no limite de 350 mU/Kg (estabelecido pela Food and Drug Administration). Para tanto, leite cru com 3,0 a 3,5 % de gordura foi submetido às etapas de pasteurização lenta, resfriamento e adição de leite cru em 6 diferentes concentrações (0,000 %; 0,010 %; 0,015 %; 0,500 %; 1,000 %). Em seguida, os queijos elaborados a partir destes leites “contaminados” foram analisados, em seis repetições, pelos métodos Rápido de Scharer Adaptado (metodologia adaptada neste trabalho) e Fluorimétrico. O limite de detecção do método Rápido de Scharer Adaptado Visual ocorreu nos queijos cujo leite pasteurizado foi adicionado de 0,010 % de leite cru, o que correspondeu a atividade de 323 ± 23 mU/Kg pelo método Fluorimétrico. A concentração mínima detectada com precisão pelo método Rápido de Scharer Adaptado Espectrofotométrico correspondeu a 0,078 ± 0,016 μg fenol/g de queijo. Desse modo, a metodologia adaptada mostrou-se eficiente na detecção da atividade de ALP residual no limite de 350 mU/Kg. Os resultados revelaram associação linear entre a % de leite cru e a concentração de fenol. A regressão linear aplicada a estas variáveis mostrou ótima linearidade do método em atividade próxima a 350 mU/Kg. Além disso, observou-se excelente correlação entre o método Rápido de Scharer Adaptado Espectrofotométrico e o método Fluorimétrico. Portanto, o método Rápido de Scharer Adaptado mostrou-se com sensibilidade adequada para detectar a atividade de ALP residual correspondente a 350 mU/Kg e, ainda com custo de reagentes (R$ 0,32) muito acessível comparado ao do método Fluorimétrico (R$ 25,00). Assim, é recomendável a avaliação de seu uso para verificar a condição de pasteurização em queijo Minas Padrão.
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Estudo do efeito do colesterol como um modulador da atividade da fosfatase alcalina...

Estudo do efeito do colesterol como um modulador da atividade da fosfatase alcalina...

Os estudos iniciais para a obtenção de proteolipossomos foram realizados com fosfatililcolina (PC), que é um fosfolipídio comumente utilizado para a reconstituição de TNAP de diferentes origens, bem como outras proteínas de membrana, em lipossomos (Angrand et al., 1997; Nosjean et al., 1999; Camolezi et al.; 2002; Morandt et al., 2002; Daghastanli et al., 2004; Ronzon et al., 2004; De Lima Santos et al., 2005; Giocondi et al., 2007) e é frequentemente empregado em estudos modelos de biomembranas (López Cascales et al., 2006; Ciancaglini et al., 2006; Giocondi et al., 2007). Camolezi e colaboradores (2002) mostraram que dentre os PC estudados, o DPPC revelou ser um sistema que incorpora mais eficientemente a TNAP e Simão e colaboradores (2010) observaram que o microambiente constituído por diferentes lipídios pode afetar a atividade da enzima reconstituída. Entretanto, até o momento, para a reconstituição da TNAP não foram estudados sistemas com diferentes porcentagens de Chol que tem um papel chave na estrutura e função das biomembranas (Angrand et al., 1997; Nosjean et al., 1999; Camolezi et al.; 2002; Morandt et al., 2002; Daghastanli et al., 2004; Ronzon et al., 2004; De Lima Santos et al., 2005; López Cascales et al., 2006; Ciancaglini et al., 2006; Giocondi et al., 2007).
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Biodisponibilidade de fontes orgânicas e inorgânicas de zinco em ovinos.

Biodisponibilidade de fontes orgânicas e inorgânicas de zinco em ovinos.

Baseando-se apenas no acúmulo hepático, a estimativa da biodisponibilidade de zinco, por intermédio das equações de regressão linear, mostrou que as fontes orgânicas e inorgânicas não diferiram entre si, apesar da melhor tendência de acúmulo hepático das fontes orgânicas. Assumindo-se que o nível plasmático de zinco, a atividade da fosfatase alcalina, os níveis de imunoglobulinas G e M e o ganho de peso são indicadores de biodisponibilidade, pode-se afirmar, com base neste experimento, que a disponibilidade do óxido de zinco foi melhor em pelo menos dois indicadores − níveis de zinco plasmático e de imunoglobulina G − enquanto a disponibilidade do zinco aminoácido e do zinco proteinato foi melhor apenas em relação aos níveis de imunoglobulina M.
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Avaliação histopatológica do reparo apical e periapical em dentes de cães com vitalidade pulpar, após tratamento de canais radiculares utilizando dois cimentos obturadores à base de resina epóxica. Análise do pH e concentração de cálcio total

Avaliação histopatológica do reparo apical e periapical em dentes de cães com vitalidade pulpar, após tratamento de canais radiculares utilizando dois cimentos obturadores à base de resina epóxica. Análise do pH e concentração de cálcio total

estudaram a toxicidade de 9 cimentos endodônticos avaliando à síntese de DNA celular, a atividade da fosfatase alcalina e a liberação de cálcio, em células ósseas de 30 ratos Wistar ap[r]

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Efeito de fitases de origem bacteriana no desempenho e qualidade óssea de frangos de corte

Efeito de fitases de origem bacteriana no desempenho e qualidade óssea de frangos de corte

O processo de calcificação do tecido ósseo envolve as vesículas extracelulares, as quais estão relacionadas com o ciclo de vida dos condrócitos e, possivelmente, com o seu processo de apoptose (KERR et al., 1972; ANDERSON et al., 1995; PIZAURO JÚNIOR et al., 2002). Essas vesículas podem se desenvolver em locais de depósito de minerais, e, desta forma, apresentarem-se como mediadoras da deposição mineral, e nos osteoblastos essa estrutura é encontrada na membrana plasmática adjacente à matriz óssea recém formada. Além da fosfatase alcalina, existem outras enzimas presente na membrana que são importante para o processo de calcificação, por exemplo a ectoenzima fosfodiesterase nucleotídeo pirofosfatase (PC-1) a qual gera o pirofosfato inorgânico (PPi) a partir do sequestro de ATP presente no fluido extracelular da cartilagem, entretanto o PPi atua como inibidor da calcificação (CASWELL et al., 1986; JOHNSON et al., 2000; GIJSBERS et al., 2001). A atividade da fosfatase alcalina pode ser controlada pelo produto de sua reação, ou seja, a presença do fósforo inorgânico no fluído extracelular resultante da hidrólise do PPi, são processos que regulam mineralização biológica (PIZAURO JÚNIOR et al., 1987).
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Triiodotironina não aumenta a diferenciação osteogênica reduzida pela idade de células-tronco mesenquimais da medula óssea de ratas.

Triiodotironina não aumenta a diferenciação osteogênica reduzida pela idade de células-tronco mesenquimais da medula óssea de ratas.

Os resultados da adição de T3 no meio osteogêni- co padrão foram surpreendentes e interessantes, pois, ao contrário do que se esperava, demonstraram que a T3 não aumenta a diferenciação osteogênica de CTM- MO de ratas adultas, chegando até a reduzir a conver- são do MTT, a atividade da fosfatase alcalina, a síntese de colágeno e a formação de nódulos de mineralização em pelo menos um dos períodos e em uma das doses estudadas. Algumas doses de T3 aumentaram signiica- tivamente a síntese de colágeno em comparação à das CTM-MO das ratas adultas sem tratamento. Apesar disso, contrariamente o número de nódulos de minera- lização foi reduzido com o tratamento hormonal inde- pendentemente da dose de T3. A síntese dos nódulos de mineralização depende, além do colágeno, também
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Hiperfosfatemia transitória: uma alteração laboratorial benigna em um menino com síndrome de Gitelman.

Hiperfosfatemia transitória: uma alteração laboratorial benigna em um menino com síndrome de Gitelman.

A hiperfosfatasemia transitória benigna da infância (HTBI) é caracterizada por elevação transitória da atividade da fosfatase alcalina sérica (S-ALP), predominantemente em sua isoforma óssea ou hepática, em crianças com menos de cinco anos de idade. Não há sinais de patologia óssea metabólica ou hepatopatia correspondentes ao aumento da S-ALP, e

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Modificação do método rápido de Scharer para detecção, com alta sensibilidade, da fosfatase alcalina residual em manteiga

Modificação do método rápido de Scharer para detecção, com alta sensibilidade, da fosfatase alcalina residual em manteiga

A determinação da atividade da fosfatase alcalina (ALP) é utilizada na indústria de laticínios para verificar a eficiência do processo de pasteurização. No Brasil esta análise não é um procedimento obrigatório na avaliação da qualidade de manteiga, como ocorre em outros países. Foram avaliadas vinte amostras de manteiga de cinco diferentes marcas comercializadas na cidade de Viçosa-MG. Utilizou-se o método colorimétrico rápido de Scharer, visual e espectrofotométrico, e método fluorimétrico. Realizou-se também o teste de reativação para confirmação dos resultados positivos. Quatro amostras (20%) apresentaram resultado positivo para atividade residual da ALP, sendo duas da marca A, uma da marca B e uma da marca E. Duas amostras da marca E apresentaram reativação da enzima, não confirmando assim o resultado positivo inicial. Foi possível distinguir claramente a ALP residual da reativada pelos três métodos utilizados. Os resultados encontrados reforçam a importância e a necessidade de se estabelecer, no Brasil, a análise da atividade da ALP como procedimento obrigatório para determinação da qualidade da manteiga.
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Fosfatase alcalina reconstituída em 'Lipid Rafts'

Fosfatase alcalina reconstituída em 'Lipid Rafts'

Outro aspecto a ser considerado é que o processo de ossificação endocondral pode ser reproduzido experimentalmente in vivo através do implante de matriz óssea desmineralizada (Reddi e Huggins, 1972), ou pelo implante de proteína morfogênica, extraída do tecido ósseo, no tecido subcutâneo de ratos (Urist et al., 1973), ou ainda pelo implante de proteína morfogênica ou matriz óssea desmineralizada associada com plasma enriquecido em plaqueta (Marx et al., 1998). Reddi e Huggins (1972) demonstraram que o implante de matriz óssea desmineralizada em tecido subcutâneo de ratos age como um estímulo que desencadeia um processo de diferenciação e organização celular, levando à formação seqüencial de cartilagem e osso. Os estudos histológicos e bioquímicos envolvidos no processo de biomineralização ectópica dessas placas, via ossificação endocondral, foram descritos por esses mesmos autores, que observaram uma estreita correlação entre a atividade da fosfatase alcalina e os sítios histológicos de formação do tecido ósseo (Leone et al., 1997).
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Desenvolvimento de ensaio quimiluminescente baseado na determinação de fosfatase alcalina para diagnóstico diferencial entre leucemia mielóide crônica e reações leucemóides

Desenvolvimento de ensaio quimiluminescente baseado na determinação de fosfatase alcalina para diagnóstico diferencial entre leucemia mielóide crônica e reações leucemóides

Em hematologia, a principal aplicação da determinação da atividade da fosfatase alcalina (FA) neutrofílica é no auxílio ao diagnóstico diferencial entre leucemia mielóide crônica (LMC) e reações leucemóides neutrofílicas (RL) decorrentes de doenças mieloproliferativas, como a mielofibrose, policitemia vera ou de inflamações/ infecções. Tradicionalmente esta determinação é realizada por um ensaio citoquímico subjetivo, no qual se atribui uma pontuação (SCORE) para o nível de FA. Neste trabalho apresentamos um método quimiluminescente, objetivo, quantitativo, sensível e barato para a determinação de FA neutrofílica baseado no reagente comercial Immulite ® . Leucócitos íntegros obtidos de amostras de sangue periférico de trinta e dois indivíduos saudáveis, nove portadores de LMC e nove portadores de RL foram submetidos ao protocolo otimizado. Através da determinação da emissão de luz por quatro concentrações de neutrófilos, foi possível detectar a atividade de FA por célula (inclinação – SLOPE – da curva obtida por regressão linear). Uma alta correlação foi obtida quando o método quimiluminescente (SLOPE), aqui desenvolvido, foi comparado ao citoquímico (SCORE). Obtivemos uma variação do SLOPE entre 0,61-8,49 (10 -5 mV.s/célula)
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Avaliação da produção de citocinas, expressão gênica e análise funcional de células SHED expostas ao LTA bacteriano

Avaliação da produção de citocinas, expressão gênica e análise funcional de células SHED expostas ao LTA bacteriano

Lee et al. (2011) compararam células DPSCs de dentes supranumerários e SHED. O índice de proliferação de SHED foi maior. E o índice de crescimento após armazenamento (congelamento) em longo prazo, foi constante nas células SHED, já DPSCs foram afetadas. DPSCs e SHED foram similares quanto ao potencial de diferenciação adipogênica e condrogênica, e demonstraram atividade da fosfatase alcalina, mas não houve estímulo de diferenciação osteogênica. Também foi realizada análise citogenética, na qual ambos os tipos celulares apresentaram-se normais. Para avaliar a cicatrização in vitro, foi aplicado um choque elétrico e observou-se que as células SHED migraram mais rapidamente para a ferida.
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Efeito da triiodotironina (T3) na diferenciação osteogênica in vitro de células tronco mesenquimais da medula óssea de ratas

Efeito da triiodotironina (T3) na diferenciação osteogênica in vitro de células tronco mesenquimais da medula óssea de ratas

(Pittenger et al., 1...; Bobis et al., 2006) que também pode ser expressa em fibroblastos (Ishii et al., 2005b). A molécula CD73 (Bobis et al., 2006) pode ser expressa tanto em fibroblastos quanto em CTM (Ishii et al., 2005a). Mas as moléculas CD.0 (Bobis et al., 2006) e CD54 (Covas et al., 2003; Tocci e Forte, 2003) expressas em mais de .0% das células deste estudo, são exclusivas das CTM, não sendo expressas em fibroblastos e células hematopoéticas. Assim, a caracterização fenotípica confirmou a pureza de mais de .0% da cultura em CTM. Além disso, somente as CTM apresentam capacidade de diferenciação osteogênica (Bruder et al., 1..8; Bianco et al., 2001; Bobis et al., 2006; Payushina et al., 2006). Para caracterizar a diferenciação osteogênica destas células, alguns parâmetros foram utilizados, tais como: atividade da fosfatase alcalina, síntese de colágeno e síntese e mineralização da matriz extracelular. Os parâmetros utilizados neste estudo para demonstrar a diferenciação osteogênica vêm sendo amplamente utilizados por outros pesquisadores (Ishida et al., 1..5; Ishida et al., 1..6; Ishida e Heersche, 1..7; Lee et al., 2003; Moioli et al., 2007). Além disso, sempre há correlação entre a formação dos nódulos de mineralização e a expressão de proteínas não colagênicas durante a diferenciação osteogênica (Aronow et al., 1..0; Owen et al., 1..0; Ohishi et al., 1..4; Cowles et al., 1..8; Qu et al., 1..8). A expressão de proteínas não colagênicas como osteocalcina, osteopontina e osteonectina pode ser adicional para caracterizar o estágio de diferenciação osteogênica, pois essas proteínas são indicadoras da diferenciação osteogênica tardia (Aronow et al., 1..0; Owen et al., 1..0; Ohishi et al., 1..4; Nefussi et al., 1..7; Cowles et al., 1..8; Bellows et al., 1...; Shih et al., 2006).
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Microrganismos do solo produtores de fosfatases em diferentes sistemas agrícolas.

Microrganismos do solo produtores de fosfatases em diferentes sistemas agrícolas.

Não se observou tendência consistente mostrando a influência dos diversos tratamentos sobre a atividade enzimática nas bactérias e fungos isolados. Do total de isolados bacterianos, 28,4% e 40,6%, em média, apresentaram atividade da fosfatase alcalina e da ácida respectivamente (Figuras 1 e 2). Portanto, 59% a 72% das bactérias isoladas e 60% a 78% dos fungos apresentaram atividade das fosfatases. Essa atividade aumentou das faixas menores para as maiores, respectivamente, 1,9% do total com atividade da fos- fatase alcalina (faixa > 5,1) e de 0,7% do total com ativi- dade da fosfatase ácida (faixa de 4,1 a 5,0) (Figura 1). Tratamentos Fungos totais (1) Fungos produtores de fosfatases
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TGF-beta1 em fibroblastos dérmicos humanos cultivados em esponja de colágeno

TGF-beta1 em fibroblastos dérmicos humanos cultivados em esponja de colágeno

Introdução: A busca por uma fonte alternativa de células para a Engenharia Tecidual óssea, se deve a morbidade da área doadora e maior dificuldade de expansão in vitro quando da utilização de células de linhagem osteoblástica, como as células da medula óssea. Portanto, a busca de outras fontes celulares para contribuir para esta terapia, se torna fundamental. Objetivo: Avaliar a influência do fator de crescimento transformante beta1(TGF-β1) na diferenciação celular de fibroblastos dérmicos humanos cultivados em esponja de colágeno. Métodos: As esponjas de colágeno foram cortadas em peças de 16mm de diâmetro e 2 mm de espessura sendo distribuídas em quatro grupos denominados de acordo com o meio de cultura: CONTROLE (Padrão); TGF-β1 (Padrão acrescido de 10ng/mL de TGF-β1); OSTEOG. Padrão acrescido de 0,5µg/mL de ácido ascórbico, 10 mMol/L de β-glicerofosfato e 10nMol/L de dexametasona) e OSTEOG.TGF- β1(meio osteogênico acrescido de 10ng/mL de TGF-β1). As avaliações da atividade da fosfatase alcalina (FAL) e quantidade de osteocalcina (OC) foram realizadas no sobrenadante. A interação das células com a esponja de colágeno foi avaliada pela exame histológico e a presença de depósitos de cálcio fosfato realizada pelo teste de Von Kossa, todas as avaliações foram realizadas no segundo, sétimo, 14°, 21°, 28° e 56°dias. Resultados: Atividade da FAL e Quantidade de OC: não houve diferença entre os grupos CONTROLE e TGF- β1 em nenhuma das avaliações e em nenhum dos pontos de avaliação, no entanto na comparação com os outros dois grupos, os valores foram significativamente menores, o grupo OSTEOG.TGF- β1 obteve valores significativamente. Interação Célula/Esponja: em todos os grupos as células inicialmente estavam na superfície com posterior penetração para o interior da esponja. Depósitos Mineralizados: não existiu a presença nos grupos CONTROLE e TGF- β1 e nos grupos OSTEOG. e OSTEOG. TGF- β1 existiu a presença de depósitos a partir do 14° dia até o 56° dia. Conclusão: O TGF-β1 no meio osteogênico, na cultura de fibroblastos dérmicos humanos em esponja de colágeno, aumentou a atividade da FAL e a quantidade de OC, não alterando a interação célula/esponja e a presença de depósitos mineralizados de cálcio fosfato na estrutura da esponja de colágeno
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Influência da ordem e estádios da lactação no perfil bioquímico sangüíneo de cabras da raça Saanen.

Influência da ordem e estádios da lactação no perfil bioquímico sangüíneo de cabras da raça Saanen.

A diferença significativa e o maior valor da fosfatase alcalina nos animais de primeira lactação condizem com os achados de Halar et al. (1996), que encontraram valores mais elevados desta enzima no grupo de cabras jovens. Essa elevação justifica-se pelo fato de serem animais jovens em crescimento, que apresentam alta concentração de isoformas ósseas, próprias de animais jovens, e que se reduzem com a maturidade. Este resultado confirma o de Sarma e Ray (1985), ao afirmarem que o número de partos e a idade exercem influência na atividade da fosfatase alcalina.
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Influência do tamoxifeno associado ao diabete melito na densidade mineral óssea

Influência do tamoxifeno associado ao diabete melito na densidade mineral óssea

Os resultados apresentados indicam elevada atividade da fosfatase alcalina em animais diabéticos comparados aos controles e isto indica um desequilíbrio do tunorver ósseo a favor da reabsorção. Estes achados estão em concordância com resultados obtidos em nosso laboratório tais como com o de outros investigadores (KEMINK et al, 2000; Alanna, 2003 Dissertação; DUARTE et al, 2005). Segundo KOYAMA et al (1998 )em pacientes diabéticos Tipo 1 bem como em modelos animais, a atividade da enzima no soro tem se mostrado elevada no estágio inicial da síndrome e amplamente reduzida nos períodos mais prolongados. Os autores sugeriram que esta diminuição da atividade da isoenzima óssea no soro de pacientes diabéticos Tipo 1 e animais diabéticos resulta da fragmentação da enzima direcionada pelas espécies reativas de oxigênio, as quais são geradas pela glicação não-enzimática em função do estado de hiperglicemia crônico.
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Construção de biossensor para detecção de compostos BTEX baseado em fosfatase alcalina...

Construção de biossensor para detecção de compostos BTEX baseado em fosfatase alcalina...

basal do promotor Pu não é verificada na via de catabolismo em P. putida. Segundo o artigo de Kim et al. 4 , possivelmente essa alta atividade do promotor Pu na ausência de efetores pode ser explicada pela clonagem em direção oposta ao promotor Pr, levando à união de quatro sequên- cias UAS (Figura: 13A) que causariam a transcrição inespecífica. Esta teoria é corroborada pelo experimento de gel shift descrito no mesmo artigo no qual a proteína XylR, na ausência de efetores e na presença do promotor Pu, teve seu padrão de bandas deslocado para maior peso molecular indicando ligação à sequência promotora.
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Síntese e caracterização de biocompósitos hidroxiapatita/colágeno dopado com zinco

Síntese e caracterização de biocompósitos hidroxiapatita/colágeno dopado com zinco

Os osteócitos são células maduras do osso, que originam dos osteoblastos, quando estes são envolvidos completamente por matriz óssea (Ten Cate, 1994). Então, sua síntese protéica diminui e o seu citoplasma torna-se menos basófilo. Estas células são as mais abundantes do osso e são altamente diferenciadas, possuem atividade de fosfatase alcalina e funcionam como células mecânico-receptoras (Oursler e Bellido, 2003). Estão localizados em cavidades ou lacunas dentro da matriz óssea (Fig. I.6). Dessas lacunas formam-se canalículos que se dirigem para outras lacunas, tornando assim a difusão de nutrientes possível graças à comunicação entre os osteócitos. A ativação dos osteócitos está vinculada ao processo de sinalização das moléculas intracelulares. A rede de osteócitos promove a organização no osso para responder às demandas mecânicas com aumento ou redução de aposição óssea. Os osteócitos têm um papel fundamental na manutenção da integridade do osso, juntamente com os osteoblastos inativos, células de revestimento situadas na superfície do osso (Ten Cate, 1994; Langer, 2000; Yang et al., 2002; Oursler e Bellido, 2003; Swan, 2003).
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